Personagens da Turma da Mônica deixam de ser crianças no trailer da série
A Globoplay divulgou o pôster e o trailer da série live-action da “Turma da Mônica”. A prévia destaca que os personagens não são mais crianças, com Mônica e Magali descobrindo o batom. Mas, segundo Cebolinha, eles ainda não viraram adolescentes. O trailer também inclui referência a uma cena famosa do terror “Carrie, a Estranha” (1976) ao anunciar que a trama terá um mistério. Só que em vez de sangue de porco, o banho na vítima da vez é de lama. A atração é comandada por Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta com os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além disso, Milena (Emilly Nayara), que foi introduzida em “Turma da Mônica: Lições”, está sendo considerada como quinta integrante da Turma, conforme mostra o pôster oficial. As gravações também aconteceram nas mesmas locações dos filmes, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Entre as novidades estão as chegadas de Carminha, vivida por Luiza Gattai (que estreia como atriz após o “The Voice Kids”), sua mãe Madame Frufru, interpretada por Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), e Feitoso Araújo, o Capitão Feio, encarnado por Fernando Caruso (“Vai que Cola”). Intitulada “Turma da Mônica – A Série”, a atração vai chegar à plataforma de streaming Globoplay já nesta quinta-feira, 21 de julho.
“Homem-Aranha” volta aos cinemas com cenas inéditas em setembro
A Sony Pictures anunciou as datas de estreia da versão estendida de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” em todo o mundo. No Brasil, o blockbuster vai voltar aos cinemas no feriado de 7 de setembro. O relançamento do filme com cenas inéditas comemora dois aniversários do Homem-Aranha: os 60 anos da criação do herói nos quadrinhos e os 20 anos de seu primeiro filme. A edição estendida ganhou o subtítulo em inglês de “The More Fun Stuff Version” (A Versão com Mais Coisas Divertidas, em tradução literal) e será lançada em 2 de setembro nos Estados Unidos e no Canadá. Veja abaixo o anúncio oficial, com participação dos três Homens-Aranhas do cinema – Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland. Swinging soon to a theater near you! Check out the global releases for #SpiderManNoWayHome – The More Fun Stuff Version and save the date! 🕸 📆 pic.twitter.com/IUTIzTwHbB — Spider-Man: No Way Home (@SpiderManMovie) July 19, 2022
Terminam filmagens de “Besouro Azul”
Mais um filme de super-heróis encerrou sua produção. O ator Xolo Maridueña (o Miguel Diaz de “Cobra Kai”) revelou em seu Instagram o término das filmagens de “Besouro Azul”, publicando uma foto da comemoração, em que recebe um abraço e um beijo do diretor Ángel Manuel Soto (premiado no Festival de Sundance pelo drama indie “Twelve”). “Obrigado a todo o elenco e equipe que tornaram isso possível. Estou tão orgulhoso do que todos realizaram e ainda mais orgulhoso de nos chamar de família”, ele escreveu ao lado da imagem, acrescentando um obrigado especial ao diretor “por confiar em mim para dar vida a Jaime”. Ángel Manuel Soto confirmou o final dos trabalhos em seu Stories, chamando “Besouro Azul” de “o filme mais difícil da minha carreira”. A produção também conta com Susan Sarandon (“Thema e Louise”) e a brasileira Bruna Marquezine (“Maldivas”), que nesta semana divulgou uma foto dos bastidores – que não podia ter divulgado e que foi rapidamente deletada (tarde demais), após de se espalhar pela internet (acima). Marquezine também acrescentou um coração azul em forma de emoji ao post original de Maridueña. E ele respondeu: “Minha favorita, Penny”, fazendo referência à personagem da atriz. “Besouro Azul” é o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos: Jaime Reyes, jovem que ganha superpoderes ao encontrar uma tecnologia alienígena. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que a Inteligência Artificial que acompanha a roupa quer usar essa tecnologia para ajudar uma invasão da Terra. O personagem foi criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner em 2006 na saga “Crise Infinita”. Desde então, ele ingressou nos Titãs e apareceu na série animada da Justiça Jovem. A versão de cinema foi escrita por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”) e tem estreia prevista para 17 de agosto de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xolo Mariduena (@xolo_mariduena)
