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    Ahsoka: Começam gravações da nova série “Star Wars”

    9 de maio de 2022 /

    As redes sociais oficiais de “Star Wars” anunciaram o começo das gravações da série “Ahsoka”. O novo spin-off de “The Mandalorian” mostra uma cadeira de diretor com o logo da série e um chapéu, que os fãs rapidamente identificaram como sendo de Dave Filoni. A foto também foi reproduzida no Instagram da atriz Rosario Dawson (“Luke Cage”), que interpreta a personagem-título na produção e que está fazendo aniversário nesta segunda-feira (9/5). “Dia 1… Que presente de aniversário”, ela escreveu na legenda. A série gira em torno de Ahsoka Tano, personagem criada por Dave Filoni na série animada “The Clone Wars”. Ela fez sua primeira aparição live-action na 2ª temporada de “The Mandalorian” e voltou a aparecer em “O Livro de Boba Fett”, sempre interpretada por Rosario Dawson. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo, mas os episódios devem acompanhar a protagonista viajando de um extremo a outro da galáxia em busca do Grande Almirante Thrawn, um ex-comandante do Império, introduzido pela primeira vez em romances da franquia. Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”), a ucraniana Ivanna Sakhno (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e a australiana Natasha Liu Bordizzo (“The Society”) também integram o elenco, além de Ray Stevenson (“Vikings”) como um vilão misterioso (Thrawn?) e Hayden Christensen, que reprisará seu papel como Anakin Skywalker, mais conhecido como Darth Vader. A princípio, “Ahsoka” seria ambientada na mesma época de “The Mandalorian” – isto é, cerca de cinco anos após os eventos do filme “O Retorno de Jedi”. Entretanto, este período é posterior à morte de Vader. Como Ahsoka foi padawan de Anakin, é possível que a participação do personagem aconteça por meio de flashbacks, ou que ele volte como um “fantasma da força”. Mas a série também pode se passar em outro período, mais próximo da trama de “Obi-Wan Kenobi” – entre “A Vingança dos Sith” e “Uma Nova Esperança”. A dúvida só deve ser tirada quando a estreia estiver mais próximo. Até o momento, não há previsão para o lançamento na Disney+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Star Wars (@starwars) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por rosariodawson (@rosariodawson)

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    Trailer mostra visual dos novos episódios de “Love, Death + Robots”

    9 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada da antologia de sci-fi animada “Love, Death + Robots”. A prévia apresenta os diferentes tipos de animação e os títulos dos episódios que chegam à plataforma em 20 de maio. Os novos capítulos foram batizados de “Viagem Ruim”, “O Mesmo Pulso da Máquina”, “Sepultados na Caverna”, “Jibaro”, “Enxame”, “Ratos de Mason”, “Os Três Robôs”, “Matança em Grupo” e “Noite dos Minimortos”. São ao todo 9 histórias inéditas com temas e estilos bastante variados, mas todos com visual deslumbrante. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” tem produção dos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”) e, devido à cenas de violência e sexo, não é indicada para crianças.

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    Jodie Comer e Sean Bean são eleitos melhores atores da TV britânica

