The 100: Último episódio vai ao ar no canal Warner
O canal pago Warner exibe nesta quinta (14/1), a partir das 23h40, o último capítulo da série “The 100”. Originalmente baseada na série de livros de mesmo nome, escrita por Kass Morgan, a saga dos últimos sobreviventes da humanidade ganhou rumo próprio desde seu lançamento em 2014, graças às reviravoltas originais criadas pelo showrunner Jason Rothenberg. A trama chega à sua conclusão com novas lutas contra inimigos em diferentes mundos, e inclui até a descoberta de que a Terra não foi completamente destruída como se imaginava. Enfrentando novos e velhos inimigos, traições e a chegada de aliados inéditos, Clarke (Eliza Taylor) continua a lutar para manter seus amigos vivos, nem que tenha que se sacrificar (novamente) por eles. Num vídeo divulgado após o encerramento das sete temporadas de aventuras futuristas nos EUA, Rothenberg fez um balanço positivo da experiência. “Terminar a série e ter luxo de terminar do jeito que queria é uma oportunidade de dizer algo. O jeito que a história termina é como a história precisava terminar”, definiu, justificando o aumento de conflitos, inimigos e mortes na trama. Na despedida, ele também aproveitou para elogiar dois atores em especial, Marie Avgeropoulos (a Otavia) e Richard Harmon (Murphy), que tiveram os arcos de maior evolução, começando de um jeito e terminando de outro completamente diferente durante a produção, além de brilharem com seus desempenhos ao longo de sete temporadas. Intitulado “The Last War”, o capítulo final foi escrito e dirigido por Rothenberg. Veja o trailer dramático do final abaixo.
Diretor de Batman vai produzir série sci-fi tecnológica na HBO Max
A HBO Max encomendou uma nova série sci-fi intitulada “The Future”, que conta com produção de Matt Reeves, diretor da franquia “Planeta dos Macacos” e do vindouro filme de Batman. A atração é um drama tecnológico baseado no romance inédito de Dan Frey, “The Future Is Yours”, que será lançado em fevereiro nas livrarias americanas. A trama gira em torno de dois melhores amigos que inventaram o dispositivo tecnológico mais revolucionário da história da humanidade. Apesar de se passar no Vale do Silício atual, trata-se de uma sci-fi com questões prementes sobre nossa relação com a tecnologia, contadas por meio de um estilo multimídia inovador que, segundo o anúncio oficial, nunca foi visto na TV. O roteiro será escrito pelo próprio autor do romance e os episódios contarão com direção do cineasta Aneesh Chaganty. Ele tem experiência com “estilo multimídia inovador” após ter dirigido o suspense digital “Buscando…”. Reeves vai produzir a atração por meio de sua empresa, 6th & Idaho, que tem um rico contrato de desenvolvimento com a Warner Bros. TV. “The Future” também marca o segundo projeto da 6th & Idaho para a HBO Max. A outra produção é um spin-off do filme “Batman” centrado nos policiais do departamento de polícia de Gotham City.
Expresso do Amanhã: Trailers revelam confronto da 2ª temporada
A Netflix e o canal pago TNT divulgaram os primeiros trailers da 2ª temporada da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Apesar de diferentes, ambos exploram o clima de confronto criado com a chegada do inventor do trem pós-apocalíptico, o Sr. Wilford (interpretado por Sean Bean, de “Game of Thrones”). A versão legendada da Netflix ainda adianta a descoberta de que o planeta voltou a aquecer, o que estimula planos importantes para o futuro da humanidade – e contrastam com a visão de Wilford, de que “o apocalipse não é tão ruim”. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros do Expresso do título. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A produção da 2ª temporada já estava em andamento antes da pandemia de coronavírus e, graças a isso, os próximos episódios não sofreram atrasos de gravações. A estreia está marcada para 26 de janeiro na Netflix, um dia depois da exibição na TNT nos EUA. Veja abaixo os trailers diferentes e também o pôster oficial da TNT.
Zona de Combate: Anthony Mackie luta contra robôs em trailer de sci-fi de ação
A Netflix divulgou o pôster e o novo trailer da sci-fi de ação “Zona de Combate” (Outside The Wire), estrelado por Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”) como um androide em luta contra robôs. A trama se passa no futuro e acompanha um piloto de drone (Damson Idris, de “Snowfall”) que é enviado a uma zona militarizada para trabalhar com um oficial androide (Mackie), encarregado de localizar uma arma mortal antes dos inimigos. A missão envolve muitos combates com robôs fortemente armados. A direção está a cargo do sueco Mikael Håfström (“Rota de Fuga”) e o elenco ainda inclui Emily Beecham (“Into the Badlands”), Michael Kelly (“House of Cards”), Kristina Tonteri-Young (“Warrior Nun”), Enzo Cilenti (“Les Misérables”) e Pilou Asbæk (“Ghost in the Shell”). O filme estreia na sexta-feira (15/1) em streaming.
