Ruby Rose faz denúncias graves sobre bastidores de “Batwoman”
A atriz Ruby Rose publicou uma série de denúncias graves sobre os bastidores de “Batwoman” no Stories de seu Instagram nesta quarta (20/10). A lista tem de tudo, de assédio sexual à ambiente de trabalho inseguro, revela acidentes, constrangimentos e maus-tratos e mira desde a equipe de produção à colegas de elenco. Revelando que não pediu para sair, mas foi demitida da série em maio de 2020, ela se dirige em seu desabafo à showrunner Caroline Dries, a quem chama de “sem coração”, e aos produtores executivos Greg Berlanti e Sarah Schechter, afirmando que eles “deviam se envergonhar”. “Por favor, aos meus queridos fãs, parem de perguntar se eu vou retornar a essa série terrível. Eu não voltaria por nenhum dinheiro no mundo, nem se apontassem uma arma para a minha cabeça. E eu não me demiti! Eu não desisto. Foram eles que arruinaram a Kate Kane e destruíram a Batwoman, não eu”, escreveu. Ela começa sua lista de queixas atacando Peter Roth, ex-presidente do braço televisivo da Warner Bros., afirmando que ele assediava sexualmente as jovens mulheres da equipe. Rose relembra que o executivo usava sua posição de poder para obrigá-las a realizarem tarefas constrangedoras, como tocarem sua virilha sob o pretexto de arrumar suas roupas. Além disso, ele também a ameaçou. Rose mostrou a cirurgia a que precisou se submeter após sofrer um acidente grave no set. Na ocasião, ela quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia de emergência para reparar as contusões. Agora, acrescenta que foi ameaçada por Roth para voltar ao trabalho em dez dias “ou ele demitiria toda a equipe e elenco, e eu decepcionaria todo mundo”. Listando outros acidentes no set, ela lembrou que “um membro da equipe teve queimaduras de terceiro grau pelo corpo todo, e não nos ofereceram terapia após vermos a pele caindo de seu rosto. Eu fui a única que enviou flores e cartões”. Citou também o caso da assistente de produção Amanda Smith, de 30 anos, que ficou tetraplégica após ser atropelada por um guindaste, para acusar a showrunner Caroline Dries por acelerar o ritmo de produção quando todas as outras séries simplesmente interromperam os trabalhos durante a pandemia de coronavírus. “O acidente só aconteceu porque nossa série se recusou a parar quando todas as outras pararam”, apontou a atriz. “Caroline Dries não tem coração e queria terminar a temporada em plena pandemia, e eu disse que isso era uma má ideia… Todo mundo estava distraído, checando amigos e colegas e vendo os sets de ‘Riverdale’, ‘The Flash’ e ‘Supergirl’ fechando… Senti que algo ruim aconteceria… E agora uma pessoa nunca mais voltará a caminhar. E nós fechamos no dia seguinte, por ordem do governo”. Rose acusa a rede The CW de inicialmente se recusar a pagar os custos hospitalares da assistente de produção, que precisou recorrer ao financiamento coletivo do GoFundMe. A atriz também diz que brigou com pessoas no set pela falta de segurança. “Pergunte ao pessoal de cabelos e maquiagem o que eu fiz por eles, depois que dois foram hospitalizados”. Em sua denúncia, ela ainda cita que “disseram que eu precisava fazer uma cena de sexo sem um minuto sequer para processar tudo”. Sobre o elenco, acusa o ator Dougray Scott de comportamento não profissional: “Feriu uma dublê e gritava como uma cadela com as mulheres. Ele era um pesadelo, chegava e ia embora quando queria, e abusava das mulheres. Como protagonista, mandei um e-mail pedindo que proibissem gritos no set, mas negaram”. Reclamou até de Camrus Johnson, que teria ironizado o fato dela ter chegado atrasada um dia, após ficar internada no hospital, acusando-o de ser responsável por boatos que circularam na época de sua saída da série, que a taxaram de “atriz-problema”, e do fato da produção não providenciar um motorista para ela ir ao trabalho após ser proibida de dirigir devido a cirurgia. “‘Pegue um táxi’, me disseram”. Não ficou claro o que motivou o desabafo desta quarta, mas Ruby Rose já tinha insinuado que teve bons motivos para deixar “Batwoman” e não quis torná-los públicos na ocasião por decisão própria. Alguns meses após sair da série, ela mencionou os problemas de bastidores. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Na época de sua saía, o editor do site TVLine, Michael Ausiello, ouviu de suas fontes que a decisão não teria sido exclusiva da atriz, como ela finalmente admitiu agora. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”, disse a fonte na produção. A saía de Rose no final da 1ª temporada pegou os fãs da série de surpresa. Mas a atração continuou a ser produzida com uma nova protagonista. Javicia Leslie assinou contrato para virar uma nova Batwoman, diferente da personagem de Rose. Leslie interpreta Ryan Wilder, que assume o manto de Batwoman após o desaparecimento repentino de Kate Kane, a personagem de Rose. Em meio a todo esse drama, Wallis Day acabou sendo introduzida no final da 2ª temporada como uma “versão alterada” de Kate, após passar por uma cirurgia plástica de reconstrução facial devido a um acidente de avião. Sua performance agradou aos fãs, que esperam vê-la novamente em breve, no papel que Ruby Rose perdeu ou abandonou.
