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  • Filme

    Jude Law negocia participar do filme da Capitã Marvel

    22 de novembro de 2017 /

    O ator Jude Law (série “The Young Pope”) está em negociações para se juntar ao elenco de “Capitã Marvel”, informou o site da revista Variety. O primeiro filme de super-heroína da Marvel será estrelado por Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) no papel-título e voltará a trazer Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) como Nick Fury. Anteriormente, também foi revelado que Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) negociava viver o vilão da trama. Mas nenhum outro papel, além da Capitã Marvel e Nick Fury, foi confirmado. Mesmo assim, após considerar Mendelsohn como um provável alienígena skrull, a Variety indica que Law pode viver um mentor para a heroína. Estaria a Marvel pensando em Mar-Vell, o alienígena kree que ficou conhecido como Capitão Marvel? A guerra interplanetária entre skrulls e krees fará parte do enredo? Como a história de Carol Danvers é uma das mais complicadas dos quadrinhos, é difícil imaginar como o roteiro irá abordar a transformação da militar da Força Aérea americana em Capitã Marvel. O que foi revelado até agora é que os skrulls estarão na trama e que ela será passada nos anos 1990. A roteirista Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”) foi contratada em agosto para ajeitar o roteiro, trabalhando em cima da história escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para março de 2019.

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  • Série

    Arlequina vai ganhar série animada dos produtores de Powerless

    22 de novembro de 2017 /

    A Warner vai lançar uma série animada focada na Arlequina, personagem que surgiu, justamente, numa série animada de “Batman” dos anos 1990 e em pouco tempo se tornou a vilã mais popular da DC Comics. A produção será disponibilizada na plataforma de streaming da DC, atualmente em desenvolvimento, com uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Além do anúncio da produção, a Warner divulgou a sinopse e a primeira imagem da série, que exibe um estilo visual bem diferente dos desenhos anteriores da personagem, inclusive do recém-lançado longa animado “Batman e Arlequina”. A razão da diferença é que a atração não é uma produção de Bruce Timm, criador da Arlequina, ou do time das animações da DC, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Segundo o site Deadline, a Warner tenta convencer Margot Robbie, intérprete da personagem no filme “Esquadrão Suicida”, a dublar a vilã nos desenhos. Na trama animada, Arlequina terá se separado de vez do Coringa tentará see estabelecer como a Rainha do Crime de Gotham City. A série também contará com participações de Hera Venenosa e outros conhecidos vilões e heróis da DC Comics. A produção é a terceira atração desenvolvida para plataforma digital da DC, que também exibirá a 3ª temporada de “Young Justice” (Justiça Jovem) e “Titans”, uma série com atores dos Novos Titãs.

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  • Etc,  Filme

    Diretor de Thor: Ragnarok agradece cartaz de Liga da Justiça por “promover” Thor

    21 de novembro de 2017 /

    Taika Waititi não resistiu. O diretor de “Thor: Ragnarok” foi ao Twitter destacar e agradecer uma gafe do marketing de “Liga da Justiça”. É que a diagramação do texto do cartaz forma a palavra “Thor”. “Não sei de que forma comentar isso, além de… Obrigado?” O marketing de “Liga da Justiça” foi realmente cego, ignorando Superman em toda a promoção do filme, enquanto a imprensa inteira já antecipava o debate do bigode do ator Henry Cavill. Com a expectativa de marcar época, o filme estreou no fim de semana com a pior arrecadação entre os cinco lançamentos do universo cinematográfico da DC na América do Norte, apesar de liderar as bilheterias. I mean, I don't know how else to comment on this other than… Thanks??#SupportEachOther #SubliminalLove #ThorRagnarok #JLAssemble #Crossover #skuxlife @bradwinderbaum pic.twitter.com/Tl2Kp79ZHk — Taika Waititi (@TaikaWaititi) 21 de novembro de 2017

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  • Filme

    Criador de Samurai X é preso no Japão por posse de pornografia infantil

    21 de novembro de 2017 /

    Nobuhiro Watsuki, criador do mangá e anime “Rurouni Kenshin”, conhecido no Brasil como “Samurai X”, foi preso no Japão após ser acusado de posse de pornografia infantil. As informações são do jornal Yomiuri Shimbun e do site Yahoo Japan. De acordo com as reportagens, autoridades japonesas encontraram DVDs com vídeos de menores nuas no escritório e na casa do artista em Tóquio. As investigações apontam que Watsuki comprava conteúdo do tipo e assediava estudantes do ensino fundamental e médio. Segundo o Yahoo Japan, a polícia descobriu a coleção de Watsuki enquanto investigava outro caso. No japão, condenados por posse de pornografia infantil podem enfrentar até 1 ano de prisão e multas que chegam a 1 milhão de ienes (cerca de R$ 29 mil). Lançado em 1994, o mangá de “Samurai X” já rendeu série animada, animações em longa-metragem e três filmes com atores de verdade.

