Meninas Malvadas vai ganhar remake musical
“Meninas Malvadas” vai ganhar remake, desta vez como musical. A comediante Tina Fey, que escreveu o longa original de 2004, anunciou a novidade nesta quinta (23/1), revelando que fará uma adaptação da adaptação do filme. E não se trata de uma repetição errada de palavras. A comédia inspirou um espetáculo da Broadway que, por sua vez, é o que inspira o novo filme. Esse tipo de reciclagem não é novidade em Hollywood, que não precisa de muita justificativa para produzir refilmagens. Outros exemplos de filmes que viraram musicais e depois filmes musicais são “Os Produtores” e “Hairspray”. No caso de “Meninas Malvadas”, os roteiros de todas as versões são assinados por Tina Fey, que também apareceu no primeiro filme como professora das adolescentes terríveis retratadas. “Estou muito empolgado em trazer ‘Meninas Malvadas’ de volta às telas”, ela disse em comunicado. “Foi incrivelmente gratificante ver o quanto o filme e o musical significaram para o público. Já passei 16 anos com esses personagens. Eles são o meu Universo Marvel e eu os amo muito”, ressaltou. O filme gerou um culto tão grande que é celebrado anualmente em todo o 3 de outubro, devido a uma cena famosa da produção. A data é a primeira coisa que Aaron (Jonathan Bennett) pergunta a Cady (Lindsay Lohan) na história. Para quem não lembra, a trama acompanhava a chegada da novata Cady a um colégio novo, onde descobre a existência de diversas tribos e acaba oscilando entre “as pessoas mais legais que você pode encontrar”, que era a turma de Janis (Lizzy Caplan), e “as piores”, também conhecidas como Plastics, lideradas por Regina George, o papel que lançou a carreira de Rachel McAdams. A Paramount, que produziu o filme original, continua como estúdio da nova versão. Mas ainda não divulgou cronograma de filmagens ou previsão de estreia para essa versão da versão.
Jared Padalecki é oficializado como “Chuck Norris” em remake de Walker, Texas Ranger
A rede americana The CW anunciou que vai continuar sua relação com o ator Jared Padalecki após o fim de “Supernatural”. O intérprete de Sam Winchester vai deixar de caçar monstros para ir atrás de criminosos, como protagonista do remake/reboot de “Walker, Texas Ranger”, série dos anos 1990 estrelada por Chuck Norris – que foi exibida no Brasil com o nome do astro original em seu título, “Chuck Norris: Homem da Lei”. Numa iniciativa rara do canal, a série foi aprovada sem que um piloto fosse produzido. A ideia por trás da aprovação precoce é se adiantar aos concorrentes para montar rapidamente uma equipe de roteiristas e encaminhar logo as gravações dos episódios. Assim, a CW pretende ter uma prévia disponível já para maio, quando apresentará sua nova programação para os anunciantes. Em nove temporadas (entre 1993 e 2001), a “Walker, Texas Ranger” original acompanhou o veterano Cordell Walker (Norris), um Texas Ranger que acreditava nos próprios instintos e lidava com os malfeitores à moda antiga. A nova versão trará Padalecki como o mesmo Cordell Walker, que, entretanto, não será mais tão veterano – Chuck Norris tinha 53 anos no começo da série, Padalecki está com 37. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. O remake/reboot tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”), com produção executiva do próprio Padalecki e Dan Lin (“Lethal Weapon”), e está sendo desenvolvido pelo estúdio CBS. A rede The CW é uma joint venture da Warner e da CBS e sempre encomenda produções das duas empresas. Além de “Walker, Texas Ranger”, o canal comandado por Mark Pedowitz também anunciou a produção – sem piloto – de “Superman & Lois”, nova série do Arrowverse com produção da WBTV (Warner Bros Television). Padalecki, que é texano de verdade, ainda pode ser visto nos últimos episódios de “Supernatural”, que vai se encerrar nos próximos meses nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
SpaceCamp: Disney+ (Disney Plus) fará remake do filme que lançou a carreira de Joaquin Phoenix