“Maid” vira minissérie mais vista da Netflix
A minissérie “Maid”, lançada em 1 de outubro, está sendo tratada pela Netflix como um nova recordista da plataforma. O relatório de desempenho trimestral da empresa, apresentado para o mercado financeiro na terça-feira (19/10), revelou uma estimativa de 67 milhões de assinaturas para a produção até o fim do mês, o que superaria o número de assinantes que visualizaram a premiada “O Gambito da Rainha”, vista por 62 milhões de contas em seus primeiros 28 dias. Com isso, “Maid” se tornaria a minissérie mais vista da Netflix em todos os tempos. Os números também a colocariam numa posição privilegiada entre todas as séries da companhia, atrás apenas do público de temporadas individuais de “Round 6”, “Bridgerton”, “The Witcher”, “Lupin” e “La Casa de Papel”, e empatada com “Sex/Life” e “Stranger Things”. Assim como aconteceu com “O Gambito da Rainha”, “Maid” também deve concorrer a prêmios. O nome de Margaret Qualley (“The Leftovers”) é cantado em prosa e verso pela crítica por um desempenho de cortar o coração no papel principal. Inspirada pela autobiografia best-seller de Stephanie Land, “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, a minissérie gira em torno de uma mãe solteira (Qualley) que, ao fugir do marido agressor com a filha pequena, precisa aprender a se virar sem teto ou dinheiro, trabalhando como faxineira. São quatro episódios que parecem um filme, dirigidos pelo cineasta John Wells (“Álbum de Família”) e coproduzidos pela atriz Margot Robbie – que trabalhou com Qualley em “Era uma Vez… em Hollywood”. Veja o trailer abaixo.
Ator de “The Flight Attendant” vai protagonizar série derivada de “John Wick”
O ator Colin Woodell, que se destacou na série “The Flight Attendant”, vai protagonizar “The Continental”, minissérie derivada de “John Wick” que vai contar a história do hotel dos filmes, que funciona como um ponto de encontro para assassinos internacionais. Ele terá o papel do jovem Winston Scott, que na trilogia cinematográfica é o velho gerente do Continental, com interpretação de Ian McShane. A atração terá três episódios e vai se passar 40 anos antes dos eventos vistos nos filmes estrelados por Keanu Reeves. A trama também incluirá personagens inéditos. Um deles, chamado Cormac, será interpretado por Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”). Outros integrantes confirmados no elenco são Hubert Point-Du Jour (“The Good Lord Bird”), Jessica Allain (“A Lavanderia”), Mishel Prada (“Vida”), Nhung Kate (“The Housemaid”) e Ben Robson (“Animal Kingdom”). Desenvolvida para o canal pago Starz, a atração tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor originais de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski. O diretor principal é Albert Hughes (“O Livro de Eli”) e ainda não há previsão para a estreia. Enquanto isso, “John Wick 4” chega aos cinemas em maio de 2022.
Fairfax: Trailer de série animada satiriza a Geração Z
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer da nova série de animação adulta “Fairfax”. A animação acompanha a mudança de um garoto do interior para a cidade grande, onde sofre um grande choque cultural. A prévia faz piada com modismos, gírias e várias manias dos adolescentes atuais, a chamada Geração Z, que usam telefones para tudo, menos para telefonar. O personagem principal é dublado por Skyler Gisondo (de “Santa Clarita Diet”), que tenta se encaixar entre os jovens descolados de Fairfax, ainda que não entenda metade das coisas que eles falam – e que muitas vezes não fazem mesmo o menor sentido. O elenco vocal ainda inclui Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Peter S. Kim *”Dia do Sim”) e Jaboukie Young-White (“Alguém Especial”), além de Billy Porter (“Pose”), Zoey Deutch (“The Politician”), Camila Mendes (“Riverdale”), Rob Delaney (“Deadpool 2”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Ben Schwartz (“Space Force”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), John Leguizamo (“Olhos que Condenam”), Pamela Adlon (“Better Things”), Henry Winkler (“Barry”) e Colton Dunn (“Superstore”), entre outros, em participações especiais. Criada pelos amigos de longa data Matthew Hausfater, Aaron Buchsbaum e Teddy Riley (que também assinam o roteiro do vindouro “Bater ou Correr 3”), a série tem oito episódios em sua 1ª temporada, que será lançada no dia 29 de outubro.