    9 de maio de 2022 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) entregou na noite de domingo (8/5), em Londres, os prêmios de melhores da TV do Reino Unido, consagrando os atores Jodie Comer, Sean Bean, Matthew Macfadyen e Cathy Tyson, além das séries “In My Skin”, “Time” e “Motherland”. Bean ganhou o prêmio de melhor ator pelo drama de prisão “Time”, que também foi eleito melhor minissérie. Comer, que ficou conhecida interpretando uma assassina em “Killing Eve”, foi premiada por “Help”, um drama ambientado em uma casa de repouso durante a pandemia de covid-19. A mesma série também rendeu o troféu de melhor atriz coadjuvante para Cathy Tyson. Já Macfadyen foi eleito o melhor coadjuvante por “Succession”, produção americana da HBO sobre as disputadas de uma família pelo controle de um império de mídia nos Estados Unidos. A história de amadurecimento “In My Skin” foi considerada a melhor série série dramática e a minissérie americana “The Underground Railroad”, da Amazon Prime Video, venceu na categoria internacional. Para completar, nas premiações de comédia, venceram a série “Motherland” e os atores Sophie Willan, por “Alma’s Not Normal”, e Jamie Demetriou, por “Stath Lets Flats”. O resultado representou uma decepção para os fãs da minissérie “It’s a Sin”, que liderava a lista de indicações, concorrendo a 11 troféus do BAFTA TV. Esnobada, a produção ficou sem nenhum prêmio. Vários vencedores usaram seus discursos de agradecimento para se manifestar contra a venda da emissora pública Channel 4, que o governo britânico anunciou no mês passado. Muitos temem que o Channel 4, responsável por algumas das produções mais ousadas e relevantes do audiovisual britânico, torne-se um canal comercial convencional nas mãos da iniciativa privada. Confira abaixo a lista dos principais vencedores. MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA In My Skin MELHOR MINISSÉRIE Time MELHOR SÉRIE CÔMICA Motherland MELHOR SÉRIE INTERNACIONAL The Underground Railroad (EUA) MELHOR TELEFILME Together MELHOR ATRIZ Jodie Comer, por Help MELHOR ATOR Sean Bean, por Time MELHOR ATOR EM COMÉDIA Jamie Demetriou, por Stath Lets Flats MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA Sophie Willan, por Alma’s Not Normal MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Cathy Tyson, por Help MELHOR ATOR COADJUVANTE Matthew Macfadyen, por Succession

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    As 10 melhores séries de abril

