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    Esvaziada, San Diego Comic-Con aponta futuro da indústria de forma diferente da imaginada pelos nerds

    19 de julho de 2018 /

    Começa nesta quinta (19/7) a San Diego Comic-Con, que até poucos anos atrás era apenas Comic Con. Como os blockbusters que promove, ela também virou franquia, ganhou spin-offs e versões estrangeiras. Mas, sim, há muito tempo deixou de ser a Comic Con que surgiu para celebrar o amor de um grupo de fãs pelos quadrinhos. Descrita pela revista Rolling Stone como o “Super Bowl das pessoas que não gostam do Super Bowl”, a San Diego Comic-Con é, na verdade, o intervalo do Super Bowl estendido por um fim de semana inteiro. Um lugar de comerciais e comércio potencializado, onde se paga para entrar, para fazer compras, para pegar autógrafo, para tirar foto. A programação está cheia de painéis identificados não por produtos da cultura pop, mas pelas empresas que os fabricam. O painel da Sony, da Warner, etc. Que desfilam entrevistas cronometradas e corridas, nas quais elencos não tem tempo para dizer nada, e que transformam em frisson propagandas de filmes, séries, quadrinhos, games e brinquedos. A única coisa espontânea e original deste negócio são os fãs, que acreditam se identificar com um nicho cultural ao vestir fantasias de seus personagens favoritos, felizes por desfilar nos corredores lotados do pavilhão de convenção de San Diego. Para eles, a Comic Con é a semana do orgulho nerd. Ícone máximo dessa geração, a Marvel ficou de fora do evento deste ano. A empresa tinha sido responsável por um dos últimos momentos de excitação espontânea gerada na Comic Con, ao usar o palco principal do evento para apresentar, um a um, os Vingadores que chegariam ao cinema em 2012. Mas a Disney tem um faro que nenhum outro estúdio possui. Assim como quer ter seu próprio serviço de streaming para competir com a Netflix, também já faz sua própria Comic Con, que tende a se tornar cada vez mais popular. Com reforço de marketing – e, quem sabe, troca para um nome melhor – , a D23 Expo pode ficar maior que a Comic Con, simplesmente por reunir Marvel, Lucasfilm, Pixar e em breve as atrações da Fox, sem falar das próprias produções do estúdio. Sem essa fatia significativa do mercado geek, a Comic Con 2018 já gera menor interesse que nos anos passados, colocando sua ênfase nas produções da Warner baseadas nos quadrinhos da DC Comics, que têm, à exceção da “Mulher-Maravilha”, fracassado no cinema. Caso tivesse se saído bem, talvez até a Warner considerasse realizar seu próprio evento – já que é responsável pela maioria dos painéis de cinema e TV, além da própria decoração da “feira”. Afinal, a D23 já é reflexo da percepção de como essas convenções de fãs funcionam como peças publicitárias importantes. São os upfronts nerds, em que se estabelecem as estratégias de marketing, aferem-se preferências do público, analisam-se alcance dos títulos nas mídias sociais e prepara-se o mercado para cada produto-evento anunciado, fomentando expectativas de pré-venda de ingressos, interesse em intervalos comerciais, reserva de mais salas de cinema, patrocínios em produtos, etc. A ascensão do streaming trouxe uma nova palavra-chave para o mercado: direct-to-consumer – ou D2C, na sigla do jargão publicitário. E não há nada mais direto ao consumidor, no marketing atual, que eventos como a Comic Con, em que executivos podem oferecer seus produtos diretamente para quem vai consumi-los e ver a reação in loco. Vai haver muitas notícias, muitas aspas, muitos trailers, muitas revelações de novos produtos nos próximos dias em San Diego, quando a indústria cultural baterá bumbo e assoprará apitos para vender o que investiu milhões e milhões para produzir. E grande parte da imprensa, infelizmente cooptada, achará que se trata de um carnaval nerd. Não é. É a indústria funcionando da forma mais fria, mecânica e calculada possível. Bem-vindos à San Diego Comic-Con 2018. Pode ser uma das últimas da Fox. E, quem sabe, aquela em que as empresas rivais notarão como a estratégia da Disney a mantém líder disparada das bilheterias, sem a Comic Con.

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  • Série

    Atriz de Mulher-Maravilha entra na série The Walking Dead

    18 de julho de 2018 /

    A produção de “The Walking Dead” anunciou a escalação de mais uma integrante do grupo de Magna, que vai chegar em Alexandria na 9ª temporada. A atriz Eleanor Matsuura, que viveu uma das amazonas de “Mulher-Maravilha” e a Baronesa Chau na série “Into the Badlands”, será a intérprete de Yumiko, personagem importante na próxima “guerra total” da série, contra os Sussurradores. Ela se junta a Lauren Ridloff (“Sem Fôlego”), intérprete de Connie, a primeira personagem nova escalada – com a diferença que, na TV, Connie será surda. O grupo de Magna apareceu nos quadrinhos na edição seguinte ao desfecho da guerra contra Negan, que é exatamente o ponto em que a 8ª temporada foi encerrada. Yumiko é a namorada de Magna, formando o primeiro casal lésbico da publicação original em quadrinhos. A produção ainda não escalou Magna, a líder destas novas sobreviventes. A 9ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Super-herói brasileiro O Doutrinador combate a corrupção em novas fotos e trailer repleto de ação

    17 de julho de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou pôsteres de personagens, fotos e o trailer completo do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia mostra a raiva do protagonista, ao ver a filha ferida sem atendimento num hospital. A partir daí ele se transforma, com máscara e uniforme pretos, buscando vingança contra os corruptos do país. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para outra avalanche de imagens extraídas dos noticiários e também dos cartuns recentes, como o politico corrupto que ri sozinho na frente de um copo de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para setembro, em plena campanha presidencial, e a história deve continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.

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  • Série

    Batwoman deve ganhar série própria após crossover do Arrowverse

    17 de julho de 2018 /

    A heroína Batwoman pode ganhar uma série interligada ao Arrowverse, o universo dos super-heróis da DC Comics que faz parte da programação da rede americana CW. A novidade foi divulgada após o canal anunciar que a personagem iria aparecer no crossover anual entre “The Flash”, “Arrow”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. A ideia é aproveitar a audiência geralmente recorde desse tipo de evento como ponto de partida da nova série. Além das séries citadas, a rede CW ainda exibe “Black Lightning” com outro herói da DC Comics: Raio Negro. Todas as séries são produzidas por Greg Berlanti, que desenvolve mais duas atrações de super-heróis para o serviço de streaming DC Universe – “Titans” (dos Novos Titãs) e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino). Caso o projeto emplaque, “Batwoman” será a 15ª série do produtor – não da carreira, mas – a ir ao ar em 2019. Um recorde histórico. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Os produtores estão atualmente em busca de uma intérprete para a personagem, que será lésbica assumida na série, assim como nos quadrinhos. A preferência é justamente por uma atriz que seja lésbica de verdade. Mas a lógica de escalação de elenco das demais séries da DC Comics também sugere uma atriz negra. Afinal, Batwoman é ruiva nos quadrinhos – e veja-se o que aconteceu com os ruivos Jimmy Olsen, Miss Marte, Iris Allen, Kid Flash/Wally West e até a vindoura Estelar em “Titans”. A introdução de Batwoman no crossover marcará a primeira vez que a heroína ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que ela foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. É interessante reparar que esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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  • Filme

    Primeiro pôster de Aquaman traz Jason Momoa cercada por tubarões

    16 de julho de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Aquaman”, que traz Jason Momoa no papel-título, de tridente em punho e em meio a cardumes de tubarões de todos os tipos, orcas, arraias, golfinhos e até tartarugas. O filme contará a origem do herói apresentado em “Liga da Justiça” com a presença de vários personagens clássicos dos quadrinhos, como Mera, vivida por Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”), o vilão Arraia Negra (também chamado de Manta Negra na tradução nacional), encarnado por Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”), o maligno Mestre dos Oceanos, interpretado por Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), o conselheiro Vulko, vivido por Willem Dafoe (“Projeto Flórida”), a rainha Atlanna, interpretada por Nicole Kidman (“Lion”) e Thomas Curry, papel de Temuera Morrison (“Lanterna Verde”). Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), o próximo filme de super-herói da DC Comics tem estreia marcada para dezembro.

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  • Série

    Atriz de Sem Fôlego dará vida à primeira personagem surda da série The Walking Dead

    16 de julho de 2018 /

    Os produtores de “The Walking Dead” revelaram a primeira novidade do elenco da 9ª temporada. A atriz Lauren Ridloff foi escalada para viver a personagem Connie, que é importante nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia. Connie faz parte de um pequeno grupo de sobreviventes liderado por Magna, que chega à cavalo para viver em Alexandria exatamente na edição seguinte à derrota de Negan. A Connie da série será diferente da personagem dos quadrinhos, por ser surda e usar a linguagem de sinais para se comunicar. Isto poderá se provar um problema para a sobrevivência da personagem se a trama seguir os rumos da trama de Kirkman, durante a guerra contra os Sussurradores. Lauren Ridloff é realmente surda e já foi modelo, antes de ganhar projeção com a nova montagem de “Filhos do Silêncio”, na Broadway, pela qual foi indicada ao Tony Awards 2018. Ela também estrelou o filme “Sem Fôlego”, de Todd Haynes, no ano passado. A 9ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro, em data ainda não revelada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Diretor revela trabalho de pós-produção no trailer de Aquaman

    16 de julho de 2018 /

    A divulgação de “Aquaman” começa a esquentar com a expectativa do lançamento do primeiro trailer na San Diego Comic-Con, nesta semana. E para atiçar ainda mais os fãs, o diretor James Wan postou em suas redes sociais uma foto do trabalho de pós-produção da prévia, que revela o herói vivido por Jason Momoa com o tridente em punho, num clima épico. “Trabalhando em hora extra para dar os toques finais para esta próxima semana”, diz o texto de Wan. Próximo filme de super-herói da DC Comics, “Aquaman” tem estreia marcada para dezembro. ‪Working overtime to put the finishing touches for this coming week!! Eeeeeee ? #SDCC2018‬ Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 15 de Jul, 2018 às 8:43 PDT

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  • Filme

    Nova animação de Asterix ganha primeiro trailer

    15 de julho de 2018 /

    O estúdio SND divulgou o pôster e o trailer de “Asterix e o Segredo da Poção Mágica”, nova animação francesa baseada nos famosos personagens de René Goscinny e Albert Uderzo. Diferente das anteriores, trata-se de uma aventura sem existência prévia em quadrinhos. É a segunda trama de Asterix, Obelix e cia. criada especificamente para o cinema, mas vale lembrar que a anterior, “Os 12 Trabalhos de Asterix”, foi concebida pelos próprios autores dos quadrinhos, no já distante ano de 1976. A história foi escrita pelos codiretores do filme, Alexandre Astier e Louis Clichy. Os dois repetem a bem-sucedida parceria de “Astérix e o Domínio dos Deuses”, longa que retomou as animações de Asterix em 2014, introduzindo computação gráfica na estilização dos gauleses irredutíveis. Na nova jornada, Asterix e Obelix precisam cruzar a Gália para encontrar um druida que possa herdar os conhecimentos de Panoramix, o velho druida da vila dos heróis, que ficou doente. E isso pode atrapalhar os gauleses em sua luta contra os romanos. Afinal, o que aconteceria se eles ficassem quem soubesse preparar a poção secreta que lhes dá superforça? O filme estreia em 5 de dezembro na França e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Diretor de Warcraft indica que vai adaptar os quadrinhos de Rogue Trooper