A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um remake do filme infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986). Os roteiristas Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) foram contratados para atualizar a trama dos anos 1980, que ganhará uma nova versão para a era do streaming. O filme original acompanhava um grupo de adolescentes que frequentava um acampamento de astronautas perto de Cabo Canaveral, na Flórida. Ao visitar o interior de um ônibus espacial durante um teste de rotina da NASA, o grupo se vê numa situação de vida ou morte quando é lançado acidentalmente no espaço. Eles devem trabalhar juntos para preservar oxigênio, navegar e pousar o ônibus de volta aos EUA. A maior curiosidade da produção original estava em seu elenco. Além de reunir protagonistas famosos dos anos 1980, como Lea Thompson (a heroína de “De Volta para o Futuro”), Kate Capshaw (“Indiana Jones no Templo da Perdição”) e Kelly Preston (de “Christine, o Carro Assassino” e “Irmãos Gêmeos”), a aventura juvenil marcou a estreia no cinema de um adolescente de 12 anos chamado Leaf Phoenix, que os fãs de “Coringa” conhecem por outro nome: Joaquin Phoenix. A produção não foi um sucesso de bilheterias, mas apesar das críticas negativas (45% no Rotten Tomatoes) há quem defenda que o problema não estava no filme e sim em seu timing. Ele foi lançado poucos meses após o desastre do ônibus espacial Challenger, em 1986. O remake de “SpaceCamp” é o terceiro roteiro que a Disney+ (Disney Plus) encomenda para Day e Seidell. Eles escreveram o reboot de “Esqueceram de Mim”, que será estrelada por Archie Yates (de “Jojo Rabbit”), e já estão trabalhando num novo “Inspetor Bugiganga”.
Reboot de O Grito recebe pior nota possível do público americano
O reboot do terror “O Grito” foi totalmente reprovado pelo público americano com uma nota “F”, a pior possível, na pesquisa do CinemaScore, que avalia a opinião dos espectadores na saída dos cinemas. São raras as ocasiões em que o público dá nota tão baixa para um filme. Antes de “O Grito”, a última vez que um filme recebeu “F” foi durante o lançamento do divisivo “Mãe!”, de Darren Aronofsky, em 2017. “Mãe!”, ao menos, conseguiu agradar parte da crítica, obtendo 69% de aprovação no Rotten Tomatoes. No caso do novo terror, porém, a execração é unânime. Com apenas 16% na média do Rotten Tomatoes, “O Grito” é o primeiro favorito à consagração no troféu Framboesa de Ouro de 2021, que vai eleger os piores filmes lançados neste ano recém-iniciado. A história de “O Grito” é tão batida que a produção já é a segunda versão americana do longa japonês original, que, por sua vez, também era refilmagem de outra produção – um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Ou seja, foi a quarta vez que a mesma história chegou às telas desde 2000. A nova produção preserva o título original americano (e brasileiro), sem adendos, porque mantém a mesma premissa, mudando apenas as vítimas e a locação. Desta vez, o terror ataca nos subúrbios e ameaça uma típica família americana. Ironicamente, porém, os personagens americanos são vividos por um ator mexicano, um sul-coreano e uma atriz inglesa, que têm os papéis principais. Demian Bichir (“Os Oito Odiados”), John Cho (“Star Trek”) e Andrea Riseborough (“Birdman”) são os protagonistas do filme, que ainda inclui em seu elenco Lin Shaye (“Sobrenatural”) e Betty Gilpin (“GLOW”). Roteiro e direção são assinados por Nicolas Pesce (“Os Olhos da Minha Mãe”) e a produção está a cargo do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que se disse “muito animado”, em comunicado oficial, com todo este prospecto. A estreia vai acontecer em 16 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Downhill: Remake de Força Maior ganha trailer com Will Ferrell e Julia Louis-Dreyfus
A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “Downhill”, remake americano de “Força Maior”, produção sueca premiada no Festival de Cannes de 2014. A prévia mostra cenas praticamente iguais ao filme de Ruben Östlund, mas é ligeiramente diferente. A escalação de dois comediantes nos papéis principais entrega o que mudou. O tom de comédia é mais evidente. Não rasgada, mas com um humor negro bem demarcado. Estrelado por Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Julia Louis-Dreyfus (“Veep”), o filme tem como premissa uma situação dramática, ao ponderar as consequências de um impulso do personagem de Ferrell. Diante da ameaça de uma avalanche de gelo, ele abandona mulher e filhos, enquanto salva seu iPhone e sai correndo. O elenco também inclui Kristofer Hivju (“Game of Thrones”), que participou do filme original, além de Miranda Otto (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Zach Woods (“Silicon Valley”) e Zoe Chao (“Living with Yourself”). O remake foi escrito e dirigido por Nat Faxon e Jim Rash (“O Verão da Minha Vida”) e a estreia está marcada para 14 de fevereiro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.
