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    Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher

    18 de dezembro de 2017 /

    O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”

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    Pôsteres de Star Trek: Discovery destacam data de retorno da série

    17 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou quatro pôsteres de “Star Trek: Discovery”, com personagens e a data de estreia da parte final da 1ª temporada, que será exibida a partir de janeiro. Os cartazes trazem Sonequa Martin-Green como Michael Burnham, Jason Isaacs como o capitão Gabriel Lorca, Doug Jones como o primeiro oficial Saru e Javid Iqba como o klingon Voq, que estava desaparecido da trama desde o quarto episódio. Anteriormente, também foi divulgado um trailer da midseason, com referências à episódios da série clássica dos anos 1960. Confira aqui. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro no Brasil, pela Netflix – um dia após a estreia nos EUA.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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    Último filme da franquia Maze Runner ganha pôster para lançamento em Imax

    16 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster para o lançamento em Imax de “Maze Runner: A Cura Mortal”, último filme da trilogia distópica estrelada por Dylan O’Brien (série “Teen Wolf”). A arte busca evidenciar a escala grandiosa da produção e assim justificar sua exibição em tela grande. O filme chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido por O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas o ator já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.

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    Sci-Fi Aniquilação com Natalie Portman vai chegar ao Brasil pela Netflix

    15 de dezembro de 2017 /

    Numa decisão inesperada, a sci-fi “Aniquilação”, novo filme do diretor britânico Alex Garland (“Ex Machina: Instinto Artificial”), foi vendido pela Paramount para a Netflix e não será mais lançado nos cinemas fora dos Estados Unidos, Canadá e China. Isto explica porque o segundo trailer da produção não ganhou versão legendada no Brasil. O longa tinha estreia marcada para fevereiro no Brasil e alimentava grandes expectativas, não só por ser o segundo longa de Garland, que tinha encantado a crítica com “Ex Machina”, mas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio de negociar o longa com o serviço de streaming. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Apesar do lançamento marcado nos cinemas americanos, o filme também será disponibilizado rapidamente em streaming no país, numa janela de apenas 17 dias, que deverá render boicote das salas exibidores, como já aconteceu antes com produções da Netflix. Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Mas Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado. Amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, Ellison teria buscado uma saída com a negociação com a Netflix. Garland abordou essa polêmica em outra entrevista. Falando ao IndieWire, disse que o filme sempre foi esse, e isto já estava claro na assinatura do contrato. “Lido com esses assuntos com muita transparência. Nunca enganei ninguém a respeito das minhas intenções, entreguei o roteiro e algumas imagens. Acredito que a partir do momento em que concordam fazer o filme há um contrato e esse contrato não pode ser quebrado depois. É um acordo criativo. Se alguém vê um problema, tudo bem, mas a hora de expressar isso é cedo, não no fim da linha.” “Aniquilação” será disponibilizado mundialmente pela Netflix em março. Vale observar que “Ex Machina: Instinto Artificial”, estrelado por Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”), foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Mas, apesar disso, também não foi exibido nos cinemas nos cinemas no Brasil, chegando aqui direto em DVD.

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    Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos

    15 de dezembro de 2017 /

    Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.

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    Natalie Portman encontra terrores desconhecidos no novo trailer de Aniquilação

    13 de dezembro de 2017 /

    A Paramount divulgou o novo trailer de “Aniquilação” (Annihilation), sci-fi escrita e dirigida por Alex Garland (“Ex-Machina”). A prévia mostra Natalie Portman (“Thor”) sendo interrogada por pessoas em trajes de proteção biológica, sobre sua experiência na Área X, além de mostrar detalhes tensos e sinistros de sua expedição ao local, ao lado de Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Tessa Thompson (“Creed”). O filme adapta o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Além das atrizes mencionadas, o elenco também destaca Oscar Isaac (que foi protagonista de “Ex-Machina”), como uma das pessoas contaminadas na região e marido da personagem de Portman. A estreia está marcada para 22 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Altered Carbon: James Purefoy narra novo teaser legendado da série sci-fi

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo teaser legendado da série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia traz narração de James Purefoy (de “The Following”), que explica como se tornou o homem mais rico de vários planetas e conseguiu viver mais de 300 anos trocando de corpos, até ser assassinado. E como isso o motivou a contratar alguém para descobrir quem o matou. É a deixa para aparição em cena do ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), numa sequência de imagens que evocam “Blade Runner” (1982). Kinnaman, que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (Purefoy), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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    Sci-fi futurista de Steven Spielberg, Jogador Nº 1 ganha trailer legendado

