PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Criador de Neon Genesis Evangelion vai desenvolver reboot de Ultraman para o cinema

    5 de agosto de 2019 /

    O cineasta Hideaki Anno, prestigiado criador do anime “Neon Genesis Evangelion”, vai produzir e escrever o novo filme de “Ultraman”. Com o título “Shin Ultraman”, a produção será dirigida por Shinji Higuchi, que co-dirigiu o filme “Shin Godzilla” com Anno em 2016. Em japonês, Shin significa “novo”, palavra que assinala se tratar de um reboot. Isto é, novos rumos artísticos para um personagem tradicional. Lançada em 1966, a atração original foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa e pioneira de um subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados que trocavam socos em cenários de miniaturas de cidades. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. Anno vai iniciar a produção depois que finalizar o quarto filme de “Evangelion Rebuild”, previsto para 2020, que encerrará a transposição de sua série clássica para o cinema. A previsão de estreia de “Shin Ultraman” é para 2021.

    Leia mais
  • Série

    Criadora de The OA diz que chorou ao saber do cancelamento da série

    5 de agosto de 2019 /

    A atriz Brit Marling usou as redes sociais para comentar o cancelamento da série “The OA”, que ela criou com o cineasta Zal Batmanglij. Ela postou uma carta aberta aos fãs da série logo após a Netflix anunciar o final da produção nesta segunda (5/8). “Caros fãs de ‘The OA’, alguns de vocês já sabem ou saberão agora que a Netflix não vai dar continuidade a ‘The OA’. Zal e eu estamos profundamente tristes em não terminar a história. A primeira vez que eu ouvi a notícia eu tive que chorar. Assim também fez um dos nossos executivos da Netflix que esteve com nós desde os primeiros dias, quando estávamos esboçando o porão de Hap para começar a produção. Tem sido uma jornada incrível para todos que trabalharam e se importaram com a série. O longo texto também explicou porque ela optou por contar uma história de ficção científica e a liberdade que sentiu ao criar um mundo com uma protagonista feminina, em que o poder de mudança foi colocado nas mãos do coletivo. Ela até tentou ver o lado positivo de não concluir a trama de “The OA”, que terminou a 2ª temporada com um grande gancho. “Talvez, de alguma forma, seja OK não concluir esses personagens. Steve Winchell ficará suspenso no tempo em nossas imaginações, infinitamente evoluindo, correndo para sempre, até finalmente alcançar a ambulância e OA”, concluiu. A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. O cancelamento se soma a vários outros na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020. Ver essa foto no Instagram the end of #theoa “??????” – last text to Grandma Vu Uma publicação compartilhada por Brit Marling (@britmarling) em 5 de Ago, 2019 às 10:05 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de Capitã Marvel negocia papel em “Eternos”

    5 de agosto de 2019 /

    Dois novos nomes vinculados ao elenco de “Eternos” trazem um detalhe curioso para os fãs do MCU (o Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Uma repetição de casting. De acordo como a revista Variety, Gemma Chan estaria negociando integrar a produção, apesar de já fazer parte do MCU como a vilã Minn-Erva de “Capitã Marvel” (2018). A Marvel não confirmou, mas fontes da publicação afirmam que sua personagem em “Eternos” será completamente diferente. O outro nome divulgado nesta segunda (5/8) foi do ator Barry Keoghan, conhecido pelos filmes “Dunkirk” e “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (ambos de 2017). O elenco confirmado de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola”), Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”), Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) e a menina Lia McHugh (“American Woman”). O longa aborda uma raça de alienígenas que vive na Terra, moldando sua história e suas civilizações. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção.

