Disney+ revela primeira foto de Malu Mader em nova série
A Disney+ divulgou a primeira foto de Malu Mader na série “Mila no Multiverso”. Na produção de sci-fi infantil, ela vive Elis, um mulher que sumiu no multiverso e que é mãe da protagonista. A Mila do título é uma adolescente de 16 anos que ganha de presente um dispositivo que pode levá-la a percorrer universos paralelos e usa esse aparelho para procurar sua mãe desaparecido. No entanto, ela percebe que este sumiço é só o começo de sua história, já que Elis, ao descobrir a existência de múltiplos universos, passa a ser perseguida por um grupo misterioso chamado Os Operadores. A atriz Laura Luz (que estreou num curta de Joel Zito Araujo) tem o papel de Mila e o elenco também destaca os novatos Dani Flomin, João Victor e Yuki Sugimoto como amigos que ajudam a adolescente a procurar sua mãe. A premissa lembra “Uma Dobra no Tempo”, clássico literário de Madeleine L’Engle que virou filme da própria Disney em 2018. A 1ª temporada terá oito episódios, cada um com 30 minutos de duração. “Mila no Multiverso” é a primeira série de Malu Mader desde que deixou a Globo em 2018, após três décadas. Mas antes da estreia, ainda sem data prevista, ela poderá ser vista em “Turma da Mônica: Lições”, próximo filme baseado nos quadrinhos de Maurício de Sousa, com lançamento marcado para 30 de dezembro. Ateriormente, a Disney+ tinha revelado outras fotos, destacando os demais integrantes do elenco. Veja abaixo. Um mistério que precisa ser resolvido, no multiverso, na primeira série sci-fi brasileira do #DisneyPlus! ⏳ E sim, temos a Malu Mader neste elenco maravilhoso! 😍 #MilaNoMultiverso, uma Série Original. Estreia em 2022. pic.twitter.com/zPoQT39sRj — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) October 28, 2021
Crítica norte-americana detona “Cowboy Bebop”
A Netflix fez muito barulho para divulgar a versão live-action de “Cowboy Bebop”, mas não conseguiu mudar a impressão negativa da crítica, estabelecida desde que anunciou a escalação do elenco da atração. A série baseada no popular anime dos anos 1990 chegou no Rotten Tomatoes com apenas 40% de aprovação. “Qual o sentido de adaptar ‘Cowboy Bebop’ numa série live-action”, chega a questionar a crítica da revista The Hollywood Reporter. “Em um aparente esforço para cortejar os fãs do original, a série é fiel além da conta”, continua o texto. “Mas não precisava ter necessariamente o mesmo enredo de cada história, imitar os mesmos enquadramentos e acompanhar o mesmo ritmo narrativo ao som das mesmas melodias da trilha de Yoko Kanno”. Criticando a sensação de cópia inferior, a crítica completa: “O maior pecado da série é que mesmo que ela siga fielmente os caminhos de seu predecessor, ela não captura a mesma magia. O ritmo ágil se tornou pesado, os visuais belíssimos foram reduzidos a efeitos especiais turvos, o humor divertido foi transformado em risadas falsas e a aridez do anime foi substituída por sets de má qualidade”. A Entertainment Weekly reforçou que “a nova adaptação convida a comparações ao constantemente recriar momentos do anime”. “A nova série não tem muitas tramas originais, além das expansões das histórias pregressas dos personagens. Quase todo episódio é baseado na trama dos episódios originais, com pequenos ajustes”. A revista Empire, por sua vez, apontou que, além de ser uma cópia, é uma cópia inferior, que não compreende o que fez o original ser considerado original em primeiro lugar. “Desde o começo, ‘Cowboy Bebop’ parece não compreender o estilo e o subtexto de seu antecessor, se apoiando apenas em seus elementos menos interessantes”, afirma o texto, antes de definir o remake de carne e osso como “uma reencenação vazia, que continuamente convida à comparação com o original, em seu próprio detrimento”. Resumindo, a Slant definiu o esforço como caricato. “A série parece mais cartunesca que o anime que a inspirou”. Mas houve elogios, especialmente dos críticos nerds. As notas positivas foram focadas no elenco central, que “fazem com que valha a pena acompanhar essa jornada”, segundo o site IGN. “John Cho, em particular, é tão descolado sem precisar se esforçar, que é inimaginável o porquê de Hollywood não tê-lo testado mais vezes em papéis de protagonista”, destacou a revista Rolling Stone. Apesar disso, os poucos elogios não foram suficientes para evitar que a produção acabasse recendo o selo de “podre” no Rotten Tomatoes. Baseado no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998, a atração gira em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. O elenco traz John Cho (“Procurando…”) como o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e estreia na sexta (19/11) em streaming.
