Confusões de Stan Lee ficam mais bizarras com disputa de advogados em sua defesa
As confusões envolvendo a vida de Stan Lee, criador dos principais heróis da Marvel, tiveram mais um lance bizarro nesta sexta (6/7). Durante uma audiência em Los Angeles, a juíza Ruth Kleman decidiu não renovar a ordem de restrição contra o empresário do escritor, Keya Morgan, acusado de abuso de idoso, e que chegou a ser preso por ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. O motivo foi simples: a juíza descobriu que o advogado que pediu a ordem original não é representante legal do escritor de 95 anos. Tom Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro, após registrar um documento em que o escritor acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (sócio de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. Mas poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Lallas disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. A decisão da juizá aconteceu após dois advogados apareceram na corte se dizendo representantes de Stan Lee. Além de Lallas, que tinha pedido a ordem de restrição no mês passado, Robert Reynolds veio ao tribunal com uma carta em que Stan Lee afirma que ele é seu único representante legal. Os dois advogados entraram em conflito. Com isso, a ordem contra Morgan foi suspensa. Mas Reynolds alegou que está preparando para seu cliente sua própria ordem de restrição. Advogados da filha de Lee também afirmaram que fariam o mesmo. Já o advogado de Morgan, Alex Kessel, disse que o relacionamento de Lee e de seu cliente continuava a existir “apesar da ordem de restrição” e ainda que “Lee jamais foi ameaçado pelo Sr. Morgan em qualquer sentido”. Morgan, por sua vez, lida com seu próprio problema legal, por denúncia falsa. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee.
Três pessoas são presas por sequestro de atriz da franquia Halloween
Três pessoas foram presas pelo sequestro da atriz Daisy McCrackin (“Halloween – Ressurreição) e do ator Joseph Capone (“Fighting for Freedom”) em maio de 2017. Promotores apontaram que a dupla foi ameaçada com um revólver a entrar em um veículo, onde os suspeitos Keith Stewart e Johntae Jones colocaram máscaras nas vítimas e as levaram para o bairro de Compton, na Califórnia (EUA). Joseph Capone teve as roupas arrancadas e foi obrigado a entrar em uma banheira, onde permaneceu por 30 horas sem comida. Ele ainda foi agredido quando tentou proteger a companheira. No dia seguinte, Amber Neal se juntou aos criminosos e levou Daisy McCrackin para um banco, onde teve que preencher um cheque de US$ 10 mil. Os suspeitos ainda levaram o carro da atriz. A investigação da polícia levou a prisão do trio. A última a ser detida foi Amber, na segunda-feira (2/7). Caso sejam condenados, o trio pode pegar até prisão perpétua.
História bizarra por trás da prisão do ex-empresário de Stan Lee finalmente vem à tona
A história por trás da prisão de Keya Morgan, o ex-gerente de negócios de Stan Lee, foi finalmente revelada nesta segunda-feira (2/7) pela promotoria de Los Angeles, após ele se declarar inocente da acusação de ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. E ela é bastante bizarra. De acordo com a transcrição de uma chamada feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, Morgan ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor de 95 anos. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. Morgan fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que por sua vez levou a um helicóptero e a cinco carros de patrulha a serem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Dois dias depois da prisão do ex-empresário, Lee conseguiu uma ordem de restrição na Justiça contra Morgan, impedindo-o de procurá-lo. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este tuíte ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee. Em meados de junho, Morgan disse via Twitter que seu problema legal e os relatos de abuso de idoso contra Lee eram “notícias falsas”. “Por mais de 10 anos eu mostrei nada além de amor, respeito e gentileza para Stan Lee, e sua esposa, um fato que ele repetiu inúmeras vezes”, Morgan twittou. “Eu NUNCA abusei do meu querido amigo. Tudo o que você lê são #FakeNews e pura mentira maliciosa e eu vou provar isso. A verdade vai vir à tona.” O caso da falsa denúncia policial terá uma audiência preliminar em 26 de julho.
