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  • Série

    Alan Ritchson e Minka Kelly são Rapina e Columba em foto da série dos Novos Titãs

    15 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Depois de mostrar o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, é a vez de Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) aparecerem como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. À exceção de Ravena, os produtores escalaram intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Segundo o a sinopse oficial, a produção vai girar em torno de Dick Grayson (Thwaites), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman.

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  • Filme

    Disney promete manter Deadpool proibido para menores

    14 de dezembro de 2017 /

    A Disney está disposta a quebrar sua regra de não produzir filmes “R-rated” (para maiores) após a aquisição da Fox. Falando com a mídia americana sobre os desdobramentos da compra, o CEO da Disney, Bob Iger, abordou diretamente o futuro de “Deadpool”, a franquia do super-herói que fala palavrões e mostra a bunda no cinema. “‘Deadpool’ claramente é e será marca da Marvel. Mas pensamos que pode haver uma oportunidade para uma marca adulta da Marvel para algo como ‘Deadpool'”, disse Iger. “Uma vez que pudermos deixar claro para o público o que esperar, pensamos que podemos lidar com isso”. A Fox teve grande sucesso nos últimos dois anos com filmes “R-rated” da Marvel. Além dos US$ 783 milhões mundiais conquistados por “Deadpool” em 2016, “Logan” também foi um sucesso comercial e crítico neste ano, com US$ 616 milhões em todo o mundo. Ambos são considerados filmes que revitalizaram o gênero dos super-heróis, dando ao público algo novo. Se antes havia ceticismo em relação aos planos da Disney de continuar estas experiências, a declaração de Iger deve acalmar, ao menos provisoriamente, os fãs mais alarmados da Marvel. Entre eles, o ator Ryan Reynolds, intérprete do próprio Deadpool, que fez várias piadas sobre a compra da Fox pela Disney nas redes sociais. Nesta quinta, ele postou uma nova, com uma foto do herói sendo preso, após alegada tentativa de explodir a Disneylândia – num trocadilho com a palavra “blow” em inglês e o nome da montanha de gelo do parque. Apparently you can’t actually blow the Matterhorn. pic.twitter.com/2bEAAcZrUv — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 14, 2017

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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  • Filme

    Star Wars: Os Últimos Jedi monopoliza os cinemas com sua Força

    14 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” chega aos cinemas como uma Estrela da Morte, ocupando 1,3 mil salas sem dar chances à concorrência. Para as demais estreias desta quinta (14/12), sobra apenas o circuito limitado. A maioria são documentários brasileiros de personalidades, quase uma programação de TV educativa. Mas um dos lançamentos mais esperados do ano acabou sacrificado, com uma distribuição ridícula em apenas 10 telas. Saiba mais sobre as novidades da programação abaixo. E não esqueça de clicar nos títulos para assistir aos trailers de cada filme. Com a demonstração da Força de sua distribuição, o oitavo filme da saga espacial está posicionado para quebrar recordes de bilheterias. O novo “Star Wars” já é uma unanimidade entre a crítica, contando atualmente com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Repleto de surpresas e reviravoltas, o filme acompanha a evolução de Rey (Daisy Ridley), que busca se tornar pupila do último jedi Luke Skywalker (Mark Hamill). Sim, a tradução brasileira de “the last jedi” está errada. Além de Rey, a trama também desenvolve bastante e humaniza os personagens de Kylo Ren (Adam Driver) e Finn (John Boyega), e marca a despedida cinematográfica da atriz Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia, que faleceu após terminar suas filmagens. A produção agradou tanto que a Lucasfilm encomendou uma nova trilogia ao diretor e roteirista Rian Johnson. Em compensação, poucos terão acesso à melhor estreia do circuito limitado. Aguardadíssimo, “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” chega em apenas uma dezena de salas. E olha que seu tema é popularíssimo: a história “secreta” da origem da Mulher-Maravilha. A trama acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da personagem foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas da história real, e tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Candidato da Suíça a uma vaga no Oscar 2018, “Mulheres Divinas” é a última ficção recomendada da semana. O filme também é sobre mulheres-maravilhas da vida real. Ambientado em 1971, conta a história de uma jovem dona de casa, casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suíço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto nem diversos direitos às mulheres. Inconformada com a opressão, Nora decide liderar uma campanha pelo voto feminino – com 70 anos de atraso em relação às sufragistas originais. Mistura de comédia e drama histórico, registra 83% no Rotten Tomatoes e ainda venceu os prêmios do Público e de Melhor Atriz no Festival de Tribeca. Como de praxe, a proximidade do Natal inspira programação religiosa. “Jesus – A Esperança” é uma versão da Paixão de Cristo produzida no Brasil. E “O Poder e o Impossível” transforma uma tragédia verídica numa história edificante de descoberta da fé. No filme americano, um atleta de hóquei viciado e descrente se perde numa nevasca ao ir sozinho fazer snowboarding, tem as pernas apodrecidas pelo frio intenso e passa a considerar sua salvação um milagre cristão. A crítica americana não levou fé, dando apenas 25% de aprovação. Os demais lançamentos são todos documentários. O mais interessante é o francês “Lumière! – A Aventura Começa”, que reúne os primeiros filmes (curta-metragens) da história do cinema, filmados pelos irmãos Lumière, inventores do cinematógrafo. O material foi remasterizado em 4k, ganhou nitidez impressionante e é acompanhado por comentários de Thierry Frémaux, que é diretor do Festival do Cannes e também preside o Instituto Lumière. Dos quatro documentários biográficos nacionais, só um foge da fórmula de depoimentos e imagens de arquivo, que iguala filme a programa de televisão. É “Cora Coralina – Todas as Vidas”, que dramatiza trechos da vida da escritora e reúne atrizes para declamar seus textos, entre as imagens de arquivo e os depoimentos. A programação se completa com “Silêncio no Estúdio”, que conta a história da apresentadora Edna Savaget, pioneira dos programas femininos da TV brasileira, “Tudo É Projeto”, sobre o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, e “Coragem! – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns”, biografia do Cardeal brasileiro que se destacou por defender os direitos humanos durante o regime militar.

