Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.
David Schwimmer vai estrelar sua primeira série de comédia desde Friends
David Schwimmer terá seu primeiro papel fixo numa série de comédia desde o final de “Friends” em 2004. O eterno Ross será protagonista de “Intelligence”, produção do canal pago britânico Sky. Na trama, ele interpreta um agente americano da NSA sedento por poder, que é realocado no Reino Unido. Ele se junta a Nick Mohammed (“Perdido em Marte”) no projeto, formando uma unidade do governo britânico que combate cyber crimes. Além de coestrelar com Schwimmer, Nick Mohammed é o criador da série. Schwimmer participou recentemente de “Will & Grace” e deve ter sentido saudades do humor televisivo. Numa guinada na carreira, após o fim de “Friends” o ator tinha optado por fazer papéis dramáticos, além de ter virado diretor. “Intelligence” terá seis episódios iniciais e será exibida internacionalmente pela Sky Vision.
Netflix renova The Last Kingdom para a 4ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “The Last Kingdom”. A notícia foi acompanhado por um vídeo divertido em que Alexander Dreymon, intérprete do protagonista Uhtred, aparece em trajes modernos convocando o elenco para uma nova aventura, rumo à 4ª temporada. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 11 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2018. Os novos episódios não tem previsão de estreia. ATTENTION ARSELINGS. Uhtred and co. have some exciting news to bring a little extra festive cheer! .#TheLastKingdom #Netflix #GoingToSeason4 #season4 pic.twitter.com/3TRgeFgnCe — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) December 21, 2018
Série clássica Queer as Folk vai ganhar segundo remake americano
A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pelo canal pago Bravo. Criada em 1999 por Russell T. Davies, que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” (em 2005), “Queer as Folk” acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para ganhar remake norte-americano em 2000, que rendeu mais cinco anos de produção e ampliou o leque de histórias com personagens lésbicas. Seu sucesso na TV paga dos Estados Unidos inspirou novas produções, como “The L Word” (2004–2009). O detalhe é que a trama original dificilmente seria exibida nos dias de hoje, já que o personagem de Hunnam tinha 15 anos quando apareceu fazendo sexo com um dos protagonistas gays. Por isso, apesar de Davies estar listado como produtor do novo remake, a nova versão americana contará uma história diferente. O responsável pelo desenvolvimento do remake é Stephen Dunn, diretor-roteirista canadense do premiado filme LGBTQIA+ “O Monstro no Armário” (2015). E ele pretende abordar novas tramas e personagens, ambientando a série na América do Norte e nos dias atuais. O canal Bravo ainda não divulgou previsão de estreia.
Black Mirror teve episódio gravado no Brasil, que estaria prestes a estrear
Um mistério ronda a produção da 5ª temporada da série “Black Mirror”. Os atores Beto Sargentelli e Eline Porto, mais conhecidos no mundo dos musicais, revelaram ter participado das gravações de um episódio da série sci-fi britânica gravado no Brasil. As biografias dos dois, publicadas no site oficial do musical “Os Últimos 5 Anos” – que ficou em cartaz entre setembro e novembro em São Paulo – revelam este detalhe e outras informações sobre o “capítulo brasileiro” da série. O texto do perfil Beto Sargentelli afirma que ele “poderá ser visto em breve no único episódio gravado no Brasil da série do Netflix ‘Black Mirror'”. Já o perfil de Eline Porto vai além e entrega que Owen Harris dirigiu o episódio. Trata-se do mesmo diretor do aclamado episódio “San Junipero”, que integra a 3ª temporada e venceu o prêmio Emmy. Ele também assinou “Be Right Back”, da 2ª temporada. “Recentemente foi dirigida pelo inglês Owen Harris no único episódio gravado no Brasil da série ‘Black Mirror’ e fez uma participação na série ‘Coisa mais linda’ (Direção – Caito Ortiz) que vai ser lançada em 2019 na Netflix”, descreveu a atriz. Em março, o site Buzzfeed chegou a noticiar que uma equipe de “Black Mirror” viria ao Brasil para gravar um episódio em abril, mas a Netflix não confirmou. A Netflix continua até agora a não confirmar as informações. Oficialmente, o serviço de streaming diz não ter novidades sobre a 5ª temporada de “Black Mirror”. Aliás, a Netflix não fala nem de um filme “perdido” da série, que surgiu do nada entre os próximos lançamentos na plataforma, com estreia marcada para 2018. Ou seja, para daqui a no