Novo vídeo de bastidores de Perdidos no Espaço aborda releitura feminista da série clássica
A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a força das personagens femininas. De fato, há uma releitura feminista da trama, que vai além da troca de sexo do Dr. Smith. Ao contrário da série dos anos 1960, o chefe da família que vai ao espaço não é o pai, John Robinson, mas a mãe, Maureen. Ela é uma cientista e piloto, que assume as responsabilidades pelas decisões da missão espacial. As meninas da trama também são mais espertas que as personagens originais. Judy é uma médica e Penny quer se tornar escritora. E a nova “Dra. Smith” demonstra uma capacidade de sobrevivência que o vilão original, sempre reclamando de dores e de seu azar, nem sequer sonharia. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, a menina Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.
Novo teaser de Jurassic World: Reino Ameaçado mostra dinossauros soltos no mundo moderno
A Universal divulgou um novo teaser de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, em antecipação ao lançamento do terceiro trailer, previsto para a próxima semana. A prévia revela alguns sustos de Chris Pratt com os dinossauros, mas também que as criaturas pré-históricas estão soltas no mundo moderno. O vídeo encerra com a volta de Ian Malcolm, o personagem de Jeff Goldblum em “Jurassic Park” (1993), avisando que o Jurassic World se expandiu para o mundo inteiro. Vale lembrar que o primeiro trailer destacou a destruição da Ilha Nublar e o segundo trouxe situações de terror, após cientistas resolverem experimentar com manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. Obviamente, uma péssima ideia, cujas consequências devem embalar o vídeo da próxima semana. O elenco também inclui Bryce Dallas Howard e BD Wong (que, assim como Pratt, estrelaram o primeiro “Jurassic World”), Justice Smith (série “The Get Down”), Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), James Cromwell (“O Artista”), Ted Levine (série “Monk”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e a menina Isabella Sermon. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Após sucesso do terror Um Lugar Silencioso, John Krasinski vai dirigir sci-fi
Depois dos elogios e do sucesso comercial do terror “Um Lugar Silencioso”, John Krasinski já planeja seu próximo filme como diretor. E desta vez será um ficção científica. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ele vai voltar a trabalhar com a produtora Platinum Dunes, do cineasta Michael Bay (“Transformers”), no filme intitulado “Life on Mars” – como uma famosa música de David Bowie. Desta vez, ele pretende se concentrar apenas na direção e não aparecerá diante das câmeras. Krasinski também será produtor do longa, por ter encontrado a história e trazido para a Platinum Dunes, de acordo com as fontes ouvidas pelo THR. A trama de “Life on Mars” adapta um conto da escritora Cecil Castellucci chamado “We Have Always Lived on Mars”, que acompanha uma mulher e seus descendentes numa colônia marciana há muito abandonada pela Terra, após um cataclismo. Um dia, a mulher descobre que pode respirar na atmosfera de Marte, superando a capacidade dos demais colonos da Terra. “Um Lugar Silencioso” também tinha elementos de ficção científica, mas foi feito com um orçamento modesto, que a nova produção deve extrapolar. Rodado por apenas U$ 17 milhões, o terror faturou U$ 50 milhões em seu fim de semana de estreia na América do Norte.
Comediante Tig Notaro vai participar da 2ª temporada de Star Trek: Discovery
A comediante Tig Notaro, criadora e protagonista da série “One Mississippi”, fará uma participação especial na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá Denise Reno, a engenheira-chefe da USS Hiawatha, outra nave da Federação dos Planetas Unidos, que a Discovery encontrará na série. Ela se junta à Anson Mount (o Raio Negro de “Inumanos”), que viverá o capitão Christopher Pike da USS Enterprise, entre as novidades da temporada. As gravações dos novos episódios começam neste mês, em Toronto, no Canadá. A 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” está disponível na íntegra na Netflix, que também exibirá a próxima temporada da série no Brasil, um episódio por semana, a partir do início de 2019.
Vídeo do remake de Perdidos no Espaço destaca a nova Dra. Smith
A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a nova Dra. Smith, interpretada por Parker Posey (“O Homem Irracional”). A mudança de sexo do personagem é uma das principais mudanças da nova série em relação à produção original dos anos 1960. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.
Remake de Perdidos no Espaço ganha 20 fotos novas
A Netflix divulgou 20 novas fotos do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que apresentam os personagens, alguns efeitos visuais e os cenários da atração. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção dos anos 1960 se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.