Cena pós-créditos de “Ms. Marvel” foi feita por diretora de “As Marvels”
A cena pós-créditos da 1ª temporada de “Ms. Marvel” não foi gravada pelos diretores da série, a dupla Bilall Fallah e Adil El Arbi (de “Bad Boys para Sempre”). Em entrevista ao site ComicBook, El Arbi revelou que o momento em que Carol Danvers (Brie Larson) aparece no quarto de Kamala Khan (Iman Vellani) foi realizada por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), que vai dirigir “As Marvels”. “Ela também não sabia que estava dirigindo aquela cena para ser incluída na nossa série. É meio assim que Kevin Feige opera. Todo mundo trabalha separadamente, e sempre há momentos em que fazemos coisas que não sabemos onde vão parar. Ele sempre nos diz a mesma coisa: ‘Só se foque nisso'”, comentou. El Arbi revelou que ele e seu parceiro de direção perguntaram continuamente para Feige, durante as filmagens, se Carol Danvers/Capitã Marvel poderia fazer uma aparição na série. “Ele sempre nos dizia: ‘Não se preocupe com isso, vocês vão ver’. Só descobrimos tudo quando estávamos editando a versão final do episódio. Do nada, depois dos créditos, ela aparecia”, completou. Logo após esta cena, um texto avisa para não deixar dúvidas sobre o gancho: “Ms. Marvel voltará em em ‘As Marvels'”. Além do retorno de Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel e Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel, “As Marvels” também contará com Samuel L. Jackson repetindo seu papel de Nick Fury e Teyonah Parris como a Monica Rambeau de “WandaVision”. O filme tem roteiro de Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e estreia marcada apenas para 27 julho de 2023 no Brasil. O último episódio da 1ª temporada de “Ms. Marvel” foi disponibilizado na quarta passada (13/7) na Disney+.
Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”
A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.
Série da Arlequina ganha trailer violento
A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.
“Thor: Amor e Trovão” segue como filme mais visto do Brasil
“Thor: Amor e Trovão” manteve a liderança das bilheterias nos cinemas brasileiros pelo segundo fim de semana consecutivo, ao registrar um público de 825 mil pessoas e uma renda de R$ 17,7 milhões, segundo dados da Comscore. “Minions 2: A Origem de Gru” também repetiu o 2º lugar, com 622 mil espectadores e arrecadação de R$ 12 milhões, apesar da estreia recente de “Elvis”. Com distribuição muito menor, pela monopolização dos cinemas pelos dois títulos anteriores, o musical sobre o Rei do Rock foi apenas o 3º filme mais assistido, com 198 mil pagantes. O ranking também registrou “O Telefone Preto” em 4º lugar. O detalhe é que o terror só será lançado oficialmente na quinta-feira (21/7). Sua presença entre os títulos mais vistos da semana só comprova que as distribuidoras não seguem seus próprios calendários, fazendo “pré-estreias” pagas que, na prática, significam uma estreia convencional antecipada. Ao todo, 1,84 milhão de pessoas compareceram aos cinemas do Brasil entre quinta e domingo (17/7), o que rendeu mais de R$ 39 milhões em bilheteria. Confira o Top 10 abaixo. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 14-17/71. #Thor #LoveAndThunder 2. #MINIONS2 3. #Elvis 4. #OTelefonePreto (pré estreia)5. #TopGunMaverick 6.#JurassicWorldDominio 7. #Lightyear 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #CrimesoftheFuture 10.#OAcontecimento — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 18, 2022
Iman Vallani surtou ao descobrir ligação de Ms. Marvel com os X-Men
