Trailer e fotos de Star Trek: Short Treks revelam o primeiro dia de Spock na Enterprise
A plataforma CBS All Access divulgou o trailer e 10 fotos do episódio de estreia da 2ª temporada de “Star Trek: Short Treks”, lançado neste sábado (5/10) nos Estados Unidos. Intitulado “Q&A”, o episódio apresenta o primeiro dia de Spock a bordo da Enterprise. O famoso personagem aparece bem jovem e ansioso demais, sendo recebido no teletransporte por uma Número Um com pouca paciência. O climão aumenta quando os dois se vêem presos no elevador a caminho da ponte de comando. “Short Treks” é uma antologia de curtas ambientada no universo trekker, que não segue ordem cronológica, mas suas histórias tem grande conexão com a série “Star Trek: Discovery”. “Q&A”, por exemplo, retoma a tripulação original da Enterprise, vista na 2ª temporada de “Discovery”. Apesar do medo dos produtores de incluir esses personagens – criados para o piloto original de “Jornada nas Estrelas” em 1964, antes do Capitão Kirk – , a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, como se viu pelo surgimento de campanhas para que suas aventures continuassem. A antologia atende parcialmente a esses pedidos, apesar de a história de “Q&A” ser um prólogo, não continuação. O elenco formado por Ethan Peck (como Spock), Rebecca Romijn (Número Um) e Anson Mount (Capitão Pike) também deve aparecer em outro curta da 2ª temporada. Ao todo, cinco episódios foram produzidos e o próximo está previsto para quinta-feira (10/10), com participação dos impagáveis tribbles, criaturinhas fofas que se multiplicam sem parar e que renderam um dos episódios mais famosos da “Jornada nas Estrelas” original dos anos 1960. Veja a lista com os títulos dos episódios abaixo. A 1ª temporada foi integralmente disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas não é fácil de achar. Os episódios completos, de cerca de 15 minutos de duração, foram jogados entre os trailers da página de “Star Trek: Discovery” na plataforma de streaming. Não há previsão para o lançamento nacional dos novos capítulos. #StarTrekShortTreks first look at #NYCC https://t.co/6WRTcSa4d0 pic.twitter.com/CZbCZOEXEd — Star Trek (@StarTrek) October 5, 2019 The new Star Trek: #ShortTreks are finally here! Stream Q&A now on @CBSAllAccess. New #ShortTreks drop the 2nd Thursday of every month until #StarTrekPicard begins. pic.twitter.com/b5CCPfC8qJ — Star Trek on CBS All Access (@startrekcbs) October 5, 2019
2ª temporada de Perdidos no Espaço ganha pôster, fotos e primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou uma dúzia de fotos, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Perdidos no Espaço”. Além de novos perigos e efeitos visuais cinematográficos, a prévia mostra a família Robinson em busca de seu robô perdido. A 2ª temporada, que estreia em 24 de dezembro, vai começar com um salto temporal de sete meses e novos cenários alienígenas, cortesia de locações da Islândia, onde os novos episódios estão sendo gravados. Além disso, Sibongile Mlambo (“Siren”), que interpretou Angela em cinco capítulos, foi promovida ao elenco central, e JJ Feild (“Turn”) vai estrear no papel recorrente de Ben Adler, um cientista especialista em inteligência artificial. Ele já aparece numa das fotos abaixo, extraída do 7º episódio da temporada. A série é uma releitura moderna da clássica produção homônima, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas vale lembrar que o original também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”.
HBO Max vai exibir Sésamo e derivados em acordo válido por cinco temporadas
A HBO Max, plataforma de streaming da WarnerMedia, vai ser o novo endereço dos personagens de “Sésamo”, série clássica infantil que os mais velhos ainda chamam de “Vila Sésamo”, seu título clássico, e que desde 2016 faz parte da programação da HBO “convencional”. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma e a HBO Max ainda renovou a atração por mais cinco temporadas. Além da série principal, produzida desde 1969, o acordo inclui novos programas: cinco especiais anuais, um talk-show comandado pelo personagem Elmo, chamado “The Not Too Late Show”, duas séries animadas, uma nova temporada de “Esme & Roy” e uma série documental que abordará assuntos difíceis na perspectiva de crianças. Com isso, os personagens de “Sésamo” vai sair da TV paga, mas apenas em 2020. O contrato começa a valer a partir da 51ª temporada de “Sésamo”, que estreará primeiro na HBO Max antes de seguir para a PBS Kids, emissora há décadas responsável pela transmissão da série na TV aberta americana.