Susan Sarandon é presa junto a 500 mulheres em protesto contra Trump
A veterana atriz Susan Sarandon foi presa na quinta-feira (29/6) junto a outras 500 mulheres (incluindo uma congressista) durante um ato na capital americana contra a política de “tolerância zero” do presidente Donald Trump em relação aos imigrantes em situação ilegal. Segundo a Polícia do Capitólio, 575 pessoas fizeram um protesto sentadas no átrio de um edifício de escritórios do Senado e foram acusadas de manifestar-se ilegalmente, autuadas no local e liberadas. Muitas das detidas cantavam e gritavam palavras de ordem e usavam cobertores prateados de emergência, similares aos utilizados pelas crianças nos centros de detenção. Susan Sarandon disse que foi detida perto do Departamento de Justiça, onde também houve protesto. “Presa. Permaneçam fortes. Se mantenham lutando. #WomenDisobey”, ela escreveu no Twitter. Trump e o Congresso estão em um embate para resolver a crise que separou mais de 2 mil crianças de seus pais imigrantes desde que o governo anunciou, no começo de maio, uma política na fronteira de “tolerância zero”. A política exige o estrito cumprimento de leis que estabelecem que qualquer imigrante que atravesse a fronteira de modo irregular seja preso e processado. Após protestos da comunidade internacional e de críticas feitas por democratas e republicanos, Trump pediu recentemente que seja interrompida a separação das famílias, mas efetivamente nada foi feito para resolver a crise, já que as crianças continuam separadas dos pais, inclusive bebês.
Cineasta ucraniano preso na Rússia completa 38 dias de greve de fome
A Copa do Mundo na Rússia tem desviado atenções dos problemas do país, mas o cineasta ucraniano Oleg Sentsov já passou de um mês de greve de fome, de acordo com o jornal Los Angeles Times, após ser preso em 2014 por protestar contra o regime russo. Graças ao Mundial, porém, o caso pode ter resolução, já que a imprensa internacional está presente no país. Diretor de Gámer, exibido na Mostra de São Paulo em 2012, Sentsov foi preso após acusar a Rússia de realizar ataques terroristas na Crimeia, onde morava. Ele acabou sendo preso em sua casa, em maio de 2014, e foi acusado de ter coordenado um grupo de ativistas filiados ao movimento paramilitar ucraniano Pravy Sektor (Setor de Direita), que planejaria atingir as organizações pró-russas e as infraestruturas da península. Quando o Mundial começou, na quinta-feira, Sentsov já tinha 32 dias de greve de fome, iniciada em 14 de maio. Nesta quarta (20/6), completou 38 dias sem comer comidas sólidas, em uma prisão no norte da Sibéria. Com sua saúde debilitada e mais três presos também em greve de fome, o caso volta a chamar atenção de entidades internacionais. Sentsov se diz inocente e acusa o Kremlin de puni-lo por um protesto pacífico contra a Rússia. Ele ainda alerta que há mais 64 presos políticos na sua prisão, que foram detidos sem nada terem feito além de protestar contra a Rússia. Durante a invasão da Crimeia pela Rússia, Sentsov estava entre os voluntários que levavam comida e mantimentos aos soldados ucranianos. Ele ajudou a organizar protestos. Em maio, o Departamento de Defesa dos EUA e o Parlamento Europeu condenaram a prisão de Sentsov. Na segunda-feira, os Estados Unidos voltaram a ligar para a Rússia, pedindo pela soltura imediata, assim como a de 150 prisioneiros políticos ou religiosos. Artistas russos e de outros lugares do mundo vêm fazendo coro para defender o diretor ucraniano. Em uma carta ao presidente Vladimir Putin, fez-se um apelo: “Caro Sr. Putin. Um homem está morrendo. Não acreditamos que ele tenha culpa para ficar 20 anos preso. Sua sinceridade e verdade em suas convicções e a greve de fome demonstram isso. Agora, é necessário mostrar piedade para salvar a vida deste homem”. Putin tem afirmado que o Kremlin não vai intervir em um problema da Justiça russa e disse que ele segue preso por acusações de terrorismo. Resta saber se a pressão da imprensa, reunida na Rússia para a Copa do Mundo, poderá fazer diferença.
