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  • Série

    Queer as Folk: Pioneira série gay vai ganhar novo remake

    8 de abril de 2021 /

    A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pela plataforma de streaming Peacock. O serviço de streaming da NBCUniversal encomendou oito episódios de uma releitura da série original de Russel T. Davies. A nova versão está sendo desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) desde o final de 2018, quando as negociações visavam um lançamento no canal pago Bravo, que faz parte do mesmo conglomerado. O novo “Queer as Folk” irá explorar um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans cujas vidas são transformadas após uma tragédia. Será a segunda vez que a série de Davies ganhará uma adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman criaram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. Já a versão original, criada em 1999 por Russell T. Davies (que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” em 2005) para o Channel 4, acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para gerar uma revolução comportamental na televisão. Relembre a série original e o primeiro remake com os trailers abaixo.

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  • Etc,  Série

    Paul Ritter (1966 – 2021)

    6 de abril de 2021 /

    O ator britânico Paul Ritter, que estrelou “Chernobyl” e a sitcom “Friday Night Dinner”, morreu em sua casa nesta terça (6/4) de tumor cerebral aos 54 anos. Os créditos de Ritter também incluem vários filmes, entre eles blockbusters como “007 – Quantum of Solace” e “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, além de séries recentes como “Belgravia” e “Cold Feet”. Ele ainda se destacou em muitas peças de teatro, sendo indicado ao Tony (o Oscar teatral) em 2009 pela produção de “The Norman Conquests”. Na premiada minissérie “Chernobyl”, ele se destacou como Anatoly Diatlov, o odiado engenheiro cabeça-dura responsável pelo acidente nuclear que contaminou parte da Europa nos anos 1980. Mas seu papel mais lembrado é o do patriarca da família Goodman, que toda sexta-feira se reunia com a mulher e os filhos para um jantar engraçadíssimo em “Friday Night Dinner”, rotina que durou seis temporadas, exibidas de forma intermitente entre 2011 e 2020, e que ganhará uma retrospectiva em seu aniversário de dez anos no canal pago britânico Channel 4. O criador de “Friday Night Dinner”, Robert Popper, tuitou: “Devastado com esta notícia terrivelmente triste. Paul era um ser humano adorável e maravilhoso. Gentil, engraçado, super-atencioso e o melhor ator com quem já trabalhei”.

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  • Série

    Séries online: Sanditon e as estreias para maratonar no feriadão

    2 de abril de 2021 /

    As estreias do feriadão da Páscoa oferecem boas opções de maratonas. A começar por “Sanditon”, uma minissérie britânica lançada sem o devido alarde nesta sexta (2/4) na plataforma Globoplay. Para quem gostou de “Bridgerton”, a atração oferece boas doses de romance, intrigas e corações partidos num balneário idílico do século 19. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood (Rose Williams, de “Reign/Reinado”), uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar, e para isso precisa atrair turistas abastados. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A versão do canal britânico ITV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto dividiu opiniões, originando uma campanha de fãs para uma 2ª temporada, que, aparentemente, deve mesmo acontecer. Outra produção britânica de época, “O Paraíso e a Serpente”, conta a história do serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia durante os anos 1970. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, a série traz o francês Tahar Rahim (“O Profeta”, “The Mauritian”) no papel principal e Jenna Coleman (de “Doctor Who”) como sua cúmplice. A lista também inclui “Dragon Slayer”, o anime que inspirou uma adaptação cinematográfica excepcionalmente bem-sucedida – bateu recordes de bilheteria em 2021, tornando-se o filme mais visto do Japão em todos os tempos. Baseada no mangá escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Dragon Slayer” acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Após perder toda a sua família no massacre e ver a irmã contaminada, Tanjiro inicia uma jornada para tentar tornar Nezuko humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, transformando-se num temido matador de demônios. Anteriormente disponível no Crunchyroll, a série animada agora chega na Netflix. Confira abaixo os trailers destas e de outras séries do Top 10 do streaming desta semana.     Sanditon | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay)     O Paraíso e a Serpente | Reino Unido | Minissérie (Netflix)     Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba | Japão | 1ª Temporada (Netflix)     The Walking Dead: World Beyond | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Agents of SHIELD | EUA | 6ª Temporada (Disney Plus)     O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada (Netflix)     East Los High: No Ritmo de L.A. | EUA | 4 Temporadas (Globoplay)     Perrengue | Brasil | Minissérie (Globoplay)     Eu Vi: América Latina | México | 1ª Temporada (Netflix)     Histórias para Vestir | EUA | 2ª Temporada (Netflix)