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  • Filme

    Lizzy Caplan será protagonista feminina do filme do mutante Gambit

    20 de novembro de 2017 /

    A atriz Lizzy Caplan (“A Entrevista”, série “Masters of Sex”) foi convidada a integrar o elenco do filme solo do mutante Gambit. Segundo a revista Variety, as negociações estão adiantadas para ela viver a protagonista feminista da trama, mas seu papel não foi revelado. Fãs dos quadrinhos dos X-Men sabem que há três opções proeminentes de personagens femininas na história de Gambit. A mais simples é Bella Donna, esposa do personagem em sua história de origem. Há também a ladra Genevieve, morta brutalmente por Dentes de Sabre, e a mutante Vampira, vista nos filmes dos X-Men interpretada por Anna Paquin. O reboot incorporado na trama de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” permitiria a troca de intérprete de Vampira, assim como justificaria a diferença entre o Gambit visto em “X-Men Origens: Wolverine” (interpretado por Taylor Kitsch) e a nova versão do anti-herói. Mas por ser uma história de origem, o filme deve se concentrar no passado de ladrão de Remy LeBeau, o Gambit, o que favoreceria a presença de Bella Donna, com quem ele se casou para cimentar uma aliança entre clãs de ladrões de Nova Orleans, antes de virar um X-Men. Criado por Chris Claremont e Jim Lee, o personagem teve sua primeira aparição numa revista dos X-Men de 1990 e será vivido no cinema por Channing Tatum (“Magic Mike”). A 20th Century Fox definiu a data de lançamento de “Gambit” em 14 de fevereiro de 2019. O roteiro mais recente é de Joshua Zetumer (“RoboCop” e “O Dia do Atentado”) e a direção está a cargo de Gore Verbinski (dos três primeiros “Piratas do Caribe”).

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  • Série

    Agents of SHIELD: Novo trailer traz aventura espacial e alienígenas clássicos da Marvel

    20 de novembro de 2017 /

    A Marvel divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Agents of SHIELD”, que vai se passar no espaço. A prévia promete episódios eletrizantes, com direito a alienígenas, naves espaciais e armas de raios. A sinopse oficial não fornece detalhes sobre os alienígenas. Diz apenas que, dando sequência ao cliffhanger da temporada passada, Coulson (Clark Gregg) acorda a bordo de uma nave e descobre que alguns, mas não todos, de seus agentes foram levados junto com ele para o espaço. Ao entrar em contato com outras pessoas na nave, eles descobrem que algo está terrivelmente errado, pois os demais acreditam que eles irão salvá-los. Apesar da falta de explicações, as criaturas mostradas lembram velhos conhecidos dos quadrinhos. Os seres azulados parecem os famigerados krees, raça invasora criada por Stan Lee e Jack Kirby nas páginas do Quarteto Fantástico em 1967, que é vinculada à origem da Capitã Marvel. Já os monstros que Mack (Henry Simmons) compara aos xenomorfos da franquia cinematográfica “Alien” tem o visual da Ninhada (the Brood), criada por Chris Claremont e Dave Cockrum numa história dos X-Men de 1982 – e que curiosamente também se defrontaram com a heroína que será vivida por Brie Larson no cinema. Além disso, há novos personagens humanos e inumanos, que já tiveram fotos individuais e descrições antecipadas. Os novos personagens são Deke (Jeff Ward, da série “Channel Zero”), um sobrevivente que ajuda as pessoas por um preço, Tess (Eve Harlow, de “The 100”), uma mulher autossuficiente e esperançosa, que lida com circunstâncias desesperadoras, Flint (Coy Stewart, de “Bella and the Bulldogs”), um inumano capaz de controlar pedras, e Grill (Pruitt Taylor Vince, de “Heroes: Reborn”), sujeito mal-humorado que não tem ilusões sobre o mundo em que vive. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia no dia 1º de dezembro pela rede ABC nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio duplo de duas horas de duração. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.