    11 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a versão legendada do trailer de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que foi disponibilizado no fim de semana nos Estados Unidos. O vídeo se alterna entre cenas de um futuro distópico e imagens de videogame. Mas o mundo criado por computação gráfica não passa a impressão de ser tão imersivo quanto a premissa sugere, em parte porque os efeitos não são realistas. O longa marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica e é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, passada no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade prefere mergulhar no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também irá encontrar centenas de easter eggs na produção para identificar. Já é possível ver várias menções à cultura pop da época no trailer, desde a trilha com Van Halen, um boom box saído de “Digam o que Quiserem” (1989), o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985) e a lutadora Chun Li de “Street Fighter”, mas também há a aparição do “Gigante de Ferro” (que é na verdade de 1999), o Match 5 de “Speed Racer” (que é dos anos 1960) e personagens de games mais recentes. Além de Tye Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Animação do Astronauta, de Mauricio de Sousa, ganha teaser em ritmo de aventura sci-fi

    10 de dezembro de 2017 /

    Além de filmes da “Turma da Mônica”, a Mauricio de Sousa Produções está preparando uma produção animada do “Astronauta”. A atração teve seu primeiro teaser disponibilizado no YouTube. Durante a Comic Con Experience, foi revelado que se trata de uma minissérie dividida em seis episódios. A produção é baseada nas recentes graphic novels de Danilo Beyruth, e mantém o estilo mais adulto, com ritmo de aventura sci-fi das publicações. Beyruth escreveu e desenhou uma trilogia do personagem, com inspirações que vão desde Jack Kirby a Moebius, passando por Arthur C. Clark. Recentemente, ele também colaborou com o diretor Vicente Amorim (“Irmã Dulce”) no thriller “Motorrad”, que foi exibido nos festivais do Rio e Toronto, mas ainda não tem previsão de estreia comercial. A direção da animação do “Astronauta” é de José Márcio Nicolosi, de “Turma da Mônica em Cinegibi, O Filme” (2004), e a produção também não tem previsão para ser exibida.

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    Trailer de Jogador Nº 1 leva Steven Spielberg de Volta para o Futuro

    10 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica. Ainda sem legendas, o vídeo se alterna entre cenas de um futuro distópico e imagens de videogame. Mas o mundo criado por computação gráfica não passa a impressão de ser tão imersivo quanto a premissa sugere, em parte porque os efeitos não são realistas. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade prefere mergulhar no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também irá encontrar centenas de easter eggs na produção para identificar. Já é possível ver várias menções à cultura pop da época no trailer, desde a trilha com Van Halen, um boom box saído de “Digam o que Quiserem” (1989), o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985) e a lutadora Chun Li de “Street Fighter”, mas também há a aparição do “Gigante de Ferro” (que é na verdade de 1999), o Match 5 de “Speed Racer” (que é dos anos 1960) e personagens de games mais recentes. Além de Tye Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi ganha elogios rasgados da crítica americana

