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    Críticos dos EUA elegem “Licorice Pizza” como filme do ano

    2 de dezembro de 2021 /

    Dois dias depois do Gotham Awards abrir a temporada de premiações de cinema nos EUA, a National Board of Review (NBR) apresentou nesta quinta (2/12) os resultados da primeira votação da crítica americana. A mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, destacou em sua seleção de melhores de 2021 a comédia dramática “Licorice Pizza” como o filme do ano e seu diretor, de Paul Thomas Anderson, como diretor do ano. A preferência da NBR não costuma indicar favorito para a eleição da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Para se ter noção, neste século apenas um vencedor da votação dos críticos foi também vencedor do Oscar: “Green Book”, em 2018. No ano passado, o filme agraciado pela NBR, “Destacamento Blood”, nem entrou na disputa de Melhor Filme do Oscar. Por outro lado, “Destacamento Blood” também foi uma exceção em outra tendência, já que os filmes premiados pela NBR costumam, sim, geralmente disputar o Oscar. Isto aconteceu com “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), “A Hora Mais Escura” (2012), “Ela” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Manchester à Beira-Mar” (2016), “O Irlandês” (2019) e muitos outros. Além das vitórias de “Licorice Pizza”, que incluíram um prêmio de revelação para os atores estreantes Alana Haim (da banda Haim) e Cooper Hoffman (Filho de Philip Seymour Hoffman), a NBR também destacou Will Smith por seu papel em “King Richard – Criando Campeãs” e a novata Rachel Zegler por sua estreia no musical “Amor, Sublime Amor”. Entre as surpresas, deu ainda reconhecimento ao cineasta iraniano Asghar Farhadi, duas vezes premiado com o Oscar de Melhor Filme Internacional, como roteirista do ano por seu novo filme, “A Hero”. Vale apontar que os críticos da associação histórica não incluíram nenhum filme da Netflix em sua votação, em contraste com a eleição do Gotham Awards, vencida por “A Filha Perdida” e totalmente dominada por produções de streaming. Veja abaixo a lista completa, que inclui os tradicionais Top 10 de fim de ano da NBR. Melhor Filme “Licorice Pizza” Melhor Diretor Paul Thomas Anderson (“Licorice Pizza”) Melhor Ator Will Smith (“King Richard – Criando Campeãs”) Melhor Atriz Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”) Melhor Ator Coadjuvante Ciarán Hinds (“Belfast”) Melhor Atriz Coadjuvante Aunjanue Ellis (“King Richard – Criando Campeãs”) Melhor Roteiro Original Asghar Farhadi (“A Hero”) Melhor Roteiro Adaptado Joel Coen (“A Tragédia de Macbeth”) Desempenho Inovador Alana Haim e Cooper Hoffman (“Licorice Pizza”) Melhor Estreia na Direção Michael Sarnoski (“Pig”) Melhor Animação “Encanto” Melhor Filme Estrangeiro “A Hero” (Irã) Melhor Documentário “Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)” Melhor Conjunto de Elenco e Direção “Vingança & Castigo” Realização Notável em Cinematografia Bruno Delbonnel (“A Tragédia de Macbeth”) Prêmio NBR de Liberdade de Expressão “Flee” Top 10: Melhores Filmes de Hollywood (em ordem alfabética) “Amor, Sublime Amor” (West Side Story) “O Beco do Pesadelo” (Nightmare Alley) “Belfast” “Duna” (Dune) “King Richard – Criando Campeãs” “Licorice Pizza” “Não Olhe para Cima” (Don’t Look Up) “Red Rocket” “A Tragédia de Macbeth” (The Tragedy of Macbeth) “O Último Duelo” (The Last Duel) Top 5: Melhores Filmes em Língua Estrangeira (em ordem alfabética) “Benedetta” (França) “Lamb” (Islândia”) “Lingui” (França, Chade) “Titane” (França) “The Worst Person in the World” (Noruega, Dinamarca) Top 6: Melhores Documentários (em ordem alfabética) “Ascension” “Attica” “Flee” “The Rescue” “Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain” “Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)” Top 10: Melhores Filmes Independentes (em ordem alfabética) “The Card Counter” “O Cavaleiro Verde” (The Green Knight) “Holler” “Jockey” “No Ritmo do Coração” (CODA) “Old Henry” “Pig” “Shiva Baby” “Sempre em Frente” (C’mon C’mon) “The Souvenir – Part II”