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  • Filme

    Diretor já começou a trabalhar no projeto do terceiro Kingsman

    13 de dezembro de 2017 /

    O supervisor de efeitos especiais de “Kingsman: O Círculo Dourado”, Angus Bickerton, afirmou que o diretor Matthew Vaughn já está trabalhando no terceiro filme da franquia. A novidade foi revelada durante entrevista ao ComicBookResources: “Tivemos conversas breves com Matthew sobre isso… ele tem planos.” Em maio, o próprio cineasta já comentara que tinha uma história em mente para mais um longa e que a colocaria no papel em breve. “Quando estávamos escrevendo ‘Kingsman 2’, nós começamos a pensar em ‘Kingsman 3’, o que é bem esquisito”, ele disse, de acordo com o relato do site Deadline. “Nós temos uma ótima ideia para o terceiro filme. O segundo serve de ponte e, se conseguirmos bom resultado, nós faremos mais um”, declarou o cineasta. “Kingsman: O Círculo Dourado” estreou em setembro e fez US$ 395 milhões em todo o mundo, pouco menos que o primeiro filme, “Kingsman: Serviço Secreto”, que rendeu US$ 414 milhões.

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  • Filme

    Woody Harrelson negocia papel no filme do supervilão Venom

    13 de dezembro de 2017 /

    O ator Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) está em negociações para integrar o elenco de “Venom”, filme do supervilão do Homem-Aranha que terá Tom Hardy (“Dunkirk”) como protagonista. As informações são do site da Variety, que não conseguiu descobrir o papel que ele irá interpretar, assim como se mantém em sigilo os personagens que serão vividos por Riz Ahmed (“Rogue One”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Jenny Slate (série “Married”), anteriormente anunciados. Caso Harrelson assine o contrato, a produção marcará seu reencontro com o diretor Ruben Fleischer, que o comandou no divertido “Zumbilândia” (2009). O roteiro é da dupla Scott Rosenberg e Jeff Pinkner, que criaram juntos a série “Zoo” e assinam a história de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. As filmagens já começaram e a estreia está marcada para outubro de 2018 nos cinemas mundiais.

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  • Série

    Série do super-herói Raio Negro ganha novos pôster e trailer

    13 de dezembro de 2017 /

    A rede CW divulgou um novo pôster e mais um trailer de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra o protagonista interrompendo sua aposentadoria, o que será o tema da 1ª temporada, enquanto a arte também destaca suas filhas. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o herói foi batizado no Brasil como Raio Negro, apesar deste nome já identificar um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também estreou na TV americana recentemente. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e deverá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce. Além de existir no mesmo universo das séries de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia está marcada para 16 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série do Justiceiro é renovada para a 2ª temporada

