His Dark Materials: Gravações da última temporada já começaram
A atriz Dafne Keen divulgou em seu Instagram que as gravações da terceira e última temporada de “His Dark Materials” estão a todo vapor. Ela postou uma foto do set, ao lado de Amir Wilson, segurando uma claquete que traz a data de 24 de maio, sugerindo que as gravações tiveram início há um mês. O início da produção também foi confirmado oficialmente via comunicado da BBC e da HBO, que anunciou os novos nomes do elenco. Os oito episódios finais estão sendo gravados no País de Gales e na Inglaterra e adaptarão na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conclui as aventuras da menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. Com isso, a produção conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, e seu ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também devem trazer de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto. Já as novidades incluem Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Jamie Ward (“Tyrant”), Kobna Holdbrook-Smith (“Liga da Justiça de Zack Snyder”), Simon Harrison (“Terra de Ninguém”) e Chipo Chung (“Into the Badlands”). Ainda não há previsão para a estreia dos capítulos finais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dafne Keen (@dafnekeen)
BAFTA TV: Michaela Coel vira estrela britânica mais premiada do ano
O BAFTA TV, premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, consagrou Michaela Coel como a estrela de TV mais premiada do Reino Unido em 2021. A cerimônia realizada neste domingo (6/6) celebrou a criação de Coel, “I May Destroy You”, como Melhor Minissérie e ainda a premiou como Melhor Atriz do ano. O detalhe é que a premiação foi dividida em duas partes, com a entrega das chamadas categorias técnicas (BAFTA TV Craft Awards) há duas semanas. Nesta primeira parte, Coel levou mais dois troféus importantes da Academia: Melhor Direção e Roteiro de Drama. Em suma, ela venceu como Atriz, Produtora, Roteirista e Diretora! Para completar, “I May Destroy You” ainda conquistou a categoria de Melhor Edição, somando cinco BAFTAs ao todo. A provocativa série da BBC/HBO mostra Michaela Coel como uma escritora feminista em ascensão e segura de si, que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. A trama toma um rumo dramático quando ela percebe que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. Em número de troféus, “Small Axe”, do cineasta Alexander McQueen, superou “I May Destroy You” com seis BAFTAs, a maioria em categorias técnicas, tanto que neste domingo apenas um prêmio foi comemorado, Melhor Ator Coadjuvante para Malachi Kirby. As demais conquistas foram em Fotografia, Cenografia, Figurino, Maquiagem e Cabelo e Casting. A antologia da BBC/Amazon, com cinco episódios-filmes sobre racismo, era a produção com o maior número de indicações, 15 no total, bem à frente do segundo colocado, “The Crown”, da Netflix, que disputou dez prêmios e não venceu nenhum. A melhor série de drama foi “Save Me Too”. E os demais prêmios de atuação dramática ficaram com Paul Mescal, Melhor Ator por “Normal People”, e Rakie Ayola, Atriz Coadjuvante por “Anthony”. Já as premiações de Comédia ficaram com “Inside No. 9” e os atores Charlie Cooper (por “This Country”) e Aimee Lou Wood (por “Sex Education”). A entrega do BAFTA TV Awards também serviu para ampliar a crise do Globo de Ouro. O prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood ignorou completamente Michaela Coel e “I May Destroy You”, o que alimentou suspeitas de racismo e culminou na denúncia de que os eleitores do Globo de Ouro não possuem nenhum integrante negro entre seus membros. Desde então, o evento enfrenta uma pressão fortíssima para assumir maior diversidade e postura mais ética, sofrendo boicote generalizado da indústria do entretenimento. Confira abaixo a lista dos vencedores nas principais categorias (apenas séries) da premiação. BAFTA TV Awards Melhor Série – Drama “Save Me Too” Melhor Série – Comédia “Inside No. 9” Melhor Minissérie “I May Destroy You” Melhor Ator – Drama Paul Mescal, por “Normal People” Melhor Atriz – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Ator – Comédia Charlie Cooper, por “This Country” Melhor Atriz – Comédia Aimee Lou Wood, por “Sex Education” Melhor Ator Coadjuvante Malachi Kirby, por “Small Axe: Mangrove” Melhor