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    Regina Duarte dá chilique em sua entrevista mais conturbada

    7 de maio de 2020 /

    A secretaria especial da Cultura, Regina Duarte, resolveu se alinhar totalmente com o governo Bolsonaro. Um dia após ter sido supostamente enquadrada pelo presidente, ela deu sua entrevista mais conturbada, com direito a imitar Bolsonaro até no modo de ficar indignada com a imprensa. A guinada (ainda mais) para a direita busca garantir sua permanência no cargo, apesar da campanha #ForaRegina, impulsionada por bolsonaristas mais radicais, permanecer firme nas redes sociais. Na entrevista ao jornalista Daniel Adjuto, da CNN, em seu gabinete em Brasília, a ex-atriz demonstrou ter adentrado de vez o mundo paralelo que só existe entre os bolsonaristas. O desempenho surreal pode até ter revertido a rejeição da minoria fanática, mas às custas de um provável aumento na rejeição entre profissionais da classe artística e principalmente dos brasileiros preocupados com a realidade, que ainda são maioria no país. “Demissão? Que demissão?”, chegou a dizer, teatralmente. “Lá fora, pelo menos, as pessoas parecem ter uma ansiedade em me verem fora. Falam ‘agora ela cai, agora ela cai’. Está um clima super bom, ele estava leve”, disse Regina, tratando como “ele” o peso-pesado do Planalto. Assim como fez o agora ex-Ministro da Saúde, ela descartou se demitir do governo de Jair Bolsonaro e anunciou que continua no cargo. Depois de 60 dias à frente da secretaria de Cultura, onde não fez nada, nem sequer emitiu notas sobre talentos brasileiros perdidos nos últimos dias, Regina Duarte finalmente disse o “sim” que Jair Bolsonaro queria ouvir. Como prova do alinhamento, a ex-atriz de 73 anos minimizou até as mortes causadas pela ditadura militar (1964-1985). “A humanidade não para de morrer. Se você fala em vida, tem morte. Stalin, quantas mortes? Hitler, quantas mortes? Não quero arrastar um cemitério de mortos nas minhas costas. Não desejo isso para ninguém. Sou leve, viva, estamos vivos, vamos ficar vivos”, afirmou. Regina repercutia uma crítica do ator Paulo Betti, que classificou como uma “perda muito grande” para a carreira profissional dela ter entrado no governo – que a revista científica britânica The Lancet acaba de definir como “maior ameaça” para a saúde do Brasil. “Acho essa coisa de esquerda e direita tão abaixo do patamar da Cultura. Apoio o governo porque acho que ele era e continua sendo o melhor. Se olhar pro retrovisor, vou dar trombada, olhar pra frente, ser construtivo e amar o país. Ficar cobrando coisas que aconteceram nos anos 60, 70, 80? Vamos embora pra frente? Pra frente Brasil… salve a seleção”. E começou a cantar a música que embalou a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, contradizendo justamente o que acabara de dizer. Uma volta pra trás. Uma música da ditadura. O comentário superficial, que a trilha improvisada pendeu para esquizofrenia, ainda foi completado por uma analogia de aprovação da ditadura. “Não era gostoso cantar isso?” Constrangido, o entrevistador tentou argumentar que, no período da ditadura, muitas pessoas foram torturadas, censuradas e até mortas. “Se você falar vida, do lado tem a morte. Sempre houve tortura, censura. Sou leve, estou viva. Estamos vivo, vamos ficar vivos? Não vive quem fica arrastando cordéis de caixões”, ela retrucou. Até o âncora Reinaldo Gottino se manifestou diante da relativização das torturas. “Acho que a gente não pode minimizar a questão da ditadura, isso tem que ficar claro”, interferiu ele. Recusando-se a “carregar um cemitério”, ela também disse que a covid-19, que já matou mais de 8 mil pessoas no país, tem trazido “morbidez” aos brasileiros, que só falam sobre isso. Assim como Bolsonaro já tinha dito que não era coveiro, Regina afirmou que não era “obituário”, ao ser cobrada pela falta de pronunciamentos sobre os falecimentos de artistas ilustres. “Será que eu vou ter que virar obituário? Quantas pessoas a gente está perdendo? Teve uma semana que foram três. Tem pessoas que eu não conheço. Aldir Blanc eu admiro, mas não conheci.” “O país está cultuando a memória deles, não precisa da Secretaria de Cultura. Pode ser que eu esteja errando, vou me corrigir. Não fiz por mal, peço desculpas, falei com as famílias, lamentei a perda… Nessa hora a pessoa que está mais constrangida pela perda é a família, e eu queria falar com elas diretamente, não por um papel timbrado da Secretaria”, justificou a ex-atriz. Cobrada pela âncora Daniela Lima, ela afirmou: “Se eu estiver sendo cobrada significativamente por uma população que quer ser informada por cada óbito, eu abro um obituário. Não tem nenhum problema”. Em vários países, não só secretários de Cultura, mas presidentes e primeiros-ministros se manifestam publicamente diante de perdas importantes. O registro público também é uma satisfação para as famílias, além de deixar claro o reconhecimento aos grandes artistas. A opção de fazer isso de forma privada sugere o contrário, que se trata de um reconhecimento envergonhado, escondido, nunca às claras, como se houvesse perseguição do governo até na morte a certas personalidades da arte. Minimizando os problemas que enfrenta para nomear quem quer que seja para qualquer função, Regina disse que não sente “resistência do governo”. “Sinto resistência da burocracia, a dificuldade das coisas andarem. Uma nomeação leva quatro semanas, tem que passar por filtros, e filtros burocráticos, não é o que estão pensando”, ressaltou ela. Ao contrário da afirmação, há duas semanas Bolsonaro mandou demitir o pesquisador Aquiles Brayner, indicado por Regina para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas. Ele caiu apenas três dias após sua nomeação, por não ter passado pelo filtro dos perfis radicais das redes sociais. Regina Duarte tampouco conseguiu nomear seu favorito ao posto de número dois da secretaria, o gestor público e produtor Humberto Braga, que igualmente foi alvo de uma campanha nas redes sociais com acusações de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. Ela enfrenta resistência até às suas demissões. Afastado no dia da posse de Regina, o olavista Dante Mantovani, que acredita que rock é coisa do diabo, foi readmitido como presidente da Funarte por algumas horas na terça-feira (5/5). De manhã, virou novamente chefe da fundação, mas no fim do dia voltou a ser exonerado. Nenhum dos dois atos teve maiores explicações. Entre um e outro, um ex-assessor de Carlos Bolsonaro virou vice-presidente da Funarte sem que Regina soubesse. Na prática, Luciano da Silva Barbosa Querido agora é o presidente interino do órgão. A ex-atriz relativizou até seus problemas com olavistas, que diariamente pedem sua cabeça nas redes. “Eu evito me contaminar com as redes sociais. O presidente me avisou. Ele disse: ‘Tem certeza que você quer aceitar isso que eu estou te propondo? O jogo é muito pesado, você vai virar vidraça, vai levar muita pedrada’. Mas eu tenho minha consciência limpa. Se eu ficar longe, essas pedradas não vão me atingir. Eu tenho uma história, estou tranquila”, minimizou. Poliana, ela chega a ignorar até as críticas diretas do filósofo Olavo de Carvalho, consigliere de Bolsonaro, que já a atacou diversas vezes em seu Facebook. “Se existe, não chega até mim. Li dois livros [dele], no terceiro achei que tinha muito palavrão e parei de ler, não li mais. Não perdi o respeito. Mas não me interessei pelas coisas dele, fala muito palavrão, nomes feios”, rebateu, mostrando-se mais conservadora que o guru dos conservadores tupiniquins. Este método de fingir que não vê, não lê, não ouve e não quer saber foi colocado à prova durante a entrevista, com uma participação por vídeo de uma colega de Regina, a atriz Maitê Proença, que lhe dirigiu críticas à forma como estava conduzindo a pasta da Cultura. “Ai, eu não quero ouvir isso. Acho isso baixo nível. Vai botar uma fala dela?”, reclamou a secretária, que continuou falando durante toda a mensagem e teve o seu áudio cortado. Ela tirou o fone de ouvido com seu retorno e começou a sacudi-lo no ar, em protesto. “Eu não queria ouvir. Vocês estão me obrigando?”, brigou ela assim que seu áudio voltou. “Agora nós estamos ouvindo a senhora”, informou Daniela. “Obrigada! Precisei dar um chilique aqui”, ironizou Regina. “Pra quê [ver o vídeo]? Vai ficar desenterrando mensagem da Maitê Proença de dois meses atrás? Pra que isso? Quem é você? Desculpe, eu não quero ouvir! Ela tem meu telefone, ela fala comigo!”, protestou a secretária. “A Maitê enviou a mensagem pra gente hoje”, rebateu a apresentadora Daniela Lima. “Eu tinha tanta coisa bacana pra falar. Vocês estão desenterrando mortos, vocês estão carregando um cemitério nas costas. Vocês devem estar cansados. Pensei que a entrevista seria com você [Adjuto], mas aí começo a ouvir vozes no meu ouvido. Não foi combinado nada disso”, reclamou. Informado que Regina não falaria mais, Adjuto anunciou que estava encerrando a entrevista, e a mão de um auxiliar da secretária tentou tapar a câmera enquanto ela persistia em falar, reclamando de tudo. Ao retomarem a programação, os âncoras ainda comentaram o fato surreal que se desenrolou ao vivo para todo o Brasil. Veja abaixo o vídeo completo da entrevista bizarra.