    8 de maio de 2022 /

    Estão em dia com as séries, acompanhando o que de melhor tem sido distribuído pelas plataformas digitais? Esta “tarefa” é cada vez mais difícil, graças à multiplicação dos serviços de streaming, que transforma a diversão em dificuldade, tamanha a quantidade de títulos lançados semanalmente. Para ajudar a recordar e/ou apontar uma sugestão que possa ter passado batida entre as inúmeras novidades do dia-a-dia, selecionamos pra vocês as 10 melhores séries lançadas em streaming no mês passado. Confira o Top 10 abaixo com detalhes e trailers de cada título.     SLOW HORSES | APPLE TV+ Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), a série acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman é o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).     BONECA RUSSA | NETFLIX Uma das melhores séries da Netflix ficou ainda melhor na 2ª temporada, recompensando o espectador com um destemor absurdo ao correr grandes riscos com sua trama mirabolante. Na história original de looping temporal, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) morria várias vezes durante sua noite de aniversário na cidade de Nova York, apenas para voltar ao começo da festa e se preparar para morrer novamente, continuamente, vitimada por detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Mas esta foi só a primeira fase de suas desventuras, que agora trocam o looping temporal por viagem no tempo. Após conseguir sobreviver à morte insistente, ela se vê embarcando num trem para o passado, que a leva aos anos 1980. Não só isso, ela passa a habitar o corpo de sua mãe, então grávida dela mesma. E tem a brilhante ideia de mudar o passado para corrigir seu presente. Só que essa ideia nunca deu certo em nenhum filme de viagem no tempo já produzido. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”).     OZARK | NETFLIX A aclamada série criminal chega ao fim de forma surpreendente, mas também inevitável, para entrar na História como uma das melhores produções já feitas para o streaming. Consistente do começo ao fim, “Ozark” leva a tese do efeito dominó apresentada em seu começo ao limite, concluindo a história em seus últimos sete episódios do único jeito que poderia acabar, porém sem perder de vista o fator da imprevisibilidade humana. Um show de equilíbrio narrativo. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração conta a trajetória da família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. E sofrem as consequências de todos seus atos. A série já venceu três Emmys, incluindo dois para Julia Garner pelo papel da trapaceira Ruth Langmore, ex-aprendiz local de Marty, que tem papel importante no desfecho violento. O outro Emmy foi para o astro Jason Bateman, mas por seu trabalho como diretor na série. Por sinal, ele assina o capítulo final.     BETTER CALL SAUL | NETFLIX O lançamento dos primeiros capítulos inaugura oficialmente o início do fim, também conhecido como primeira parte da 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. Estruturado como um interminável flashback, o spin-off de “Breaking Bad” vem contando desde 2015 como o advogado idealista Jimmy McGill se transformou no inescrupuloso vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. E a produção fez o público aguardar cinco temporadas para chegar no ponto mais esperado, quando a trama se cruza com os eventos de “Breaking Bad”, trazendo de volta Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) para conduzir a trama aos eventos fatídicos que levaram o personagem vivido por Bob Odenkirk a perder carreira e fortuna ao final da série original. Vale lembrar que o primeiro episódio de “Better Call Saul” iniciava bem depois dos eventos de “Breaking Bad”, e há grande expectativa para ver em que condições Jimmy/Saul se tornou um dos poucos sobreviventes da premiada trama original.     TOKYO VICE | HBO MAX A minissérie de ação sobre o submundo da Yakuza é um thriller estiloso de grife, assinado por dois cineastas famosos: Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e o veterano Michael Mann (“Fogo Contra Fogo”). A trama se baseia no livro-reportagem de Jake Adelstein, em que o jornalista relata sua experiência nos dois lados da Lei em Tóquio, descrevendo o estilo de vida violento da máfia japonesa e a corrupção no departamento de polícia da capital. Estrelada por Ansel Elgort (“Amor, Sublime Amor”) no papel de Adelstein, a série também destaca em seu elenco Ken Watanabe (“Godzilla 2”), Hideaki Ito (“Memórias de um Assassino”), Shô Kasamatsu (“O Diretor Nu”), Tomohisa Yamashita (“The Head: Mistério na Antártida”), Rachel Keller (“Legion”), Ella Rumpf (“Raw”) e Rinko Kikuchi (“Círculo de Fogo”).     HEARTSTOPPER | NETFLIX A adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados virou uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas. Uma produção cor-de-rosa, que transmite conforto e ternura como a primeira série adolescente de temática gay produzida pela Netflix. A trama gira em torno de dois adolescentes britânicos: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina – e isto pode lhes custar suas amizades ou se transformar no primeiro amor de suas vidas. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”.   ANOS INCRÍVEIS | DISNEY+ A nova série é um reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years), exibida nos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repete a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, é diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Mas foi demitido da atração na sexta passada (6/7) após denúncias de comportamento inadequado. Já o roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”.     GASLIT | STARZPLAY A minissérie de época pode finalmente dar a Julia Roberts seu perseguido Emmy. A atriz dá um show como Martha Mitchell, socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (um irreconhecível Sean Penn sob quilos de maquiagem) e personagem central de um dos maiores escândalos políticos dos EUA. Trata-se do escândalo Watergate, nome do prédio onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata, invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano em 1972 com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se prova uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a espionagem política e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. Apesar de sua filiação partidária, Martha gostava de “aparecer” e tinha fama de ser “boca aberta”. E por saber dos segredos, foi logo considerada o elo fraco dos conspiradores, levando seu marido a ter que escolher entre a esposa e o presidente dos EUA. Na minissérie, a situação tensa rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. A produção criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”) também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”).     ILUMINADAS | APPLE TV+ A minissérie de suspense estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, sem saber que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss é um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque e passa a reparar mudanças significativas e súbitas em seu cotidiano. Já Moura interpreta um jornalista desacreditado, que decide investigar o caso sem perspectivas a respeito de onde o mistério o conduzirá. Baseado no livro homônimo de Lauren Beukes, a adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer.     WU-TANG: AN AMERICAN SAGA | STAR+ Demorou três anos, mas a série que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan finalmente chegou ao Brasil. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme”), a trama mostra como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime no começo dos anos 1990, para originar uma das histórias mais improváveis de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e referências de kung fu em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, a maioria de seus integrantes também desenvolveu carreiras individuais...

