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    The Handmaid’s Tale ganha pôster oficial de sua 2ª temporada

    9 de abril de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou pôster oficial da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora dos últimos prêmios Emmy e Globo de Ouro. A imagem destaca a protagonista Offred, que voltará a ser chamada de June nos novos episódios. A nova temporada vai mostrar o que acontece com a personagem, agora grávida e deportada. E para fazer isso precisará ir além da trama estabelecida no romance homônimo da escritora Margaret Atwood, que foi adaptado na 1ª temporada. Apesar disso, o roteirista Bruce Miller, criador da série, afirma que um maior descortinamento do futuro distópico já estava contido no livro, lançado como “O Conto da Aia” no Brasil. “O livro salta 200 anos e apresenta uma discussão acadêmica em seu final, sobre o que aconteceu naquela época. Talvez isso seja tratado como um esboço, mas já está lá no livro de Margaret. Não estamos indo além do romance, estamos apenas abordando um pouco mais devagar um território pelo qual ela passou rapidamente.” Entre as novidades da 2ª temporada, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”), Greg Bryk (série “Bitten”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. “The Handmaid’s Tale” volta no dia 25 de abril nos Estados Unidos.

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    Após aumento, Millie Bobby Brown vai ganhar o mesmo que Winona Ryder em Stranger Things

    9 de abril de 2018 /

    Após renegociar seu salário com a Netflix, a atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze) na série “Stranger Things”, teve seu pagamento equiparado ao dos atores adultos da produção. Antes, ela tinha um salário na mesma faixa dos demais atores-mirins. Todos recebiam em torno de US$ 24 mil por episódio. No entanto, segundo o site de celebridades, TMZ, a atriz conquistou um aumento que elevou seu pagamento para US$ 350 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) por episódio da 3ª temporada. Com isso, seu salário passou a se equiparar aos de David Harbour, que encarna o xerife Jim Hopper, e Winona Ryder, intérprete de Joyce Byers, mãe do personagem Will Byers, vivido por Noah Schnapp. Por sinal, tanto Schnapp como os demais astros mirins, Finn Wolfhard (Mike Wheeler), Gaten Matarazzo (Dustin Henderson) e Caleb McLaughlin (Lucas Sinclair), também tiveram contratos renegociados e receberão aumentos significativos, ainda que menores que o de Bobby Brown. Eles devem ganhar cerca de US$ 250 mil por cada capítulo da série. A 3º temporada de “Stranger Things” ainda não tem data de estreia prevista.

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    Ator de Inumanos viverá o Capitão Pike em Star Trek: Discovery

    9 de abril de 2018 /

    O ator Anson Mount, intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel, vai interpretar outro papel icônico numa série. Ele entrou em “Star Trek: Discovery” para viver o Capitão Christopher Pike, antecessor do Capitão James Kirk na nave Enterprise. A participação do personagem foi plantada no final da 1º temporada da série, quando um pedido de socorro levou a tripulação da Discovery a encontrar a nave Enterprise. Mas como a série se passa antes dos eventos dos filmes de “Star Trek”, quem está na ponte de comando ainda é Pike. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas” em 1964. O papel foi reformulado e o ator foi substituído por William Shatner com a introdução do Capitão Kirk no segundo piloto, que foi aprovado em 1966. Mas as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que mostrou as cenas mais antigas como se fossem da tripulação “original” da Enterprise – que incluía Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike continuou a existir no reboot cinematográfico de 2009, aparecendo como o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek” – vivido por Bruce Greenwood – , antes do comando da nave passar para o Capitão Kirk. A dúvida, agora, é se, além de Pike, os demais integrantes da tripulação “original” também aparecerão. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise em “Star Trek: Discovery” coloca um “elefante na sala”, já que Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain), irmã e pai de Spock, estão a bordo da Discovery. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Mas a produtora Gretchen J. Berg faz uma ressalva. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”. Vale observar que um detalhe “lógico”, como diriam os vulcanos, pode impedir a presença de Spock na série. Enquanto Spock já era Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda estudava na Academia da Frota Estelar quando Pike comandou a Enterprise na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Desta forma, a participação de Spock cria um paradoxo. Se ele aparecer, “Discovery” será um prólogo da série original “Jornada nas Estrelas” (1966-1969). Se não aparecer, a série é prólogo do reboot estabelecido pelo filme de J.J. Abrams. A má notícia para quem quer saber logo como esse paradoxo será resolvida é que a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.

