Astro de filme vencedor da Palma de Ouro será Drácula na nova série dos criadores de Sherlock
O ator dinamarquês Claes Bang, que ficou conhecido pelo papel principal de “The Square: A Arte da Discórdia”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, vai viver o Conde Drácula numa nova série, coproduzida pela BBC e a Netflix. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, que vão escrever todos os episódios de “Drácula”, seguindo o mesmo formato de sua famosa série “Sherlock”. Ou seja, a 1ª temporada será curta, mas os episódios terão longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Não será a primeira vez que a história de Drácula vai parar na TV. A série mais recente inspirada pela criação de Bram Stoker foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, trazia Jonathan Rhys Meyers no papel-título, mas acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Em alta desde a projeção internacional de “The Square”, Claes Bang pode ser visto atualmente nos cinemas em “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”.
Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC
Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.
Rumor afirma que Jodie Whittaker pode deixar de ser Doctor Who já na próxima temporada
A primeira mulher a viver Doctor Who também pode se tornar um dos intérpretes que menos tempo durou no papel. Pouco mais de dois meses após a estreia de Jodie Whittaker como Doctor Who, a revista britânica de ficção científica Starburst e o site de fãs Outpost Skaro afirmam ter ouvido de fontes confiáveis que a produção da série estaria passando por problemas, que podem resultar na saída da atriz. O problema estaria, ironicamente, no sucesso da nova versão da série, estrelada por Whittaker e produzida por Chris Chibnall. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que vem registrando ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas Chibnall afirma que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse estaria levando o showrunner a considerar sua demissão, embora o Outpost Skaro afirme que as negociações podem resultar numa temporada mais curta, de cinco episódios, para manter o time atual. Caso isso não seja possível, Chibnall faria meia temporada e sairia em plena 12ª temporada. Aparentemente, o contrato de Chibnall prevê apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Jodie Whittaker teria dito, segundo as fontes da Starburst, que não pretende continuar na série sem Chibnall. Além disso, ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que não lhe agrada. A atriz também esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. Quem ficou menos tempo no papel de “Doctor Who” foi Christopher Eccleston, com 13 episódios em 2005. A BBC não comentou a suposta polêmica.
Death and Nightingales: Minissérie britânica com ator de Cinquenta Tons de Cinza ganha trailer
A BBC divulgou fotos e o trailer da nova minissérie “Death and Nightingales”, que volta a reunir o diretor e roteirista Allan Cubitt com o ator Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), após trabalharam juntos na série “The Fall”. Com três episódios, o drama de época também reúne em seu elenco Ann Skelly (“Red Rock”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Baseada no romance homônimo de Eugene McCabe, “Death and Nightingales” é uma história de amor, traição, desilusão e vingança, ambientada na Irlanda rural do final do século 19 durante um período de 24 horas tensas. Tudo acontece no dia do aniversário de 23 anos de Beth Winters (Ann Skelly), que também foi o dia em que ela decidiu se juntar ao charmoso Liam Ward (Jamie Dornan) para escapar de sua vida reprimida e do relacionamento complexo com seu padrasto Billy (Matthew Rhys). Ainda não há previsão para a estreia da minissérie.
Laurence Fishburne vai estrelar nova série de discos voadores
O ator Laurence Fishburne se prepara para ter um contato imediato do primeiro grau com um disco voador na Inglaterra. Ele vai estrelar e produzir “Rendlesham”, projeto de série sci-fi desenvolvido pela produtora indie britânica Eleventh Hour Films em parceria com a Sony. Criada por Joe Ahearne, roteirista de “Doctor Who” e do filme “Em Transe” (2013), “Rendlesham” pretende explorar um incidente supostamente real que aconteceu no povoado que lhe dá nome, em meio à floresta da região de Suffolk, na Inglaterra, em dezembro de 1980. A trama vai se passar entre esse período e o presente, acompanhando o protagonista Tyrone (Fishburne), um aviador americano aposentado, que servia na base aérea da região durante o auge da Guerra Fria e retorna pela primeira vez para o local desde o incidente. Ao lado da esposa e do filho, ele chega para visitar o sogro moribundo e é forçado a enfrentar eventos que o assombraram a vida toda. A série é descrita como uma antologia de oito episódios, o que significa que cada capítulo deve contar a história de um personagem diferente, envolvendo o fatos misteriosos ocorridos no povoado que ficou conhecido como o “Roswell inglês”, após os moradores afirmarem ter visto um objeto prateado sobrevoando a região. De acordo com as testemunhas, o objeto pairou no ar por algum tempo e depois desapareceu entre as árvores. Na ocasião, o tenente-coronel Charles Halt chegou a filmar o OVNI, levando os norte-americanos à loucura e dando margem a uma infinidade de teorias da conspiração. Ainda não há plataforma ou canal de TV envolvidos no projeto.
