Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy em fotos de filme indie
O drama indie “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” revelou 22 fotos da sua produção, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”) e destacam o clima dos bastidores com o diretor Joe Berlinger. O cineasta é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem distribuidora para seu lançamento comercial.
Trailer legendado traz Kristen Stewart e Chloë Sevigny em versão lésbica da chacina de Lizzie Borden
A Diamond Films divulgou o trailer legenado de “Lizzie”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar de o roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Entre as diversas atrizes que já interpretaram a personagem estão Elizabeth Montgomery (estrela da série clássica “A Feiticeira”) e Christina Ricci (“O Cavaleiro sem Cabeça”), que estrelou um telefilme e uma série recentes no canal pago americano Lifetime – respectivamente, “A Arma de Lizzie Borden” (2014) e “The Lizzie Borden Chronicles” (2015). Dirigido por Craig William Macneill (do terror “O Garoto Sombrio”), o filme ainda inclui no elenco Jamey Sheridan (“Spotlight”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”) e Denis O’Hare (“American Horror Story”). “Lizze” foi exibido no Festival de Sundance 2018, onde recebeu elogios – atingiu 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial aconteceu em setembro nos Estados Unidos, mas o lançamento no Brasil só está programado apenas para março – isto mesmo, meio ano depois.
The ABC Murders: John Malkovich e Rupert Grint aparecem em foto da minissérie baseada em mistério de Agatha Christie
A rede britânica BBC divulgou a segunda foto de “The ABC Murders”, adaptação do romance de mistério “Os Crimes ABC”, de Agatha Christie. Assim como a foto anterior, a imagem destaca a versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O personagem é vivido na minissérie por John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e, desta vez, aparece acompanhado por Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), intérprete do Inspetor Crome, que aparece à frente de um grupo de suspeitos. O elenco também inclui Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”), Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”), Shirley Henderson (franquia “Harry Potter”), Kevin McNally (“Piratas do Caribea”), Gregor Fisher (“Simplesmente Amor”) e Jack Farthing (“Poldark”). No romance de 1936, Poirot caça um serial killer conhecido apenas como “ABC”. Curiosamente, a trama já tinha sido adaptada no cinema em 1965, só que como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). O roteiro foi escrito por Sarah Phelps, em sua terceira minissérie baseada em livros de Agatha Christie, após as adaptações de “Testemunha de Acusação” e “Punição para a Inocência”. Com três episódios, a minissérie será exibida em dezembro pela rede BBC no Reino Unido e posteriormente disponibilizada pela plataforma Amazon no resto do mundo.
Série de suspense baseada no best-seller Perfume ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Perfume”, sua nova série alemã. Com legendas em inglês, a prévia mostra que, após o sucesso de “Dark”, a segunda atração alemã da plataforma se mantém no terreno sombrio do suspense com uma versão contemporânea do best-seller homônimo de Patrick Suskind. A trama do livro se passa na França do século 18 e segue Jean-Baptiste Grenouille, um assassino em série com um senso de olfato apurado e habilidade para manipular pessoas usando perfumes especializados. O livro já virou filme, dirigido por Tom Tykwer (“A Viagem”) em 2006, com Ben Whishaw no papel do serial killer. Já a série atualiza a trama para os dias atuais e usa a ideia da manipulação das pessoas por meio de perfumes como ponto de partida. Uma detetive policial que trabalha no caso de uma série de assassinatos brutais, rastreia os crimes até um pequeno grupo de jovens de uma escola de elite, que experimentam criar perfumes poderosos com aromas humanos. “Parfum” (título original alemão) inclui atores conhecidos do cinema em seu elenco, como Wotan Wilke Mohring (“Operação Valquíria”), August Diehl (“Bastardos Inglórios”), Friederike Becht (“O Leitor”), Christian Friedel (“A Fita Branca”) e Ken Duken (“Bastardos Inglórios”). Todos os seis episódios da série têm direção de Philipp Kadelbach, premiado com o Emmy Internacional pela série alemã “Generation War”, além de ter comandado a série distópica britânica “SS-GB”. A atração tem produção do estúdio alemão Constantin (da franquia cinematográfica “Resident Evil”) em parceria com o canal de televisão ZDFneo. A Netflix fará a distribuição para o mercado internacional fora da Europa. A estreia acontece em 21 de dezembro em streaming.