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    Diego Boneta entra no reboot de O Exterminador do Futuro

    9 de abril de 2018 /

    O ator mexicano Diego Boneta, que estrelou a série “Scream Queens” e o musical “Rock of Ages”, entrou no elenco do próximo filme da franquia “O Exterminador do Futuro”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel fundamental no reboot do reboot da franquia. Ainda que detalhes estejam sendo mantidos em segredo no cofre da Cyberdyne, fontes ouvidas pela publicação afirmam que ele interpretará um personagem humano. Ele se junta à atriz Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), anteriormente anunciada, e aos astros dos dois primeiros filmes, Linda Hamilton e Arnold Schwarzenegger, que voltarão a se encontrar após 28 anos. O filme também marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais. A direção está a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). E, com um pequeno adiamento, a estreia encontra-se marcada para 22 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.

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    Future World: Sci-fi trash dirigida e estrelada por James Franco ganha primeiro trailer

    9 de abril de 2018 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Future World”, sci-fi trash estrelada e dirigida por James Franco (“Artista do Desastre”). A prévia lembra as produções que tentavam copiar, sem orçamento, “Mad Max 2” nos anos 1980, com a diferença de que os efeitos práticos da era das videolocadoras agora são digitais, feitos por computadores baratos. A ação se desenvolve num pós-apocalipse deserto, dominado por gangues motorizadas, uma delas chefiada por Franco em padrão alucinado e outra com Milla Jovovich (“Resident Evil”) ainda mais intensa. A trama também inclui uma ciborgue invencível e loirinha, vivida por Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), que os dois disputam, além de personagens interpretados por Lucy Liu (série “Elementary”), Margarita Levieva (série “Revenge”), Scott Haze (“Homens de Coragem”), Elisha Henig (série “Mr. Robot”), os rappers Method Man (série “The Deuce”) e Snoop Dogg (“A Escolha Perfeita 2”) e o novato Jeffrey Wahlberg, sobrinho de Mark Wahlberg (“Todo o Dinheiro do Mundo”). O filme foi dirigido por Franco em parceria com seu cinegrafista Bruce Thierry Cheung, responsável pela fotografia das produções indies do ator/diretor, e estreia em 25 de maio nos Estados Unidos.

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    Novo trailer legendado de Han Solo tem clima de filme de assalto no espaço

    8 de abril de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A prévia de dois minutos tem clima de heist movie (filme de assalto), ao se desenrolar com a formação da uma equipe de foras da lei espaciais e apresentar referências a um grande golpe. As cenas também deixam claro que a nave Millennium Falcon ainda pertence ao jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”) e que Han Solo (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) acaba de conhecer Chewbacca (Joonas Suotamo). Os novos personagens são interpretados por Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Thandie Newton (série “Westworld”) e, para completar, Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”) faz a voz do droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e bastidores tumultuados de direção: Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Um Lugar Silencioso assusta com estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de abril de 2018 /

