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    Minissérie de fuga de prisão estrelada por Patricia Arquette, Benicio del Toro e Paul Dano ganha trailer

    6 de agosto de 2018 /

    O canal pago Showtime divulgou o primeiro trailer de “Escape at Dannemora”, minissérie sobre uma fuga verídica de prisão, que aconteceu no estado de Nova York em 2015. A prévia mostra como dois assassinos condenados seduziram uma mulher de 51 anos, mãe de família e empregada da alfaiataria do presídio, para ajudá-los a escapar. O mais difícil, porém, é reconhecer Patricia Arquette, vencedora do Oscar por “Boyhood”, como a idosa enredada por Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”) e Paul Dano (“Okja”). A minissérie também conta com outro ator famoso, mas atrás das câmeras. Ben Stiller (“Zoolander”) assina a produção executivo e a direção dos oito episódios. Criada pela dupla Brett Johnson e Michael Tolkin, roteiristas de “Ray Donovan”, “Escape at Dannemora” tem estreia marcada para 18 de novembro nos Estados Unidos.

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    Taylor Schilling se diz pronta para dar adeus a Orange Is the New Black

    6 de agosto de 2018 /

    A atriz Taylor Schilling, que interpreta a protagonista Piper Chapman em “Orange Is the New Black”, disse que está pronta para considerar sua participação na série encerrada. A declaração foi dada à revista The Hollywood Reporter, ao comentar a situação de sua personagem após o final da 6ª temporada. “Tivemos uma jornada de sorte, mas sempre há essa parte de estar pronta para o final. Você entra já pronto para o fim. É uma maneira muito agridoce e também bonita de existir no mundo. Então a resposta é sim, eu acho que estou pronta para me despedir. Estou muito animada com o que virá a seguir”, comentou. Para quem não viu, as reviravoltas dos episódios mais recentes rendem spoilers gigantes. A série criada por Jenji Kohan encerrou sua 6ª temporada com a libertação antecipada de Piper, que saiu de Litchfield casada e completamente diferente do que era quando entrou. Seu final relativamente feliz contrastou com duas outras histórias que não terminaram nada bem. Taystee Jefferson (Danielle Brooks) foi condenada à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu e Blanca Flores (Laura Gomez) está sendo deportada após sua libertação. “As duas, Taystee e Blanca, têm estradas traiçoeiras e devastadoras à sua frente, enquanto Piper, por seus privilégios, tem uma transição comparativamente fácil”, disse Schilling na entrevista. “Parece que se você é uma pessoa branca com recursos financeiros, a lei não toca em você. E, inversamente, as pessoas são punidas por serem pobres, ao contrário de serem punidas por qualquer tipo de crime”. A atriz disse se sentir grata por poder mostrar esse tipo de situação na tela. “Existem paralelos entre uma pessoa negra ou latina cometendo um crime e uma pessoa branca cometendo exatamente o mesmo crime, a disparidade na sentença é notável. É incrivelmente importante mostrar isso e eu estou feliz que tivemos a chance de falar sobre isso através da série, particularmente através dessa dinâmica Piper-Taystee”. Na entrevista, Schilling falou ainda acreditar que mostrar o processo de saída de Piper e das demais detentas era uma parte importante que a série precisava exibir. “Não há comparação com as consequências devastadoras que Taystee e Blanca estão enfrentando. Não há comparação com a volta de Piper para uma casa, uma rede que a apoia, tendo acesso ao mercado de trabalho, basicamente porque ela é branca. É uma parte vital da história. É importante ver essa mulher branca entrar no sistema e depois deixar o sistema. E agora mais do que nunca, como eu acho que essas conversas sobre privilégios estão sendo realizadas e estão muito mais presentes na cultura popular, há ainda mais espaço para examiná-las com profundidade”. Apesar da saída de Piper, “Orange Is the New Black” já teve sua 7ª temporada confirmada. A atriz ainda não sabe se a trama irá continuar depois disso, mas seu clima agora é de despedida da atração. Piper, porém, ainda deve aparecer, pois assim como na narrativa de Aleida Diaz (Elizabeth Rodriguez), que anteriormente foi libertada e permanece na trama, ela deixou “família” na prisão – Alex Vause (Laura Prepon). A 6ª temporada chegou em 27 de julho à Netflix e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.

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  • Série

    Sneaky Pete é renovada e começa a gravar a 3ª temporada já nesta semana

    31 de julho de 2018 /

    A Amazon anunciou ter renovado “Sneaky Pete” para a 3ª temporada. Mais que isso: as gravações dos novos episódios começam já nesta semana em Los Angeles, quatro meses após a estreia do segundo ano da atração. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) é uma das melhores do serviço Prime, com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Sneaky Pete” traz Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, o nome do protagonista é outro. Ele é um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), assim que sai da cadeia resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo, sem dizer que está preso. O golpista convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda inclui Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e tem participação do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada estarão disponíveis em 2019.

