Liz Sheridan (1929–2022)
A atriz americana Liz Sheridan, conhecida por interpretar a mãe de Jerry Seinfeld na série “Seinfeld” e também como a vizinha de “Alf, o ETeimoso”, morreu nesta sexta-feira (15/4), enquanto dormia em sua casa em Nova York, aos 93 anos. Sheridan já era uma veterana de TV e cinema quando foi escalada como Raquel Ochmonek, a vizinha excêntrica e mal-humorada de “Alf”, aparecendo em dezenas de episódios da série clássica, entre 1986 e 1990. Ela começou sua carreira nas telas em 1977, após se destacar na Broadway – ao lado de Christopher Lloyd e de uma jovem Meryl Streep no musical “Happy End”. Sua estreia se deu com uma participação num episódio de “Kojak”. Vieram várias outras aparições (“Esquadrão Classe A”, “Quem É o Chefe?”, “A Gata e o Rato”, “Jogo Duplo”), antes da atriz conseguir seu primeiro papel recorrente em “Alf, o ETeimoso”, da qual participou do começo ao fim, de 1986 a 1990. Sua chegada em “Seinfeld” aconteceu no segundo episódio da 1ª temporada e dois meses apenas após o fim de “Alf”. Também recorrente, ela marcou época como Helen Seinfeld, a mãe adorável, protetora e maior fã de Jerry, que roubou as cenas de cerca de 20 episódios, inclusive no final exibido em 1998. Sheridan era a última “parente” sobrevivente de “Seinfeld”. Barney Martin, que interpretou Morty Seinfeld, o pai de Jerry na tela, morreu em 2005. A atriz continua a trabalhar no cinema e na TV até os anos 2000, encerrando a carreira com as comédias “Um Avô Sedutor” (2009) e “Trim” (2010). Ela deixa uma filha, que teve com seu falecido marido, o trompetista de jazz William Dale Wales. Seu filho da TV, Jerry Seinfeld, publicou uma homenagem nas redes sociais, lembrando que “Liz sempre foi a mãe de TV mais doce e legal que um filho poderia desejar”. “Toda vez que ela vinha na nossa série, era a sensação mais aconchegante para mim. Que sorte tê-la conhecido”, completou. Liz was always the sweetest, nicest TV mom a son could wish for. Every time she came on our show it was the coziest feeling for me. So lucky to have known her. pic.twitter.com/ae9TDHQILU — Jerry Seinfeld (@JerrySeinfeld) April 15, 2022
Nehemiah Persoff (1919–2022)
Nehemiah Persoff, ator veterano que apareceu em dezenas de séries e filmes clássicos, morreu na terça (5/4) num hospital em San Luis Obispo, Califórnia. Ele tinha 102 anos. Isralense nascido em Jerusalém, Persoff tinha 10 anos quando sua família migrou para os EUA em 1929. Ele serviu no Exército dos EUA e trabalhou como eletricista no metrô de Nova York, antes de virar ator. Com 18 anos, estreou na Broadway, chegando a trabalhar com o famoso diretor Elia Kazan em 1947. Por conta disso, foi convidado a participar de uma reunião organizada por Kazan, ao lado de John Garfield, Marlon Brando, Karl Malden, Montgomery Clift, Kim Hunter e Maureen Stapleton, entre outros, que deu origem ao Actors Studio, um centro de treinamento de atores de Nova York que originou o chamado “Método” de atuação e revolucionou a profissão. Sua estreia nas telas foi como figurante no clássico noir “Cidade Nua” (1948), de Jules Dassin, seguindo por outra ponta como taxista numa das cenas mais famosas de “Sindicato dos Ladrões” (1954), com Marlon Brando no banco traseiro e Elia Kazan atrás das câmeras. Ele também apareceu em “O Homem Errado” (1956), de Alfred Hitchcock, como cunhado de Henry Fonda, mas preferia a Broadway a Hollywood. Por conta disso, apareceu em várias montagens que marcaram época – inclusive “Peter Pan” com Jean Arthur e Boris Karloff. Devido a seu trabalho teatral, o ator tinha dificuldades em sair de Nova York, cidade que durante décadas também foi o centro das produções televisivas dos EUA. A situação estimulou suas muitas aparições em episódios de séries populares entre os anos 1950 e 1980, como a atração baseada no filme “Cidade Nua”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Além da Imaginação”, “Os Intocáveis”, “Gunsmoke”, “Missão: Impossível”, “Agente da UNCLE”, “Túnel do Tempo”, “Viagem ao Fundo do Mar”, “Terra de Gigantes”, “James West”, “A Ilha dos Birutas”, “O Rei dos Ladrões”, “A Noviça Voadora”, “Chaparral”, “Mod Squad”, “Havaí 5-0”, “O Homem Invisível”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “A Mulher Biônica”, “Mulher-Maravilha”, “Galactica: Astronave de Combate”, “Ilha da Fantasia”, “MacGyver – Profissão: Perigo” e “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”, entre inúmeras outras. Em pouco tempo, ele se estabeleceu como o vilão da semana na TV, condição que acompanhou sua escalação em papéis de gângsteres e pistoleiros no cinema. Ele foi malvadão até naquela que é considerada a melhor comédia de todos os tempos, “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), de Billy Wilder, em que interpretou o mafioso Little Bonaparte. Outros desempenhos notáveis incluíram Johnny Torrio, mentor de “Capone” (1959), e o implacável Graile, rival do cowboy vivido por John Wayne no western “Comancheros” (1961), de Michael Curtis. Curiosamente, Persoff demorou a se destacar como interprete de judeus, o que veio a acontecer no dramático “A Viagem dos Condenados” (1976), de Stuart Rosenberg, sobre a tentativa de fuga de judeus da Alemanha nazista a bordo de um navio. Mas seu desempenho mais celebrado foi justamente como um judeu israelense: o pai que ensina secretamente o Talmud para a filha vivida por Barbra Streisand, no drama musical “Yentl” (1983). Também participou de duas filmagens do Novo Testamento: “A Maior História de Todos os Tempos” (1965), de George Stevens, e “A Última Tentação de Cristo” (1988), de Martin Scorsese. E encontrou sucesso como dublador com a animação “Um Conto Americano” (1989), dando voz ao patriarca da família do protagonista, o ratinho Fievel. O desenho foi um dos maiores fenômenos de bilheteria produzidos fora da Disney (pela Amblin, de Steven Spielberg) até então e ganhou mais três continuações (duas delas em vídeo no final dos anos 1990), que contaram novamente com dublagem de Persoff. Seu último trabalho foi como rabi na premiadíssima minissérie “Anjos na América”, vencedora de 11 troféus no Emmy de 2004. Persoff se aposentou da atuação no começo do século 21, mas não abandonou a carreira artística, dedicando-se à pintura. Ele passou seus anos finais trabalhando num estúdio ao ar livre em sua casa em Cambria, perto da costa da Califórnia.
Vídeos apresentam personagens da nova série “Star Trek”
A Paramount+ divulgou oito vídeos que apresentam individualmente os personagens principais de “Star Trek: Strange New Worlds”, Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção vai acompanhar as primeiras jornadas nas estrelas da nave NCC 1701, conhecida pelo nome Enterprise Será a primeira série protagonizada pela tripulação comandada pelo Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1/Una (Rebecca Romijn), que teve grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. E a ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também vai introduzir versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). Além disso, o ator Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) retoma outro personagem visto na produção de meio século atrás, o Dr. M’Benga (na época encarnado por Booker Bradshaw). Bem menos conhecido, o oficial médico apareceu em apenas dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, na 2ª e 3ª temporadas da atração original. Para completar, a nova série ainda introduzirá três personagens inéditos: La’an Noonien-Singh (Christina Chong, de “Tom & Jerry – O Filme”), que seria uma descendente do vilão Khan; o engenheiro alienígena Henner (Bruce Horak, de “Warehouse 13”), da raça Aenar, e a navegadora latina Erica Ortegas (Melissa Navia, de “Billions”). O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado em 5 de maio em streaming.
Trailer da nova série “Star Trek” é repleto de ação
A Paramount+ divulgou o novo pôster e o trailer completo de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca muitas cenas de ação, em meio a explosões e trilha evocativo do tema original da série “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção vai acompanhar as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn). Será a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas a maior ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também vai introduzir versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado em 5 de maio em streaming.
