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  • Etc,  Série

    Gavin MacLeod (1931–2021)

    29 de maio de 2021 /

    O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.

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  • Série

    Ilha da Fantasia: Veja o teaser da nova versão da série

    28 de maio de 2021 /

    A Fox divulgou o primeiro teaser do reboot de “A Ilha da Fantasia”, que apresenta rapidamente o visual da atração. A prévia exibe as praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica, mas não há nem sinal de Tattoo. Já o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher. O mais curioso é que o personagem mudou de sexo, mas não de guarda-roupa: continua usando terninhos brancos. A nova anfitriã, chamada de Elena Roarke, é parente do Sr. Roarke original – a filiação não foi oficializada. Ela é vivida por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Na versão dos anos 1970, Roarke e Tattoo eram os únicos personagens fixos, mas o reboot mostrará Elena com dois assistentes. Um deles é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros a realizarem seus sonhos. O segundo é o piloto Javier (John Gabriel Rodriquez, “Jovem e Gourmet”), que também é o chefe do transporte da Ilha e pau para toda obra. Eles contracenarão com atores convidados, que terão rotatividade em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre os clientes recebem o que pagam, uma vez que o preço embute uma lição de vida em cada pacote de estadia. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios. Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” marcou época em suas sete temporadas, estreladas por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. A nova atração será a terceira série da franquia, após uma primeira tentativa de revival ter fracassado em 1998 pela rede ABC. O reboot estrelado por Malcolm McDowell (como o Sr. Roarke) durou apenas 13 episódios. Mais recentemente, a franquia chegou ao cinema, num filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke – e também sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano passado, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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  • Música,  Série

    Veja o dueto de Lisa Kudrow e Lady Gaga no especial de “Friends”

    28 de maio de 2021 /

    Um dos pontos altos do especial de reencontro de “Friends”, o dueto entre Lisa Kudrow e Lady Gaga já virou hit nas redes sociais. O vídeo da cena, em que Gaga aparece de violão em punho para cantar “Smelly Cat”, pode ser visto abaixo. Originalmente uma canção desafinada e constrangedora, que marcou a trajetória de Phoebe Buffay (a personagem de Kudrow) na série, “Smelly Cat” ganha interpretação poderosa de Gaga, com direito até a coral gospel em seu final apoteótico. Em entrevista à revista Variety, o diretor Ben Winston explicou que Kudrow concordou em reviver a canção no especial, mas queria realizar um dueto com algum artista. Assim, ambos procuraram quem topasse, até confirmarem a presença de Lady Gaga. “Ambos concordamos que Gaga, se conseguíssemos, seria a melhor porque ela se identifica e se sente muito próxima da Phoebe de várias formas. A própria Gaga diz isso no especial. Foi um momento realmente lindo”, contou o diretor. O especial “Friends: The Reunion” estreou nesta quinta (27/5) nos EUA, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês para assistir a reunião, que é disponibilizado com exclusividade pela plataforma HBO Max. A plataforma só vai estrear no Brasil em 29 de junho. smelly cat – lisa kudrow and lady gaga pic.twitter.com/ZbqWRdE9y5 — friends reunion scenes (@scenesofriends) May 27, 2021

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  • Série

    Chris Noth reprisará papel de Mr. Big no revival de “Sex and The City”

    26 de maio de 2021 /

    O ator Chris Noth, até hoje lembrado como o Mr. Big de “Sex and The City”, voltará ao papel no revival da série na HBO Max. Após diversas especulações, a participação do ator foi confirmada em “And Just Like That…”, nome que recebeu a continuação da série em streaming. “Estou animado para trabalhar com Chris de novo em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo da história de ‘Sex and The City’ sem o nosso Mr. Big?”, disse Michael Patrick King, produtor da série, em comunicado. As gravações da nova produção estão previstas para ocorrer entre junho em agosto, em Nova York, mas não está claro se o intérprete do interesse amoroso – e agora marido – de Carrie (Sarah Jessica Parker) terá participação fixa na série de 10 episódios ou apenas participará de um capítulo como convidado. Ele integra atualmente o elenco da série “The Equalizer”, renovada para a 2ª temporada pela rede americana CBS. O revival contará com o retorno de três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Ela ficou fora da nova produção.