Antonio Sabáto (1943 – 2021)
Antonio Sabáto, o ator italiano que estrelou de spaghetti westerns a filmes trash da era do VHS, morreu na quarta (6/1) devido a complicações da covid-19. Ele tinha 77 anos. A notícia da morte foi confirmada em um tuíte de seu filho, o também ator Antonio Sabáto Jr., acompanhada por uma foto antiga de família. Seu filho disse que Sabáto foi hospitalizado na segunda (4/1) na Califórnia devido ao coronavírus e morreu dois dias depois. Ironicamente, o jovem Sabáto é um negacionista que tem criticado abertamente nas redes sociais o uso de máscaras para controlar a propagação do coronavírus. Sabáto teve uma longa carreira, iniciada no cinema italiano em 1966, quando apareceu no filme “Lo Scandalo”, ao lado de Anouk Aimée. No mesmo ano, ele estrelou “Grand Prix”, um filme americano de corrida de carros com um elenco internacional, encabeçado por James Garner, e que ganhou três prêmios da Academia. No filme de John Frankenheimer, Sabáto interpretava um piloto italiano campeão de Fórmula 1, que namorava ninguém menos que a cantora francesa Françoise Hardy. A aparição hollywoodiana o credenciou a virar protagonista de spaghetti westerns, vivendo pistoleiros em “Ódio por Ódio” (1967), “Um Colt… para os Filhos do Demônio” (1968), “Vou, Vejo e Disparo” (1968) e “Duas Vezes Traidor” (1968). Quando os filmes de bangue-bangue à italiana saíram de moda, ele filmou os mais diferentes gêneros, desde a cultuada sci-fi francesa “Barbarella” (1968) até o drama “A Monja de Monza” (1969). Uma breve parceria com o cineasta Umberto Lenzi rendeu seus filmes mais memoráveis, o célebre giallo “Sete Orquídeas Manchadas de Sangue” (1972) e o thriller de gângster “Milão Escaldante” (1973). Durante a era do VHS, ele virou protagonista de produções de ação e ficção científica de baixo orçamento, que tiveram distribuição mundial em vídeo, ganhando popularidade. A obra mais conhecida desta fase é “Fuga do Bronx” (1983), uma mistura de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter, com “Mad Max” (1979), de George Miller. Em meados da década de 1980, Sabáto imigrou para os Estados Unidos com sua família, onde rodou seu último filme, “Alta Voltagem”, em 1997. Depois disso, seus créditos finais foram na novela “The Bold and the Beautiful” em 2006, ao lado do filho.
Séries online: Lupin, Beforeigners e Doctor Who são destaques da semana
A semana das séries online oferece boas novidades europeias. A principal é uma produção francesa da Netflix: “Lupin”, aventura que homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário de 100 anos atrás, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. O astro Omar Sy (“Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – que, por sinal, serve de parâmetro para o clima da série. Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” é uma série policial com vikings. Vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. A trama, que estreia no domingo (10/1), divide-se em explorar o choque cultural desses estranhos na era moderna e em investigar crimes que possam estar cometendo. Para isso, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. A premissa já foi usada com alienígenas na série clássica “Alien Nation” e com orcs no filme “Bright”, mas a versão nórdica é mais divertida. Outros destaques incluem o especial de Ano Novo da sci-fi britânica “Doctor Who”, que a Globoplay disponibilizou na segunda-feira (três dias depois do Reino Unido), e a 2ª temporada da comédia da Apple “Dickinson”, em que Hailee Steinfeld vive a versão teen da poeta Emily Dickinson. Além disso, a série policial brasileira “Rota