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    Olivia Munn diz que diretor e produtor de X-Men não conheciam os quadrinhos

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Olivia Munn, que interpretou Psylocke em “X-Men: Apocalipse”, jogou mais lenha na fogueira que carbonizou a franquia dos heróis mutantes nas bilheterias. Em um vídeo gravado para a revista GQ, ela manifestou sua decepção com a falta de conhecimento dos responsáveis pelos filmes que adaptaram os quadrinhos da Marvel. Respondendo perguntas feitas pelas redes sociais, a atriz, que é geek de carteirinha e apresentava programa de games antes de fazer filmes, assumiu se identificar com a reação apaixonada dos fãs sobre as adaptações de quadrinhos no cinema. Por isso, se disse frustrada com o diretor Bryan Singer e o produtor-roteirista Simon Kinberg (supostamente responsável por todo o universo dos X-Men na Fox) durante a filmagem de “X-Men: Apocalipse”, porque eles não sabiam nada sobre sua personagem. “Quando eu estava filmando ‘X-Men’, eu fiquei surpresa que o diretor e o roteirista não sabiam que a Psylocke tinha um irmão gêmeo”, contou a atriz. “Eu tive de conversar com eles sobre várias coisas de quem era Psylocke e outras sobre esse mundo que eles não conheciam e, como fã, foi bem frustrante”, desabafou. Depois dessa experiência, Olivia Munn foi deixada de lado e não apareceu mais na franquia. O que talvez tenha sido bom pra ela, já que o lançamento seguinte foi “X-Men: Fênix Negra”, um grande fracasso comercial que ganhou a fama de pior título dos “X-Men” no cinema. De todo modo, a reclamação se soma a outras que deram à Olivia Munn uma fama de “atriz problema” entre certos produtores de Hollywood. Mas sua atitude de não aceitar desaforos também é bem vista por fatia significativa do meio artístico. Ela foi responsável por denúncias sérias em sets de filmagem, como uma das primeiras atrizes a acusar o diretor Brett Ratner (“X-Men: Conflito Final”) de assédio, o que acabou implodindo uma parceria milionária do cineasta com a Warner. Também apontou que um amigo pessoal trazido pelo diretor Shane Black para uma participação especial em “Predador” era simplesmente um pedófilo condenado. O escândalo ajudou o filme a fracassar nas bilheterias. Atualmente, Munn pode ser vista na nova série de ação sobrenatural “The Rook”, que estreou em 30 de junho nos Estados Unidos. Ela também estará em quatro filmes previstos para 2020, mostrando que os tempos mudaram após o #MeToo e as atrizes podem falar o que pensam sem colocar suas carreiras em risco.

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  • Filme

    Rainhas do Crime: Melissa McCarthy vira mafiosa em novo trailer de adaptação da DC Comics

    16 de julho de 2019 /

    A Warner divulgou três pôsteres e o trailer final de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia conta a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. Na verdade, o contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). De todo modo, o destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas (destacadas nos pôsteres), o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos. E um detalhe chama atenção a menos de um mês do lançamento e com o “trailer final” no ar. Até agora, a Warner só liberou três fotos oficiais da produção – e uma delas é de bastidores!

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  • Filme

    Thor 4 é confirmado com o diretor de Ragnarok

    16 de julho de 2019 /

    O diretor Taika Waititi, responsável por reinventar o super-herói nórdico da Marvel em “Thor: Ragnarok”, vai retornar à franquia. Ele assinou contrato para escrever e dirigir “Thor 4”. O projeto transforma Thor no primeiro herói da Marvel a chegar ao quarto filme individual. Nem Homem de Ferro, o mais popular protagonista do Universo Cinematográfico da editora de quadrinhos, mereceu essa consideração. Até aqui, apenas o grupo dos Vingadores teve quatro filmes lançados. O detalhe é que “Thor 4” também repercute em outra produção baseada em quadrinhos. A confirmação do diretor neozelandês garante que “Akira” voltará a ser adiado. O longa baseado no mangá está em desenvolvimento há mais de 15 anos na Warner e, após várias trocas de comando, tinha definido Waititi como diretor e estabelecido seu lançamento para maio de 2021. Mas boatos já circulavam sobre a paralisação da produção. O motivo agora fica claro: a volta do cineasta para a Marvel. A continuação de “Thor: Ragnarok” foi facilitada pela vontade de Chris Hemsworth e Tessa Thompson de retornarem a seus papéis, respectivamente como Thor e Valquíria. Hemsworth, em particular, adorou a abordagem cômica de Waititi no filme anterior e disse várias vezes que gostaria de explorar mais esse aspecto do personagem. Enquanto isso, Thompson cansou de avisar que a produção tinha tudo para acontecer. Mais bem-sucedido dos três filmes de Thor, “Ragnarok” estreou nos cinemas em novembro de 2017, arrecadando US$ 853,9 milhões em todo o mundo.