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    Regina Duarte é enquadrada por Bolsonaro em meio à campanha #ForaRegina

    6 de maio de 2020 /

    Regina Duarte teria sido “enquadrada” por Jair Bolsonaro na presença de outras pessoas durante uma reunião da pasta da Cultura em Brasília nesta quarta (6/5). Segundo Daniel Adjuto, da CNN Brasil, o presidente disse à secretária da Cultura: “ou você adere às minhas ideias, ao meu governo, que é conservador, ou a porta está aberta”, nas palavras do jornalista. O canal pago também apurou que o ator ex-“Malhação” Mário Frias chegou a ser sondado para o lugar de Regina, que estaria sendo “fritada” pelo governo para pedir demissão. Em entrevista à CNN Brasil, Frias não confirmou a sondagem, mas se disse pronto para assumir a secretaria da Cultura. “Tem coisas na vida que a gente não escolhe. Essa é uma delas. Não tenho medo. Tenho vontade, é a minha área, não tenho pretensão nenhuma de ser o dono da verdade. Tenho muitos amigos que seriam o alicerce para um grande trabalho”, afirmou Frias, que parabenizou os recentes atos pró-governo, dizendo-se emocionado pelas manifestações que pediram fechamento do Congresso, do STF e ainda tiveram agressões a jornalistas. A revista digital Crusoé também ouviu de assessores presidenciais que Bolsonaro exigiu o alinhamento da atriz. Segundo esses relatos, Bolsonaro disse que foi eleito para cumprir uma agenda conservadora e que, se ela discordasse desses valores, poderia pedir para deixar o cargo. Ainda de acordo com a Crusoé, Bolsonaro disse a aliados ter perdido a paciência com a atriz. Ele já teria manifestado várias vezes sua insatisfação com nomeações de pessoas “de esquerda” para a secretaria. O presidente reclamou, em especial, que Regina estaria acatando recomendações de Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura do governo João Doria, um de seus principais adversários políticos. O governo tem paralisado a pasta da Cultura por conta dessas picuinhas. Há duas semanas, Bolsonaro mandou demitir o pesquisador Aquiles Brayner, indicado por Regina para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas. Ele caiu apenas três dias após sua nomeação, sob pressão de perfis radicais nas redes sociais. Regina Duarte também não conseguiu nomear seu favorito ao posto de número dois da secretaria, o gestor público e produtor Humberto Braga, que igualmente foi alvo de uma campanha nas redes sociais com acusações de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. Ela enfrenta resistência até às suas demissões. Afastado no dia da posse de Regina, olavista Dante Mantovani, que acredita que rock é coisa do diabo, foi readmitido como presidente da Funarte por algumas horas na terça-feira (5/5). De manhã, virou novamente chefe da fundação, mas no fim do dia voltou a ser exonerado. Nenhum dos dois atos teve maiores explicações. Esses fatos são exemplos da sabotagem sofrida cotidianamente por Regina à frente da pasta. Mas não fica só nisso. O próprio presidente dá respaldo para que até subalternos da secretária, como Sérgio Camargo, a achincalhem nas redes sociais. Não por acaso, Bolsonaro convidou pessoalmente Camargo, o polêmico diretor do Instituto Palmares e desafeto de Regina, para participar da reunião com a secretária. Camargo nem sabia do que se tratava. “Ele me ligou, obviamente aceitei o convite”, disse ao jornal O Globo. Ao sair do encontro, Camargo declarou à CNN que Regina Duarte “veio para morar em Brasília”, revelando que ela optou por se submeter, como fizeram alguns ministros antes de serem demitidos. Enquanto isso, aliados do presidente seguem espalhando nas redes sociais que a atual secretária está com os dias contados. Nesta quarta, simpatizantes de Bolsonaro, do AI-5 e do coronavírus subiram a hashtag #ForaRegina. “Espero que o senhor tenha dado uma boa enquadrada na ‘namoradinha do Brasil’ hoje”, escreveu um radical da seita. “Ou ela cumpre com o programa que elegemos nas urnas, ou então, deve ser exonerada imediatamente! #ForaRegina”. “#ForaRegina. O do Turismo tiramos depois!”, acrescentou outro, já preparando a próxima campanha. Nunca é demais lembrar que, para assumir o cargo de secretária de Cultura, Regina atendeu a um pedido pessoal de Jair Bolsonaro e precisou encerrar sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas de “carta branca e porteira aberta” que não foram cumpridas. Mas se sair reclamando, vai virar só mais um Judas (entre muitos) a trair o Messias do Planalto, na perspectiva peculiar de quem trata jornalismo como fake news e fake news como informação.