do Ódio” entrou na Globoplay na íntegra, com três temporadas, enfocando skinheads e crimes de ódio em São Paulo. Confira abaixo essas e outras dicas do Top 10 de séries de streaming da semana. Lupin | França | 1ª Temporada (Netflix) Beforeigners: Os Visitantes | Noruega | 1ª Temporada (HBO Go) Doctor Who | Reino Unido | Especial de Ano Novo (Apple TV+) Dickinson | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) This Is Us | EUA | 5ª Temporada – Parte 2 (Fox Premium) Rotas do Ódio | Brasil | 3 Temporadas (Globoplay) No Escuro | EUA | 2 Temporadas (Globoplay) A História do Palavrão | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Faz de Conta que NY é uma Cidade | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Marvel Studios: Lendas | EUA | 1ª Temporada (Disney Plus)
Star Wars do chefão da Marvel será escrito por roteirista de Loki
O chefão da Marvel, Kevin Feige, vai produzir um filme de “Star Wars” para a Lucasfilm. E embora este projeto esteja em estágios iniciais, ele definiu seu roteirista. O site Deadline apurou que Michael Waldron, o roteirista e produtor executivo por trás da próxima série da Marvel, “Loki”, vai escrever a história para Feige. O projeto é visto como algo muito diferente para a Lucasfilm, porque está sendo produzido por Feige, o presidente da Marvel Studios, um braço separado da Lucasfilm na Disney. Ele veio à tona há pouco mais de um ano, mas a escolha do roteirista só foi definida após Feige trabalhar com Waldron em dois projetos (ainda inéditos). Além de ser o responsável pela trama da série “Loki”, o roteirista também assina “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (Doctor Strange in the Multiverse of Madness), atualmente em produção no Reino Unido. O filme produzido por Feige não foi mencionado durante o recente Dia do Investidor da Disney, mas é considerado em desenvolvimento. A empresa espera mantê-lo o mais secreto possível antes de trazê-lo à tona, como fez com “Rogue Squadron”, o futuro longa de “Star Wars” que será dirigido por Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). A Disney fechou recentemente um contrato de exclusividade com Waldron, para que ele desenvolva novas série e filmes para o conglomerado. Seu retorno também é esperado em alguma capacidade na 2ª temporada de “Loki”.
Primeira sci-fi espacial sul-coreana ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer (com legendas em inglês) da primeira sci-fi espacial sul-coreana de grande orçamento, “Space Sweepers”. O filme dirigido por Jo Sung-hee (“A Werewolf Boy”) deveria ter sido lançado durante a temporada de blockbuster do verão sul-coreano, mas foi adiado para setembro devido à pandemia do coronavírus. Com os cinemas ainda enfrentando restrições durante o outono, a Netflix entrou em cena e adquiriu os direitos mundiais de streaming da produção. Passado em 2092, “Space Sweepers” acompanha a tripulação da nave Victory, uma das muitas embarcações que sobreviveram da reciclagem de detritos espaciais abandonados. O filme é estrelado por Song Joong-Ki (o “A Werewolf Boy”) como o piloto gênio da nave espacial, a fantástica atriz Kim Tae-Ri (“A Criada) como a Capitã da nave, Jin Sun-Kyu (“Kingdom”) como um engenheiro espacial e Yoo Hai-jin (“O Motorista de Táxi”) como a voz de um robô militar reprogramado. Depois de capturar com sucesso um ônibus espacial acidentado em sua última caça a destroços, a tripulação de Victory descobre em seu interior uma menina de 7 anos. Percebendo que ela é na verdade um perigoso androide procurado pelo governo, eles decidem exigir um resgate. A estreia está marcada para 5 de fevereiro.
