“Euphoria” vira série mais assistida da HBO Max na América Latina
“Euphoria” se tornou a série mais assistida da HBO Max da América Latina com a estreia de sua 2ª temporada. Sem revelar números, a plataforma divulgou em comunicado que a audiência do primeiro episódio superou o público completo de toda a temporada anterior em streaming. Parece impressionante. Mas na verdade não é. A diferença é muito fácil de explicar. A HBO Max só chegou na América Latina no dia 29 de junho de 2021. E a 1ª temporada de “Euphoria” foi originalmente exibida de junho a agosto de 2019. Quem viu pelo streaming foi quem perdeu na época do lançamento original na TV, via HBO “convencional”. De todo modo, a série também rendeu grande engajamento nas redes sociais no dia de estreia. Segundo a plataforma, foi o capítulo mais comentado de uma atração da HBO nas redes sociais desde a exibição do final de “Game of Thrones”, em 2019. Só que, de novo, a plataforma não apresentou números para corroborar a afirmação ou servir de base de comparação. Os números que existem são da audiência televisiva. Nos EUA, atraiu 2,4 milhões de espectadores na HBO americana, uma audiência recorde para o drama estrelado por Zendaya. “Euphoria” retornou após um longo hiato desde o final de sua temporada inaugural em agosto de 2019, que foi ligeiramente compensado pelo lançamento de dois especiais em dezembro de 2020 e janeiro de 2021 – gravados com elenco e equipe limitados em meio ao auge da pandemia de covid-19. Descrita como “brutal” por Sam Levinson, criador e showrunner da série, a nova leva de episódios volta a abordar o vício de Rue (Zendaya), mostrando como isso afeta as pessoas ao seu redor. De volta à escola, a adolescente de 17 anos reencontra Jules (Hunter Schafer) e precisa encontrar esperanças para conseguir equilibrar a dor, a perda, o amor e o vício. Além dos rostos já conhecidos pelo público, os novos episódios contam com três reforços: Minka Kelly, intérprete da super-heroína Columba (Dove) na série “Titãs”, entrou no elenco como uma dona de casa suburbana, cínica e viciada; o cantor Dominic Fike, do hit “3 Nights”, estreia como ator no papel de um novo amigo de Rue e Jules; e Demetrius “Lil Meech” Flemory Jr., que viveu o próprio pai, o gângster Demetrius “Big Meech” Flemory, na série biográfica “BMF” (Black Mafia Family) é um novo interesse romântico de Maddy (Alexa Demie). O segundo episódio será exibido na noite de domingo (16/1).
“Alerta Vermelho” terá duas continuações
A Netflix está planejando filmar duas continuações de “Alerta Vermelho” de forma consecutiva, começando em 2023. A informação foi confirmada pelo site Deadline nesta quarta (12/1), dois meses após o diretor Rawson Marshall Thurber revelar que este era o plano. Em novembro passado, ele disse ao Hollywood Reporter: “Se fôssemos fazer uma sequência, a única coisa responsável seria fazer ‘Alerta Vermelho 2’ e ‘3’ de forma consecutiva. É uma produção tão grande, e se você puder montá-la uma só vez, será melhor para todos. Inclusive para minha saúde mental”. Thurber está atualmente trabalhando nos novos scripts. A ideia é ampliar o universo ficcional apresentado no primeiro “Alerta Vermelho” e criar uma franquia de filmes de assalto “no estilo Onze Homens e um Segredo”, de acordo com o Deadline. No ano passado, “Alerta Vermelho” virou o filme mais visto da Netflix em todos os tempos, acumulando 364 milhões de horas de exibição entre os assinantes do streaming. Como a plataforma só contabiliza os primeiros 28 dias de exibição, este número deixou de ser atualizado em dezembro. Escrito e dirigido por Thurber, o filme fez sucesso ao mesclar ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, além, é claro, de contar com um elenco de astros famosos. A trama acompanha “o melhor investigador do FBI” (Dwayne Johnson), que alista “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Ryan Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gal Gadot).