Apple vai produzir série baseada em Fundação, um dos maiores clássicos da sci-fi
A Apple está desenvolvendo uma série baseada na trilogia de livros iniciada com o clássico “Fundação”, de Isaac Asimov, uma das obras mais famosas da ficção científica. Segundo a revista Variety, o projeto está sendo desenvolvido pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império e passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar os humanos e criar um novo império. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo ficcional unificado. Não é a primeira vez que esta trama é considerada material rico para uma série. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld”, Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Considerado um dos maiores escritores da ficção científica, Issac Asimov (1942-1993) formulou as chamadas “leis da robótica” e já teve um de seus livros mais conhecidos adaptados por Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004.
Criadores de Westworld trollam Reddit e vídeo com spoilers se revela pegadinha
Os produtores da série “Westworld” provocaram os adeptos dos spoilers com uma leve pegadinha. Eles prometeram postar um vídeo cheio de spoilers, e muitos imaginavam ver imagens do novo parque samurai, Shogun World, mas o que se viu foram 20 minutos de trollagem. Tudo começou no Reddit, um fórum da era da deep web. O casal Lisa Joy e Jonathan Nolan, criadores da série, disseram que revelariam tudo sobre a 2ª temporada se o post em que comentavam fosse muito bem votado. Mas, na hora de ver o vídeo que eles postaram em agradecimento, o que se viu foi uma vídeo-cassetada. Tudo começa de forma intensa, com uma narração de Jeffrey Wright. “Nossa temporada começa com Bernard acordando em uma praia. Ele não lembra o que aconteceu ou como chegou lá”. Ele levanta e encontra funcionários do parque dando tiros em robôs de cowboys e índios, e é levado para ser questionado pelo novo personagem vivido por Gustaf Skarsgard (série “Vikings”), mas tem um flashback e aparece na cidadezinha de Westworld. A voz de Wright ainda diz: “Ele se lembra de Dolores? Ele se lembra da escolha que fez?”. De repente, a a atriz Evan Rachel Wood começa a cantar uma versão da música “Never Gonna Give You Up”. A referência é divertida. Antigamente, quem procurasse clipes bloqueados no YouTube costumava se deparar com um vídeo de conteúdo falso, em que Rick Astley cantava seu hit “Never Gonna Give You Up”. Pois a música volta a embalar os ansiosos por spoilers de “Westworld”. Depois disso, vem um letreiro de agradecimento ao Reddit, seguido por 20 minutos de imagens em preto e branco de um cachorro sentado em frente a um piano! A 2ª temporada de “Westworld” tem início em 22 de abril no canal pago HBO.
The Handmaid’s Tale ganha pôster oficial de sua 2ª temporada
O serviço de streaming Hulu divulgou pôster oficial da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora dos últimos prêmios Emmy e Globo de Ouro. A imagem destaca a protagonista Offred, que voltará a ser chamada de June nos novos episódios. A nova temporada vai mostrar o que acontece com a personagem, agora grávida e deportada. E para fazer isso precisará ir além da trama estabelecida no romance homônimo da escritora Margaret Atwood, que foi adaptado na 1ª temporada. Apesar disso, o roteirista Bruce Miller, criador da série, afirma que um maior descortinamento do futuro distópico já estava contido no livro, lançado como “O Conto da Aia” no Brasil. “O livro salta 200 anos e apresenta uma discussão acadêmica em seu final, sobre o que aconteceu naquela época. Talvez isso seja tratado como um esboço, mas já está lá no livro de Margaret. Não estamos indo além do romance, estamos apenas abordando um pouco mais devagar um território pelo qual ela passou rapidamente.” Entre as novidades da 2ª temporada, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”), Greg Bryk (série “Bitten”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. “The Handmaid’s Tale” volta no dia 25 de abril nos Estados Unidos.
Após aumento, Millie Bobby Brown vai ganhar o mesmo que Winona Ryder em Stranger Things
Após renegociar seu salário com a Netflix, a atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze) na série “Stranger Things”, teve seu pagamento equiparado ao dos atores adultos da produção. Antes, ela tinha um salário na mesma faixa dos demais atores-mirins. Todos recebiam em torno de US$ 24 mil por episódio. No entanto, segundo o site de celebridades, TMZ, a atriz conquistou um aumento que elevou seu pagamento para US$ 350 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) por episódio da 3ª temporada. Com isso, seu salário passou a se equiparar aos de David Harbour, que encarna o xerife Jim Hopper, e Winona Ryder, intérprete de Joyce Byers, mãe do personagem Will Byers, vivido por Noah Schnapp. Por sinal, tanto Schnapp como os demais astros mirins, Finn Wolfhard (Mike Wheeler), Gaten Matarazzo (Dustin Henderson) e Caleb McLaughlin (Lucas Sinclair), também tiveram contratos renegociados e receberão aumentos significativos, ainda que menores que o de Bobby Brown. Eles devem ganhar cerca de US$ 250 mil por cada capítulo da série. A 3º temporada de “Stranger Things” ainda não tem data de estreia prevista.
