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    Filho de Farrah Fawcett é preso após assaltar loja de conveniências na Califórnia

    10 de maio de 2018 /

    Filho do ator Ryan O’Neal (do fenômeno “Love Story” e da série “Bones”) e da falecida atriz Farrah Fawcett (da série clássica “As Panteras”), Redmond O’Neal foi preso em Los Angeles após assaltar uma loja de conveniência. De acordo com a revista People, O’Neal teria entrado em uma loja próxima de Santa Monica armado com uma faca e exigido que um funcionário lhe entregasse o dinheiro do caixa. Após deixar o estabelecimento por volta de 2h30 da manhã, o dublador de 33 anos foi preso. Ele segue na prisão e se apresentará à corte nesta quinta-feira, quando um juiz decidirá se ele poderá ser solto sob fiança ou não. O’Neal sofre com a dependência química e tem histórico de problemas com a polícia desde 2004, quando foi detido com heroína pela primeira vez. Novas detenções aconteceram em 2008 e 2009. Ele estava preso quando Farrah Fawcett faleceu e ganhou permissão para acompanhar o funeral da mãe em 2009, algemado. Em 2011, ele foi obrigado a cumprir um ano em um programa de reabilitação e, em 2015, foi novamente condenado a reclusão numa clínica, desta vez para três anos de reabilitação, sentença que teria sido recém-concluída. Farrah Fawcett e Ryan O’Neal tiveram um relacionamento de 1979 a 1997. Ele foi o único filho da atriz, mas, da parte de Ryan O’Neal, tem mais três irmãos, entre eles a atriz Tatum O’Neal, que falou sobre o vício do irmão com a People. “Eu o amo, mas nunca vi um lado mais assustador de seu vício. Ele tem problemas de dependência tão graves que parte o meu coração. Ninguém sabe o que fazer com Redmond. Pelo que eu vi, não tem jeito dele sobreviver”, comentou.

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    Escândalo da seita de escravas sexuais de Allison Mack vai virar série

    5 de maio de 2018 /

    A história bizarra da seita de escravas sexuais que tinha Allison Mack (a Chloe de “Smallville”) como uma de suas líderes vai virar série. A produtora Annapurna fechou um acordo com o jornalista Barry Meier para adaptar sua reportagem-denúncia, publicada em novembro no jornal The New York Times, que chamou atenção mundial para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”). O material é um verdadeiro dossiê, intitulado “Inside a Secretive Group Where Women Are Branded” (“Por Dentro de um Grupo Secreto Onde Mulheres São Marcadas a Ferro”), que traz diversos depoimentos de antigos membros da seita, compartilhando em detalhes suas experiências. A série vai partir desses depoimentos para contar a história de mulheres que se juntaram ao grupo acreditando se tratar de uma irmandade secreta de empoderamento, mas que se revela uma seita onde se pratica tortura física e psicológica e onde todas as seguidoras são escravizadas sexualmente pelo líder, Keith Raniere. Apesar da premissa bem definida, ainda não existe um roteirista atrelado ao projeto. O anúncio da produção foi precedido pela prisão de Allison Mack, acusada de tráfico sexual e conspiração para trabalho forçado. A atriz pagou uma fiança de US$ 5 milhões e aguarda o julgamento em liberdade. Keith Raniere também foi preso numa ação do FBI, mas seu crime, como líder da organização, é inafiançável. Ambos podem pegar de 15 anos a prisão perpétua. A reportagem do New York Times revelou que a seita iniciou como um grupo de auto-ajuda, denominado NXIVM (pronuncia-se “Nexium”), que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na “classe avançada”, que era a DOS. As seguidoras eram convencidas a participar por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Ele era o único homem do grupo, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”, e marcava todas as mulheres com suas iniciais à ferro e fogo. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las à ferro com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Não bastasse isso, havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Isto dava um poder de chantagem a Raniere, para impedir que fosse denunciado. Estúdio independente de cinema, a Annapurna lançou sua divisão televisiva no final de 2016 e agora começa a emplacar seus primeiros pilotos, como o drama musical “Mixtape”, de Josh Safran (“Smash”), na Fox, a antologia de western “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen (“Ave, César”), na Netflix, e “Search & Destroy”, de Carrie Brownstein (“Portlandia”), para a plataforma Hulu.