Barbara Shelley (1932 – 2021)
Barbara Shelley, uma das maiores estrelas do terror britânico dos anos 1960, morreu nesta segunda-feira (4/1) aos 88 anos, após contrair covid-19. A atriz inglesa começou sua filmografia em produções italianas, aparecendo, entre outras, no drama “Luna Nova” (1955), ao lado de Virna Lisi, e em duas comédias de Totó, “Totó, Chefe de Estação” (1955) e “Totó Fora da Lei” (1956). Sua carreira mudou de rumo quando ela voltou ao Reino Unido e se transformou na mulher-gato do título de “Cat Girl” (1957), uma versão britânica do clássico de terror “A Marca da Pantera” (Cat People, 1942). Ela emendou esse papel com um primeiros filmes do revival gótico britânico, “Sangue de Vampiro” (1958), produção independente (do Artistes Alliance) escrita por Jimmy Sangster, que se tornaria um dos mais importantes autores do gênero. E em seguida estrelou a cultuadíssima sci-fi de terror “A Aldeia dos Amaldiçoados” (1960), como uma das mães das crianças paranormais do filme, considerado um dos mais influentes de sua época. Mas sua especialização só veio mesmo após estrear na principal produtora de horror do Reino Unido, a Hammer Films, como protagonista de “A Sombra do Gato” (1961), “O Segredo da Ilha de Sangue” (1965) e várias outras produções, que lhe renderam o apelido de Rainha da Hammer. Shelley contracenou com a maior estrela do estúdio, Christopher Lee, nada menos que três vezes: em “A Górgona” (1964), “Drácula, o Príncipe das Trevas” (1966, também assinado por Sangster) e “Rasputin: O Monge Louco” (1966). E finalizou sua passagem pela Hammer com uma das obras mais cultuadas do estúdio, “Uma Sepultura na Eternidade” (1967), sobre a descoberta de um artefato nas escavações do metrô de Londres capaz de influenciar o comportamento das pessoas. Depois disso, atriz só fez mais um longa, o terror independente “Ghost Story” (1974), ao lado da cantora Marianne Faithfull, mas teve uma longa carreira televisiva. Ela apareceu em várias séries que marcaram época, especialmente nos gêneros de ação, mistério e fantasia, como “Danger Man”, “O Santo”, “Os Vingadores”, “O Agente da UNCLE”, “Blake’s 7” e “Doctor Who”, onde teve um arco de quatro episódios em 1984. Seu último trabalho foi na minissérie de mistério “The Dark Angel”, estrelada por Peter O’Toole, em 1989. No entanto, os fãs de terror nunca a esqueceram. Barbara Shelley foi celebrada e entrevistada por Mark Gatiss, co-criador de “Sherlock” e do recente “Drácula”, da Netflix, na série documental inglesa “A History of Horror with Mark Gatiss”, em 2010.
Jodie Whittaker estaria de saída da série Doctor Who
O jornal Daily Mirror publicou no domingo (4/1) que Jodie Whittaker está de saída da série “Doctor Who”. A informação foi apurada pelo jornalista bem conectado Nicola Methven e estaria sendo mantida em segredo durante as gravações da 13ª temporada. Procurada por outros veículos de comunicação, a BBC, que produz a série, recusou-se a comentar a reportagem. Um porta-voz da rede britânica disse: “Não comentaremos sobre qualquer especulação sobre o futuro de Jodie no programa”. The Mirror citou uma fonte da produção de “Doctor Who” que teria dito: “É tudo muito secreto, mas já sabe no set que Jodie está partindo e eles estão se preparando para uma regeneração. A partida dela é ultrassecreta, mas em algum momento nos próximos meses a chegada do 14º Doutor precisará ser gravada”. Vale lembrar que rumores sobre a saída da atriz começaram a circular desde o final da 1ª temporada. Ela tem um filho pequeno e não estaria disposta a passar muito tempo longe do menino, o que é forçada a fazer com as gravações da série. Se ela realmente sair da Tardis na 13ª temporada, manterá a média de seus antecessores, que geralmente ficam por três anos antes de seguirem para outros projetos. Whittaker fez história quando se tornou a primeira intérprete feminina do Doutor em 2017. Ela substituiu Peter Capaldi, que estrelou “Doctor Who” por quatro temporadas. Os demais antecessores recentes (desde o reboot de 2005) foram Matt Smith (três temporadas), David Tennant (três temporadas) e Christopher Eccleston (uma temporada).
Vídeo apresenta novo parceiro das aventuras de Doctor Who
O ator e comediante John Bishop (“Rota Irlandesa”) vai compartilhar as próximas aventuras da Doutora à bordo da Tardis na 13ª temporada de “Doctor Who”. A rede BBC divulgou um vídeo para marcar sua entrada na nova temporada, que começou a ser gravada em novembro e deve estrear no final de 2021. Bishop vai interpretar Dan, que à medida que se envolve nas aventuras da Doutora, rapidamente perceberá que há mais coisas entre o Céu e a Terra que ele jamais poderia imaginar. Viajando pelo espaço e pelo tempo ao lado da Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Gill), ele enfrentará raças alienígenas do mal além de situações de seus pesadelos mais loucos. “Se eu pudesse dizer ao meu eu mais jovem que um dia seria convidado a subir a bordo da Tardis, nunca teria acreditado”, disse Bishop, em comunicado. “Entrar em ‘Doctor Who’ é um sonho absoluto que se torna realidade e não poderia desejar melhor companhia do que Jodie e Mandip.” O ator vai ocupar a vaga de dois atores que se despediram da série no Especial de Ano Novo, exibido na sexta (1/1) no Reino Unido e EUA. Intitulado “Revolution of the Daleks”, o especial deu adeus a Graham (Bradley Walsh) e Ryan (Tosin Cole), pai e enteado que ajudaram Yaz e o Capitão Jack Harkness (John Barrowman) a enfrentar os inimigos mais temidos e perigosos da série: os daleks.
