Klaus: Animação da Neflix ganha trailer com dublagem de Rodrigo Santoro
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer dublado em português de “Klaus”, animação espanhola sobre a “origem” do Natal, que no Brasil terá as vozes de Rodrigo Santoro (“Westworld”), Daniel Boaventura (“Hebe: A Estrela do Brasil”) e Fernanda Vasconcellos (“Coisa Mais Linda”). Santoro dublará Jesper, um jovem carteiro que conhece Klaus (Boaventura), misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução da pequena Smeerensburg, cidade fria e triste em que os vizinhos não se falam. Vasconcellos interpretará a professora Alva, que une os personagens. Por curiosidade, na versão em inglês os personagens são dublados por Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”), J.K Simmons (“Whiplash”) e Rashida Jones (“Angie Tribeca”). O filme marca a estreia na direção de Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Ele também assina o roteiro com os americanos Zach Lewis e Jim Mahoney (autores do curta “The Hobbit: Kingdoms of Middle-earth – Dance Battle”). “Klaus” estreia em 15 de novembro em streaming.
Animação brasileira com Rodrigo Santoro é premiada no Festival de Veneza
O curta animado “A Linha”, de Ricardo Laganaro, foi premiado com o troféu de Melhor Experiência em Realidade Virtual do Festival de Veneza. O filme foi exibido na mostra dedicada a obras em Realidade Virtual, que exploram as possibilidades de interação entre público e filme. Com 13 minutos, o curta é narrado por Rodrigo Santoro e conta a história de um menino tímido que se apaixona por uma jovem, na São Paulo dos anos 1940. O espectador participa da trama ajudando o protagonista a escolher caminhos e a entregar uma flor à moça. “Incrível ser o segundo brasileiro aqui esta noite, não?”, disse o animador, ao receber o prêmio, referindo-se à conquista de Bárbara Paz, cujo filme “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” foi considerado o Melhor Documentário do festival, em exibição na Mostra Venezia Classici.
O Tradutor, estrelado por Rodrigo Santoro, é candidato de Cuba ao Oscar de Melhor Filme Internacional
Pela primeira vez na História, Cuba indicou um candidato para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional (categoria que até este ano era conhecida como Melhor Filme de Língua Estrangeira). E a obra escolhida é uma produção estrelada por artista brasileiro. Trata-se de “O Tradutor”, protagonizado por Rodrigo Santoro. No filme, Santoro fala espanhol e russo, dando vida à história real de Manuel Barriuso Andin, pai dos diretores Rodrigo e Sebastián Barriuso, que estreiam na direção de longas. A trama gira em torno de Manuel (Santoro), um professor universitário de literatura russa convocado a trabalhar na ala infantil de um hospital em Havana, que recebeu vítimas do acidente nuclear de Chernobyl. Ele auxilia a comunicação entre os médicos e os pacientes, que foram enviados pela Rússia para receber tratamento em Cuba. Mas o fato de serem crianças o deixa abalado. “O Tradutor” foi exibido no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, lançado em abril passado no Brasil. O candidato do Brasil na disputa por uma vaga é “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz. A lista com todos os candidatos ainda passará pela triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.
Turma da Mônica: Laços atinge marca de 2 milhões de espectadores
“Turma da Mônica – Laços” atingiu a marca de 2 milhões de ingressos vendidos nesta sexta-feira (2/8), pouco mais de um mês após estrear nos cinemas. “Nosso objetivo era emocionar e divertir, por isso estamos muito felizes e satisfeitos com a resposta do público ao nosso filme”, disse o diretor Daniel Rezende. O filme ainda está em cartaz em cerca de 300 salas e sua continuação já foi anunciada, com o mesmo elenco e diretor. “Turma da Mônica 2: Lições” tem previsão de estreia para outubro de 2020. Saiba mais aqui.
Segundo filme da Turma da Mônica ganha título e previsão de estreia
O sucesso de “Turma da Mônica: Laços”, visto por quase 2 milhões de brasileiros, já garantiu sequência. O novo filme definiu título, confirmou equipe e data de estreia. A continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, como “Laços”. Trata-se de “Turma da Mônica: Lições”, em que Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão cometem um erro grave na escola e tem que encarar as consequências, e elas não são poucas. A nova jornada valoriza o real valor da amizade desta turma. A adaptação deve ganhar um número 2 (dois) no título, “Turma da Mônica 2: Lições”. As filmagens voltarão a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (“Mônica”), Kevin Vechiatto (“Cebolinha”), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além deles, quem também vai continuar na franquia é o diretor Daniel Rezende. A previsão de estreia é para 8 de outubro de 2020.