Mr. Mercedes: Série baseada em trilogia de Stephen King é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano AT&T’s Audience Network anunciou a renovação de “Mr. Mercedes”, baseada numa trilogia literária de Stephen King, para sua 3ª temporada. A atração foi originalmente concebida como uma minissérie baseada no livro homônimo, que conta uma história completa. Mas fez tanto sucesso que ganhou renovação e ímpeto para explorar mais o universo do escritor. King escreveu três livros de mistérios com o detetive aposentado Bill Hodges, vivido na série por Brendan Gleeson (“O Guarda”). “Mr. Mercedes” foi o primeiro deles. O título batiza um serial killer, que foi vivido por Harry Treadaway (Dr. Frankenstein na série “Penny Dreadfull”) nas duas primeiras temporadas. O detalhe é que o vilão só aparece em dois dos três livros, e a história adaptada na 2ª temporada foi o terceiro volume, “Último Turno”, justamente para resgatar o personagem. Caso a 3ª temporada adapte a história do segundo volume, “Achados e Perdido”, mostrará Hodges investigando outro assassino, sem ligações sobrenaturais, e apenas de forma periférica. David E. Kelley voltará a escrever a nova temporada de 10 episódios e Jack Bender continuará como diretor, mas ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Novo Halloween é homenagem relevante ao clássico de John Carpenter
Passou da hora de muita gente admitir que terror é um gênero relevante. É verdade que, quando um filme de horror faz sucesso, a fórmula é desgastada até não dar mais com continuações infinitas e repetitivas. Mas quando inaugura tendências ou, pelo menos, comprova sua conexão com discussões importantes para a sociedade de sua época, o filme costuma marcar seu nome na história do cinema. Em 1978, por exemplo, o lendário cineasta John Carpenter lançou um filme que influenciaria para sempre a cultura pop, além de dezenas de imitações. O slasher movie de Carpenter gerou um subgênero inteiro de terror ao mostrar um psicopata mascarado solitário tocando o terror numa cidadezinha pacata, na década do assassino do zodíaco. Tamanho foi impacto que sem ele não haveria “Sexta-Feira 13”, “A Hora do Pesadelo” ou “Pânico”. E tem outra: Michael Myers adorava matar mulheres, crime que ainda pauta o cinema de hoje por, infelizmente, nunca ter deixado de refletir a nossa realidade. Atento a suas origens, o “Halloween” de 2018 segue relevante. Admirador da obra de John Carpenter, o diretor eclético David Gordon Green, que assinou “Segurando as Pontas”, não assumiu riscos e prestou uma homenagem, com referências que deixarão os fãs com sorrisos enormes. É um caminho seguro e válido, que opta por reverenciar o único filme da franquia que fez História, fingindo que nenhuma continuação existiu e dando sequência aos eventos do clássico. Além disso, toma a estrutura do roteiro original como base e retoma com saudosismo a trilha composta pelo próprio John Carpenter. Mas faz Michael Myers esfolar o dobro, talvez o triplo de pessoas que ele esfaqueou no primeiro, conduzindo ao inevitável confronto com Laurie Strode (novamente vivida por Jamie Lee Curtis), a babá que sobreviveu ao clássico e esperou quatro décadas para reviver o pesadelo. Mas o “Halloween” de 2018 é mais que uma simples continuação da história original. Mais que as mudanças trazidas pela técnica, a produção também atualiza os temas da obra. Trata-se de um legítimo slasher, com todos os prós e contras do gênero, mas também um exemplar da era #MeToo. Em cena, mulheres decididas, corajosas e influentes se destacam em oposição a homens babacas ou burros, com exceção do assassino mascarado, claro, que, apesar de demente, consegue ser o macho mais inteligente do filme, embora represente um agressor violento de mulheres por motivos óbvios. Tirando bebês (uma grata surpresa), Michael mata sem explicações tudo que encontra pela frente, embora mantenha sua preferência por mulheres, especialmente as tradicionais babás. Só que o filme não é do monstro, mas da atriz que deve sua carreira ao primeiro “Halloween”. Jamie Lee Curtis, filha dos astros Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), protagoniza aqui o filme de maior sucesso liderado por uma atriz de 60 anos muito bem vividos, e que merecia mais reconhecimento da Academia por “Um Peixe Chamado Wanda” (1988) e “True