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  • Série

    Estrela de iZombie vai morar com fantasmas no remake americano de Ghosts

    1 de abril de 2021 /

    A atriz Rose McIver vai estrelar outra série com temática sobrenatural após o final de “iZombie”. Em vez de zumbis, desta vez ela terá que lidar com fantasmas. Intitulada “Ghosts” (fantasmas), a produção da rede americana CBS é uma adaptação da comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo, apenas para descobrir que ela está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. O casal central será formado por McIver e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”). A versão americana foi desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e também contará com Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), Brandon Scott Jones (“The Good Place”), Danielle Pinnock (“Jovem Sheldon”), Asher Grodman (“Inez & Doug & Kira”), Richie Moriarty (“The Tick”), Sheila Carrasco (“Jane the Virgin”), Devan Long (“Patrulha do Destino”) e Román Zaragoza (“Austin & Ally”) no elenco. Coprodução da Lionsgate e da BBC Studios, que produz a série original, “Ghosts” deve estrear na temporada de outono, que começa em setembro nos EUA. Veja abaixo o trailer da série britânica, lançada em 2019 e atualmente renovada para a 3ª temporada.

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  • Série

    Claire Foy vai estrelar minissérie sobre escândalo da aristocracia britânica

    14 de março de 2021 /

    A atriz Claire Foy vai voltar à aristocracia britânica. A intérprete da Rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas de “The Crown” vai estrelar a minissérie “A Very British Scandal”, uma espécie de sequência temática de “A Very English Scandal”, ao lado de Paul Bettany (o Visão de “WandaVision”). A série de três episódios gira em torno do divórcio do Duque (Bettany) e da Duquesa de Argyll (Foy), um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do século 20. O caso dos anos 1960 ficou famoso por incluir acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas, suborno e até uma foto Polaroid de sexo explícito. A série examinará como a Duquesa se recusou a sair de cena em silêncio quando foi traída por seus amigos e publicamente envergonhada por uma sociedade que se deleitou com sua queda em desgraça. “A Very British Scandal” é uma coprodução da BBC e da Amazon desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Phelps (“Dublin Murders”) e dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“Black Mirror”). “Escrever a história da vida de Margaret e os eventos que antecederam e incluíram seu divórcio do duque tem sido um projeto apaixonado para mim desde 1993, quando ouvi seu nome pela primeira vez e comecei a aprender sobre ela”, disse Phelps. “Senti muito fortemente que ela tinha sido punida por ser mulher, por ser visível, por se recusar a recuar e ser uma boa menina e sumir em silêncio. Este drama é minha homenagem a ela. ” Sarah Phelps também assinou “A Very English Scandal” (junto com Russell T. Davies) em 2018, que envolveu outro caso midiático, o assassinato do amante gay (Ben Whishaw) do líder do Partido Liberal Britânico, Jeremy Thorpe (Hugh Grant). Ben Whishaw ganhou o Emmy, o Globo de Ouro e o BAFTA TV pela performance. As gravações acontecerão no Reino Unido ainda este ano.

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  • Série

    Lucy Hale vai estrelar minissérie britânica de suspense

    13 de março de 2021 /

    Lucy Hale definiu sua próxima atração televisiva após o cancelamento de “Katy Keene”, na rede The CW, no ano passado. Ela assinou contrato para protagonizar a minissérie britânica de suspense “Ragdoll”. A atração gira em torno da investigação do assassinato de seis pessoas, que foram esquartejadas e costuradas na forma de um corpo grotesco – apelidado de “Ragdoll” (boneca de pano ou de retalhos na tradução). Para complicar, o assassino provoca a polícia enviando uma lista de suas próximas vítimas. E o nome de um dos detetives encarregados do caso, Nathan Rose, é uma delas. Hale vai interpretar a nova recruta da unidade policial, a detetive Emily Baxter. Desenvolvida pelo roteirista-produtor Freddy Syborn (“Fluentes no Amor”), “Ragdoll” é baseada no romance homônimo de Daniel Cole. As gravações estão programadas para começar em abril em Londres para uma estreia ainda este ano. A série irá ao ar no canal pago Alibe no Reino Unido e no AMC nos EUA.