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix renovou a série “O Justiceiro” (The Punisher) para a 2ª temporada. O anúncio foi feito pelo Twitter, três semanas após a estreia da atração, que dividiu a crítica, mas agradou aos fãs. A série encerrou o arco de vingança do personagem, introduzido em sua participação em “Demolidor”, e a próxima temporada deve lidar com uma trama diferente. A produção é o sexto lançamento bem-sucedido da Marvel na Netflix, após “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Os Defensores”, e se diferencia por ser a mais violenta de todas. “Acho que o que nós tentamos mostrar com essa série é o custo da violência, a angústia que a violência pode causar”, disse Jon Bernthal, intérprete do Justiceiro, para a agência Reuters. “Essa não é uma série de super-heróis onde caras são espancados e não há repercussão emocional ou física. Quando homens apanham na nossa série, você vê eles sangrarem, você vê eles sofrendo”, acrescentou. Vale avisar ao leitor que esta tal “repercussão” só dura até o final de cada episódio. O protagonista pode ser torturado, levar tiros e ficar à beira da morte diversas vezes, apenas para levantar da cama e entrar em nova briga no episódio seguinte. De certo modo, isto é até menos realista que as brigas dos super-heróis invencíveis dos quadrinhos. Ainda não há previsão para o começo das gravações dos novos episódios, mas o Justiceiro pode retornar antes da estreia de sua 2ª temporada, já que as séries da Marvel são interligadas. O Frank estava só começando. Marvel – O Justiceiro confirmado pra mais uma temporada. pic.twitter.com/tf1t0vVw0h — Netflix (@NetflixBrasil) December 12, 2017

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  • Série

    Série Happy! registra maior estreia do canal pago SyFy desde The Magicians

    12 de dezembro de 2017 /

    A exibição do primeiro episódio da série “Happy!” registrou o melhor desempenho de uma produção original do canal pago americano Syfy em 2017 e sua maior estreia desde “The Magicians”, em janeiro de 2016. “Happy!” foi ao ar na quarta (6/12) diante de 1,1 milhão de telespectadores ao vivo e 0,4 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), mas aumentou em quase 60% o público com reprises nos primeiros três dias da exibição. Ao todo, o episódio de estreia foi visto 1,7 milhão de vezes nos Estados Unidos e também teve enorme repercussão nas redes sociais, recebendo espantosas 212 milhões de menções no Twitter. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Grant Morrison e Darick Robertson, e gira em torno de Nick Sax (Chris Meloni, de “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passa os dias enchendo a cara, até ter uma experiência de quase morte, quando passa a ver um unicórnio azulado e feliz, chamado Happy (voz de Patton Oswalt, de “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário de uma menininha raptada, que procura a ajuda de Sax para salvá-la. O próprio Morrison escreveu o piloto em parceria com o cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”), que, por sua vez, também dirigiu o episódio inaugural.

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  • Filme

    Trailer japonês de Pantera Negra destaca efeitos visuais com muitas cenas inéditas

    12 de dezembro de 2017 /

    A Marvel divulgou o trailer japonês de “Pantera Negra”, repleto de cenas inéditas. A prévia destaca os efeitos visuais da produção, com uma dúzia de cenas com naves voadoras que podem levar o público a confundir a aventura africana com uma sci-fi espacial ao estilo de “Guardiões da Galáxia”. Entre as novidades, há também a armadura do vilão Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), similar à do herói. A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Martin Freeman (reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Andy Serkis (também retomando o vilão visto em “Capitão América: Guerra Civil”). “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Walking Dead: Rick diz que Negan é o próximo a morrer no trailer da metade final da 8ª temporada

    11 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer do próximo episódio de “The Walking Dead”, que só será exibido em fevereiro. Já legendado por fãs, o episódio marca o começo da metade final da 8ª temporada e traz cenas de combate entre os Salvadores e seus inimigos, com Rick (Andrew Lincoln) dizendo para Negan (Jeffrey Dean Morgan) que ele é o próximo a morrer. Este, porém, não é o desfecho do conflito, segundo adiantou Chandler Riggs, o intérprete de Carl, ao sair da série. A 8ª temporada de “The Walking Dead” só voltará a exibir episódios inéditos em 25 de fevereiro. No Brasil, a série é transmitida pelos canais pagos Fox e Fox Premium (sem intervalos).

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  • Filme

    Pai de Chandler Riggs ataca produtor de The Walking Dead nas redes sociais

    11 de dezembro de 2017 /

    A saída do ator Chandler Riggs, intérprete de Carl, da série “The Walking Dead” motivou um ataque furioso de seu pai contra o produtor Scott M. Gimple. “Ver Gimple despedir meu filho duas semanas antes de seu aniversário de 18 anos, e depois de lhe dizer que desejava que ele continuasse na série pelos próximos três anos, foi decepcionante”, escreveu o pai de Riggs no Facebook. “Eu nunca confiei em Gimple ou no canal AMC, mas Chandler confiava. Eu sei o quanto isso o machucou. Mas nós também sabemos como tivemos sorte de fazer parte de tudo isso e apreciamos todo o amor dos fãs durante todos esses anos”. Após expressar seu desgosto, William Riggs apagou o post. Mas ele pode ser visto em cópia abaixo. Ao final, o próprio Chandler deixou clara sua insatisfação numa entrevista publicada pelo site The Hollywood Reporter logo após o episódio ir ao ar. Confira os detalhes aqui.

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