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    Doctor Who: Especial de fim de ano terá volta do Capitão Jack

    24 de novembro de 2020 /

    O especial de fim de ano de “Doctor Who” vai trazer à bordo da Tardis um personagem favorito dos fãs da série: John Barrowman vai reprisar seu papel como o Capitão Jack Harkness. Ao anunciar a novidade, a rede BBC divulgou um teaser e um cartaz do programa, que inclui o personagem entre os demais integrantes da série. Barrowman, que já liderou sua própria série derivada de “Doctor Who”, voltará a vestir seu famoso casaco novamente, dando sequência a uma aparição breve e de surpresa num episódio da recente 12ª temporada (“Fugitive of the Judoon”). Intitulado “Revolution of the Daleks”, o especial mostrará o Capitão Jack ajudando a enfrentar os inimigos mais temidos e perigosos da série. O detalhe é que, enquanto isso, a Doutora, vivida por Jodie Whittaker, estará trancada em uma prisão especial. E essa situação só serve para lançar dúvidas sobre a capacidade de seu velho amigo para salvar o planeta Terra. Um dos mais antigos intérpretes que ainda aparecem na série britânica, Barrowman estreou como Jack Harkness em 2005, num episódio intitulado “The Empty Child”, e fez tanto sucesso que acabou voltando em vários capítulos, até ganhar seu próprio spin-off, “Torchwood”, que foi ao ar de 2006 a 2011. Em comunicado, Barrowman disse: “Colocar o casaco de Jack e entrar no set de ‘Doctor Who’ foi como voltar para casa. É sempre emocionante interpretar o Capitão Jack. Ele é um personagem muito próximo ao meu coração, que mudou minha vida, e saber que os fãs o amam tanto quanto eu torna seu retorno ainda mais doce. Espero que todos gostem da aventura heroica de Jack com a 13ª Doctor.” O especial foi gravado no começo do ano, antes da pandemia, mas ainda não teve a data de exibição confirmada. Geralmente transmitido no Natal, nos últimos dois anos passou a ser programado para o Ano Novo. Já a 13ª temporada tem menos previsão ainda. Sob comando do showrunner Chris Chibnall, a série só começou a gravar seus novos episódios neste mês, devido ao coronavírus. A expectativa é que a estreia aconteça no fim de 2021, mas de forma abreviada. O próximo ano terá apenas oito capítulos, em vez dos dez tradicionais.

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    Freddy Krueger entra na 4ª temporada de Stranger Things

    20 de novembro de 2020 /

    O veterano Robert Englund, intérprete original do monstro Freddy Krueger nos filmes de “A Hora do Pesadelo”, entrou na 4ª temporada de “Stranger Things”. O ator é um das novidades do elenco dos próximos episódios da série da Netflix, que foram anunciadas nas redes sociais, com direito a fotos invertidas. A lista também inclui Tom Wlaschiha (“Game of Thrones”), Jamie Campbell Bower (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Eduardo Franco (“Fora de Série”), Sherman Augustus (“Into the Badlands”), Mason Dye (“Bosch”), Nikola Djuricko (“Informer”) e Joseph Quinn (“Operação Overlord”). Para variar, Englund vai interpretar um doido varrido. Ele dará vida Victor Creel, um homem perturbado e intimidador que está aprisionado num hospital psiquiátrico. Campbell Bower será um empregado do tal hospício. Wlaschiha também trabalhará numa prisão, mas na Rússia. Djuricko será outro personagem russo, um contrabandista. Augustus viverá um militar americano com ideias próprias sobre como impedir a proliferação do mal em Hawkins. Franco e Dye serão estudantes, e Quinn o mentor de um clube de RPG. Vale reparar que a lista não incluiu Levon Thurman-Hawke, irmão da atriz Maya Hawke, que vive Robin na série, apesar dele ter sido fotografado no set, caracterizado como um roqueiro dos anos 1980. Levon deve interpretar o irmão de Robin na trama. Os demais detalhes da 4ª temporada estão sendo mantidos em sigilo, mas um teaser dos novos episódios, lançado em fevereiro passado, deu aos fãs a confirmação de que Hopper (David Harbor) sobreviveu aos eventos do final da 3ª temporada e agora está sendo mantido como prisioneiro na União Soviética. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas em seu começo, atrasando a estreia dos novos episódios. Um dos criadores da série, Ross Duffer, afirmou que este hiato proporcionou tempo para que ele e seu irmão Matt Duffer refletissem mais sobre os caminhos que queriam dar para o enredo, resultando em roteiros melhores. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stranger Things (@strangerthingstv)

