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    4ª temporada de Black Mirror tem trecho revelado por Jodie Foster

    20 de dezembro de 2017 /

    O jornal britânico The Daily Express divulgou em primeira mão um trecho de “ArkAngel”, episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”). A própria atriz-cineasta disponibilizou o vídeo, que mostra a personagem de Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”) como uma mãe paranoica, que levando sua filha para ter um chip de localização implantado. Foster disse ao jornal que a história, escrita pelo criador da série Chalie Brooker, não se limita à tecnologia e se foca nos “detalhes complicados” de uma ligação mãe e filha. “Esta é uma história de mãe e filha, de uma mãe que gostaria de manter seu filho seguro”, ela resumiu. A diretora detalhou melhor a trama em entrevista recente ao programa “The Late Show”. “A mãe tem todas as paranoias que os pais têm, e encontra esse dispositivo que lhe permite encontrar uma forma de manter sua filha segura, mas isso pode requerer um implante. Ela vai com tudo”. Os novos episódios de “Black Mirror” serão disponibilizados pela Netflix no dia 29 de dezembro.

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    Criador de Battlestar Galactica vai fazer nova série sci-fi espacial para a Apple

    19 de dezembro de 2017 /

    O roteirista e produtor Ronald D. Moore vai voltar a desenvolver uma sci-fi espacial. O criador do reboot de “Battlestar Galactica” recebeu sinal verde para produzir a 1ª temporada de uma nova série sci-fi, ainda sem título, para o serviço de streaming da Apple. Trata-se de uma série especulativa, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e Rússia não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. Com coprodução da Sony Television, a série marcará uma parceria criativa de Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que também trabalharão nos roteiros da atração. A série de Moore é a segunda produção sci-fi encomendada pelo serviço de streaming da Apple, após um reboot da série de antologia clássica “Amazing Stories”, criada por Steven Spielberg nos anos 1980. Também será a terceira série de Moore com produção simultânea. Ele também é responsável pelo sucesso “Outlander”, no canal pago Starz, e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, na Amazon Prime.

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    Van Helsing é renovada para a 3ª temporada

    19 de dezembro de 2017 /

    O canal SyFy renovou a série apocalíptica de vampiros “Van Helsing” para sua 3ª temporada. A decisão foi tomada na reta final do segundo ano, que se encerra em 4 de janeiro, e apesar da baixa audiência (média de 400 mil telespectadores por episódio). “Eu não poderia ficar mais feliz ao saber que o Syfy renovou ‘Van Helsing’ para uma 3ª temporada”, disse o criador da série, o cineasta Neil LaBute, em comunicado. “Tem sido uma jornada maravilhosa até agora, mas temos muito mais da saga ‘Van Helsing’ para contar antes de pararmos. A equipe de roteiristas tem algumas aventuras surpreendentes planejadas para o nosso elenco e algumas novas surpresas também. Esperem que o sangue seja derramado e personagens morram gritando enquanto o destino da humanidade se aproxima cada vez mais do limite do verdadeiro caos e da total escuridão”. A série gira em torno de Vanessa van Helsing (Kelly Overton, da série “True Blood”), que desperta de um coma profundo num futuro em que os EUA foram inteiramente dominados por vampiros, e logo descobre possuir um poder único sobre eles, tornando-se a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. Na 2ª temporada, ela descobre que tem uma irmã (Missy Peregrym, da série “Rookie Blue”), a caçadora de vampiros Scarlett Harker, com poderes similares. Além disso, os ex-vampiros que Vanessa transformou em humanos formam um grupo de aliados para ajudá-las. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Trezzo Mahoro (série “The Magicians”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Aleks Paunovic (série “iZombie”) e Paul Johansson (série “One Tree Hill”). A série foi criada pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que retorna ao terror após ter cometido “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973). Sem abandonar a carreira no cinema, ele tem se aventurado cada vez mais à TV nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e também criado a comédia “Billy & Billie”. Com 13 episódios, a nova temporada chegará ao SyFy na temporada de outono, entre setembro e novembro.