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  • Série

    Minissérie baseada no cult Ipcress: Arquivo Confidencial ganha primeiras fotos

    10 de março de 2021 /

    O canal britânico ITV divulgou as primeiras fotos de “The Ipcress File”, minissérie de espionagem baseada no popular romance homônimo de Len Deighton, que ganhou uma famosa e cultuada adaptação cinematográfica estrelada por Michael Caine em 1965 – batizada no Brasil como “Ipcress: Arquivo Confidencial”. Filmada em Liverpool e na Croácia, a minissérie traz Joe Cole (“Peaky Blinders”, “Gangs of London”) no papel de Harry Palmer, o espião que Caine imortalizou no filme original e em duas continuações nos anos 1960 (papel tão marcante que o ator o retomou 30 anos depois, em dois telefilmes da década de 1990). O elenco da minissérie também destaca Lucy Boynton e Tom Hollander, que trabalharam juntos em “Bohemian Rhapsody”. Ambos aparecem com Cole nas fotos divulgadas. Veja abaixo. A adaptação é assinada pelo roteirista John Hodge (“Transpotting”) e a direção está a cargo de James Watkins (“Black Mirror”). “The Ipcress File” é o primeiro livro do icônico espião britânico Harry Palmer, que chegou a ser considerado a versão intelectual de James Bond, embora essa fama seja parcialmente derivada de um estereótipo: Palmer usava óculos. O livro original, que tem como pano de fundo a Guerra Fria europeia, vendeu 10 milhões de cópias no mundo inteiro desde sua publicação em 1962. A trama se passa entre Berlim e Londres durante os anos 1960 e envolve a busca por um cientista nuclear. “Estou emocionado por trazer a adaptação brilhante de John Hodge de um romance tão icônico para a ITV. Harry Palmer é um personagem incrível e isso teria sido impossível sem o ator certo, por isso estamos todos maravilhados com o fato de Joe Cole assumir o papel”, disse a chefe de drama da ITV, Polly Hill. Watkins, que dirige cada um dos seis episódios, disse que mal pode esperar “para levar a teia inebriante de espiões de Len Deighton – mais sexy do que o pessoal de Smiley, mais real do que Bond – para um público de televisão mais amplo”. Hodge ainda salientou que a série representa uma “oportunidade maravilhosa de retratar uma época em que o mundo do pós-guerra estava se transformando na forma como vivemos agora, quando a mobilidade social, os direitos civis e o feminismo moderno forçavam seu caminho para a consciência pública.” Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Foto apresenta a Ana Bolena negra de Jodie Turner-Smith

    11 de fevereiro de 2021 /

    O canal britânico Channel 5 revelou a primeira foto de Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”) como Ana Bolena, a célebre segunda esposa do rei inglês Henrique VIII, que foi famosamente decapitada em 1536. A história da rainha inglesa já foi contada várias vezes no cinema e na TV, mas será a primeira vez que será encenada com uma atriz negra e com a perspectiva da controversa personagem, que levou a Inglaterra a abandonar o catolicismo, mudando a história do mundo. Volúvel ao extremo, Henrique VIII criou uma nova religião para poder se casar com Ana Bolena em 1533, a Igreja Anglicana, porque na época a Igreja Católica não permitia divórcio nem aceitou seus argumentos para anular seu primeiro casamento com Catarina de Aragão. Mas o reinado de Bolena durou pouco, apenas três anos. Um dia depois de sua decapitação, o rei se casou com Jane Seymour. A mãe da futura rainha Elizabeth 1ª foi executada em 1536 na Torre de Londres depois de cair em desgraça com o rei da dinastia Tudor e perder uma batalha política para inimigos na corte, como Thomas Cromwell. A produção da NBCUniversal, dona americana do Channel 5, é uma minissérie de três partes, escrita pela atriz Eve Hedderwick Turner (“Alice Através do Espelho”), e explorará os últimos meses da vida de Ana Bolena pela perspectiva da rainha. Em clima de suspense psicológico, acompanhará enquanto ela luta para sobreviver, para garantir um futuro para a filha e para desafiar o patriarcado poderoso que a oprime, segundo a sinopse oficial. O elenco ainda inclui Mark Stanley (“Criminal: Reino Unido”) como Henrique VIII, além de Paapa Essiedu (“Gangs of London”), Lola Petticrew (“Dating Amber”), Barry Ward (“White Lines”), Jamael Westman (“Animals”), Amanda Burton (“White House Farm”) e Thalissa Teixeira (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”), que tem pai brasileiro e foi criada em Salvador.