Ator de “Três é Demais” revela luta de anos contra alcoolismo
Dois meses após a morte de Bob Saget, seu colega da série “Três é Demais” (1987-1995), Dave Coulier revelou em seu Instagram que luta contra o alcoolismo há alguns anos. Ao lado de uma foto em que aparece com o rosto ensanguentado, ele escreveu: “Eu era um bêbado. sim. Um alcoólatra. Estou sem álcool desde 1º de janeiro de 2020”. “Quando bebia, era a vida da festa. Eu poderia fazer as pessoas rirem até elas caírem”, continuou, antes de falar da foto: “Essa foto mostra quando caí. Não porque eu estava jogando hóquei ou fazendo as coisas que amo, como cortar madeira ou fazer construção, jogar golfe, pescar ou pilotar aviões. Eu enchi a cara e sofri uma queda grave, ao querer subir correndo uma escada de pedra”. “Ninguém adorava mais do que eu tomar cervejas com os meninos depois de jogar hóquei ou uma partida de golfe. Eu sempre fui o cara do final da festa”, lembrou ele, na continuação do texto. “Mas as oito horas de bebida, risadas e estupidez eram seguidas por dois dias de me sentir como uma tigela de cachorro. Eu adorava a bebida, mas ela não me retribuía o amor. Decidi tomar uma decisão pelo meu próprio bem-estar, da minha família e daqueles que me rodeiam que amo tanto”, explicou. “A crise de abstinência mental e física foram grandes desafios para mim, mas tive o apoio de Melissa Coulier e amigos que já haviam feito a jornada. A transformação psicológica e física foi incrível. O céu está mais azul, meu coração não está mais fechado e eu gosto de fazer as pessoas rirem até elas caírem, mais do que nunca. Obrigado, Melissa, por estar ao meu lado. Eu amo você”, finalizou o famoso, agradecendo à mulher. Em “Três é Demais”, Coulier viveu Joey, o melhor amigo de Danny, personagem de Bob Saget (1956-2022), e ajudou a criar as filhas dele, DJ (Candace Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary-Kate e Ashley Olsen) junto com o também amigo Jesse (John Stamos). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dave Coulier (@dcoulier)
“And Just Like That…” terá 2ª temporada
A HBO Max renovou “And Just Like That…”, continuação de “Sex and the City” para a 2ª temporada. A produção foi considerada medíocre pela crítica internacional (49% de aprovação no Rotten Tomatoes) e lamentada por Candace Bushnell, autora que inspirou “Sex and the City”, que disse não reconhecer suas personagens no revival. Mesmo assim, acabou repercutindo por motivos diversos, como as denúncias de abuso sexual contra o ator Chris Noth, intérprete de Mr. Big, e a morte do ator Willie Garson durante as gravações. “Estou animado para contar mais histórias sobre essas personagens vibrantes e ousadas, interpretadas por atrizes poderosas e incríveis”, disse Michael Patrick King, showrunner da série, em comunicado à imprensa. “O fato é que estamos todos empolgados.” Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da HBO Max, acrescentou: “Ficamos encantados com o impacto cultural gerado pelas personagens e respectivas histórias, ambientadas em um mundo que já conhecemos e amamos tanto”. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.
Astro de “The Vampire Diaries” é o novo Capitão Kirk de “Star Trek”
A Paramount+ anunciou que Paul Wesley, astro da série “The Vampire Diaries”, foi escalado como novo Capitão Kirk na série que serve como prólogo de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ele interpretará o mais famoso capitão da nave Enterprise em “Star Trek: Strange New Worlds”, que estreia em maio. Junto do anúncio, a plataforma de streaming publicou a primeira foto do ator com o uniforme de capitão da Frota Estelar. Depois que a notícia foi divulgada, Wesley tuitou que estava “profundamente grato e ainda um pouco surpreso” com a oportunidade de interpretar James Kirk. Ele acrescentou que, recentemente, conheceu o intérprete clássico do personagem, William Shatner, ao sentar-se a seu lado num voo para Los Angeles. “Eu mal conseguia juntar duas palavras, mas finalmente consegui dizer olá e conversamos”, escreveu Wesley. “Eu não sou uma pessoa que geralmente acredita em destino, mas isso foi mais do que uma coincidência. Então, obrigado Sr. Shatner pela boa companhia. E por nos sentarmos juntos, meus agradecimentos ao grande pássaro no céu. Mal posso esperar para que todos vocês vejam nosso Capitão Kirk em suas telas.” “Star Trek: Strange New Worlds” é um spin-off da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e acompanha as aventuras da tripulação original da espaçonave USS Enterprise, modelo NCC-1701, conforme apresentada no piloto da série clássica “Jornada nas Estrelas” em 1964. Criado por Gene Roddenberry, o piloto inicial acabou rejeitado, mas o produtor refez o projeto com outra tripulação e elenco e conseguiu emplacar a série em 1966. Apenas o Sr. Spock foi aproveitado da primeira versão, além da nave. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, “Star Trek: Strange New Worlds” vai acompanhar as aventuras “perdidas” da tripulação original live-action, liderada pelo Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn). A má notícia para quem ficou ansioso é que Kirk só vai aparecer no segundo ano da produção, atualmente em fase de gravações. Em compensação, ele não será o único integrante da Enterprise de 1966 a participar da trama. A série também inclui versões jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). Por curiosidade, Majel Barrett (1932–2008) também foi a intérprete da Número 1 no piloto rejeitado. Além deles, o ator Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) vai resgatar o Dr. M’Benga, o oficial médico que apareceu em apenas dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, na 2ª e 3ª temporadas da atração original (na época encarnado por Booker Bradshaw). Para completar, a nova série ainda introduzirá personagens inéditos, com atuação de Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”), Bruce Horak (“Warehouse 13”) e Melissa Navia (“Billions”), entre outros. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado no dia 5 de maio em streaming. I am deeply humbled and still a little startled to have been given the honor of playing the inimitable James T Kirk. Ever since I was a kid, I have been awed by the imaginative world Gene Roddenberry created. Recently, I boarded a flight to LA to discover that the man in the pic.twitter.com/U8GVD4ZemP — Paul Wesley (@paulwesley) March 15, 2022 course I had to get a picture.So thanks Mr. Shatner for the good company. And for seating us together, my thanks to the great bird in the sky. Can’t wait for all of you to see our Captain Kirk on your screens. — Paul Wesley (@paulwesley) March 15, 2022
Teaser apresenta primeira série com a tripulação original de “Star Trek”
A Paramount+ divulgou o teaser de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca o Capitão Pike, a narração da Número 1 e o tema sonoro original da série “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção vai acompanhar as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn). Será a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas a maior ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado em 5 de maio em streaming.
Tim Considine (1940-2022)
O ator Tim Considine, um dos astros mirins mais populares da Disney nos anos 1950, morreu na quinta-feira (3/3) em sua casa em Los Angeles aos 81 anos. Filho de John W. Considine Jr., produtor de filmes de sucesso como “Com os Braços Abertos” (1938) e “O Jovem Thomas Edison” (1940), e irmão mais novo do também ator John Considine (“O Cadillac Azul”), Tim iniciou a carreira em Hollywood aos 11 anos, interpretando o filho do comediante Red Skelton em “O Palhaço” (1953). Depois de pequenos papéis em outros filmes e séries, ele emendou três atrações televisivas do Clube do Mickey, “The Adventures of Spin and Marty” (1955), “The Hardy Boys” (1956-57) e “Annette” (1958), ao lado de Annette Funicello. E culminou sua trajetória na Disney com um grande sucesso cinematográfico: “Felpudo, o Cão Feiticeiro” (The Shaggy Dog), produção infantil de 1959 estrelada por Fred MacMurray que iniciou uma franquia. Mas apesar da popularidade do filme, ele permaneceu na TV, vindo em seguida a estrelar seu papel mais conhecido: Mike Douglas, o filho mais velho de “Meus 3 Filhos”. Na série de 1960, ele voltou a trabalhar com MacMurray, que tinha o papel principal como o pai viúvo de três meninos. Mas após cinco temporadas, o jovem resolveu abandonar a atração. Seu personagem se casou na trama e foi viver sua própria vida, enquanto a produção seguiu em frente, durando ao todo 12 anos! A vida de ator adulto, porém, não foi o que Considine esperava. Apesar das muitas participações em episódios de séries dos anos 1960, seu único papel proeminente após “Meus 3 Filhos” foi uma aparição brevíssima, ainda que importante, no filme “Patton”. Ele encenou a cena mais memorável do longa vencedor do Oscar de 1971, como o soldado “em estado de choque” que leva um tapa na cara do general do título, vivido por George C. Scott. Considine acabou afastando-se da atuação nas décadas seguintes, dedicando-se a escrever livros sobre fotografia, esportes e automóveis. Mesmo distante, ele não foi esquecido pela Disney, que em 2000 o convidou a participar de um remake televisivo de “The Adventures of Spin and Marty”, chamado de “As Novas Aventuras de Spin e Marty”, no papel do prefeito da cidade.
