Ex-ator mirim de Free Willy é preso por violência doméstica
O ator que estrelou o clássico “Free Willy” (1993) aos 13 anos de idade, Jason James Richter, foi preso por violência doméstica. De acordo com o site americano TMZ, Richter foi preso na noite de segunda-feira (15/10) no Vale de San Fernando, em Los Angeles. Ele teria passado duas noites na cadeia, antes de ser libertado na quarta-feira, após pagar fiança de US$ 20 mil. Pessoas próximas a Richter informaram ao site que ele discutiu com a namorada por volta das 19h da segunda-seira, em sua casa. A namorada se retirou para o quarto e trancou a porta. Richter então quebrou a porta para entrar e agredi-la. Quatro horas depois, ela apareceu na delegacia de polícia e prestou depoimento alegando violência doméstica. Segundo o TMZ, ela disse aos policiais que Richter agarrou seus pulsos. Os policiais, no entanto, afirmam que não havia nenhuma marca visível. Richter interpretou o personagem Jesse em três filmes da franquia “Free Willy”. Ele também fez participações em séries como “Sabrina”, “Bones” e “Criminal Minds: Suspect Behavior”. Ainda em atividade, tem cinco filmes de baixíssimo orçamento prestes a estrear nos Estados Unidos – e nenhum deles deve chegar ao Brasil.
Orange Is The New Black vai acabar na 7ª temporada
A Netflix anunciou que a 7ª temporada de “Orange Is The New Black” marcará o final da série. A notícia foi compartilhada junto com um vídeo legendado, em que as atrizes da atração já aparecem em clima de despedida, agradecendo aos fãs e jurando que serão melhores amigas para sempre, além, claro, de prometer uma despedida digna da produção. Veja abaixo. A decisão não deve surpreender os fãs, já que a criadora da série, Jenji Kohan (criadora também de “Weeds”), disse em 2016 que a trama se encerraria após as três temporadas adicionais fechadas no período com a Netflix. Isto coincide com a produção da 7ª temporada. Além disso, a narrativa se encaminhava para essa conclusão pela forma como a série encerrou sua 6ª temporada, mostrando a libertação da protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling). Ao comentar a situação de sua personagem após este desfecho, a atriz confirmou o clima de encerramento da atração. “Tivemos uma jornada de sorte, mas sempre há essa parte de estar pronta para o final. Você entra já pronto para o fim. É uma maneira muito agridoce e também bonita de existir no mundo. Então a resposta é sim, eu acho que estou pronta para me despedir. Estou muito animada com o que virá a seguir”, comentou. “Orange Is the New Black” começou acompanhando a jornada de Piper como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até que, na última temporada, uma rebelião levou as personagens para a segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência. A 7ª temporada ainda vai trazer Piper, mostrando sua readaptação para a vida em liberdade, mas o foco principal será nas personagens que permanecem presas. Criada por Jenji Kohan (criadora também de “Weeds”), “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A última temporada já começou a ser gravada e será exibida em 2019, em data ainda não definida. Tá chegando o fim da sentença. A temporada final de OITNB vai ser a melhor de todas. <3 pic.twitter.com/t6qEUS1EXX — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 17 de outubro de 2018
Oliver luta na prisão em novo trailer tenso da 7ª temporada de Arrow
A rede CW divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Arrow”, que mostra Oliver Queen (Stephen Amell) numa penitenciária de segurança máxima. Tensa, a prévia acompanha a rotina violenta do protagonista em conflito com outros prisioneiros que ele próprio enviou para a cadeia, e também apresenta novos personagens, inclusive um misterioso arqueiro que Laurel (Katie Cassidy) garante não ser Oliver. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação de Oliver no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos acontecem na prisão. Entre os antigos adversários que retornam, após serem presos pelo Arqueiro Verde, estão Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chega em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Por conta disso, Laurel da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça. Mas o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) ainda planeja se vingar dos amigos e família de Oliver, e contará com um trio de assassinos mortais para atingir seu objetivo. Conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), eles serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Para não ficar só nas desgraças, há uma boa notícia: o ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo da atração. A estreia da 7ª temporada está marcada para segunda-feira (15/10) nos Estados Unidos.