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    3ª temporada de “Eu Nunca…” ganha fotos e data de estreia

    8 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou fotos inéditas e a data de estreia da 3ª temporada de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), que foi marcada para 12 de agosto. Além disso, as imagens revelam que Devi (Maitreyi Ramakrishnan) e Paxton (Darren Barnet) se assumirão como um casal. A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural que ela enfrenta entre o convívio com sua família indiana tradicional e seus amigos americanos, com direito a dois pretendentes simultâneos. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023. Pode voltar que eu tô com saudades, Devi. A 3ª temporada de Eu Nunca… chega dia 12 de agosto. pic.twitter.com/LXPYWs6hbg — netflixbrasil🍂 (@NetflixBrasil) May 8, 2022 ok i am ALSO not lady whistleboy but i do have the tea… never have i ever returns august 12!!!! pic.twitter.com/HM4VF9oTLg — Never Have I Ever (@neverhaveiever) May 8, 2022 cannot wait to get our lil family back together 🥲 see you soon, besties 💕 pic.twitter.com/V6GUiKQEAp — Never Have I Ever (@neverhaveiever) May 8, 2022

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    Dennis Waterman (1948–2022)

    8 de maio de 2022 /

    O ator britânico Dennis Waterman, que estrelou a série clássica “The Sweeney”, morreu neste domingo (8/5) num hospital da Espanha de causas não informadas, aos 74 anos. Nascido em Londres, ele começou sua carreira aos 12 anos, alternando-se entre peças, filmes e séries britânicas, e, além de atuar, ficou conhecido por cantar as músicas-tema de muitos de suas atrações. Waterman virou protagonista aos 14 anos, quanto foi escalado no papel-título da série “William” (1962), da BBC, baseada nos livros de Richmal Crompton. Logo após a adolescência, participou de filmes importantes como “Na Encruzilhada” (1968), de Peter Collinson, marco do chamado “kitchen sink realism”, a versão britânica do neorrealismo italiano, que rendeu dramas impactantes sobre a realidade social da classe trabalhadora. E também integrou os terrores “O Conde Drácula” (1970), de Roy Ward Baker, e “Uma Noite de Pavor” (1971), novamente trabalhando com Collinson. Sua carreira sofreu uma reviravolta quando foi escalado para viver o detetive policial George Carter na série “The Sweeney”. Enorme sucesso de audiência no Reino Unido, a série durou quatro temporadas, de 1974 a 1978, e ainda rendeu dois filmes, em 1977 e 1978. Ele seguiu o papel com outro ainda mais bem-sucedido, o guarda-costas Terry McCann na série “Minder”, sobre o submundo do crime de Londres, que durou nada menos que 10 temporadas, de 1979 a 1994. E ainda superou esta duração em sua série final, o drama policial “New Tricks”, que teve 12 temporadas entre 2004 e 2015. Nesta série, ele chegou a contracenar com uma de suas filhas, Hannah Waterman, que seguiu a carreira de atriz e apareceu em quase 400 episódios da novela “EastEnders” Seu último trabalho foi a comédia “A Última Escapada”, lançada em 2020, em que liderou uma rebelião e fuga de internados de um asilo para idosos. Lembre abaixo as aberturas das três séries mais famosas de Waterman. Detalhe: ele canta as músicas das duas últimas.

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    Ator de “Sex Education” será primeiro Doctor Who negro

    8 de maio de 2022 /

    O ator Ncuti Gatwa, intérprete de Eric em “Sex Education”, foi anunciado pela rede britânica BBC como o 14° protagonista da série “Doctor Who”, uma das mais tradicionais atrações do Reino Unido, originalmente lançada em 1963. Nascido em Ruanda, na África, ele será o primeiro homem negro a assumir a identidade do Doutor, substituindo Jodie Whittaker, que foi a primeira mulher a interpretar o personagem-título da série em 2017. Relacionadas Em comunicado publicado pela BBC, Ncuti disse “não ter palavras para descrever como está se sentindo”. “É uma mistura de honrado, animado e, claro, um pouco de medo”, descreveu o ator. “Esse papel e essa série significam muito para muitas pessoas por todo mundo, incluindo eu mesmo, e cada um dos meus incríveis predecessores lidou com essa responsabilidade e privilégio únicos com o maior cuidado. Eu vou dar o meu melhor para fazer o mesmo”, afirmou. Ncuti também destacou que está realizando “um sonho” ao trabalhar com Russell T. Davies, que volta a comandar a série em 2023, após ter sido responsável por resgatá-la em 2005 e transformar a velha atração cancelada em 1989 num sucesso atual. “Sua escrita é dinâmica, empolgante, incrivelmente inteligente e efervescente. Um parque de diversões metafórico para um ator. Toda a equipe tem sido muito acolhedora e realmente doam seus corações para a série. (…) Diferente do Doutor, eu tenho apenas um coração, mas estou dando o meu por inteiro para essa série”, completou.