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  • Série

    Casamento do Flash é interrompido por nazistas em trailer do crossover épico das séries da DC

    20 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o novo pôster e o trailer épico do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. A prévia destaca a interrupção do casamento de Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton) por nazistas de outra dimensão. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover vai mostrar uma invasão dos supervilões de Terra-X, planeta de um universo paralelo em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, luta para derrotar o 3º Reich. A premissa também serve para introduzir o novo herói Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). Esta dimensão paralela foi introduzida em quadrinhos clássicos da Liga da Justiça justamente num crossover – com a Sociedade da Justiça – de 1973, que tem o mesmo título dos episódios televisivos e serviu para reintroduzir os Combatentes da Liberdade, heróis dos anos 1940, que DC adquiriu e relançou naquele evento, publicado em duas edições. Mas o crossover televisivo também inclui elementos de uma história mais antiga. Os supervilões da trama, apresentados como versões malignas do Arqueiro Verde, Flash e Supergirl, lembram o Sindicato do Crime. Criado pelo genial Gardner Fox (o Stan Lee da DC) em 1964, o Sindicato do Crime era a versão do mal da Liga da Justiça da Terra 3, outro mundo do multiverso em que Lex Luthor era o principal super-herói. A exibição de “Crisis on Earth-X” vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, com episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Veja também 100 fotos do crossover televisivo neste link.

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  • Filme

    Liga da Justiça leva quase 2 milhões de pessoas aos cinemas no Brasil

    20 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” lotou os cinemas em seu primeiro fim de semana no Brasil, vendendo cerca de 1,8M (milhões) de ingressos. O longa arrecadou R$ 32,6 milhões entre quinta-feira e domingo e superou a estreia de “Thor:Ragnarok”, que levou 1,4 milhão de pessoas aos cinemas em seu primeiro fim de semana. Os dados da consultoria ComScore confirmam que o Brasil foi um dos países em que os heróis da DC Comics fizeram mais sucesso, inclusive com o recorde de maior faturamento em dia de estreia de todos os tempos. Também pudera: o lançamento foi um dos maiores já feitos para um único filme do país, ocupando metade de todo o parque exibidor nacional. Em relação à arrecadação mundial, os Estados Unidos lideraram com US$ 96M, seguidos pela China com US$ 51,7M. Mas mercados importantes da Europa não tiveram os resultados esperados pela Warner, fazendo com que a soma internacional (todo o mundo menos Estados Unidos e Canadá) não conseguisse atingir a marca almejada de US$ 200M, obtida pelos lançamentos anteriores da DC Comics. O total bateu em US$ 185M. Assim, com a exceção dos resultados no Brasil, a Warner está sendo econômica em suas comemorações pela liderança das bilheterias. Com orçamento estimado em US$ 300M de produção, mais custos não revelados de marketing, “Liga da Justiça” precisará faturar mais que todos os outros filmes da DC, mas abriu com a menor bilheteria do universo cinematográfico da editora. Enquanto isso, “Thor: Ragnarok” segue ampliando seus rendimentos. O filme caiu para 2º lugar no Brasil, mas já foi visto por 5,6 milhões de espectadores no país. O longa da Marvel atingiu US$ 490,7M no mercado internacional e US$ 738M em todo o mundo (com Estados Unidos e Canadá).