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    Altered Carbon: Vídeo legendado traz entrevistas e explica premissa da nova série sci-fi

    19 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Altered Carbon”, que traz entrevistas do elenco e da criadora da série. A prévia explica a premissa de ficção científica e introduz os personagens centrais, além de reforçar o visual cinematográfico da produção. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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    Vídeo de bastidores destaca envolvimento de James Cameron na sci-fi Alita: Anjo de Combate

    18 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo curto de bastidores de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. A prévia traz depoimentos do produtor James Cameron (“Avatar”) e do diretor Robert Rodriguez (“Sin City”), revelando detalhes sobre a gênese do projeto, e como “Avatar” mudou os planos originais para a produção. A prévia também repete cenas do trailer, chamando atenção por retratar a personagem-título por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por meio de uma aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram personagens americanos – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título americano do mangá) chega aos cinemas com roteiro e produção do cineasta James Cameron, que escreveu a primeira versão da história na década passada e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez. Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher

    18 de dezembro de 2017 /

    O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”

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    Pôsteres de Star Trek: Discovery destacam data de retorno da série

    17 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou quatro pôsteres de “Star Trek: Discovery”, com personagens e a data de estreia da parte final da 1ª temporada, que será exibida a partir de janeiro. Os cartazes trazem Sonequa Martin-Green como Michael Burnham, Jason Isaacs como o capitão Gabriel Lorca, Doug Jones como o primeiro oficial Saru e Javid Iqba como o klingon Voq, que estava desaparecido da trama desde o quarto episódio. Anteriormente, também foi divulgado um trailer da midseason, com referências à episódios da série clássica dos anos 1960. Confira aqui. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro no Brasil, pela Netflix – um dia após a estreia nos EUA.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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    Último filme da franquia Maze Runner ganha pôster para lançamento em Imax

    16 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster para o lançamento em Imax de “Maze Runner: A Cura Mortal”, último filme da trilogia distópica estrelada por Dylan O’Brien (série “Teen Wolf”). A arte busca evidenciar a escala grandiosa da produção e assim justificar sua exibição em tela grande. O filme chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido por O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas o ator já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.

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    Sci-Fi Aniquilação com Natalie Portman vai chegar ao Brasil pela Netflix

    15 de dezembro de 2017 /

    Numa decisão inesperada, a sci-fi “Aniquilação”, novo filme do diretor britânico Alex Garland (“Ex Machina: Instinto Artificial”), foi vendido pela Paramount para a Netflix e não será mais lançado nos cinemas fora dos Estados Unidos, Canadá e China. Isto explica porque o segundo trailer da produção não ganhou versão legendada no Brasil. O longa tinha estreia marcada para fevereiro no Brasil e alimentava grandes expectativas, não só por ser o segundo longa de Garland, que tinha encantado a crítica com “Ex Machina”, mas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio de negociar o longa com o serviço de streaming. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Apesar do lançamento marcado nos cinemas americanos, o filme também será disponibilizado rapidamente em streaming no país, numa janela de apenas 17 dias, que deverá render boicote das salas exibidores, como já aconteceu antes com produções da Netflix. Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Mas Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado. Amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, Ellison teria buscado uma saída com a negociação com a Netflix. Garland abordou essa polêmica em outra entrevista. Falando ao IndieWire, disse que o filme sempre foi esse, e isto já estava claro na assinatura do contrato. “Lido com esses assuntos com muita transparência. Nunca enganei ninguém a respeito das minhas intenções, entreguei o roteiro e algumas imagens. Acredito que a partir do momento em que concordam fazer o filme há um contrato e esse contrato não pode ser quebrado depois. É um acordo criativo. Se alguém vê um problema, tudo bem, mas a hora de expressar isso é cedo, não no fim da linha.” “Aniquilação” será disponibilizado mundialmente pela Netflix em março. Vale observar que “Ex Machina: Instinto Artificial”, estrelado por Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”), foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Mas, apesar disso, também não foi exibido nos cinemas nos cinemas no Brasil, chegando aqui direto em DVD.

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    Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos

    15 de dezembro de 2017 /

    Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.

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  • Filme

    Natalie Portman encontra terrores desconhecidos no novo trailer de Aniquilação

    13 de dezembro de 2017 /

    A Paramount divulgou o novo trailer de “Aniquilação” (Annihilation), sci-fi escrita e dirigida por Alex Garland (“Ex-Machina”). A prévia mostra Natalie Portman (“Thor”) sendo interrogada por pessoas em trajes de proteção biológica, sobre sua experiência na Área X, além de mostrar detalhes tensos e sinistros de sua expedição ao local, ao lado de Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Tessa Thompson (“Creed”). O filme adapta o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Além das atrizes mencionadas, o elenco também destaca Oscar Isaac (que foi protagonista de “Ex-Machina”), como uma das pessoas contaminadas na região e marido da personagem de Portman. A estreia está marcada para 22 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Altered Carbon: James Purefoy narra novo teaser legendado da série sci-fi

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo teaser legendado da série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia traz narração de James Purefoy (de “The Following”), que explica como se tornou o homem mais rico de vários planetas e conseguiu viver mais de 300 anos trocando de corpos, até ser assassinado. E como isso o motivou a contratar alguém para descobrir quem o matou. É a deixa para aparição em cena do ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), numa sequência de imagens que evocam “Blade Runner” (1982). Kinnaman, que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (Purefoy), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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