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  • Série

    Supergirl aparece com calça em foto do uniforme da 5ª temporada

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Melissa Benoist, intérprete de Supergirl na televisão, postou em seu Instagram uma foto do novo visual da heroína na 5ª temporada da série. A imagem troca a minissaia vermelha da personagem por uma calça comprida azul. E acrescenta franjas ao rosto da atriz. Não há informação a respeito de como esse uniforme vai aparecer na série. Se será trajado num episódio específico ou se representará o novo visual oficial da personagem. Mas bastou a sugestão para trazer à tona uma discussão sobre feminismo e empoderamento. De um lado, há quem entenda a opção como forma de eliminar a objetificação da heroína. Por outro lado, deveria ser óbvio que empoderamento não significa sacrificar a sensualidade – em outras palavras, mulheres não precisam se vestir como homens para se provarem poderosas. O traje original era uma adaptação fiel dos quadrinhos, como todos os demais uniformes dos heróis das séries da DC Comics. O novo é criação da equipe de televisão. Entretanto, Supergirl já usou calças nos quadrinhos. Durante os anos 1970, ela teve um arco duradouro de aparições com diferentes trajes, durante uma “crise” fashion, adotando de calças a shorts, até que os leitores votaram no seu uniforme favorito – o mais parecido com o tradicional. Originalmente, ela foi desenhada com uma minissaia azul por Al Pastino em sua primeira aparição em 1959 – inspirada pelas personagens femininas da série sci-fi “Space Patrol” (1950-1955) – , anos antes da estilista Mary Quant transformar o visual em revolução de costumes. Mas só adotou a minissaia vermelha após a crise nas infinitas modas, seguindo um período com shorts da mesma cor em 1975. Vale mencionar que, nos anos mais recentes, passou a usar uma bermuda ciclista sob a minissaia. Para a discussão politicamente correta, ainda é importante trazer o argumento do site feminista The Mary Sue, que, em 2015, quando a série estreou, vibrou com o fato de Supergirl lutar com uma minissaia, porque dizer que ninguém consegue fazer cenas de ação com saias era um argumento machista – além de ignorar que os romanos conquistaram o mundo lutando de saias. As temporadas mais recentes de “Supergirl” têm sido altamente politizadas, com a inclusão de personagens LGBTQIA+ e a primeira super-heroína transexual da televisão, Sonhadora. Mas existe, ironicamente, uma linha muito tênue entre representar valores progressistas e adotar costumes conservadores. Cobrir as pernas era algo que a sociedade exigia das mulheres antes da revolução sexual dos anos 1960. E também é o argumento de todo estuprador para atacar quem “está pedindo” por isso. Fica a questão: em vez de cobrir Supergirl, não seria mais progressista mostrar Sonhadora de minissaia?

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  • Série

    O Doutrinador: Série do super-herói nacional estreia em setembro no canal Space

    15 de julho de 2019 /

    O canal pago Space divulgou a data de estreia da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). Adaptação de quadrinhos já levada ao cinema, a série mostra um vigilante que combate a corrupção no Brasil. Em comunicado, a Turner, dona do Space, define a produção como uma “série de ficção/ação com três eixos principais de dramaturgia: o thriller político, a ação investigativa e o drama pessoal das personagens”. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme homônimo. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato com o objetivo de questionar o combate à corrupção e a figura do juiz Sergio Moro. Assim, mantém-se extremamente atual, como reflexo do zeitgeist (o espírito desses tempos que vivemos). A ligação do personagem com a repercussão de fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. Originalmente, o Doutrinador foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.

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  • Filme,  Música

    Maluma vai estrear no cinema como noivo “roqueiro” de Jennifer Lopez

    15 de julho de 2019 /

    O cantor colombiano Maluma vai fazer sua estreia em Hollywood. Ele foi escalado em “Marry Me”, comédia romântica em que vai viver um astro do rock noivo de outra cantora famosa, vivida por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”). Fora o fato de Hollywood confundir Maluma com um roqueiro, a produção não parece apresentar muitos desafios para o artista, já que exigirá basicamente que ele cante e saia rapidamente de cena. Na trama, Lopez vai descobrir que Maluma a traiu com sua assistente e cancela o noivo, mas não o casamento, que aconteceria no meio de um show em Nova York. Em vez do “roqueiro” latino, ela escolhe um novo noivo aleatório, um professor de matemática vivido por Owen Wilson (“Extraordinário”), que está na plateia. A partir daí, a história é descrita pelo estúdio Universal como uma combinação de “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) e “A Proposta” (2009), o que é um spoiler gigantesco de seu final feliz. “Marry Me” é inspirada por uma graphic novel de Bobby Crosby. A adaptação foi escrita por John Rogers (“Mulher-Gato”), Tami Sagher (“30 Rock”) e Harper Dill (“The Mindy Project”) e a direção está a cargo de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). As filmagens começam em outubro e ainda não há data de estreia definida.

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  • Filme

    Prólogo da franquia Kingsman ganha primeiro trailer dublado e legendado

    15 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou o primeiro pôster e o trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. O resto do elenco inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato fica a apenas US$ 8 milhões do recorde mundial de Avatar

    14 de julho de 2019 /

    O lançamento internacional da “versão estendida” ajudou “Vingadores: Ultimato” a ganhar um “impulso final” em sua despedida das bilheterias, arrecadando mais US$ 2,8 milhões ao redor do mundo neste fim de semana, de acordo com dados do Exhibitor Relations Co. Com isso, a bilheteria mundial dos super-heróis atingiu US$ 2,780 bilhões, ficando a apenas US$ 8 milhões do recorde de “Avatar” (US$ 2,788 bilhões). Mas a corrida para se tornar a maior bilheteria mundial de todos os tempos ganhou agora um novo adversário: o relógio. “Vingadores: Ultimato” será lançado em VOD em duas semanas e, logo em seguida, ganha versão em Blu-ray. Assim, deve sair dos cinemas no final deste mês. O pouco tempo que resta será suficiente para a Disney/Marvel superar o recorde histórico da Disney/Fox?

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  • Filme

    Homem-Aranha: Longe de Casa mantém liderança das bilheterias na América do Norte

    14 de julho de 2019 /

    “Homem-Aranha: Longe de Casa” liderou as bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, com mais US$ 45,3M (milhões) arrecadados nos últimos três dias. Com isso, acumula US$ 274,5M no mercado doméstico. No exterior, o faturamento dos últimos três dias rendeu mais US$ 100M, o que elevou o montante internacional a US$ 572,5M. Trata-se de um valor recorde para a franquia, superando os rendimentos estrangeiros de “Homem-Aranha 3” (US$ 555M em 2007). Somando os mercados doméstico e internacional, a parceria entre Marvel e Sony chegou a um total de US$ 847M em todo o mundo. São números impressionantes para um filme recém-lançado e já representam a terceira maior arrecadação do super-herói, atrás apenas de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,1M) e “Homem-Aranha 3” (US$ 890,8M). “Toy Story 4” também manteve sua posição, faturando mais US$ 20,6M em seu quarto final de semana em cartaz, na vice-liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. A animação da Disney/Pixar está com US$ 771M mundiais. Já os dois filmes estreantes da semana, “Predadores Assassinos” e “Stuber”, decepcionaram com US$ 12M e US$ 8M respectivamente, valores medíocres para lançamentos que ocuparam mais de 3 mil cinemas. A crítica norte-americana reagiu de forma bem diferente em relação aos dois. Enquanto “Predadores Assassinos”, filme sobre ataques de crocodilos, rendeu elogios inesperados (88% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Stuber”, comédia de ação com Dave Bautista, foi considerado medíocre (44%). Eles vão demorar a chegar no Brasil. “Predadores Assassinos” tem lançamento nacional marcado para 26 de setembro, enquanto “Stuber” está previsto apenas para 7 de novembro. O ranking também registrou a saída de “Rocketman” e “Vingadores: Ultimato” (novamente) do Top 10, após, respectivamente, 7 e 12 semanas em cartaz. A cinebiografia de Elton John rendeu até aqui US$ 179,1M, o suficiente para cobrir seus custos de produção, enquanto “Vingadores: Ultimato” chegou a US$ 2,78B, somente 8M atrás do recorde de “Avatar” como a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Conheça novos detalhes sobre esta disputa neste link. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 45,3M Total EUA e Canadá: US$ 274,5M Total Mundo: US$ 847M 2. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 20,6M Total EUA e Canadá: US$ 346,3M Total Mundo: US$ 771M 3. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 16,8M 4. Stuber Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8M Total Mundo: US$ 11M 5. Yesterday Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 80,5M 6. Aladdin Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 331,4M Total Mundo: US$ 960,1M 7. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 60,7M Total Mundo: US$ 173,5M 8. Midsommar Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,4M Total Mundo: US$ 18,4M 9. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 147,1M Total Mundo: US$ 298,8M 10. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 76,4M Total Mundo: US$ US$ 239,4M