A Metade Negra: Mais um terror de Stephen King vai ganhar remake
Mais um terror clássico baseada em Stephen King vai ganhar remake. A MGM vai produzir um novo longa inspirado em “A Metade Negra” (The Dark Half), que já foi adaptado para os cinemas em 1993 pelo mestre George A. Romero (o pai dos zumbis modernos). O cineasta indie Alex Ross Perry (“Her Smell”), vai escrever e dirigir a nova versão da história do escritor que esconde um segredo: sob o pseudônimo de George Stark, ele publica livros de terror que vendem muito melhor do que suas obras sérias oficiais. Quando a dupla identidade é descoberta, Beaumont zomba da situação e, junto à esposa, resolve “enterrar” Stark em uma cerimônia simbólica. É quando o pseudônimo ganha vida e começa a matar todos envolvidos na enganação. Curiosamente, King escreveu “A Metade Negra” como resposta à revelação que ele próprio tinha um pseudônimo: Richard Bachman, nome com o qual assinou alguns best-sellers de suspense. Outra curiosidade é que o livro foi relançado recentemente no Brasil com novo título, mais politicamente correto: “A Metade Sombria”. No filme de 1993, o protagonista foi vivido por Timothy Hutton (vencedor do Oscar por “Gente Como a Gente”). Já o elenco do remake ainda não foi definido, nem há previsão para seu lançamento.
O Grito: Reboot da franquia de terror ganha novo trailer com sustos
A Sony Pictures divulgou um novo trailer do reboot de “O Grito” (The Grudge). A prévia é basicamente uma longa cena assustadora do filme, emendada num segundo momento com novo susto. O filme atual transporta a maldição japonesa da franquia para uma casa de subúrbio americana, que jamais deve ser adentrada. Os curiosos que entram em seus aposentos passam a ser perseguidos por um espírito feminino vingativo, que se manifesta como uma fantasma de cabelo na cara. O trailer mostra uma policial entrando na tal casa e, ao final, um terror cabeludo com uma pessoa que foi até lá. A produção é a segunda versão americana do longa japonês original, que, por sua vez, também era refilmagem de outra produção – um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Ou seja, será a quarta vez que a mesma história será contada desde 2000. Tudo começou com o telefilme japonês de 2000, que ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. “Ju-On”, o título japonês, ainda acrescentou o menino fantasma de boca aberta, que virou outro ícone do gênero. Rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “Sadako vs. Kayako”, em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do criador da franquia, o cineasta Takashi Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava a maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. O fato de manter a locação original foi uma tentativa de preservar os mitos sobre espíritos maus do folclore do país. E deu certo. O filme fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. A nova produção preserva o título original americano (e brasileiro), sem adendos, porque mantém a mesma premissa, mudando apenas as vítimas e a locação. Desta vez, o terror ataca nos subúrbios e ameaça uma típica família americana. Ironicamente, porém, os personagens americanos são vividos por um ator mexicano, um sul-coreano e uma atriz inglesa, que têm os papéis