Revival de “Sex and the City” ganha documentário
O HBO Max anunciou o lançamento de um documentário sobre “And Just Like That”, o revival da série “Sex and the City” que está chegando ao fim nesta semana. O documentário será disponibilizado em streaming na quinta-feira (3/1) junto do último capítulo da série. Confira o trailer abaixo. O material vai apresentar cenas de bastidores, entrevistas com as protagonistas Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, além da equipe da produção e demais integrantes do elenco. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall foi a única que não participou do retorno. Este foi o primeiro problema da atração, que teve seu lançamento marcado pela polêmica de Chris Noth, o Mr. Big, acusado por assédio e abuso sexual por quatro mulheres, que consideraram “And Just Like That” gatilho de suas lembranças negativas. Durante as filmagens, a produção ainda perdeu Willie Garson, intérprete de Stanford Blatch, o melhor amigo de Carrie (Sarah Jessica Parker), que morreu em meio as gravações. Para completar, a atração não empolgou a crítica, atingindo apenas 60% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, com muitas resenhas lamentando a forma como as personagens foram apresentadas, como se tivessem retrocedido em suas conquistas. “And Just Like That” chega ao fim nesta quinta sem ter virado o fenômeno esperado pela HBO Max, com o interesse pelos episódios diminuindo semana a semana, até a série desaparecer das conversações nas redes sociais. Não há discussões conhecidas sobre uma 2ª temporada.
Howard Hesseman (1940-2022)
O ator Howard Hesseman, que estrelou as séries clássicas “WKRP in Cincinnati” e “Uma Turma Genial”, morreu no sábado (29/1) no hospital Cedar Sinai em Los Angeles, aos 81 anos, de compilações após uma cirurgia no cólon. Ele era membro fundador da trupe de comédia de São Francisco The Commitee, que chegou a participar do programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour” entre 1968 e 1969. Ele também foi um DJ de rádio no começo da carreira, apresentando-se no ar com o pseudônimo de Don Sturdy. Hesseman coadjuvou em vários filmes nos anos 1970, incluindo “Billy Jack” (1971) com Tom Laughlin, “Cisco Pike” (1971) com Kris Kristofferson, “Três Ladrões Desajustados” (1973) com Jane Fonda, “Kid Blue não Nasceu para a Forca” (1973) com Dennis Hopper, “Shampoo” (1975) com Warren Beatty, “Uma Dupla Desajustada” (1975) com Walter Matthau e “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976) com obviamente Mel Brooks. Mas foi na televisão que sua carreira deslanchou. Seu primeiro papel recorrente numa série veio em 1974, em “The Bob Newhart Show”. Ele se tornou fixo pela primeira vez em 1976, em “Mary Hartman, Mary Hartman”. E foi estourar com “WKRP in Cincinnati” em 1978. No papel de um DJ de rádio de rock chamado Dr. Johnny Fever, ele conquistou suas únicas indicações ao Emmy. Foram duas, em 1980 e 1981. “WKRP in Cincinnati” durou quatro temporadas, até 1982. E seu sucesso levou Hesseman de volta ao cinema, desta vez como protagonista. Ele namorou Sylvia Kristel (a eterna “Emmanuelle”) em “Uma Professora Muito Especial” (1981), rivalizou com Dan Aykroyd em “Doutor Detroit e suas Mulheres” (1983), participou do clássico absoluto “Isto é Spinal Tap” (1984), apareceu como irmão do Comandante Lassard (George Gaynes) em “Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão” (1985) e foi o vilão da sci-fi juvenil “O Voo do Navegador” (1986). Apesar da longa lista de produções emendadas em curto período, ele retornou rapidamente para a TV, voltando a se destacar na telinha como o professor de “Uma Turma Genial” (Head of the Class). Hesseman desempenhou o papel de Charlie Moore por quatro temporadas, entre 1986 e 1990, mas se cansou de ser coadjuvante de adolescentes, saindo da série antes do último ano da atração para retomar o papel de Dr. Johnny Fever no revival “The New WKRP in Cincinnati”. Só que a segunda versão de seu sucesso original não teve o mesmo impacto, sendo cancelada em 1993, após duas temporadas. Depois disso, o ator nunca mais protagonizou outra atração. Mas continuou aparecendo na TV, em capítulos de produções tão diversas quanto “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show”, “House”, “Justiça Sem Limites”, “Psych”, “CSI”, “Mike & Molly” e “Fresh Off the Boat”, que marcou sua despedida das séries com participação em dois episódios de 2017.