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    Mandy Moore se despede de “This Is Us” após gravar capítulo final

    7 de maio de 2022 /

    A atriz Mandy Moore se despediu do set da série “This Is Us”, revelando os bastidores do último episódio da série, que ela gravou nesta semana. Ela fez duas postagens no Instagram para marcar o fim do trabalho. Numa delas, publicou uma foto abraçada com o ator Milo Ventimiglia, que interpreta seu marido na série. “Terminando do jeito que começamos. Milo e eu filmamos as primeiras cenas do piloto juntos e terminamos nossa última cena de ‘This Is Us’ lado a lado”, ela escreveu a respeito da imagem. “Ainda não comecei a processar o final desta jornada e tenho certeza que levará tempo”, acrescentou. Em outro post, ela mostrou sete cadeiras vazias, que foram usadas pelo elenco central ao longo da produção. “Último dia de trabalho. Os melhores 6 anos no melhor emprego que já tive. Gratidão, gratidão, gratidão (e definitivamente muitas lágrimas)”, ela legendou. “This Is Us” vai exibir seu último capítulo, o 106º produzido, no dia 24 de maio nos EUA. Lançada em 2016, a série se tornou um dos maiores sucessos recentes da TV americana, batendo diversos recordes de audiência. O ponto alto aconteceu quando foi exibida após o Super Bowl de 2018, ocasião em que reuniu 27 milhões de telespectadores ao vivo diante da televisão, graças à expectativa pela antecipada morte de um de seus protagonistas. Criação de Dan Fogelman (que também criou “Galavant” e “The Neighbors”), a série acompanha as vidas de três irmãos durante épocas diferentes de suas vidas: na infância, na adolescência e na vida adulta, em tramas paralelas. Seu grande elenco destaca Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), além de Milo Ventimiglia (“The Whispers”) e Mandy Moore (série “Red Band Society”) como os pais do trio. No Brasil, os capítulos finais são disponibilizados com exclusividade pela plataforma Star+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm)

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    Marvel revela quem é a heroína que “Cavaleiro da Lua” esqueceu de nomear

    7 de maio de 2022 /

    A Marvel revelou no Twitter um detalhe do final de “Cavaleiro da Lua” que o roteiro da série “esqueceu” de incluir. “Mai Calamawy é Escaravelho Escarlate”, postou o perfil oficial da editora de quadrinhos. No último capítulo da série, a personagem da atriz nascida no Bahrein ganha superpoderes e aparece num uniforme que lembra a roupa dourada da Mulher-Maravilha. Entretanto, o nome que acompanha o traje bonito nunca é mencionado. O mais próximo disso foi a resposta positiva da Calamawy à pergunta de uma criança, que quer saber se ela é uma super-heroína do Egito. Originalmente um vilão criado em 1977 por Roy Thomas nos quadrinhos dos Invasores, Escaravelho Escarlate sempre foi um homem: Abdul Faoul, que ganhou seus poderes ao obter o Escaravelho de Rubi, e seu filho após sua morte. Já na série, Layla (Calamawy), a ex-esposa de Marc Spector (Oscar Isaac), vira uma versão heroica do Escaravelho Escarlate ao aceitar se tornar a avatar terrestre da deusa Tuérit. Com um traje com asas douradas, a nova heroína egípcia ajudou o Cavaleiro da Lua (Isaac) a derrotar o vilão Harrow (Ethan Hawke) e a pôr um fim nos planos da deusa Ammit para julgar (exterminar) a humanidade. A série chegou ao fim sem revelar o destino de Layla após a batalha no Egito. E também sem nomear sua personagem, o que só foi feito agora pela Marvel. Ops… May Calamawy is Scarlet Scarab. Watch all episodes of Marvel Studios’ @MoonKnight, now streaming on @DisneyPlus. pic.twitter.com/IXTb7apAXw — Marvel Entertainment (@Marvel) May 6, 2022