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  • Filme

    Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M

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  • Filme

    Liga da Justiça se esforça, mas é batalha perdida na luta contra a Marvel

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” é um monstro fabricado pela indústria cultural com duas cabeças. Seu corpo quer ir na direção conduzida por Zack Snyder, o principal diretor dos filmes da DC, mas sua boca fala com a voz de Joss Whedon, artífice do estilo cinematográfico da Marvel. O resultado junta o pior de um com o pior do outro. E tem tudo para desagradar aos fãs de ambos. Produzido em meio à pressão das críticas negativas de “Batman vs Superman” (2016) e o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017), o lançamento que deveria ser o ponto alto da DC no cinema se tornou um fiasco. E aconteceu por vontade da própria Warner. Embora planejado com grande antecedência por Zack Snyder, desde o lançamento de “O Homem de Aço” (2013), “Liga da Justiça” perdeu o diretor na reta final. Ele abriu mão do controle da obra devido à morte de sua filha, no começo de 2017, o que permitiu a Warner fazer o que secretamente sempre quis desde o sucesso de “Os Vingadores”: convocar o diretor daquele filme para transformar “Liga da Justiça” num filme da Marvel. Só que, ao contrário de “Os Vingadores”, Whedon não criou um filme do nada, ainda que seu ego tenha forçado a Warner a abrir a carteira para bancar muitas refilmagens de cenas importantes. Há claramente mais humor em cena, marca de Whedon, que contrasta com as tramas de paisagens sombrias, cores esmaecidas e carga solene que caracterizam metade do filme – e todos os lançamentos de super-heróis da Warner até então. As trevas são fruto da passagem de Christopher Nolan por três filmes bem-sucedidos de Batman. Nolan também produziu “O Homem de Aço” e apadrinhou Snyder, que desde “Watchmen” (2009) vem sepultando sob cinzas o mundo impresso a quatro cores dos quadrinhos. Não há dúvidas de que sua estética definiu o universo DC, especialmente após o fracasso de “Lanterna Verde” (2011) – que chegou a inspirar rumores de um memorando proibindo piadas nos filmes de super-heróis da companhia. Toda essa seriedade entrou em cheque diante do sucesso da Marvel com obras cada vez mais cômicas. A estratégia mostrou-se insustentável após “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” serem destruídos pelos críticos e renderem bem menos que as produções rivais. A repercussão do mais leve e divertido “Mulher-Maravilha” confirmou a necessidade de mudança de paradigma. Mesmo assim, “Liga da Justiça” tinha começado sua produção antes da estreia da heroína, de modo que foi necessária uma intervenção, tragicamente, para mudar a condução do filme em sua reta final. Mas o contraste entre as visões díspares de Snyder e Whedon gera atritos, e principalmente exageros de um lado e do outro. Assim, o humor da “Liga da Justiça” traz cenas constrangedoras, como uma queda de Mulher-Maravilha sobre o Flash, que é uma piada machista pouco condizente com a personagem. Mesmo assim, há paralelos entre “Liga da Justiça” e “Os Vingadores”, especialmente em relação à estrutura do roteiro, em que um grupo de heróis precisa se unir para impedir a invasão de um exército alienígena. Mas se “Os Vingadores” tinha Loki, “Liga da Justiça” apresenta Lobo da Estepe, um vilão genérico escalado pelo roteiro original de Chris Terrio, que nem a computação gráfica do século 21 diferencia da criatura encarnada por Tim Curry na fábula juvenil “A Lenda”, de 32 anos atrás. Eis o ponto mais negativo da produção: apesar do orçamento estimado em US$ 300 milhões, grande parte dos efeitos visuais parecem amadores. Algumas situações foram forçadas por Snyder, como a decisão de criar o uniforme do Ciborgue por computação gráfica – já tinha dado “tão certo” em “Lanterna Verde”, que o ator Ryan Reynolds fez piada disso em “Deadpool”… Mas para ficar ainda pior, as refilmagens ainda tiveram que apagar digitalmente umo bigode do intérprete de Superman. Como Henry Cavill estava filmando “Missão Impossível 6”, reapareceu com um bigode quando foi reconvocado por Whedon. Impedido contratualmente de cortá-lo enquanto não terminasse “MI6”, Cavill precisou ter os pelos faciais cobertos por efeitos visuais, que se transformaram num novo problema – e meme. Os retoques deformaram a boca do ator. E isso não foi escondido por Whedon, que lhe deu inúmeros closes. O fato da boca digital ser vista de forma tão proeminente também serve para quantificar o tamanho das refilmagens comandadas pelo segundo diretor. Aparentemente, Superman não deveria aparecer muito no filme que Snyder estava fazendo. O que ajuda a explicar o marketing autista da Warner, que tratou a participação do personagem como spoiler. Mesmo diante das inúmeras entrevistas de Cavill sobre o papel, o herói não apareceu em nenhum trailer oficial. Em compensação, Gal Gadot voltou a demonstrar porque deu tão certo em “Mulher-Maravilha”. A atriz israelense, que luta para falar inglês durante suas entrevistas, não tem a menor dificuldade em incorporar a heroína. Seu carisma é impressionante e consegue personificar o que o inconsciente coletivo imagina sobre a personagem. Jason Momoa também apela para o carisma para dar vida a Aquaman, enquanto o Flash de Ezra Miller se destaca por ser o alívio cômico da equipe. A mudança de tom nas cenas do velocista é tão brusca que até o Batman de Ben Affleck rende piadas. Curiosamente, o que mais destoa desse conjunto é Ciborgue, interpretado pelo ator de teatro Ray Fisher. Seja por conta de seu traje criado por computador, seja por culpa do roteiro ou da edição à fórceps de Whedon, o personagem parece estar em cena apenas por cota racial. Não tem praticamente nenhuma cena importante. Como em “Batman vs. Superman”, “Liga da Justiça” também é repleto de coadjuvantes de luxo sub-aproveitados. Amy Adams, Jeremy Irons, Diane Lane, Connie Nielsen e J.K. Simmons também não fazem quase nada na produção, além de cumprir obrigação contratual. Não por acaso, o longa parece mesmo produto feito por obrigação, mais que uma oferta de diversão. Seus bastidores tumultuados – provavelmente ainda mais tumultuados do que se sabe – refletem como a Warner se vê acuada diante do sucesso da Marvel. Tendo um catálogo de super-heróis mais populares que os da rival, deveria poder realizar filmes tão ou mais bem-sucedidos. Mas é confrontada pelo fato de até um herói B como Thor se sair melhor que sua coleção de heróis classe A. Entre Snyder e Whedon há um abismo de possibilidades. Lógico que o esforço de juntar suas visões conflitantes jamais daria liga. Salvam-se algumas boas sequências (provavelmente de Snyder!) numa produção que, bem antes da estreia, já se configurava como um esforço de contabilidade – para fechar as contas fora do vermelho. O fato de haver uma cena pós-créditos – algo comum nas produções da Marvel, mas raro nos lançamentos da DC – reitera que o estúdio insistirá para tentar acertar seus super-heróis, quem sabe desde o começo da próxima vez. Afinal, não é possível errar tanto, tantas vezes, com o segmento que mais dá certo em Hollywood.

