PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    O Homem que Caiu na Terra: Sci-fi clássica estrelada por David Bowie vai virar série

    1 de agosto de 2019 /

    A plataforma CBS All Access anunciou a produção de uma série inspirada no filme “O Homem que Caiu na Terra”, sci-fi cultuadíssima estrelada pelo cantor David Bowie em 1976. O projeto está sendo desenvolvido por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek” na plataforma. Ele e Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet), que trabalharam juntos em “A Múmia”, co-escreveram o roteiro do piloto e serão os produtores executivos e co-showrunners. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. Originalmente, a série estava sendo desenvolvida pela produtora CBS TV com outra equipe para a plataforma da Hulu. Mas após um ano sem conseguir aprovar um roteiro, num impasse com a Disney para dividir os direitos do projeto, a CBS mudou sua estratégia e agora vai lançar a atração em seu próprio serviço de streaming. “Sou fã deste filme extraordinário estrelado por David Bowie há anos”, disse David Stapf, presidente da CBS Television Studios, em comunicado. “Enquanto ninguém pode esperar ultrapassar Bowie, adaptar o filme numa série permitirá uma exploração mais detalhada dos conceitos estabelecidos na trama”, originalmente um romance de Walter Tevis, publicado em 1963. “Estamos entusiasmados em adicionar outro título icônico ao nosso line-up, à medida que expandimos a programação original no CBS All Access”, acrescentou Julie McNamara, VP de Conteúdo Original da CBS All Access. “Sabemos que esta série irá capturar a alma e o espírito do material e avançar ainda mais as fronteiras narrativas nas mãos capazes de Alex Kurtzman, Jenny Lumet e toda a equipe de produção.” Os autores da adaptação explicaram seus planos, dizendo que, enquanto discutiam o projeto, foram “transportados ao incrível dia há 12 anos quando Steve Jobs subiu ao palco e apresentou o iPhone ao mundo, mudando para sempre a maneira como nos comunicamos”, disse Lumet. “A novela visionária de Walter Tevis nos deu um Willy Wonka tecnológico de outro planeta, trazido à vida pelo lendário desempenho de David Bowie, que previu o impacto de Steve Jobs e Elon Musk em nosso mundo”, comparou Kurtzman. “A série vai imaginar o próximo passo em nossa evolução, visto através dos olhos de um alienígena que deve aprender o que significa se tornar humano, apesar de estar lutando pela sobrevivência de sua espécie.” A ideia é discutir “o que significa ser humano, do ponto de vista de um alienígena que não conhece o amor, a empatia e a conexão”. Mas este alienígena não será o icônico Thomas Jerome Newton, vivido por Bowie, mas um novo personagem central, inspirado pelos maiores inovadores de tecnologia das últimas décadas, como Steve Jobs, Elon Musk e Jeff Bezos. O cientista alienígena Thomas Jerome Newton foi o primeiro grande papel de Bowie no cinema. O personagem era um milionário excêntrico e recluso de uma empresa tecnológica, responsável por diversos avanços científicos, que tinha o objetivo secreto de conseguir criar uma nave espacial que o levasse de volta à sua família em outro planeta. O diretor Nicolas Roeg selecionou Bowie após o cantor ter incorporado um alienígena no palco: Ziggy Stardust, de cabelo incandescente. Mas o visual de Newton também foi marcante. Pálido, magro e andrógino, acabou acompanhando Bowie por um bom tempo, durante a fase mais criativa de sua carreira. Não por acaso, imagens do filme ilustraram as capas de dois de seus álbuns da época: “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Por sinal, outro detalhe que Kurtzman não pretende replicar em relação ao filme é justamente o visual impressionante concebido por Roeg. “Nicolas Roeg era uma lenda, e a última coisa que eu gostaria de fazer é imitar seu trabalho de qualquer maneira”, disse Kurtzman. “Ele viu essa história através de seu próprio prisma. Ele capturou aquela incrível sensação de solidão de um pequeno personagem em uma paisagem maior, a alienação que o personagem sentia. Ele captou esse sentimento e eu quero encontrar uma maneira de capturar o mesmo sentimento, mas não necessariamente do jeito que ele fez”, explicou o produtor-roteirista. A série será co-produzida pela CBS Television Studios e pela Tandem Productions, uma empresa do Studiocanal, e ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    The Man in the High Castle: Cena inédita da temporada final explora o multiverso da série

    30 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma cena completa da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia é um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

    Leia mais
  • Série

    NeXT: Inteligência Artificial ataca a humanidade no trailer da nova série

    29 de julho de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica, prevista para a midseason de 2020. A trama acompanha a evolução de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet e computadores para promover ataques. A premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977) Criação de Manny Coto (de “24 Horas”) com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” destaca em seu elenco o ator John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Entre os coadjuvantes, estão Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”).