    Leia mais
  • Série

    Diretor de Godzilla vs. Kong desenvolve série baseada na sci-fi O Enigma do Horizonte

    5 de agosto de 2019 /

    O serviço de streaming Amazon Prime Video está desenvolvendo uma série inspirada em “O Enigma do Horizonte”, terror espacial dirigido por Paul W.S. Anderson em 1997. A premissa do filme já vinha inspirando várias séries, como “Nightflyer” e “Origin”, além do filme “O Paradoxo Cloverfield” (2018). Estrelado por Laurence Fishburne (“Matrix”) e Sam Neill (“Jurassic Park”), “O Enigma do Horizonte” acompanhava um missão espacial para investigar o reaparecimento misterioso de uma nave, anos depois de um incidente envolvendo um buraco negro. Lá, os astronautas descobrem algo que testa suas convicções: o contato com uma dimensão demoníaca. A série está sendo produzida pelo cineasta Adam Wingard, que tem no currículo o terror original “Você É o Próximo” (2011), a continuação “Bruxa de Blair” (2016) e o remake de “Death Note” (2017), além de dirigir o mashup “Godzilla vs. Kong”, previsto para 2020. O projeto ainda está em fase inicial.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela a série The OA após a 2ª temporada

    5 de agosto de 2019 /

    A Netflix cancelou “The OA”, série sci-fi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), mais de quatro meses após a exibição de sua 2ª temporada, encerrada com um “gancho” gigante que não terá conclusão. O últimos capítulos, por sinal, estrearam 27 meses após os episódios inaugurais. A demora pode ter a ver com o preciosismo da produção, já que todos os episódios são dirigidos pelo cocriador, o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. A decisão se soma a vários cancelamentos em marcha na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.

    Leia mais
  • Série

    The 100 vai acabar em sua próxima temporada

    4 de agosto de 2019 /

    A rede americana The CW vai perder outro título emblemático de sua programação. O criador de “The 100”, Jason Rothenberg, anunciou em seu Twitter que a vindoura 7ª temporada da série sci-fi será a última da atração. “Com o final da 6ª temporada a apenas alguns dias de distância, eu tenho algumas notícias agridoces para compartilhar: a 7ª Temporada será a última. Somos eternamente gratos à Warner e CW por sempre nos permitir contar nossa história da maneira que quisemos e concluir o programa em nossos termos. Que passeio incrível foi esse!”, escreveu. O presidente da CW, Mark Pedowitz, confirmou que a decisão de encerrar a série partiu do produtor. “Jason Rothebberg nos disse várias vezes que queria terminar na 7ª temporada. Ele tem outras idéias que gostaria de desenvolver e achou que esse era o caminho certo”, disse Pedowitz durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Temos sido muito bons no compromisso de ouvir os criadores e showrunners sobre quando é o momento certo para terminar uma série”, acrescentou. Com o anúncio de seu final, “The 100” vai se juntar a “Supernatural” e “Arrow” nas despedidas impactantes da temporada de 2019-2020 na rede The CW. E isso vai acontecer apenas um ano após o canal encerrar as produções de “Jane the Virgin”, “Crazy Ex-Girlfriend” e “iZombie”, durante a temporada 2018-2019. Jason Rothenberg ainda destacou um detalhe sobre a duração total da produção, num segundo tuíte. “The 100” vai acabar com 100 episódios produzidos ao todo. With #The100 Season 6 finale just days away, I have some bittersweet news to share: Season 7 will be our last. We are eternally grateful to WB & CW for always allowing us to tell our story the way we want to & to wrap the show on our terms. What an incredible ride this has been! — Jason Rothenberg (@JRothenbergTV) August 4, 2019 This is a *gift*. Getting to end the show as we wish is a rare blessing. All the gratitude to WB and The CW for their support over the years. 100 episodes of #The100. What a ride. https://t.co/VjEzDAaMqe — Kim Shumway (@kimshum) August 4, 2019 100 episodes of #the100 How perfect is that? #100ofthe100 — Jason Rothenberg (@JRothenbergTV) August 4, 2019