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    “A Filha Perdida” vence Gotham Awards

    30 de novembro de 2021 /

    O Gotham Awards deu início à temporada de premiações do cinema americano na noite de segunda-feira (29/11) com a consagração de “A Filha Perdida”, produção da Netflix que marca a estreia na direção da atriz Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”). O filme já tinha recebido o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, em setembro passado, e dominou a noite do evento nova-iorquino com a conquista de quatro prêmios: Melhor Filme, Melhor Atuação para Olivia Colman (“A Favorita”) e dois troféus para Gyllenhall – Cineasta Revelação e, novamente, Melhor Roteiro. Vencer o Gotham costuma ser bom sinal para a temporada, que se estende até a entrega do Oscar. No ano passado, o vencedor foi “Nomadlands”, que acabou conquistando o prêmio máximo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas o resultado deste ano foi além de definir um filme específico como favorito. Também representou a consagração do streaming. O segundo filme mais premiado foi “No Ritmo do Coração”, vencedor do Festival de Sundance e adquirido pela Apple TV+ nos EUA, com dois troféus para seu elenco: Melhor Coadjuvante para Troy Kotsur (“Número 23”) e Revelação para a jovem Emilia Jones (“Locke & Key”). Os dois títulos foram os únicos longas de ficção premiados. Para completar, a Netflix e a Hulu/Star+ dividiram as honras nas categorias de séries, com conquistas para o fenômeno “Round 6” e “Reservation Dogs”. Dedicado ao melhor do cinema independente americano, o resultado do Gotham Awards celebrou com seus prêmios o negócio multibilionário e nada indie das big techs e grandes plataformas de streaming de Hollywood. Não é exagero revelar que só a Netflix tinha 14 indicações. Veja abaixo o trailer de “A Filha Perdida”, que estreia em 17 de dezembro em streaming, seguido pela lista completa dos premiados. MELHOR FILME “A Filha Perdida” MELHOR DOCUMENTÁRIO “Flee” MELHOR FILME INTERNACIONAL “Drive My Car” (Japão) PRÊMIO BINGHAM RAY PARA CINEASTA REVELAÇÃO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ROTEIRO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO Olivia Colman (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”) ATUAÇÃO REVELAÇÃO Emilia Jones (“No Ritmo do Coração”) SÉRIE REVELAÇÃO (MAIS DE 40 MIN) “Round 6” SÉRIE REVELAÇÃO (MENOS DE 40 MIN) “Reservation Dogs” SÉRIE REVELAÇÃO DOCUMENTAL “Philly D.A” MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA Ethan Hawke in (“The Good Lord Bird”) Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”)

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    Filme estrelado por Javier Bardem bate recorde de indicações do prêmio Goya

    30 de novembro de 2021 /

    A Academia Espanhola de Cinema anunciou as indicações para seu prêmio anual, o Goya, considerado o Oscar espanhol, e a lista resultou num recorde de nomeações para a comédia “El Buen Patrón”, do diretor Fernando León de Aranoa, que traz Javier Bardem como protagonista. Foram nada menos que 20 indicações em 17 categorias, incluindo Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original e um impressionante segundo recorde nas categorias de interpretação, com nada menos que sete integrantes de seu elenco concorrendo a troféus – com destaque, claro, para Bardem. Produzido pela Mediapro, “El Buen Patrón” traz Bardem no papel de um intrigante chefe de fábrica cujos planos de controlar sua força de trabalho começam a sair pela culatra. O filme também foi selecionado para representar a Espanha na busca por uma vaga ao Oscar deste ano, superando outro favorito, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar. O longa de Almodóvar também vai concorrer com “El Buen Patrón” na disputa do Goya de Melhor Filme, ao lado de “Libertad” de Clara Roquet, “Maixabel” de Iciar Bollain e “Mediterráneo” de Marcel Barrena. A cerimônia de premiação do Goya Awards será realizada em 12 de fevereiro de 2022 na cidade de València. Veja abaixo o trailer de “El Buen Patrón”.