    Leia mais
  • Série

    Autora de Outlander se irrita com comentários do chefe da Starz sobre o que torna a série “feminina”

    29 de julho de 2019 /

    O COO e segundo em comando do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, não irritou apenas o elenco e os roteiristas de “Counterpart” com suas declarações no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Diana Gabaldon, autora dos livros que inspiraram a série “Outlander”, ficou frustrada com a comparação feita pelo executivo entre as duas produções, especialmente por ele menosprezar a “inteligência” de sua criação. Após dizer que “Counterpart” foi cancelada porque era “muito complicada” e “masculina demais”, subentendendo que as mulheres não tinha inteligência suficiente para acompanhar a atração – escrita por uma redação majoritariamente feminina – , ele deu exemplo das cenas de Sam Heughan sem camisa em “Outlander” como o que o público feminino do canal buscava. E sem citar que a série poderia ser inteligente. Hirsch disse à imprensa que a “Starz tem a maior de audiência de mulheres com mais de 18 anos na TV paga premium” e tem manobrado sua programação para melhor capturar o “público feminino premium”. E foi isto que levou ao cancelamento de “Counterpart”, uma das poucas séries com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “’Counterpart’ foi uma grande série, tivemos ótimos parceiros na produtora MRC e Justin [Marks, criador] é um grande escritor, mas foi uma série muito complicada, uma série muito masculina. Quando contratamos a produção e nos comprometemos a fazer duas temporadas, ainda não tínhamos aprofundado essa estratégia de ser um canal premium feminino”, disse ele. E aí o executivo aprofundou. “Já ‘Outlander’, você pode dizer que é ótima porque as mulheres gostam e porque traz uma cirurgiã que volta no tempo, mas também há outro lado disso, que é um colírio para esse público, como quando [Heughan] está sem camisa. Você tem que ser muito atencioso ao decidir o conteúdo e ver se realmente vai ser feminino ou não”. Gabaldon, que vendeu mais de 30 milhões de exemplares da saga literária que inspira a série, lamentou o comentário no Twitter. “Não sei, não, Jeffrey. Não posso dizer que vejo muita gente falando sobre Jamie (o personagem de Sam Heughan) sem camisa, a menos que seja para mencionar o choque e o horror de suas cicatrizes”, disse, sobre seu personagem. Isto porque as costas dele são uma massa de cicatrizes, graças às várias vezes em que foi açoitado. As marcas são um visual frequentemente referenciado nos livros e na série. Ela ainda acrescentou que, enquanto é verdade que a série tem grande público feminino, as mulheres assistem “Outlander” com “seus maridos ou namorados” e que, pelas mensagens que ela recebe, “o que eles mais dizem que gostam é a inteligência da história e a complexidade e força do relação entre Jamie e Claire. Eles também amam a beleza visual da série e a profundidade emocional da atuação”. “Se você está procurando uma base de apoio, acho que talvez ‘inteligência’ seja um bom lugar para começar”, concluiu. Veja o tuite de Gabaldon abaixo, com link para o texto maior. @Outlander_Starz – Jeffrey Hirsch Well, I dunno, Jeffrey… At the moment, I’ve got 30+ million books in (cont) https://t.co/0yS8boo5xJ — Diana Gabaldon (@Writer_DG) 29 de julho de 2019