Turma da Mônica – Laços conquista com aventura infantil e nostalgia
Criada na década de 1960 pelo cartunista brasileiro Mauricio de Sousa, a Turma da Mônica já rendeu inúmeras histórias em quadrinhos, livros e animações (além de uma infinidade de outros produtos), garantindo um lugar de destaque no imaginário popular brasileiro há mais de 50 anos. Mas apesar da sua importância e do seu poder cultural, até hoje nunca tinha ganhado uma adaptação cinematográfica em live-action. Dirigida por Daniel Rezende (de “Bingo – O Rei das Manhãs”), “Turma da Mônica: Laços” chega aos cinemas com o intuito de preencher essa lacuna, entregando uma obra cheia de emoção e nostalgia. A base do longa-metragem não é uma história de Mauricio de Sousa, mas sim uma graphic novel escrita e desenhada pelos irmãos mineiros Vitor e Lu Cafaggi. “Laços” foi um dos primeiros lançamentos do selo Graphic MSP, dedicado a adaptações da obra de Mauricio com uma visão mais autoral, e mostra a turminha em meio a uma aventura inspirada em clássicos do cinema da década de 1980, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Escrita por Thiago Dottori (“VIPs”), adaptação para o cinema coloca Mônica (Giulia Benitte), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) aventurando-se pela floresta em busca do cachorro Floquinho. Em meio à sua jornada, o grupo se depara com estranhas figuras, enfrenta perigos e acaba descobrindo a importância da amizade, ou seja, dos laços formados na infância. Existe um estranhamento inicial causado pelo impacto de ouvir aqueles personagens pela primeira vez. É preciso se acostumar com as suas vozes, em especial à do Cebolinha, cuja dislalia soa falsa no começo. Mas, ao contrário disso, a relação visual é facilmente estabelecida, seja pelo fato de o filme respeitar os figurinos originais ou pela forma como os personagens são apresentados. Rezende dá atenção a detalhes como a mão da Mônica segurando seu ursinho de pelúcia ou ao cabelo espetado do Cebolinha antes de apresentá-los de corpo inteiro. Aliás, em relação à iconografia desse universo, o diretor passeia com a sua câmera pelo bairro do Limoeiro, captando diversos easter eggs, como as participações de outras figuras conhecidas (o Jeremias, o Titi, etc.), além do próprio Mauricio e dos irmãos Cafaggi (que aparecem em cena ao lado de Sidney Gusman, editor de “Laços” e idealizador da linha Graphic MSP. Mais do que dar movimento às imagens dos quadrinhos, o cineasta imprime um estilo próprio. É notável, por exemplo, a maneira como utiliza a câmera e a montagem para fazer a participação do Louco (Rodrigo Santoro) destoar do resto do filme, como se a própria imagem traduzisse a sua imprevisibilidade Apresentando uma narrativa focada na união e na amizade, o cineasta procura explorar ao máximo a interação entre aqueles personagens. Afinal, embora sejam os ícones que acompanharam as nossas infâncias, eles são crianças e agem como tal. E o roteiro ainda consegue dar a densidade e a complexidade de dois dos seus protagonistas. Entendemos os motivos por trás dos planos infalíveis do Cebolinha (como forma de reinar absoluto e solitário) e das reações violentas de Mônica (sua única resposta possível diante das situações). São complexidades explicitadas por meio de silêncios, trocas de olhares e lágrimas. Nessa interação, porém, Cascão e Magali acabam sobrando. Eles até tem as suas jornadas e precisam enfrentar os seus medos (água e comida), mas seus personagens são menos desenvolvidos. Mas isso não chega a estragar a experiência. Emocionante em alguns momentos (a cena da Mônica chorando é de cortar o coração) e nostálgico em muitos outros, “Turma da Mônica: Laços” é leve, colorido, divertido, lúdico e atemporal, assim como as histórias em quadrinhos que o inspiraram, aproximando-se ao máximo da ideia de uma “adaptação fiel”. Por isso, talvez não funcione tão bem com quem não tem – ou não teve – uma relação muito próxima com a obra de Mauricio de Sousa. O que posso dizer é que fiquei com um sorriso de orelha a orelha durante toda a projeção.