principais. Demian Bichir (“Os Oito Odiados”), John Cho (“Star Trek”) e Andrea Riseborough (“Birdman”) são os protagonistas do filme, que ainda inclui em seu elenco Lin Shaye (“Sobrenatural”) e Betty Gilpin (“GLOW”). Roteiro e direção são assinados por Nicolas Pesce (“Os Olhos da Minha Mãe”) e a produção está a cargo do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que se disse “muito animado”, em comunicado oficial, com todo este prospecto. A estreia vai acontecer em 16 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Animação A Princesa e o Robô vai ganhar remake com tecnologia digital
Um dos filmes mais famosos da Turma da Mônica, “A Princesa e o Robô”, vai ganhar remake. A novidade foi contada pelo próprio Mauricio de Sousa, criador dos personagens, durante a CCXP 2019. Ele disse que os têm muito saudosismo do filme e pretende produzir uma versão com tecnologia digital moderna. “Em uma técnica muito mais desenvolvida, talvez até em 3D e tudo mais”, afirmou ele. Produzido em 1983, “A Princesa e o Robô” foi o segundo filme da Turma da Mônica. E não se baseava em nenhuma história prévia. Vagamente inspirado na franquia “Star Wars”, mostrava a Turma da Mônica viajando pelo espaço em busca de um coração para uma criatura robótica chamada Robôzinho, com objetivo de possibilitar um casamento entre ele e a coelhinha Mimi, que era uma princesa de seu planeta de origem. Mas para isso Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam enfrentar o vilão Lorde Coelhão, que faz de tudo para impedir que as crianças consigam realizar seu objetivo.
Aladdin terá filme derivado com o Príncipe Anders
A Disney está desenvolvendo o primeiro filme derivado de um de seus remakes live-action. O príncipe Anders, visto em “Aladdin”, vai ganhar seu título próprio, que será lançado na plataforma Disney+ (Disney Plus). O ator Billy Magnussen, que interpretou o personagem no blockbuster bilionário da Disney, voltará ao papel para a produção, que está sendo escrita por Jordan Dunn e Michael Kvamme, roteiristas do longa animado “Bob Esponja: O Incrível Resgate”. Os produtores do derivado são os mesmos do blockbuster, Dan Lin e Jonathan Eirich, mas não foi divulgado se o cineasta Guy Ritchie voltará para dirigir o filme do principe Anders. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o projeto teria sido iniciativa de Billy Magnussen, que procurou os produtores com uma ideia para uma história e esteve envolvido, junto com eles, nas reuniões que definiram os roteiristas. Príncipe de um reino fictício chamado Skanland, que aparece em menos de um punhado de cenas como pretendente da princesa Jasmine, Anders acabou chamando atenção por sua estilo pomposo e arrogante, que acabou soando muito engraçado e bastante popular entre o público do filme. Além do spin-off, a Disney também planeja produzir uma sequência oficial de “Aladdin”, com Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott, após o enorme sucesso do longa, que se tornou o terceiro remake live-action de fábula animada do estúdio a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias – após “Alice no País das Maravilhas” (2010), que ganhou sequência, e “A Bela e a Fera” (2017). Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para nenhum desses projetos.