    Leia mais
  • Filme

    Filme dos Eternos vai mudar o gênero de três personagens dos quadrinhos

    29 de julho de 2019 /

    A confirmação do elenco de “Eternos”, anunciada durante a Comic-Con International, revelou que a Marvel Studios mudará o gênero de três personagens dos quadrinhos. Os personagens Ajak, Makkari e Sprite, que são homens nas publicações dos super-heróis, serão interpretados respectivamente pelas atrizes Salma Hayek (“Dupla Explosiva”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) e a menina Lia McHugh (“American Woman”). Nos quadrinhos, Ajak é um arqueólogo profundamente interessado na história dos Celestiais, Makkari é um ser obcecado em se tornar o mais rápido do universo e Sprite é um imortal com corpo de criança, que tem uma personalidade maliciosa. Essa não é a primeira vez que o estúdio muda o gênero de personagens dos quadrinhos. A Anciã (Tilda Swinton), de “Doutor Estranho”, e Mar-Vell (Annette Bening), de Capitã Marvel, também eram homens nas histórias originais. Além das atrizes já citadas, o elenco de “Eternos” ainda destaca Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”) como Ikaris, Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) como Kingo, Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) como Phastos, Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) como Gilgamesh e Angelina Jolie (“Malévola”) como Thena. O longa aborda uma raça de alienígenas que viveu na Terra, moldando sua história e suas civilizações. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção.

    Leia mais
  • Série

    The Purge: 2ª temporada da série baseada em Uma Noite de Crime ganha primeiro teaser

    29 de julho de 2019 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o teaser da 2ª temporada de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). Desenvolvida por James DeMonaco, diretor e roteirista dos filmes originais, a série se tornou a mais vista do canal no ano passado, com 2,3 milhões de telespectadores por episódio. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama segue vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “expurgo”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobre até onde é capaz de chegar para sobreviver à noite em que todo o crime é permitido. A série retorna com novos episódios no dia 15 de outubro. No Brasil, “The Purge” pode ser vista com exclusividade pelo Amazon Prime Video.

    Leia mais
  • Série

    Amazon renova The Expanse e Carnival Row para novas temporadas

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon renovou as séries “The Expanse” e “Carnival Row” para novas temporadas. Ambas são produções caras, ambiciosas e repletas de efeitos visuais. E têm outro detalhe em comum. A 4ª temporada de “The Expanse”, que também é a primeira produzida para a plataforma Prime Video, e a 1ª de “Carnival Row” ainda não estrearam. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, anunciou as renovações neste sábado (22/7), durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). No mesmo evento, ela também confirmou o cancelamento de três séries (leia aqui). Criada por Travis Beacham (roteirista de “Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”), “Carnival Row” se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Essas criaturas fugiram de suas terras destruídas por uma guerra em busca de refúgio entre a humanidade. Mas, como acontece com os imigrantes no mundo real, sua chegada faz nascer guetos e tensões. E logo uma série de assassinatos começa a abalar a frágil paz da cidade. O elenco é liderado por Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), respectivamente como uma fada e um inspetor de polícia, e a estreia está marcada para 30 de agosto. Já “The Expanse” foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy em maio do ano passado. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série adapta a saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey, passada 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a planetas mais distantes, mas apenas a partir do dia 13 de dezembro.

    Leia mais
  • Série

    Atriz de Counterpart se revolta com executivo que cancelou a série por ser “muito masculina”

    27 de julho de 2019 /

    Como se poderia esperar, pegou muito mal a declaração do diretor de operações do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, para justificar o cancelamento da elogiadíssima série “Counterpart”, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela disse que a série era boa, mas “muito complicada” e “muito masculina”. E que o canal decidiu privilegiar produções femininas. A atriz Nazanin Boniadi foi ao Twitter protestar. Ela lembrou que “Olivia Williams, Sara Serraiocco, Betty Gabriel e eu pudemos interpretar mulheres complexas, multifacetadas e f*donas, que não estavam em cena para servir aos homens ao redor delas”. “Eu gostaria de encontrar mais roteiros com papéis femininos tão envolventes quanto os de ‘Counterpart'”, acrescentou. Os seguidores da atriz ainda acrescentaram que ouvir que uma obra é “muito complicada” e “muito masculina” numa mesma frase era algo absurdo, como se mulheres não fossem inteligentes para acompanhar uma série bem escrita. A equipe da produção se juntou às reclamações para lembrar que a maioria dos autores responsáveis pela trama “muito masculina” eram mulheres. A redação contava com nove escritores, incluindo o criador Justin Marks, dos quais cinco eram roteiristas femininas. A série era, portanto, mais feminina que masculina. Justin Marks também lamentou, usando apenas uma gif de Olivia Williams decepcionada como resposta. Hmmm… #OliviaWilliams, #SaraSerraiocco, #BettyGabriel & I got to play some badass, multifaceted, complex women who existed in their own right & not just to serve the men around them. I wish I came across more scripts w/ female roles as compelling as the ones in #Counterpart — Nazanin Boniadi (@NazaninBoniadi) July 27, 2019 Our writers room was predominately made of women. — Maegan Houang (@houangm) July 27, 2019 pic.twitter.com/IK34PgAw4o — Justin Marks (@Justin_Marks_) July 26, 2019