Morgan Stevens (1951–2022)
O ator Morgan Stevens, que estrelou as séries “Fama” e “Melrose”, foi encontrado morto em sua casa na quarta (26/1) durante uma verificação de rotina da polícia. Nenhuma informação sobre a causa da morte foi divulgada. Ele tinha 70 anos. Nascido em 16 de outubro de 1951, em Knoxville, Tennessee, Stevens foi para Hollywood logo após se formar na faculdade. Ao longo dos anos 1970, ele apareceu em séries como “Mod Squad”, “One Day at a Time” e “Quincy”, até chamar atenção num episódio da última temporada de “Os Waltons”, em 1981. Apesar de curta, sua participação teve impacto na trama, e acabou rendendo seu retorno em três telefilmes de reencontro da atração em 1982, incluindo o especial de casamento de Erin Walton (interpretada por Mary Elizabeth McDonough), que virou a esposa de seu personagem. Stevens saiu de “Os Waltons” para seu primeiro papel fixo na TV, interpretando o professor David Reardon durante duas temporadas da série musical “Fama”. Ele chegou até a escrever um dos episódios do terceiro ano da produção, exibido em 1984. Após “Fama”, Stevens seguiu aparecendo como convidado em várias séries, incluindo os sucessos “O Barco do Amor”, “Águia de Aço”, “Magnum”, “Assassinato por Escrito” e “MacGyver: Profissão Perigo”. Mas sua carreira sofreu um duro golpe em agosto de 1989. Após sofrer um pequeno acidente de carro, ele foi preso pela polícia de Los Angeles por suspeita de dirigir embriagado. Enquanto estava sob custódia, o ator foi severamente espancado, sofrendo um nariz quebrado, bochecha fraturada, mandíbula deslocada e danos nos nervos do rosto. Ele foi desfigurado pela polícia. Depois de sofrer tortura física, um teste de álcool em seu sangue o inocentou da acusação de dirigir embriagado. Ele venceu um processo contra a polícia de Los Angeles, que teve que pagar todo seu tratamento de recuperação. Traumatizado, Morgan ficou afastado das telas por três anos, voltando a atuar apenas em 1992, quando interpretou o personagem Nick Diamond em sete episódios de “Melrose” (Melrose Place). Depois disso, seu trabalho tornou-se esporádico, levando a um final precoce em sua carreira em 1999, quando apareceu pela última vez nas telas, em um episódio de “Chuck Norris, Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger).
Retorno de “Law & Order” ganha primeiro teaser
A rede americana NBC divulgou o primeiro teaser do revival da série “Law & Order”. A prévia destaca a volta do veterano ator Sam Waterston ao papel do promotor público Jack McCoy, mais de uma década depois de viver o personagem pela última vez, e ainda inclui closes nos novos personagens vividos por Jeffrey Donovan, que estrelou a série “Burn Notice”, e Hugh Dancy, astro de “Hannibal”. Vencedora do Emmy de Melhor Série de Drama de 1997, “Law & Order” estava prestes a quebrar o recorde de “Gunsmoke” como o drama mais duradouro da TV quando a NBC decidiu cancelar sua produção em maio de 2010, na 20ª temporada. Desde então, o número mágico das 21 temporadas foi ultrapassado por outra série da mesma franquia, o spin-off “Law & Order: SVU”, que está atualmente em sua 23ª temporada. Depois de mais uma década, o produtor Dick Wolf finalmente vai realizar a 21ª temporada, viabilizando o retorno da série na rede NBC com uma mescla do elenco original e uma nova geração de agentes da lei e da ordem – incluindo o retorno de outro veterano da atração, Anthony Anderson, que novamente retratará o detetive Kevin Bernard. Waterston e Anthony ficaram disponíveis para retomar seus personagens graças ao final da produção de suas séries mais recentes, respectivamente “Grace and Frankie” na Netflix e “Black-ish” na rede ABC. As duas atrações vão estrear suas temporadas finais neste começo de ano. Já “Law & Order” retorna em 24 de fevereiro nos EUA, com transmissão também pela plataforma americana Peacock.