Série baseada no game “Halo” ganha primeiro teaser
A Paramount+ revelou o primeiro teaser da série baseada no game “Halo”, em desenvolvimento há quase uma década. A prévia é curta e revela pouco, mostrando Pablo Schreiber (“American Gods”) de costas, sem mostrar seu visual como o supersoldado Master Chief. O teaser mostra suas costas com cicatrizes e o personagem vestindo seu equipamento, além de anunciar que a série estreia em 2022. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante. A nova atração é inspirada no jogo original, lançado em 2001. A concepção é de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde, com a produção passando a ser liderada por Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, que dirigiu alguns episódios. Mas o nome mais forte dos bastidores é o de Steven Spielberg, via sua produtora Amblin, que entrou no projeto após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) falhar em encontrar financiamento para ser lançada no cinema. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação de “Halo” em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos sete anos. Com o lançamento da Paramount+, a produção acabou ganhando outro destino. O elenco inclui ainda Natascha McElhone (“Designated Survivor”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Shabana Azmi (“Os Filhos da Meia-Noite”), Yerin Ha (“Reef Break”), Bentley Kalu (“No Limite do Amanhã”), Natasha Culzac (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Kate Kennedy (do telefilme “A Midsummer Night’s Dream”), Olive Gray (“Save Me”) e Charlie Murphy (“Peaky Blinders”).
“Eternos” mantém liderança das bilheterias dos EUA pela segunda semana
“Eternos” manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá com mais US$ 27,5 milhões em sua segunda semana em cartaz. O valor representa uma queda de 61% em relação à estreia, diferença maior que a registrada por “Shangi-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme anterior da Marvel/Disney. O total doméstico da produção chegou em US$ 118,4 milhões em dez dias. Mas sua principal fonte de arrecadação vem do mercado internacional. Neste fim de semana, o longa rendeu mais US$ 48 milhões em 45 países, elevando a contagem estrangeira para US$ 162,6 milhões e somando um total de US$ 281,4 milhões mundiais. E isto sem a China, que barrou a distribuição devido à entrevistas da diretora do filme, Chloé Zhao, chinesa que vive nos EUA e traça um retratado pouco lisonjeiro de seu país natal, “onde há mentiras por toda parte”. No início do ano, o governo chinês chegou a censurar o fato de Zhao ter vencido o Oscar com “Nomadland”, em vez de comemorar a conquista de uma cineasta do país. O 2º lugar ficou com “Clifford – O Gigante Cão Vermelho”, que alcançou US$ 22 milhões em cinco dias. O filme teve lançamento antecipado na quarta-feira (10/11) para compensar o fato de ter sido lançado simultaneamente na plataforma Paramount+. Considerando apenas o fim de semana, foram US$ 16,4 milhões, que mesmo com a concorrência do streaming representa um dos melhores começos da era pandêmica para um filme infantil. “Clifford” foi o segundo filme seguido da Paramount a ter lançamento híbrido. E “Patrulha Canina – O Filme” também teve bom desempenho nas bilheterias. Os executivos do estúdio informaram que o formato continuará a ser utilizado em títulos para crianças, pois ainda levará muito tempo para que o público mais jovem sejam vacinado. A crítica norte-americana considerou a adaptação dos livros ilustrados de Norman Bridwell (1928–2014) medíocre, com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público achou o cão gigante vermelho fofo, dando nota A no CinemaScore, avaliação feita na saída do cinema. A estreia no Brasil vai acontecer em 2 de dezembro. O resto do Top 5 comemorou a ultrapassagem de metas importantes, com vários números impressionantes. “Duna” fez mais US$ 5,5 milhões, que lhe valeu o 3º lugar e ajudou seu faturamento doméstico a atingir US$ 93,1 milhões, permitindo-lhe ultrapassar os US$ 350 milhões mundiais – está com US$ 351,2 milhões. Em 4º lugar, “007 – Sem Tempo para Morrer” arrecadou US$ 4,6 milhões, o que fez seu montante chegar à marca exata de US$ 150 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá, e ultrapassar os US$ 700 milhões mundiais – chegou em US$ 708,6 milhões. Apenas “Velozes e Furiosos 9” arrecadou mais em todo o mundo, com US$ 721 milhões. Fechando a lista, “Venom: Tempo de Carnificina” acrescentou US$ 4 milhões em sua contabilidade, valor que lhe permitiu superar a marca de US$ 200 milhões na América do Norte. Trata-se apenas do segundo filme da era da pandemia a fazer isso, juntando-se a “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. O filme de super-herói chegou neste domingo (14/11) a um total doméstico de US$ 202,7 milhões e a US$ 441,5 milhões globalmente.