Nicole Kidman vira Lucille Ball no primeiro teaser de filme biográfico
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Being the Ricardos”, filme que transforma Nicole Kidman e Javier Bardem em Lucille Ball e Desi Arnaz, casal icônico que estrelou o famoso sitcom “I Love Lucy” (1951-1957). A prévia destaca os bastidores da produção, optando por só mostrar Kidman como Lucy numa cena rápida, que troca a cor apresentada até então pelo preto e branco de um episódio clássico da série antiga, que revolucionou as comédias televisivas. A trama se passa durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento. Roteiro e direção são assinados por Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) e a estreia está marcada para 21 de dezembro, aquecendo ainda mais a temporada que precede as indicações do Oscar.
Meryl Streep lidera grande elenco de nova série da Apple
A Apple TV+ divulgou o elenco estelar da série “Extrapolations”, nova minissérie com formato de antologia, que será lançada em streaming em 2022. O maior nome do projeto é Meryl Streep, que volta a uma de suas raras aparições em séries, após ter feito “Big Little Lies” da HBO em 2019, mas o elenco também inclui Kit Harington (“Game of Thrones”), David Schwimmer (“Friends”), Matthew Rhys (“The Americans”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Gemma Chan (“Eternos”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Tahar Rahim (“O Mauritano”) e Adarsh Gourav (“O Tigre Branco”). “Extrapolations” vai explorar as consequências humanas do aquecimento global, refletindo, segundo a sinopse, “sobre como a mudança climática afeta os amores, famílias e atividades profissionais” de diferentes indivíduos. Os personagens terão suas próprias histórias, mesmo assim a minissérie é apresentada como a união de oito episódios interconectados. O papel de Streep está sendo mantido em segredo, mas Harington, por exemplo, será o CEO de uma grande corporação, enquanto Rahim vive um homem que enfrenta a perda de memória, Rhys um magnata da construção civil, Diggs um rabino na Flórida e Schwimmer interpretará um pai preocupado com a filha adolescente. A série é uma criação de Scott Z. Burns, que já abordou o tema do aquecimento global como produtor do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar em 2007. Entre outros títulos, ele também escreveu “Contágio” (2011) e dirigiu “O Relatório” (2019). Além de produzir, ele assina os roteiros e dirige todos os episódios da minissérie.
J.K. Simmons será o Comissário Gordon no filme da Batgirl
O filme da Batgirl vai se passar no mesmo universo de “Liga da Justiça”. Ao menos é o que indica a confirmação de que J.K. Simmons voltará a ser o Comissário Gordon na produção, papel que ele desempenhou no filme dirigido duas vezes por Zack Snyder. A Warner oficializou sua volta junto com a contratação de Jacob Scipio, que já tinha trabalhado com os diretores de “Batgirl”, Bilall Fallah e Adril El Arbi, em “Bad Boys Para Sempre”. O papel de Scipio não foi revelado. Já a heroína será vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira vez que a personagem aparecerá negra em qualquer mídia. Na semana passada, os diretores também revelaram que Batman faz parte da história. “O que posso dizer é que terá mesmo o Batman”, afirmou Billal Fallah, um dos cineastas, durante participação no Film Fest Gent, festival de cinema da Bélgica. Mas ele fez uma ressalva: “Qual deles, não podemos dizer. Acho que não podemos entrar em muitos detalhes”. A participação de Simmons aponta que se trata do Batman visto em “Liga da Justiça”, interpretado por Ben Affleck. Ao participar de “The Flash”, o ator confessou ter recuperado a alegria de viver Batman e se mostrou aberto a continuar no papel. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Vale lembrar que “Batgirl” não será lançado nos cinemas, mas na plataforma HBO Max. As filmagens ainda não começaram, nem há previsão de estreia definida.