Spoiler! Spoiler! Além de trazer brevemente Brie Larson como “Capitã Marvel” nas cenas pós-créditos, o último episódio de “Ms. Marvel”, disponibilizado na quarta (13/7) na Disney+, também trouxe à tona a palavra “mutação” para explicar a origem dos poderes de Kamala Khan. Mais que isso. Para deixar claro o que mutantes significam na Marvel, quando Bruno (Matt Lintz) fala a palavra mágica, a trilha muda rapidamente para incluir acordes da série animada clássica dos X-Men. Totalmente aleatória, a explicação muda a trajetória de Ms. Marvel, que possui gens inumanos nos quadrinhos. Mas foi comemorada pela atriz Iman Vellani, que disse ter gritado no momento em que leu o roteiro e descobriu que sua personagem é uma mutante. “Eu surtei imediatamente. Enviei um e-mail para Kevin Feige [presidente do Marvel Studios] todo escrito com letras maiúsculas. Estava honrada, estava enlouquecendo”, afirmou Vellani em entrevista ao site oficial da Marvel. “Essa é a maior negócio do mundo e o fato disso acontecer na nossa série é uma loucura”, completou a intérprete da Ms. Marvel. Nas redes sociais, Vellani ainda compartilhou um vídeo onde afirma que está ansiosa para ver a reação dos fãs ao descobrir toda a história de Kamala. Ela aposta que o público também vai pirar quando ouvir essa revelação. “As pessoas vão perder a cabeça. Eles vão perder tudo. Eu perdi. É realmente um grande negócio”, disse na entrevista pra Marvel. Toda essa excitação se deve ao fato de Kamala Khan ter virado a primeira mutante confirmada do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), sem considerar as variantes do multiverso, abrindo caminho para a chegada dos X-Men. Veja abaixo a cena mencionada.
“Ms. Marvel” introduz filme “As Marvels” em cena pós-créditos
O final da série “Ms. Marvel”, disponibilizado nesta quarta (13/7) na Disney+, inclui um gancho para o filme “As Marvels”. Uma cena pós-créditos traz a jovem Kamala Khan (Iman Vellani) sugada para dentro do armário de seu quarto, para em seu lugar emergir a Capitã Marvel (Brie Larson), bastante preocupada ao reparar onde está. Para não deixar dúvidas, um texto avisa em seguida: “Ms. Marvel voltará em em ‘As Marvels'”. Apesar desse gancho, as aparências podem enganar. Nos quadrinhos, Kamala Khan também é capaz de mudar de aparência e, logo que descobre esse poder, transforma-se numa versão da Capitã Marvel. Considerando que, no episódio final a heroína descobriu ser capaz de aumentar de tamanho, a transformação poderia explicar o que houve. Mas a dúvida vai levar um ano para ser esclarecida. “As Marvels” tem estreia marcada apenas para 27 julho de 2023 no Brasil. Além do retorno de Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel e Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel, “As Marvels” também contará com Samuel L. Jackson repetindo seu papel de Nick Fury e Teyonah Parris como a Monica Rambeau de “WandaVision”. O filme tem roteiro de Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e direção de Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”).
Série da “Turma da Mônica” ganha primeiro teaser
A Globoplay divulgou o primeiro teaser da série live-action da “Turma da Mônica”. A prévia é bastante curta e traz apenas detalhes dos personagens. A atração é comandada por Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta com os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). As gravações também aconteceram nas mesmas locações dos filmes, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Entre as novidades estão a integração de Milena (Emilly Nayara) na Turma, após ser introduzida em “Turma da Mônica: Lições”, e a chegada de Carminha, vivida por Luiza Gattai (que estreia como atriz após o “The Voice Kids”), e sua mãe Madame Frufru, interpretada por Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”). Intitulada “Turma da Mônica – A Série”, a atração vai chegar à plataforma de streaming Globoplay em dez dias: em 21 de julho.