O Céu da Meia-Noite pode virar maior sucesso de todos os tempos da Netflix
A primeira ficção científica dirigida por George Clooney, “O Céu da Meia-Noite”, está a caminho de se tornar o maior sucesso de todos os tempos na Netflix. O site Deadline apurou que a plataforma projeta que cerca de 72 milhões de lares terão visto o filme em seu primeiro mês de distribuição. A Netflix confirmou essa informação, além de destacar que o sucesso é global. Lançado em 23 de dezembro, o filme teria se tornado o mais visto na primeira semana de sua exibição em 77 países. Clooney, que dirigiu, estrelou e produziu “O Céu da Meia-Noite” disse ao Deadline que “foi uma ótima experiência trabalhar com a Netflix”. Numa época em que ninguém consegue ir ao cinema, é uma honra poder ter um filme a que as pessoas responderam de uma forma tão forte e poder ter o reconhecimento disso.” O sucesso de “O Céu da Meia-Noite”, lançado no mesmo período em que a Disney+ (Disney Plus) lançou “Soul” e a HBO Max disponibilizou “Mulher-Maravilha 1984” em streaming nos EUA, é uma enorme validação do trabalho de Scott Stuber à frente do programa de filmes da Netflix. Em três anos comandando a divisão cinematográfica da empresa, ele atraiu inúmeros talentos com quem se relacionava quando era executivo e produtor de cinema, mudando completamente a expectativa do mercado para lançamentos de streaming. Nunca é demais lembrar que, há três anos, a maioria das grandes estrelas se recusava a fazer filmes para o streaming, mas essa resistência acabou caindo por terra com o reconhecimento e o sucesso atingidos pelos filmes da Netflix. Stuber também se pronunciou para o Deadline. “George fez um filme que captura a humanidade e que é muito perspicaz para os nossos tempos. Ele trouxe uma vida e uma alma para ‘O Céu da Meia-Noite’ – é por isso que este filme está ressoando com tantos. Que maneira incrível de terminar o ano e continuar meu relacionamento de longa data com George e Grant Heslov”, completou. Vale considerar que toda essa comemoração contrasta fortemente com a opinião da crítica sobre o filme. A média de “O Céu da Meia-Noite” no Rotten Tomatoes, site que agrega críticas públicas em inglês, é de apenas 52% de aprovação – medíocre.
Robert Rodriguez acredita que Alita: Anjo de Combate possa ganhar continuação na Disney+
O cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) tem esperanças de filmar uma continuação de “Alita: Anjo de Combate”, adaptação de mangá que ganhou status cult após seu lançamento em 2019, apesar de não ter sido exatamente um sucesso de bilheterias. Em entrevista à revista Forbes, ele reparou que o filme ganhou segunda vida em vídeo e streaming, e a Disney+ (Disney Plus) pode ser uma boa alternativa para continuar a história. “A Disney comprou a Fox e eles têm a Disney+ (Disney Plus), então é uma conversa que vale a pena”, afirmou o cineasta. “Sei que as pessoas adorariam assistir [a uma sequência] e eu amaria fazer mais um”, continuou. Segundo Rodriguez, o streaming criou uma oportunidade maior para a produção de sequências, pois se aproveita de títulos com um público já estabelecido e os oferece aos fãs “da maneira mais fácil para eles consumirem. Não é uma má ideia”. Rodriguez, por sinal, já tem trabalhos exibidos na Disney+ (Disney Plus). Ele dirigiu um episódio da 2ª temporada de “The Mandalorian” (The Mandalorian) e vai produzir a vindoura série “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett) na plataforma de streaming da Disney. “Alita: Anjo de Combate” adaptou o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita (Rosa Salazar), que é encontrada em um ferro-velho por um cientista (Christoph Waltz). Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez. O filme foi elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”, mas as críticas acabaram sendo menos lisonjeiras em relação à trama, porque o filme não conclui inteiramente sua história, deixando a porta aberta para uma continuação, que nunca foi encomendada pela Fox. O motivo da falta de entusiasmo do estúdio foi o orçamento elevado, de US$ 170 milhões, para um retorno de US$ 404 milhões mundiais.