    Leia mais
  • Série

    Counterpart foi cancelada por ser “muito masculina”

    27 de julho de 2019 /

    O diretor de operações do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, deu a pior explicação possível para o cancelamento da elogiadíssima série “Counterpart”, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela seria “muito masculina”. A declaração foi feita durante o painel do canal no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), diante do questionamento sobre a decisão de não renovar a série estrelada pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons (“Whiplash”) para sua 3ª temporada. “’Counterpart’ foi uma grande série, tivemos ótimos parceiros na produtora MRC e Justin [Marks, criador da série] é um grande escritor, mas foi uma série muito complicada, uma série muito masculina. Quando contratamos a produção e nos comprometemos a fazer duas temporadas, ainda não tínhamos aprofundado essa estratégia de ser um canal premium feminino”, disse ele. “Quando você pondera renovar uma série, ela realmente precisa atender ao público feminino principal e, se isso não for feito, precisamos encontrar outra coisa”, acrescentou Hirsch. “Se não serve a nossa estratégia central, não vamos fazer.” Considerada pela crítica a melhor série sci-fi do século 21, infinitamente superior a “Westworld” (86%), “The Handmaid’s Tale” (87%), “Stranger Things” (93%) e até “Game of Thrones” (89%), “Counterpart” teve cada uma de suas duas temporadas aprovadas com 100% no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, foi cancelada porque atraiu público “masculino”. Hirsch também disse que cancelou a série “Now Apocalypse”, do cineasta Gregg Araki (“Mistérios da Carne””), porque ela atraiu “pouco público feminino”. A série de maior audiência do Starz é a masculina “Power”, centrada em homens gângsteres e com pouquíssimas mulheres em papéis de destaque – ao contrário de “Counterpart”, que tinha oito protagonistas, cinco deles mulheres. O canal também encomendou recentemente um spin-off da franquia cinematográfica “John Wick”, cujo último filme foi visto por público majoritariamente masculino – 63% de homens em sua estreia nos cinemas americanos.

    Leia mais
  • Série

    The Handmaid’s Tale é renovada para 4ª temporada

    26 de julho de 2019 /

    A Hulu renovou “The Handmaid’s Tale” para a sua 4ª temporada. A série inspirada pelo livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia”, é a atração de maior repercussão da plataforma por ter sido a primeira produção de streaming a vencer o Emmy de Melhor Série Dramática, em 2017. A renovação foi anunciada na reta final do terceiro ano da produção, faltando ainda três episódios para o encerramento da temporada. A empolgação da crítica, entretanto, vem caindo. A atual fase tem 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, contra 94% do primeiro ano. A série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita onde antes existia os EUA. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito desde a 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista, June, vivida por Elisabeth Moss, também vencedora do Emmy em 2017 pelo papel. No Brasil, “The Handmaid’s Tale” é exibida pelo canal pago Paramount e pela plataforma Globoplay.

    Leia mais
  • Filme

    Projeto Gemini: Will Smith enfrenta seu clone em novo trailer dublado e legendado

    25 de julho de 2019 /

    A Paramount divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Projeto Gemini”, em versões dublada e legendada, que destacam a luta de Will Smith (“Bright”) contra si mesmo. No filme, o ator aparece em dois papéis, caçando a si mesmo na tela. Um desses personagens é um clone, que mostra o ator jovem, graças à tecnologia que o diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe”) chamam de “revolucionária”. Will Smith interpreta Henry, um assassino de meia idade que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. A prévia demonstra que o rejuvenescimento é caprichado, fazendo com que o astro enfrente sua versão Fresh Prince (da época da série “O Rei do Pedaço”). O elenco ainda inclui Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield 10”) como uma aliada do protagonista original e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como o vilão, chefe do programa de clonagem. A produção de “Projeto Gemini” é uma façanha por si só. Seu desenvolvimento começou ainda nos anos 1990, e o papel principal chegou a ser discutido com Harrison Ford, Nicolas Cage, Clint Eastwood e até Sean Connery, mas acabou esquecida pela Disney. Quando o estúdio encerrou seu contrato com Jerry Brukheimer, o produtor levou o roteiro para a Skydance, que se associou a Paramount e passou a dar prioridade ao lançamento. A história é completamente original. Ou seja, não é baseada em nenhum livro, quadrinhos ou série. Mas, por conta do longo tempo de desenvolvimento, é assinada por uma multidão, com muitas contribuições aproveitadas no roteiro final. Entre os nomes por trás da trama estão Billy Ray (“Jogos Vorazes”), Andrew Niccol (“Gattaca”), Darren Lemke (“Shazam!”), Jonathan Hensleigh (“Armageddon”), a dupla Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele (“Ali”) e até David Benioff (criador de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 10 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Projeto Gemini: Vídeo de bastidores revela como Will Smith vai enfrentar sua versão mais nova