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    Fábio Assunção paga fiança e vai responder processo criminal em liberdade

    4 de maio de 2018 /

    O ator Fábio Assunção, que estava preso após se envolver num acidente de trânsito em São Paulo e ser autuado por embriaguez ao volante, foi liberado ao pagar a fiança de 50 salários mínimos, o equivalente a R$ 47.700. Ele agora vai responder pelo crime em liberdade. A princípio, o ator tinha se recusado a quitar o valor fixado pelo delegado, porém acatou a decisão da juíza em audiência de custódia realizada no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira (3/5). O ator se envolveu em um acidente de trânsito na manhã de quinta e foi detido e encaminhado para o 78º Distrito Policial (Jardins). O carro em que Fábio estava colidiu com outros dois veículos, por volta de 5h, na região dos Jardins, na capital paulista. Na ocasião, o ator discutiu com as vítimas. De acordo com tenente Arrais da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, Fábio apresentava sinais de embriaguez, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele apenas realizou o exame clínico no IML (Instituto Médico Legal).

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    Fábio Assunção é preso após acidente de trânsito em São Paulo

    3 de maio de 2018 /

    O ator Fábio Assunção, atualmente na novela “Onde Nascem os Fortes”, da Globo, foi detido depois de um acidente de trânsito na manhã desta quinta-feira em São Paulo. De acordo com a própria Globo, a PM informou que o artista estava ao volante às 5h40 quando bateu em três carros na Alameda Franca e, em seguida, se recusou a soprar o bafômetro. Assunção foi levado ao 78º Distrito Policial (Jardins), autuado por embriaguez ao volante e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de um exame de corpo de delito. Ele e outros envolvidos no acidente prestarão depoimentos. A PM informou que o artista tinha sinais de embriaguez. Já o advogado de Assunção, Theodoro Balducci, disse que o ator não estava embriagado e que não se negou a fazer exames. Ele afirmou que o artista estava a caminho de uma padaria quando bateu num carro e que tudo não passou de um “mero acidente de trânsito”. Em junho do ano passado, o ator de 46 anos foi detido em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Vídeos que circularam nas redes sociais à época mostraram o artista visivelmente alterado, em uma confusão com moradores e, depois, já recluso no carro da polícia. Naquela noite, a cidade celebrava a festa São João do Arcoverde. Após prestar depoimento na delegacia da cidade, o ator foi levado para o fórum local, onde participou de uma audiência de custódia. Ele foi liberado após pagar uma fiança equivalente a dez salários mínimos (em torno de R$ 9.400). Depois de sair do tribunal, o ator se pronunciou em sua conta no Instagram. “Infelizmente aconteceu uma briga. Errei ao me exceder. Não fiz uso de nenhuma droga ilícita – o que será comprovado pelo exame toxicológico que eu mesmo pedi para ser feito. Serei responsável pelos danos causados”, escreveu. Desta vez, a fiança foi estabelecida em R$ 30 mil para Assunção responder pelo crime em liberdade. De acordo com seu advogado, o ator se recusa a pagar esse valor. Por conta disso, permanece preso, tendo saído do distrito policial apenas para participar de uma audiência de custódia no Fórum da Barra Funda, onde buscaria reverter a decisão.

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    Patton Oswalt ajuda a prender um dos serial killers mais procurados dos Estados Unidos