Lies” (1994). Sua presença em cena é tão hipnotizante que ameaça o apelo pop da imagem de Michael Myers. A estrutura do roteiro reflete tanto o “Halloween” de 1978 que deixou o esperado embate entre os dois personagens principais somente para os tensos minutos finais, exatamente como no original. A diferença é que, agora, o público anseia pelo confronto, enquanto há 40 anos ninguém tinha certeza se Laurie chegaria viva até o final. Como, desta vez, Laurie se diz pronta para a volta de Michael, o roteiro de Danny McBride (ele mesmo, o comediante de “Segurando as Pontas”) peca ao rechear o miolo do filme com personagens descartáveis que entram em cena somente para servir de guisado para o psicopata. Para provar que há um excesso de gente sem propósito, onde diabos foi parar o crush da neta de Laurie após a festa de Halloween? Não adianta dizer que a última cena entre os dois serviu apenas para isolar a menina pelas ruas como presa fácil para o monstro, porque foi criada uma expectativa e o personagem simplesmente desapareceu sem nem ao menos dar de cara com Michael Myers. Aliás, há um certo desperdício da neta (Andi Matichak) e a filha (Judy Greer) de Laurie durante toda a trama, embora elas se mostrem importantes na conclusão da história. Ao menos, as portas ficam abertas para mais uma sequência, que virá, graças ao sucesso do filme, e tem a obrigação de ser superior. Mas ficam duas certezas: não dá para fazer “Halloween” sem Jamie Lee Curtis e a volta Michael Myers embute a consequência de um revival da tendência que ele despertou há 40 anos. Hollywood já prepara a volta de Jason, de “Sexta-Feira 13”, e outros monstros da era slasher devem ressuscitar para o século 21, com a promessa de extirpar à facadas qualquer resquício de originalidade que sobreviver.
Parque do Inferno: Novo trailer legendado traz psicopata mascarado comemorando o Halloween com suas vítimas
A Paris Filmes divulgou o segundo trailer legendado de “Parque do Inferno” (Hell Fest), terror que resgata a mania slasher dos serial killers mascarados, que voltou com tudo com o sucesso do novo “Halloween”. A trama se passa num parque de diversões de temática de terror, em que centenas de adolescentes decidem celebrar o Halloween. Mas o lugar também se mostra cenário perfeito para um Michael Myers genérico fazer vítimas, sem ninguém ligar para os gritos. Quando um grupo de amigos se torna alvo de perseguição do assassino, os demais visitantes acreditam que tudo faz parte da encenação. Dirigido por Gregory Plotkin (“Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma”), o filme traz no elenco Bex Taylor-Klaus (série “Scream”), Amy Forsyth (“Channel Zero”), Reign Edwards (“Snowfall”), Christian James (visto em “Nashville”) e o veterano Tony Todd (“O Mistério de Candyman”). A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, dois meses após fracassar nos Estados Unidos, onde fez apenas US$ 10 milhões e foi considerado medíocre, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Sucesso de Halloween inspira resgate da franquia Sexta-Feira 13
Conforme previsto, o sucesso de bilheteria do novo “Halloween”, que estreou com US$ 77,5 milhões nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, tirou do arquivo o projeto de relançamento de “Sexta-Feira 13”, a franquia mais famosa da era do terror slasher. A matança do serial killer Jason Voorhees deve voltar às telas com produção de Roy Lee (da Vertigo Entertainment) e do astro esportivo LeBron James, que não foi só jogar basquete em Los Angeles, mas investir alto em Hollywood com o financiamento de um estúdio, SpringHill Entertainment. As companhias estão realizando reuniões com diretores e roteiristas para definir o melhor caminho para retomar a franquia, que aterroriza Hollywood desde 1980, quando o primeiro “Sexta-Feira 13” foi lançado. Mas a produção tem pela frente uma luta jurídica complicada para sair do papel. É que, no mês passado, o roteirista do longa original, Victor Miller, recuperou os direitos de sua história. A decisão ainda não é definitiva, pois enfrentará apelação do produtor e diretor Sean Cunningham, que assinou o filme de 1980, mas, de todo modo, o maior símbolo da franquia não faz parte dos direitos do roteirista. A versão adulta de Jason Voorhees, que usa máscara de hóquei e facão afiado, só começou a estripar quem