“Euphoria” volta com maior audiência e recorde na HBO Max
A estreia da 2ª temporada de “Euphoria”, na noite de domingo (9/1), atraiu 2,4 milhões de espectadores na HBO americana, uma audiência recorde para o drama estrelado por Zendaya, de acordo com informações do canal pago. Sem revelar números de streaming, a empresa também disse em comunicado que a volta de “Euphoria” marcou “a performance de estreia digital mais forte para qualquer episódio de uma série da HBO desde o lançamento da HBO Max”. A visualização digital teria sido quase dez vezes maior que a estreia da 1ª temporada e quatro vezes maior que seu final. O retorno da série também atraiu uma audiência quase 10 vezes maior do que os dois episódios especiais de “Euphoria” que foram lançados há um ano. “Euphoria” retornou após um longo hiato desde o final de sua temporada inaugural em agosto de 2019, que foi ligeiramente compensado pelo lançamento de dois especiais em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, gravados com elenco e equipe limitados em meio ao auge da pandemia de covid-19. Descrita como “brutal” por Sam Levinson, criador e showrunner da série, a nova leva de episódios volta a abordar o vício de Rue (Zendaya), mostrando como isso afeta as pessoas ao seu redor. De volta à escola, a adolescente de 17 anos reencontra Jules (Hunter Schafer) e precisa encontrar esperanças para conseguir equilibrar a dor, a perda, o amor e o vício. Além dos rostos já conhecidos pelo público, o elenco da nova temporada ganhou três reforços: Minka Kelly, intérprete da super-heroína Columba (Dove) na série “Titãs”, entrou no elenco como uma dona de casa suburbana, cínica e viciada; o cantor Dominic Fike, do hit “3 Nights”, estreia como ator no papel de um novo amigo de Rue e Jules; e Demetrius “Lil Meech” Flemory Jr., que viveu o próprio pai, o gângster Demetrius “Big Meech” Flemory, na série biográfica “BMF” (Black Mafia Family) é um novo interesse romântico de Maddy (Alexa Demie).
“Homem-Aranha” atinge US$ 1,5 bilhão nas bilheterias
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue imbatível no topo das bilheterias. Já é a 6ª maior bilheteria de todos os tempos no mercado norte-americano e a 8ª do mundo, superando a marca de US $ 1,5 bilhão de arrecadação mundial neste domingo (9/1). Só nos EUA e Canadá, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel somou mais US$ 33 milhões em seu quarto fim de semana em cartaz. Com isso, atingiu US$ 688,8 milhões, deixando para trás o faturamento de “Titanic” (US$ 659,4 milhões). E até o próximo fim de semana ultrapassará “Vingadores: Guerra do Infinito” (US$ 678,8 milhões) e possivelmente “Pantera Negra” (US$ 700 milhões). A animação “Sing 2” foi o segundo filme mais visto na América do Norte, faturando US$ 12 milhões em seu terceiro fim de semana. Ao todo, a produção da Universal/Illumination chegou a US$ 109 milhões, tornando-se o primeiro filme animado a ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões desde o começo da pandemia. Em todo o mundo, o total é US$ 190 milhões, o que reflete o aumento no número de crianças vacinadas contra a covid-19. A principal estreia da semana, “As Agentes 355”, faturou apenas US$ 4,8 milhões, abrindo em 3º lugar. Com este desempenho, o filme de ação estrelado por Jessica Chastain, Penélope Cruz, Fan Bingbing, Diane Kruger e Lupita Nyong’o ganhou a distinção de ser oficialmente o primeiro fracasso de 2022. A produção da Universal não foi rejeitado apenas pelo público. A crítica achou horrível, com apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma reprise da rejeição vista no filme anterior do diretor Simon Kinberg – “X-Men: Fênix Negra”, com apenas 22% de críticas favoráveis e prejuízo nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para 20 de janeiro. Enquanto isso, mais abaixo no ranking, “King’s Man: A Origem” e “Matrix Resurrection” confirmaram o final de suas franquias com desempenhos sofríveis, respectivamente no 4º e no 6º lugares. O primeiro terminou o fim de semana com US$ 25,1 milhões no mercado doméstico e US$ 74,3 milhões no exterior. O segundo chegou a US$ 34,3 milhões na América do Norte e a US$ 124,5 milhões no mundo todo.