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    Série baseada nos quadrinhos de “Paper Girls” ganha primeiro teaser

    7 de maio de 2022 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser de “Paper Girls”, série baseada nos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (“Os Fugitivos”) e Cliff Chiang. A prévia revela um pouco da personalidade das protagonistas, interpretadas por Riley Lai Nelet (“Altered Carbon”), Sofia Rosinsky (“Fast Layne”), Camryn Jones (“Perpetual Grace, LTD”) e Fina Strazza (“A Mulher Invisível”). Assim como em “Stranger Things”, a trama se passa nos anos 1980 e envolve quatro amigas que correm por sua cidadezinha de bicicletas. Mas há um motivo especial para elas usaram bikes. Elas trabalham como entregadoras de jornal (daí o nome Paper Girls). A trama se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro, que acaba envolvendo as quatro amigas num conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. Apesar de comparações com “Stranger Things”, vale lembrar que os quadrinhos de “Paper Girls” foram lançados em 2015, um ano antes da produção da Netflix. O projeto tem produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, e foi inicialmente oferecido para análise da Amazon em 2019. A adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos. A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos podem ser lidos no Brasil, em publicações da editora Devir. Get ready. @PaperGirlsPV goes from page to screen on @PrimeVideo soon. #PaperGirls pic.twitter.com/lRCct89ykp — Prime Video (@PrimeVideo) May 7, 2022

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    Séries “Queens” e “Promised Land” são canceladas

    6 de maio de 2022 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento de duas séries da atual temporada: “Queens” e “Promised Land”, que estrearam, respectivamente, em outubro e janeiro passados. O drama familiar latino “Promised Land” teve seu destino selado após cinco episódios, sendo banido para a plataforma Hulu em fevereiro, depois de lutar para encontrar uma audiência – atraía menos de 3 milhões de espectadores e apenas 0,3 na demografia de 18 a 49 anos. Criação de Matt Lopez (“O Aprendiz de Feiticeiro”), a série dramática acompanhava duas famílias latinas rivais, que competiam por riqueza e poder no Vale de Sonoma, na Califórnia. Os atores John Ortiz (“Kong: A Ilha da Caveira”), Christina Ochoa (“Blood Drive”) e Bellamy Young (“Scandal”) lideravam o elenco. A produção musical “Queens” tinha ainda menos público, apesar de maior impacto na demo – menos de 2 milhões de espectadores e 0,5 na demografia de 18 a 49 anos. Mas era queridinha da crítica, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série gira em torno de quatro ex-integrantes de um grupo vocal feminino que tinha se separado há 20 anos. Graças a uma conveniência narrativa, elas voltam a se encontrar e decidem retomar as carreiras, mesmo que suas vidas estejam em momentos completamente diferentes. Curiosamente, a sinopse lembra outra atração lançada no ano passado: “Girls5eva”, que fez bastante sucesso na plataforma de streaming Peacock em maio e está atualmente exibindo sua 2ª temporada. A diferença entre as duas atrações é que “Queens” é mais dramática e as garotas são negras. Em vez de Spice Girls, a referência é Destiny’s Child. Na trama, as quatro protagonistas são ex-lendas do hip-hop dos anos 1990 convidadas a se apresentarem juntas novamente num grande evento. E pelos menos duas das integrantes realmente fizeram sucesso musical naquela década, a rapper Eve e a cantora Brandy (agora, Brandy Norwood). O resto do quarteto inclui Naturi Naughton (da série “Power”) e Nadine Velazquez (“My Name Is Earl”), e o elenco ainda destaca Pepi Sonuga (“Famous in Love”) como uma jovem cantora em ascensão. “Queens” foi criada por Zahir McGhee (roteirista de “Scandal”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta Tim Story (“Tom & Jerry: O Filme”). As duas séries são inéditas no Brasil, mas “Queens” figurou na lista de lançamentos da Star+ para 2022. Veja abaixo os trailers das duas atrações.