Doctor Who não terá especial de Natal em 2018
O novo showrunner de “Doctor Who”, Chris Chibnall, decidiu encerrar a tradição do especial de Natal da atração. Pela primeira vez desde que a série foi relançada em 2015, o próximo dia 25 de dezembro vai acontecer sem grandes ameaças apocalípticas e invasões alienígenas. Aparentemente, após 13 anos do evento anual, a equipe criativa ficou sem ideias para uma nova história de Grinchs intergaláticos. “Eu meio que acho que já sugamos tudo que pudemos sobre o Natal em Doctor Who”, chegou a dizer o antecessor de Chibnall, Steven Moffat, também conhecido como o fantasma do Natal passado. Mas isso não significa que não haverá um episódio extra da atração. Durante a San Diego Comic-Con, Chibnall revelou que a temporada, supostamente de 10 episódios, terá 11 capítulos. De acordo com o jornal britânico The Mirror, o capítulo extra é um especial de réveillon. Em vez de um evento natalino, a versão do Doctor Who vivida por Jodie Whittaker viverá uma história relacionada à noite do novo ano. “Doctor Who” é exibido no Brasil pelo serviço de streaming Crackle, da Sony.
Série de bruxas A Discovery Of Witches é renovada para mais duas temporadas
O canal pago britânico Sky renovou “A Discovery of Witches” para mais duas temporadas. A série se tornou a maior audiência do canal em 2018 e o anúncio coincide com a exibição do último episódio produzido, que vai ao ar nesta sexta (2/11) no Reino Unido. Como os primeiros capítulos adaptaram integralmente o livro que abre a “Trilogia das Almas” (All Souls no original), as próximas temporadas deverão transpor os dois volumes que completam a coleção literária de Deborah Harkness. A atração tem o nome do primeiro livro, lançado no Brasil como “A Descoberta das Bruxas”. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Os atores que vivem o par central são bem mais velhos que Kristen Stewart e Robert Pattinson na época de “Crepúsculo”. O elenco é encabeçado por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”), nos papéis de Diana e Matthew. E assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Entre os demais intérpretes da atração também se destacam Owen Teale (série “Game of Thrones”), Julian Kostov (“Leatherface”), Alex Kingston (série “Doctor Who”), Valarie Pettiford (série “Valor”), Lindsay Duncan (“Alice Através do Espelho”), Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demon”), Louise Brealey (série “Sherlock”), Aiysha Hart (série “Atlântida”), Edward Bluemel (“O Passageiro”) e a sueca Malin Buska (“A Jovem Rainha”). A adaptação foi escrita por Kate Brooke (roteirista da série “Mr. Selfridge”), Sarah Dollard (“Doctor Who”) e Tom Farrelly (“Raw”) e a direção da 1ª temporada foi realizada por Juan Carlos Medina (“Insensíveis”), Sarah Walker (série “Wolfblood”) e Alice Troughton (série “Legends of Tomorrow”). Já a 2ª temporada será assinada por Sarah Dollard e Susie Conklin (“The Musketeers”), e mostrará os personagens de Goode e Palmer escondendo-se no passado, no traiçoeiro mundo da Londres elisabetana, onde devem encontrar uma poderosa professora de bruxas para ajudar Diana a controlar sua magia e encontrar o indescritível Livro da Vida. A série ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
The Last Kingdom: Fotos e trailer legendado revelam batalhas e a data de estreia da 3ª temporada
A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” não vai demorar a estrear. A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado dos novos episódios, que, entre cenas de batalhas, revela a data de seu lançamento. Como curiosidade, a prévia também traduz os invasores “danes” como daneses, preservando a forma como os vikings eram originalmente chamados, enquanto traduções anteriores optaram por chamá-los de dinamarqueses – sinônimos. A Netflix assumiu a série após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Eduardo (ou Edward, no original em inglês) é um dos personagens destacados nas imagens divulgadas, interpretado por Timothy Innes (“Harlots”). Além dele, as fotos apresentam três novidades do elenco: Ola Rapace (“007: Operação Skyfall”) e Magnus Brunn (“Terra de Minas”) como os guerreiros vikings Bloodhair e Cnut, e Thea Sofie Loch Naess (“Dryads – Girls Don’t Cry”) como uma vidente perigosa, chamada Skade. Os novos episódios estreiam em 19 de novembro.