Astro de “Round 6” enfrentará novos jogos mortais na 2ª temporada
O ator Lee Jung-jae, que estrela a série “Round 6”, da Netflix, revelou que seu personagem, Seong Gi-hun, voltará a participar dos jogos mortais na 2ª temporada da trama. Em entrevista à revista People, Jung-jae disse que sua participação está confirmada, mas a única informação que recebeu é que seu personagem irá disputar os jogos novamente — dessa vez, sabendo de todos os riscos e com outra pretensão, que não a de ganhar o prêmio milionário. “Sinceramente, não faço ideia do que acontecerá ou qual a proporção que tomará. Até o momento, as únicas coisas que me contaram é que Seong Gi-hun estará na série e vai participar dos jogos na arena novamente. Espero que tenham algum tipo de reviravolta que seja empolgante e surpreendente para mim e para os espectadores. Se fosse previsível, não seria divertido”, declarou Jung-jae. Recentemente, o criador e diretor de “Round 6”, Hwang Dong-hyuk, contou que negocia a produção de uma 3ª temporada da série, além da 2ª, que já está em fase de desenvolvimento.
“Homem-Aranha” passa “Pantera Negra” e vira 12ª bilheteria mundial
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” atingiu US$ 1,37 bilhão em todo o mundo, o que equivale à 12ª maior bilheteria mundial de todos os tempos, deixando para trás “Pantera Negra” (US$ 1,35 bilhão). Deste total, US$ 609,9 milhões foram conquistados com arrecadação doméstica, o suficiente para a coprodução da Sony e da Disney/Marvel entrar no Top 10 de todos os tempos da América do Norte. Só neste fim de semana, a conta aumentou US$ 52,7 milhões nos EUA e Canadá. Valor igualmente impressionante veio do mercado exterior, onde atingiu US$ 759 milhões ao todo, feito conquistado sem lançamento na China. Graças ao sucesso do filme, a receita de Hollywood com venda de ingressos de 2021 foi o dobro de 2020 – mas continua 60% menor que a de 2019, antes da pandemia. Embora os lançamentos de super-heróis tenham sido a melhor notícia do mercado, aos poucos a vacinação das crianças tem melhorado também o desempenho das animações. Não por acaso, o segundo filme mais visto na América do Norte foi “Sing 2”, da Illumination/Universal, com US$ 19,6 milhões no fim de semana e um total de US$ 89,8 milhões em 14 dias nos cinemas dos EUA e Canadá. Em todo o mundo, a produção está com US$ 144,5 milhões. Enquanto isso, “King’s Man: A Origem” e “Matrix Resurrections” sofrem para se pagar. O prólogo de “Kingsman” ficou em 3º lugar com US$ 4,5 milhões, atingindo um total doméstico de US$ 19,5 milhões em 14 dias e uma soma global de US$ 47,8 milhões. Já “Matrix Resurrections” – que foi lançado simultaneamente na HBO Max nos EUA – teve uma queda de arrecadação maior do que qualquer outro título no top 10 – 64% – , revelando o impacto negativo da estratégia da Warner de lançar seus filmes nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo. Em 5º lugar, a retomada da franquia “Matrix” fez apenas US$ 3,8 milhões para atingir um total doméstico de US$ 30 milhões em 14 dias. Seu desempenho foi tão ruim que foi ultrapassado até por “American Underdog”, um filme cristão sobre um jogador de futebol americano que faturou US$ 4,1 milhões – e US$ 15 milhões em 9 dias, sem distribuição internacional. “Matrix Resurrections” tem se saído melhor no exterior, onde não está disponível em streaming, com uma bilheteria internacional de US$ 75,1 milhões e um total global de US$ 106 milhões. O problema é que isso não paga nem a campanha de marketing do filme, que teria custado US$ 190 milhões para ser produzido.