    Leia mais
  • Série

    Série sci-fi baseada nos games de Halo completa elenco central

    3 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano Showtime revelou o elenco da série baseada no game “Halo”, quatro meses após confirmar Pablo Schreiber (“American Gods”) como o protagonista Master Chief. Natascha McElhone (“Designated Survivor”) será a Dra. Catherline Halsey, a criadora dos supersoldados espartanos, bem como a AI mais avançada da história da humanidade, Cortana. Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) interpretará um personagem chamado Soren-066, um soldado particular que vive à margem da civilização humana e entra em conflito com os espartanos e seu velho amigo, Master Chief. A popular atriz indiana Shabana Azmi (“Os Filhos da Meia-Noite”) fará o papel da almirante Margaret Parangosky, chefe do Escritório de Inteligência Naval. Os outros três atores anunciados interpretarão personagens criados para a série, que não aparecem nos games. São eles Bentley Kalu (“No Limite do Amanhã”), Natasha Culzac (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) e Kate Kennedy (do telefilme “A Midsummer Night’s Dream”). Eles se juntam à estreante Yerin Ha, atriz e dançarina anteriormente também anunciada num papel inédito na franquia. Desenvolvida há uma década pela Amblin, produtora de Steven Spielberg, a série vai começar a sair do papel no final do ano, quando as gravações estão previstas para começar. “Halo” tem roteiro de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e inclui entre seus produtores outro cineasta, Otto Bathurst, diretor de “Robin Hood: A Origem”, que vai comandar alguns episódios. A trama inspira-se no jogo original, lançado em 2001, e ainda não tem previsão para a estreia. Será a primeira superprodução sci-fi do canal Showtime. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante. O envolvimento de Spielberg é ainda anterior. Data de 2009, quando ele considerou produzir um filme de “Halo”, após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) falhar em encontrar financiamento. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação do projeto em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos cinco anos. A 1ª temporada terá dez episódios e deve estrear próximo do final de 2020.

    Leia mais
  • Filme

    Reese Witherspoon vai produzir sci-fi com diretor de X-Men: Fênix Negra

    1 de agosto de 2019 /

    Apesar de estar ocupada produzindo várias séries de TV, Reese Witherspoon não abandonou o cinema. Ela negocia produzir e estrelar uma sci-fi chamada “Pyros”, em coprodução com Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”). O projeto adapta um conto de Thomas Pierce intitulado “Tardy Man”, que segue um grupo de supertrabalhadores de uma companhia de seguros vestidos com um traje de proteção à fogo indestrutível e fundido às suas espinhas, com a função de entrar em áreas de desastre (como zonas de incêndios florestais) e extrair com segurança itens pertencentes aos clientes ricos da empresa. Eles são estritamente proibidos de desviar de suas missões, mesmo quando vidas humanas estão em perigo. Mas o personagem principal resolve descumprir essa ordem. As produtoras de Witherspoon e Kinberg enviaram o projeto para vários estúdios e aguardam ofertas para inciar a produção.

    Leia mais
  • Série

    O Homem que Caiu na Terra: Sci-fi clássica estrelada por David Bowie vai virar série