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    Regina Duarte desabafa: “Tá esquisito, tá muito esquisito”

    5 de maio de 2020 /

    Empossada há dois meses, a secretária Especial da Cultura, Regina Duarte, disse acreditar que está sendo “dispensada” pelo presidente Jair Bolsonaro. “Que loucura isso, que loucura. Eu acho que ele está me dispensando”, desabafou a ex-atriz para uma assessora, em uma conversa que foi gravada acidentalmente pela revista digital Crusoé. Segundo a publicação, o diálogo se deu depois que Regina ficou sabendo que o maestro Dante Mantovani foi renomeado nesta terça-feira (5/5) à presidência da Fundação Nacional de Artes (Funarte). A Crusoé diz ter ouvido a conversa após ligar para a assessora, que atendeu a ligação enquanto falava com a secretária. “Eu já estava esperando. Essa noite eu passei a noite; acordava de uma em uma hora e falava assim: tá esquisito, tá muito esquisito”, diz a atriz em outro trecho da ligação. O áudio divulgado pela revista contém apenas trechos da conversa completa. A nomeação de Mantovani foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (5/5). O ato foi assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto, apesar de a Fundação ser de competência da pasta de Regina. O mesmo ministro também tinha assinado a demissão de Mantovani, mas porque Regina ainda não tinha assumido como secretária. A demissão do olavista, que ficou conhecido após associar o rock ao aborto e satanismo, aconteceu no dia em que Regina tomou posse. Para quem não lembra, Dante Mantovani é o autor da seguinte pérola: “o rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”. Ele informou à imprensa que foi sondado na semana passada para voltar ao cargo por um assessor do Palácio do Planalto. E que não sabia se Regina Duarte, supostamente sua chefe, foi ao menos avisada. Sua volta ao posto aconteceu na véspera de uma reunião marcada entre Regina e Bolsonaro. Por conta disso, a ex-atriz e todo o mundo especularam que o presidente espera que ela peça demissão no encontro. Mas enquanto a “ala ideológica” (ou terraplanista) festeja a provável queda de Regina, a “ala política” receita o impacto de uma nova crise no governo, prevendo que a nomeação de Mantovani pode se tornar um novo “caso Valeixo”, a gota d’água para fazer Regina Duarte pedir demissão. O constrangimento criado contra a ex-atriz gerou tamanha repercussão – graças a artigos como este – que Bolsonaro já teria voltado atrás. Segundo apurou Eliane Cantanhêde no jornal O Estado de S. Paulo, poucas horas após a publicação no Diário Oficial, o presidente tornou sem efeito o ato que renomeou Dante Mantovani para a presidência da Funarte. Para a colunista, Bolsonaro sentiu pressões de dentro e fora do Planalto para evitar uma nova crise. Entretanto, além de Mantovani, também foi nomeado Luciano Barbosa Querido, ex-auxiliar de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, para o cargo de número 2 da Funarte. Barbosa Querido trabalhou com Carlos na Câmara de Vereadores do Rio desde o início dos anos 2000 até o fim de 2017. A nomeação dele, publicada no “Diário Oficial da União”, foi assinada pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio. Ele também foi empossado no cargo sem consulta à Regina Duarte. Regina e o presidente devem almoçar no Planalto nesta quarta (6/5), num encontro que pode render o anúncio de uma renovação do “casamento” ou do “divórcio”.