Fan Bingbing teria sido libertada após passar quatro meses sem contato com família e advogados
A atriz chinesa Fan Bingbing já teria sido libertada pela polícia chinesa, depois de ficar “desaparecida” por quase quatro meses, de acordo com a revista americana The Hollywood Reporter. Ela voltou a usar as redes sociais na quarta-feira (3/10) para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, após ser divulgado que ela devia cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas. “Ela recuperou a sua liberdade e está, relativamente, de bom humor”, declarou um executivo próximo a Bingbing para a revista. Pela primeira vez, um jornal chinês, o South China Morning Post, assumiu que atriz tinha sido presa durante o período em que era tratada apenas como “desaparecida” pelos fãs e mau exemplo pelo governo. Presa, não. Ficou sob “vigilância residencial em um local designado”. A nomenclatura oficial usa eufemismo para não falar em prisão, mas a prática é bem pior que a prisão convencional, e similar à política de sequestro de Estado levada adiante pelos Estados Unidos durante a guerra ao terror do governo de George W. Bush. Estar em “vigilância residencial em um local designado” significa ser levado a um lugar desconhecido, isolado, sem direito a advogado nem contato com qualquer pessoa que não sejam autoridades designadas pelo governo. O sistema chinês permite que a polícia detenha suspeitos que são investigados por colocar a segurança do Estado em risco, como em casos de terrorismo ou corrupção expressiva, em locais desconhecidos, sem acesso a advogados ou contato com a família. Bingbing teria sido levada para um hotel usado por oficiais para investigar suspeitos de corrupção no subúrbio da cidade de Wuxi, na província de Jiangsu. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava sem postar no Weibo, o Twitter chinês, desde julho, após sofrer acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias. De forma significativa, a primeira mensagem que ela postou no Weibo, ao ser libertada, lembra o teor dos vídeos de prisioneiros de terroristas, torturados para denunciar os equívocos de seu modo de vida, influenciado pela decadência ocidental, e elogiar seus captores benevolentes. “Peço perdão aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, ela escreveu, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. Como se tornou “inimiga” do Estado, não se sabe se, mesmo solta, a atriz poderá continuar sua carreira internacional. Seu próximo trabalho seria o thriller “355”, em que apareceria ao lado da francesa Marion Cotillard e da espanhola Penélope Cruz.
Amy Schumer e Emily Ratajkowski são detidas durante protesto nos Estados Unidos
A comediante Amy Schumer e a modelo Emily Ratajkowski (que trabalharam juntas em “Sexy por Acidente”) foram detidas nesta quinta-feira (4/10) enquanto participavam de um protesto contra a indicação de Brett Kavanaugh para a Suprema Corte dos Estados Unidos – o equivalente ao STF brasileiro. O juiz indicado por Donald Trump, conhecido por posições conservadoras e anti-feministas, é acusado por três mulheres de abusos sexuais, que teriam acontecido nos anos 1980. Por conta disso, os protestos contra ele têm se intensificado, visando pressionar o Senado a rejeitar sua indicação. Segundo a MSNBC, as atrizes estavam junto a um grupo de mais de uma centena de militantes, concentrado na Colina do Capitólio, em Washington, e foram detidas para a dispersão da manifestação. “Não importa como isso continue, eles não podem nos parar. Nós vamos vencer. Um voto por Kavanaugh é um voto afirmando que as mulheres não importam”, disse Schumer antes de ser detida. Emily Ratajkowski informou o que aconteceu pelo Twitter: “Hoje eu fui presa porque protestava contra a indicação de Brett Kavanaugh, um homem que foi acusado por várias mulheres de agressão sexual. Homens que machucam mulheres não podem mais ser colocados em posições de poder”, escreveu. Today I was arrested protesting the Supreme Court nomination of Brett Kavanaugh, a man who has been accused by multiple women of sexual assault. Men who hurt women can no longer be placed in positions of power. pic.twitter.com/nnwq1O4qk3 — Emily Ratajkowski (@emrata) October 4, 2018
Stephen Amell divulga foto de Arrow em que aparece cheio de ferimentos
O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen em “Arrow”, compartilhou uma nova foto em seu Instagram caracterizado como o herói. Coberto de ferimentos e marcas de luta, a imagem revela que a vida de Oliver na prisão não será fácil na 7ª temporada. “Semana dura”, ele escreveu ao lado da imagem. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação do protagonista no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos serão na prisão, contra criminosos que ele próprio ajudou a prender como Arqueiro Verde – entre eles, Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chegará em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Além disso, Laurel (Katie Cassidy) da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça, e o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) continua seu plano de vingança, prometendo tirar tudo que resta para Oliver – ou seja, a vida dos aliados e do filho do herói. Para isso, ele vai convocar um trio de assassinos mortais, conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), que serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Por outro lado, o time Arrow ganhará reforços importantes. O ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo do elenco e Katherine McNamara (“Shadowhunters”) terá papel recorrente como uma personagem identificada pelo nome de Maya, mas cuja descrição lembra Mia Dearden, a nova Speedy (Ricardita) dos quadrinhos. A personagem é bastante controvertida e daria muito o que falar caso entrasse na série. A estreia da 7ª temporada está marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Bill Cosby é considerado “predador sexual violento” e condenado à prisão
O ator Bill Cosby foi sentenciado à prisão, após ser considerado um “predador sexual violento” pelo juiz Steven O’Neill nesta terça-feira (25/9). Ele deverá passar entre três e dez anos preso e, após cumprir a pena, será registrado na lista de agressores sexuais compilada pelo governo norte-americano, obrigado a comparecer a sessões de terapia pelo resto da vida, além de precisar informar as suas atividades às autoridades três vezes por ano. Uma das figuras mais conhecidas da TV norte-americana, Cosby foi condenado pelo estupro de Andrea Constand em 2004. Mas ela é apenas uma das cerca de 50 mulheres que acusaram o comediante americano, que ficou famoso por desempenhar o papel de um patriarca sábio no sucesso televisivo “The Cosby Show”. Como as demais denúncias de abusos sexuais datam de décadas, a acusação de Constand era a única recente o suficiente para instaurar processo criminal. Ela relatou que na época do ataque trabalhava na Temple University, universidade que Cosby patrocinava, como treinadora da equipe de basquete. Ela disse ter ido à casa do ator para discutir uma possível mudança de carreira. Cosby teria aproveitado para lhe dar três pílulas azuis, que disse serem para relaxá-la. Segundo seu testemunho, as pílulas a fizeram se sentir tonta, e Cosby a levou até um sofá e a deitou. “A próxima coisa que eu lembro, eu estava meio acordada”, disse Constand. “Minha vagina estava sendo penetrada com bastante força. Eu senti meus seios sendo tocados. Ele colocou minha mão em seu pênis e se masturbou com minha mão. Eu não era capaz de fazer nada.” Cosby tem repetidamente negado qualquer ato irregular e disse que qualquer encontro sexual que teve foi consensual. Seus advogados descreveram Constand como uma vigarista que busca dinheiro. O caso já tinha rendido uma fortuna a Constand em 2005. Na época, o ator alcançou um acordo com a promotoria para indenizar a mulher pela via civil e evitar um processo criminal. Durante o julgamento, foi revelado que Cosby pagou US$ 3,38 milhões a Constand como parte desse acordo civil. Mas conforme mais e mais mulheres surgiram alegando terem sido drogadas e estupradas pelo ator, a promotoria convenceu Constand a denunciar Cosby criminalmente. “As vítimas de Cosby não podem voltar no tempo e desfazer o estupro. Tudo o que podemos fazer, infelizmente, é garantir que o criminoso enfrente a justiça pelo que fez”, disse Gianna Constant, mãe da vítima. A sentença foi determinada após a psicóloga Dra. Kristen Dudley testemunhar que Cosby poderia ser classificado como um “predador sexual violento” e que ele recorreria nos crimes de estupro e assédio caso fosse liberado sem supervisão. Um segundo profissional, chamado pela defesa, contradisse as declarações da colega e citou a idade do comediante como atenuante. A defesa ainda argumentou que o registro de Cosby na lista de predadores sexuais o impediria de ver seus netos. O julgamento de Cosby foi o primeiro realizado após o movimento #MeToo cobrar punições para os abusadores sexuais que passaram décadas impunes em Hollywood.
Arrow: Trailer tenso e 17 fotos da 7ª temporada mostram o herói preso
A rede CW divulgou 17 fotos e o trailer da 7ª temporada de “Arrow”, que mostra Oliver Queen (Stephen Amell) numa penitenciária de segurança máxima. Tensa, a prévia revela que, enquanto Oliver vira saco de pancadas de prisioneiros que ele próprio enviou para a cadeia, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) continua seu plano de vingança. O vilão aparece apontando uma arma para Felicity (Emily Bett Rickards) e o filho do herói, aproveitando que Oliver “não pode ajudar”. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação do protagonista no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos acontecem na prisão. Entre os antigos adversários que retornam, após serem presos pelo Arqueiro Verde, estão Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chegará em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Por conta disso, Laurel (Katie Cassidy) da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça. Mas o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz também contará com um trio de assassinos mortais para atacar a família e os aliados de Oliver. Conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), eles serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Para não ficar só nas desgraças, há uma boa notícia: o ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo da atração. A estreia da 7ª temporada está marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos.
Astro de Os Feiticeiros de Waverly Place é preso tentando entrar com arma carregada no Aeroporto de Los Angeles
O ator David Henrie, que ficou conhecido pelo papel de Justin Russo, irmão da personagem de Selena Gomez na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”, do Disney Channel, foi preso por levar uma arma de fogo carregada ao aeroporto de Los Angeles. Segundo o TMZ, Henrie não passou pela verificação de segurança do aeroporto na manhã desta segunda-feira (10/9). A arma, um modelo M&P Shield 9mm, foi descoberta durante a revista obrigatória para liberar a entrada na área de embarque. Henrie acabou detido e levado para uma delegacia próxima. O ator continua em custódia e seus representantes ainda não comentaram o acontecido. Em “Os Feiticeiros de Waverly Place” (2007-2012), o ator interpretava o irmão da protagonista, Alex (Selena Gomez). Os irmãos Russo competiam para se tornar os próximos feiticeiros da família e alimentavam uma rivalidade fraternal. Além da série da Disney, Henrie apareceu em “How I Met Your Mother” e em filmes como “Segurança de Shopping 2” e “Walt Antes do Mickey”. Em um de seus próximos projetos, ele deveria interpretar uma versão mais jovem do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan.
Oliver Queen está na prisão no novo pôster de Arrow
A rede CW divulgou o pôster da 7ª temporada de “Arrow”, que mostra Oliver Queen (Stephen Amell) numa penitenciária de segurança máxima. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação de Oliver Queen no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos serão na prisão, contra criminosos que ele próprio ajudou a prender como Arqueiro Verde – entre eles, Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chegará em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Além disso, Laurel (Katie Cassidy) da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça, e o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) continua seu plano de vingança, prometendo tirar tudo que resta para Oliver – ou seja, a vida dos aliados e do filho do herói. Para isso, ele vai convocar um trio de assassinos mortais, conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), que serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Por outro lado, o time Arrow ganhará um reforço importante. O ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo do elenco. A estreia da 7ª temporada está marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Irmãos Russo pretendem filmar livro de presidiário após Vingadores 4
Os irmãos Joe e Anthony Russo adquiriram os direitos de “Cherry”, romance recém-publicado do escritor iniciante Nico Walker, para sua produtora AGBO. Segundo o site Deadline, a adaptação pode ser o primeiro filme dirigido pelos Russos após “Vingadores 4”. O livro reflete a agitada vida do autor. Walker é um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e sua sentença vai até 2020. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema em seu próximo filme. O roteiro de “Cherry” será escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, que já está adaptando outro romance para a AGBO, “Exit West”. Ainda não há cronograma de produção ou previsão de estreia.
Presa por tráfico sexual, Allison Mack quer retomar a carreira de atriz
A atriz Allison Mack, que está em prisão domiciliar e enfrenta um processo criminal por tráfico sexual, quer volta a atuar. Os advogados da antiga intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville” pediram para que o juiz permita que ela possa deixar a casa dos pais em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), para voltar a trabalhar, fazer serviços religiosos semanais e ir para a escola. “As acusações a privaram de continuar sua carreira de atriz”, argumentam os advogados, que ainda garantem que ela “está interessada em contribuir com a sociedade”. Alisson Mack abandonou a carreira de atriz muito tempo antes de ser presa por participar do grupo NXIVM e da seita DOS, acusada de ser uma fachada para promover escravidão sexual de mulheres, que eram marcadas à ferro com as iniciais de seus “donos”. Ela não atua há três anos, desde um papel recorrente na série “American Odyssey”, em 2015. Mack foi liberada da cadeia após pagar uma fiança de US$ 5 milhões. Um juiz magistrado dos Estados Unidos soltou a atriz após seus pais colocarem a casa da família em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), como garantia e ela concordar em morar com eles sob prisão domiciliar, enquanto aguarda seu julgamento. Apesar da prisão dos líderes, a seita aparentemente continua em atividade. A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, revelou lutar até hoje para resgatar sua filha da influência do grupo NXIVM. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pelo líder da seita, o guru Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Esta história bizarra deve virar série, após a produtora Annapurna fechar um acordo com o jornalista Barry Meier, autora da reportagem-denúncia publicada no New York Times, para produzir uma adaptação televisiva de suas descobertas.
Remake do clássico Papillon ganha trailer legendado
Com uma diferença de “apenas” três meses em relação aos Estados Unidos, a Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer oficial legendado do remake de “Papillon” (1973), drama clássico de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Não que haja muita expectativa para a nova versão, que tem os papéis principais desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”) e Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam a pesar as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem chamar muita atenção. Mesmo assim, vale destacar que a produção vem contando com boa vontade dos críticos mais jovens, que, como o público-alvo, não viram o original. A estreia no Brasil está marcada somente para 4 de outubro.