    10 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” é um dos melhores filmes da franquia espacial. O melhor pelo menos desde “O Império Contra-Ataca”. Épico, deslumbrante, comovente, emocionante. Etc, etc. Os elogios começaram a jorrar nas redes sociais assim que terminou a primeira sessão do filme para a imprensa, que aconteceu no sábado (9/12) nos Estados Unidos. Até o diretor James Mangold (“Logan”) foi ao Twitter aplaudir. Em coro, todos elogiaram o trabalho do cineasta Rian Johnson (“Looper”), que escreveu e dirigiu o que muitos estão considerando um épico diferente de tudo o que já foi feito na franquia, com cenas tão memoráveis que renderam pedidos de não compartilhamento de spoilers. A Força parece ser (literalmente) forte com o cineasta, porque, após ver seu trabalho, a Lucasfilm o contratou para desenvolver uma nova trilogia de “Star Wars”. Confira abaixo alguns dos tuítes da crítica americana exaltando o filme, que estreia na quinta-feira (14/12) no Brasil. #TheLastJedi is absolutely fantastic – gripping, touching, funny and powerful w/ gorgeous shots and the most badass battles. When it gets going, holy crap does it get going. Hands down the best #StarWars movie since Empire pic.twitter.com/nWWAhlNMJo — ErikDavis (@ErikDavis) 10 de dezembro de 2017 “‘Os Últimos Jedi’ é absolutamente fantástico. Emocionante, comovente, engraçado, poderoso, com fotografia linda e as batalhas mais incríveis. Quando ele pega o ritmo, meu deus como ele pega o ritmo. O melhor filme ‘Star Wars’ desde ‘O Império Contra-Ataca'” - Erik Davis – Fandango #StarWarsTheLastJedi floored me. @rianjohnson and the team nail so much – thrills, laughs, heart and most of all, pushing the characters/overall franchise a major step forward. Some really rich material to explore in the future. Can’t wait for more. — Perri Nemiroff (@PNemiroff) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ me deixou no chão. Rian Johnson e o time acertaram em cheio. Arrepios, risos, coração e mais do que tudo, levando os personagens um passo além. Muito material a ser explorado no futuro. Mal posso esperar para ver mais” – Perri Nemiroff – Collider Star Wars: The Last Jedi is everything. Intense, funny, emotional, exciting. It’s jam-packed with absolutely jaw dropping moments and I loved it so, so much. I’m still shaking. pic.twitter.com/fHddWjo201 — Germain Lussier (@GermainLussier) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é tudo. Intenso, engraçado, emocionante, excitente. É cheio de ação e com momentos de cair o queixo. Eu amei muito. Ainda estou tremendo” – Germain Lussier, Gizmodo Luke was right: “This is not going to go the way you think.” #TheLastJedi will shatter you – and then make you whole again. pic.twitter.com/PJyYpH5loP — Anthony Breznican (@Breznican) 10 de dezembro de 2017 “Luke estava certo: Isto não vai ser do jeito que você acha. ‘Os Últimos Jedi’ vai destruir você. E depois te fazer inteiro novamente” #TheLastJedi is the first Star Wars movie that's not just about growing up, but growing old. New characters mature and strengthen, and veterans show power & resolve even they may have never imagined possible. — Anthony Breznican (@Breznican) December 10, 2017 “Roubando uma frase de um velho mestre: ‘Os Últimos Jedi’ é mais poderoso do que você possa imaginar. Me deixou surpreso por sua ousadia. ‘Os Últimos Jedi’ é o primeiro filme ‘Star Wars’ que não é apenas sobre crescer, mas também sobre envelhecer. Novos personagens amadurecem, veteranos aprendem sobre ser mais poderosos do que você imagina” – Anthony Breznican, Entertainment Weekly Star Wars: The Last Jedi is so very different, exciting, surprising. So many emotions, so many amazing moments. Stay away from spoilers. — Peter Sciretta (@slashfilm) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é tão diferente, excitante, surpreendente. Tantas emoções, tantos momentos incríveis. Fique longe dos spoilers” – Peter Sciretta, Slash Films Guys. @rianjohnson has made the most epic, emotionally powerful @starwars film ever. Hands down. My strong advice is to be very wary of spoilers. The less you know about #TheLastJedi, the better. Bravo, bravo, bravo. — Clayton Sandell (@Clayton_Sandell) 10 de dezembro de 2017 “Caras. Rian Johnson fez o filme ‘Star Wars’ mais épico e poderoso emocionalmente que todos. Sem comparação. Meu conselho maior é fique longe de spoilers. Quanto menos você souber sobre ‘Os Últimos Jedi’, melhor. Bravo, bravo, bravo” – Clayton Sandell, ABC  THE LAST JEDI: A little too long & dragged in the middle, but great fun overall! As good as The Force Awakens; Rogue One is better! More humor than expected, great #StarWars moments, #MarkHamill is awesome! A worthy Episode VIII pic.twitter.com/HHihSa788D — Scott Mantz (@MovieMantz) 10 de dezembro de 2017 “‘Os Últimos Jedi’: Um pouco longo demais e arrastado no meio, mas divertido no geral! Tão bom quanto O Despertar da Força, mas Rogue One é melhor! Mais humor que o esperado, ótimos momentos ‘Star Wars’, Mark Hamill está ótimo. Digno de Episódio VIII” – Scott Mantz, Access Hollywood There’s a scene in #StarWars #TheLastJedi that I keep playing over and over in my head, that is so stunning and unexpected that I don’t want to forget how I felt seeing it for the first time. This movie feels unlike any other Star Wars movie in all the ways I hoped. pic.twitter.com/zlDW4yOjp2 — Terri Schwartz (@Terri_Schwartz) 10 de dezembro de 2017 “Há uma cena em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ que eu fico lembrando e lembrando novamente, que é tão incrível e inesperada que eu não quero esquecer como eu me senti da primeira vez que vi. Este filme não se parece em nada com qualquer filme ‘Star Wars’, do melhor jeito possível” – Terri Schwartz, IGN Massive congrats to my friend @rianjohnson for the dazzling writing and directing work he shared tonight! Yes, a great chapter of a blockbuster franchise, spectacular and unpredictable, but also his own voice shining through… kudos! — Mangold (@mang0ld) 10 de dezembro de 2017 “Parabéns de verdade ao meu amigo Rian Johnson por ter escrito e dirigido o trabalho que ele compartilhou hoje. Sim, é um grande capítulo da franquia blockbuster, espetacular e inesperado, mas também tem sua própria voz. Parabéns!” – James Mangold, diretor de “Logan”

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  • Série

    2ª temporada da série brasileira 3% ganha primeiro teaser

    10 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser da 2ª temporada da série brasileira “3%”, que contrapõe os prédios pichados do centro de São Paulo com o cenário de uma praia paradisíaca e avisa: “O Maralto te espera”. A nova fase vai mostrar a vida de quem entrou nos 3% e como ficaram os que precisaram voltar para o Continente, enquanto um novo processo se aproxima. Além disso, a trama ganhará as participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”), Bruno Fagundes (visto em “Sense8”), Thais Lago (série “Quero Ter 1 Milhão de Amigos”), Laila Garin (novela “Rock Story”), Cynthia Senek (novela “Malhação”), Samuel de Assis (“Chico Xavier”) e Silvio Guindane (“É Fada”). Maior sucesso internacional da Netflix, a série criada, escrita e produzida por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”) terá novos episódios em 2018, em data ainda não divulgada.

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