Atriz Coadjuvante Rakie Ayola, por “Anthony” Melhor Série Internacional (não britânica) “Welcome to Chechnya” BAFTA TV Craft Awards Melhor Direção Michaela Coel, Sam Miller, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Comédia Sophie Willan, por “Alma’s Not Normal” Talento Emergente Georgi Banks-Davies (Diretor), por “I Hate Suzie” Melhor Fotografia Shabier Kirchner, por “Small Axe” Melhor Edição Christian Sandino-Taylor e equipe, por “I May Destroy You” Melhor Cenografia Helen Scott, por “Small Axe” Melhor Figurino Jacqueline Durran, por “Small Axe” Melhor Maquiagem e Cabelo Jojo Williams, por “Small Axe” Melhores Efeitos Visuais Russell Dodgson, James Whitlam, Jean-Clement Soret, Robert Harrington, Dan May, Brian Fisher, por “His Dark Materials” Melhor Trilha Sonora Harry Escott, por “Roadkill” Melhor Som Jon Thomas, Gareth Bull, James Ridgway, Dillon Bennett, Eilam Hoffman, por “His Dark Materials” Melhor Casting Gary Davy, por “Small Axe”
Peaky Blinders encerra as gravações de sua última temporada
As contas oficiais de “Peaky Blinders” nas redes sociais anunciaram o final das gravações do último capítulo da saga da gangue britânica dos irmãos Shelby. Depois de agradecer ao elenco e à equipe, que “deram tudo”, a mensagem da produção avisa que o final “vai ser épico”. Veja abaixo. O encerramento dos trabalhos aconteceu seis semanas após a morte da atriz Helen McCrory, intérprete da Tia Polly e uma das principais personagens da trama. Não está claro até que ponto ela participou da 6ª e última temporada, que começou a ser filmada em janeiro, após atraso de um ano em sua produção devido à pandemia. Estrelada por Cillian Murphy, “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano de guerra e chefe de uma gangue que busca expandir os negócios ilícitos da família. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. It’s a wrap! Huge thanks to the cast and crew of #PeakyBlinders season 6. You’ve given this one everything. And it's going to be epic… 📷 @RobertViglasky pic.twitter.com/9QGfWcd2uJ — Peaky Blinders (@ThePeakyBlinder) May 28, 2021
Estrela de “iZombie” vai morar com fantasmas no trailer de “Ghosts”
A rede americana CBS divulgou o trailer do único lançamento de comédia em sua programação para o outono norte-americano (nossa primavera). A atração traz a atriz Rose McIver de volta ao território sobrenatural após o final de “iZombie”, mas em vez de zumbis, desta vez ela tem que lidar com fantasmas. Intitulada “Ghosts” (fantasmas), a produção é um remake da comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo, apenas para descobrir que ela está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. O casal central será formado por McIver e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”). Coprodução do estúdio Lionsgate e da rede britânica BBC, que exibe a série original, a versão americana foi desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e também contará com Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), Brandon Scott Jones (“The Good Place”), Danielle Pinnock (“Jovem Sheldon”), Asher Grodman (“Inez & Doug & Kira”), Richie Moriarty (“The Tick”), Sheila Carrasco (“Jane the Virgin”), Devan Long (“Patrulha do Destino”) e Román Zaragoza (“Austin & Ally”) no elenco.
We Are Lady Parts: Série vai mostrar formação de banda punk muçulmana feminina
A plataforma Peacock divulgou o trailer de “We Are Lady Parts”, série britânica sobre a formação de uma banda punk muçulmana feminina. A prévia mostra como a banda em busca de uma guitarrista encontra uma jovem doentiamente tímida, que sob a aparência comportada é uma Lita Ford enrustida e precisa exatamente de atitude punk em sua vida – ainda que seus pais muçulmanos não entendam como ela foi se misturar com aquelas garotas agressivas. Com seis episódios, a série é uma coprodução do Channel 4 inglês. Foi criada, escrita e dirigida por Nida Manzoor, que já dirigiu episódios de “Doctor Who”, e traz em seu elenco jovem a árabe britânica Aiysha Hart (“A Descoberta das Bruxas”), como a cantora que se recusa a usar hijab, e a singapuriana Anjana Vasan (“Mogul Mowgli”) na pele da guitarrista introvertida. Um detalhe da produção é que todas as garotas tocam seus instrumentos de verdade. “We Are Lady Parts” vai estrear na quinta (20/5) no Reino Unido e em 3 de junho nos EUA.