    Um grande silêncio baixou sobre as bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana, fruto de um susto que só os melhores filmes de terror conseguem causar. Até os executivos do estúdio Paramount ficaram de boca aberta, tamanho foi o desempenho de “Um Lugar Silencioso”, superando todas as projeções feitas ao longo da semana. Havia a expectativa de uma disputa acirrada pelo 1º lugar, entre o terror e a sci-fi “Jogador Nº 1”, que tinha estreado no topo na semana passada. Mas “Um Lugar Silencioso” rendeu o dobro do filme de Steven Spielberg – e 60% a mais que as estimativas dos analistas do mercado, que previam uma estreia na casa dos U$ 20 milhões. “Um Lugar Silencioso” abriu com U$ 50 milhões no mercado doméstico, valor que representa a segunda maior bilheteria de estreia do ano, atrás apenas do fenômeno “Pantera Negra” na América do Norte. Com isso, o filme já se pagou. Afinal, foi uma produção modesta, orçada em apenas U$ 17 milhões, o que ajuda a explicar a surpresa da Paramount. Vale lembrar que a última vez que o estúdio teve uma estreia com abertura superior a US$ 50 milhões foi com “Star Trek: Sem Fronteiras” em julho de 2016, e aquele lançamento custou US$ 185M. O resultado positivo demonstrou a importância do boca-a-boca, que pode se tornar viral nessa época de redes sociais. Importante lembrar que a produção foi rodada em sigilo e não contou com um marketing espontâneo de fotos vazadas de set ou expectativa criada em antecipação ao projeto. Em vez disso, todo o barulho foi causado pelo próprio filme, a partir da première estrategicamente realizada há um mês no Festival SXSW, diante dos principais críticos dos Estados Unidos, onde foi aplaudido de pé. A qualidade do trabalho foi elogiadíssima na imprensa, rendendo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes por ocasião da exibição. E os elogios continuaram num crescendo que culminaram em recomendação até do escritor Stephen King, em seu Twitter pessoal. A obra também consagrou o trabalho de direção de John Krasinski, como aconteceu com Jordan Peele ao comandar “Corra!” no ano passado – por coincidência, outro filme de terror. Ao contrário de Peele, porém, Krasinski já tinha dirigido dois filmes antes, as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016). Além de dirigir e escrever, o ator também estrelou o longa, trabalhando pela primeira vez ao lado de sua esposa na vida real, a atriz Emily Blunt (“Sicario”). Na trama, os dois vivem os pais de uma família em fuga, que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que invadiram o planeta e reagem ao menor barulho. “Jogador Nº 1” ficou com o 2º lugar, arrecadando US$ 25 milhões. Como é típico dos filmes de Spielberg, o longa não desabou após a estreia, mantendo-se entre os mais assistidos. Esta característica costuma render boas bilheterias aos longas do diretor, mesmo que não apresentem o comportamento típico dos blockbusters. A consistência já rendeu à sci-fi futurista US$ 96,9M no mercado doméstico e US$ 391,3M mundialmente, em seus primeiros 10 dias de exibição. É interessante analisar o contraste do desempenho de “Círculo de Fogo: A Revolta”, que liderou o ranking antes de “Jogador Nº 1”. Em apenas três semanas, o longa dos robôs gigantes caiu do 1º para o 9º lugar. A segunda melhor estreia da semana foi a comédia “Não Vai Dar” (Blockers), espécie de “American Pie” feminino, que conseguiu agradar à crítica com 83% de aprovação. Abriu em 3º lugar, com US$ 21,4M, mas só vai chegar ao Brasil em 31 de maio. O drama indie “Chappaquiddick”, sobre o escandaloso acidente de 1969 que acabou com as pretensões presidenciais do jovem senador Ted Kennedy (vivido por Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”), também agradou a crítica, com 80% de aprovação. Mas a pouca divulgação e distribuição mediana lhe rendeu um distante 7º lugar com US$ 6,2M. O filme não tem previsão de lançamento no Brasil. O pior desempenho coube ao drama edificante “The Miracle Season”, que juntou esportes, história real de superação e coadjuvantes veteranos num amontoado de clichês. Ficou com 33% de aprovação no Rotten Tomatoes e abriu fora do Top 10, em 11º lugar, com 4,1 milhão. Logo abaixo de “Ilha de Cachorros”, que finalmente entrou na parte superior do ranking. O detalhe é que a animação em stop-motion do diretor Wes Anderson continua a ser exibida em circuito limitado, num total de 554 telas. Mesmo assim, já faturou US$ 12M nos Estados Unidos. Trata-se do maior sucesso limitado de 2018. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 50M Total EUA e Canadá: US$ 50M Total Mundo: US$ 71M 2. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 96,9M Total Mundo: US$ 391,3M 3. Não Vai Dar Fim de semana: US$ 21,4M Total EUA e Canadá: 21,4M Total Mundo: 32,1M 4. Pantera Negra Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 665,3M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 69M Total Mundo: US$ 69M 6. Acrimony Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 31,3M Total Mundo: US$ 31,7M 7. Chappaquiddick Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 8. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,8M Total Mundo: US$ 45,7M 9. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 267M 10. Ilha de Cachorros Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 17,4M