Parceria de Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey ganha “clipe de bastidores”
Ariana Grande divulgou em seu canal do YouTube um vídeo de bastidores das gravações de “Don’t Call Me Angel”, sua parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey para a trilha do filme “As Panteras”. O vídeo é praticamente um novo clipe, ao som da música integral e sem qualquer comentário. Os bastidores incluem Miley Cyrus ensaiando suas poses de “bad girl”, Lana Del Rey treinando “arremesso” de facas e Ariana ensaiando sua coreografia. No final, muitos abraços e congratulações, inclusive com a diretora Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Lançado há uma semana, o clipe original já passou das 62 milhões de visualizações no YouTube. Por sinal, o vídeo oficial também foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. Também é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Se isso não deixar claro quem é a estrela da produção, o “clipe de bastidores” privilegia ainda mais a sua participação. No cinema, porém, o trio protagonista é outro, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”). O filme que acompanha o hit só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Kiefer Sutherland vai caçar Boyd Holbrook em nova série de O Fugitivo
A plataforma de streaming Quibi oficializou mais uma super-mini-produção. Desta vez, trata-se de um nova versão de “O Fugitivo”, série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O projeto foi um dos citados pelo produtor Jeffrey Katzenberg, fundador da plataforma (e também da DreamWorks Animation), quando anunciou o lançamento da Quibi há alguns meses. Agora, teve seu elenco definido. O novo “O Fugitivo” será uma série que vai trazer Boyd Holbrook (“O Predador”) acusado de um crime que não cometeu, em fuga de um detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. A atualização da trama vai acrescentar a paranoia terrorista e as fake news das redes sociais. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). Um detalhe é que o Quibi pretende lançar apenas conteúdos de curta duração, assim os episódios devem ter 10 minutos ou menos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público, em filas de espera ou no banheiro. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas o Quibi deverá ser lançado em abril de 2020.
Netflix adquire Seinfeld por mais de US$ 500 milhões
A Netflix adquiriu os direitos de exibir a série clássica “Seinfeld” a partir de 2021. O acorde teria custado mais de US$ 500 milhões, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. “Seinfeld é a série de comédia com a qual todas as outras séries de comédias são comparadas”, definiu o chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado sobre o negócio, sem citar números. O detalhe é que a série, atualmente disponível no Brasil pela Amazon Prime, vai estrear na Netflix remasterizada e com padrão de qualidade 4k pela primeira vez na história. A aquisição representa um ataque frontal contra a Disney, já que a atração era disponibilizada nos Estados Unidos pela plataforma Hulu, gerenciada pelo estúdio. E chega para recompensar a perda de séries clássicas da Netflix para outros serviços de streaming, como “Friends” para a HBO Max e “The Office” para o ainda não nomeado serviço da Comcast. Originalmente exibida entre 1989 e 1998, a série acompanhava as desventuras do comediante Jerry Seinfeld, que vivia uma versão de si mesmo, convivendo com seus amigos (fictícios) nova-iorquinos. Considerada uma das melhores sitcoms se todos os tempos, a série venceu 10 Emmys e ainda revelou a atriz de comédia mais premiada de todos os tempos, Julia Louis-Dreyfus. Caso vença o Emmy no próximo domingo (22/9) por “Veep”, ela vai desempatar um recorde mais amplo e se tornar a estrela mais premiada da história da Academia da Televisão.
Party of Five: Cena mostra premissa dramática do remake de O Quinteto
O canal pago Freeform divulgou uma cena completa, de mais de três minutos, do remake de “Party of Five”. E é de partir o coração. A prévia apresenta a premissa dramática da nova versão, mostrando o momento da separação de pais e filhos por funcionários do serviço de imigração dos Estados Unidos. A série original dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”, mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, que lutam para se manter juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno das dificuldades dos mais velhos para criar os mais novos e as crises da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda detalhes cruciais. Os irmãos são latinos e não se tornam órfãos. Eles acabam ficando sozinhos, por conta própria, porque seus pais são deportados pela nova política migratória do governo de Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos originais eram interpretados por atores que ficaram famosos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Já seus pais, que aparecem na cena abaixo, mas não tem participação ativa na história, são vividos por Bruno Bichir (“Absentia”) e Fernanda Urrejola (“Narcos: Mexico”). Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia está marcada para 8 de janeiro de 2020.
Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey “quebram a internet” em clipe da trilha de As Panteras
Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey quase quebraram a internet em sua primeira parceria. O lançamento do clipe de “Don’t Call Me Angel”, que reúne as três estrelas da música pop americana pela primeira vez, viralizou nesta sexta (13/9), assumindo em poucas horas a condição de mais visto do YouTube com quase 15 milhões de visualizações. A música faz parte da trilha de “As Panteras” e, além do trio de cantoras, também inclui uma breve participação de Elizabeth Banks, diretora do filme e intérprete de Bosley no novo capítulo da franquia. Mas a direção do clipe ficou por conta de Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Por sinal, o vídeo foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. E é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Em contraste, Lana tem papel assumidamente coadjuvante, brincando de jogar facas enquanto as outras cantam, até chegar seu momento “solo”, quando transforma completamente a canção. Mas é Miley quem chama mais atenção, ao encarnar a bad girl que tortura homens, enquanto exibe seu “novo” corpo magro malhado, absolutamente do mal… caminho. E ainda lambe Ariana para causar. O público mais que aprovou esse novo trio de “Panteras”, que deve bater recordes de visualização na internet. Já o trio do cinema, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”) só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Demi Lovato vai participar da temporada final de Will & Grace
A cantora e atriz Demi Lovato vai participar da última temporada da série “Will & Grace”, que estreia em 2020 na rede americana NBC. Ela postou uma foto em seu Instagram tirada no set da produção. Demi aparecerá em três episódios interpretando Jenny, uma garota que entra na vida de Will (Eric McCormack) de uma maneira inesperada. A última temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A despedida da série terá 18 episódios, mas ainda não teve data de estreia divulgada pela NBC. Um ano após quase morrer de overdose, Demi Lovato tem enchido a agenda de trabalhos. Além de “Will & Grace”, ela também vai estrelar “Eurovision”, novo filme de comédia produzido pela Netflix. Ver essa foto no Instagram Will & Grace & Demi ??♀️? @nbcwillandgrace #WillandGrace Uma publicação compartilhada por Demi Lovato (@ddlovato) em 27 de Ago, 2019 às 6:16 PDT
Will & Grace vai acabar (de novo) na próxima temporada
Os produtores de “Will & Grace” decidiram finalizar a série na próxima temporada, que estreia em 2020. O anúncio foi feito em comunicado conjunto de Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, que revelaram ter chegado a esta decisão em comum acordo com o elenco. “Pensamos em ‘Will & Grace’ como Karen pensa sobre seus martínis – 51 não é o bastante, mas 53 é demais”, brincaram. “Por isso, após consultar o nosso elenco, decidimos que esta será nossa última temporada”. A próxima temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. “O impacto e o legado de ‘Will & Grace’ simplesmente não podem ser exagerados. Ela mudou o jogo quando estamos falando de retratos da comunidade LGBTQIA+”, acrescentaram representantes da rede NBC, que exibe a série nos EUA. “Devemos um enorme agradecimento a Max, David, Jimmy e ao elenco, por seu brilhantismo durante este incrível período”, conclui o comunicado. O revival é escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou as gravações das oito temporadas originais. Mas apesar da ênfase na decisão criativa, o anúncio do final também reflete a perda de quase metade dos telespectadores na temporada encerrada em abril passado – de 5,5 milhões em 2018 para 3 milhões de telespectadores ao vivo. O elenco também recebeu aumentos consideráveis – de US$ 250 mil por episódio a US$ 350 mil na nova temporada. Assim, a série acabou ficando muito cara para seu retorno em audiência. A última temporada deve ir ao ar no começo de 2020, durante a midseason.
David Hedison (1927 – 2019)
O ator americano David Hedison, conhecido por viver o Capitão Lee Crane na série “Viagem ao Fundo do Mar” e o agente da CIA Felix Leiter na franquia 007, morreu na última quinta-feira (17/7), em Los Angeles, aos 92 anos de idade. O belo ator também retratou o cientista André Delambre, que se tornou um inseto em The Fly (1958) muito antes de Jeff Goldblum, e interpretou o agente da CIA Felix Leiter nos filmes de James Bond, Live and Let Die (1973) e License to Kill (1989). De 1964 a 1968, o personagem de Hedison trabalhou a bordo do submarino Seaview sob o comando do Almirante Harriman Nelson (Richard Basehart) em 110 episódios de Voyage to the Bottom of the Sea . O show foi criado por Irwin Allen, baseado em seu filme de 1961 com o mesmo nome. Nascido Al David Hedison em 20 de maio de 1927, em Providence, Rhode Island, Hedison estudou no célebre Actors Studio em Nova York e trabalhou em produções da Broadway antes de fazer sua estreia em Hollywood, no clássico de guerra naval “A Raposa do Mar” (1957), como um oficial da marinha americana. Seu papel seguinte foi um dos mais impactantes de sua carreira, como um cientista que se transforma em mosca humana no famoso terror “A Mosca da Cabeça Branca” (The Fly, 1958). A história marcou época, ganhou sequências e até um famoso remake com Jeff Goldblum em 1986. Ele também viveu o papel-título de “Arqueiro Misterioso – O Filho de Robin Hood” (1958) e encontrou dinossauros na Amazônia em “O Mundo