Ator de “Star Trek: Discovery” será Capitão Nemo em série da Disney+
A Disney+ definiu o protagonista de sua série baseada no clássico “20.000 Léguas Submarinas”, de Jules Verne. O ator inglês Shazad Latif, da série “Star Trek: Discovery”, será o novo Capitão Nemo. A atração vai se chamar “Nautilus”, nome do submarino do protagonista, e está sendo desenvolvida pelo roteirista James Dormer, criador da fantasia britânica “Beowulf: Return to the Shieldlands”. Por sinal, os detalhes que vieram à tona são bem diferentes da trama escrita por Verne, contendo extrapolações influenciadas pelo escritor Alan Moore (em sua obra “A Liga Extraordinária”). Para quem não lembra, “20.000 Léguas Submarinas” acompanhava a caçada de um misterioso monstro marinho que vinha atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, tratava-se do primeiro submarino do mundo, o Nautilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. A série pretende explorar a origem de Nemo como um príncipe indiano que teve seu trono usurpado. Após escapar das garras da Companhia das Índias Orientais, ele busca vingança contra as forças que lhe tiraram tudo, partindo a bordo de sua épica embarcação para enfrentar grandes inimigos e desvendar os segredos das profundezas do mar. As gravações estão programadas para começar no início de 2022 na Austrália. “Nautilus” será a segunda adaptação da obra clássica feita pela Disney, que em 1954 filmou a versão mais conhecida da história no cinema, reunindo um elenco estelar: James Mason no papel de Nemo, além de Kirk Douglas, Paul Lukas e Peter Lorre. Lembre o trailer do filme clássico.
“Predador 5” ganha título oficial e primeira imagem conceitual
O 20th Century Studios divulgou o título oficial e a primeira imagem conceitual do novo filme da franquia “Predador”. Durante a produção, ele vinha sendo chamado de “Skulls” (crânios, no sentido de caveiras), mas o estúdio decidiu por outro nome para seu lançamento: “Prey” (presa, no sentido de vítima de predador) O quinto “Predador” vai envolver a primeira caçada dos alienígenas na Terra, realizada há 300 anos entre um grupo de guerreiros Comanche, e destaca uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). A imagem liberada remete a seu confronto com a criatura alienígena. O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e a produção foi rodado totalmente sem alarde, encerrando suas filmagens em setembro passado, em Calgari, no Canadá, com direção de Dan Trachtenberg. “Prey” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” e o piloto de “The Lost Symbol”. Ainda não há previsão de estreia, mas o lançamento será exclusivo da plataforma Hulu nos EUA e da Star+ no Brasil. An all-new entry in the @Predator franchise, “Prey” is set in the world of the Comanche Nation 300 years ago. See the original film directed by Dan Trachtenberg (“The Boys,” “10 Cloverfield Lane”) only on @Hulu in 2022. pic.twitter.com/3A3KSiWoqn — 20th Century Studios (@20thcentury) November 12, 2021
Obi-Wan Kenobi: Nova série “Star Wars” ganha vídeo de bastidores
A Lucasfilm divulgou um vídeo de bastidores de “Obi-Wan Kenobi”, série passada no universo “Star Wars” que deve estrear em 2022. A atração trará de volta o ator inglês Ewan McGregor ao papel de Obi-Wan Kenobi, mestre Jedi que ele interpretou na trilogia-prólogo de “Star Wars”, exibida nos cinemas entre 1999 e 2005, além de Hayden Christensen, que se transformou em Darth Vader em “A Vingança dos Sith”, sem esquecer dos atores Joel Edgerton e Bonnie Piesse, intérpretes dos tios que criam Luke Skywalker. Como novidades, a produção já anunciou as participações de Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Maya Erskine (“PEN15”) e o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”). Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a série está atualmente no meio de suas gravações.