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  • Série

    Kenneth Branagh viverá Boris Johnson em série sobre a pandemia

    23 de janeiro de 2021 /

    O ator e diretor Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai interpretar o primeiro-ministro britânico Boris Johnson numa minissérie britânica sobre a pandemia global. Intitulada “This Sceptred Isle”, a produção do canal pago Sky irá mapear a reação do governo do Reino Unido ao coronavírus, em meio ao Brexit e à própria infecção de Johnson. A trama de cinco capítulos também vai acompanhar o impacto da pandemia na Grã-Bretanha e a resposta de cientistas, enfermeiras e médicos do serviço público de saúde enquanto trabalham para conter o vírus. A trama de cinco capítulos é baseada no testemunho real de várias pessoas, incluindo integrantes do governo e de médicos na linha de frente na luta contra a doença, e a história ainda contará com consultoria de Tim Shipman, editor político do jornal The Sunday Times. “This Sceptred Isle” tem produção e direção do cineasta Michael Winterbottom (“Greed: A Indústria da Moda”), que também co-escreveu o roteiro com Kieron Quirke (criador de “Cuckoo”). As gravações começarão no início de 2021 e a estreia está prevista para o outono europeu (primavera no Brasil) de 2022.

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  • Série

    Peaky Blinders terá filme após 6ª temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    Após anunciar que a série “Peaky Blinders” ia acabar na 6ª temporada, o criador Steven Knight detalhou sua declaração enigmática de que a trama continuaria de outra forma. “A covid alterou nossos planos. Mas eu posso dizer que meu plano, desde o começo, era terminar ‘Peaky’ com um filme. É isso que acontecerá”, ele revelou ao site Deadline. A nova declaração reflete mais de perto a duração original pretendida por Knight para a série. Ele chegou a dizer anteriormente, em entrevista de 2019 à revista Entertainment Weekly, que “Peaky Blinders” iria até a 7ª temporada. No entanto, o atraso de um ano na produção, devido à pandemia, provavelmente mudou o planejamento e agora a série será encerrada na BBC em seu sexto ano, que começou a ser gravado neste mês de janeiro. Mas a conclusão definitiva da saga dos Shelby só deve acontecer no filme, que ainda não tem cronograma conhecido. Estrelada por Cillian Murphy, “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano de guerra e chefe de uma gangue que busca expandir os negócios ilícitos da família. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.

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  • Série

    Peaky Blinders vai acabar na 6ª temporada

    18 de janeiro de 2021 /

    A série “Peaky Blinders”, uma das produções mais aclamadas da BBC, vai terminar em sua 6ª temporada, que começou a ser produzida neste mês. Criada por Steven Knight, a série gira em torno de Tommy Shelby, personagem vivido por Cillian Murphy, e sua família de gângsteres, acompanhando sua ascensão do negócio de apostas ilegais de corridas de cavalos ao tráfico internacional de bebidas durante a Lei Seca, culminando mais recentemente em sua chegada ao poder político no Reino Unido. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, “Peaky Blinders” tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. “‘Peaky’ está de volta e com força”, disse Knight, em comunicado sobre a retomada da produção. “Após o atraso de produção, devido à pandemia de covid, encontramos a família Shelby em perigo extremo e as apostas nunca foram tão altas. Acreditamos que esta será a melhor temporada de todas e temos certeza de que nossos incríveis fãs vão adorar”, continuou, antes de dar a notícia do fim da série, com a sugestão de que, apesar do encerramento, a história continuaria de outra forma. “A série de TV estará chegando ao fim, mas a história continuará em outra forma”, ele afirmou, literalmente. A decisão é uma surpresa, já que Knight chegou a dizer anteriormente, em entrevista de 2019 à revista Entertainment Weekly, que “Peaky Blinders” iria até a 7ª temporada. No entanto, o atraso de um ano na produção, devido à pandemia, provavelmente acelerou os planos para encerrar a trama no sexto ano, que provavelmente irá ao ar no final de 2021 ou mesmo no início de 2022, dependendo da rapidez com que a produção concluir as gravações em meio ao aumento do contágio e lockdown em vigor no Reino Unido. Ainda não está claro o que o produtor quis dizer com continuar a história, mas a equipe criativa pode estar considerando um filme ou spin-off. Também é possível que Knight apenas escreva livros com os personagens, mas isso é menos provável após a declaração do produtor executivo Caryn Mandabach, que também abordou uma continuidade da trama para além do fim da série. “Os roteiros de Steve são incríveis e marcam o fim de uma história épica que fascina o público desde que começou em 2013, mas o mundo de ‘Peaky Blinders’ definitivamente seguirá vivendo”, ele afirmou no comunicado.

