“O Esquadrão Suicida” terá cena pós-créditos
O diretor James Gunn usou as redes sociais para responder dúvidas de seus seguidores sobre o vindouro filme de “O Esquadrão Suicida”. Entre as novidades, ele revelou que o filme terá uma cena pós-créditos. “Sim, há uma cena depois dos créditos, então fique para vê-la”. Em outras interações com seus fãs, o cineasta ainda confirmou que, embora os trailers tenham acabado, ainda serão divulgados muitos comerciais e cenas inéditas em antecipação ao longa. “Mas cuidado: tudo em ‘O Esquadrão Suicida’ é um spoiler”, ele ressalta. “Tentei revelar apenas o que era necessário [nos trailers oficiais]. Então, cuidado com o que você for assistir/ler na internet nas próximas duas semanas, se quiser evitar spoilers”, completou. Além do filme, Gunn também revelou que a Warner fará o lançamento da trilha sonora oficial da produção. E será em LP. De acordo com o diretor, “o vinil é excelente” e novidades sobre a trilha serão reveladas em breve. Escrito e dirigido por James Gunn, o longa aproveita poucos integrantes do primeiro “Esquadrão Suicida”: apenas Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”), o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”) e até Sylvester Stallone (“Rambo: Até o Fim”) como a voz do Tubarão Rei. A estreia está marcada para 5 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Yes, there is a scene after the credits roll so be sure to stay for that. https://t.co/MrJCSwAYyl — James Gunn (@JamesGunn) July 23, 2021 Yes, a soundtrack is being released. The vinyl is excellent. More news on that front soon. #TheSuicideSquad https://t.co/9HWwOCSy7I — James Gunn (@JamesGunn) July 23, 2021
Tom Ellis revela foto da última temporada de “Lucifer”
O ator Tom Ellis publicou uma foto dos bastidores da última temporada de “Lucifer” em seu perfil do Instagram. Na imagem, o protagonista da série aparece ao lado de um carro DeLorean, o mesmo modelo que entrou para a História do Cinema na franquia “De Volta para o Futuro”. “Boas coisas estão vindo”, ele escreveu ao lado da imagem. Por curiosidade, no fundo da imagem há um cinema que anuncia “Althea: Queen of the Quarks”. Trata-se do filme fictício estrelado pela mãe de Chloe, Penelope Decker, nos anos 1980. Será que o DeLorean permite viagem no tempo? Ainda sem previsão de estreia, a 6ª e última temporada de “Lucifer” já está toda gravada. Com uma estrutura diferenciada, a trama não terá mais estrutura de caso da semana, porque os produtores tinham planejado encerrar a série com Lucifer (Tom Ellis) no Céu e Chloe (Lauren German) aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano de produção. O sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento. E isso forçou os roteiristas a criarem novas formas de continuar a história sem reunir os personagens numa investigação policial. O resultado será conhecido em breve. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Ellis (@officialtomellis)
Michael B. Jordan pode virar “Superman negro”
O ator Michael B. Jordan (de “Creed” e “Pantera Negra”) pode virar o “Superman negro” que vazamentos de maio passado revelaram estar entre os próximos projetos da Warner para o cinema. Novas informações sobre o filme foram publicadas pelo site Collider, que afirma que a produção na verdade será uma minissérie da HBO Max e não apresentará uma versão negra de Clark Kent/Kal-El, mas um novo personagem, Val-Zod. Jordan vai coproduzir a atração por meio de sua produtora, Outlier Society, e deve atuar no projeto, mas sua participação como Val-Zod não está confirmada. Na verdade, nenhum detalhe desta notícia tem confirmação oficial e nenhum outro site americano corroborou qualquer uma dessas informações. O registro só está sendo feito porque o Collider geralmente tem boas fontes, conquistadas em vários anos de submissão ao circuito dos junkets – o formato industrial das entrevistas de cinema. Para os curiosos, vale lembrar que Val-Zod foi criado em 2014 por Tom Taylor, Nicola Scott e o brasileiro Robson Rocha, que morreu de covid-19 aos 41 anos na semana passada. A realização do projeto também seria uma forma de homenagear o artista. Nos quadrinhos, o personagem é filho adotivo dos pais kryptonianos do Superman, que sobreviveu à destruição de seu planeta com Kara e Kal-El, e ao crescer se tornou o segundo homem a usar o uniforme do herói no universo paralelo da Terra 2.