Emma Thompson vai viver política controversa em série futurista do responsável pelo revival de Doctor Who
A atriz Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) vai estrelar uma nova série futurista da HBO intitulada “Years & Years”, que foi criada por Russell T. Davies, o showrunner original do revival de “Doctor Who” (responsável pela atração por uma década, de 2005 a 2015). A produção gira em torno uma família britânica, os Lyons, acompanhando-os ao longo de 15 anos, a partir de 2019, através de instabilidade política, avanços tecnológicos e mudanças econômicas do país. “Descobriremos se essa família comum poderia mudar o mundo”, descreve Davis em comunicado. Thompson interpretará Vivienne Rook, uma celebridade que virou política, cujas opiniões controversas dividem a nação. O elenco também inclui Rory Kinnear (“Penny Dreadful”) como Stephen Lyons, um consultor financeiro que é casado com Celeste, interpretada por T’Nia Miller (“Marcella”), uma contadora ambiciosa. Russell Tovey (“Quantico”), Jessica Hynes (“Paddington 2”) e Ruth Madeley (“The Level”) vivem os irmãos do protagonist e Anne Reid (“Boneco de Neve”) completa o elenco como a vovó. A produção já está sendo gravada em Manchester, na Inglaterra, com direção de Simon Cellan Jones (“Boardwalk Empire”). Por enquanto, não há previsão de estreia.
Sam Claflin entra na 5ª temporada de Peaky Blinders
Depois do anúncio da contratação de Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), o elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders” teve diversos novos integrantes confirmados, entre eles outro ator famoso, Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Os demais incluem e Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”), Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”), Emmett J Scanlan (“Safey”), Elliot Cowan (“Krypton”), Charlene McKenna (“Ripper Street”), Andrew Koji (“The Inocentes”) e Daryl McCormack (“Vikings”). Nenhuma descrição de personagem do novo elenco foi divulgada. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.
Já ouviu falar na série Segurança em Jogo? “Tradução” da Netflix esconde maior sucesso britânico da década
A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), bastante comentada por bater recorde de audiência no Reino Unido, ganhou trailer legendado para seu lançamento na Netflix. O detalhe é que a plataforma resolveu ignorar toda a divulgação espontânea da imprensa nacional, que destacou o sucesso sem precedentes da atração, ao trocar seu título por um nome que nem forçando muito a barra dá para chamar de tradução. A divulgação está sendo focada em algo chamado “Segurança em Jogo”, que provavelmente causará indiferença aos assinantes que aguardam para ver “Bodyguard” (Guarda-costas, em inglês). As decisões tomadas pela Netflix nacional são de espantar até descrentes. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), a série traz Richard Madden como o personagem-título – não “Segurança em Jogo”, mas o título original. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado para proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A exibição do último episódio da temporada no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. O mais impressionante é que continuou a registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A BBC ainda não se pronunciou a respeito de uma 2ª temporada, mas parece óbvio que ela será produzida. Jed Mercurio já falou em planos para quatro temporadas. A série vai chegar ao Brasil na quarta-feira (24/10), e é uma pena que a Netflix tenha decidido dificultar que o público a identifique em sua programação.
BBC oficializa produção da série Drácula, desenvolvida pelos criadores de Sherlock
A rede BBC e a Netflix se associaram para coproduzir uma série baseada em “Drácula”, desenvolvida pela dupla responsável por “Sherlock”, a aclamada atração que atualizou as histórias de Sherlock Holmes. Os roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat vão escrever todos os episódios e adotarão o mesmo formato de “Sherlock”. Ou seja, será uma temporada curta com episódios de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. “Sempre existiram histórias sobre o mal. O que é especial em Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói”, dissem Gatiss e Moffat no comunicado que oficializou a produção. A série mais recente de Drácula foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da dupla desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma adaptação da sci-fi “The Time Traveler’s Wife” como série para a HBO.
Anya Taylor-Joy entra na 5ª temporada da série Peaky Blinders
A rede BBC anunciou que Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) entrou no elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders”. E o anúncio já veio acompanhado de uma foto da atriz caracterizada como sua personagem. Veja abaixo. Não foi divulgado qual será o papel da atriz, mas ela declarou ao site Deadline que “não poderia estar mais animada em me juntar a um grupo tão talentoso de pessoas”. “Mal posso esperar para interpretar esse personagem”, acrescentou. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida. .@anyataylorjoy welcome to Birmingham. #PeakyBlinders @ThePeakyBlinder Photo by: Anthony Byrne pic.twitter.com/1fGoOpzwdk — BBC One (@BBCOne) October 12, 2018