Rodrigo Santoro resgata papel de travesti em Carandiru para celebrar Parada do Orgulho LGBTQIA+
O ator Rodrigo Santoro comemorou a Parada do Orgulho LGBTQIA+ com um post no Instagram que resgatou seu personagem Lady Di em “Carandiru” (2003). No filme de Hector Babenco, Santoro interpretou uma presidiária travesti que se casou com outro presidiário dentro da cadeia. O matrimônio foi celebrado com um beijo entre Lady Di e Sem Chance, interpretado por Gero Camilo. Na legenda da imagem, o ator destacou a Parada do Orgulho LGBTQIA+ que aconteceu no domingo (23/6) em São Paulo e desejou que “todos os beijos, de todas as bocas, sejam um símbolo de amor e liberdade”. Ele lembrou que, na época, foi escondido no cinema e viu pessoas deixando a sala após a cena do beijo. Mas que, 16 anos depois, os beijos entre pessoas de mesmo sexo são celebrados à luz do dia na Av. Paulista. “Em 2003, Gero Camilo, meu querido amigo e parceiro de cena em Carandiru, disse que o beijo da Lady Di e do Sem Chance era um beijo de todas as bocas e, para alguns, era como um tapa”, escreveu Santoro. “Ainda naquele ano experimentei a sensação de, escondido nas salas, ver pessoas deixando os cinemas após a cena”. “Hoje, 2019, as ruas de São Paulo estão tomadas pela luta para que todos os beijos, de todas as bocas, sejam um símbolo de amor e liberdade. A arte é aliada desse sonho”, concluiu.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Ver essa foto no Instagram Carandiru. #LadyDi #SemChance #HectorBabenco 2003. ? Em 2003, Gero Camilo, meu querido amigo e parceiro de cena em Carandiru, disse que o beijo da Lady Di e do Sem Chance era um beijo de todas as bocas e, para alguns, era como um tapa. Ainda naquele ano experimentei a sensação de, escondido nas salas, ver pessoas deixando os cinemas após a cena. Hoje, 2019, as ruas de São Paulo estão tomadas pela luta para que todos os beijos, de todas as bocas, sejam um símbolo de amor e liberdade. A arte é aliada desse sonho.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀#Pride #LGBT #ParadaSP ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ In 2003, Gero Camilo, my dear friend and scene partner in Carandiru, said that the kiss between Lady Di and Sem Chance represented a kiss from every mouth and for some it was like a slap in the face. Still that year I’d experience the sensation of, hidden within movie theaters, just watching as people left after that scene. Today, in 2019, the streets of São Paulo are taken by this fight, so that all kisses, from all mouths, are a symbol of love and freedom. Art is an ally to this dream. Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 23 de Jun, 2019 às 9:14 PDT
Veja o plano infalível do Cebolinha que abre o filme da Turma da Mônica
A Paris Filmes divulgou a cena que abre “Turma da Mônica: Laços”, primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa. A prévia de um minuto mostra um dos muitos planos infalíveis do Cebolinha para pegar o coelhinho da Mônica. “Turma da Mônica: Laços” tem direção de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e destaca as crianças Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão), selecionados após um longo teste de elenco, e ainda inclui Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) como o Louco. O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho original de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (27/6).