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    Harvey Weinstein admite que trocava sexo por papéis de cinema, mas advogado insiste que não foi bem isso

    14 de julho de 2018 /

    Poucas semanas após o início de seu processo criminal por assédio sexual, estupro e conduta inapropriada, o produtor Harvey Weinstein deu uma entrevista polêmica para a revista britânica “The Spectator”, em que admite que abusou de seu poder e que oferecia papéis em filmes em troca de sexo, mas garantiu não ser um estuprador. “Você nasceu rico e privilegiado e você era bonito”, disse Weinstein, ao entrevistador, o colunista Taki Theodoracopulos. “Eu nasci pobre, feio, judeu e tive de lutar minha vida inteira para chegar a algum lugar. Você tinha muitas garotas, nenhuma garota olhava para mim até eu virar grande em Hollywood.” “Sim, eu ofereci a elas papéis em filmes em troca de sexo, mas era assim que era e ainda é com todo mundo”, afirmou o produtor. “Mas eu nunca me forcei para cima de uma única mulher.” Apesar das falas tentarem diminuir o peso das acusações contra Weinstein, ao sugerir uma troca consensual de sexo por favor profissional, a entrevista não teve a repercussão desejada e foi rapidamente contestada pelo advogado do produtor, que emitiu um comunicado para a imprensa. No comunicado, Ben Brafman negou que o seu cliente tenha admitido a prática conhecida como “teste do sofá”, afirmando que a frase foi citada de forma equivocada. “Eu estava presente na conversa; não foi uma entrevista, foi um encontro social entre dois amigos. Harvey e Taki não discutiram o caso, e eu não permitiria que o fizessem. Falamos da velha Hollywood e o contraste com a cultura europeia. O sr. Weinstein nunca disse nada sobre trocar papéis por sexo.” De forma curiosa, o próprio Taki Theodoracopulos emitiu um comunicado, admitindo o erro. “Depois de 41 anos sem uma só retratação na ‘Spectator’, eu acredito que representei mal a conversa que tive com Harvey Weinstein. Foi um erro. Espero não ter prejudicado seu caso”. O pedido de desculpas do jornalista, entretanto, fornece um detalhe sórdido sobre o encontro, afirmando que se reuniu com Weinstein porque ele prometeu informações exclusivas e desfavoráveis sobre a atriz Asia Argento, a primeira a denunciar o produtor por estupro, e que virou alvo de uma campanha de cyberbullying nas redes sociais após o suicídio de seu namorado, o chef-celebridade Anthony Bourdain, há pouco mais de um mês. Ao saber dessa motivação, Argento desabafou no Twitter: “Eu entendo agora quem está por trás do horrível bullying dirigido contra mim e Rose McGowan. Weinstein, seu maldito monstro estuprador, ainda tentando nos prejudicar e atingir. Não por muito tempo. Você vai para a cadeia”.

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    Hacker que roubou fotos e vídeos íntimos de Selena Gomez pode pegar nove anos de prisão

    14 de julho de 2018 /

    A jovem acusada de hackear as contas de e-mail da cantora e atriz Selena Gomez, identificada como Susan Atrach, de apenas 21 anos, pode pegar nove anos de prisão nos Estados Unidos, divulgou na sexta (13/7) a polícia de Los Angeles. Atrach está sendo processada por 11 crimes, incluindo cinco acusações de roubo de identidade. De acordo com os advogados de Selena, a hacker realizou múltiplos acessos não autorizados no e-mail da estrela, entre junho de 2015 e fevereiro de 2016, e o material íntimo foi postada na internet e compartilhada com outras pessoas. O caso ainda está sendo investigado pela polícia, e o indiciamento deve acontecer por volta do dia 27 de agosto. Segundo a imprensa americana, os promotores estão pedindo que a jovem seja mantida presa sob uma fiança de US$ 250 mil até o julgamento. Selena Gomez também foi hackeada em 2017, quando fotos de seu ex-namorado Justin Bieber nu foram postadas na conta da cantora no Instagram. Ainda não está claro se esse caso tem relação com o de Susan Atrach.