    15 de julho de 2018 /

    O diretor Duncan Jones, filho do cantor David Bowie e responsável por “Warcraft”, anunciou no Twitter que seu próximo filme será um projeto baseado em quadrinhos. Ele não deu pistas sobre qual projeto estaria envolvido, dando apenas um teaser para aguçar a curiosidade do público. Seria uma adaptação de quadrinhos “bastante especial”, disse apenas. Mas não demorou para subir o véu, revelando um vídeo em que cita as diversas possibilidades que poderiam abranger o projeto. Ao final, vem a pista, ao tirar o chapéu e revelar um moicano verde. Seria uma referência a The Savage Dragon, super-herói da Image Comics? Um resgate da Tank Girl, anti-heroína inglesa que já teve um filme em 1995? Ou algo ainda mais obscuro para quem não acompanha a indústria internacional de quadrinhos, como… Rogue Trooper! Tudo aponta para a última alternativa, considerando que a publicação é britânica como o diretor e bastante cultuada no Reino Unido. Além disso, o Twitter oficial da editora 2000 AD, que publica “Rogue Trooper”, se manifestou logo após o vídeo, exclamando que “Teremos ‘Rogue Trooper’ com um dos melhores diretores atuais”. E se ainda havia dúvidas, o post seguinte confirmou: “Outro efeito de Duncan Jones assumir o moicano é que… muitos novatos estão pedindo recomendações de quadrinhos da 2000 AD”. Criado por Gerry Finley-Day e Dave Gibbons (o cocriador de “Watchmen”), “Rogue Trooper” surgiu nas páginas da antologia sci-fi “2000 AD” (que também lançou “Judge Dredd”) em 1981 como um super-soldado de pele azul super-resistente, fabricado num laboratório genético, que tem como equipamento principal biochips com as personalidades de outros soldados – em sua arma, capacete e mochila – e a missão de matar o Traidor Geral de seu planeta. Apesar do frisson causado na Inglaterra pela revelação – bem mais comemorada que o desempenho da Seleção Inglesa na Copa do Mundo – , vale lembrar que Jones ganhou projeção com “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011), mas seus filmes seguintes não conseguiram a mesma receptividade positiva. O mais recente foi “Mute”, lançado na Netflix em fevereiro, que obteve apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja abaixo os tuítes originais. A little nervous about this, but hell, nervous is where the fun is!I’m going to be making a comic book movie next! A pretty special one.That’s the initial tease… Second tease to come in a few days! — Duncan Jones (@ManMadeMoon) July 12, 2018 As promised… pic.twitter.com/6y3pzn2Cn1 — Duncan Jones (@ManMadeMoon) July 15, 2018 We’re getting Rogue Trooper from one of the best directors working today. It’s only taken 37 years to get him to the screen….will be absolutely worth the wait. @ManMadeMoon, you have made a lot of us very, very happy today pic.twitter.com/lJHeBZOlxD — Dredd Universe (@dredduniverse) July 15, 2018 Another element of @ManMadeMoon taking on the mohawked one is that a hell of a lot more people are about to get into @2000AD. Already being asked by newbies for recommendations. This is great news all round. Could start a snowball rolling downhill. — Dredd Universe (@dredduniverse) July 15, 2018

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    Hotel Transilvânia 3 estreia em 1ª lugar, enquanto Arranha-Céu se queima na América do Norte

    15 de julho de 2018 /

    “Hotel Transilvânia 3 – Férias Monstruosas” estreou em 1º lugar na bilheteria norte-americana, tirando “Homem-Formiga e a Vespa” do topo em seu segundo fim de semana em cartaz. A animação fez US$ 44,1m (milhões) nas mais de 4 mil salas em que foi lançado nos Estados Unidos e no Canadá, valor condizente com o faturamento dos dois filmes anteriores da franquia da Sony. O filme de super-heróis da Marvel caiu para o 2º lugar, com US$ 28,8m. Mas já soma US$ 132,8 milhões em dez dias no mercado doméstico, à frente do desempenho do primeiro “Homem-Formiga” no mesmo período em 2015. Por outro lado, a segunda estreia ampla da semana foi considerada um fracasso. Em 3º lugar, “Arranha-Céu – Coragem sem Limite” queimou sua largada com US$ 25,4m, uma abertura muito abaixo da expectativa do estúdio, considerando o orçamento de US$ 125m. Já é a quarta produção recente realizada pela Legendary com projeção de prejuízo financeiro – após “Warcraft”, “A Grande Muralha” e “Círculo de Fogo: A Revolta”. Entre as teorias citadas para o fiasco, uma delas deve incomodar o astro da produção: excesso de Dwayne Johnson no cinema. O ano ainda está na metade, mas ele também esteve em “Jumanji – Bem-Vindo à Selva” e “Rampage – Destruição Total” nos últimos meses. Quem liga a TV nos Estados Unidos, encontra o ator sempre promovendo um filme novo. E quando parece que vai dar folga, ele retorna com uma nova temporada de “Ballers” na HBO. Mas “Arranha-Céu” também não teve boa aceitação entre a crítica, que não aprovou o mashup de “Duro de Matar” com “Inferno na Torre”, considerado medíocre na média do Rotten Tomatoes – 51%. E olha que “Hotel Transilvânia 3” não se saiu muito melhor, com 59%. “Os Incríveis 2”, ampliando seu recorde doméstico, e “Jurassic World: Reino Ameaçado” completam o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 44,1m Total EUA e Canadá: 45,3m Total Mundo: US$ 100,1m 2. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 28,8m Total EUA e Canadá: US$ 132,8m Total Mundo: US$ 283,7m 3. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 25,4m Total EUA e Canadá: 25,4m Total Mundo: 65,8m 4. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 16,2m Total EUA e Canadá: US$ 535,8m Total Mundo: US$ 856,9m 5. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 15,5m Total EUA e Canadá: US$ 363,2m Total Mundo: US$ 1,1b 6. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 9,1m Total EUA e Canadá: US$ 49,5m Total Mundo: US$ 72,6m 7. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 4,2m Total EUA e Canadá: US$ 5,3m Total Mundo: US$ 5,3m 8. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 43,2m Total Mundo: US$ 59m 9. Tio Drew Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 36,6m Total Mundo: US$ 38m 10. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 132,2m Total Mundo: US$ 251,4m