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    Roteirista de Logan vai transformar os quadrinhos de Y: O Último Homem em série

    7 de abril de 2018 /

    Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) finalmente ganhou encomenda de piloto para virar série. O canal pago FX aprovou o roteiro de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”) e deu sinal verde para a produção pós-apocalíptica. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, “Y: O Último Homem” contou em 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente da morte repentina de todos os seres do planeta com cromossomo Y, sejam humanos ou animais, por uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que eles são os únicos machos que restaram, passam a caçá-los de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. A publicação ganhou cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e foi publicada no Brasil por três editoras diferentes. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Vaughan também é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de ser cocriador da série “American Gods”. A adaptação de “Y” ronda Hollywood há cerca de uma década. O projeto quase saiu do papel em 2007 como um filme dirigido por D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e estrelado por Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), e em 2012 chegou a ser cotado para virar o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. Quando a Warner cedeu os títulos da Vertigo para a New Line, a expectativa era que sua subsidiária produzisse filmes de terror barato a partir dos quadrinhos. Entretanto, os produtores logo descobriram que as histórias da Vertigo eram complexas demais para o cinema. Como o tempo passou sem que a New Line conseguisse tirar a adaptação de “Y” do papel, os direitos reverteram para seu autor. Com experiência no universo das séries, Vaughn quis aproveitar a boa aceitação de outras criações da Vertigo na TV – “Constantine” fracassou, mas “Lucifer”, “Preacher” e “iZombie” continuam a ser renovadas. E assim fechou um acordo com o estúdio Color Force, de Nina Jacobson e Brad Simpson, que foram coprodutores da aclamada série “The People v. OJ Simpson – American Crime Story”, e que por isso já possuíam uma relação com o FX. Mas o canal pago só decidiu ir adiante após Michael Green deixar a série “American Gods” e se comprometer a assumir a produção de “Y: The Last Man” (o título original). Mesmo assim, os executivos do FX querem ver um piloto antes de encomendar uma temporada. O piloto terá direção de Melina Matsoukas, especialista em clipes (e premiada por trabalhos com Beyoncé e Rihanna), que estreou em séries assinando sete episódios de “Insecure”. Caso o piloto seja aprovado, o canal já definiu que a produtora Aïda Mashaka Croal (das séries “Jessica Jones” e “Luke Cage”) vai dividir a função de showrunner com Green, tendo em vista como ele é requisitado por Hollywood. O criador dos quadrinhos, Brian K. Vaughan, também participará da produção, mas já disse repetidas vezes que prefere que outra pessoa tome as decisões sobre como adaptar sua obra – a segunda a virar série, após “Fugitivos” (Runaways), da Marvel.

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    Minissérie baseada na sci-fi clássica Guerra dos Mundos ganha primeira foto

    7 de abril de 2018 /

    A rede britânica BBC divulgou a primeira foto da minissérie baseada no clássico sci-fi “Guerra dos Mundos”, de H. G. Wells. A foto mostra os protagonistas, vividos por Eleanor Tomlinson (série “Poldark”) e Rafe Spall (“O Ritual”), correndo em roupas de época, à frente de soldados ingleses. A imagem deixa claro que, diferente dos filmes americanos, entre eles a versão de Steven Spielberg com Tom Cruise, a minissérie não vai atualizar a trama, mantendo a ação na época em que foi escrita, em 1897. “O romance de H.G. Wells foi adaptado para as telas diversas vezes, mas sempre em um cenário contemporâneo e americano”, disse o diretor Craig Viveiros (“Assassinos de Aluguel”). “Esta será a primeira versão em Londres e durante o período Eduardiano”, completou, referindo-se ao período que abrange os primeiros anos do século 20. A minissérie terá três episódios dirigidos por Viveiro e escritos por Peter Harness (da minissérie “Jonathan Strange & Mr Norrell”), e com a participação dos atores Rupert Graves (série “Sherlock”) e Robert Carlyle (série “Once Upon a Time”). “The War of the Worlds” (título original) ainda não tem previsão de estreia.