Perdido” (1960), fantasia escrita e dirigida por Irwin Allen. O cineasta acabou fechando contrato com a 20th Century Fox Television para produzir séries sci-fi que mudaram a TV na década de 1960, como “Perdidos no Espaço”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”, e a primeira e mais bem-sucedida delas foi lançada em 1964. “Viagem ao Fundo do Mar” chegou à TV como uma produção dramática, em preto e branco, que explorava temas da Guerra Fria, acompanhando a tripulação de um submarino nuclear no futuro próximo – os anos 1980. A série era adaptação do filme homônimo de Allen, lançado em 1961. Hedison foi escalado como o capitão Lee Crane, comandante do submarino Seaview, em tramas que combinavam missões militares e mistérios submarinos, geralmente envolvendo temas de sci-fi. Mas, a partir da 2ª temporada, a série ganhou cores e os elementos fantásticos foram enfatizados, incluindo o monstro da semana e o apocalipse do mês. As mudanças refletiam o sucesso de “Perdidos no Espaço”, lançado em 1965, e aumentaram a audiência da atração, que ficou quatro anos no ar, até 1968, sem contar infinitas reprises. Seu próximo papel de destaque foi como Felix Slater em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1975), estrelado por Roger Moore. Ele repetiria a participação como o espião americano da franquia em “007 – Permissão Para Matar” (1989), desta vez contracenando com Timothy Dalton no papel de James Bond. Na atual encarnação do personagem, Leiter é vivido por Jeffrey Wright (“Westworld”). Hedison também apareceu em inúmeras séries entre as décadas de 1970 e 1980, como “As Panteras”, “A Ilha da Fantasia”, “Supermáquina” e “O Barco do Amor”, e entrou no elenco de “The Colbys”, spin-off de “Dinastia” produzido por sua esposa, Bridget Hedison. Após um período afastado das telas, ainda retornou com destaque na novela “The Young and the Restless”, em 2003. Uma de suas filhas, Alexandra Hedison, é casada com a atriz Jodie Foster. “Mesmo em nossa profunda tristeza, somos consolados pela memória de nosso pai maravilhoso”, disseram Alexandra e Serena Hedison em um comunicado. “Ele nos amava muito e expressava esse amor todos os dias. Ele era adorado por muitos, que se beneficiavam de seu coração caloroso e generoso. Nosso pai levou alegria e humor a todos os projetos que participou e fez isso com grande estilo.”
Vilão de Supergirl entra na 3ª temporada de Star Trek: Discovery
O ator David Ajala, que viveu o vilão Manchester Black em “Supergirl”, entrou no elenco fixo da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Sua participação foi destacada nas primeiras fotos divulgadas da nova fase da produção, dividindo cenas com Sonequa Martin-Green, protagonista da série no papel de Michael Burnham. O personagem do ator se chama Book (livro, em inglês), é descrito como “inteligente e capaz” e tem “um carisma e atitude destemida que costuma colocá-lo em apuros, mas também ajudá-lo a escapar”. Sua aparição tem relação com a mudança radical que envolverá a trama dos próximos capítulos. Após uma temporada com grande intersecção com a “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960, com direito a participações do Capitão Pike (Anson Mount) e Spock (Ethan Peck), os próximos episódios vão acompanhar a chegada da nave Discovery e sua tripulação num futuro ainda mais distante, projetados no tempo por um buraco de minhoca. A viagem no tempo muda a perspectiva da série, até então situada como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, e abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico que ainda não foi abordado na franquia, 950 anos no futuro. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Star Trek: Trailer dos novos Short Treks confirma volta da tripulação original da Enterprise
A plataforma CBS All Access divulgou o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Short Treks”. Originalmente uma antologia de curtas aleatórios, passados no universo trekker, a prévia revela que a nova temporada da produção ganhou a forma de um projeto requisitado pelos fãs da franquia: uma minissérie dedicada à tripulação original da Enterprise. Além de resgatar Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn), a prévia tem até participação dos impagáveis tribbles, criaturinhas fofas que se multiplicam sem parar e que renderam um dos episódios mais famosos da “Jornada nas Estrelas” original dos anos 1960. A tripulação da Enterprise teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens – criados para o piloto original de “Jornada nas Estrelas” em 1964, antes do Capitão Kirk – , a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, como se viu pelo surgimento de campanhas para que suas aventures continuassem. “Star Trek: Short Treks” atende a esses pedidos. Vale lembrar que o produtor Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, já tinha dito, ao final da temporada mais recente daquela série, que havia chance de os personagens voltarem. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, afirmou Kurtzman na ocasião. “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, acrescentou. A 2ª temporada de “Short Treks” também incluirá dois episódios animados e um capítulo que servirá como prólogo da vindoura série “Star Trek: Picard”. Aina não há previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas não é fácil de achar. Para encontrá-la, é preciso entrar na seção Trailers e mais dentro de “Star Trek: Discovery”, na plataforma de streaming.