acampa no Lago Cristal no segundo filme da franquia. E isso deixa a situação enrolada, sem que haja clareza legal sobre quem tem direito a quê na franquia. O fato de o vilão do primeiro filme ser a mãe de Jason chegou a virar pegadinha famosa do filme “Pânico” (1996), quando Drew Barrymore erra a pergunta: quem é o assassino de “Sexta-Feira 13”? A franquia durou 12 filmes, incluindo uma sci-fi espacial, “Jason X” (2001), o crossover “Freddy vs. Jason” (2003) e uma tentativa de reboot em 2009, último filme passado no Lago Cristal. No ano passado, o estúdio Paramount quase produziu um novo “Sexta-Feira 13”, mas desistiu a apenas um mês da data marcada para o início das filmagens. Especula-se que a decisão tenha sido tomada após o fraco desempenho de “O Chamado 3” nos EUA. Em vez de considerar que “O Chamado 3” possa ter fracassado simplesmente por ser um filme ruim, o estúdio preferiu acreditar que a continuação demorou demais a ser feita e, após 12 anos, outra geração de frequentadores de cinema não tinha a mesma expectativa de quem assistiu aos primeiros filmes. Por ironia, a volta do interesse em “Sexta-Feira 13” se deve ao resgate de “Halloween”, cujo filme anterior tinha sido lançado no mesmo ano do último “Sexta-Feria 13”, em 2009. Para reforçar ainda mais ironia, Roy Lee, que está pro trás da volta de Jason Voorhees, foi o produtor de “O Chamado 3”. A conclusão é que a Paramount precisa de novos executivos. Afinal, como todo fã de terror sabe de cor, assim como Michael Myers em “Halloween”, Jason nunca morre de verdade.
Cena inédita do novo Halloween mostra confronto entre a sobrevivente original e Michael Myers
A Universal divulgou uma cena de “Halloween”, sequência que tem o mesmo título do terror original de 1978. A prévia mostra o confronto entre o psicopata Michael Myers e sua velha rival, Laurie Strone, vivida por Jamie Lee Curtis. Para quem não lembra, Laurie Strode era a babá adolescente que sobreviveu ao primeiro e segundo filmes criados por John Carpenter. Ela voltou no longa que celebrou 20 anos da franquia e foi finalmente derrotada e morta pelo serial killer mascarado no último “Halloween” antes do remake de Rob Zombie, que recomeçou a história com uma intérprete adolescente. Mas o novo filme vai ignorar tudo o que aconteceu após 1978, revelando que Michael Myers passou os últimos 40 anos preso num hospício. Até que uma equipe de documentaristas revolve contar sua história e desperta seu impulso de terminar o que começou. Além da atriz original, quem também retorna é Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata no clássico de John Carpenter. Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternou o trabalho com um dublê. Até o diretor do longa de 1978 está envolvido nesta continuação, desta vez como produtor e autor da trilha sonora. Entretanto, o responsável pelo novo filme é David Gordon Green, que tem comédias péssimas no currículo, como “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. Por conta disso, acabou sendo uma grande surpresa a recepção positiva obtida pela continuação durante sua exibição no Festival de Toronto 2018. Elogiado pela crítica, o terror conseguiu 83% de aprovação na cotação do site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
A Casa que Jack Construiu: Novo filme de Lars Von Trier ganha pôsteres bizarros
O estúdio dinamarquês Zentropa divulgou os pôsteres de “A Casa que Jack Construiu”, novo filme de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”). Os cartazes destacam individualmente os protagonistas e o próprio diretor em poses bizarras, criadas por contorcionismo e cordas, num registro fetichista de bondage. O filme é o mais divisivo da carreira do diretor, que recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais explícito que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Mas as imagens de terror são acompanhadas por uma narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que pratica violência. Para ele, os assassinatos são obras de arte. O elenco ainda inclui Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o assassino enquanto ele “tenta criar sua obra definitiva”. O filme deve ter première nacional na Mostra de São Paulo, antes de entrar em cartaz em 1 de novembro nos cinemas brasileiros – quase dois meses antes de chegar aos Estados Unidos.
Michael Myers volta a atacar no novo trailer da continuação de Halloween
A Universal divulgou o terceiro trailer de “Halloween”, sequência que tem o mesmo título do terror original de 1978. A prévia reforça o descarte de todas as continuações anteriores e remakes da franquia, ao contar que, após seu primeiro ataque, o psicopata Michael Myers permaneceu trancado num hospício por 40 anos. E quem explica esta história é ninguém menos que Laurie Strode, personagem que ressurge viva, saudável (ainda que paranoica) e sem lembranças de ter enfrentado o bicho papão várias vezes desde sua primeira aparição. O contexto do reboot é resumido para uma equipe de documentaristas, que entrevista a protagonista, novamente interpretada por Jamie Lee Curtis, a scream queen original. Mas esse filme dentro do filme acaba por inspirar Michael a escapar e terminar o que começou. Mal sabe ele, porém, que a “vítima” original também esperou todo esse tempo para se vingar. E está mais determinada que nunca, já que agora tem uma filha e uma neta para proteger. Para quem não lembra, Laurie Strode era a babá adolescente que sobreviveu ao primeiro e segundo filmes criados por John Carpenter. Ela voltou no longa que celebrou 20 anos da franquia e foi finalmente derrotada e morta pelo serial killer mascarado no último “Halloween” antes do remake de Rob Zombie, que refilmou a história com uma intérprete adolescente. Além da atriz original, quem também retorna é Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata Michael Myers no clássico de John Carpenter. Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternou o trabalho com um dublê. Até o diretor do longa de 1978 está envolvido nesta continuação, desta vez como produtor e autor da trilha sonora. Já o responsável pelo novo filme é David Gordon Green, que tem comédias péssimas no currículo, como “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. Por conta disso, acabou sendo uma grande surpresa a recepção positiva obtida pela continuação durante sua exibição no Festival de Toronto 2018. Elogiado pela crítica, o terror conseguiu 83% de aprovação na cotação do site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Absentia confirma produção da 2ª temporada
A Amazon confirmou a renovação de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”), para sua 2ª temporada. O anúncio oficial reflete iniciativa da produtora Sony, que em julho deu início à pré-produção de mais 10 episódios. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos e o Crackle no Brasil. A 1ª temporada também teve 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”). Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).
Halloween: Trailer legendado e imagens destacam volta de Jamie Lee Curtis à franquia
A Universal divulgou novo pôster, 18 fotos e o segundo trailer legendado de “Halloween”, que tem o mesmo título do terror clássico de 1978. A prévia confirma o descarte de todas as continuações e remakes da franquia, ao mostrar o psicopata Michael Myers trancado num hospício há 40 anos, além de Laurie Strode viva e sem lembranças de tê-lo enfrentado várias vezes desde sua primeira aparição – ainda que a personagem tenha voltado a ser interpretado por Jamie Lee Curtis, a scream queen original. A história se repete com a chegada de uma equipe de documentaristas, que resolve provocar o monstro com sua máscara, inspirando-o a escapar para terminar o que começou. Entretanto, a “vítima” original também esperou todo esse tempo para se vingar. Ainda mais que agora ela tem uma filha e uma neta para proteger. Para quem não lembra, Laurie Strode era a babá adolescente que sobreviveu ao primeiro e segundo filmes criados por John Carpenter. Ela voltou no longa que celebrou 20 anos da franquia e foi finalmente derrotada e morta pelo serial killer mascarado no último “Halloween” antes do remake de Rob Zombie, que retomou a personagem adolescente. Com a intérprete original, também retorna Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata Michael Myers no clássico de John Carpenter. Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternou o trabalho com um dublê. Até o diretor do longa de 1978 está envolvido nesta continuação, desta vez como produtor e autor da trilha sonora. Mas, para surpresa dos fãs do terror, quem assina a direção é David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. A estreia está marcada para 25 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.