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    Diretor de Rua Cloverfield, 10 fará Predador 5

    20 de novembro de 2020 /

    A 20th Century Studios colocou em desenvolvimento um quinto filme da franquia “Predador”, que será o primeiro com distribuição da Disney. O estúdio contratou o diretor Dan Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há quatro anos. Ele vai filmar um roteiro escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”). O “Predador” original foi lançado em 1987, juntando Arnold Schwarzenegger e Carl Weathers numa tropa de elite em missão nas selvas da América Central, apenas para virar caça esportiva de um extraterrestre fortemente armado. Depois do primeiro, o melhor filme da franquia foi o terceiro, de 2010, em que um grupo disparatado de mercenários e assassinos foi transportado para o planeta dos Predadores para uma nova rodada do jogo de caça espacial. O elenco contava com a brasileira Alice Braga. O personagem Predador também apareceu em duas produções de crossover com outra franquia sci-fi da Fox, “Alien vs. Predator” (2004) e “Aliens vs. Predator 2” (2007). Sua aparição mais recente nos cinemas foi há dois anos, num quarto filme “solo” dirigido por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que atuou no filme original de 1987. O longa fracassou nas bilheterias com apenas US$ 160 milhões, que deu prejuízo diante de seu orçamento de US$ 88 milhões. De fato, apesar do entusiasmo com o filme original, os quatro filmes do Predador arrecadaram juntos “somente” US$ 443 milhões em todo o mundo.

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    Mundo em Caos: Sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha trailer legendado

    19 de novembro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Mundo em Caos” (Chaos Walking), sci-fi distópica estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”). Junto com os pôsteres e fotos revelados pelo estúdio americano Lionsgate, o vídeo marca o começo da campanha promocional da produção, após mais de três anos das filmagens originais – a primeira foto oficial veio à tona em 2017! A grande ironia é que, diante do quadro atual, o melhor para o filme seria um atraso maior. Afinal, os planos de estreia – marcada para janeiro – podem ser revistos a qualquer momento, diante do aumento crescente de casos de covid-19. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e pode originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. O grande elenco de “Mundo em Caos” ainda inclui David Oyelowo (“Selma”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Ray McKinnon (“Mayans FC”), Kurt Sutter (criador de “Sons of Anarchy”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Demián Bichir (“A Freira”) e Óscar Jaenada (“Rambo: Até o Fim”). Até segunda ordem, a estreia deve acontecer em 28 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento do filme nos EUA.

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    Tenet irrita com explicações, mas fascina com ação