máximo 10 dias. Foi na quarta (19/12) que o serviço passou a incluir em seu catálogo uma imagem de “Black Mirror: Bandersnatch”, com o selo “um filme Netflix”, programado para 28 de dezembro. A informação foi confirmada nas redes sociais do serviço. Mas logo imediata e misteriosamente apagada. Veja abaixo o registro. Serão as duas coisas uma coisa só? Isto é, o episódio brasileiro seria o filme de “Black Mirror” que “poderá ser visto em breve” – isto é, na sexta (28/12) que vem? Provavelmente não, já que imagens feitas em Londres no começo do ano mostraram gravações de um episódio ainda não exibido de “Black Mirror”, com visual dos anos 1980. Uma das fotos registrou uma placa com o título “Bandersnatch” – que é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mistério. Ou divulgação danada de ruim. @oliviat_93 Hi Olivia. Black Mirror is also filmed today and tomorrow at One Croydon. pic.twitter.com/aHkP25SOoX — Boskee (@boskee_voitek) April 23, 2018
Filme derivado de Downton Abbey ganha primeiro teaser
A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro teaser do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. A prévia mostra apenas o cenário conhecido da atração, por dentro e por fora. E revela que o filme terá o mesmo título da série. Talvez por isso também existam muitos avisos sobre o lançamento da produção ser exclusivo dos cinemas. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, “Downton Abbey” tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará com as voltas de Michelle Dockery, Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. O filme não contará, porém, com a atriz que ganhou mais projeção após o final da série. Lily James justificou sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na série, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido e uma semana depois nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.
Após impasse, 12ª temporada de Doctor Who só vai estrear em 2020
A BBC confirmou a produção de 12ª temporada de “Doctor Who” com um hiato maior que o costume. Os novos episódios vão demorar um ano para ser exibidos. A 11ª temporada chegou ao fim no último domingo (9/12) e um especial de Natal está previsto para daqui a três semanas. Mas, depois disso, os fãs terão que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Este espaçamento foi confirmado após muitos rumores envolvendo uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall, que teriam ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Para piorar, Jodie Whittaker teria dito, ainda segundo as fontes da Starburst, que não pretendia continuar na série sem Chibnall. Ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que também não lhe agradava. Assim como o showrunner, a atriz esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. A BBC não comentou a suposta polêmica. Em vez disso, simplesmente anunciou que não lançará nenhum episódio de “Doctor Who” em 2019 após o especial de Ano Novo, que vai ao ar em 1 de janeiro. O lançamento da 12ª temporada em 2020 dará a Chibnall o tempo que ele queria para escrever os episódios.
Jodie Whittaker confirma que volta como Doctor Who na próxima temporada da série
Para dar fim aos rumores, a atriz Jodie Whittaker confirmou que retorna como a protagonista de “Doctor Who” na 12ª temporada da série. A atriz, que vive a 13ª versão do personagem e é a primeira mulher no papel titular, disse à revista The Hollywood Reporter que “mal pode esperar para voltar ao trabalho” e que “tem sido uma jornada tão extraordinária que eu não estou pronta para passar para a frente ainda”. Os rumores de que ela poderia repetir Christopher Eccleston e sair da série após uma temporada surgiram em novembro. O problema estaria, ironicamente, no sucesso da nova versão da série, produzida por Chris Chibnall. O novo showrunner foi parceiro da atriz na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” juntos, na atual 11ª temporada, que vem registrando ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo o rumor, Chibnall queria menos episódios ou uma pausa maior para manter a mesma qualidade. O impasse estaria levando o showrunner a considerar sua demissão. Jodie Whittaker teria dito, segundo as fontes da revista Starburst, que não pretenderia continuar na série sem Chibnall. O canal britânico BBC ainda não anunciou nada oficialmente, muito menos o retorno de Whittaker, o que alimentou as especulações, já que a 11ª temporada se encerra no próximo domingo (9/12). Por enquanto, segue confirmado apenas o especial de Ano Novo da série.