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  • Música,  Série

    Lady Gaga vai cantar “Smelly Cat” no especial de “Friends”

    26 de maio de 2021 /

    O diretor e produtor de “Friends: The Reunion”, Ben Winston, revelou como vai acontecer a participação de Lady Gaga no especial de reencontro dos atores de “Friends”. A cantora vai participar de um momento icônico, ao fazer dueto com Lisa Kudrow na música “Smelly Cat”. A música desafinada e constrangedora marcou a trajetória de Phoebe Buffay, personagem da atriz, que tentava decolar como artista na série. Em entrevista à revista Variety, Winston explicou que Kudrow concordou em reviver a canção no especial, mas queria realizar um dueto com algum artista. Assim, ambos procuraram quem topasse, até confirmarem a presença de Lady Gaga. “Ambos concordamos que Gaga, se conseguíssemos, seria a melhor porque ela se identifica e se sente muito próxima da Phoebe de várias formas. A própria Gaga diz isso no especial. Foi um momento realmente lindo”, contou o diretor. “Friends: The Reunion” terá ainda participações de Justin Bieber e BTS, além de vários atores que apareceram ao longo dos dez anos de exibição original de “Friends”. Mas Winston já jogou água fria em que espera um número musical do grupo sul-coreano, dizendo que eles aparecem apenas para dizer como foram influenciados pela série. O especial estreia já na quinta (27/5) nos EUA, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês para assistir a reunião, que será disponibilizado com exclusividade pela plataforma HBO Max. A data de estreia da plataforma no Brasil foi revelada nesta quarta (26/5): marcada para o dia 29 de junho.

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  • Série

    Scooby-Doo fará parodia dos especiais de reencontro de séries clássicas

    25 de maio de 2021 /

    A programação da rede The CW terá três especiais de fim de ano em 2021. Além do telefilme que prestará homenagem aos 50 anos de “Os Waltons”, outro destaque será uma animação inédita do Scooby Doo. Intitulada, em inglês, “The Scooby-Doo Reunion Special”, a atração será uma paródia dos especiais de reencontros de elencos de séries clássicas. Assim como em “Friends: The Reunion”, o desenho vai mostrar os personagens da série “Scooby-Doo” nos estúdios da Warner Bros. para lembrar de seus episódios favoritos e contar segredos dos bastidores das gravações. Mas há uma reviravolta narrativa nessa história. Scooby, Salsicha, Fred, Daphne e Velma logo descobrem que os estúdios são assombrados e decidem livrar a Warner de seus problemas com monstros. A produção está a cargo da Warner Bros. Animation, responsável pelos longas animados da turma do Scooby, e a Abominable Pictures, empresa do produtor-roteirista Jonathan Stern, criador das divertidas séries “Childrens Hospital”, do spin-off “Patrulha Médica” (Medical Police) e da última encarnação do “Mystery Science Theater 3000”. Embora o anúncio não tenha revelado participações especiais, Scooby-Doo tem tradição de encontrar personagens e artistas famosos em seus desenhos. Mais recentemente, os personagens contracenaram com a banda Kiss num longa animado e participaram de um episódio especial – maravilhoso – da série “Supernatural” na própria CW.

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  • Série

    Série clássica “Os Waltons” vai ganhar remake televisivo

    25 de maio de 2021 /

    A rede The CW anunciou que vai produzir três especiais de fim de ano em 2021. Um deles prestará homenagem a uma das séries mais famosas dos anos 1970: “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcará os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção original era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O novo especial será narrado por Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, será vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contará com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton, mas os demais nomes ainda não foram confirmados. A história repetirá a premissa do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que mudará a vida de John Boy para sempre. O novo telefilme está sendo sendo produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, e conta com roteiro de Jim Strain, direção de Lev L. Spiro e produção executiva de Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Caso o especial atraia um grande público, o presidente do canal, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana nesta terça-feira (25/5) que consideraria repetir o fenômeno original e aprovar uma série, retomando a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos.