    24 de julho de 2019 /

    A Paramount divulgou um vídeo de bastidores de “Projeto Gemini”, focado nos efeitos visuais que permitem a Will Smith (“Bright”) aparecer em dois papéis, caçando a si mesmo na tela. Um desses personagens é um clone, que mostra o ator jovem, graças à tecnologia que o diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe”) chamam de “revolucionária”. Will Smith interpreta Henry, um assassino de meia idade que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. A prévia demonstra que o rejuvenescimento é caprichado, fazendo com que o astro enfrente sua versão Fresh Prince (da época da série “O Rei do Pedaço”). O elenco também inclui Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield 10”) como uma aliada do protagonista original e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como o vilão, chefe do programa de clonagem. A produção de “Projeto Gemini” é uma façanha por si só. Seu desenvolvimento começou ainda nos anos 1990, e o papel principal chegou a ser discutido com Harrison Ford, Nicolas Cage, Clint Eastwood e até Sean Connery, mas acabou esquecida pela Disney. Quando o estúdio encerrou seu contrato com Jerry Brukheimer, o produtor levou o roteiro para a Skydance, que se associou a Paramount e passou a dar prioridade ao lançamento. A história é completamente original. Ou seja, não é baseada em nenhum livro, quadrinhos ou série. Mas, por conta do longo tempo de desenvolvimento, é assinada por uma multidão, com muitas contribuições aproveitadas no roteiro final. Entre os nomes por trás da trama estão Billy Ray (“Jogos Vorazes”), Andrew Niccol (“Gattaca”), Darren Lemke (“Shazam!”), Jonathan Hensleigh (“Armageddon”), a dupla Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele (“Ali”) e até David Benioff (criador de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 10 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    O Guia do Mochileiro das Galáxias vai virar série dos roteiristas de Mulher-Maravilha e Lost

    24 de julho de 2019 /

    Um dos maiores clássicos da ficção científica, “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, vai virar série. A plataforma de streaming Hulu fechou com os roteiristas Carlton Cuse (“Lost”, “Bates Motel”, “Colony”) e Jason Fuchs (“Mulher-Maravilha”) para a produção de uma adaptação da comédia radiofônica de 1978, que acabou se desdobrando em cinco best-sellers do escritor Douglas Adams. A história gira em torno de Arthur Dent, um inglês azarado, que se mete em muitos apuros após a destruição da Terra pelos alienígenas Vogons. Logo no começo da saga, ele se junta a um alienígena, um robô paranoico, à última mulher do mundo e ao presidente da Galáxia para descobrir o sentido do universo. Spoiler: é 42. O aspecto “educativo” da obra ainda ensina que a toalha é a melhor amiga dos nerds. “O Guia do Mochileiro das Galáxias” já foi adaptado para a TV em 1981, numa minissérie da rede britânica BBC. O primeiro livro da saga também virou filme em 2005, com direção de Garth Jennings (“Sing”) e Martin Freeman (“O Hobbit”) no papel de Arthur Dent, coadjuvado por Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”), Zooey Deschanel (“500 Dias com Ela”) e o rapper Mos Def (“Rebobine, Por Favor”). Criado por Adams originalmente como uma comédia para a rádio BBC, em 1978, o texto original foi transformado em livro no ano seguinte e ganhou mais quatro continuações assinadas pelo autor original: “O Restaurante no Fim do Universo” (1980), “A Vida, o Universo e Tudo Mais” (1982), “Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes!” (1984) e “Praticamente Inofensiva” (1992). Após a morte de Adams, em 2001, o autor irlandês Eoin Colfer teve a bênção da família para escrever mais uma continuação da saga. Com o título “E Tem Outra Coisa…”, o sexto “Guia” foi lançado em 2009. Ainda não há previsão para a estreia da série, que deve adaptar a coleção literária completa.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie