Blade Runner vai virar série animada do criador de Cowboy Bebop
A franquia “Blade Runner” vai virar série de animação. O canal americano Adult Swim anunciou nesta quinta-feira (29/11) que vai produzir “Blade Runner: Black Lotus”, produção animada que se passará no período de tempo entre o filme clássico de Ridley Scott, de 1982, e sua continuação “Blade Runner 2049”, dirigida por Dennis Villeneuve no ano passado. A série será composta de 13 episódios e se passará no ano de 2032. Os detalhes da trama ainda não foram divulgados, mas personagens familiares da franquia devem aparecer na produção. Vale lembrar que este não é o primeiro projeto animado de “Blade Runner”. A Warner produziu três curtas como prólogo para o filme do ano passado e um deles era um desenho dirigido por Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Watanabe é justamente o produtor do novo projeto. Ele vai trabalhar com outros dois mestres do anime, Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”), que vão dirigir os episódios. Por conta do envolvimento dos artistas japoneses e a inevitável estética anime que marcará a produção, a plataforma Crunchyroll, especialista em animes, vai distribuir a série internacionalmente para o mercado de streaming. Ainda não há previsão de estreia. Aproveite e (re)veja abaixo o anime de Shinichirô Watanabe, intitulado “Blade Runner 2022: Black Out”, que deve servir de molde para a série animada.
Netflix anuncia produção de série live-action baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou que vai lançar uma série em live-action baseada no anime (desenho animado) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”. O projeto é antigo, mas seu destino é novidade. “Acho que é hora de anunciar que ‘Cowboy Bebop’, a série em live-action, está indo para a Netflix”, revelou o Twitter oficial da plataforma de streaming, com um vídeo que não entregou detalhes da atração. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, a série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento há pelo menos uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi criada pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor da anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia. Veja abaixo o anúncio original e a “versão otaku brasileira”. Guess it’s time to announce that Cowboy Bebop, the live-action series, is heading to @Netflix. pic.twitter.com/bKe0d8EKoH — NX (@NXOnNetflix) 28 de novembro de 2018 Meu coração otaku está em festa. Em breve, uma série live-action de Cowboy Bebop! pic.twitter.com/frVbkumKzj — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) November 28, 2018
Margaret Atwood anuncia continuação do livro que inspirou The Handmaid’s Tale
Inspirada pelo sucesso da série “The Handmaid’s Tale”, a escritora do romance original, publicado no Brasil como “O Conto da Aia”, vai escrever uma continuação. Margaret Atwood anunciou seus planos, adiantou o título e até disse quando acontecerá o lançamento do novo livro num post do Twitter nesta quarta-feira (28/11). Intitulada “The Testaments”, a sequência do clássico distópico, originalmente publicado em 1985, chegará às livrarias em setembro de 2019. Mas a história não irá refletir os 34 anos que se passaram entre os dois volumes. Atwood revelou que “The Testaments” inicia 15 anos depois dos eventos do primeiro livro, e será narrada por três personagens femininas diferentes. “Sim, para todos os que perguntaram: Eu estou escrevendo uma continuação para ‘O Conto da Aia’. ‘The Testaments’ se passa 15 anos após a última cena de Offred e é narrado por três personagens femininas”, ela escreveu. No breve anúncio, a autora canadense ainda adiantou: “Tudo o que vocês já me perguntaram sobre Gilead e como ela funciona me inspirou para escrever este livro. Bom, quase tudo! A outra inspiração é o que está acontecendo no nosso mundo atualmente”. Para quem não conhece “O Conto da Aia”, Gilead é o nome da nova república fundada pelo grupo fundamentalista religioso que dominou os EUA no livro de Atwood, bem como na série premiada da plataforma Hulu. A obra original já tinha sido adaptada para o cinema em 1990, com o título nacional de “A Decadência de Uma Espécie”. Mas só foi atingir seu status icônico atual, que inspira roupas de “aias” em protestos feministas em todo o mundo, a partir da estreia da série lançada em 2017. “The Handmaid’s Tale” ganhou vários prêmios de TV, incluindo o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática por sua 1ª temporada, que adaptou todo o livro de Atwood. A 2ª temporada, já exibida, seguiu algumas dicas do epílogo da escritora, mas continuou a história de June/Offred para além das páginas do livro. Atualmente em produção, a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Yes indeed to those who asked: I’m writing a sequel to The #HandmaidsTale. #TheTestaments is set 15 years after Offred’s final scene and is narrated by three female characters. It will be published in Sept 2019. More details: https://t.co/e1umh5FwpX pic.twitter.com/pePp0zpuif — Margaret E. Atwood (@MargaretAtwood) 28 de novembro de 2018
Criador dos quadrinhos de The Walking Dead desenvolve série sobre o fim do mundo
O autor de quadrinhos Robert Kirkman, que criou “The Walking Dead” e é produtor da série, tem um novo projeto apocalíptico para a televisão. Ele está desenvolvendo uma série sobre os últimos dias da Terra para a produtora canadense Entertainment One (eOne). Intitulado “5 Years”, o projeto vai mostrar o que acontece quando os cientistas do planeta ficam sabendo que um gigantesco meteoro vai colidir com a Terra em cinco anos. A ideia é contar a história completa em cinco temporadas. Para quem não lembra, “5 Years” é o nome de uma música de David Bowie que tem premissa idêntica: o fim do mundo em cinco anos. Música e tema foram usados recentemente na série inglesa “Hard Sun”, exibida neste ano no Reino Unido. E, para completar, a ideia de um meteoro em rota de colisão também rendeu duas temporadas de “Salvation”, série que foi cancelada na semana passada. Segundo o site Deadline, a eOne já teria fechado acordo com distribuidores na América Latina, entre outros territórios ao redor do mundo, mas não foi revelada qual emissora ou empresa comprou os direitos de exibição por aqui. A ideia de vender a série para diferentes territórios será incorporada na trama, com uma proposta de produzir diferentes versões de “5 Years” para cada país ou território, que seguirá a linha geral da série, mas mostrará as consequências regionais do apocalipse de Kirkman. A data de estreia do projeto ainda não foi definida.