Cavaleiros do Zodíaco: Parte 2 do remake ganha primeiras imagens e data de estreia
A Netflix revelou as primeiras imagens e anunciou a data de estreia da Parte 2 de “Saint Seiya: Cavaleiros do Zodíaco”, remake do anime dos anos 1980. As novidades foram disponibilizadas na conta japonesa da plataforma no Twitter. Confira abaixo. Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série é uma coprodução da Netflix com a Toei Animation, responsável pela animação original, e terá mais 6 episódios disponibilizados – metade do total de capítulos encomendados – , completando a temporada inaugural, originalmente iniciada em julho passado. Os novos episódios também foram escritos por Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”) e tiveram sua estreia marcada para o dia 23 de janeiro. Além da série inédita, a Netflix também disponibilizou todos os episódios da versão clássica de “Os Cavaleiros do Zodíaco” (1986) em seu catálogo. _人人人人人人人人人人_> 小宇宙を燃やせ! < ̄Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y ̄ Netflixオリジナルアニメシリーズ『聖闘士星矢: Knights of the Zodiac』2020年1月23日(木)よりパート2(全6話)全世界一挙独占配信🎉 聖闘士の頂点・黄金聖闘士が動き出す―!#ネトフリアニメ #聖闘士星矢KoTZ pic.twitter.com/rdI5YedPvP — Netflix Japan Anime (@NetflixJP_Anime) December 6, 2019
Perdidos no Espaço: Personagens ilustram pôsteres individuais da 2ª temporada
Além de novas fotos e um trailer cinematográfico, a Netflix divulgou os pôsteres individuais dos personagens de “Perdidos no Espaço”, que ganhou o título de “Perdidos no Espaço 2” em sua 2ª temporada, como se fosse um filme. A série é uma releitura moderna da clássica produção homônima, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas vale lembrar que o original também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. Todos estes e mais o robô estão representados nos cartazes abaixo. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. A 2ª temporada vai trazer mais novidades no elenco. Sibongile Mlambo (“Siren”), que interpretou Angela em cinco capítulos, foi promovida ao elenco central, e JJ Feild (“Turn”) vai estrear no papel recorrente de Ben Adler, um cientista especialista em inteligência artificial. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia dos novos episódios está marcada para 24 de dezembro.
Perdidos no Espaço: Novo trailer da 2ª temporada impressiona com visual cinematográfico
A Netflix divulgou novas fotos o segundo trailer legendado da 2ª temporada de “Perdidos no Espaço”, que ganhou o título de “Perdidos no Espaço 2”, como se fosse um filme. De fato, o visual é mesmo cinematográfico, com cenas panorâmicas impressionantes, registradas em locações na Islândia, e muitos efeitos visuais. Além de apresentar novos perigos, a prévia ainda mostra a família Robinson em busca de seu robô perdido. A série é uma releitura moderna da clássica produção homônima, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas vale lembrar que o original também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. A 2ª temporada vai trazer mais novidades no elenco. Sibongile Mlambo (“Siren”), que interpretou Angela em cinco capítulos, foi promovida ao elenco central, e JJ Feild (“Turn”) vai estrear no papel recorrente de Ben Adler, um cientista especialista em inteligência artificial. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia dos novos episódios está marcada para 24 de dezembro.
Gal Gadot vai produzir remake americano de série criminal israelense
A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vai produzir um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, seu país de origem. A produção da Endemol Shine Israel conta a história das mulheres da família Malka, que precisam se unir depois que todos os homens de sua família criminosa são assassinados. Levadas a uma vida que não escolheram, elas percebem que podem finalmente controlar seus próprios destinos. A série original está atualmente renovada para sua 2ª temporada. ”Queens’ é uma história complexa sobre ser mulher em nossos dias, e tudo o que acompanha isso do ponto de vista da família, da carreira e do relacionamento”, disse Guy Levy, presidente da Endemol Shine North America, que produzirá a versão americana. “É gratificante ver uma série que trata mulheres com complexidade, mostrando que nossas diferenças são os pontos fortes que nos unem”, completa o executivo no comunicado do projeto. Apesar de ser uma produção “original” israelense, a premissa de “Queens” já teve muitas versões anteriores em inglês. A história realmente original foi criada pela escritora Lynda La Plante para a série britânica dos anos 1980 “As Damas de Ouro” (Widows), que ganhou remake americano em 2002 e filme hollywoodiano no ano passado, ambos batizados de “As Viúvas”. La Plante também assinou uma variação mafiosa da mesma trama no telefilme “Bella Mafia” (1997). Para completar, “Rainhas do Crime” passou batido nos cinemas neste ano ao repetir a fórmula. Em fase de desenvolvimento inicial, o remake de “Queens” ainda não tem canal nem mesmo equipe criativa definida.