Ator de Inumanos viverá o Capitão Pike em Star Trek: Discovery
O ator Anson Mount, intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel, vai interpretar outro papel icônico numa série. Ele entrou em “Star Trek: Discovery” para viver o Capitão Christopher Pike, antecessor do Capitão James Kirk na nave Enterprise. A participação do personagem foi plantada no final da 1º temporada da série, quando um pedido de socorro levou a tripulação da Discovery a encontrar a nave Enterprise. Mas como a série se passa antes dos eventos dos filmes de “Star Trek”, quem está na ponte de comando ainda é Pike. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas” em 1964. O papel foi reformulado e o ator foi substituído por William Shatner com a introdução do Capitão Kirk no segundo piloto, que foi aprovado em 1966. Mas as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que mostrou as cenas mais antigas como se fossem da tripulação “original” da Enterprise – que incluía Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike continuou a existir no reboot cinematográfico de 2009, aparecendo como o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek” – vivido por Bruce Greenwood – , antes do comando da nave passar para o Capitão Kirk. A dúvida, agora, é se, além de Pike, os demais integrantes da tripulação “original” também aparecerão. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise em “Star Trek: Discovery” coloca um “elefante na sala”, já que Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain), irmã e pai de Spock, estão a bordo da Discovery. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Mas a produtora Gretchen J. Berg faz uma ressalva. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”. Vale observar que um detalhe “lógico”, como diriam os vulcanos, pode impedir a presença de Spock na série. Enquanto Spock já era Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda estudava na Academia da Frota Estelar quando Pike comandou a Enterprise na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Desta forma, a participação de Spock cria um paradoxo. Se ele aparecer, “Discovery” será um prólogo da série original “Jornada nas Estrelas” (1966-1969). Se não aparecer, a série é prólogo do reboot estabelecido pelo filme de J.J. Abrams. A má notícia para quem quer saber logo como esse paradoxo será resolvida é que a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.
Diego Boneta entra no reboot de O Exterminador do Futuro
O ator mexicano Diego Boneta, que estrelou a série “Scream Queens” e o musical “Rock of Ages”, entrou no elenco do próximo filme da franquia “O Exterminador do Futuro”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel fundamental no reboot do reboot da franquia. Ainda que detalhes estejam sendo mantidos em segredo no cofre da Cyberdyne, fontes ouvidas pela publicação afirmam que ele interpretará um personagem humano. Ele se junta à atriz Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), anteriormente anunciada, e aos astros dos dois primeiros filmes, Linda Hamilton e Arnold Schwarzenegger, que voltarão a se encontrar após 28 anos. O filme também marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais. A direção está a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). E, com um pequeno adiamento, a estreia encontra-se marcada para 22 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Future World: Sci-fi trash dirigida e estrelada por James Franco ganha primeiro trailer
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Future World”, sci-fi trash estrelada e dirigida por James Franco (“Artista do Desastre”). A prévia lembra as produções que tentavam copiar, sem orçamento, “Mad Max 2” nos anos 1980, com a diferença de que os efeitos práticos da era das videolocadoras agora são digitais, feitos por computadores baratos. A ação se desenvolve num pós-apocalipse deserto, dominado por gangues motorizadas, uma delas chefiada por Franco em padrão alucinado e outra com Milla Jovovich (“Resident Evil”) ainda mais intensa. A trama também inclui uma ciborgue invencível e loirinha, vivida por Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), que os dois disputam, além de personagens interpretados por Lucy Liu (série “Elementary”), Margarita Levieva (série “Revenge”), Scott Haze (“Homens de Coragem”), Elisha Henig (série “Mr. Robot”), os rappers Method Man (série “The Deuce”) e Snoop Dogg (“A Escolha Perfeita 2”) e o novato Jeffrey Wahlberg, sobrinho de Mark Wahlberg (“Todo o Dinheiro do Mundo”). O filme foi dirigido por Franco em parceria com seu cinegrafista Bruce Thierry Cheung, responsável pela fotografia das produções indies do ator/diretor, e estreia em 25 de maio nos Estados Unidos.