Mauricio de Sousa chora na pré-estreia de Turma da Mônica: Laços
O diretor Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) compartilhou em seu Instagram um vídeo que flagra o artista Mauricio de Sousa chorando ao assistir à pré-estreia de “Turma da Mônica: Laços”, primeira adaptação live-action de seus personagens dos quadrinhos. “Emoção pura. Muito amor pelo maior contador de histórias do Brasil”, escreveu Rezende na legenda do vídeo. Mauricio assistiu a première nacional do filme acompanhado dos filhos. E o vídeo mostra Mauro Sousa, diretor de produções da Turma da Mônica, zoando o pai – “Eu não vou chorar…”, brincou. A sessão aconteceu nesta segunda-feira (17/6) em São Paulo, apenas para convidados. Mas o grande público já poderá ver o filme em dez dias. A estreia comercial está marcada para 27 de junho. O novo filme de Daniel Rezende tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos do bairro do Limoeiro embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. Os personagens são vividos por Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira, todos estreantes, selecionados após um longo processo de testes entre várias crianças candidatas de todo o Brasil. Já o elenco adulto inclui astros conhecidos do público: Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) como o Louco. Se o filme for um sucesso – e deve ser – , a estreia live-action da Turma da Mônica vai ganhar continuação nos cinemas, revelou Rezende na entrevista coletiva que acompanhou a première. Ver essa foto no Instagram Mauricio de Sousa após a projeção de Turma da Mônica Laços na pré-estreia de SP Emoção pura. Muito ? pelo maior contador de histórias do Brasil 27 de junho nos cinemas Video de @maurosousa #turmadamonicalaços @turmadamonicaofilme Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em 16 de Jun, 2019 às 3:54 PDT
Daniel Rezende e Mauricio de Sousa revelam planos para novos filmes da Turma da Mônica
O diretor Daniel Rezende, revelou que já há planos para um novo filme da Turma da Mônica após “Laços!”. “Estamos trabalhando numa continuação. Queremos fazer e vai rolar se o resultado deste filme for bom”, disse, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (17/6). O diretor de “Turma da Mônica: Laços” também contou os produtores tem interesse em fazer adaptações de outros personagens de Mauricio de Sousa, como Chico Bento, Penadinho e Astronauta. Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, confirmou os projetos. “Tomamos gosto pelo cinema. Eu tinha dúvidas em fazer cinema com atores de carne e osso, mas não sabia se encontraríamos os atores corretos. Até que encontramos esses atores. E sim. Estamos tendo conversas sim para continuações”, disse. Aproveitando a deixa, o ator Kevin Vechiatto, intérprete de Cebolinha, afirmou que está super afim de fazer a continuação e provocou o diretor. “Daqui alguns anos estaremos adolescentes e, quem sabe, se a gente não faz a ‘Turma da Mônica Jovem’?”. Gabriel Moreira, o Cascão, não perdeu tempo e emendou. “Aproveitando a pergunta: você já tem o roteiro da continuação?”. Sem graça, Daniel Rezende resolveu encerrar o assunto. “Gente, vamos passar para a próxima pergunta; porque ficou sério agora”. Além dos mencionados, o elenco infantil do filme também inclui Giulia Benite como Mônica e Laura Rauseo como Magali. Todas as crianças são estreantes e foram selecionadas num longo processo de testes e entrevistas com diversos candidatos. Os escolhidos juram que têm características similares aos seus personagens em suas vidas pessoais. “Em casa eu ganhei o apelido de Limãozinho, porque eu era muito azeda”, disse Giulia, a Mônica. “Quando eu era bebê, quando vinham fazer carinho, eu rosnava. Mas hoje eu estou mais calminha”. Já Gabriel, contou que também não gosta de tomar banho e Laura que é comilona. “Eu como, como e não engordo”. Primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa, o longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos do bairro do Limoeiro embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. “Eu acho que o brasileiro precisava ver na tela grande esses personagens”, afirmou o diretor Daniel Rezende. “Nosso termômetro para acertarmos o filme foi: se o olho de Maurício brilhar, estamos caminho certo”. “Turma da Mônica: Laços” estreia nos cinemas em 27 de junho.