Séries online: Superman chega em dose tripla ao streaming
Superman rende as maiores maratonas da semana com o lançamento de três séries diferentes na HBO Max. Apenas uma é inédita no Brasil: “Superman & Lois”, que ao estrear na TV em fevereiro tornou-se a atração mais vista da rede americana The CW em todos os tempos. Apesar de integrar o “Arrowverso”, é completamente diferente das demais produções deste universo televisivo, graças à fotografia cinematográfica e uma trama assumidamente dramática. A trama encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase nunca antes retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes, de volta à antiga fazenda Kent em Smallville. “Smallville”, por sinal, é outra série do pacote. Ao longo de 10 temporadas, mostra como o adolescente Clark Kent se tornou Superman. E ainda há as 3 temporadas de “Superman: A Série Animada”, considerada por muitos a melhor versão de Superman fora dos quadrinhos. A programação de streaming ainda destaca a volta de “Ted Lasso”, série mais popular e premiada da Apple TV+, que começa sua 2ª temporada nesta sexta (23/7), a nova animação de He-Man, “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, a primeira atração brasileira da HBO Max, “Os Ausentes”, a adaptação do filme “Uma Dupla Quase Perfeita” (Turner & Hooch) e duas minisséries clássicas da TV sul-americana, a brasileira “Hilda Furacão” e a argentina “Okupas”. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Superman & Lois | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Smallville | EUA | 1ª a 10ª Temporada (HBO Max) Superman: A Série Animada | EUA | 1ª à 3ª Temporada (HBO Max) Mestres do Universo: Salvando Eternia | EUA | 1ª Temporada – Parte 1 (Netflix) Ted Lasso | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Turner e Hooch | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Sky Rojo | Espanha | 2ª Temporada (Netflix) Os Ausentes | Brasil | 1ª Temporada (HBO Max) Okupas | Argentina | Minissérie (Netflix) Hilda Furacão | Brasil | Minissérie (Globoplay)
“G.I. Joe Origens: Snake Eyes” é destruído pela crítica americana
As primeiras críticas registram um grande desapontamento da imprensa norte-americana com “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”. Com 59 resenhas computadas, o filme atingiu apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes – e o número vem caindo, conforme as publicações são indexadas. Apenas as performances do elenco, em particular Henry Golding (“Podres de Ricos”) no papel-título e Andrew Koji (da série “Warrior”) como seu antagonista Storm Shadow, foram poupadas. Ganharam até elogios. Mas o trabalho de Robert Schwentke, que assinou dois filmes da franquia “Divergente”, chegou a ser chamado de pior direção de um blockbuster de ação em todos os tempos. “É como se Schwentke operasse a partir de uma lista de esperados clichês de filmes de ação e apressasse todos eles”, publicou o jornal Seattle Times. “Schwentke abusa das firulas e o resultado é que os cortes rápidos e close-ups obscurecem a ação ao invés de destacá-la”, apontou a revista Entertainment Weekly. “É quase comovente ver tudo fracassar como filme de ação, porque há muitos socos e poses icônicas, e espetáculo ninja de grande orçamento. Mas apesar da encenação impressionante e trabalho de dublê impecável, as lutas e perseguições são filmadas por ‘shaky cam’ (câmera tremida) arbitrária e editadas com uma falta clareza do tipo que demora 15 cortes para retratar alguém pulando uma cerca”, descreveu a revista Forbes. “A ação parece ótima quando podemos ver. Mas o diretor Robert Schwentke, infelizmente, optou por capturar muito disso em close-ups de câmera sacudida e editados com muitos cortes rápidos, diluindo a força dos golpes em vez de aumentar seu impacto”, ecoou o jornal Los Angeles Times. As reclamações também se dirigiram ao roteiro escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, cheio de filmes pouco recomendáveis no currículo, como “Hércules” (2014) e “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016). “O roteiro é marcado por clichês, obviedades e previsibilidade sem fim”, lamentou o jornal inglês The Observer. “É um filme de super-heróis medíocre”, resumiu o jornal San Francisco Chronicle. “Pega o GI Joe mais popular e o desmistifica totalmente até que tudo o que resta na tela é um cara com uma espada”, acrescentou o site Screen Crush. “O verdadeiro pecado é que Snake Eyes como personagem é mortalmente tedioso. Ele mal tem personalidade”, descreveu a crítica da agência Associeted Press. “O drama é confuso, a ação é turva e o enredo fica cada vez mais idiota até que, no final, todas as tentativas deste filme de relançar a franquia ‘GI Joe’ explodem”, finalizou o site The Wrap. Mas houve quem gostasse. “‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’ é provavelmente o melhor filme possível com o nome ‘G.I. Joe’ em seu título”, parece ter elogiado a revista Variety. “Em termos de filmes pipoca descaradamente corporativos, ‘Snake Eyes’ é melhor do que a maioria. Isso não é um grande elogio, mas considerando o pedigree estúpido do filme, é melhor que nada”, ponderou mais claramente a revista The Hollywood Reporter. O filme estreia nesta sexta (23/7) nos EUA, mas vai demorar quase um mês para chegar ao Brasil, onde o lançamento está marcado para 19 de agosto.
