Irmãos Russo pretendem filmar livro de presidiário após Vingadores 4
Os irmãos Joe e Anthony Russo adquiriram os direitos de “Cherry”, romance recém-publicado do escritor iniciante Nico Walker, para sua produtora AGBO. Segundo o site Deadline, a adaptação pode ser o primeiro filme dirigido pelos Russos após “Vingadores 4”. O livro reflete a agitada vida do autor. Walker é um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e sua sentença vai até 2020. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema em seu próximo filme. O roteiro de “Cherry” será escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, que já está adaptando outro romance para a AGBO, “Exit West”. Ainda não há cronograma de produção ou previsão de estreia.
Presa por tráfico sexual, Allison Mack quer retomar a carreira de atriz
A atriz Allison Mack, que está em prisão domiciliar e enfrenta um processo criminal por tráfico sexual, quer volta a atuar. Os advogados da antiga intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville” pediram para que o juiz permita que ela possa deixar a casa dos pais em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), para voltar a trabalhar, fazer serviços religiosos semanais e ir para a escola. “As acusações a privaram de continuar sua carreira de atriz”, argumentam os advogados, que ainda garantem que ela “está interessada em contribuir com a sociedade”. Alisson Mack abandonou a carreira de atriz muito tempo antes de ser presa por participar do grupo NXIVM e da seita DOS, acusada de ser uma fachada para promover escravidão sexual de mulheres, que eram marcadas à ferro com as iniciais de seus “donos”. Ela não atua há três anos, desde um papel recorrente na série “American Odyssey”, em 2015. Mack foi liberada da cadeia após pagar uma fiança de US$ 5 milhões. Um juiz magistrado dos Estados Unidos soltou a atriz após seus pais colocarem a casa da família em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), como garantia e ela concordar em morar com eles sob prisão domiciliar, enquanto aguarda seu julgamento. Apesar da prisão dos líderes, a seita aparentemente continua em atividade. A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, revelou lutar até hoje para resgatar sua filha da influência do grupo NXIVM. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pelo líder da seita, o guru Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Esta história bizarra deve virar série, após a produtora Annapurna fechar um acordo com o jornalista Barry Meier, autora da reportagem-denúncia publicada no New York Times, para produzir uma adaptação televisiva de suas descobertas.
Remake do clássico Papillon ganha trailer legendado
Com uma diferença de “apenas” três meses em relação aos Estados Unidos, a Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer oficial legendado do remake de “Papillon” (1973), drama clássico de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Não que haja muita expectativa para a nova versão, que tem os papéis principais desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”) e Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam a pesar as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem chamar muita atenção. Mesmo assim, vale destacar que a produção vem contando com boa vontade dos críticos mais jovens, que, como o público-alvo, não viram o original. A estreia no Brasil está marcada somente para 4 de outubro.
Atriz de The 100 é presa após atacar namorado e chora na polícia
Marie Avgeropoulos, atriz da série “The 100”, teve um surto de Bloodreina na vida real. O site TMZ descobriu que ela foi presa em Los Angeles na semana passada e responde a um processo por violência doméstica após atacar o namorado, em uma história bastante confusa. De acordo com o TMZ, a atriz canadense de 32 anos foi levada pelos policiais na madrugada do dia 5 de agosto depois que seu parceiro ligou para a polícia denunciando a agressão, ainda dentro do carro onde estavam. O homem tinha marcas no corpo e por isso a intérprete de Octavia Blake foi presa, embora ele tenha pedido que os policiais não a levassem. Segundo as fontes do site, Marie misturou remédios controlados que havia começado a tomar recentemente com vinho e ficou descontrolada. A intenção do rapaz ao ligar para a polícia teria sido parar com a confusão e não fazê-la ser presa. O namorado de Marie também é canadense e ambos não têm familiaridade com o sistema legal norte-americano. O próprio rapaz, que não teve a identidade revelada, pagou a fiança e não prestou queixa. Em sua mugshot (foto da ficha policial, acima), a atriz aparece chorando.
Tom Hardy vira Al Capone na primeira foto oficial de Fonzo
O diretor Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) divulgou em seu Twitter a primeira foto oficial de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Al Capone no filme “Fonzo”. A imagem mostra o ator irreconhecível, de charuto na boca, cicatrizes no rosto, cabelo mais ralo e envelhecido. O título é derivado de um apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, ele assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia.
Atriz da série Dinastia tenta resgatar a filha da seita sexual de Alisson Mack
A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, está lutando para resgatar sua filha da seita sexual que tinha entre seus líderes a também atriz Allison Mack, da série “Smalville” . Em entrevista ao programa Today, da rede NBC, Oxenberg contou que chegou a fazer parte da seita e foi quem a apresentou à filha India, de 27 anos. “Eu a levei, e é por isso que me sinto responsável em tirá-la de lá”. “No começo, eu senti uma culpa terrível por ter levado minha filha a uma organização pervertida e perigosa”, prosseguiu. “E então eu comecei a me educar. Falei com muitos especialistas, e eles disseram ‘você vai parar de se culpar? Esses cultos são máquinas bem azeitadas. India nunca teve uma chance’”. A história da seita veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pela DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), seu líder Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS. onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A atriz de 54 anos revelou que a filha também teve a pele marcada a ferro, como era costume no culto. “Eu perguntei ‘você sabe com o que você foi marcada?’ E ela respondeu ‘com algum símbolo em latim’. É muito possível que alguém tenha dito a ela que se tratava de um símbolo em latim, porque muitas das meninas não sabia que eram as iniciais de Keith, e possivelmente de Allison”. Oxenberg descobriu que a filha estava em risco quando uma amiga da jovem ligou para ela, dizendo que precisava salvar India, pois ela havia “assinado um voto vitalício de obediência” ao “mestre” delas. “Então eu surtei”, disse a atriz, que vem desde então tentando resgatar India. O FBI já começou a desmantelar a seita, com a prisão de Raniere e Mack, acusados de tráfico sexual, conspiração para cometer tráfico sexual e trabalhos forçados. A intérprete de Chloe Sullivan em “Smallville” foi liberada mediante pagamento de fiança, mas pode pegar até 15 anos de prisão se for condenada. Esta história, inclusive, vai virar série. O estúdio Annapurna adquiriu os direitos da reportagem do New York Times para realizar uma produção sobre a seita sexual.
Ex-ator mirim do clássico Nós Somos Campeões é preso como bêbado na Califórnia
O ex-ator mirim Shaun Weiss, que ficou conhecido por ter interpretado o personagem Goldberg no sucesso infantil da Disney “Nós Somos os Campeões” (The Mighty Ducks), de 1992, foi preso em Oroville, na Califórnia, acusado de estar intoxicado em uma via pública. Hoje com 38 anos, Weiss apareceu irreconhecível em sua foto de registro policial. Compare acima. Segundo o site TMZ, ele foi encontrado bêbado e foi levado à delegacia para ser fichado, mas acabou sendo liberado sem que uma ocorrência fosse registrada. Weiss chegou a aparecer nas duas sequências de “Nós Somos os Campeões”, em 1994 e 1996, mas sua carreira não foi adiante, resumindo-se a figurações em séries de TV.
Minissérie de fuga de prisão estrelada por Patricia Arquette, Benicio del Toro e Paul Dano ganha trailer
O canal pago Showtime divulgou o primeiro trailer de “Escape at Dannemora”, minissérie sobre uma fuga verídica de prisão, que aconteceu no estado de Nova York em 2015. A prévia mostra como dois assassinos condenados seduziram uma mulher de 51 anos, mãe de família e empregada da alfaiataria do presídio, para ajudá-los a escapar. O mais difícil, porém, é reconhecer Patricia Arquette, vencedora do Oscar por “Boyhood”, como a idosa enredada por Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”) e Paul Dano (“Okja”). A minissérie também conta com outro ator famoso, mas atrás das câmeras. Ben Stiller (“Zoolander”) assina a produção executivo e a direção dos oito episódios. Criada pela dupla Brett Johnson e Michael Tolkin, roteiristas de “Ray Donovan”, “Escape at Dannemora” tem estreia marcada para 18 de novembro nos Estados Unidos.
Taylor Schilling se diz pronta para dar adeus a Orange Is the New Black
A atriz Taylor Schilling, que interpreta a protagonista Piper Chapman em “Orange Is the New Black”, disse que está pronta para considerar sua participação na série encerrada. A declaração foi dada à revista The Hollywood Reporter, ao comentar a situação de sua personagem após o final da 6ª temporada. “Tivemos uma jornada de sorte, mas sempre há essa parte de estar pronta para o final. Você entra já pronto para o fim. É uma maneira muito agridoce e também bonita de existir no mundo. Então a resposta é sim, eu acho que estou pronta para me despedir. Estou muito animada com o que virá a seguir”, comentou. Para quem não viu, as reviravoltas dos episódios mais recentes rendem spoilers gigantes. A série criada por Jenji Kohan encerrou sua 6ª temporada com a libertação antecipada de Piper, que saiu de Litchfield casada e completamente diferente do que era quando entrou. Seu final relativamente feliz contrastou com duas outras histórias que não terminaram nada bem. Taystee Jefferson (Danielle Brooks) foi condenada à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu e Blanca Flores (Laura Gomez) está sendo deportada após sua libertação. “As duas, Taystee e Blanca, têm estradas traiçoeiras e devastadoras à sua frente, enquanto Piper, por seus privilégios, tem uma transição comparativamente fácil”, disse Schilling na entrevista. “Parece que se você é uma pessoa branca com recursos financeiros, a lei não toca em você. E, inversamente, as pessoas são punidas por serem pobres, ao contrário de serem punidas por qualquer tipo de crime”. A atriz disse se sentir grata por poder mostrar esse tipo de situação na tela. “Existem paralelos entre uma pessoa negra ou latina cometendo um crime e uma pessoa branca cometendo exatamente o mesmo crime, a disparidade na sentença é notável. É incrivelmente importante mostrar isso e eu estou feliz que tivemos a chance de falar sobre isso através da série, particularmente através dessa dinâmica Piper-Taystee”. Na entrevista, Schilling falou ainda acreditar que mostrar o processo de saída de Piper e das demais detentas era uma parte importante que a série precisava exibir. “Não há comparação com as consequências devastadoras que Taystee e Blanca estão enfrentando. Não há comparação com a volta de Piper para uma casa, uma rede que a apoia, tendo acesso ao mercado de trabalho, basicamente porque ela é branca. É uma parte vital da história. É importante ver essa mulher branca entrar no sistema e depois deixar o sistema. E agora mais do que nunca, como eu acho que essas conversas sobre privilégios estão sendo realizadas e estão muito mais presentes na cultura popular, há ainda mais espaço para examiná-las com profundidade”. Apesar da saída de Piper, “Orange Is the New Black” já teve sua 7ª temporada confirmada. A atriz ainda não sabe se a trama irá continuar depois disso, mas seu clima agora é de despedida da atração. Piper, porém, ainda deve aparecer, pois assim como na narrativa de Aleida Diaz (Elizabeth Rodriguez), que anteriormente foi libertada e permanece na trama, ela deixou “família” na prisão – Alex Vause (Laura Prepon). A 6ª temporada chegou em 27 de julho à Netflix e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.
Sneaky Pete é renovada e começa a gravar a 3ª temporada já nesta semana
A Amazon anunciou ter renovado “Sneaky Pete” para a 3ª temporada. Mais que isso: as gravações dos novos episódios começam já nesta semana em Los Angeles, quatro meses após a estreia do segundo ano da atração. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) é uma das melhores do serviço Prime, com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Sneaky Pete” traz Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, o nome do protagonista é outro. Ele é um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), assim que sai da cadeia resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo, sem dizer que está preso. O golpista convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda inclui Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e tem participação do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada estarão disponíveis em 2019.
Harvey Weinstein admite que trocava sexo por papéis de cinema, mas advogado insiste que não foi bem isso
Poucas semanas após o início de seu processo criminal por assédio sexual, estupro e conduta inapropriada, o produtor Harvey Weinstein deu uma entrevista polêmica para a revista britânica “The Spectator”, em que admite que abusou de seu poder e que oferecia papéis em filmes em troca de sexo, mas garantiu não ser um estuprador. “Você nasceu rico e privilegiado e você era bonito”, disse Weinstein, ao entrevistador, o colunista Taki Theodoracopulos. “Eu nasci pobre, feio, judeu e tive de lutar minha vida inteira para chegar a algum lugar. Você tinha muitas garotas, nenhuma garota olhava para mim até eu virar grande em Hollywood.” “Sim, eu ofereci a elas papéis em filmes em troca de sexo, mas era assim que era e ainda é com todo mundo”, afirmou o produtor. “Mas eu nunca me forcei para cima de uma única mulher.” Apesar das falas tentarem diminuir o peso das acusações contra Weinstein, ao sugerir uma troca consensual de sexo por favor profissional, a entrevista não teve a repercussão desejada e foi rapidamente contestada pelo advogado do produtor, que emitiu um comunicado para a imprensa. No comunicado, Ben Brafman negou que o seu cliente tenha admitido a prática conhecida como “teste do sofá”, afirmando que a frase foi citada de forma equivocada. “Eu estava presente na conversa; não foi uma entrevista, foi um encontro social entre dois amigos. Harvey e Taki não discutiram o caso, e eu não permitiria que o fizessem. Falamos da velha Hollywood e o contraste com a cultura europeia. O sr. Weinstein nunca disse nada sobre trocar papéis por sexo.” De forma curiosa, o próprio Taki Theodoracopulos emitiu um comunicado, admitindo o erro. “Depois de 41 anos sem uma só retratação na ‘Spectator’, eu acredito que representei mal a conversa que tive com Harvey Weinstein. Foi um erro. Espero não ter prejudicado seu caso”. O pedido de desculpas do jornalista, entretanto, fornece um detalhe sórdido sobre o encontro, afirmando que se reuniu com Weinstein porque ele prometeu informações exclusivas e desfavoráveis sobre a atriz Asia Argento, a primeira a denunciar o produtor por estupro, e que virou alvo de uma campanha de cyberbullying nas redes sociais após o suicídio de seu namorado, o chef-celebridade Anthony Bourdain, há pouco mais de um mês. Ao saber dessa motivação, Argento desabafou no Twitter: “Eu entendo agora quem está por trás do horrível bullying dirigido contra mim e Rose McGowan. Weinstein, seu maldito monstro estuprador, ainda tentando nos prejudicar e atingir. Não por muito tempo. Você vai para a cadeia”.
Hacker que roubou fotos e vídeos íntimos de Selena Gomez pode pegar nove anos de prisão
A jovem acusada de hackear as contas de e-mail da cantora e atriz Selena Gomez, identificada como Susan Atrach, de apenas 21 anos, pode pegar nove anos de prisão nos Estados Unidos, divulgou na sexta (13/7) a polícia de Los Angeles. Atrach está sendo processada por 11 crimes, incluindo cinco acusações de roubo de identidade. De acordo com os advogados de Selena, a hacker realizou múltiplos acessos não autorizados no e-mail da estrela, entre junho de 2015 e fevereiro de 2016, e o material íntimo foi postada na internet e compartilhada com outras pessoas. O caso ainda está sendo investigado pela polícia, e o indiciamento deve acontecer por volta do dia 27 de agosto. Segundo a imprensa americana, os promotores estão pedindo que a jovem seja mantida presa sob uma fiança de US$ 250 mil até o julgamento. Selena Gomez também foi hackeada em 2017, quando fotos de seu ex-namorado Justin Bieber nu foram postadas na conta da cantora no Instagram. Ainda não está claro se esse caso tem relação com o de Susan Atrach.
Netflix anuncia A Facção, nova série brasileira sobre o crime organizado
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (11/7) que vai produzir mais uma série original brasileira: “A Facção”, sobre o universo do crime organizado no país. Com oito episódios e estreia prevista para 2019, a produção vai se passar em São Paulo durante os anos 1990 – época em que PCC (Primeiro Comando da Capital) foi fundado nos presídios paulistas. Diz a sinopse: “O thriller irá seguir a história de Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão desaparecido há anos está preso e é líder de uma ascendente facção criminosa. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o próprio irmão. Mas conforme se infiltra na facção, começa a questionar os próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter”. “A Facção” foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”, “Entre Nós”), que vai assinar a direção dos episódios, com produção da O2 Filmes, a produtora do diretor Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). “Estamos muito animados em produzir para a Netflix essa série temática tão relevante. Em um país em que as pessoas praticamente se acostumaram a conviver com níveis aterrorizantes de violência, ‘A Facção’ aborda a contraditória realidade brasileira, procurando entender melhor a origem do problema”, disse Morelli em comunicado oficial. Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix, deu alguns outros detalhes da série em declaração sobre o projeto: “O que nos guiou até ‘A Facção’ é que, através da perspectiva de Cristina, a série convida o público a explorar o universo inóspito do sistema penitenciário de São Paulo dos anos 1990 com um dramático suspense. A trajetória de Cristina de empoderamento e corrupção é entrelaçada com as práticas da facção”. “A Facção” será a 9ª série brasileira da Netflix, após as já exibidas “3%”, “O Mecanismo” e “Samantha!”, e as anunciadas “Sintonia”, “Coisa Mais Linda”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando” e a animação “Super Drags”.












