Ator de American Gods será Master Chief na série baseada no game Halo



O ator Pablo Schreiber (da série “American Gods” e do filme “Covil de Ladrões”) foi escolhido para viver o protagonista da série live-action baseada no videogame “Halo”.

Schreiber viverá Master Chief, o guerreiro mais avançado do planeta Terra do século 26 e a única esperança de uma civilização quase em extinção após os ataques do Covenant, uma aliança alienígena determinada a destruir a humanidade.

Ele se junta à estreante Yerin Ha, atriz e dançarina anunciada como uma jovem personagem chamada Quan Ah.

Desenvolvida há uma década pela Amblin, produtora de Steven Spielberg, a série vai começar a sair do papel no final do ano, quando as gravações estão previstas para começar. O canal pago Showtime assumiu o projeto e anunciou a produção de dez episódios. Será a primeira superprodução sci-fi do canal.

“Halo” tem roteiro de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e inclui entre seus produtores outro cineasta, Otto Bathurst, diretor de “Robin Hood: A Origem”, que vai comandar alguns episódios.



A trama inspira-se no jogo original, lançado em 2001, e ainda não tem previsão para a estreia.

Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante.

O envolvimento de Spielberg é ainda anterior. Data de 2009, quando ele considerou produzir um filme de “Halo”, após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) encontrar dificuldades para encontrar financiamento.

Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação do projeto em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos cinco anos.

Demorou, mas agora há uma previsão de estreia para 2020.


Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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