Versão animada de Ultraman ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta a luta do herdeiro de Hayata contra um impostor que se diz Ultraman, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming
Nightflyers: Making of revela grandiosidade da nova série inspirada em livros do autor de Game of Thrones
O canal pago americano Syfy divulgou um vídeo de bastidores de “Nightflyers”, série sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo explora a construção dos cenários grandiosos da nave espacial que dá título à produção, com depoimentos da equipe e principalmente passeios pelo set, que revelam porque “Nightflyers” é considerada a série mais cara já feita pelo canal. E um dos mais animados com a construção é justamente George R.R. Martin, como revela o making of. A série espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Vale lembrar que “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. Já a nova versão resulta num investimento milionário, o que fez o Syfy fechar um acordo de coprodução com a Netflix, que ficou com os direitos de exibição internacional. Assim, a série será disponibilizada em ritmo de maratona, entre 2 e 13 de dezembro nos Estados Unidos, chegando logo em seguida aos demais países pela Netflix.
Lindsey Morgan vai voltar a enfrentar alienígenas na continuação da franquia Skyline
A franquia de invasão alienígena “Skyline” vai ganhar um terceiro filme, novamente comandado por Liam O’Donnel. Ele escreveu o primeiro filme de 2010 e virou diretor com o segundo, “Skyline: Além do Horizonte” (2017), lançado direto em VOD no Brasil. Com O’Donnel, também volta a atriz Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), cuja personagem, a capitã Rose Corley, sobreviveu ao longa anterior e ainda adquiriu superpoderes. Não há informações sobre o retorno de outros atores da franquia. Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), Bojana Novakovic (“Instinct”) e Iko Uwais (“22 Milhas”) faziam parte do elenco de “Além do Horizonte”. O terceiro “Skyline” ainda não tem previsão de estreia.
Rumor afirma que Jodie Whittaker pode deixar de ser Doctor Who já na próxima temporada
A primeira mulher a viver Doctor Who também pode se tornar um dos intérpretes que menos tempo durou no papel. Pouco mais de dois meses após a estreia de Jodie Whittaker como Doctor Who, a revista britânica de ficção científica Starburst e o site de fãs Outpost Skaro afirmam ter ouvido de fontes confiáveis que a produção da série estaria passando por problemas, que podem resultar na saída da atriz. O problema estaria, ironicamente, no sucesso da nova versão da série, estrelada por Whittaker e produzida por Chris Chibnall. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que vem registrando ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas Chibnall afirma que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse estaria levando o showrunner a considerar sua demissão, embora o Outpost Skaro afirme que as negociações podem resultar numa temporada mais curta, de cinco episódios, para manter o time atual. Caso isso não seja possível, Chibnall faria meia temporada e sairia em plena 12ª temporada. Aparentemente, o contrato de Chibnall prevê apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Jodie Whittaker teria dito, segundo as fontes da Starburst, que não pretende continuar na série sem Chibnall. Além disso, ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que não lhe agrada. A atriz também esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. Quem ficou menos tempo no papel de “Doctor Who” foi Christopher Eccleston, com 13 episódios em 2005. A BBC não comentou a suposta polêmica.
Nightflyers: Veja os primeiros minutos da nova série inspirada em livros do autor de Game of Thrones
O canal pago americano Syfy divulgou os primeiros cinco minutos de “Nightflyers”, série sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo explora o clima de terror espacial, com Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”) tentando escapar de um psicopata com machado – basicamente, “O Iluminado” no espaço. Até um desfecho sangrento e inesperado, que sugere que toda a série será um grande flashback para explicar como a situação chegou àquele ponto. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Vale lembrar que “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. Já a nova versão resulta num investimento milionário, considerada a série mais cara do Syfy, que para compensar os custos negociou um acordo com a Netflix em troca dos direitos de exibição internacional. Assim, a série será disponibilizada em ritmo de maratona, entre 2 e 13 de dezembro nos Estados Unidos, chegando logo em seguida aos demais países pela Netflix.