    15 de novembro de 2020 /

    A decisão da Warner de lançar “Tenet” nos cinemas mesmo com os índices de contaminação ainda altos e com o público temeroso de pisar em uma sala de exibição foi arriscada. Com isso, o filme do diretor Christopher Nolan tornou-se o único “blockbuster” do semestre, já que houve uma rejeição a “Os Novos Mutantes” – um filme bem simpático e que mereceria um pouco mais de consideração. Começar o texto falando de loucura de lançar “Tenet” em plena pandemia contrasta com o fato de Nolan ser reconhecido como um diretor cerebral. Em seus filmes, quem fica com os neurônios pegando fogo é o público. E se as pessoas acharam “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014) complicados, “Tenet” eleva essa complexidade a uma outra escala. Quando se acha que está começando a entender a trama, Nolan apresenta novas cenas para deixar o espectador perdido novamente. Mas é preciso respeitar um cineasta que é capaz de fazer um filme caro como este, de difícil compreensão, sem um protagonista do nível de Leonardo DiCaprio (“A Origem”) ou Matthew McConnaughey (“Insterestelar”), e seu estúdio apostar que isso atrairia um número considerável de espectadores em plena pandemia. “Tenet” é um filme que faz o público variar sua reação ao longo da projeção. Dá para se irritar com as explicações sobre as balas reversas, depois achar fascinante a história de um mundo reverso e ficar bastante impressionado com as cenas de ação, e em especial com o som, com a qualidade de som do filme, que numa sala IMAX é estrondoso. A trilha sonora, a cargo do sueco Ludwig Göransson, lembra algumas bandas de rock industrial, como o Ministry. É possível embarcar na proposta de Nolan: um diretor com uma fascinação absoluta pelo tempo, e que vem brincando com isso de maneira cerebral ao longo de toda sua filmografia, talvez desde a sua obra de estreia. Lembremos que em Nolan até o sonho é racionalizado, vide “A Origem”. Até porque, com “Tenet”, ele reforça sua posição como um dos cineastas mais determinados a realizar ficção científica da maneira mais séria possível. Ou seja, trazendo conceitos científicos reais, de física e química, para a construção de uma trama complexa. O problema (ou seria a solução?) é que ele não quis fazer um filme de ficção científica, mas uma espécie de thriller de espionagem à moda de James Bond, com o mérito de trazer um protagonista negro e cheio de carisma. John David Washington foi uma grande aposta, já que seu papel de maior destaque até então tinha sido “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, um filme mais direcionado ao circuito alternativo. Aqui ele incorpora um James Bond meio perdido, mas que nunca abandona a elegância. Sempre com um terno chique, mesmo quando está às voltas com lutas braçais com criaturas vindo do futuro. O fato de o protagonista (ele não tem nome no filme) estar tão perdido quanto o espectador não deixa de ser um alento. Aliás, é curioso que, na época da divulgação do filme, contou-se que nem o elenco entendeu a história de “Tenet”. Então, quando vemos os personagens dialogando sobre conceitos complicados de uma maneira até um tanto robótica, a impressão é que Nolan realmente não se importou muito com a preparação dos atores, mais interessado na mise-en-scène, como Alfred Hitchcock tempos atrás. As cenas que mais se aproximam de uma sensação dramática ou minimamente sentimental vem da personagem de Elizabeth Debicki, que interpreta a esposa do personagem de Kenneth Branagh, um homem que tem em suas mãos o destino do universo. Uma das sequências mais empolgantes do filme, inclusive, acontece quando os dois coadjuvantes estão em um barco. Por outro lado, as cenas de ação mais ambiciosas, como as perseguições rodoviárias, parecem um pouco engessadas. Mas ainda assim funcionam como um alívio para o cérebro nas duas horas e meia de duração que, acredite se quiser, passam voando.

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    Space Force: Série de Steve Carell é renovada para 2ª temporada

    14 de novembro de 2020 /

    A Netflix renovou a série de comédia “Space Force”, comandada por Steve Carell, para a 2ª temporada. Mas fez mudanças de bastidores. A produção será transferida de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, numa tentativa de reduzir o orçamento do programa . Quando a série foi encomendada, em janeiro de 2019, o contrato estabeleceu um recorde de salário para Carell, chegando a US$ 1 milhão por episódio, incluindo pagamentos autorais de co-criação, produção executiva e atuação. A série foi concebida por Carell e Greg Daniels, que trabalharam juntos em “The Office”, inspirando-se num projeto alucinado de Donald Trump para criar a primeira Força Espacial dos EUA. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). A 2ª temporada contará com o ingresso do roteirista Norm Hiscock na produção. Ele atuará como co-showrunner ao lado de Greg Daniels. Colaborador frequente de Daniels, Hiscock foi produtor-roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”, “Parks and Recreation”, “People of Earth” e “King of the Hill”, entre muitos outros créditos. As gravações só começarão em 2021 e ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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    Kate Winslet supera fôlego recorde de Tom Cruise em cena submersa

    12 de novembro de 2020 /

    A atriz Kate Winslet bateu um recorde que pertencia a Tom Cruise. Durante a produção de “Avatar 2”, ela chegou a passar mais de 7 minutos sob água para uma cena submersa, superando os 6 minutos e meio das filmagens de Cruise em “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). Winslet ficou exatamente 7 minutos e 14 segundos submersa, precisando prender a respiração. “Foi brilhante, estou muito orgulhosa de mim mesma, e eu provavelmente nunca mais vou conseguir fazer isso. Aconteceu depois de quatro semanas de treinamento intenso e foi num tanque de mergulho. Mas eu amei”. Uma imagem de Winslet submersa foi compartilhada pelo produtor Jon Landau em outubro, mas só agora a cronometragem foi comparada ao recorde do ator que adora fazer o impossível. Sobre seu personagem, que é novidade na franquia, a atriz contou apenas que interpreta “uma pessoa da água”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes foram rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.