    27 de abril de 2018 /

    O ator Patton Oswalt (“Jovens Adultos”), que alterna papéis em filmes, séries e muitas dublagens, contribuiu para a prisão de um dos serial killers mais procurados dos Estados Unidos, conhecido como Golden State Killer. Oswalt foi casado por dez anos com a jornalista e escritora Michelle McNamara, que morreu dormindo em abril de 2016 aos 46 anos. Ela tinha um blog que investigava histórias reais de crimes e trabalhava em um livro sobre o caso do Golden State Killer, tendo feito uma longa pesquisa, com entrevistas de vítimas, policiais aposentados e testemunhos, além de uma profunda análise das investigações sobre os crimes, que ocorreram entre 40 e 30 anos atrás. Quando McNamara morreu, de uma doença cardíaca não identificada, o livro estava pela metade. Em vez de deixá-lo na gaveta, Oswalt decidiu contratar Paul Haynes, que ajudou McNamara em sua pesquisa, e o jornalista investigativo Billy Jensen para finalizar o trabalho, usando as anotações e mais de 3500 arquivos compilados pela mulher. O resultado foi o livro “I’ll Be Gone in the Dark” (“Eu Vou Embora no Escuro”, em tradução literal), lançado no começo do ano, que virou best-seller nos Estados Unidos. O sucesso da obra reavivou na opinião pública a cobrança para a resolução do caso, que finalmente foi concluído na quarta-feira (25/4) com a prisão do ex-policial Joseph James DeAngelo, de 72 anos. Ele era procurado por 12 mortes e 45 estupros no Estado da Califórnia entre 1976 e 1986. O caso foi resolvido graças a amostras de DNA coletadas na cena do crime do casal Brian e Kate Maggiore, em 1978. A procuradoria pedirá a pena de morte. Oswalt deu diversas entrevista à imprensa após a resolução do caso. “Eu gostaria de dizer que tive um momento de epifania quando percebi que precisava finalizar o livro, mas eu não tive. Aquele ano inteiro está realmente coberto por uma neblina de dor”, ele disse à revista Entertainment Weekly, explicando que finalizar o projeto da esposa virou a sua “missão”, para deixar viva a memória da mulher que morreu de forma tão repentina. “Minha cabeça agora está girando em milhões de direções, mas acima de toda essa exaustão e surrealismo eu me sinto muito, muito feliz em saber que o trabalho dela não foi em vão. Por mais maluco que possa parecer, eu estive com a família dela na noite anterior, conversando sobre o livro, e isso foi muito estranho”, afirmou Oswalt. “A polícia nunca vai dar o crédito para uma escritora ou jornalista que ajudou a resolver um caso. Mas só por manter o interesse o trabalho dela influenciou o caso”. Agora, Oswalt quer se encontrar com DeAngelo na prisão, para fazer as perguntas que McNamara gostaria de fazer. “Eu sinto que esta é a última tarefa que devo para Michelle, levar para ele as perguntas do final de seu livro, falar ‘Minha mulher tem algumas perguntas para você'”, concluiu Oswalt, falando ao jornal The New York Times. Oswalt está atualmente em três séries na TV americana: como ator em “A.P. Bio”, como narrador em “The Goldbergs” e como dublador em “Happy!”. Ele também tem um papel recorrente em “Agents of SHIELD”.

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    Atriz de Smallville é acusada de tentar aliciar Emma Watson para seita sadomasoquista

    25 de abril de 2018 /

    A atriz Allison Mack deixou a prisão na terça-feira (24/4) após pagar a fiança de US$ 5 milhões estabelecida por um juiz da Califórnia. Ela agora vai aguardar em liberdade o julgamento por acusações de recrutar mulheres para servirem como escravas sexuais de uma seita sadomasoquista. Procuradores federais em Nova York acusaram a atriz de desempenhar um papel importante na seita DOS. Ao justificar sua prisão, afirmaram que ela teria tentado aliciar mulheres famosas, como a atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) e a cantora Kelly Clarkson, para o esquema. Tuítes para as duas, com convites para “conversas” sobre um “movimento feminino”, ainda podem ser lidos em sua linha do tempo. A decisão de libertar a intérprete de Chloe Sullivan em “Smallville” se deu após acordo que a manterá sob a custódia de seus pais. Ela deverá ficar na casa da família em Los Alamitos, na Califórnia, até o julgamento. Ela também está proibida de ter qualquer contato com Keith Raniere, o líder da seita, atualmente preso, ou com outros integrantes do grupo, incluindo classes de auto-ajuda da NXIVM (pronuncia-se “Nexium”). Caso seja condenada, a atriz pode pegar de 15 anos a prisão perpétua. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirmou o procurador Richard Donoghue, ao oferecer a denúncia contra a atriz. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Raniere se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram aliciadas para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.

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    Atriz de Smallville pode pegar prisão perpétua por comandar seita sadomasoquista

    24 de abril de 2018 /

    A atriz Allison Mack, intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville”, teve sua fiança estabelecida em US$ 5 milhões por um juiz federal nos Estados Unidos nesta terça-feira (24/4). Ela terá que pagar este valor se quiser responder em liberdade as acusações de tráfico sexual e conspiração para trabalho forçado que a levaram à prisão. Ela foi presa na sexta-feira (20/4) e, caso seja condenada, pode ser sentenciada a um mínimo de 15 anos ou até prisão perpétua. Sua prisão aconteceu 20 dias após o FBI desmantelar a seita sadomasoquista DOS e prender seu líder, Keith Raniere. Ele se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram aliciadas para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização, responsável por aliciar as vítimas para o esquema. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirmou o procurador Richard Donoghue, ao oferecer a denúncia contra a atriz. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.