Trailer mostra chegada de Sabrina em “Riverdale”
A rede The CW divulgou o trailer de “Riverdale” que revela a participação de Kiernan Shipka, de volta ao papel de Sabrina Spellman após o cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Apresentada como “um evento especial de cinco capítulos”, a participação acontece por artimanha da personagem Cheryl (Madelaine Petsch), cada vez mais envolvida com situações sombrias. Segundo a sinopse, ela realizará um feitiço perigoso, que pode significar a diferença entre a vida e a morte para um membro querido da família Blossom, e que a leva a necessitar da ajuda da bruxinha platinada. Em comunicado, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa comentou a participação. “Temos falado sobre a visita de Sabrina a ‘Riverdale’ desde a 1ª temporada, então é emocionante que isso esteja finalmente acontecendo, como parte de um evento especial de ‘Rivervale’”, disse o produtor. “Também é perfeito que ela apareça para ajudar Cheryl Blossom durante sua hora de maior necessidade. Todos no set perderam a cabeça – e acho que os fãs também perderão. É muito divertido e especial.” Vale lembrar que, quando “O Mundo Sombrio de Sabrina” foi cancelado em sua 4ª temporada na Netflix, Roberto Aguirre-Sacasa sugeriu que o ano seguinte seria um crossover com “Riverdale”. Infelizmente, “O Mundo Sombrio de Sabrina” não só acabou como a própria Sabrina morreu no final da série. Havia planos para trazê-la de volta, mas o final abrupto impediu isso. Não está claro se “Riverdale” vai simplesmente ignorar esse detalhe ou se incorporará a ressurreição de Sabrina em sua trama. “Riverdale” encerrou sua 5ª temporada em 6 de outubro nos EUA, despedindo-se de um de seus intérpretes principais, e voltará com os capítulos de seu sexto ano em 16 de novembro. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.
“Manhãs de Setembro” é renovada pela Amazon
A Amazon Prime Video anunciou a renovação de “Manhãs de Setembro”, série brasileira estrelada pela cantora Liniker. Na história, Cassandra (Liniker) é uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça. A 2ª temporada vai acompanhar os desdobramentos da vida de Cassandra após se assumir pai, enquanto sua vida muda drasticamente, aprofundando a sensação de descontrole. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda inclui em seu elenco Thomas Aquino (“Bacurau”), Isa Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a cantora Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”) em participação especial.
“Round 6” esmaga recordes ao ser vista por 142 milhões de assinantes da Netflix
A Netflix divulgou números assombrosos da audiência de “Round 6”, série sul-coreana que virou um fenômeno mundial. Um mês após seu lançamento, a atração foi vista por 142 milhões de assinantes da plataforma. A atualização dos números de exibição foram revelados no relatório financeiro do terceiro trimestre da empresa de streaming. “Incrivelmente, 142 milhões de famílias de assinantes em todo o mundo optaram por assistir ao título nas primeiras quatro semanas. A amplitude da popularidade de ‘Round 6’ é realmente incrível”, disse a empresa em um comunicado ao mercado investidor. A empresa observou que a série virou o seu programa mais assistido em 94 países, incluindo os EUA, e que “perfurou o zeitgeist cultural” ao inspirar esquetes no humorístico “Saturday Night Live” e memes no TikTok vistos mais de 42 bilhões de vezes. O comunicado acrescentou ainda que a demanda por produtos de consumo – em vista do surgimento de fantasias piratas da série para o Halloween – é “alta” e que os itens oficiais já estão a caminho do varejo. Vale lembrar que a Netflix já tinha anunciado na semana passada que “Round 6” havia se tornado sua série mais assistida, celebrando o fato de ser a primeira vista por mais de 100 milhões de perfis de assinantes do serviço. Na época, a plataforma contabilizava 111 milhões de visualizações. Em uma semana, os episódios da série foram vistos mais 31 milhões de vezes. Com os novos números, sua audiência massiva é quase o dobro do 2º colocado, o sucesso de “Bridgerton”, até então a série mais assistida da Netflix, com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de mais de 20 milhões em quatro semanas. O impacto, claro, também virou pressão para que a história continue. Embora este não fosse o plano original do criador, o cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”) já começou a comentar seus planos para retomar a série. Outro efeito dessa popularidade é que a Netflix tem buscado chamar atenção do público para outras séries sul-coreanas em seu catálogo. São muitas, mas para cada “Kingdom” há uma dúzia de doramas românticos que não compartilham o menor denominador comum com o apelo dos jogos vorazes e violentos de “Round 6”.