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    Bolsonaro tenta forçar demissão de Regina Duarte

    5 de maio de 2020 /

    Após demitir ou levar à demissão seus dois ministros mais populares, Henrique Mandetta e Sergio Moro, agora Jair Bolsonaro se volta a outra integrante de sua equipe para quem prometeu “carta branca” e a quem recebeu no governo com elogios rasgados: a secretária de Cultura, Regina Duarte. O governo de Bolsonaro readmitiu nesta terça-feira (5/5) Dante Mantovani como presidente da Fundação Nacional de Arte (Funarte), uma das primeiras pessoas afastadas na época da posse da ex-atriz da Globo. Para quem não lembra, o olavista Dante Mantovani é o autor da seguinte pérola: “o rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”. Ele informou à imprensa que foi sondado na semana passada para voltar ao cargo por um assessor do Palácio do Planalto. E que não sabe se Regina Duarte, supostamente sua chefe, foi ao menos avisada. Sua volta ao posto desautoriza a atriz. Ela acontece na véspera de uma reunião marcada (para quarta) entre Regina e o presidente, na qual, tudo indica, Bolsonaro espera que ela se demita. Ela também acontece duas semanas após o presidente mandar demitir o pesquisador Aquiles Brayner, indicado por Regina para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas. Ele caiu apenas três dias após sua nomeação, sob pressão de perfis radicais nas redes sociais. Segundo Brayner, estes extremistas fazem um “grande complô para derrubar qualquer ação legítima no âmbito da cultura”. Regina Duarte também não conseguiu nomear seu favorito ao posto de número dois da secretaria, o gestor público e produtor Humberto Braga, que igualmente foi alvo de uma campanha nas redes sociais com acusações de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. Empossada no cargo no começo de março, Regina Duarte enfrenta ataques e sabotagens diárias do presidente, do “gabinete do ódio” e seus (supostos) líderes extremistas Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro, além de subalternos como Sérgio Camargo, o polêmico presidente da Fundação Palmares, que tem respaldo de Bolsonaro. Para assumir o cargo de secretária de Cultura, Regina atendeu a um pedido pessoal de Jair Bolsonaro e precisou encerrar sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas que não foram cumpridas. Atualização: A repercussão da nomeação do presidente da Funarte foi tão grande que Bolsonaro mudou de ideia. Leia aqui. Entretanto, além de Mantovani, também foi nomeado Luciano Barbosa Querido, ex-auxiliar de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, para o cargo de número 2 da Funarte. Barbosa Querido trabalhou com Carlos na Câmara de Vereadores do Rio desde o início dos anos 2000 até o fim de 2017. A nomeação dele, publicada no “Diário Oficial da União”, foi assinada pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio. Ele também foi empossado no cargo sem consulta à Regina Duarte.

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    Dinheiro que pode salvar indústria audivisual está bloqueado há 17 meses por Bolsonaro

    2 de maio de 2020 /

    Jair Bolsonaro já demonstrou claramente como gosta de governar: criando crises para causar paralisias setoriais. O caso mais dramático acontece na área da Cultura. Ao tomar posse em Brasília, ele transformou o MinC em Secretaria e a subordinou ao Ministério da Cidadania. Poucos meses depois, trocou tudo de novo, transformando a Cultura num apêndice do Ministério do Turismo. Só que “esqueceu” de completar totalmente a mudança, criando impasses no organograma que deixam a pasta numa espécie de limbo, dividida entre dois ministérios. Paralelamente, Bolsonaro também “esqueceu” de nomear representantes de comitês e agências, vetou renovações de leis de incentivo, impediu patrocínios de estatais e reduziu a importância do secretário especial da Cultura até transformá-lo num cargo figurativo e tapa-buraco. Aliados do presidente espalham nas redes sociais que a atual secretária, Regina Duarte, já estaria com os dias contados. Ela foi empossada sob ataques de bolsonaristas e, dois meses depois, ainda não terminou o processo de definir os novos chefes de fundações, museus, entidades, pastas, etc, devido a vetos daquele que teria lhe dado “carta branca”. Quando cair, quem assumir seu lugar provavelmente recomeçará todas as nomeações de novo, com nova “carta branca” de Bolsonaro. A repetição escancarada do método revela a tática de mudar tudo, o tempo todo, para que nada aconteça e ninguém faça coisa alguma. Esta paralisia por incompetência planejada tem acumulado uma fortuna nos cofres do governo. E ajudado a quebrar setores que Bolsonaro considera inimigos. Em crise desde antes da pandemia do novo coronavírus, graças à suspensão de fontes de verbas que dependiam de liberação estatal, a indústria audiovisual brasileira experimenta uma agonia sem precedentes. Enquanto isso, o governo deixa parado mais de R$ 700 milhões do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), que deveriam ter sido liberados no começo de 2019. O método das demissões em série, desorganização estrutural e sabotagem assumida fizeram com que o governo Bolsonaro levasse 12 meses para viabilizar a criação do comitê responsável por formular editais e gerir o FSA. E mesmo formado há cinco meses, o comitê ainda não se reuniu uma vez sequer para deliberar sobre a verba – sua função primordial. Por conta disso, o dinheiro que poderia salvar a indústria audiovisual do país está bloqueado há 17 meses sob o caos criado propositalmente pelo governo Bolsonaro. Embora a secretaria da Cultura tenha sido transferida para o Ministério do Turismo, o comitê gestor do FSA ainda está ligado, em seu organograma, ao Ministério da Cidadania. Essa é uma das confusões propositais que impedem o andamento de muitas medidas. São propositais, porque o presidente não faz nada para colocar ordem na situação, apesar de apelos de representantes do setor e provavelmente da própria Regina Duarte. Mas não há pressa. Para manter tudo parado, Bolsonaro só avança para dar ré. Outro exemplo dessa estratégia de rodar parafuso espanado materializa-se na iniciativa de nomear para a Ancine pessoas que o mercado jamais pressionaria para que assumissem logo suas funções. Bolsonaro indicou em fevereiro um pastor, Edilásio Barra, o Tutuca, e a produtora de um festival evangélico, Veronica Blender, para duas de três vagas que estão abertas na diretoria da Ancine desde o ano passado. Nomes sem nenhuma representatividade, quase nulidades no mercado, e até agora nenhum dos dois foi sabatinado pelo Senado. A situação de Blender é até pior. Sua indicação sequer foi enviada para análise pelo Planalto. Com tanta inércia, o dinheiro do FSA continua aplicado e rendendo juros. Estes juros não podem ser revertidos diretamente em novos projetos. Eles são remetidos ao Tesouro Nacional. Como a taxa Condecine, que gera o montante do FSA, não deixou de ser cobrada, os mais de US$ 700 milhões declarados, relativos a taxação da indústria audiovisual em 2018, já dobraram e começam a triplicar. Os números totais não foram revelados. Mas o governo deve ter mais de US$ 1,5 bilhão da indústria audiovisual bloqueados, enquanto o setor quebra. Como o comitê gestor não formula editais nem providencia a gestão dessa verba, a Ancine resolveu formular sua própria política para o dinheiro, propondo emprestar à juros para cineastas e produtores. O dinheiro, que deveria servir como investimento em fomento, viraria assim instrumento bancário. Só que até esse desvio de objeto – pode chamar de acinte – precisaria de aval do comitê gestor… Enquanto isso, a indústria segue quebrando, porque subestima Bolsonaro. Muitos ainda acham que é possível argumentar com o governo do “e daí?”. Já deveria ser evidente que o FSA só será liberado por via judicial.