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    Atriz de Smallville é presa por aliciar mulheres para seita sadomasoquista

    20 de abril de 2018 /

    A atriz Allison Mack, conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série “Smallville”, foi presa nesta sexta-feira (20/4) em conexão à sua função na seita sadomasoquista DOS, que promovia escravidão sexual, sob acusações de tráfico sexual e trabalho forçado. Ela pode passar 15 anos na prisão. Mack foi presa 20 dias após o FBI desmantelar a seita e prender seu líder, Keith Raniere. Ele se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas para “promoção” para o grupo interno denominado DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde as escolhidas se tornavam escravas e eram marcadas na pele com suas iniciais. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização, responsável por aliciar vítimas para o esquema. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirma o procurador Richard Donoghue. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar no DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences dos recrutas captados. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por ele, que argumentava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.

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    Grupo com fantasias de La Casa de Papel é preso ao tentar entrar em presídio de Pernambuco

    17 de abril de 2018 /

    Um grupo de quatro homens mascarados, imitando o visual dos assaltantes da série “La Casa de Papel”, foi preso nesta terça-feira (17/4) em Abreu e Lima, no Grande Recife, ao tentar entrar num presídio. Eles foram detidos ao causarem tumulto no estacionamento do Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), usando as máscaras de Salvador Dali e os macacões vermelhos que identificam o personagem da série espanhola da Netflix. Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização, a abordagem do grupo foi feita por agentes penitenciários, que encaminharam as quatro pessoas à polícia. Os quatro seriam YouTubers pernambucanos que tentavam gravar uma pegadinha. Um dos integrantes chegou a postar vídeos na noite de segunda (16/4) usando a fantasia. E antes de serem presos, gravaram imagens em frente a uma agência bancária em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Em nota, a Polícia Civil explicou que o grupo entrou no perímetro do presídio portando celulares e causando tumulto no local. Três dos quatro suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de violação de domicílio qualificada (por entrarem contra a vontade expressa em compartimento não aberto ao público), favorecimento real (por terem ingressado com celulares em estabelecimento prisional), falso alarme (por terem provocado tumulto no estabelecimento prisional) e corrupção de menores. O quarto era um adolescente, que após procedimentos de Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) foi liberado. Em nota, o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, recriminou a tentativa de invasão. “É de uma irresponsabilidade inimaginável. Foi uma ação arriscada e que só não teve um final trágico graças a experiência dos nossos agentes penitenciários. Recentemente 21 pessoas morreram numa tentativa de resgate no presídio do Pará. Na ação de hoje o grupo poderia facilmente ser confundido com estes mesmos criminosos”, apontou no texto.

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  • Filme

    Tom Hardy compartilha novas fotos de sua transformação em Al Capone

    14 de abril de 2018 /

    O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) divulgou nas redes sociais novas fotos de sua caracterização como o gângster Al Capone para o filme “Fonzo”. As imagens incluem um registro em meio à sessão de maquiagem, um close enraivecido e um ficha criminal, além de uma claquete das filmagens. Vale reparar as cicatrizes acrescentadas ao rosto do ator, que originaram o apelido Scarface no mafioso. O título é uma referência a outro apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Ele escreveu e começa agora a dirigir o filme, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia. Mega awkward character misstep ? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 10 de Abr, 2018 às 8:45 PDT ♠️?chasing Fonzo???????? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 11 de Abr, 2018 às 9:53 PDT Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 13 de Abr, 2018 às 2:46 PDT Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 11 de Abr, 2018 às 10:12 PDT

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  • Série

    Intérprete do vilão de O Mecanismo apoia Lula e acha prisão “um absurdo”

    14 de abril de 2018 /

    O ator Enrique Diaz, que interpreta um doleiro inspirado em Alberto Youssef na série “O Mecanismo”, da Netflix, disse que não concorda com a abordagem dada pelo diretor José Padilha a alguns trechos da série. “Para mim é complexo falar, porque sou totalmente de esquerda e humanista. É muito delicado”, afirmou o ator, em entrevista ao portal UOL, sobre as decisões polêmicas da série, como atribuir ao personagem inspirado em Lula a frase “estancar a sangria”, dita por seu ex-ministro Romero Jucá em 2016, numa alusão à manobras para barrar a Operação Lava-Jato. Definindo-se como esquerdista, ele se assume apoiador de Lula e diz que a prisão do ex-presidente por corrupção, após julgamento em duas instâncias, foi um absurdo. “Acho a prisão do Lula um absurdo. A gente tem que lutar para mudar isso porque está vindo uma coisa horrível em cima do país. Acho que a série não ajuda nesse sentido, mas aí é um discurso do Padilha. E não sou eu, não assino por aquilo”, disse o ator ao UOL. Questionado porque, então, fez a série do cineasta José Padilha, Enrique Diaz citou a qualidade do elenco e da produção, e que diferencia o lado pessoal do profissional. As declarações foram feitas durante o lançamento da nova novela (que a Globo chama de supersérie) “Onde Nascem os Fortes” nesta semana, em Lajedo do Pai Mateus, no Sertão da Paraíba. Segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, “O Mecanismo” se tornou o programa mais falado do país em 2018, graças aos protestos de militantes petistas. O próprio Lula ameaçou processar a Netflix por causa da série, antes de ser preso, alimentando ainda mais a curiosidade do público. Caso a série seja renovada, ela deve mostrar a prisão de Lula.

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    Com 40 denúncias de abuso sexual, James Toback escapa da Justiça por prescrição

    10 de abril de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles descartou os processos contra o cineasta James Toback por denúncias de assédio e abuso sexual. Mas não foi por falta de provas. O arquivamento aconteceu por prescrição. Cerca de 40 mulheres acusaram o diretor de má conduta sexual, mas a maioria dos casos prescreveu. Diante da perspectiva da impunidade, o escritório da promotoria enviou para a imprensa os documentos sobre as denúncias de assédio e abuso, ocorridos entre 1978 e 2008. Em uma delas, uma mulher não identificada afirma que, em 2008, o diretor “esfregou sua virilha contra sua perna nua até ejacular”. Ela tinha previsto dar um depoimento à Promotoria, mas não se apresentou, indicou o documento. Outra denunciante, também não identificada, indicou que o diretor se masturbou quatro vezes em sua presença durante uma reunião no hotel Bervely Hills em 1993. Também disse que Toback esfregou seu pênis contra sua perna. Este tipo de crime, detalhou a Promotoria, prescreve depois de um ano nos Estados Unidos. Entre as atrizes mais famosas a denunciar Toback, estão Selma Blair e Rachel McAdams. Em entrevista ao programa The Talk, Blair disse que esperava ver o diretor na prisão, após passar “17 anos com medo de James Toback”, que a ameaçou de morte. “Ele disse que me colocaria num sapato de cimento e furaria meus olhos com canetas se eu contasse para alguém”, ela afirmou. O mais recente filme de Toback foi “The Private Life of a Modern Woman” (2017). Estrelado por Sienna Miller, chegou a ser exibido no Festival de Veneza.

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    Ator de Deadpool é preso após fazer pegadinha com a polícia

    10 de abril de 2018 /

    O ator T.J. Miller, intérprete do Fuinha no filme “Deadpool” e de Erlich Bachman na série “Silicon Valley”, foi preso na noite de segunda-feira (9/4) por agentes do FBI após passar informações falsas para a polícia sobre uma ameaça de bomba. A prisão aconteceu no aeroporto de LaGuardia, em Nova York (EUA). Miller foi liberado na manhã desta terça (10/4) após pagar fiança de US$ 100 mil. De acordo com o site TMZ, o caso aconteceu em 18 de março. O ator viajava de trem entre Washington D.C. e Nova York quando ligou para o número de emergência 911 dizendo que uma mulher em seu vagão carregava uma bomba em sua bolsa. Os documentos do FBI obtidos pelo TMZ afirmam que Miller, no entanto, passou para a polícia um número de trem diferente do que viajava. Como resultado, uma outra embarcação foi parada, evacuada e revistada na cidade de Connecticut, causando vários atrasos. Ainda segundo os documentos, Miller foi retirado do trem em Nova York porque estava bêbado. O atendente do trem diz que o ator ingeriu duas taças de vinho e duas doses duplas de uísque.

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