Rodrigo Santoro vira Louco em foto de bastidores do filme da Turma da Mônica
O ator Rodrigo Santoro compartilhou em seu Instagram uma foto dos bastidores de “Turma da Mônica: Laços”, em que aparece caracterizado como o Louco. Na imagem, ele está ao lado do diretor Daniel Rezende (“Bingo – O Rei das Manhãs”), que veste uma camiseta com ilustração do personagem. Santoro já tinha aparecido rapidamente no final do primeiro trailer do filme, com a peruca loira do Louco. Como legenda do post, ele escreveu a palavra “chegando” de cabeça para baixo. “Turma da Mônica: Laços” já está, realmente, chegando aos cinemas. A data de estreia é 27 de junho. Além de Rodrigo Santoro, estão no elenco Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola e Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco, enquanto o elenco infantil traz os estreantes Giulia Benite como Mônica, Kevin Vechiatto como Cebolinha, Laura Rauseo como Magali e Gabriel Moreira como Cascão. Primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa, o longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos do bairro do Limoeiro embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. Ver essa foto no Instagram ? opuɐƃǝɥɔ Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 10 de Jun, 2019 às 8:33 PDT
Vídeo de Turma da Mônica – Laços revela o segredo dos dentões da protagonista
A Paris Filmes divulgou um vídeo de bastidores do filme “Turma da Mônica – Laços”, que destaca a interpretação de Giulia Benite como a Mônica dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. Além de assumir que sua personalidade é parecida com a da personagem, ela mostra o segredo dos famosos dentões da Mônica – que são postiços e encaixados sobre sua dentição normal para as filmagens. Veja abaixo. “Quando alguém me irrita eu fico muito brava, mas eu também tenho o meu lado doce”, ela diz no vídeo. E ganha respaldo de Kevin Vechiatto, intérprete de Cebolinha no filme, que confirma as semelhanças. “Ela é bem Mônica, ela corre atrás da gente. Eu e ela temos uma ligação de bons amigos, e gostamos de nos divertir bastante um com o outro”. O diretor do filme, Daniel Rezende (de “Bingo: O Rei das Manhãs”), também aparece para caracterizar a personagem. “Sabe aquela sua amiga que é forte, empoderada, e extremamente amável? Essa é a Mônica”, explica. “Turma da Mônica: Laços” é o primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa. Além dos citados, Laura Rauseo e Gabriel Moreira interpretam Magali e Cascão. O elenco ainda inclui Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) como o Louco. O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 27 de junho.
Rodrigo Santoro sustenta drama de O Tradutor em espanhol e russo
“O Tradutor” é um filme cubano-canadense estrelado pelo ator brasileiro Rodrigo Santoro, atuando em duas línguas: o espanhol e o russo. A história é contada a partir de eventos verdadeiros, vividos pelo pai e também pela mãe dos diretores, Rodrigo e Sebastián Barriuso, ambos cubanos, atualmente morando no Canadá. O ano é 1989, coincide com a queda do Muro de Berlim, que modificaria muita coisa na vida de Cuba, com o colapso da União Soviética. Mas Cuba, nesse momento, e pelo que se pode inferir desde 1986, estava recebendo em seus hospitais vítimas de radiação do pavoroso acidente nuclear de Chernobyl, ao norte da Ucrânia, próximo à fronteira com a Bielorrússia. Malin (Rodrigo Santoro), professor de literatura russa na Universidade de Havana, vê seu curso e suas aulas serem suspensos e é designado para atuar como tradutor junto a pacientes soviéticos internados em Cuba. O que lhe cabe é a dolorosa tarefa de trabalhar como intérprete, numa sessão que atende crianças contaminadas, com leucemia, e os familiares que as acompanham. Será algo capaz de mudar a vida do professor universitário e fazê-lo descobrir meios de interação com essas figuras inocentes atingidas cruelmente pela tragédia. E, ao mesmo tempo, capaz de implodir seu casamento e sua relação com os próprios filhos, crianças que também tinham suas carências e a quem faltou a presença paterna. São os diretores do filme “O Tradutor”, elaborando o passado que viveram. É uma história tocante, que trata de afetos e solidariedade, frente às mais terríveis vicissitudes da vida, como foi esse caso. O filme não deixa de mostrar os contextos econômicos e políticos envolvidos, mas sem se deter neles. O desafio pessoal do protagonista nessa circunstância fala mais alto do que tudo. A estrutura da narrativa é clássica. A paleta de cores revela, pelo esmaecimento e frieza, a tristeza que toma conta da história. Mas o tom dramático não pende ao exagero. Muito se passa dentro do personagem principal e da angústia que é obrigado a viver, na situação que lhe é imposta, mas que acaba por lhe trazer um grande desafio que ele se tornará capaz de encarar. Rodrigo Santoro sustenta muito bem o seu personagem, tanto em espanhol quanto em russo. Não é para qualquer um.