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” vira maior bilheteria da Sony em todos os tempos
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” atingiu US$ 1,16 bilhão de bilheteria mundial nesta quarta (29/12), virando oficialmente o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. O antigo campeão de vendas de ingressos do estúdio era o filme anterior da franquia, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que arrecadou US$ 1,13 bilhão em 2019. Mas este não foi o único recorde quebrado pala coprodução da Sony e da Disney/Marvel neste meio de semana. O longa chegou a US$ 644,9 milhões no mercado internacional, tornando-se a maior bilheteria de Hollywood fora dos EUA desde o começo da pandemia. O recorde pertencia a “007 – Sem Tempo para Morrer”, que faturou US$ 613,2 milhões no exterior. Outro recorde foi atingido no mercado doméstico. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” foi o primeiro filme a faturar mais de US$ 500 milhões nos EUA e Canadá desde 2019. Tem mais: seus US$ 516,4 milhões contabilizados em 12 dias já superaram a arrecadação norte-americana completa do último grande blockbuster de 2019, “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que faturou ao todo US$ 515,2 milhões na América do Norte. Vale destacar ainda que, com seu faturamento total, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” se consolidou como a maior bilheteria mundial do ano, superando concorrentes chineses que estavam deixando as produções hollywoodianas em minoria no topo do ranking global. Agora, os chineses “The Battle at Lake Changjin” e “Hi Mom” completam o Top 3 em 2º e 3º lugares, respectivamente com US$ 902,5 milhões e US$ 822 milhões. O detalhe é que até agora não há previsão de estreia do blockbuster na China. Mas o país exibiu os primeiros filmes do Homem-Aranha estrelados por Tom Holland. De fato, o mercado chinês ajudou a Sony a bater seu recorde de bilheteria na época, contribuindo com US$ 200 milhões do montante de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Desde então, o governo chinês vem evitando exibir produções da Marvel.
Netflix negocia produzir mais duas temporadas de “Round 6”
A Netflix quer mais temporadas do maior sucesso de sua História. No plural. Em entrevista a emissora KBS, da Coreia do Sul, o diretor Hwang Dong-hyuk, criador de “Round 6”, contou que já está em negociações coma empresa para realizar uma 3ª temporada de “Round 6”, embora a 2ª temporada ainda esteja em fase inicial de desenvolvimento e não tenha sequer previsão de estreia. “No momento, estamos conversando com a Netflix sobre a 2ª temporada e também sobre uma 3ª. Devemos chegar a um acordo em breve”, declarou Dong-hyuk. Inicialmente, “Round 6” foi planejada para ter uma temporada única, mas o sucesso inesperado da série fez com que a Netflix confirmasse pelo menos a produção de mais uma leva de episódios inéditos. Em entrevistas, Hwang Dong-hyuk chegou a afirmar que se sentiu “pressionado” e na “obrigação” de produzir uma sequência, após o sucesso da atração, com direito a cobrança dos próprios fãs. Por sorte, a atração original terminou com um gancho para continuar a história. Até o momento, pouco foi revelado sobre os rumos da 2ª temporada, mas, em entrevista à revista Entertainment Weekly, o diretor deixou escapar que uma das possibilidades pode ser abordar o lado “mais sombrio” do personagem Seong Gi-hun, o jogador 456, vivido pelo ator Lee Jung-jae. “Round 6” virou um fenômenos mundial, batendo todos os recordes de audiência da Netflix, ao mostrar uma competição mortal entre centenas de pessoas endividadas ou em situação de miséria, que disputam um jogo onde apenas um pode vencer – e sobreviver – para ganhar um prêmio milionário.