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    Regina Duarte já teria percebido a roubada em que se meteu

    28 de abril de 2020 /

    Regina Duarte começa a perceber ter cometido o maior erro de seus 73 anos de vida. Há quase duas semanas em isolamento, em São Paulo, a secretária Nacional de Cultura estaria, segundo o colunista Anselmo Gois, de O Globo, cada vez mais impressionada com as pedras que estão colocando em seu caminho, em Brasília. A curta nota de Gois tem o título de “punhalada nas costas”. Empossada no cargo no começo de março, só agora ela conseguiu definir o número dois da secretaria. Mas não foi por falta de iniciativa. Desde o dia de sua posse, ela enfrenta ataques do gabinete do ódio e seus (supostos) líderes extremistas Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro. Quem assumiu como seu braço direito foi o advogado Pedro Horta, que é bolsonarista confesso, após a preferência inicial da atriz, o gestor público e produtor Humberto Braga, ser alvo de uma campanha nas redes sociais que o acusava de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. A secretária da Cultura teria tentado indicar outros “esquerdistas”, e um deles foi barrado pelo próprio presidente. Na semana passada, o pesquisador Aquiles Brayner, indicado para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas, foi demitido apenas três dias após sua nomeação, também após pressão de perfis radicais nas redes sociais. Segundo Brayner, estes extremistas fazem um “grande complô para derrubar qualquer ação legítima no âmbito da cultura”. Ela também está tendo que engolir ataques de Sérgio Camargo, da Fundação Palmares, supostamente seu subordinado, que Bolsonaro não lhe deixa demitir. E o pesadelo se estende à indefinição das chefias do Iphan e a Funarte, dois dos mais importantes órgãos vinculados à pasta da Cultura. Para aceitar o convite de Bolsonaro para assumir a Cultura, a atriz encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas de “carta branca” para montar sua equipe que não estão sendo cumpridas. As dificuldades têm paralisado a secretaria de Cultura, o que, tudo indica, seria o objetivo maior da atividade bolsonarista. Enquanto isso, Regina ouve queixa constante de artistas que clamam por apoio à classe, gravemente atingida pelo fim das atividades imposto pela pandemia de coronavírus. Segundo outra colunista da grande imprensa, Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo, ela tem recebido apelos de seus familiares para deixar o governo, que foram intensificados depois da demissão de Sergio Moro da Justiça. Essa campanha teria agradado Bolsonaro. A Folha apurou que ele disse a aliados que espera que parta da própria Regina uma decisão de deixar o governo. Para ajudar, ele teria dado carta branca para seus apoiadores aumentarem o tom das críticas contra a secretária. A ex-atriz chegou a dizer que considerava Bolsonaro incompreendido. Em menos de dois meses no governo, já pode tê-lo compreendido o suficiente para se lamentar.

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    Regina Duarte será processada por fake news contra Marisa Letícia Lula da Silva

    27 de abril de 2020 /

    Os herdeiros de Marisa Letícia Lula da Silva, falecida esposa do ex-presidente Lula, anunciaram nesta segunda-feira (27/4) que processarão o deputado Eduardo Bolsonaro e a secretária especial da Cultura Regina Duarte por divulgarem fake news nas redes sociais que atingem “a memória e honra de Dona Marisa”. Eduardo Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que Marisa Letícia tinha um patrimônio de R$ 256 milhões, informação falsa replicada por Regina Duarte em seu Instagram. Segundo advogados dos herdeiros, ela tinha R$ 26 mil. Comunicado publicado no site de Lula diz que família pedirá uma indenização de R$ 131.408,70 tanto ao filho do presidente quanto à ex-atriz. “A ação também pede que os requeridos sejam condenados a publicar em suas redes sociais a sentença condenatória com o valor correto do investimento de Dona Marisa, corrigindo a desinformação propagada por eles”, completa a notificação. Regina Duarte já teve publicação marcada como falsa pelo próprio Instagram.

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    Regina Duarte vira alvo de protestos diante de mortes de artistas e falta de apoio ao setor cultural