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  • Série

    Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”

    19 de maio de 2021 /

    A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)

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    Série “Psych” vai ganhar terceiro filme

    16 de maio de 2021 /

    A plataforma americana de streaming Peacock encomendou um terceiro filme derivado da série “Psych”, que acabou em 2014 após oito temporadas, mas ainda segue rendendo continuações. Intitulado “Psych 3: This Is Gus”, a atração vai girar em torno do casamento de Burton “Gus” Guster, personagem de Dulé Hill. Escrito, dirigido e produzido pelo criador da série, Steve Franks, a série voltará a juntar o médium de mentirinha Shawn Spencer (James Roday), seu assistente Burton “Gus” Guster (Dulé Hill) e seus amigos no departamento de polícia de Santa Mônica, Carlton “Lassie” Lassiter (Timothy Omundson), Juliet O’Hara (Maggie Lawson), a chefe Karen Vick (Kirsten Nelson), Buzz McNab (Sage Brocklebank) e o pai de Shawn, Henry Spencer (Corbin Bernsen). Como novidade, a noiva será interpretada por Jazmyn Simon (“Ballers”). Ainda não há previsão de estreia da produção. Veja abaixo o vídeo que anuncia o projeto, publicado no Instagram da plataforma. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Peacock (@peacocktv)

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    Especial de “Friends” terá Justin Bieber, BTS e Lady Gaga

    13 de maio de 2021 /

    Além de revelar o teaser e a data de “Friends: The Reunion”, especial de reencontro do elenco da série clássica “Friends”, a plataforma HBO Max anunciou uma lista de convidados especiais da atração. E dá até para imaginar “Friends: The Musical” com essa relação. O programa vai contar com participação dos músicos Justin Bieber, BTS e Lady Gaga, além da ativista Malala Yousafzai, o ex-jogador de futebol David Beckham, a ex-modelo Cindy Crawford, o apresentador James Corden e os atores Kit Haringon (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). Rumores já tinham mencionado Bieber num contexto inusitado. Ele participaria de um esquete, reencenando uma cena famosa da série. Além destes famosos, o especial também incluirá atores que participaram da série original, como James Michael Tyler (Gunther), Maggie Wheeler (Janice), Reese Witherspoon (Jill, a irmã de Rachel), Tom Selleck (Richard), Elliott Gould e Christina Pickles (Jack e Judy, pais de Ross e Monica). Ainda assim, não será realmente uma surpresa se a HBO Max tiver guardado outras “surpresas” – alô, Brad Pitt e Paul Rudd, cadê vocês? Mas as grandes atrações são mesmo os astros originais da série, Jennifer Aniston (Rachel), Courteney Cox (Monica), Lisa Kudrow (Phoebe), Matt LeBlanc (Joey), Matthew Perry (Chandler) e David Schwimmer (Ross), que vão se reencontrar no mesmo cenário da produção dos anos 1990 para trocar abraços e relembrar os bons velhos tempos. Vale lembrar que “Friends: The Reunion” não é um novo episódio de “Friends”, mas um programa sem roteiro em que os atores resgatarão as memórias da sitcom, exibida originalmente em dez temporadas, entre 1994 e 2004, e maratonada até hoje em streaming. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. A direção está a cargo de Ben Winston (“The Late Late Show with James Corden”), que também assina a produção ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. “Friends: The Reunion” vai chegar em duas semanas na HBO Max, no dia 27 de maio. O que é muito bom para os fãs americanos, mas os brasileiros terão que esperar a plataforma da WarnerMedia estrear por aqui, o que deve demorar ainda mais um mês. A menos que haja surpresas – a HBO Max fará um anuncio no Brasil… em 26 de maio!

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    Reunião de “Friends” ganha teaser e data de estreia