    1 de agosto de 2019 /

    A plataforma CBS All Access anunciou a produção de uma série inspirada no filme “O Homem que Caiu na Terra”, sci-fi cultuadíssima estrelada pelo cantor David Bowie em 1976. O projeto está sendo desenvolvido por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek” na plataforma. Ele e Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet), que trabalharam juntos em “A Múmia”, co-escreveram o roteiro do piloto e serão os produtores executivos e co-showrunners. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. Originalmente, a série estava sendo desenvolvida pela produtora CBS TV com outra equipe para a plataforma da Hulu. Mas após um ano sem conseguir aprovar um roteiro, num impasse com a Disney para dividir os direitos do projeto, a CBS mudou sua estratégia e agora vai lançar a atração em seu próprio serviço de streaming. “Sou fã deste filme extraordinário estrelado por David Bowie há anos”, disse David Stapf, presidente da CBS Television Studios, em comunicado. “Enquanto ninguém pode esperar ultrapassar Bowie, adaptar o filme numa série permitirá uma exploração mais detalhada dos conceitos estabelecidos na trama”, originalmente um romance de Walter Tevis, publicado em 1963. “Estamos entusiasmados em adicionar outro título icônico ao nosso line-up, à medida que expandimos a programação original no CBS All Access”, acrescentou Julie McNamara, VP de Conteúdo Original da CBS All Access. “Sabemos que esta série irá capturar a alma e o espírito do material e avançar ainda mais as fronteiras narrativas nas mãos capazes de Alex Kurtzman, Jenny Lumet e toda a equipe de produção.” Os autores da adaptação explicaram seus planos, dizendo que, enquanto discutiam o projeto, foram “transportados ao incrível dia há 12 anos quando Steve Jobs subiu ao palco e apresentou o iPhone ao mundo, mudando para sempre a maneira como nos comunicamos”, disse Lumet. “A novela visionária de Walter Tevis nos deu um Willy Wonka tecnológico de outro planeta, trazido à vida pelo lendário desempenho de David Bowie, que previu o impacto de Steve Jobs e Elon Musk em nosso mundo”, comparou Kurtzman. “A série vai imaginar o próximo passo em nossa evolução, visto através dos olhos de um alienígena que deve aprender o que significa se tornar humano, apesar de estar lutando pela sobrevivência de sua espécie.” A ideia é discutir “o que significa ser humano, do ponto de vista de um alienígena que não conhece o amor, a empatia e a conexão”. Mas este alienígena não será o icônico Thomas Jerome Newton, vivido por Bowie, mas um novo personagem central, inspirado pelos maiores inovadores de tecnologia das últimas décadas, como Steve Jobs, Elon Musk e Jeff Bezos. O cientista alienígena Thomas Jerome Newton foi o primeiro grande papel de Bowie no cinema. O personagem era um milionário excêntrico e recluso de uma empresa tecnológica, responsável por diversos avanços científicos, que tinha o objetivo secreto de conseguir criar uma nave espacial que o levasse de volta à sua família em outro planeta. O diretor Nicolas Roeg selecionou Bowie após o cantor ter incorporado um alienígena no palco: Ziggy Stardust, de cabelo incandescente. Mas o visual de Newton também foi marcante. Pálido, magro e andrógino, acabou acompanhando Bowie por um bom tempo, durante a fase mais criativa de sua carreira. Não por acaso, imagens do filme ilustraram as capas de dois de seus álbuns da época: “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Por sinal, outro detalhe que Kurtzman não pretende replicar em relação ao filme é justamente o visual impressionante concebido por Roeg. “Nicolas Roeg era uma lenda, e a última coisa que eu gostaria de fazer é imitar seu trabalho de qualquer maneira”, disse Kurtzman. “Ele viu essa história através de seu próprio prisma. Ele capturou aquela incrível sensação de solidão de um pequeno personagem em uma paisagem maior, a alienação que o personagem sentia. Ele captou esse sentimento e eu quero encontrar uma maneira de capturar o mesmo sentimento, mas não necessariamente do jeito que ele fez”, explicou o produtor-roteirista. A série será co-produzida pela CBS Television Studios e pela Tandem Productions, uma empresa do Studiocanal, e ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    The Man in the High Castle: Cena inédita da temporada final explora o multiverso da série

    30 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma cena completa da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia é um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

    Leia mais
  • Série

    NeXT: Inteligência Artificial ataca a humanidade no trailer da nova série

    29 de julho de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica, prevista para a midseason de 2020. A trama acompanha a evolução de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet e computadores para promover ataques. A premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977) Criação de Manny Coto (de “24 Horas”) com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” destaca em seu elenco o ator John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Entre os coadjuvantes, estão Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”).

    Leia mais
  • Série

    Autora de Outlander se irrita com comentários do chefe da Starz sobre o que torna a série “feminina”