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    Um Lugar Silencioso vai ganhar terceiro filme

    9 de novembro de 2020 /

    O silêncio foi quebrado. A Paramount anunciou que o terror sci-fi pós-apocalíptico “Um Lugar Silencioso” vai ganhar um terceiro filme. Será uma produção derivada dos dois filmes produzidos, o original de 2018 e a continuação que estreia, após diversos adiamentos devido à pandemia, em abril de 2021. O cineasta Jeff Nichols, responsável por dramas indies premiados como “Amor Bandido” (2012) e “Loving: Uma História de Amor” (2016), vai escrever e dirigir o spin-off, ainda sem título, mas que deverá ser conectado aos eventos da franquia escrita, produzida e dirigida por John Kransiski. O diretor, produtor e co-roteirista do filme original, bem como da sequência inédita, foi quem teve a ideia para a nova história. Kransiski também produzirá o novo longa, por meio de sua produtora Sunday Night, em parceria com o cineasta Michael Bay (de “Transformers”). A franquia “Um Lugar Silencioso” se passa num futuro pós-apocalíptico, após criaturas cegas, mas com audição aguçada, dominarem o planeta, guiando-se pelo som para devorar a humanidade. A trama do primeiro filme acompanhou uma família que tentava fazer o possível para ficar em silêncio e viva, e se provou um fenômeno de público e crítica, arrecadando mais de US$ 340 milhões em todo o mundo com um orçamento de menos de US$ 20 milhões – além de ter recebido uma indicação ao Oscar de Melhor Edição de Som. O filme derivado será a segunda sci-fi de Nichols, que também escreveu e dirigiu “Destino Especial” (Midnight Special), um thriller de ficção científica lançado em 2016 pela Warner Bros. Uma curiosidade de Nichols é que o diretor tem um ator talismã, Michael Shannon, que aparece em todos os seus filmes desde o primeiro, “Separados Pelo Sangue”, em 2007. Imagina-se que ele também participará do novo projeto.

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    Star Trek introduz romance do futuro entre personagens trans e não binário

    7 de novembro de 2020 /

    Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” materializou seu primeiro casal formado por personagens não-binário e transexual. O episódio desta semana da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, intitulado “Forget Me Not”, trouxe à tona a história da nova tripulante Adira, vivida por Blu Del Barrio, com a revelação de seu relacionamento com o falecido namorado Gray Tal, vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. O detalhe é que os intérpretes se identificam exatamente como os personagens, como não binário (sem identidade sexual definida) e transexual (com identidade definida após transição sexual). Disponibilizado no Brasil pela Netflix na sexta (6/11), o episódio se focou na busca das memórias perdidas de Adira e levou a nave Discovery ao planeta da raça Trill, considerada uma metáfora para a transexualidade desde que foi introduzida na franquia nos anos 1990 – em episódios de “Star Trek: A Nova Geração” e principalmente “Star Trek: Deep Space Nine”. Numa aventura que também serviu de alegoria para a aceitação dos diferentes, Adira se apresentou como a primeira pessoa humana capaz de carregar o simbionte que até então apenas os Trills eram capazes de compartilhar. Tudo graças a seu amor por Gray, que morreu em seus braços logo após receber o simbionte conhecido como Tal. Mas este não foi o fim de seu romance. Ao recuperar as memórias dos antigos hospedeiros de Tal, numa cerimônia nas grutas de Trill, a rebatizada Adira Tal retorna à Discovery sofrendo um efeito colateral inesperado, que ela esconde dos demais tripulantes: a capacidade de ver, ouvir e interagir com Gray. Em entrevista à revista Variety, o produtor executivo Alex Kurtzman disse que esta história está longe de terminar, e que Del Barrio e Alexander permanecerão na série na 4ª temporada – que recentemente iniciou sua produção em Toronto, no Canadá. “É uma longa história com eles”, garantiu Kurtzman. O produtor acrescentou que a vontade de expandir a representação da identidade de gênero no programa também coincidiu com o desejo dos roteiristas de contar “uma grande história de amor” na 3ª temporada, e as duas ideias se fundiram. “Parecia uma maneira muito interessante de fazer isso”, diz ele. Tanto Del Barrio quanto Alexander são creditados como cocriadores dos personagens. Sem roteiristas trans na equipe, os responsáveis pelas histórias pediram ajuda aos intérpretes para escolher como eles gostariam de ver os personagens retratados, desde a escolha do pronome feminino para Adira, porque Del Barrio disse que foi assim que se identificou antes de se assumir não binária – o que só ocorreu após sua escalação para o papel – até a ausência de detalhes sobre o fato de que Gray passou por uma transição sexual. “Eu acho que absolutamente deveriam haver personagens trans que simplesmente existem, e eles não precisam necessariamente se explicar ou aparecer como trans para o público”, disse Alexander para a Variety.