Idris Elba retoma seu papel mais famoso no trailer da 5ª temporada de Luther
A rede britânica BBC divulgou a sinopse e o primeiro trailer completo da 5ª temporada de “Luther”, série estrelada por Idris Elba que teve sua última temporada exibida em dezembro de 2015. Desde então, o ator se dedicou mais ao cinema. Mas agora conseguiu uma brecha em sua agenda para retornar em quatro novos episódios, com o objetivo de resolver os “assuntos em aberto” do detetive John Luther, personagem que o projetou. A prévia revela que um desses assuntos é o destino de Alice Morgan. A personagem de Ruth Wilson (“The Affair”), supostamente morta, pode ser vista em uma fração de segundo ao fim do vídeo, enquanto Benny (Michael Smiley) afirma: “Eu sempre pensei que ela seria o seu fim. Parece que ela vai ser o fim de todos nós”. Segundo a sinopse oficial, “quando as sombras sem lua de Londres dão origem a um novo pesadelo, o detetive John Luther é mais uma vez convocado a mergulhar nas profundezas da depravação humana. Enquanto as matanças monstruosas e aparentemente indiscriminadas se tornam cada vez mais audaciosas e públicas, Luther e a nova recruta, Catherine Halliday, são confundidas por um emaranhado complexo de pistas e desorientação que parece destinado a proteger uma corrupção intocável. Mas, mesmo que o caso o aproxime mais do que nunca da verdadeira face do mal, ele é forçado a confrontar os demônios não enterrados de seu próprio passado recente. De volta à linha de fogo, ele deve escolher quem proteger e quem sacrificar. Seu próximo passo terá consequências devastadoras para os que estão ao seu redor – e o mudará para sempre”. Os novos episódios, escritos pelo criador da atração, Neil Cross, estreiam em janeiro no Reino Unido.
Peaky Blinders: Personagem de Sam Claflin ganha primeira foto
A BBC divulgou a primeira foto de Sam Claflin (“Vidas à Deriva”) caracterizado como seu personagem na série “Peaky Blinders”. Ele viverá um político na 5ª temporada da produção, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores dos Estados Unidos. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político carismático (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue que dá nome à produção. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.
Astro de filme vencedor da Palma de Ouro será Drácula na nova série dos criadores de Sherlock
O ator dinamarquês Claes Bang, que ficou conhecido pelo papel principal de “The Square: A Arte da Discórdia”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, vai viver o Conde Drácula numa nova série, coproduzida pela BBC e a Netflix. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, que vão escrever todos os episódios de “Drácula”, seguindo o mesmo formato de sua famosa série “Sherlock”. Ou seja, a 1ª temporada será curta, mas os episódios terão longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Não será a primeira vez que a história de Drácula vai parar na TV. A série mais recente inspirada pela criação de Bram Stoker foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, trazia Jonathan Rhys Meyers no papel-título, mas acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Em alta desde a projeção internacional de “The Square”, Claes Bang pode ser visto atualmente nos cinemas em “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”.
Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC
Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.
Rumor afirma que Jodie Whittaker pode deixar de ser Doctor Who já na próxima temporada
A primeira mulher a viver Doctor Who também pode se tornar um dos intérpretes que menos tempo durou no papel. Pouco mais de dois meses após a estreia de Jodie Whittaker como Doctor Who, a revista britânica de ficção científica Starburst e o site de fãs Outpost Skaro afirmam ter ouvido de fontes confiáveis que a produção da série estaria passando por problemas, que podem resultar na saída da atriz. O problema estaria, ironicamente, no sucesso da nova versão da série, estrelada por Whittaker e produzida por Chris Chibnall. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que vem registrando ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas Chibnall afirma que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse estaria levando o showrunner a considerar sua demissão, embora o Outpost Skaro afirme que as negociações podem resultar numa temporada mais curta, de cinco episódios, para manter o time atual. Caso isso não seja possível, Chibnall faria meia temporada e sairia em plena 12ª temporada. Aparentemente, o contrato de Chibnall prevê apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Jodie Whittaker teria dito, segundo as fontes da Starburst, que não pretende continuar na série sem Chibnall. Além disso, ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que não lhe agrada. A atriz também esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. Quem ficou menos tempo no papel de “Doctor Who” foi Christopher Eccleston, com 13 episódios em 2005. A BBC não comentou a suposta polêmica.