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  • Série

    Happy!: Série insana com Christopher Meloni ganha novo comercial

    18 de novembro de 2017 /

    O canal pago Syfy divulgou um novo comercial de “Happy!”, que destaca o tom alucinógeno, violento e absolutamente insano da série. A trama combina a pior ressaca do mundo com muitos tiros, sangue e um unicórnio animado. “Happy!” é baseada nos quadrinhos de Grant Morrison e Darick Robertson, e gira em torno de Nick Sax (Chris Meloni, da série “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passa os dias enchendo a cara, até ter uma experiência de quase morte, quando passa a ver um unicórnio azulado e feliz, chamado Happy (voz de Patton Oswalt, da série “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário de uma menininha raptada, que procura a ajuda de Sax para salvá-la. O próprio Morrison escreveu o piloto em parceria com o cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”), que, por sua vez, também dirigiu o primeiro episódio. A estreia está marcada para 6 de dezembro.

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  • Etc

    Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox

    18 de novembro de 2017 /

    O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.

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  • Série

    Veja 100 fotos do novo crossover das séries Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow

    18 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou mais de uma centena de fotos do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover registra um ataque interdimensional de supervilões da Terra-X durante o casamento do Flash. As imagens disponibilizadas incluem todos os quatro episódios da história, revelando inúmeros spoilers, como a cena da interrupção do casamento de Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton), o rapto da noiva e da madrinha Felicity (Emily Bett Rickards), a identidade dos supervilões (versões malvadas dos protagonistas, vindos de uma Terra paralela), a participação do “Cidadão” Frio (Wentworth Miller), a estreia do super-herói Ray (Russell Tovey, da série inglesa “Being Human”) e o final feliz, com o resgate das mocinhas e a reunião do supertime campeão na famigerada pose enfileirada de final de campeonato. Nos quadrinhos da DC, Terra-X existe numa dimensão em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutou para derrotar o 3º Reich até os anos 1970. O novo herói Ray é um desses personagens. O crossover vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, com a exibição dos episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Supergirl: “Crisis On Earth-X, Part One” Arrow: “Crisis On Earth-X, Part Two” The Flash: “Crisis On Earth-X, Part Three” Legends of Tomorrow: “Crisis On Earth-X, Part Four”

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