Trailer da volta de “The Flash” reúne vários heróis do “Arrowverso”
A rede americana The CW divulgou o trailer da 8º temporada de “The Flash”, que revela a participação de vários heróis do “Arrowverso”. A reunião de personagens corresponderá a uma versão reduzida dos megacrossovers anuais entre as produções da DC Comics no canal. Em vez de se estender por programas diferentes, este ano o evento será concentrado na série do herói velocista. Intitulado “Armageddon”, o crossover terá cinco episódios. A trama vai girar em torno da chegada de um poderoso alien à Terra sob circunstâncias misteriosas, levando Barry (Grant Gustin), Iris (Candice Patton) e o resto do time a entrar em uma batalha desesperada pelo destino do mundo. Com o tempo se esgotando, Flash e seus amigos decidem recorrer a alguns velhos amigos para vencer a ameaça apocalíptica. Os atores confirmados no especial são Javicia Leslie (Batwoman), Brandon Routh (Elektron), Cress Williams (Raio Negro), Chyler Leigh (Sentinela), Katherine McNamara (Mia Queen), Osric Chau (Ryan Choi), Tom Cavanagh (Flash Reverso) e Neal McDonough (Damien Darhk). A maioria deles aparece na prévia. Um detalhe interessante desta seleção é que, à exceção de Javicia Leslie, ocupada com a produção de “Batwoman”, o que os atores tem em comum é a agenda livre, pois participavam de séries encerradas, como “Arrow”, “Black Lightning” e “Supergirl”, ou tinham saído do elenco de “Legends of Tomorrow” e da própria “The Flash”. Curiosamente, a nova versão de Batwoman, interpretada por Javicia Leslie, ainda não conhece o Flash. Já sobre os demais: Brandon Routh se despediu do “Arrowverso” em março de 2020, quando saiu da série “Legends of Tomorrow”; Katherine McNamara não é vista como Mia Queen desde o enterro de seu pai, o Arqueiro Verde, no último episódio de “Arrow” exibido em janeiro de 2020; a série “Black Lightning”, em que Cress Williams vivia o Raio Negro, foi encerrada em maio deste ano; Damien Darhk já morreu três vezes no Arrowverso; Chyler Leigh vai aparecer no crossover após o fim da série “Supergirl”; e o personagem Ryan Choi só apareceu nos episódios do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, mas vira um novo Elektron nos quadrinhos. A volta de “The Flash” com o especial “Armageddon” vai começar a ser exibida em 16 de novembro nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.
Teaser anuncia data do retorno sombrio de “Ozark”
A Netflix divulgou um novo teaser da 4ª e última temporada de “Ozark”, que confirma um final ao estilo de “La Casa de Papel”. Isto é, dividido em duas partes. Em clima sombrio, o vídeo também informa que a Parte 1 vai estrear em 21 de janeiro. Além de dividido em duas partes, o desfecho da série será prolongado, com um total de 14 episódios – quatro a mais que as temporadas anteriores. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos. O motivo nada pitoresco da mudança é o envolvimento de Marty com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Julia Garner (“The Americans”) como uma criminosa local que se associa a Marty. A atração caiu nas graças da crítica, com cada temporada atingido maior aprovação no site Rotten Tomatoes. Enquanto o primeiro ano recebeu 68% de críticas favoráveis, o segundo chegou a 71%. O mais impressionante, porém, aconteceu durante a 3ª temporada, que se tornou quase uma unanimidade com 97% de comentários positivos. Refletindo essa repercussão positiva, a série também conquistou Emmys para Julia Garner (Melhor Atriz Coadjuvante) e Jason Bateman (Melhor Diretor).
Vídeo de “Cowboy Bebop” apresenta personagens e estética de anime
A Netflix divulgou um vídeo divertido de “Cowboy Bebop”, que usa e abusa da estética de anime para criar efeitos visuais e evocar metalinguagem, além de apresentar a dinâmica do trio de protagonistas. Concebido como um curta-metragem, o vídeo ganhou até pôster. Veja abaixo. Baseado no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998, a atração gira em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. O elenco destaca John Cho (“Procurando…”), que interpreta o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, enquanto o elenco de apoio inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”), que tem o papel de Julia, Tamara Tunie (“Law & Order: SVU”) como Ana, Mason Alexander Park (“iCarly”) como Gren e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. A 1ª temporada com dez episódios com estreia daqui a um mês, em 19 de novembro.