Adaptação de quadrinhos brasileiros ganha prêmio de incentivo na Coreia do Sul
O projeto do filme “Carniça”, adaptação dos quadrinhos “Carniça e a Blindagem Mística”, de Chico Shiko, foi o vencedor do Prêmio Bucheon de incentivo, anunciado na terça (12/7) durante o Festival Internacional de Cinema Fantástico de Bucheon (BIFAN, na sigla em inglês), na Coréia do Sul. O prêmio é o principal do evento de mercado da Rede de Filmes Fantásticos da Ásia (NAFF), realizado paralelamente ao festival sul-coreano. Atualmente em desenvolvimento, o longa brasileiro acompanha uma mulher atacada por uma gangue de bandidos que roubam seu filho. Ela faz um pacto para se vingar neste mundo ou, se necessário, no próximo. “Carniça” será dirigido por Renata Pinheiro (“Carro Rei”) e produzido por André Pereira, da Lupa Filmes, que esteve em Bucheon para apresentar o projeto a potenciais compradores, coprodutores e financiadores. Além do incentivo financeiro (cerca de US$ 15,3 mil), a produção também ganhou o prêmio Janela de Sangue, que lhe garante credenciamentos, voos e hospedagem paga para levar o projeto ao evento de mercado Ventana Sur na Argentina. “’Carniça’ representa todas as coisas boas que a fantasia brasileira pode dar ao mundo: um faroeste com cangaceiros, que também é um filme de terror e um conto de vingança. Baseado em uma história em quadrinhos de destaque, o filme de Renata Pinheiro é um dos projetos mais promissores do ecossistema internacional do cinema fantástico”, disse o júri que deu ao projeto o prêmio em dinheiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LupaFilmes (@lupa_filmes)
Astro de “Han Solo” entra na série “Coração de Ferro”, da Marvel
O ator Alden Ehrenreich, que viveu Han Solo em “Han Solo: Uma História Star Wars”, entrou no elenco de “Coração de Ferro” (Iron Heart), nova série do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em desenvolvimento para a Disney+. Embora seu papel não tenha sido divulgado, o site Deadline afirma que sua importância na história será considerável. Ele se junta a Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”), intérprete da personagem Riri Williams/Coração de Ferro, além de Anthony Ramos (“Em um Bairro de Nova York”), Manny Montana (“Good Girls”) e o menino Harper Anthony (“Vulture City”). Nos quadrinhos, a inventora genial Riri Williams desenvolve a armadura mais avançada desde a criação do Homem de Ferro por Tony Stark. Personagem recente, ela foi criada pelo roteirista Brian Michael Bendis e o artista brasileiro Mike Deodato em 2015 como possível substituta do Homem de Ferro – que, vale lembrar, não morreu nos quadrinhos. A primeira aparição da heroína vai acontecer no filme “Pantera Negra – Wakanda Forever”, que chega aos cinemas brasileiros em 10 de novembro. Já a série ainda não tem previsão de estreia, mas deve chegar em 2023. O desenvolvimento da produção está a cargo de Chinaka Hodge, roteirista da série “Expresso do Amanhã”(Snowpiercer).
Emmy: Marvel soma 19 indicações e Chadwick Boseman vai disputar prêmio póstumo
O MCU, sigla em inglês que identifica o Universo Cinematográfico da Marvel, obteve 19 indicações em seu segundo ano de presença no Emmy, divididas entre “Cavaleiro da Lua” (oito indicações), “Loki” (seis), “What If…?” (três) e “Gavião Arqueiro” (dois). A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Mas uma indicação chama mais atenção que qualquer outra: o falecido ator Chadwick Boseman vai disputar postumamente o Emmy de Melhor Dublagem por seu último trabalho, como a voz de T’Challa na primeira série animada do Marvel Studios, “What If…?”. Falecido em agosto de 2020, aos 43 anos, ele também disputou o Oscar de Melhor Ator após a morte, pelo filme “A Voz Suprema do Blues” (2020). Boseman vai enfrentar na categoria o outro único ator do MCU indicado ao Emmy 2022: F. Murray Abraham, que deu voz ao deus Khonshu em “Cavaleiro da Lua”. As demais nomeações da Marvel foram todas técnicas – ou, como prefere a Academia de Televisão, criativas – , como dublês, fotografia, figurino, etc. O desempenho é bastante inferior ao do ano passado, quando o MCU conquistou 28 indicações e, graças a “WandaVision”, apareceu em categorias de prestígio como Melhor Minissérie, Ator, Atriz e Atriz Coadjuvante.