    13 de maio de 2021 /

    O especial de reencontro do elenco de “Friends” ganhou seu primeiro teaser, que apresenta o título oficial e a data de estreia. Chamado de “Friends: The Reunion”, o especial vai chegar em duas semanas na HBO Max, no dia 27 de maio. Bom para os fãs americanos da série clássica, mas os brasileiros terão que esperar a plataforma da WarnerMedia estrear por aqui, o que deve demorar ainda mais um mês. A menos que haja surpresas – a HBO Max fará um anuncio no Brasil… em 26 de maio! Apesar de divulgar o título e a data, o vídeo economiza detalhes, sem nem sequer mostrar os protagonistas de frente. Eles aparecem de costas, andando abraçados pelas ruas cenográficas do estúdio da Warner Bros. localizado em Burbank, na Califórnia – cena que evoca imagens da série clássica (veja acima). David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc avançam em câmera lenta por 20 segundos, até um letreiro surgir para anunciar “The One Where They Get Back Together” (Aquele em que eles se reencontram), adotando a nomenclatura original dos títulos da série. Maiores informações vieram via comunicado da WarnerMedia, que revelou vários convidados especiais. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. A direção está a cargo de Ben Winston (“The Late Late Show with James Corden”), que também assina a produção ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros.

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    Billie Hayes (1924-2021)

    4 de maio de 2021 /

    A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.

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    Johnny Crawford (1946–2021)

    1 de maio de 2021 /

    Johnny Crawford, um dos integrantes do Clube do Mickey original e estrela mirim da série clássica “O Homem do Rifle”, morreu na quinta-feira (29/4) aos 75 anos, após contrair covid-19. Ele sofria de Alzheimer há dois anos. John Ernest Crawford nasceu numa família de artistas – seu avô paterno trabalhou com o grande compositor Irving Berlin – e tinha apenas quatro anos quando começou a aparecer na TV como “cantor”. Quando completou nove anos em 1955, entrou no Clube do Mickey, estrelando 16 episódios da 1ª temporada, de onde saiu para uma carreira de participações televisivas em séries como “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger), “Caravana” (The Wagon Train), “Paladino do Oeste” (Have Gun, Will Travel), “The Frank Sinatra Show”, “The Danny Thomas Show” e muitas outras. Em 1958, ele conseguiu o papel de Mark McCain, filho do protagonista da série “O Homem do Rifle”, um rancheiro viúvo do Velho Oeste interpretado por Chuck Connors. A participação na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Coadjuvante em 1959, com apenas 13 anos de idade. Por sinal, a cerimônia marcou a história da família do menino, porque a mesma edição também teve indicação ao irmão de Johnny, Bobby Crawford, por sua performance num episódio de “Playhouse 90”, e até para seu pai, Robert Crawford, como editor no programa “The Bob Cummings Show”. Aproveitando o sucesso de “O Homem do Rifle”, o jovem Crawford gravou várias músicas e lançou alguns discos. O maior hit, “Cindy’s Birthday”, chegou a atingir o 8º lugar nas paradas de sucesso dos EUA em junho de 1962. A série, porém, chegou ao fim no ano seguinte, após cinco temporadas. Embora não tenha encontrado outro papel de destaque, o ator permaneceu na TV até os anos 1970, aparecendo nas mais diversas atrações, especialmente séries de western como “Couro Cru” (Rawhide), “Lancer”, “Big Valley”, “Glenn Ford é a Lei” (Cade’s County) e, mais tarde, “Os Pioneiros” (Little House on the Prairie). Ele também viveu um adolescente rebelde com destaque no filme “The Restless Ones”, de 1965, e ainda apareceu na comédia sci-fi “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado de Ron Howard, e no western clássico “El Dorado” (1966) com John Wayne. Mas foi convocado a lutar no Vietnã e encontrou grande dificuldade de retomar a carreira ao voltar da guerra. Mesmo assim, ele ainda estrelou a cultuada comédia “O Macaco Nu” (1973), produzida por Hugh Hefner (o dono da Playboy) e co-estrelada por Victoria Principal (que logo depois faria “Dallas”). Nos anos 1980, ainda teve um papel recorrente na série de aventura “Crossbow: As Aventuras de Guilherme Tell”, mas a esta altura já tinha praticamente abandonado a TV, devotando-se a sua outra especialidade: a música. Ele se tornou cantor de bandas como The Nighthawks e The Johnny Crawford Dance Orchestra, devotada ao swing da era das big bands. E foi como cantor que voltou a aparecer nos cinemas em 1999, fazendo uma participação no thriller sci-fi “13º Andar”. Curiosamente, ele também se tornou um membro da associação profissional de cowboys de rodeio, aproveitando que sua experiência com cavalos vinha desde a infância televisiva.

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