Novo “Homem-Aranha” já tem quinta maior bilheteria da História no Brasil
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” liderou as bilheterias brasileiras pelo segundo fim de semana consecutivo, visto por 1,4 milhão de pessoas e arrecadando R$ 30,5 milhões entre quinta-feira e domingo (26/12). Segundo apuração da consultoria Comscore, a ocupação de salas foi seis vezes maior que a da principal estreia da semana, “Matrix Resurrections”, responsável por vender 235,8 mil ingressos e render R$ 4,9 milhões. A diferença reflete a desigualdade ocasionada pela diferença de distribuição dos dois filmes. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” teve a maior distribuição já vista na História do Brasil, ocupando 2,8 mil telas em 16 de dezembro. O resultado foi o recorde histórico da semana passada, que somou 5,1 milhões de espectadores e R$ 103,7 milhões em bilheteria, maior arrecadação de estreia do país. Ao todo, o filme da Sony/Marvel já foi assistido por 9,6 milhões de brasileiros e faturou mais de R$ 180 milhões. Em 12 dias de exibição, já virou a quinta maior bilheteria de todos os tempos no Brasil. Em compensação, a ocupação monopolizadora restringiu “Matrix Resurrections” a chegar em menos de mil salas na quarta-feira passada (22/12). Essa situação gerou um efeito colateral que as bilheterias desta semana deixam bem claro. Todos os demais filmes perderam espaço nas telas. A animação “Encanto” foi o terceiro filme mais assistido do período, e teve apenas 33 mil espectadores, rendendo R$ 621,5 mil. Foi seguida por “Casa Gucci”, na quarta posição com 2,6 mil ingressos vendidos e R$ 70,3 mil em caixa, e “Clifford: O Gigante Cão Vermelho”, que não chegou a juntar mil espectadores, faturando R$ 18,5 mil em 5º lugar. A queda brusca de arrecadação destes filmes coincide com a diminuição drástica de cinemas em que podem ser vistos. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 23-26/12:1. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #MatrixResurrections 3.#Encanto 4. #casagucci 5. #cliffordmovie 6. #amorsublimeamor7. #Marighella8. #cronicafrancesa9. #kingrichard 10. #Eternals — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 27, 2021
Sucesso de “Homem-Aranha” contrasta com fracassos de “Matrix” e “King’s Man”
Com mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue batendo recordes. O filme já se tornou a maior bilheteria da Sony na América do Norte em todos os tempos com US$ 467,3 milhões de arrecadação doméstica, superando com o folga o antigo campeão, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que faturou US$ 404,5 milhões em 2017. E antes da metade da semana deve virar também o maior sucesso mundial do estúdio, deixando para trás os US$ 1,1 bilhão feitos por “Homem-Aranha: Longe de Casa” em 2019. Os dois longas mais recentes do Homem-Aranha são as únicas produções da Sony que faturaram mais de US$ 1 bilhão. Ao todo, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” está com US$ 1,05 bilhão, mesmo sem chegar à China, onde não tem previsão de estreia, e esbarrando em cinemas fechados em vários países da Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19 graças à variante ômicron. Só no dia de Natal, o lançamento que junta três gerações do Homem-Aranha faturou US$ 31,7 milhões nos EUA e Canadá. Isto representa a terceira maior bilheteria norte-americana do feriado em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 49,3 milhões) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (US$ 32,1 milhões). Seu sucesso corresponde a 53% de todo o faturamento dos cinemas da América do Norte neste fim de semana, período em que rendeu US$ 81 milhões, quase quatro vezes a bilheteria do 2º lugar, o lançamento animado “Sing 2”. Mesmo assim, a produção da Illumination/Universal impressiona o mercado com seu desempenho diante do sucesso avassalador do longa da Marvel/Sony. Os bichos cantores renderam US$ 23,7 milhões no fim de semana, mas já somam US$ 41 milhões graças ao lançamento antecipado na quarta-feira (22/12). Por outro lado, as perspectivas para “Matrix Resurrections” não são nada animadoras. A estreia da sequência de ficção científica da Warner Bros. abriu em 3º lugar no mercado doméstico com US$ 12 milhões no fim de semana e um total de US$ 22,5 milhões desde quarta-feira. A baixa procura por ingressos marcou de forma expressiva o fim da criticada experiência de lançamentos híbridos da Warner, que disponibilizou todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max nos EUA, ajudando a fortalecer o streaming a grandes custos comerciais. Fora dos EUA, o filme fez o dobro, US$ 47 milhões até agora, elevando sua arrecadação global para US$ 69,8 milhões. Mas “Matrix” não foi a única franquia a praticamente se despedir das telas devido ao baixo interesse do público. “King’s Man: A Origem”, prólogo dos filmes de “Kingsman”, acabou com insignificantes US$ 6,3 milhões no fim de semana e US$ 10 milhões desde quarta-feira. Para piorar, arrecadou apenas US$ 6,9 milhões em sete mercados internacionais, para um registro global de US$ 16,9 milhões. A aventura de grande orçamento é mais um fracasso na conta da aquisição da 20th Century Fox pela Disney. E quase acabou atrás do drama esportivo “American Underdog”, cinebiografia esportiva de baixo orçamento, que fez US$ 6,2 milhões com Zachary Levy (o Shazam) no papel de um ídolo do futebol americano, fechando o Top 5 dos EUA e Canadá. A estreia de “King’s Man: A Origem” está marcada para 6 de janeiro no Brasil, mesmo dia em que “Sing 2” chega no país.