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  • Série

    Séries online: Lupin, Beforeigners e Doctor Who são destaques da semana

    8 de janeiro de 2021 /

    A semana das séries online oferece boas novidades europeias. A principal é uma produção francesa da Netflix: “Lupin”, aventura que homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário de 100 anos atrás, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. O astro Omar Sy (“Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – que, por sinal, serve de parâmetro para o clima da série. Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” é uma série policial com vikings. Vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. A trama, que estreia no domingo (10/1), divide-se em explorar o choque cultural desses estranhos na era moderna e em investigar crimes que possam estar cometendo. Para isso, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. A premissa já foi usada com alienígenas na série clássica “Alien Nation” e com orcs no filme “Bright”, mas a versão nórdica é mais divertida. Outros destaques incluem o especial de Ano Novo da sci-fi britânica “Doctor Who”, que a Globoplay disponibilizou na segunda-feira (três dias depois do Reino Unido), e a 2ª temporada da comédia da Apple “Dickinson”, em que Hailee Steinfeld vive a versão teen da poeta Emily Dickinson. Além disso, a série policial brasileira “Rota do Ódio” entrou na Globoplay na íntegra, com três temporadas, enfocando skinheads e crimes de ódio em São Paulo. Confira abaixo essas e outras dicas do Top 10 de séries de streaming da semana.     Lupin | França | 1ª Temporada (Netflix)     Beforeigners: Os Visitantes | Noruega | 1ª Temporada (HBO Go)     Doctor Who | Reino Unido | Especial de Ano Novo (Apple TV+)     Dickinson | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     This Is Us | EUA | 5ª Temporada – Parte 2 (Fox Premium)     Rotas do Ódio | Brasil | 3 Temporadas (Globoplay)     No Escuro | EUA | 2 Temporadas (Globoplay)     A História do Palavrão | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Faz de Conta que NY é uma Cidade | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Marvel Studios: Lendas | EUA | 1ª Temporada (Disney Plus)

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  • Etc,  Filme

    Barbara Shelley (1932 – 2021)

    4 de janeiro de 2021 /

    Barbara Shelley, uma das maiores estrelas do terror britânico dos anos 1960, morreu nesta segunda-feira (4/1) aos 88 anos, após contrair covid-19. A atriz inglesa começou sua filmografia em produções italianas, aparecendo, entre outras, no drama “Luna Nova” (1955), ao lado de Virna Lisi, e em duas comédias de Totó, “Totó, Chefe de Estação” (1955) e “Totó Fora da Lei” (1956). Sua carreira mudou de rumo quando ela voltou ao Reino Unido e se transformou na mulher-gato do título de “Cat Girl” (1957), uma versão britânica do clássico de terror “A Marca da Pantera” (Cat People, 1942). Ela emendou esse papel com um primeiros filmes do revival gótico britânico, “Sangue de Vampiro” (1958), produção independente (do Artistes Alliance) escrita por Jimmy Sangster, que se tornaria um dos mais importantes autores do gênero. E em seguida estrelou a cultuadíssima sci-fi de terror “A Aldeia dos Amaldiçoados” (1960), como uma das mães das crianças paranormais do filme, considerado um dos mais influentes de sua época. Mas sua especialização só veio mesmo após estrear na principal produtora de horror do Reino Unido, a Hammer Films, como protagonista de “A Sombra do Gato” (1961), “O Segredo da Ilha de Sangue” (1965) e várias outras produções, que lhe renderam o apelido de Rainha da Hammer. Shelley contracenou com a maior estrela do estúdio, Christopher Lee, nada menos que três vezes: em “A Górgona” (1964), “Drácula, o Príncipe das Trevas” (1966, também assinado por Sangster) e “Rasputin: O Monge Louco” (1966). E finalizou sua passagem pela Hammer com uma das obras mais cultuadas do estúdio, “Uma Sepultura na Eternidade” (1967), sobre a descoberta de um artefato nas escavações do metrô de Londres capaz de influenciar o comportamento das pessoas. Depois disso, atriz só fez mais um longa, o terror independente “Ghost Story” (1974), ao lado da cantora Marianne Faithfull, mas teve uma longa carreira televisiva. Ela apareceu em várias séries que marcaram época, especialmente nos gêneros de ação, mistério e fantasia, como “Danger Man”, “O Santo”, “Os Vingadores”, “O Agente da UNCLE”, “Blake’s 7” e “Doctor Who”, onde teve um arco de quatro episódios em 1984. Seu último trabalho foi na minissérie de mistério “The Dark Angel”, estrelada por Peter O’Toole, em 1989. No entanto, os fãs de terror nunca a esqueceram. Barbara Shelley foi celebrada e entrevistada por Mark Gatiss, co-criador de “Sherlock” e do recente “Drácula”, da Netflix, na série documental inglesa “A History of Horror with Mark Gatiss”, em 2010.

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