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    Monica Iozzi aparece na primeira foto como a mãe da Mônica dos quadrinhos

    15 de julho de 2018 /

    A produção do filme “Turma da Mônica: Laços” revelou a primeira foto da atriz Monica Iozzi como Dona Luísa, a mãe de Mônica. O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho original de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi com uma trama mais adulta e repleta de referências à cultura pop dos anos 1980. Os autores da graphic novel assinam o roteiro da adaptação, que tem direção de Daniel Rezende (de “Bingo, o Rei das Manhãs”) e acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura em busca do cão Floquinho, que fugiu. O elenco infantil foi escolhido após uma longa seleção, que chegou a ter mais de 7,5 mil inscritos. As crianças são Giulia Benite como Mônica, Laura Rauseo como Magali, Kevin Vecchiato como Cebolinha e Gabriel Moreira como o Cascão. Todos são estreantes. Já o elenco adulto também inclui Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”), Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) e Rodrigo Santoro (série “Westworld”). As filmagens devem se estender até o final de julho, mas a estreia só vai acontecer em 2019.

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  • Série

    Vídeo junta pela primeira vez o elenco da nova série da bruxinha Sabrina

    14 de julho de 2018 /

    A atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) divulgou no Instagram o pôster de “Chilling Adventures of Sabrina” (Aventuras Arrepiantes de Sabrina, em tradução literal) e o primeiro – e curto – vídeo do elenco no set da série. Além dela, caracterizada como a personagem-título, aparecem para dar as boas-vindas os atores Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) e Gavin Leatherwood (visto na série “Grown-ish”). A produção trocará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, por uma estética de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, já tinha introduzido em algumas publicações de quadrinhos da Archie Comics, como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018. Join us, will you? @sabrinanetflix @officiallucydavis @gtleatherwood @chance_perdomo #MirandaOttoDoesntHaveInstagram Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka) em 13 de Jul, 2018 às 10:13 PDT Get excited!!! ?? #SalemTheCat Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka) em 10 de Jul, 2018 às 2:02 PDT

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    Mônica e Menino Maluquinho vão se encontrar pela primeira vez

    13 de julho de 2018 /

    Dois dos mais populares personagens dos quadrinhos infantis brasileiros vão se encontrar pela primeira vez. A aventura “Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica” vai juntar os personagens clássicos de Mauricio de Sousa e Ziraldo num livro ilustrado, escrito por Manuel Filho. “Já deixamos a nossa impressão na história da literatura infantil. Trabalhamos há mais de 50 anos no mesmo meio e há tempos pretendíamos fazer algo juntando os personagens”, disse Ziraldo ao jornal O Globo sobre a obra, que será publicado pela Editora Melhoramentos. Apesar de a história marcar o primeiro encontro entre a Mônica e o Menino Maluquinho, não será o primeiro livro compartilhado por Mauricio e Ziraldo. A própria Melhoramentos publicou “O Maior Anão do Mundo” e “O Reizinho Do Castelo Perdido”, parcerias anteriores dos dois autores. O lançamento de “Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica” acontecerá durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 4 de agosto, quando Ziraldo e Mauricio de Sousa vão se reunir para participar de um bate-papo sobre literatura infantil nacional. Manuel Filho assina a história, enquanto Ziraldo, Mauricio e suas equipes entraram com os personagens e ilustrações. Mas a obra também tem influência de Roald Dahl, já que envolve bilhetes dourados em chocolates e premiação para os crianças que os encontram – ideia de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Na história, Mônica e o Menino Maluquinho encontram em suas barras de chocolate os desejados bilhetes dourados para visitar a Montanha Mágica, e podem escolher quatro amigos para viajar com eles para a aventura. Mônica escolhe seus melhores amigos: Cebolinha, Cascão, Magali e Franjinha (que leva também o Bidu). O Menino Maluquinho, para não querer encrenca, faz um sorteio. Os ganhadores são: Julieta, Bocão, Junim e Lúcio. As duas turmas se encontram e enfrentam perigos, fazendo grandes descobertas e selando uma amizade eterna – ainda que não haja, até o momento, planos para uma continuação.

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