Novo “Homem-Aranha” chega à US$ 1 bilhão de bilheteria
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” está para atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial entre este sábado e o domingo (26/12), poucos dias após se tornar o filme de maior arrecadação em 2021 e em toda a pandemia – deixando para trás “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 773 milhões). O montante pode ser atingido em 10 dias, considerando a data do lançamento europeu (15/12) como ponto de partida. Trata-se da primeira vez que um filme chega nesse valor desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, lançado em dezembro de 2019. 40% do total, ou mais exatamente US$ 409 milhões até sexta (24/12), vem dos Estados Unidos e Canadá. Outros países que estão fazendo diferença nas bilheterias são Reino Unido, México, França, Rússia e… Brasil. Mas o volume poderia ser ainda maior se o lançamento chegasse à China, onde não tem previsão de estreia. Além disso, o sucesso do filme começa a esbarrar em cinemas fechados na Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19, graças à variante ômicron. A expectativa agora é se o lançamento vai superar o filme anterior da franquia, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, já neste domingo. Não é difícil, pois o segundo filme da trilogia estrelada por Tom Holland rendeu ao todo US$ 1,1 bilhão mundial. Vale lembrar que este montante também representa a maior arrecadação da História da Sony Pictures. De fato, sem os contratempos sanitários e os repetidos problemas da Marvel com a China, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” poderia até chegar aos US$ 2 bilhões, tendo em vista que seu fim de semana de estreia (US$ 600 milhões) só ficou atrás dos números do recordista “Vingadores: Ultimato”.
Netflix anuncia data de estreia da 2ª temporada de “Bridgerton”
A Netflix anunciou que a 2ª temporada de “Bridgerton” estreia em 25 de março. A data foi revelada num vídeo com a participação do elenco, que também celebrou um ano do lançamento da temporada inaugural, disponibilizada em 25 de dezembro do ano passado. Desde então, “Bridgerton” se tornou um fenômeno na Netflix, tornando-se a série mais vista do serviço de streaming até a estreia de “Round 6”, que quebrou todos os recordes. Segundo a plataforma, a atração foi assistida por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. A 2ª temporada não vai contar com a presença do astro revelação de Bridgerton, Regé-Jean Page. Cheio de compromissos, o ator não quis estender sua participação e considerou a história do Duque de Hastings encerrada no primeiro ano da produção, o que é verdade. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro de Julia Quinn, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Como cada exemplar da coleção literária “Os Bridgerton” conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton, no segundo volume o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley para o papel de Kate, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional do segundo volume, “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.
Novo “Homem-Aranha” vira maior bilheteria de 2021
O sucesso de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” continua a impressionar. A coprodução da Sony e da Disney virou a maior bilheteria mundial de 2021, ao ultrapassar a arrecadação de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 726 milhões) na terça (21/12) e “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 773 milhões) na quarta (22/12), chegando nesta quinta (23/12) a um faturamento global de US$ 813,9 milhões A expectativa é que a produção atinja US$ 1 bilhão com as bilheterias de seu segundo fim de semana, tornando-se o primeiro filme a alcançar esta marca desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, lançado em dezembro de 2019. Além dos EUA, os países que estão fazendo diferença nas bilheterias são Reino Unido, México, França, Rússia e… Brasil. O volume poderia ser ainda maior se o lançamento chegasse à China, onde não tem previsão de estreia. Mas o maior obstáculo é outro. A estreia do longa coincidiu com o fechamento de vários cinemas na Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19, graças à variante ômicron. Apesar de todas essas dificuldades, o filme deve superar com facilidade o anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que rendeu US$ 1,1 bilhão mundial. Vale lembrar que este montante também representa a maior arrecadação da História da Sony Pictures. De fato, sem os contratempos sanitários e os repetidos problemas da Marvel com a China, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” poderia até chegar aos US$ 2 bilhões, tendo em vista que seu fim de semana de estreia (US$ 600 milhões) só ficou atrás dos números do recordista “Vingadores: Ultimato”.