    18 de abril de 2020 /

    Um grupo de atores, diretores e produtores iniciou uma campanha virtual criticando a omissão de Regina Duarte durante a pandemia do coronavírus. Em vários vídeos publicados nas redes sociais, muitos pergunta “Cadê você, Regina?”. A crítica mais contundente partiu de Marcos Caruso, que lamentou que a Secretaria Especial de Cultura, comandada por Regina Duarte, não esteja se manifestando sobre as mortes de importantes artistas brasileiros que aconteceram esta semana, como o cantor Moraes Moreira e os escritores Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza. “Há poucos dias, em quatro dias perdemos três dos maiores expoentes da nossa cultura. E, por conta do isolamento social, filas não se aglomeraram diante do [Teatro] Municipal pra se despedir do Moraes Moreira. A Academia Brasileira”, afirmou ele. “Então eu acho que uma nota de pesar, em nome do Brasil aos seus filhos eméritos, poderia ter sido dada. Seria o mínimo. Cultura também é cultivar bons hábitos”, disse Caruso, que não citou Regina, mas foi claro nas críticas. “Muitas palavras poderiam traduzir o meu sentimento, mas eu prefiro dizer que, no mínimo, eu estou triste. É o mínimo sentimento diante do que eu esperaria que no mínimo fosse feito pela Cultura do meu país.” O vídeo tem sido compartilhado na internet por críticos do governo Jair Bolsonaro, incluindo atores como José de Abreu e Lúcio Mauro Filho. Este questionamento se junta a outros, sobre o que Regina está fazendo em relação aos artistas que perderam suas fontes de arrecadações e o que impede a liberação de verbas do setor, como o Fundo Nacional de Cultura e o Fundo Setorial do Audiovisual – este está travado desde a posse de Bolsonaro. Para os artistas, a Secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro não tem tomado nenhuma providência para ajudar a classe artística, uma vez que produções audiovisuais estão suspensas e teatros fechados. O movimento querendo saber onde está Regina inclui nomes como Marcelo Várzea, Lavínia Pannunzio, Iara Jamra, Paula Cohen, Rubens Caribé, Renata Carvalho, Adriano Tunes e Fernando Eiras. Veja abaixo alguns vídeos do protesto virtual. Ver essa foto no Instagram Cultura também é cultivar bons hábitos. Uma publicação compartilhada por Marcos Caruso (@marcos_caruso) em 17 de Abr, 2020 às 11:20 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê Regina? Uma publicação compartilhada por Marcelo Varzea (@marcelovarzea) em 17 de Abr, 2020 às 6:27 PDT Ver essa foto no Instagram CADÊ REGINA? #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte @artigo5quinto @atac.cultura Uma publicação compartilhada por Marcelo Varzea (@marcelovarzea) em 17 de Abr, 2020 às 8:06 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê Regina! #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte @artigo5quinto @atac.cultura Uma publicação compartilhada por Renata Carvalho (@renatacarvalhoteatro) em 17 de Abr, 2020 às 2:59 PDT Ver essa foto no Instagram #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina Uma publicação compartilhada por Valdir Rivaben (@valdirrivaben) em 17 de Abr, 2020 às 5:00 PDT Ver essa foto no Instagram E aí @celso_curi queridíssimo? Cadê ela? Cadê? Cadê Regina Duarte?? #artigoquinto #cadereginaduarte #trabalhadoresdacultura @artigo5quinto @reginaduarte Uma publicação compartilhada por Paula Cohen (@paulacohenoficial) em 17 de Abr, 2020 às 10:52 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê você Regina Duarte??? Nos artistas estamos precisando de iniciativas que nos ajudem a atravessar este momento que nos atinge absurdamente!! Cadê você Regina!? Quais as medidas que estão sendo tomadas para cuidar, proteger e incentivar a classe artista como um todo!? Cadê!? É mais que urgente um posicionamento seu!! #movimentoartigoquinto #artigoquinto #trabalhadoresdacultura #somostrabalhadoresdacultura #reginaduarte #cadereginaduarte #cadeaministradacultura @reginaduarte @artigo5quinto Uma publicação compartilhada por Paula Cohen (@paulacohenoficial) em 17 de Abr, 2020 às 7:32 PDT Ver essa foto no Instagram CADÊ REGINA? #MovimentoArtigoQuinto #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte Uma publicação compartilhada por Adriano Tunes (@adrianotunesreal) em 18 de Abr, 2020 às 10:43 PDT

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    Carlos Vereza rompe com Bolsonaro: “Não dá mais”

    4 de abril de 2020 /

    O ator Carlos Vereza, que chegou a ser cotado para a secretaria de Cultura, rompeu publicamente com o presidente Jair Bolsonaro. Um dos maiores defensores de Bolsonaro na classe artística, Vereza fez críticas à postura do presidente em relação ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e anunciou que “tirou o time”, abandonado Bolsonaro. Numa série de postagens, o ator defendeu a atuação de Mandetta e a política de isolamento social, e rebateu o presidente, que prega o contrário, acusando-o de tentar “fritar” o ministro. A quarentena defendida pela ministro vem sendo constantemente criticada por Bolsonaro, que ontem, em entrevista à radio Jovem Pan, disse que vem “se bicando” com Mandetta, afirmando que falta “humildade” ao auxiliar. Vereza escreveu nas redes sociais que “o número de mortes no país não está maior porque as pessoas estão se preservando em casa”. E acrescentou: “Obrigado Mandettta”. Em seguida, ele repreendeu o presidente. “A mesma fritura de sempre: Bolsonaro agitando seus apoiadores radicais preparando o ambiente para demitir Mandetta”. Ele detalhou como o presidente abusa deste expediente: “Essa estratégia de vitimização de Bolsonaro esgotou-se pela repetição, tornou-se previsível, e portanto cansativa. Sempre elege um inimigo, seja real ou imaginário. Assim mantém seus radicais aficionados em constante tensão como se estivesse em clima de campanha permanente. E, ai de quem, em sua equipe, comece a destacar-se pela competência: é fritado e expelido sem remissão; e ele sempre vitimizado, ‘traído’ por aqueles em ‘quem tanto confiou'”. Em outro post, o ator tentou justificar seu apoio ao governo, apenas para anunciar o rompimento: “Estava tentando defender Bolsonaro, não tanto por ele, mas pela normalidade das instituições. Mas ele desautorizar publicamente o ministro da saúde por ciúmes, não dá mais: tirei o time”. Ele também anunciou que vai encerrar suas postagens abertas ao público na rede social. Na ocasião da posse de Regina Duarte na secretaria da Cultura, Vereza disse que tinha sido convidado pela ex-atriz a integrar o governo. “Fui convidado. Vou dar uma pensada. Eu não sei para qual cargo, acho que é para falar besteira”. Já Regina continua endossando o discurso do presidente em suas redes. Além de fazer postagens sobre os riscos da quarentena para a economia, marca dos discursos de Bolsonaro contra o isolamento social, ela também postou um meme de apoio ao presidente e, nesta sexta (3/4), publicou uma mensagem conclamando “jejum nacional” no domingo (5/4) contra o coronavírus. Curiosamente, a publicação ficou pouco tempo no ar, sendo removida após alguns minutos.