Stan Lee consegue ordem de restrição contra seu sócio e empresário, preso pela polícia
Stan Lee conseguiu uma ordem de restrição temporária contra Keya Morgan, seu atual sócio e empresário, após este ser preso na segunda-feira (11/6) sob a suspeita de ter registrado um boletim de ocorrência falso na polícia de Los Angeles. A ordem de restrição é a mais recente reviravolta preocupante que cerca a vida atribulada do criador dos principais heróis da Marvel, atualmente com 95 anos de idade. Dias antes da prisão de Morgan, o mesmo Stan Lee postou um vídeo no Twitter em que deixava claro que o empresário era a única pessoa em quem ele confiava e que podia representá-lo. “Meu único sócio e gerente de negócios é Keya Morgan, e não todas as outras pessoas que estão fazendo declarações falsas”, disse o veterano ator de quadrinhos. O site da revista The Hollywood Reporter afirmou que o pedido de restrição permanente contra Morgan tem 43 páginas. A audiência para a decisão judicial foi marcada para 6 de julho. A polícia de Los Angeles ainda não divulgou os detalhes exatos da prisão de Morgan, que foi solto após pagar fiança e ainda responderá a processo criminal. Mas pode ter a ver com o relato insólito do início deste mês, quando policiais foram chamados após Lee ser supostamente confrontado em sua casa por dois homens armados que lhe exigiam dinheiro. Envolvido há muito tempo com o segmento de cultura pop, Keya já vinha sido observado de perto pela mídia após várias denúncias que envolviam abusos contra o criador dos maiores heróis da Marvel. Em dezembro, Lee registrou boletim de ocorrência na polícia preocupado com o sumiço de uma fortuna de sua conta. A investigação descobriu que um cheque de US$ 300 mil teria sido feito em nome da Hands of Respect LLC, empresa de merchandising constituída por ele e um sócio de sua filha, Jerry Olivarez. Outros US$ 850 mil teriam sido subtraídos da conta para comprar uma casa em um condomínio em West Hollywood, perto de onde o artista mora. E não ficou nisso. Outros US$ 1,4 milhão evaporaram das contas de Lee em fevereiro. Ao mesmo tempo, diversos funcionários antigos de Lee começaram a ser demitidos. Um dia após Lee ser internado num hospital com taquicardia, seu guarda-costas e faz-tudo Max Anderson foi dispensado, após 14 anos dedicados ao artista, com direito a queixa criminal, por ter atacado Lee e sua única filha, Joan Celia. Além dele, também teriam sido demitidos a governanta da casa onde Lee mora, o jardineiro e o advogado do artista. Em abril, o Hollywood Reporter revelou que o criador dos Vingadores enfrentava uma guerra infinita pelo controle de suas posses, envolvendo sua filha, seu ex e seu atual “sócio”. A publicação conseguiu um documento assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (sócio de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que, após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Além disso, o número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan ao THR na época da denúncia. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha e o empresário é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor afirmou que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está espalhando mentiras”. Atualmente, Lee conta com um patrimônio estimado entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões.
Empresário de Stan Lee é preso em Los Angeles
O atual empresário de Stan Lee, Keya Morgan, foi preso na segunda-feira (11/6) sob a suspeita de ter registrado um boletim de ocorrência falso na polícia de Los Angeles. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ele foi solto após pagar uma fiança de US$ 20 mil, mas deverá enfrentar julgamento em 2 de julho. A polícia não divulgou os detalhes exatos da prisão, mas pode ter algo a ver com o relato insólito do início deste mês, quando policiais foram chamados após Lee ser supostamente confrontado em sua casa por dois homens armados que lhe exigiam dinheiro. Mas também pode ter sido outro boletim, já que diversos casos foram abertos em torno de Stan Lee nos últimos meses. Envolvido há muito tempo com o segmento de cultura pop, Keya já vinha sido observado de perto pela mídia após várias denúncias que envolviam abusos contra o criador dos maiores heróis da Marvel. Em dezembro, Lee registrou boletim de ocorrência na polícia preocupado com o sumiço de uma fortuna de sua conta. A investigação descobriu que um cheque de US$ 300 mil teria sido feito em nome da Hands of Respect LLC, empresa de merchandising constituída por ele e um sócio de sua filha, Jerry Olivarez. Outros US$ 850 mil teriam sido subtraídos da conta para comprar uma casa em um condomínio em West Hollywood, perto de onde o artista mora. E não ficou nisso. Outros US$ 1,4 milhão evaporaram das contas de Lee em fevereiro. Ao mesmo tempo, diversos funcionários antigos de Lee começaram a ser demitidos. Um dia após Lee ser internado num hospital com taquicardia, seu guarda-costas e faz-tudo Max Anderson foi dispensado, após 14 anos dedicados ao artista, com direito a queixa criminal, por ter atacado Lee e sua única filha, Joan Celia. Além dele, também teriam sido demitidos a governanta da casa onde Lee mora, o jardineiro e o advogado do artista. Em abril, o Hollywood Reporter revelou que o criador dos Vingadores enfrentava uma guerra infinita pelo controle sobre suas posses, envolvendo sua filha, seu ex e seu atual empresário. A publicação conseguiu um documento assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (empresário de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Além disso, o número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan a THR. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha e o empresário é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor diz que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está espalhando mentiras”. Dias antes da prisão de Morgan, outro vídeo foi gravado por Lee e postado no Twitter, no qual ele deixou claro que o empresário era a única pessoa com quem ele trabalhava e que podia representá-lo. “Meu único sócio e gerente de negócios é Keya Morgan, e não todas as outras pessoas que estão fazendo declarações falsas”, dizia o vídeo. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões.
Astro de Os Gatões e pai de Superman em Smallville é condenado à prisão
O ator John Schneider, que ficou conhecido pelos papéis de Bo Duke na série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard) e Jonathan Kent em “Smallville”, foi condenado à prisão na segunda-feira (11/6) por dever dinheiro da pensão alimentícia do filho e da ex-mulher. De acordo com o site TMZ, ele vai passar três dias numa prisão de Los Angeles e terá que cumprir 240 horas de serviço comunitário. O juiz do caso tinha dado prazo até março para Schneider quitar a dívida de US$ 150 mil, que poderia ser feito com a transferência de uma propriedade para o nome de sua ex, Elvira “Elly” Castle, mas ele não cumpriu a determinação. Na época, ele disse: “Lamento essa situação financeira em que estou, me sinto envergonhado e humilhado”. A pensão original, atrasada desde setembro de 2016, era de US$ 18,9 mil.
Vince Vaughn é preso por dirigir alcoolizado na Califórnia
O ator Vince Vaughn, de “Os Estagiários” e “Penetras Bons de Bico” e da série “True Detective”, foi preso na madrugada deste domingo (10/6) por dirigir embriagado. De acordo com os policiais ouvidos pelo site TMZ, o ator foi parado numa blitz por volta das 4 da manhã em Manhattan Beach, uma praia que fica aproximadamente a 30 minutos de Los Angeles, e estava com um passageiro no carro. Esta é a primeira vez que Vaughn é preso por dirigir alcoolizado.
Mais mulheres decidem processar Harvey Weinstein por agressão sexual
Mais mulheres deram entrada em processos contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein, acusando-o de agressão sexual, apalpação, privação de liberdade e uma delas, de estupro. As novas denúncias, encabeçadas por três mulheres, motivam uma ação civil coletiva contra Weinstein, Miramax, Disney e integrantes da diretoria da Weinstein Company, que busca englobar centenas de vítimas. O processo apresentado num tribunal de Nova York nesta sexta (1/6) afirma que Weinstein agredia suas vítimas sob “muitas formas: exibicionismo, apalpação, carícias, abuso, violência, privação de liberdade, tentativa de estupro e/ou estupro completo”, diz o texto. Uma das autoras da ação, a atriz Melissa Thompson, diz ter sido estuprada em 2011 em um quarto de hotel por Weinstein quando foi discutir um projeto de marketing com ele. Thompson disse ter sido procurada por advogados que diziam representar as vítimas de Weinstein, e lhes entregou evidências visual e de áudio da suposta agressão. Mas depois descobriu que eles trabalhavam para Weinstein. Por isso, a ação inclui a firma Brafman & Associados na lista dos cúmplices da “empresa sexual Weinstein”. A segunda autora da ação, Caitlin Dulany, conheceu Weinstein na Miramax em 1996. O produtor se tornou seu mentor, mas ela assegura que depois ele a agrediu sexualmente, a ameaçou e trancou-a em seu apartamento. E fez o mesmo em sua suíte de hotel durante o festival de cinema de Cannes – onde a atriz italiana Asia Argento acusou Weinstein de estuprá-la em 1997. A terceira demandante, a canadense Larissa Gomes, diz que se reuniu com Weinstein em 2000 para discutir oportunidades de trabalho em filmes da Miramax, e na segunda vez que se encontrara ela a trancou em seu quarto de hotel, tentou beijá-la e tocou seus seios. “Weinstein pode ter sido algemado por sua agressão a duas mulheres, mas trabalhamos para que a justiça seja feita às centenas de mulheres que foram exploradas para sua gratificação sexual e silenciadas por sua rede de conspiradores”, disse a advogada Elizabeth Fegan, uma das responsáveis pela nova ação. Essa é a terceira ação civil coletiva contra Weinstein desde o final de 2017. Weinstein, de 66 anos, acusado de abuso, agressão sexual e estupro por mais de 100 mulheres, garante que todos as relações foram consensuais. Seu primeiro julgamento começa na próxima terça-feira (5/6), quando, segundo seu advogado, deverá se declarar inocente de estupro de uma jovem em 2013 e de forçar sexo oral em outra mulher em 2004.
Ator americano Danny Glover visita Lula na prisão
O ator americano Danny Glover (“Máquina Mortífera”), embaixador da ONU para os Direitos Humanos e Assuntos Raciais, visitou nesta quinta (31/5) o ex-presidente Lula na cela da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi acompanhado pela ex-presidente Dilma Roussef e permaneceu cerca de meia hora conversando com o petista. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Glover disse que Lula está calmo, confiante e tem segurança no trabalho dos movimentos sociais contra as supostas mentiras apresentadas contra ele. “Eu o apoio porque é o presidente do povo”, afirmou. Glover já tinha acompanhado, na noite anterior, a vigília diária realizada por centenas de simpatizantes desde 7 de abril, quando o ex-presidente foi preso. Assim como os demais, ele pediu liberdade a Luiz Inácio Lula da Silva. “Povo brasileiro, a minha presença aqui não é simbólica, estou aqui representando milhares de pessoas no mundo que exigem que Lula seja libertado”, disse o ator em breve discurso. O ex-presidente foi condenado em segunda instância há 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e é réu em mais cinco processos por corrupção, obstrução, tráfico de influência, venda de medida provisória, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Além da operação Lava-Jato, ele foi investigado pela operação Zelotes e pela Operação Janus. Lula se diz inocente e vítima de perseguição política.
Harvey Weinstein se entrega à polícia e pode pegar 25 anos de prisão
O produtor Harvey Weinstein se entregou à polícia de Nova York na manhã desta sexta-feira (25/5). Se dependesse apenas da polícia, a prisão de Weinstein teria acontecido antes, já que os investigadores alegavam possuir há meses provas suficientes para acusá-lo formalmente pelo assédio sexual das atrizes Paz de la Huerta e Lucia Evans. A Promotoria de Manhattan, no entanto, quis mais tempo para apresentar uma acusação mais consistente, que não levantasse nenhuma dúvida sobre os crimes de Weinstein, acusado por ao menos 75 mulheres de crimes sexuais. Weinstein, que já foi um dos produtores mais poderosos de Hollywood, chegou numa delegacia de Tribeca, em Manhattan, por volta das 7h25 (8h25 em Brasília) sorrindo ironicamente e levando três livros. Ao se apresentar, foi algemado e escoltado por policiais até um tribunal de plantão – sem os livros e sem o mesmo sorriso. Três helicópteros acompanharam a movimentação. Segundo a agência de notícia Reuters, o juiz encarregado do caso, Kevin McGrath, propôs um acordo de fiança de US$ 1 milhão em espécie. Weinstein entregou seu passaporte e concordou em usar um dispositivo de monitoramento que rastreia sua localização até o julgamento. Ele responde por duas acusações de estupro e uma acusação de ato sexual criminoso contra duas mulheres, disseram os promotores, que ainda investigam novos casos para acrescentar à acusação. Se condenado, Weinstein pode pegar até 25 anos de prisão. O advogado do produtor, Benjamin Brafman, disse que ele pretende se declarar inocente. Os abusos sexuais de Weinstein aconteceram ao longo de três décadas, mas a maior parte dos crimes prescreveu. Ele atacava principalmente atrizes jovens em começo de carreira e mantinha suas vítimas em silêncio com ameaças, dizendo-se capaz de impedi-las de trabalhar novamente. As que ousaram recusar seus avanços passaram a ver os papéis minguarem, levando-as a projetos inferiores a seus status. A impunidade acabou apenas em outubro do ano passado, quando o jornal New York Times publicou uma reportagem denunciando os assédios do produtor com depoimento da atriz Ashley Judd, a primeira a ter coragem de assumir o risco de se expor. A matéria mencionava outros casos, mas foi uma segunda reportagem, da revista New Yorker, que abriu as comportas, trazendo declarações de diversas vítimas, inclusive acusações de estupro. A soma das denúncias inspirou outras atrizes a quebrarem o silêncio. Não apenas contra Harvey Weinstein, mas contra todos os predadores da indústria do entretenimento, criando um efeito dominó, alimentado pelo movimento #MeToo, uma hashtag criada de forma espontânea no Twitter para unir vítimas e denunciar assédios. O fenômeno varreu as produções de cinema e TV, gerando novos escândalos e culminando em demissões de produtores, roteiristas e astros poderosos. Pivô de tudo isso, Weinstein sumiu da mídia, buscando refúgio em um centro de reabilitação para viciados em sexo. Isto, porém, não o protegeu das repercussões. Ele foi demitido de seu estúdio cinematográfico, Weinstein Company, e expulso da Academia de Cinema, que organiza o Oscar, da Academia de TV, que organiza o Emmy, do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos e de muitas outras organizações. Paralelamente, sua empresa encontrou dificuldades para manter projetos, passou a ser alvo de inúmeros processos de vítimas e credores, e se viu forçada a pedir falência, sendo vendida num leilão de liquidação. Agora, as denúncias começam a ter implicações criminais. Além da polícia de Nova York, autoridades de Los Angeles e Londres abriram investigações contra Weinstein. Há também uma investigação federal em estágio inicial nos Estados Unidos.
Remake do clássico Papillon ganha 18 fotos, pôster e primeiro trailer
A produtora Bleecker Street divulgou 18 fotos, o pôster e o primeiro trailer do remake do filme clássico “Papillon” (1973), drama de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Na nova versão, os papéis são desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”), Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem render maiores comentários.