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    Globo vai exibir The Mandalorian na TV aberta

    7 de novembro de 2020 /

    A parceria entre Disney e Globo é maior que o acordo para oferecer um combo de assinaturas dos seus serviços de streaming, Disney+ (Disney Plus) e Globoplay. A emissora brasileira vai exibir na TV aberta “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars” e maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), horas antes do lançamento da plataforma americana no país. A informação consta do site do Ministério da Justiça, na lista de informações sobre classificação etária dos próximos programas da TV brasileira. Pelo menos um episódio será exibido no horário de filmes do Tela Quente, na segunda-feira, dia 16 de novembro. O Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil na terça, dia 17. No dia 17, o canal Fox (que agora é da Disney) também fará uma exibição especial da série, apresentando os dois primeiros episódios completos na TV paga. Vencedora de 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo o troféu de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento, a série acompanha um caçador de recompensas solitário, que decide trair seu empregador após receber a encomenda de resgatar um pacote. Ao descobrir que se trata de uma criança, que os fãs do mundo inteiro batizaram de Baby Yoda, o pistoleiro durão resolve protegê-la de ex-integrantes do Império que a cobiçam para seus próprios fins, o que lhe deixa com sua própria cabeça a prêmio. Por sorte, em meio a suas batalhas, ele também faz amigos. Criada pelo cineasta Jon Favreau, diretor de “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino-Lobo” e “O Rei Leão”, a série destaca Pedro Pascal (“Narcos”) como a voz do mandaloriano, que nunca tira seu capacete para revelar sua verdadeira aparência, e também destaca Gina Carano (“Deadpool”) como uma guerreira rebelde foragida e Carl Weathers (“Rocky”) como o chefe dos caçadores de recompensa, entre muitos outros astros. A 2ª temporada já começou a ser exibida nos Estados Unidos, mas só estreia no Brasil com a chegada da Disney+ (Disney Plus), em 17 de novembro. A pré-venda da Disney+ (Disney Plus) já começou, com preços promocionais e também no combo com a Globoplay. Pela oferta, os dois serviços custariam juntos R$ 37,90 por mês. A promoção está disponível pelo site globoplay.com/disneyplus.

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    Felicity Jones confirma ter contrato para voltar a viver Jyn Erso, de Rogue One