Sanditon: Theo James revela que não volta na 2ª temporada
Ressuscitada pelo canal público americano PBS após ter sido descartada pela rede britânica ITV, “Sanditon” voltará para mais duas temporadas, mas a atriz Rose Williams (de “Reign/Reinado”) vai perder seu par romântico. O ator Theo James (“Divergente”) anunciou que não retornará para os novos episódios da série. “Embora tenha adorado interpretar Sidney, sempre afirmei que sua jornada terminou como eu queria”, manifestou-se James num texto publicado no Twitter oficial do canal PBS na sexta-feira (7/5). “O fim com sensação de conto de fadas imperfeito entre Charlotte e Sidney é diferente, único e muito interessante para mim. Eu desejo ao elenco e à equipe de ‘Sanditon’ todo o sucesso nas futuras temporadas”, concluiu. O ator encontra-se com a agenda cheia, após assumir um dos papéis principais em “The Time Traveler’s Wife”, nova série da HBO que começará as gravações ainda neste ano. Na série, Sidney Parker, vivido por James, fazia par romântico com Charlotte Heywood (Rose Williams), personagem principal da produção. Filha de uma família rica do interior rural da Inglaterra, a vida de Charlotte passa por uma grande transformação quando ela visita a cidade do título, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar – e para isso precisa atrair turistas abastados. Ela vai embora ao fim da 1ª temporada, deixando o romance interrompido. A saída de James deve alterar os rumos da produção, que originalmente nunca foi terminada em sua forma original. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817, mas não concluiu a trama. Apesar disso, a história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A adaptação da TV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto, como o romance, dividiu opiniões em 2019, originando uma campanha de fãs por uma 2ª temporada, embora a ITV tenha abordado “Sanditon” como uma minissérie. Nesse meio tempo, porém, a atração se tornou um fenômeno internacional, com sucesso até no Brasil, onde foi recentemente disponibilizada pela Globoplay. Após uma longa negociação, o PBS, que exibiu a série nos EUA, assumiu o compromisso de continuar a história. Andrew Davies, responsável pela adaptação original, assumirá a produção, enquanto Justin Young, que escreveu quatro dos primeiros episódios, será o responsável por desenvolver o resto da trama – inédita, pois ultrapassa o texto original de Jane Austen. Como a autora não finalizou a obra, Young terá que imaginar a continuação da história sem Sidney. “Embora Sidney Parker não retorne, tenha a certeza de que uma abundância de romance e aventura está à frente para a heroína de ‘Sanditon'”, diz o texto da PBS que acompanha o recado de Theo James. Veja abaixo. #SanditonPBS will return w/ seasons 2 & 3 and continue Charlotte’s journey through life & love. While Sidney Parker will not return, rest assured that an abundance of romance & adventure lies ahead for the Sanditon heroine. We can’t wait for you to see what we have in store… 💕 pic.twitter.com/8ioma0RbwF — MASTERPIECE | PBS (@masterpiecepbs) May 7, 2021
Claire Foy vai estrelar nova série britânica
A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas de “The Crown”, vai estrear uma nova série. Ela será a protagonista de “Marlow”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming britânica BritBox. A trama gira em torno de duas famílias que vivem em clima de guerra na região onde o rio Tâmisa encontra as águas do Mar do Norte, na Grã-Bretanha. Foy viverá Evie Wyatt, que retorna para sua terra natal após a morte do pai, em busca de respostas e vingança. A série é um projeto do roteirista Tony Grisoni, que venceu o prêmio Bafta TV (o Emmy britânico) por “The Unloved” em 2010, em parceria com o escritor e produtor Simon Maxwell (“Deep State”). “Estou muito feliz por fazer parte deste thriller envolvente. Os roteiros de Tony e Simon são tão sugestivos desse lugar e as reviravoltas e mistérios no centro deste drama são totalmente envolventes”, disse Foy, em comunicado sobre a produção. “Evie Wyatt é uma personagem cativante, complexa e sedutora. Mal posso esperar para entrar em seu lugar.” As gravações estão previstas para começarem no outono europeu, entre setembro e dezembro para um lançamento em 2022.