    29 de julho de 2019 /

    O COO e segundo em comando do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, não irritou apenas o elenco e os roteiristas de “Counterpart” com suas declarações no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Diana Gabaldon, autora dos livros que inspiraram a série “Outlander”, ficou frustrada com a comparação feita pelo executivo entre as duas produções, especialmente por ele menosprezar a “inteligência” de sua criação. Após dizer que “Counterpart” foi cancelada porque era “muito complicada” e “masculina demais”, subentendendo que as mulheres não tinha inteligência suficiente para acompanhar a atração – escrita por uma redação majoritariamente feminina – , ele deu exemplo das cenas de Sam Heughan sem camisa em “Outlander” como o que o público feminino do canal buscava. E sem citar que a série poderia ser inteligente. Hirsch disse à imprensa que a “Starz tem a maior de audiência de mulheres com mais de 18 anos na TV paga premium” e tem manobrado sua programação para melhor capturar o “público feminino premium”. E foi isto que levou ao cancelamento de “Counterpart”, uma das poucas séries com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “’Counterpart’ foi uma grande série, tivemos ótimos parceiros na produtora MRC e Justin [Marks, criador] é um grande escritor, mas foi uma série muito complicada, uma série muito masculina. Quando contratamos a produção e nos comprometemos a fazer duas temporadas, ainda não tínhamos aprofundado essa estratégia de ser um canal premium feminino”, disse ele. E aí o executivo aprofundou. “Já ‘Outlander’, você pode dizer que é ótima porque as mulheres gostam e porque traz uma cirurgiã que volta no tempo, mas também há outro lado disso, que é um colírio para esse público, como quando [Heughan] está sem camisa. Você tem que ser muito atencioso ao decidir o conteúdo e ver se realmente vai ser feminino ou não”. Gabaldon, que vendeu mais de 30 milhões de exemplares da saga literária que inspira a série, lamentou o comentário no Twitter. “Não sei, não, Jeffrey. Não posso dizer que vejo muita gente falando sobre Jamie (o personagem de Sam Heughan) sem camisa, a menos que seja para mencionar o choque e o horror de suas cicatrizes”, disse, sobre seu personagem. Isto porque as costas dele são uma massa de cicatrizes, graças às várias vezes em que foi açoitado. As marcas são um visual frequentemente referenciado nos livros e na série. Ela ainda acrescentou que, enquanto é verdade que a série tem grande público feminino, as mulheres assistem “Outlander” com “seus maridos ou namorados” e que, pelas mensagens que ela recebe, “o que eles mais dizem que gostam é a inteligência da história e a complexidade e força do relação entre Jamie e Claire. Eles também amam a beleza visual da série e a profundidade emocional da atuação”. “Se você está procurando uma base de apoio, acho que talvez ‘inteligência’ seja um bom lugar para começar”, concluiu. Veja o tuite de Gabaldon abaixo, com link para o texto maior. @Outlander_Starz – Jeffrey Hirsch Well, I dunno, Jeffrey… At the moment, I’ve got 30+ million books in (cont) https://t.co/0yS8boo5xJ — Diana Gabaldon (@Writer_DG) 29 de julho de 2019

    Leia mais
  • Filme

    Filme dos Eternos vai mudar o gênero de três personagens dos quadrinhos

    29 de julho de 2019 /

    A confirmação do elenco de “Eternos”, anunciada durante a Comic-Con International, revelou que a Marvel Studios mudará o gênero de três personagens dos quadrinhos. Os personagens Ajak, Makkari e Sprite, que são homens nas publicações dos super-heróis, serão interpretados respectivamente pelas atrizes Salma Hayek (“Dupla Explosiva”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) e a menina Lia McHugh (“American Woman”). Nos quadrinhos, Ajak é um arqueólogo profundamente interessado na história dos Celestiais, Makkari é um ser obcecado em se tornar o mais rápido do universo e Sprite é um imortal com corpo de criança, que tem uma personalidade maliciosa. Essa não é a primeira vez que o estúdio muda o gênero de personagens dos quadrinhos. A Anciã (Tilda Swinton), de “Doutor Estranho”, e Mar-Vell (Annette Bening), de Capitã Marvel, também eram homens nas histórias originais. Além das atrizes já citadas, o elenco de “Eternos” ainda destaca Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”) como Ikaris, Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) como Kingo, Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) como Phastos, Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) como Gilgamesh e Angelina Jolie (“Malévola”) como Thena. O longa aborda uma raça de alienígenas que viveu na Terra, moldando sua história e suas civilizações. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie