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  • Etc

    Andy Dick pode ser preso após assediar motorista de aplicativo

    23 de setembro de 2019 /

    O ator Andy Dick (“Caindo na Estrada”) pode ser preso a qualquer momento devido a um processo movido por um motorista do Uber por assédio durante uma corrida realizada no ano passado. Segundo o boletim de ocorrência, acessado pelo site TMZ, o caso ocorreu em abril do ano passado, quando, de acordo com o motorista, Dick esticou o braço e agarrou sua virilha enquanto ele dirigia. O motorista registrou a denúncia em Los Angeles. Após o fim das investigações, o ator foi acusado de agressão sexual. O mandado de prisão foi emitido em março, mas o ator ainda não foi preso. Este é o terceiro caso em que o ator é acusado de abuso apenas em 2018. Ele foi denunciado por agarrar uma desconhecida em plena rua, em Los Angeles, e também foi alvo de um mandado de segurança pedido por sua mulher, Lina, após episódios violentos. Ele está sem filmar longa-metragens desde que foi demitido do filme “Vampire Dad” em 2017, após vários incidentes envolvendo a equipe de filmagem. Na ocasião, o diretor Frankie Ingrassia disse ao site The Wrap que o ator chegava embriagado e teve conduta inapropriada com os funcionários no set.

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  • Filme

    Filmes sobre Suzane Von Richthofen ganham primeiras fotos oficiais

    18 de setembro de 2019 /

    A Galeria divulgou as primeiras oito fotos oficiais dos filmes sobre Suzane Von Richthofen, condenada pela morte dos pais em 2002. As imagens destacam momentos anteriores ao assassinato e a cena da prisão. A história será contada em dois filmes, com lançamento previsto para o mesmo dia: “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”. Como indicam os títulos, os longas trarão diferentes pontos de vista sobre o caso, o de Suzane e o de Daniel Cravinhos, seu então namorado, que também participou do crime. Nos filmes, a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) interpretará Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) vive Daniel. O elenco conta também com os atores Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os dois longas devem chegar aos cinemas ainda em 2019.

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  • Filme

    Crime de Suzane Von Richthofen vai render dois filmes diferentes com o mesmo elenco

    18 de setembro de 2019 /

    A história de Suzane Von Richthofen, condenada pela morte dos pais em 2002, será contada em dois filmes, com lançamento previsto para o mesmo dia: “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”. Como indicam os títulos, os longas trarão diferentes pontos de vista sobre o caso, o de Suzane e o de Daniel Cravinhos, seu então namorado, que também participou do crime. “É um caso único no cinema essa produção da mesma história com olhares diferentes”, acredita Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora. Na verdade, porém, isto já foi feito antes com a história de “Dois Lados do Amor” (The Disappearance of Eleanor Rigby). Originalmente, o drama estrelado por Jessica Chastain e James McAvoy foi lançado como dois longas diferentes, “Dois Lados do Amor: Ele” e “Dois Lados do Amor: Ela”. Cada filme trazia o ponto de vista de um dos dois protagonistas. Mas depois da exibição no Festival de Toronto em 2013, a produção acabou ganhando uma nova edição, que juntou ambos os pontos de vista numa única trama para o lançamento internacional – ainda assim, os dois filmes originais tiveram distribuição limitada como programa duplo nos Estados Unidos. No caso dos filmes sobre Suzane Von Richthofen, é uma forma de contrapor dois relatos diferentes de um crime que chocou o Brasil. “É uma oportunidade de o público analisar e chegar às suas próprias conclusões sobre o que aconteceu”, resumiu Gurman, no comunicado. “Temos discutido muito internamente o que é verdade. Se eles [Suzane e Daniel] estão falando coisas diferentes, qual é a verdade?”, chegou a questionar o diretor Maurício Eça (“Carrossel: O Filme”). Nos filmes, a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) interpretará Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) vive Daniel. O elenco conta também com os atores Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os filmes devem chegar aos cinemas ainda em 2019.

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  • Etc

    Felicity Huffman é condenada a 14 dias de prisão por fraude universitária

    13 de setembro de 2019 /

    A atriz Felicity Huffman, conhecida por atuar na série “Desperate Housewives” e na recente minissérie “Os Olhos que Condenam”, foi condenada a 14 dias de prisão por seu envolvimento no que a mídia americana batizou de escândalo de fraudes universitárias da elite dos Estados Unidos. Ela se declarou culpada por ter pago US$ 15 mil para que um consultor de admissões em faculdades inflasse as notas de uma de suas filhas para que ela ingressasse na instituição de sua preferência. Além dela, outra atriz famosa, Lori Loughlin, conhecida por seu papel na série “Três É Demais” (Full House) e na sequência “Fuller House”, também foi acusada no mesmo caso, mas não se uniu a Huffman e outros pais que se declararam culpados. Loughlin se disse inocente e, por isso, será agora submetida a julgamento – mas se for condenada deve pegar uma pena muito mais elevada. Por ter se declarado culpada, Huffman vai cumprir a pena mínima. Ela poderia pegar cinco anos de prisão pelo crime de transferência fraudulenta de fundos. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. O nome da operação é uma homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. Em sua defesa, Huffman disse que tentou fazer o melhor para a filha, que queria estudar artes dramáticas, mas tinha notas baixas em matemática. “Eu só queria dar a ela uma chance de ser considerada para um curso em que seu talento para atuação fosse o fator decisivo. Isso parece superficial agora, mas na minha mente eu sabia que o seu sucesso ou fracasso no cinema e no teatro não dependeria de suas aptidões em matemática. Não queria que minha filha fosse impedida de fazer o que ela ama por ser ruim em matemática.” A promotoria pressionou para que todos os pais envolvidos passem algum tempo na prisão, para que ficasse claro que pessoas ricas não podem se safar após cometerem crimes como esse. O escândalo vai virar telefilme do canal pago Lifetime. Intitulado “The College Admissions Scandal”, o longa já teve o primeiro trailer divulgado. Veja aqui.

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  • Filme

    Telefilme sobre fraude universitária das atrizes de Desperate Housewives e Fuller House ganha trailer

    8 de setembro de 2019 /

    O canal pago americano Lifetime divulgou o trailer de “The College Admissions Scandal”, telefilme sobre o escândalo de fraude universitária envolvendo as atrizes Felicity Huffman (“Desperate Housewives”) e Lori Loughlin (“Fuller House”), acusadas de comprarem vagas em faculdades conceituadas nos Estados Unidos para suas filhas. O caso foi revelado pelas autoridades norte-americanas no início deste ano, e rapidamente transformado em telefilme pelo Lifetime, canal especializado nesse tipo de produção. As atrizes Penelope Ann Miller (“American Crime”) e Mia Kirshner (“Star Trek: Discovery”) interpretam as colegas de profissão citadas no escândalo, que envolve cerca de 50 famílias. Mas não está claro se suas personagens terão realmente os nomes das atrizes. A prévia não as nomeia e a ficha oficial de créditos da produção deixa a identificação de seus papéis em branco. Enquanto Felicity Huffman admitiu ser culpada após ser acusada de pagar US$ 15 mil para que sua filha se beneficiasse do esquema ilegal que fraudava o sistema de vagas em universidades. Os procuradores recomendaram que ela cumprisse quatro meses de prisão e pagasse multa de US$ 20 mil. Já Lori Loughlin e seu marido, o empresário Mossimo Giannulli, optaram por se declarar inocentes após serem acusados de desembolsar US$ 500 mil para que suas filhas conseguissem vagas em uma universidade na Califórnia. Se forem condenados, podem pegar até 40 anos de prisão. A estreia do telefilme foi marcada para 12 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça

    16 de agosto de 2019 /

    O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.

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  • Etc

    Bam Margera, do Jackass, é preso após fugir de clínica de reabilitação

    14 de agosto de 2019 /

    Bam Margera, o “ator” e skatista que ficou conhecido pelas pegadinhas do programa e dos filmes “Jackass”, foi preso nos Estados Unidos após fugir de uma clínica de reabilitação e causar distúrbios em um hotel. De acordo com o site TMZ, o “jackass” foi detido às 2h30 da manhã em Los Angeles, quando a polícia foi chamada pelo Luxe Hotel com reclamações de que ele não estava assediando e agredindo verbalmente quem passava por lá. Há cerca de uma semana, Bam revelou que iria se internar em uma clínica, aconselhado pela família e pelo Dr. Phil – famoso psicólogo da TV dos EUA. Foi sua segunda internação em 2019, após ser levado a uma clínica após um surto num clube de comédia. A primeira internação, por sinal, está completando dez anos – e ele abandonou após apenas quatro dias. Vieram pelo menos mais meia dúzia desde então. A morte de outro “jackass”, Ryan Dunn, ao dirigir bêbado em 2011 não serviu de alerta. Ao contrário, aumentou sua vontade de beber. E ele transformou seu vício em fonte de renda, ao participar de reality shows em que passou a mostrar seu estado deplorável. O primeiro foi “Family Therapy with Dr. Jenn”, em 2015 no canal pago VH1, seguido por “The Nine Club”, no YouTube. Após destruir a própria casa e ameaçar a esposa, Margera chegou a ser internado à força numa instituição psiquiátrica no ano passado. Nada disso parece tê-lo ajudado, já que, em 3 de agosto deste ano, ele foi retirado de um voo comercial por ser considerado bêbado demais para embarcar. No dia seguinte, pediu publicamente, via redes sociais, ajuda do Dr. Phil. Assim, foi novamente mostrar que é um “jackass” na TV, ouvindo que precisava se internar, concordando e fugindo uma semana depois.

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  • Filme

    Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas

    13 de agosto de 2019 /

    “Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.

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  • Série

    Orange Is the New Black: Elenco se despede em vídeo legendado da temporada final

    23 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado em tom de despedida de “Orange Is the New Black”. A prévia traz depoimentos do elenco e da criadora Jenji Kohan, com direito a lágrimas e cenas de bastidores das gravações finais. Baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam na sexta-feira (26/7) em streaming.

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  • Etc

    Atriz da série The Chi é presa por posse de cocaína

    23 de julho de 2019 /

    A atriz Sonja Sohn, que ficou conhecida pela série clássica “The Wire” e atualmente estrela “The Chi”, foi presa no último domingo (21/7) por posse de cocaína. De acordo com o comunicado da Delegacia de Polícia de Dare County, na Carolina do Norte, a atriz era uma passageira em um carro no qual foram encontradas drogas e outros objetos utilizados para consumo de substâncias ilegais. Após pagar uma fiança de US$ 1,5 mil dólares, ela foi liberada pela polícia, mas vai responder a processo criminal. Sonja Sohn viveu a Detetive Shakima Greggs por seis anos no drama policial da HBO e depois disso fez diversas participações em várias séries. Ela viveu uma encarnação da bruxa Esther Mikaelson em “The Originals”, esteve em três episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” como a mãe da protagonista Michael Burham (Sonequa Martin-Green) e em “The Chi” interpreta Laverne, uma mulher viciada em álcool e envolvida numa tragédia. A atriz também estreou como diretora num documentário recente sobre violência policial, “Baltimore Resing” (2017).

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  • Filme

    Telefilme vai contar a história bizarra da seita sexual de Allison Mack

    2 de julho de 2019 /

    O canal pago americano Lifetime vai produzir um telefilme sobre o NXIVM, seita sexual que tinha entre seus líderes a atriz Allison Mack (a Chloe de “Smallville”). A dramatização do caso criminal será estrelada por Peter Facinelli (de “Crepúsculo”, “Nurse Jackie” e “Supergirl”). Ele vai interpretar Keith Raniere, líder do grupo, condenado recentemente pelo caso nos EUA. Com o título provisório de “The NXIVM Cult: a Mother’s Nightmare”, o telefilme será focado no drama da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”) e sua luta para salvar a filha do grupo. O lançamento está previsto para o segundo semestre. A atriz Andrea Roth (a mãe de Adaga na série “Manto e Adaga”) fará o papel de Oxenberg, Jasper Polish (“Vingança Sobrenatural”) será sua filha India e Sara Fletcher (“Mom Tested”) fará o papel de Allison Mack. O telefilme do Lifetime já é o quarto projeto anunciado sobre o caso, mas a maioria tem optou pelo registro documental – inclusive a série em desenvolvimento na HBO. O escândalo do NXIVM veio à tona numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, que denunciou a escravidão sexual promovida pela seita e apontou a atriz Allison Mack como braço-direito do falso guru Keith Rainiere. Após investigação do FBI, todos os líderes foram presos em abril de 2018. Um ano depois, Allison se declarou culpada por extorsão e conspiração criminosa. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse no tribunal. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas em seus cursos. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais do “mestre” marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas.

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  • Série

    Showrunner avisa fãs que Netflix não vai reverter cancelamento de Lucifer

    29 de junho de 2019 /

    Quando a Netflix anunciou a renovação de “Lucifer”, muitos perceberam que, na verdade, o que a plataforma estava anunciando era o cancelamento da série, que terá uma 5ª e última temporada para encerrar sua história em 2020. O detalhe levou os “lucifans” a se mobilizarem e iniciar campanhas precoces para pressionar por mais episódios. Afinal, a tática já tinha dado certo antes, quando “Lucifer” foi cancelado pela Fox ao final de sua 3ª temporada e resgatado pela Netflix. Mas a showrunner da série tratou de jogar água fria nesses planos. Ildy Modrovich foi ao Twitter dizer que o jogo acabou e nada vai mudar o placar. Ela explicou que a decisão da Netflix é irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas agora”, garantindo que não existe a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Sabemos que houve muita confusão sobre o recente anúncio de que essa será nossa última temporada. Muitos estão se perguntando se deveriam lutar por mais. E, por mais que estejamos tão tristes quanto muitos de vocês que essa jornada maravilhosa esteja acabando, lutar não vai mudar as coisas agora”, ela escreveu. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Mas ela deixou claro que a ideia de anunciar simultaneamente a renovação e o cancelamento foi uma forma de neutralizar as manifestações de protestos dos fãs. “É porque sabemos o quão apaixonados e devotos são nossos fãs (e nós!) que quiseram dar a vocês (e a nós!) o tempo necessário para processar as notícias. E, por isso, somos incrivelmente gratos”, escreveu Modrovich, dando a entender que os produtores também foram surpreendidos. Na prática, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. Além disso, vale fazer outra conta. Os 10 episódios da 4ª temporada somados aos 10 do 5º ano totalizam menos capítulos que uma temporada simples de série da TV aberta. Em seu último ano na Fox, a 3ª temporada rendeu 26 episódios. Em números frios, o salvamento da Netflix produziu 20 episódios extras, equivalente a uma temporada a mais, dividida em duas partes. Muito pouco a ser comemorado pelos fãs. Pelo menos, o planejamento antecipado permitirá aos roteiristas realizar uma conclusão definitiva para a história. A message of love for our #Lucifans ??❤️ from me… @Henderson_Joe all the #Lucifer writers and our beautiful cast… @tomellis17 @LaurenGerman @LesleyAnnBrandt @RachaelEHarris @kevinmalejandro @dbwofficial @Aimee_Garcia and @ScarMestevez pic.twitter.com/8aXb6yfJ7c — Ildy Modrovich (@Ildymojo) 26 de junho de 2019

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  • Série

    Última temporada de Orange Is the New Black ganha 50 fotos e trailer legendado

    26 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou mais de 50 fotos, o pôster e o trailer legendado da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia confirma que a trama vai se alternar entre as personagens que continuam presas e a jornada da protagonista Piper (Taylor Schilling), após ganhar liberdade. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam em 26 de julho em streaming.

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