“Sanditon” é renovada para mais duas temporadas
O canal público americano PBS anunciou a renovação da série “Sanditon” para mais duas temporadas. Originalmente produzida para a TV britânica, “Sanditon” era considerada uma minissérie pelo canal inglês ITV, que não se empenhou em continuar a história depois de sua exibição em 2019. Mas desde então a atração se tornou um fenômeno internacional, com sucesso até no Brasil, onde foi recentemente disponibilizada pela Globoplay. O PBS, que exibiu os primeiros episódios nos EUA, atendeu ao clamor dos fãs e assumiu a produção não apenas da 2ª temporada, mas também de um terceiro ano da série. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood (Rose Williams, de “Reign/Reinado”), uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar, e para isso precisa atrair turistas abastados. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A adaptação da TV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas a história termina, como o romance, de forma abrupta, o que dividiu opiniões, originando uma campanha de fãs para uma 2ª temporada, que, já no ano passado, dava sinais de que deveria mesmo acontecer. A continuação tentará manter o mesmo elenco e já confirmou a volta da atriz Rose Williams no papel da protagonista. Andrew Davies assumirá a produção e Justin Young, que escreveu quatro dos primeiros episódios, será o responsável por desenvolver o resto da história – inédita, pois ultrapassa a trama criada por Jane Austen – , que será conhecida nos próximos capítulos. Para quem gostou de “Bridgerton”, a série é uma ótima opção de romance, intrigas e corações partidos em meio a aristocracia do século 19, com o diferencial de se passar num balneário idílico.
Netflix cancela “A Duquesa” após 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “A Duquesa” (The Duchess) após uma temporada. Lançada em setembro passado, a atração da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) não teve público suficiente e não recebeu encomendas de novos episódios, segundo ela própria anunciou ao podcast “The Secreto to”. Ryan criou, estrelou e produziu a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Na trama, após perceber que a menina era melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. Mas não encontra ou não aprova os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide apelar a seu maior inimigo: o pai da primeira filha. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Quando lançou a série, Katherine Ryan tinha assinado contrato para dois projetos com a Netflix. O outro foi um especial de stand-up, “Glitter Room”. Veja abaixo o trailer da série cancelada.
Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos
Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.
“The Last Kingdom” vai acabar na 5ª temporada
A Netflix anunciou que a vindoura 5ª temporada será a última de “The Last Kingdom”, ponto fim à saga viking iniciada originalmente na BBC há seis anos. A produção estão em andamento na Hungria para as gravações dos dez episódios finais das aventuras de Uhtred de Bebbanburg (Alexander Dreymon), um guerreiro nascido saxão, mas criado como dinamarquês, na Inglaterra dos séculos IX e X. A história será baseada no nono e no décimo volumes da franquia literária conhecida como “Crônicas Saxônicas”, do autor inglês Bernard Cornwell, que ao todo têm 13 livros. Bastaria mais uma temporada para condensar as obras finais e contar a história completa, mas a Netflix optou por cancelar a série antes do final da saga. Intérprete do protagonista, Alexander Dreymon fará sua estreia como diretor na última temporada, assinando um episódio. Em comunicado, ele disse que “interpretar Uhtred por cinco temporadas foi uma jornada maravilhosa”.
Noel Clarke é suspenso da Academia britânica após denúncias de mais de 20 mulheres
O ator Noel Clarke, que ficou conhecido ao participar das duas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who”, foi suspenso pela BAFTA (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) após uma reportagem publicada nesta quinta (29/4) pelo jornal The Guardian. O artigo traz denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. Além de ator, Clarke é um cineasta, roteirista e produtor de cinema e TV importante do Reino Unido, que abriu portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006 e as sequências que completaram a trilogia. Ele também é o astro e um dos produtores da série policial “Bulletproof”, atualmente renovada para a 4ª temporada. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica. O astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas decidiu ir em frente apesar da perspectiva das denúncias virem à público. O único comentário da BAFTA sobre a polêmica foi a declaração sobre a suspensão do artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, diz o comunicado da instituição. Esta não foi a única consequência da denúncia. O ator-cineasta é co-proprietário da empresa de produção Unstoppable Entertainment, financiada pela All3Media, que, após a repercussão negativa, anunciou que fará uma investigação independente sobre seu comportamento na condução de negócios da produtora. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio. Levamos alegações desse tipo extremamente a sério e estamos examinando isso com urgência”, disse um porta-voz da All3Media. Clarke nega firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista em comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Veja abaixo o discurso eloquente de Clarke ao receber a homenagem da Academia britânica em 11 de abril passado, 12 anos após receber seu primeiro troféu BAFTA como Ator Revelação.