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    Julia Lemmertz detona Regina Duarte por espalhar meme bolsonarista

    2 de abril de 2020 /

    A secretária de Cultura Regina Duarte manifestou seu bolsonarismo assumido no Instagram ao republicar um meme defendendo Jair Bolsonaro das críticas, que vem recebendo de todos os setores da sociedade brasileira pelo negacionismo e falta de capacidade de governar diante da pandemia de coronavírus. O meme reproduzido nesta quinta (2/4) por vários adeptos do apocalipse now diz: “Triste realidade, Bolsonaro enfrenta uma barreira para governar, enquanto governos anteriores tiveram liberdade para roubar e para saquear o nosso país. Eu apoio Bolsonaro”. A mensagem recebeu apoios de outros bolsonaristas convictos e críticas eloquentes do resto da humanidade. Entre elas, a primeira bordoada contundente sofrida por Regina de uma ex-colega de novelas. A atriz Julia Lemmertz detonou a postagem da ex-atriz de forma enfática. “Você defende esse despreparado que pede ao povo pra voltar às ruas, para que se contaminem e adoeçam também suas famílias que ficaram em casa?”, questionou Julia. “Onde está a sua lucidez, a sua capacidade de discernimento? Isso não tem a ver com política, mas com humanidade, sendo ele responsável por uma nação que ele deveria proteger”, acrescentou. No fim de semana passado, ao completar 90 anos, o ator Lima Duarte, com quem Regina formou par na novela “Roque Santeiro”, comentou a relação da ex-atriz com Bolsonaro da seguinte forma: “Chapeuzinho Vermelho se encantou pelo Lobo Mau”. Nesta semana, a atriz já teve uma postagem do Instagram bloqueada por conter informação falsa. Nesse ritmo, Regina pode precisar encomendar seu próprio meme da série “Eu acredito em duendes” da fábrica do gabinete do ódio.

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    Instagram marca post de Regina Duarte como informação falsa

    1 de abril de 2020 /

    O Instagram marcou uma publicação da secretária especial da Cultura, Regina Duarte, informando que parte do conteúdo da postagem era falso. Regina postou há três dias uma imagem do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mencionando a liberação da cloroquina para o tratamento da Covid-19. “Liberação da cloroquina/hidroxicloroquina pela Anvisa, já com posologia para tratamento da Covid-19”, diz o texto. O Instagram colocou um aviso dizendo que a informação é parcialmente falsa e afirmou que “a autorização concedida pela Anvisa foi para pesquisa com hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19”. Segundo a rede social indica, a informação foi verificada pela AFP América Latina. Procurada pela imprensa, Regina Duarte afirmou, via assessoria, que não ia comentar. Ela apagou o post, mas o registro do bloqueio pode ser conferido abaixo. Após pressão da sociedade civil, devido à ampliação do perigo representado por fake news durante a pandemia de coronavírus, Twitter, Instagram e Facebook têm apertado o cerco contra publicações falsas ou enganosas. Até o presidente Jair Bolsonaro foi “alvo”. No domingo passado (29/3), o Twitter deletou duas publicações feitas na conta de Bolsonaro “por violação às normas da rede social”, exemplo seguido também pelo Instagram e pelo Facebook, que censuraram a tentativa do presidente de – não há mais como dizer isso de modo polido – enganar e colocar em risco a população brasileira. Nesta quarta-feira, 1 de abril, data popularmente conhecida como Dia da Mentira, Bolsonaro publicou nova fake news em sua conta no Twitter, utilizando informação falsa para atacar governadores e prefeitos. Após o vídeo de sua suposta denúncia de desabastecimento ser prontamente desmentido, o post foi apagado.

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    Gabriela Duarte contradiz mãe Regina Duarte e pede pras pessoas ficarem em casa

    30 de março de 2020 /

    Contradizendo radicalmente sua mãe, a atriz Gabriela Duarte resolveu defender de forma clara a quarentena e o isolamento social em meio à pandemia de coronavírus. Na semana passada, Regina Duarte, secretária de Cultura do governo Bolsonaro, fez uma publicação endossando as declarações do presidente e questionando as medidas de isolamento. Ela chegou a sugerir que quem defende ficar em casa é egoísta. Já Gabriela postou uma foto no Instagram justamente com a mensagem “fique em casa”. “Todo meu respeito e gratidão aos profissionais que não podem ficar em casa (da saúde, limpeza pública, caminhoneiros, e todos aqueles que não podem parar…) mas, se você pode…. FIQUE EM CASA! #ficaemcasabrasil”, escreveu. Compare o tom destoante das duas mensagens abaixo. Ver essa foto no Instagram QUER FICAR EM CASA ? Você quer ficar em casa? TáOk! Mas vc exige um frentista e posto de combustível aberto pra vc sair com seu carro em qquer emergência … Você quer ficar em casa? Mas vc. exige o Mercado aberto com atendentes, senão sem alimentos você surta! Quer ficar em casa? Mas quer que o porteiro do seu prédio e o zelador estejam trabalhando! Quer ficar em casa? Mas precisa de dinheiro e quer o bancário de plantão no banco pra resolver seu problema! Quer ficar em casa? Mas tem motoristas e cobradores de ônibus trabalhando pra transportar quem precisa de transporte! Quer ficar em casa? Mas o farmacêutico e balconista tem que estar lá pra te servir, né!? Quer comprar pão? Padaria aberta !!! Quer ficar em casa? Claro, mas Deus o livre se o caminhoneiro parar! Em casa sim, mas com a coleta de lixo em dia pelos garis! Quer ficar em casa? A vida dos outros vale menos que a sua? Por quê ? Porquê eles são obrigados a trabalhar pro seu conforto mesmo num momento de crise desse, e vc não? Isolamento social sim, mas pra grupos de risco, claro! *PRECAUÇÃO , SIM ! CUIDADOS conscientes , SIM , de TODOS PARA TODOS ! Brasil acima de tudo , Deus acima de todos ! Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 25 de Mar, 2020 às 2:20 PDT Ver essa foto no Instagram Todo meu respeito e gratidão aos profissionais que não podem ficar em casa( profissionais de saúde, limpeza pública, caminhoneiros, e todos aqueles que não podem parar…) mas, se vc pode….. FIQUE EM CASA 🙏🏼#ficaemcasabrasil Uma publicação compartilhada por gabriela duarte (@gabidu) em 26 de Mar, 2020 às 4:44 PDT