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    Fred Savage é demitido de “Anos Incríveis”

    6 de maio de 2022 /

    A rede americana ABC demitiu Fred Savage, produtor e diretor do reboot de “Anos Incríveis” (The Wonder Years), após uma investigação sobre má conduta no set da atração. Savage enfrentou três alegações separadas e cooperou com a investigação, de acordo com uma fonte do site The Hollywood Reporter com conhecimento da situação. “Recentemente, fomos informados de alegações de conduta inadequada de Fred Savage e, como é política, uma investigação foi lançada”, disse a produtora 20th Television em comunicado. “Após sua conclusão, foi tomada a decisão de encerrar seu emprego como produtor executivo e diretor de ‘Anos Incríveis’.” A decisão não deve ter sido fácil, pois Savage tem longa ligação com “Anos Incríveis”. Ele foi o ator principal da primeira versão da série, exibida nos anos 1980. A versão original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, então vivido pelo menino Fred Savage. A nova versão, lançada em setembro passado, repete a premissa, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O eterno Kevin dirigiu oito episódios do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabilizava a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. A atual acusação de má conduta, porém, não foi a primeira na carreira do astro. Em 2018, a atriz Alley Mills apresentou alegações de que o cancelamento do “Anos Incríveis” original foi consequência de um processo de assédio sexual movido contra seus colegas de elenco Savage (então com 16 anos) e Jason Hervey (então com 20 anos), que ela disse ter sido resolvido fora do tribunal. Mills interpretou a mãe de seus personagens na série. No mesmo ano, uma integrante da equipe de “The Grinder” entrou com uma ação na Justiça, acusando o ator de atacá-la e assediá-la no set da série em 2015. Na época, Savage chamou as alegações de “completamente sem mérito e absolutamente falsas”, enquanto a 20th Television, que produziu o programa, afirmou que, após uma investigação sobre as alegações, não encontrou evidências de irregularidades da parte de Savage. Esse processo também acabou sendo resolvido fora do tribunal. As acusações provavelmente são um choque para uma geração que cresceu com Savage e seus personagens infantis extremamente populares: além de Kevin Arnold, ele interpretou o neto para quem Peter Falk lia a história do clássico “A Princesa Prometida” (1987). O novo “Anos Incríveis” foi lançado há duas semanas no Brasil pela plataforma Disney+.

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  • Série

    “The Equalizer” é renovada por mais duas temporadas

    6 de maio de 2022 /

    A rede CBS renovou “The Equalizer” por mais dois anos. Com isso, a série criminal estrelada por Queen Latifah (“Star”) está garantida até a 4ª temporada. A decisão deu tranquilidade para a produção em meio a um ano conturbado pela demissão de Chris Noth. O personagem do ator, William Bishop, foi morto no começo da 2ª temporada, após Noth sofrer denúncias de assédio sexual. Ao final, sua ausência não afetou os números da audiência. “‘The Equalizer’ continua a ter um impacto poderoso nas noites de domingo [dia de sua exibição nos EUA], e estamos entusiasmados por tê-la de volta por mais duas temporadas”, disse Thom Sherman, vice-presidente executivo sênior de programação da CBS Entertainment. “O sucesso de ‘The Equalizer’ se deve à soma de suas partes – um elenco impressionante liderado pela soberba Queen Latifah, além da equipe criativa excepcional que continuou a evoluir sua narrativa com uma mistura convincente de justiça cotidiana, dinâmica familiar e questões do mundo real que se conectam e ressoam com o público.” Além de Queen Latifah, a série é estrelada por Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”), Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). A série é reboot de uma atração homônima, exibida nos anos 1980, em que o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. Mas seu retorno se deve, na verdade, ao sucesso de recentes adaptações cinematográficas, em que o personagem foi encarnado por Denzel Washington – em dois filmes batizados em português de “O Protetor”. Na nova série, a personagem se mantém negra como Denzel, mas mudou de sexo. A atriz Queen Latifah (“Star”) vive Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, aposentada de uma agência secreta, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também busca sua própria redenção. Latifah não é só a estrela da atração. Ela também é produtora, junto do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”), que criaram a nova versão. Ainda em exibição, a 2ª temporada se encerra em 15 de maio nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay.

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