Indicações do BAFTA TV dá início à temporada de premiações televisivas
Encerrada a temporada de premiação cinematográfica, que culminou na entrega do Oscar no último domingo (25/4), começa agora a fase de premiação televisiva, que teve sua largada nesta quarta (28/4) com a revelação dos indicados ao BAFTA TV Awards, equivalente ao “Emmy britânico”. Após a realização do BAFTA cinematográfico, que premiou “Nomadland” no começo de abril, o BAFTA televisivo acontece no próximo dia 6 de julho, dois meses antes do Emmy. Focada em produções britânicas, a seleção deste ano deu destaque maior a “Small Axe”. A antologia da BBC/Amazon, com cinco episódios-filmes sobre racismo do cineasta Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), liderou a relação com 15 indicações, bem à frente do segundo colocado, “The Crown”, da Netflix, que disputa dez prêmios. Outras produções bem cotadas, as minisséries “I May Destroy You” e “Normal People” apareceram em seguida, com nove e oito nomeações, respectivamente. Entre os concorrentes das categorias de interpretação, o BAFTA inclui estrelas de todas as séries citadas, mas também lembrou do ator Paul Ritter, falecido há três semanas, por seu papel na série de comédia “Friday Night Dinner”. Confira abaixo a lista com os indicados às principais categorias (apenas séries) da premiação. Melhor Série – Drama “Gangs of London” “I Hate Suzie” “Save Me Too” “The Crown” Melhor Série – Comédia “Ghosts” “Inside No. 9” “Man Like Mobeen” “This Country” Melhor Minissérie “Adult Material” “I May Destroy You” “Normal People” “Small Axe” Melhor Ator – Drama John Boyega, por “Small Axe: Red, White & Blue” Josh O’Connor, por “The Crown” Paapa Essiedu, por “I May Destroy You” Paul Mescal, por “Normal People” Shaun Parkes, por “Small Axe: Mangrove” Waleed Zuaiter, por “Baghdad Central” Melhor Atriz – Drama Billie Piper, por “I Hate Suzie” Daisy Edgar-Jones, por “Normal People” Hayley Squires, por “Adult Material” Jodie Comer, por “Killing Eve” Letitia Wright, por “Small Axe: Mangrove” Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Ator – Comédia Charlie Cooper, por “This Country” Guz Khan, por “Man Like Mobeen” Joseph Gilgun, por “Brassic” Ncuti Gatwa, por “Sex Education” Paul Ritter, por “Friday Night Dinner” Reece Shearsmith, por “Inside No. 9” Melhor Atriz – Comédia Aimee Lou Wood, por “Sex Education” Daisy Haggard, por “Breeders” Daisy May Cooper, por “This Country” Emma Mackey, por “Sex Education” Gbemisola Ikumelo, por “Famalam” Mae Martin, por “Feel Good” Melhor Ator Coadjuvante Kunal Nayyar, por “Criminal: UK” Malachi Kirby, por “Small Axe: Mangrove” Michael Sheen, por “Quiz” Michael Ward, por “Small Axe: Lovers Rock” Rupert Everett, por “Adult Material” Tobias Menzies, por “The Crown” Melhor Atriz Coadjuvante Helena Bonham Carter, por “The Crown” Leila Farzad, por “I Hate Suzie” Rakie Ayola, por “Anthony” Siena Kelly, por “Adult Material” Sophie Okonedo, por “Criminal: UK” Weruche Opia, por “I May Destroy You” Melhor Série Internacional (não britânica) “Little America” “Lovecraft Country” “Nada Ortodoxa” “Welcome to Chechnya”