“Finch” vira maior sucesso da Apple TV+
A sci-fi “Finch”, estrelada por Tom Hanks, estabeleceu um novo recorde de audiência na Apple TV+ desde que estreou na sexta-feira passada (5/11). Com lançamento em mais de 100 países, “Finch” teria dobrado seu público do dia de estreia no sábado e no domingo, gerando o fim de semana de maior audiência da Apple TV+ em todos os tempos – ou seja, em dois anos, desde o lançamento da plataforma. Como a maioria das plataformas, a empresa não oferece números para servir de parâmetro, mas o site Deadline apurou que a trama apocalíptica se tornou o filme mais assistido da Apple TV+ ao superar um lançamento anterior de Hanks, “Greyhound”, que era o líder até então. Foi a audiência de “Greyhound”, inclusive, que fez a Apple TV+ ir atrás de “Finch”. O longa deveria ter estreado em agosto nos cinemas com o título de “BIOS” e distribuição da Universal, mas acabou interceptado pela Apple, que adquiriu seus direitos para exibição em streaming. Com direção de Miguel Sapochnik, premiado com o Emmy por seu trabalho monumental na série “Game of Thrones”, o filme traz Hanks como o protagonista Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico que transformou o mundo num deserto. Vivendo em um abrigo subterrâneo há uma década, ele construiu um mundo próprio, que divide com seu cachorro Goodyear. Por isso, decide criar um robô (dublado por Caleb Landry Jones, de “Corra!”) para cuidar de Goodyear quando ele não puder mais, esforçando-se para mostrar à sua criação a alegria e a maravilha do que significa estar vivo. O longa tem produção de Robert Zemeckis, que curiosamente já dirigiu Hanks em situação parecida, como um náufrago isolado que tinha apenas a companhia de uma bola que batizou de Wilson, em “Náufrago” (2000). Tanto Wilson como Goodyear são marcas comerciais. Graças ao sucesso de “Greyhound” e agora “Finch”, a Apple quer mais parcerias de Tom Hanks. Ele não estrela, mas produz “Masters of the Air”, minissérie dramática sobre a 2ª Guerra Mundial que já começou a ser gravada no Reino Unido e que a plataforma pretende lançar em 2022. O sucesso da sci-fi também aponta o acerto da estratégia do serviço de, após produzir suas primeiras séries, voltar-se aos filmes. A Apple TV+ tem vários longas-metragens programados para os próximos meses, que podem, inclusive, superar o recorde de “Finch”.
Trailer do final de “Perdidos no Espaço” mostra Will Robinson em perigo
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª e última temporada de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) com cenas épicas, repletas de efeitos visuais e um Will Robinson bastante crescido. Embora não pareça, ele segue interpretado pelo mesmo ator, Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade. A prévia também mostra que a frase “perigo, Will Robinson” cabe perfeitamente para descrever a situação em que ele se encontra, enquanto tenta salvar sua família dos alienígenas que tem causado grande destruição desde o começo da série. “Perdidos no Espaço” é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (que ainda criou “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). E que por sua vez também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. A trama do reboot se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia dos capítulos finais vai acontecer em 1 de dezembro.