Josh Hutcherson embarca em nova missão no trailer da 2ª temporada de Future Man
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “Future Man”, série de comédia estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo – como em “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). Na 1ª temporada, ele é enviado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. Já a prévia do segundo ano revela que o futuro é seu novo destino, seguindo a ordem de acontecimentos da franquia “De Volta ao Futuro”. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg dirigiram alguns episódios. E a prévia do segundo ano ainda destaca participação de Rogen como ator. A 2ª temporada de “Future Man” estreia em 11 de janeiro nos Estados Unidos.
Criador de 3% vai lançar nova série sci-fi brasileira na Netflix
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (21/11) a produção de sua segunda série sci-fi brasileira, “Onisciente”. Trata-se de uma nova criação de Pedro Aguilera com produção da Boutique Filmes, respectivamente criador e produtora da primeira sci-fi brasileira da plataforma, a série “3%”. “Onisciente” se passa em um futuro próximo, onde cada cidadão é seguido constantemente por um pequeno (quase imperceptível) drone. A máquina alimenta um supercomputador com dados, aos quais ninguém tem acesso. As taxas de criminalidade são quase zero, uma vez que os criminosos sabem com certeza que serão capturados. O Sistema Onisciente parece perfeito, até que uma jovem chamada Nina descobre um assassinato, mas o crime não é relatado pelo Sistema. Agora, cabe a ela descobrir o que o sistema está tentando esconder. “‘Onisciente’ trata do conflito entre privacidade e segurança, e questiona se a ética das pessoas vem de dentro ou vem do olhar de fora, do Sistema”, diz Aguilera, que também será showrunner da atração. “Onisciente” integra a lista crescente de séries originais brasileiras atualmente em produção na Netflix, incluindo títulos como “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando”, “A Facção”, “Spectros” e “Sintonia”. As gravações de “Onisciente” estão previstas para o início de 2019, visando uma estreia em 2020.
Roteirista de Orphan Black desenvolve nova série sci-fi para a rede CW
A rede CW encomendou o desenvolvimento do roteiro de “The Progeny”, projeto sci-fi criado por Chris Roberts, roteirista da aclamada série “Orphan Black”. Adaptação do best-seller homônimo de Tosca Lee, a trama gira em torno de uma jovem amnésica que descobre que é descendente das maiores assassinas da História e decide combater uma sociedade secreta mortal que se aproveitou de sua espécie por séculos. Além de “Orphan Black”, Roberts também trabalhou recentemente como produtor de “Frontier”, série estrelada por Jason Momoa para a Netflix. O projeto de “The Progeny” tem produção do ator Edward Burns (“Public Morals”) e o roteiro precisa agradar para receber encomenda de piloto, visando virar série.
Salvation é cancelada após duas temporadas
A rede americana CBS cancelou “Salvation” após o fim de sua 2ª temporada, exibida entre junho e setembro de 2018. A sci-fi apocalíptica girava em torno dos esforços da humanidade para sobreviver ao impacto de um asteroide e foi considerada medíocre pela crítica (44% de aprovação no Rotten Tomatoes), como um sub-“Armageddon” televisivo. Mesmo assim, ganhou segundo ano, que foi completamente ignorado pela imprensa especializada. Para complicar ainda mais, sua audiência ao vivo caiu de 3,5 milhões de telespectadores para 2,7 milhões no segundo ano, rendendo 0,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Curiosamente, o projeto chegou até a ser rejeitado em sua versão original, desenvolvida em 2013 com roteiro de Matt Wheeler (“Hawaii Five-O”). Ele só saiu do papel devido ao envolvimento dos produtores Alex Kurtzman (o diretor de “A Múmia”) e Peter M. Lenkov, ambos também de “Hawaii Five-0”. Repaginada pelos produtores, a série ganhou um novo roteiro de Elizabeth Kruger e Craig Shapiro (ambos de “Necessary Roughness”), que girava em torno da descoberta, por um estudante e um especialista em tecnologia, de um asteroide em rota de colisão com a Terra. Os dois se unem a um membro do baixo escalão do Pentágono para descobrir uma forma de evitar a destruição do planeta e garantir o futuro da humanidade. O elenco incluía Santiago Cabrera (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jennifer Finnigan (série “Tyrant”), Charlie Rowe (série “Red Band Society”), Ian Anthony Dale (série “Hawaii Five-0”), Jacqueline Byers (série “Roadies”) e Dennis Boutsikaris (série “Quantico”).