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    Netflix anuncia A Facção, nova série brasileira sobre o crime organizado

    11 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta quarta-feira (11/7) que vai produzir mais uma série original brasileira: “A Facção”, sobre o universo do crime organizado no país. Com oito episódios e estreia prevista para 2019, a produção vai se passar em São Paulo durante os anos 1990 – época em que PCC (Primeiro Comando da Capital) foi fundado nos presídios paulistas. Diz a sinopse: “O thriller irá seguir a história de Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão desaparecido há anos está preso e é líder de uma ascendente facção criminosa. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o próprio irmão. Mas conforme se infiltra na facção, começa a questionar os próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter”. “A Facção” foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”, “Entre Nós”), que vai assinar a direção dos episódios, com produção da O2 Filmes, a produtora do diretor Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). “Estamos muito animados em produzir para a Netflix essa série temática tão relevante. Em um país em que as pessoas praticamente se acostumaram a conviver com níveis aterrorizantes de violência, ‘A Facção’ aborda a contraditória realidade brasileira, procurando entender melhor a origem do problema”, disse Morelli em comunicado oficial. Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix, deu alguns outros detalhes da série em declaração sobre o projeto: “O que nos guiou até ‘A Facção’ é que, através da perspectiva de Cristina, a série convida o público a explorar o universo inóspito do sistema penitenciário de São Paulo dos anos 1990 com um dramático suspense. A trajetória de Cristina de empoderamento e corrupção é entrelaçada com as práticas da facção”. “A Facção” será a 9ª série brasileira da Netflix, após as já exibidas “3%”, “O Mecanismo” e “Samantha!”, e as anunciadas “Sintonia”, “Coisa Mais Linda”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando” e a animação “Super Drags”.

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    Stan Lee desiste de processo bilionário contra sua antiga empresa por “esquema nefasto”

    9 de julho de 2018 /

    Stan Lee retirou seu processo contra a POW! Entertainment, em que pedia US$ 1 bilhão de indenização, dois meses após dar entrada na ação. O criador da maioria dos heróis da Marvel acusava a empresa de ter tirado vantagem da sua fragilidade emocional e física, na época da morte de sua esposa, para ludibriá-lo com um contrato de exclusividade que ele jamais teria assinado se ainda tivesse visão. Em seu processo, Lee acusava seus antigos sócios na POW! de conspirarem para roubar sua identidade, nome e imagem em um “esquema nefasto” envolvendo uma venda “simulada” a uma empresa chinesa. Em nota, ele disse: “Tudo foi muito confuso para todos, incluindo para mim mesmo e meus fãs, mas estou feliz agora por estar rodeado daqueles que querem o melhor para mim. Estou animado para deixar o processo para trás, voltar aos negócios com meus amigos e colegas na POW! e lançar uma nova onda de personagens e histórias incríveis.” O próprio Stan Lee fundou a POW! Entertainment em 2001 para transformar suas novas criações em programas de TV – como a bem-sucedida série britânica “Stan Lee’s Lucky Man” -, mas ao processar a companhia afirmava ter sido enganado pelos sócios, após a empresa ser vendida para a chinesa Camsing. Ele afirmava não ter sido informado dos detalhes da venda e ser apresentado a um contrato que lhe tirava o direito de usar seu próprio nome e cuidar de suas redes sociais. Em abril, a empresa divulgou um comunicado, afirmando que as alegações eram “completamente sem fundamento” e que estava preocupada com “a reviravolta dentro da vida e gestão pessoal” de Lee. Agora, o CEO da empresa, Shane Duffy, celebra o fim do atrito. “Estamos entusiasmados com a desistência deste processo e esperamos trabalhar com o Stan novamente para desenvolver e produzir os grandes projetos que foram suspensos quando o processo foi aberto. Recentemente nos reunimos com Stan para discutir nosso caminho e nós e a [empresa-mãe] Camsing estamos satisfeitos com sua reação entusiasmada”. Além disso, Duffy disse que iria lidar de forma adequada, através de todos os meios legais, com pessoas que tentem interferir com o bem-estar e relacionamento de Lee com POW! para evitar que algo assim aconteça novamente. Recentemente, advogados entraram com ordens de restrição contra o empresário que estava orientando Lee em seus negócios. Keya Morgan é a pessoa aludida na menção sobre pessoas que interferiam na vida do artista. O documento legal em que o pedido de restrição foi feito revelou a extensão dos problemas criados por Morgan. “Stan Lee está atualmente se recuperando das graves lesões físicas e emocionais causadas por Keya Morgan durante o período em que Keya Morgan controlou todos e cada um dos atos de Stan Lee, e separou Stan Lee de sua família, amigos e conselheiros próximos”, afirma o documento.

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    Trailer da 6ª temporada de Orange Is The New Black mostra protagonistas em prisão de segurança máxima

    9 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens e o primeiro trailer da 6ª temporada de “Orange Is The New Black”. As imagens mostram seis protagonistas trancafiadas e segurando cartazes que foram a palavra “trailer”. Já o vídeo acaba de vez com a dúvida sobre se a série é drama ou comédia, ao mostrar a vida das presidiárias na nova prisão de segurança máxima. Não faltam lágrimas. Após a rebelião ocorrida na 5ª temporada, 10 prisioneiras foram apontadas como líderes e encaminhadas para segurança máxima: Piper (Taylor Schilling), Taystee (Danielle Brooks), Red (Kate Mulgrew), Suzanne (Uzo Aduba), Nicky (Natasha Lyonne), Cindy (Adrienne C. Moore), Gloria (Selenis Leyva), Blanca (Laura Gomez) e Frieda (Dale Soules) aparecem no trailer. Alex (Laura Prepon) também foi transferida, mas não aparece no vídeo, embora seja possível ver Piper perguntando por ela. A sinopse divulgada pela Netflix informa que as mulheres de Litchfield vão testar suas amizades e novas alianças serão formadas na “nova casa”. A 6ª temporada estreia no dia 27 de julho.

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    Stan Lee consegue nova ordem de restrição contra ex-empresário

    8 de julho de 2018 /

    Um juiz concedeu uma nova ordem de restrição contra Keya Morgan, para proteger Stan Lee e sua família do ex-empresário do artista, que supostamente desviou ativos no valor de mais de US$ 5 milhões. A decisão foi tomada após uma confusão judicial, envolvendo diferentes advogados que diziam representar Lee. A juiza Ruth Kleman rejeitou inicialmente o pedido de renovação da ordem de restrição, porque o advogado Tom Lallas, que tomou a iniciativa original, não era representante legal do criador dos super-heróis da Marvel. Um outro advogado, Robert Reynolds, se apresentou na corte para informar que Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro. Lallas, por sua vez, disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. Agora, um terceiro advogado, Stephen Crump, entrou com um novo pedido, afirmando que Morgan fez comentários maliciosos e falsos sobre a filha de Lee para o artista e impediu que os consultores financeiros de Lee o vissem. A ordem impede que Morgan chegue a 100 metros de Lee, sua filha ou seu irmão, Larry Lieber. “Stan Lee está atualmente se recuperando das graves lesões físicas e emocionais causadas por Keya Morgan durante o período em que Keya Morgan controlou todos e cada um dos atos de Stan Lee, e separou Stan Lee de sua família, amigos e conselheiros próximos”, o documento afirma. De acordo com as alegações, a última interação de Morgan com Lee foi quando ele e sua mãe “sequestraram” Lee de sua casa e o levaram para um apartamento, num “último esforço para completar (sic) o corte de qualquer comunicação com alguém que não seja ele mesmo e aqueles que ele poderia controlar. Crump alega que Morgan está agora fazendo ligações de assédio para JC Lee e Larry Lieber, em um esforço para pressioná-los psicologicamente e para retomar o controle dos assuntos de Lee. “Se Keya Morgan for autorizado a entrar em contato com Stan Lee, teme-se que ele tente novamente remover Stan Lee para local desconhecido para promover suas tentativas anteriores de controlar e manipular Stan Lee, e aliená-lo de sua filha e única herdeira JC Lee”, o advogado alega. O novo pedido de restrição foi concedido sexta-feira, enquanto se aguarda uma audiência definitiva sobre o caso, marcada para o dia 26 de julho. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e único autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee, que não é atualizada desde então – por coincidência, desde o período da primeira ordem de restrição.

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    Confusões de Stan Lee ficam mais bizarras com disputa de advogados em sua defesa

    6 de julho de 2018 /

    As confusões envolvendo a vida de Stan Lee, criador dos principais heróis da Marvel, tiveram mais um lance bizarro nesta sexta (6/7). Durante uma audiência em Los Angeles, a juíza Ruth Kleman decidiu não renovar a ordem de restrição contra o empresário do escritor, Keya Morgan, acusado de abuso de idoso, e que chegou a ser preso por ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. O motivo foi simples: a juíza descobriu que o advogado que pediu a ordem original não é representante legal do escritor de 95 anos. Tom Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro, após registrar um documento em que o escritor acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (sócio de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. Mas poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Lallas disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. A decisão da juizá aconteceu após dois advogados apareceram na corte se dizendo representantes de Stan Lee. Além de Lallas, que tinha pedido a ordem de restrição no mês passado, Robert Reynolds veio ao tribunal com uma carta em que Stan Lee afirma que ele é seu único representante legal. Os dois advogados entraram em conflito. Com isso, a ordem contra Morgan foi suspensa. Mas Reynolds alegou que está preparando para seu cliente sua própria ordem de restrição. Advogados da filha de Lee também afirmaram que fariam o mesmo. Já o advogado de Morgan, Alex Kessel, disse que o relacionamento de Lee e de seu cliente continuava a existir “apesar da ordem de restrição” e ainda que “Lee jamais foi ameaçado pelo Sr. Morgan em qualquer sentido”. Morgan, por sua vez, lida com seu próprio problema legal, por denúncia falsa. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee.

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    Três pessoas são presas por sequestro de atriz da franquia Halloween

    4 de julho de 2018 /

    Três pessoas foram presas pelo sequestro da atriz Daisy McCrackin (“Halloween – Ressurreição) e do ator Joseph Capone (“Fighting for Freedom”) em maio de 2017. Promotores apontaram que a dupla foi ameaçada com um revólver a entrar em um veículo, onde os suspeitos Keith Stewart e Johntae Jones colocaram máscaras nas vítimas e as levaram para o bairro de Compton, na Califórnia (EUA). Joseph Capone teve as roupas arrancadas e foi obrigado a entrar em uma banheira, onde permaneceu por 30 horas sem comida. Ele ainda foi agredido quando tentou proteger a companheira. No dia seguinte, Amber Neal se juntou aos criminosos e levou Daisy McCrackin para um banco, onde teve que preencher um cheque de US$ 10 mil. Os suspeitos ainda levaram o carro da atriz. A investigação da polícia levou a prisão do trio. A última a ser detida foi Amber, na segunda-feira (2/7). Caso sejam condenados, o trio pode pegar até prisão perpétua.

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    História bizarra por trás da prisão do ex-empresário de Stan Lee finalmente vem à tona

    2 de julho de 2018 /

    A história por trás da prisão de Keya Morgan, o ex-gerente de negócios de Stan Lee, foi finalmente revelada nesta segunda-feira (2/7) pela promotoria de Los Angeles, após ele se declarar inocente da acusação de ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. E ela é bastante bizarra. De acordo com a transcrição de uma chamada feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, Morgan ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor de 95 anos. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. Morgan fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que por sua vez levou a um helicóptero e a cinco carros de patrulha a serem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Dois dias depois da prisão do ex-empresário, Lee conseguiu uma ordem de restrição na Justiça contra Morgan, impedindo-o de procurá-lo. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este tuíte ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee. Em meados de junho, Morgan disse via Twitter que seu problema legal e os relatos de abuso de idoso contra Lee eram “notícias falsas”. “Por mais de 10 anos eu mostrei nada além de amor, respeito e gentileza para Stan Lee, e sua esposa, um fato que ele repetiu inúmeras vezes”, Morgan twittou. “Eu NUNCA abusei do meu querido amigo. Tudo o que você lê são #FakeNews e pura mentira maliciosa e eu vou provar isso. A verdade vai vir à tona.” O caso da falsa denúncia policial terá uma audiência preliminar em 26 de julho.

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    Susan Sarandon é presa junto a 500 mulheres em protesto contra Trump

    29 de junho de 2018 /

    A veterana atriz Susan Sarandon foi presa na quinta-feira (29/6) junto a outras 500 mulheres (incluindo uma congressista) durante um ato na capital americana contra a política de “tolerância zero” do presidente Donald Trump em relação aos imigrantes em situação ilegal. Segundo a Polícia do Capitólio, 575 pessoas fizeram um protesto sentadas no átrio de um edifício de escritórios do Senado e foram acusadas de manifestar-se ilegalmente, autuadas no local e liberadas. Muitas das detidas cantavam e gritavam palavras de ordem e usavam cobertores prateados de emergência, similares aos utilizados pelas crianças nos centros de detenção. Susan Sarandon disse que foi detida perto do Departamento de Justiça, onde também houve protesto. “Presa. Permaneçam fortes. Se mantenham lutando. #WomenDisobey”, ela escreveu no Twitter. Trump e o Congresso estão em um embate para resolver a crise que separou mais de 2 mil crianças de seus pais imigrantes desde que o governo anunciou, no começo de maio, uma política na fronteira de “tolerância zero”. A política exige o estrito cumprimento de leis que estabelecem que qualquer imigrante que atravesse a fronteira de modo irregular seja preso e processado. Após protestos da comunidade internacional e de críticas feitas por democratas e republicanos, Trump pediu recentemente que seja interrompida a separação das famílias, mas efetivamente nada foi feito para resolver a crise, já que as crianças continuam separadas dos pais, inclusive bebês.

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