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  • Etc

    Criador de Halloween vai escrever quadrinhos do Coringa

    13 de julho de 2019 /

    O cineasta John Carpenter, criador de clássicos do terror e da ficção científica como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982), vai escrever uma história inédita do Coringa para a DC Comics. A graphic novel fará parte do evento “Year of the Villain”, que repercute a transformação de Lex Luthor num híbrido alienígena e sua oferta “irrecusável” para os principais vilões da editora, prometendo aprimoramentos para os piores de todos. O Coringa, porém, não quer esperar que Luthor o procure para demonstrar ser o pior dos piores, o único capaz de fazer o mal e deixar suas vítimas rindo. Carpenter vai escrever “Year of the Villain: Joker” em parceria com Anthony Burch, roteirista do game “Borderlands 2”. Os dois já trabalharam juntos na minissérie em quadrinhos “Big Trouble in Little China: Old Man Jack”, que adapta o filme “Aventureiros no Bairro Proibido” (1986), outro clássico do diretor. Os desenhos estão a cargo de Philip Tan (“Lanterna Verde – Agente Laranja”) e a arte da capa já foi divulgada. Confira abaixo.  

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    Paper Girls: Quadrinhos do criador de Fugitivos vão virar série da Amazon

    13 de julho de 2019 /

    A Amazon vai transformar “Paper Girls”, quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang, numa série da plataforma Prime Video. A adaptação está a cargo de Stephany Folsom, roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com Vaughan. A trama é uma espécie de versão feminina de “Stranger Things”, publicada um ano antes da estreia da produção da Netflix, e se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro. As personagens centrais são quatro meninas que trabalham de bicicletas como entregadoras de jornal (Paper Girls) e se vêem involuntariamente envolvidas no conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. Em grande demanda no mercado de séries, Brian K. Vaughan também é o autor de “Fugitivos” (Runaways) da Marvel, que virou atração da plataforma Hulu, e “Y – O Último Homem” (Y – The Last Man) da DC/Vertigo, que se encontra em desenvolvimento no canal pago FX As gravações de “Paper Girls” serão realizadas pelas empresas Legendary TV e Plan B, a produtora de Brad Pitt. A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos podem ser encontrados no Brasil em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.  

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    Constantine vai continuar na série Legends of Tomorrow

    13 de julho de 2019 /

    Matt Ryan retornará como Constantine na 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O ator foi incluído no elenco da temporada passada de forma provisória, mas continuará no time dos heróis da DC Comics quando a série retornar na midseason de 2020. A manutenção de Ryan se deve à escolha do grande vilão da temporada. Vilã, na verdade: Astra, a menina que foi parar no inferno no piloto da série “Constantine”, exibido em 2014. A personagem foi retomada no final da temporada passada de “Legends”. Já adulta (vivida por Olivia Swann), ela revela odiar Constantine e sugere planos malignos, ao coletar as almas de Genghis Khan, Charles Manson e outros vilões históricos. A 5ª temporada de “Legends of Tomorrow” vai estrear no começo de janeiro, durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, do qual também farão parte as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Batwoman”.

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  • Série

    Arrow: Katherine McNamara é promovida ao elenco fixo da temporada final

    12 de julho de 2019 /

    A atriz Katherine McNamara fará parte do elenco central da 8ª e última temporada de “Arrow“. A estrela de “Shadowhunters” estreou na 7ª temporada, onde teve uma participação recorrente no papel de Black Star/Mia Smoak, filha de Oliver Queen (Stephen Amell) e Felicity Smoak (Emily Bett Rickards). Ela aparece em flashfowards, que são cenas situadas no futuro da trama, e há rumores sobre um projeto de spin-off focado em sua personagem após o fim de “Arrow”. A produção da temporada final já começou, visando o lançamento em outubro na rede americana The CW. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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