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    Conheça Kiss Me First, série sci-fi britânica similar a Jogador Nº 1, que chega em breve na Netflix

    7 de abril de 2018 /

    O Channel 4 estreou nesta semana no Reino Unido uma nova série sci-fi que deve agradar aos fãs de “Jogador Nª 1”, já que inclui uma espécie de Oasis, um lugar acessível apenas via realidade Virtual e onde os personagens viram avatares criados por computação gráfica. Veja três vídeos abaixo para perceber as similaridades. “Kiss Me First” conta uma história que se passa entre o mundo real e o virtual. Na trama, após a morte de sua mãe, a solitária Leila (Tallulah Haddon, de “Taboo”) tem que aprender como levar a vida sozinha. Mas ela tem um avatar digital, Shadowfax, e quando se loga no jogo de realidade vitual Azana começa a fazer novas amizades. É lá que ela conhece a misteriosa Mania (Simona Brown, de “The Night Manager”) e descobre um paraíso secreto, Red Pill, antes de ser expulsa por Adrian (Matthew Beard, de “O Jogo da Imitação”), o líder do lugar, porque ela entrou sem ser convidada. Entretanto, Leila logo descobre Mania, cujo nome verdadeiro é Tess, no mundo real, e a partir daí o mistério se aprofunda. Criada por Bryan Elsley (o criador de “Skins”), a série foi produzida em parceria com a Netflix e adapta livremente o livro homônimo de Lottie Moggach – que originalmente tratava de mídias sociais e não aborda realidade virtual. Por conta desse detalhe tecnológico, que coloca a trama no futuro próximo, a imprensa britânica a comparou a “Black Mirror”. A Netflix ainda não começou a divulgação da produção porque só deve lançá-la após a série terminar sua exibição no Reino Unido – como aconteceu com “The End of the F***ing World” e “Requiem”. São, ao todo, apenas seis episódios, com final previsto para o dia 7 de maio.

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    Netflix divulga abertura do remake da série Perdidos no Espaço

    7 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o vídeo da abertura da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas da conquista espacial sob o ponto de vista de típicas famílias americanas, avançando no tempo até colocar uma típica família americano no espaço – o mote da atração. Ao final, é possível ver o perfil do novo intérprete de Will Robinson e a nave Júpiter 2, enquanto a trilha sonora referencia o famoso tema da 3ª temporada original – composto por um jovem chamado Johnny Williams, que hoje o mundo reverencia como o grande John Williams de “Star Wars”, “Indiana Jones” e muitas trilhas clássicas. A referência às famílias é muito pertinente. Afinal, “Perdidos no Espaço” foi concebida como uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell). Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para a próxima sexta-feira, dia 13 de abril. Compare abaixo a nova abertura com as aberturas clássicas da série.

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    The 100: Fotos da estreia da 5ª temporada destacam Clarke e novos personagens

    7 de abril de 2018 /

    A rede CW divulgou 12 fotos do episódio de estreia da 5ª temporada de “The 100”, intitulado “Eden”. As imagens destacam Clarke (Eliza Taylor), uma das últimas sobreviventes da superfície do planeta, e sua companheira Madi (Lola Flanery), uma menina de sangue negro, imune à radioatividade, que ela encontrou enquanto achava que estava sozinha, além de introduzir novos personagens, integrantes de uma nave-prisão que chegam à Terra, com ênfase nos papéis interpretados por Ivana Milicevic (série “Banshee”) e William Miller (série “Sr. Ávila”). A 5ª temporada de “The 100” estreia em 24 de abril nos Estados Unidos.

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    Remake de Fahrenheit 451 com Michael B. Jordan ganha trailer legendado

    6 de abril de 2018 /

    A HBO divulgou um trailer legendado do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A prévia mostra livros queimando e o trabalho dos bombeiros – que não é o esperado – , com ênfase na doutrinação de crianças sobre a importância de acabar com a cultura. A tensão crescente deságua no começo do questionado do bombeiro vivido por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), que chega a confrontar seu chefe, interpretado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). O destaque é a cena em que Shannon oferece “A Metamorfose”, de Franz Kafka, para Jordan ler, como prova da inutilidade da literatura, numa ironia desconcertante. Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953 – e que já virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966 – , “Fahrenheit 451” se passa num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. Enquanto no filme europeu dos anos 1960 todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho. O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em maio.

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