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    Regina Duarte é criticada por post que ataca quarentenas no Brasil

    27 de março de 2020 /

    Regina Duarte usou as redes sociais para criticar a quarentena recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e seguida por vários estados brasileiros para conter a pandemia do novo coronavírus. A atriz insinuou que aqueles que se isolam enquanto outras pessoas precisam trabalhar são egoístas. O texto se alinha com a campanha do presidente Jair Bolsonaro contra tudo o que tem sido recomendado e feito nos estados e até nos outros países do mundo, com direito até a “tá okay”, o vício de linguagem de Bolsonaro. “Você quer ficar em casa? TáOk! Mas vc exige um frentista e posto de combustível aberto pra vc sair com seu carro em qquer emergência … Você quer ficar em casa? Mas vc. exige o Mercado aberto com atendentes, senão sem alimentos você surta!”, escreveu Regina, numa longa lista de repetições de situações, que se encerra com o “Brasil uber alles” bolsonarista. O texto recebeu muitos comentários, a maioria esmagadora negativa, inclusive de ex-colegas da ex-atriz da Globo. Emanuelle Araújo, por exemplo, fez questão de rebater. “Que absurdo, Regina. Que absurdo. Em primeiro lugar deveriam estar todos em casa. E devido às exceções, existem várias campanhas para essas pessoas que você cita, que não podem parar de trabalhar, estejam protegidas pelo GOVERNO, e este mesmo GOVERNO que incita que outros, que podem ficar em casa, vão para ruas e inclusive contaminem estas pessoas que não podem parar. A transmissão generalizada”, disse. Marcos Palmeira também comentou no post. “Acho que devemos seguir as orientações da OMS e o governo apresentar um plano para minimizar os riscos. Sem rumo não dá! Talvez abrir mão de mordomias possa ajudar. Enfim, precisamos de união e não mais divisões”, escreveu. O texto foi publicado em meio a dois outros fatos importantes – e opostos – , que lhe dão maior contexto. Um deles foi o lançamento de uma campanha ampla de marketing do governo Bolsonaro para interromper as quarentenas e estimular a população a sair de suas casas, com a desculpa de que “o Brasil não pode parar”. A iniciativa também deixa claro que, felizmente, o governo tem bastante dinheiro sobrando – esse tipo de campanha não é barata – , o que será importante durante a crise sanitária. O outro fato relevante foi o anúncio de que, graças às medidas de estímulo ao isolamento, São Paulo já começou a achatar a curva de infecção do coronavírus. Enfrentando ofensas de Bolsonaro, o governo paulista fechou escolas entre os dias 18 e 19 de março e todos os serviços não essenciais em 24 de março. Os moradores da capital entenderam o recado e a cidade se tornou praticamente fantasma, conforme a população optou pelo isolamento em suas casas. O resultado foi festejado pelo secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, em entrevista coletiva realizada na quinta-feira (26/3). “O que gostaria de observar, se vocês se lembram bem, nós éramos praticamente 90% dos casos do Brasil; agora, nós somos 30% dos casos”, disse o Germman. “O que mostra para nós neste cenário que as medidas de restrição de mobilidade estão sendo suficientes ou pelo menos colaborando de forma efetiva para que a gente tenha 862 casos [de um total de 2.433 no país]”. Ao comparar a diferença do crescimento da pandemia no estado de São Paulo com o resto do Brasil, o professor de física da Universidade de São Paulo (USP), José Fernando Diniz Chubaci, disse ao jornal Folha de S. Paulo: “Isso indica para a gente quais são as políticas a serem seguidas”. Confira abaixo o post polêmico de Regina Duarte, que defende o oposto da política bem-sucedida de São Paulo contra a proliferação do coronavírus. Ver essa foto no Instagram QUER FICAR EM CASA ? Você quer ficar em casa? TáOk! Mas vc exige um frentista e posto de combustível aberto pra vc sair com seu carro em qquer emergência … Você quer ficar em casa? Mas vc. exige o Mercado aberto com atendentes, senão sem alimentos você surta! Quer ficar em casa? Mas quer que o porteiro do seu prédio e o zelador estejam trabalhando! Quer ficar em casa? Mas precisa de dinheiro e quer o bancário de plantão no banco pra resolver seu problema! Quer ficar em casa? Mas tem motoristas e cobradores de ônibus trabalhando pra transportar quem precisa de transporte! Quer ficar em casa? Mas o farmacêutico e balconista tem que estar lá pra te servir, né!? Quer comprar pão? Padaria aberta !!! Quer ficar em casa? Claro, mas Deus o livre se o caminhoneiro parar! Em casa sim, mas com a coleta de lixo em dia pelos garis! Quer ficar em casa? A vida dos outros vale menos que a sua? Por quê ? Porquê eles são obrigados a trabalhar pro seu conforto mesmo num momento de crise desse, e vc não? Isolamento social sim, mas pra grupos de risco, claro! *PRECAUÇÃO , SIM ! CUIDADOS conscientes , SIM , de TODOS PARA TODOS ! Brasil acima de tudo , Deus acima de todos ! Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 25 de Mar, 2020 às 2:20 PDT

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