Filme de “Star Wars” de Patty Jenkins é suspenso
A estreia de Patty Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha”, no universo “Star Wars” vai demorar mais que o previsto. O filme “Star Wars: Rogue Squadron” foi retirado do calendário de lançamentos da Disney. Isto sugere, aparentemente, que Jenkins vai filmar “Mulher-Maravilha 3” antes de ir para uma galáxia muito distante. Nos últimos dias, ela e a atriz Gal Gadot deram muitas declarações sobre a produção da Warner, indicando que suas filmagens poderiam estar mais próximas que muitos imaginavam. Mas os conflitos podem não ter sido de agenda. Após a estreia ser suspensa, o blog de um ex-editor da revista The Hollywood Reporter apontou que o problema era, na verdade, mais um conflito criativo com a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, que acumula confusões com cineastas desde que assumiu o lugar de George Lucas à frente da empresa – desde a demissão da dupla Phil Lord e Chris Miller no meio das filmagens de “Han Solo” até a dispensa de Colin Trevorrow no começo da pré-temporada de “A Ascensão Skywalker” – o que explica porque o estúdio encontra-se sem novos projetos cinematográficos. A ideia original da Disney era começar a pré-produção do projeto em 2022, a fim de cumprir a previsão de lançamento original, marcada para 23 de dezembro de 2023. A data deve ser ocupada agora por outra produção do estúdio. O envolvimento de Jenkins com “Star Wars: Rogue Squadron” foi revelado há um ano, com direito a vídeo especial e depoimento da diretora apresentado no Dia dos Investidores da Disney, em dezembro de 2020. A cineasta seria a primeira mulher a dirigir um filme de “Star Wars”. O roteiro de “Star Wars: Rogue Squadron” é assinado por Matthew Robinson (“Amor e Monstros”). Veja abaixo o vídeo de apresentação do projeto, com direito a comentário de Bob Iger, o presidente da Disney, dando boas-vindas à Jenkins. We are thrilled to have the great Patty Jenkins directing our @StarWars feature film Rogue Squadron, and as a true admirer of her work, it is an honor to have Patty directing her next film for us! https://t.co/5jKqaQ6Guk — Robert Iger (@RobertIger) December 10, 2020
“Eternos” estreia em 1º lugar com pior bilheteria da Marvel em 2021
O filme de super-heróis “Eternos” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com uma arrecadação US$ 71 milhões neste fim de semana. O valor equivale à quarta maior estreia de cinema nos EUA e Canadá desde o início da pandemia da covid-19. Só que tem um detalhe. Os três títulos acima de “Eternos” são filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que torna “Eternos” o filme da Marvel que menos faturou no período, atrás dos lançamentos de “Venom: Tempo de Carnificina” (US$ 90 milhões), “Viúva Negra” (US$ 80,3 milhões) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 75 milhões). “Eternos” também ganhou a reputação de ser o pior filme da Marvel em todos os tempos, tanto em avaliação da crítica quanto do público norte-americanos. No CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA, a produção registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, abaixo do “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação dos críticos profissionais é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. No sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. O impacto dessas notas pode levar a uma queda de arrecadação nos próximos dias e encurtar a carreira do filme no cinema. A boa notícia para o Marvel Studios e a Disney é que a arrecadação foi mais robusta no exterior. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia, onde uma nova onda de covid-19 obrigou outra rodada de fechamentos de cinemas, o longa faturou US$ 90,7 milhões internacionalmente, chegando a US$ 161,7 milhões mundiais. Foi o filme mais visto em todos os lugares, exceto na Índia. A produção chegou a bater o recorde de bilheteria da Coreia do Sul na pandemia, com US$ 14,1 milhões. E também teve bons desempenhos no Reino Unido (US$ 7,1 milhões), França (US$ 6,7 milhões), México (US$ 5,7 milhões) e Austrália (US$ 5 milhões). Sob a sombra de “Eternos”, os outros filmes em cartaz viram suas fortunas encolherem drasticamente na América do Norte. Em seu terceiro fim de semana, “Duna” caiu para o 2º lugar com US$ 7,6 milhões, elevando sua arrecadação doméstica para US$ 83,9 milhões e a mundial para US$ 338,4 milhões. “007 – Sem Tempo para Morrer” ficou em 3º lugar com US$ 6,2 milhões, aumentando seus rendimentos para US$ 143,1 milhões nos EUA e Canadá e US$ 667,1 milhões em todo o mundo. “Venom – Tempo de Carnificina” fez US$ 4,5 milhões em 4º lugar, chegando a US$ 197 milhões no mercado interno e US$ 424,6 milhões no total. E a animação “Ron Bugado” fechou o Top 5 com US$ 3,6 milhões, sem passar de um total de US$ 17,6 milhões. O maior lançamento do circuito limitado foi “Spencer”. O drama indie em que Kristen Stewart vive a princesa Diana chegou a US$ 2,1 milhões em cerca de mil salas e ocupou o 8º lugar no ranking da arrecadação. Para completar, a Netflix liberou “Alerta Vermelho” nos cinemas uma semana antes de lançar a superprodução em streaming, mas ninguém sabe qual foi sua bilheteria oficial, já que a empresa escondeu os números. A comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson , Ryan Reynolds e Gal Gadot foi exibida em 750 cinemas dos EUA, e fontes das publicações de Hollywood estimam que não deva ter faturado mais que US$ 1,3 milhão, um número desanimador em circunstâncias normais. E com um detalhe: a crítica achou pior que “Eternos”, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Série derivada de “The 100” é oficialmente descartada
O projeto da série derivada de “The 100” foi oficialmente descartado pela rede The CW, dois anos após ser cogitado. Anunciada em outubro de 2019, a produção se passaria 97 anos antes da trama de “The 100” e chegou a apresentar seus personagens num episódio de “flashback” da última temporada da série original. O prólogo acompanharia a jornada de um grupo de jovens em luta para sobreviver nos primeiros anos do apocalipse nuclear, que dizimou a maior parte da população da Terra. Jason Rothenberg, criador de “The 100”, seria o roteirista e produtor executivo do spin-off. O detalhe é que esse capítulo especial, considerado como um piloto da nova série, teve uma das piores audiências da atração, que se encerrou no ano passado. Mesmo assim, o canal tentou um acerto com a plataforma de streaming HBO Max para viabilizar uma produção conjunta. A parceria, entretanto, não se consolidou e o projeto implodiu. Uma das melhores séries da rede The CW – mesmo com o final “metafísico” e mortes indesculpáveis – , “The 100” tem todas as suas sete temporadas disponíveis no catálogo da Netflix.
“Eternos” é pior filme da Marvel no CinemaScore e vira “podre” no Rotten Tomatoes
Não foi só a crítica. “Eternos” também destoou dos outros filmes da Marvel na recepção do público. O filme dirigido por Chloé Zhao recebeu a nota mais baixa dentre todas as produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) no CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA. “Eternos” registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, superando a pior nota do estúdio no CinemaScore, um “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação da crítica é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. Se as resenhas iniciais causavam preocupação, com 72% de aprovação, a situação só piorou desde então. Neste sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. É nota de filme medíocre, condição evocada pelas críticas, que acusam o filme de ser genérico, mas principalmente uma grande decepção pela expectativa criada pela direção da vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland” e pelo elenco estelar, incluindo Angelina Jolie, Salma Hayek e dois astros de “Game of Thrones”. Até então, as notas mais baixas da Marvel no Rotten Tomatoes pertenciam a “O Incrível Hulk” (67% de aprovação) e “Thor: O Mundo Sombrio” (66%). Apesar disso, as opiniões negativas não devem abalar muito a bilheteria da estreia da produção, que tem expectativa de faturar em torno de US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. O impacto, se houver, será sentido a partir da segunda semana de exibição. “Eternos” também está em cartaz nos cinemas brasileiros.