    1 de novembro de 2020 /

    Protagonista de “Rogue One – Uma História Star Wars”, a atriz inglesa Felicity Jones revelou que pode retornar em algum momento à franquia da Lucasfilm. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a atriz confirmou que tem contrato para aparecer em pelo menos mais um filme, apesar do destino fatal de sua personagem, Jyn Erso, que se sacrificou ao lado de sua equipe para salvar a Aliança Rebelde. “Eu sempre digo que a reencarnação é totalmente possível no universo ‘Star Wars’”, brincou Jones, antes de assumir, seriamente, que acredita “que existem assuntos não encerrados para Jyn, com certeza”. Sobre uma possível trama para o futuro da personagem, a atriz pondera que vê com mais facilidade uma continuação que um prólogo. “Acho que seria fascinante vê-la envelhecer, se tornar mais sábia e lutar contra as forças sombrias, que aparentemente são várias”. Para justificar essa reviravolta, o próprio THR afirma que o destino de Jyn Erso não é “totalmente claro”, já que envolto numa explosão. De todo modo, o personagem que morreu a seu lado, Cassian Andor, vai ganhar uma série da plataforma Disney+ (Disney Plus), com Diego Luna repetindo o papel visto em “Rogue One”. Ainda sem título, esta série será um prólogo, passado antes da missão suicida. Em desenvolvimento desde 2018, a atração é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda série do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.

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    Séries NeXT e Filthy Rich são canceladas

    31 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “NeXT” e “Filthy Rich”, duas das poucas séries com capítulos inéditos na atual programação televisiva dos EUA. Ambas estrearam na emissora há poucos dias. A rede tomou a decisão de não produzir novos episódios após a exibição do segundo capítulo de “NeXT” e do quinto de “Filthy Rich”. A Fox manterá as séries no ar até esgotar sua encomenda inicial de 10 episódios de cada uma delas. “NeXT” era uma série sci-fi tecnológica estrelada por John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Originalmente concebida para a midseason, quando estreiam séries de menor potencial comercial, foi promovida para a temporada principal para cobrir a falta de programas na TV. Criação de Manny Coto (de “24 Horas”), com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), a série se passa durante o ataque de uma Inteligência Artificial maligna, que aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet, câmeras e equipamentos computadorizados para promover destruição e mortes. Remake de uma produção neozelandesa, “Filthy Rich” era uma comédia novelesca desenvolvida pelo cineasta Tate Taylor (de “Histórias Cruzadas” e “A Garota no Trem”) e estrelada por Kim Cattrall (“Sex and the City”). A trama girava em torno das revelações trazidas à tona pela morte do proprietário da maior rede evangélica de TV dos EUA. Considerado um grande religioso, ele nomeou filhos ilegítimos, que ninguém conhecia, em seu testamento, fazendo a viúva (Cattrall) mostrar as garras para não abrir a mão da herança. Como se não fosse suficiente, a morte do milionário, por queda de avião, começava a levantar suspeitas. A média de audiência da comédia era de 3,2 milhões de espectadores, com uma classificação de 0,5 ponto entre adultos de 18 a 49 anos após cada semana de exibição, enquanto a sci-fi atraiu apenas 2,8 milhões de espectadores e a mesma classificação demográfica. Veja abaixo os trailers das duas séries, que não chegaram ao Brasil.

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    Astro de Riverdale enfrenta covid-23 em trailer de sci-fi pós-apocalíptica

    29 de outubro de 2020 /

    A STX divulgou o pôster e o trailer de “Songbird”, sci-fi pós-apocalíptica estrelada pelo astro de “Riverdale”, KJ Apa, e rodada durante o auge da quarentena da pandemia de coronavírus. Produzido por Michael Bay (o diretor de “Transformers”), o filme precisou até superar queixas do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG) para ser concluído. A trama se passa no futuro próximo, quando uma mutação apocalíptica da covid-23 (isto é, do coronavírus de 2023) mergulha os EUA na lei marcial e obriga as pessoas a ficaram trancadas em casa. O personagem de Apa é uma das raras pessoas imunes à doença, mas ainda assim é contagioso, o que o impede de se aproximar de sua namorada, interpretada por Sofia Carson (“Descendentes”). O problema é que ela entrou em contato com uma doente e o exército está a caminho para jogá-la num acampamento médico-militar (de extermínio), levando o rapaz ao desespero e a uma corrida para salvá-la, sem saber como. O filme tem direção de Adam Mason (“A Cadeira do Diabo”), um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes (“Má Conduta”). Os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006). O elenco também inclui Demi Moore (“Margin Call”), Peter Stormare (“Deuses Americanos”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Craig Robinson (“Ghosted”), Jenna Ortega (“Você”), Alexandra Daddario (“Baywatch”) e Lia McHugh (“American Woman”). Atualmente em pós-produção, “Songbird” ainda não tem previsão de estreia.

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