Bastidores de “Loki” são tema de especial da Marvel na Disney+
Com saudades de “Loki”? A Disney+ preparou um episódio especial de bastidores da série, que integra o programa “Marvel Studios Avante”. O terceiro episódio da atração, disponibilizado na quarta (21/7), chama-se “Os Bastidores de Loki” (Marvel Studios’ Assembled: The Making of Loki). “Marvel Studios Avante” já tinha feito o mesmo com os bastidores de “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”. E agora mostrará detalhes da produção de “Loki”. Trata-se de um making of com cenas do set, depoimentos dos atores, produtores e toda a equipe por trás das câmeras. Veja o trailer legendado da atração abaixo.
Batgirl será negra como a nova Batwoman
A atriz Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) teria sido escolhida como a nova Batgirl do cinema. Os sites Deadline, The Hollywood Reporter e Variety se anteciparam ao anúncio oficial nesta quarta (21/7), após o nome da atriz vazar entre as finalistas para o papel. Leslie Grace é uma atriz latina e negra, e disputava o papel com a loira Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”). As duas só tinham uma coisa em comum: a idade de 26 anos. De acordo com o relato do Deadline, a Warner estava empolgada com a atriz desde seu desempenho no musical “Em um Bairro de Nova York”. O estúdio, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre a escolha. Desta forma, a HBO Max terá Batgirl e Batwoman negras em sua programação – ainda que Leslie Grace seja bem mais clara. A maior diferença entre as personagens, porém, não é o tom de pele. Enquanto a versão negra de Batwoman (vivida por Javicia Leslie) foi criada especialmente para sua série e integrada de forma orgânica, após a atriz que interpretava a versão original (branca) desistir da atração ao final da 1ª temporada, Batgirl deve ser a mesma personagem – que não é negra – dos quadrinhos. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max. Assim como a atriz principal, os diretores do longa tem pele clara, mas não passam por brancos, a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”) – são cineastas belgas, filhos de imigrantes marroquinos. A situação remete à escalação de uma Supergirl latina pelo diretor argentino Andy Muschietti no vindouro filme “The Flash”. O papel ficou com a atriz Sasha Calle (“The Young and the Restless”). Neste caso, porém, o visual que vazou dos sets de filmagem não foi o de Kara Zor-El, a Supergirl loira e clássica dos quadrinhos, mas Lara Lane-Kent, filha de Superman e Lois Lane vista em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”.
Michaela Coel entra na continuação de “Pantera Negra”
A atriz, roteirista e diretora Michaela Coel foi escalada na continuação de “Pantera Negra”. A Marvel não fez um anúncio oficial, portando os detalhes de sua personagem não foram revelados. Mas a estrela e criadora da minissérie “I May Destroy You” foi vista com o diretor Ryan Coogler no estúdio em Atlanta, onde as filmagens do longa começaram no mês passado. Os detalhes da trama, que tem estreia marcada para 8 de julho de 2022, também permanecem em segredo. Entretanto, o título escolhido, “Black Panther: Wakanda Forever” em inglês, transmite a ideia de apresentar melhor os personagens secundários do filme original e destacar a nação africana governada pelo herói, como forma de compensar a ausência do personagem-título, devido à morte do ator Chadwick Boseman de câncer. A sequência contará com os retornos de Angela Bassett, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Winston Duke e Martin Freeman, já confirmados na produção. Além disso, o Marvel Studios planeja estender seu universo de heróis africanos com o lançamento de uma série sobre Wakanda, que será estrelada por Danai Gurira (Okoye em “Pantera Negra”) após o lançamento do longa nos cinemas. Lançado em 2018, “Pantera Negra” foi um dos maiores sucessos a Marvel nos cinemas, vencendo três Oscars e arrecadando mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais.
Marvel confirma mais duas séries na Disney+ em 2021
Fãs das séries do Marvel Studios terão mais duas novidades para apreciar neste ano. Victoria Alonso, vice-presidente da divisão de filmes do Marvel Studios, revelou à revista Variety que as séries “Hawkeye”, do Gavião Arqueiro, protagonizada por Jeremy Renner, e “Ms. Marvel”, que introduz Kamala Khan (Iman Vellani), chegarão à Disney+ nos próximos meses. Alonso ainda anunciou que o Marvel Studios está com tantos projetos que terá uma nova divisão e um “mini estúdio” dedicado especificamente à produção de animações do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mais detalhes devem ser revelados depois do lançamento da primeira série animada do MCU: “What If…?”, que estreia em 11 de agosto – e é consequência direta dos eventos de “Loki”. “Nós temos tanto vindo aí que você vai querer falar: ‘Tá bom, hora de uma pausa'”, brincou a produtora nascida na Argentina.
“Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas da Netflix
A Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes desde seu lançamento em 4 de junho. Os números foram revelados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Apesar deste desempenho, a série ainda não foi oficialmente renovada. Mas os números são fortes indicadores de que isso já estaria encaminhado nos bastidores. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o trailer oficial da 1ª temporada.
Atriz de “Gotham” vai repetir seu papel em “Batwoman”
A produção da série “Batwoman” escalou a atriz Victoria Cartagena num papel conhecido. Ela vai viver Renee Montoya na atração da rede The CW após ter interpretado o mesmo papel em “Gotham”, na Fox. Apesar da reincidência, as duas séries não são conectadas. “Batwoman” vai apresentar a personagem na 3ª temporada, encontrando-a em uma nova etapa de sua vida, agora como ex-policial da GCPD (Departamento de Polícia de Gotham City). Na trama, ela abandonou a carreira policial quando a corrupção dentro do departamento se tornou insuportável e agora dirige uma “divisão de aberrações” (que não teve maiores explicações dos produtores). Justa e pragmática – e LGBTQIAP+ -, Montoya também será retratada como uma mulher com uma missão muito pessoal (e misteriosa) para ajudar a limpar as ruas de Gotham da maneira certa, por todos os meios necessários. Vale lembrar que a personagem foi criada na série animada do Batman dos anos 1990 e chegou a namorar Kate Kane, a Batwoman, nos quadrinhos. Este relacionamento pode ser adaptado para a série, já que Ryan Wilder (Javicia Leslie), a nova Batwoman televisiva, está solteira. Além de Cartagena, “Batwoman” também terá a participação de Robin Givens, que interpretou a ex-prefeita de “Riverdale”, em sua 3ª temporada. Ela foi escalada como Jada Jet, a poderosa CEO da Jet Industries, que pode ser a mãe que abandonou Wilder quando bebê. Os próximos episódios ainda vão introduzir Marquis Jet, o filho sádico da empresária, que a equipe da showrunner Caroline Dries ainda não escalou.
Maligno: Novo terror do diretor de “Invocação do Mal” ganha trailer tenso
A Warner divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Maligno” (Malignant), novo terror dirigido por James Wan, o criador do universo “Invocação do Mal”. A prévia é tensa e sombria, com elementos que lembram “Invocação do Mal” e outra franquia de terror iniciada por Wan, “Sobrenatural”. O filme seria supostamente baseado em “Malignant Man”, história em quadrinhos criada pelo próprio diretor em 2011. Mas o trailer é bem diferente da história dos gibis, a começar pela troca de gênero do principal personagem. Na trama, a protagonista vivida por Annabelle Wallis (de “A Múmia” e “Peaky Blinders”) é paralisada por visões chocantes de assassinatos terríveis. E seu tormento só piora quando ela descobre que seus pesadelos são reais, e que o responsável é alguém que só ela era capaz de ver e ouvir na infância. Além de dirigir, Wan também assina o roteiro, em parceria com a atriz Ingrid Bisu (uma das freiras de “A Freira”), e o elenco também inclui Jake Abel (o terceiro irmão Winchester de “Supernatural”), Maddie Hasson (“Impulse”), George Young (“Containment”), Jacqueline McKenzie (“The 4400″) e a citada Ingrid Bisu. “Maligno” tem estreia prevista para 2 de setembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Dwayne Johnson e Emily Blunt comentam bastidores de “Jungle Cruise”
A Disney divulgou uma nova coleção de pôsteres e um vídeo legendado de bastidores de “Jungle Cruise”, que traz depoimentos dos astros Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) e Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) sobre as filmagens. No vídeo, Emily diz que ficou grande amiga de The Rock durante a produção e que malha mais que ele. O astro só riu da segunda afirmação. Como Johnson explica no vídeo, “Jungle Cruise” é inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A adaptação de cinema transforma o passeio numa aventura com a premissa típica dos filmes de Indiana Jones, uma busca incansável para encontrar uma “coisa mágica”, perdida em lugar remoto, que pode mudar o mundo, mas que é guardada por “algo sobrenatural” e cobiçada também por inimigos com recursos superiores – como um improvável submarino no Rio Amazonas. O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia vai acontecer simultaneamente nos cinemas e em streaming na plataforma Disney+ (por um custo adicional, além da assinatura) na última semana de julho. Depois que a Disney revelou a bilheteria digital de “Viúva Negra”, a expectativa é grande para saber se o estúdio irá repetir a iniciativa com o novo lançamento.