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    “A Febre” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    29 de novembro de 2021 /

    O filme de temática indígena “A Febre”, de 2019, foi o vencedor da 20ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em cerimônia realizada no domingo (28/11). A conquista se soma a outros 25 troféus da obra de Maya Da-Rin, que também venceu os festivais de Brasília, Biarritz, Lima e IndieLisboa, além de ter rendido vários prêmios para sua diretora e seu ator principal, o estreante Regis Myrupu. A febre é o que sente o protagonista, um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, ele adoece quando sua única companhia, a filha Vanessa, prepara-se para estudar Medicina em Brasília, e passa a ter visões que lhe impulsionam a reencontrar suas raízes. A premiação da Academia Brasileira de Cinema (ABC) também consagrou “Pacarrete”, outro filme de 2019, que teve o maior número de vitórias: oito troféus ao todo, incluindo o prêmio do Júri Popular e Melhor Comédia para o trabalho do diretor Allan Deberton, além do troféu de Melhor Atriz para Marcélia Cartaxo pelo papel-título. Já o Melhor Ator foi Marcos Palmeira por outro papel-título, desempenhado em “Boca de Ouro”, mais um lançamento de 2019. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro ainda destacou “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz — escolhido pela própria ABC para representar o Brasil no Oscar 2021 — como Melhor Documentário, e Filme de Estreia, além de Som e Montagem. Veja abaixo a lista completa dos vencedores do evento, que como sempre acontece um ano após a temporada original de premiações e praticamente dois anos após as estreias dos principais agraciados, conformando-se em ser a mais datada de todas as premiações nacionais. Melhor Longa-Metragem Ficção “A Febre”, de Maya Da-Rin. Melhor Direção Jeferson De, por “M8 – Quando A Morte Socorre A Vida” Melhor Longa-Metragem Comédia “Pacarrete”, de Allan Deberton Melhor Ator Marcos Palmeira, por “Boca de Ouro” Melhor Atriz Marcélia Cartaxo, por “Pacarrete” Melhor Ator Coadjuvante João Miguel, por “Pacarrete” Melhor Atriz Coadjuvante Hermila Guedes, por “Fim De Festa” Melhor Longa-Metragem Documentário “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz Melhor Filme Pelo Voto Popular “Pacarrete”, de Allan Deberton Melhor Filme Internacional “Jojo Rabbit”, de Taika Waititi (EUA) Melhor Filme Ibero-Americano “O Roubo do Século”, Ariel Winograd (Argentina) Melhor Longa-Metragem Animação Os Under-Undergrounds, “O Começo”, de Nelson Botter Jr Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Bárbara Paz, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou” Melhor Som Rodrigo Ferrante, Miriam Biderman, e Ricardo Reis, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou” Melhor Montagem – Ficção Karen Akerman, por “A Febre” Melhor Montagem – Documentário Cao Guimarães E Bárbara Paz, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir O Coração e Dizer Parou” Melhor Roteiro Original Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro, por “Pacarrete” Melhor Roteiro Adaptado Jeferson De e Felipe Sholl, por “M8: Quando A Morte Socorre A Vida” Melhor Direção de Fotografia Barbara Alvarez, por “A Febre” Melhor Maquiagem Tayce Vale, por “Pacarrete” Melhor Figurino Kika Lopes, por “Boca De Ouro” Melhor Efeito Visual Marcelo Siqueira, por “A Divisão – O Filme” Melhor Direção de Arte Rodrigo Frota, por “Pacarrete” Melhor Trilha Sonora Fred Silveira, por “Pacarrete” Melhor Longa-Metragem Infantil “10 Horas Para O Natal”, de Cris D’amato Melhor Curta-Metragem – Ficção “República”, de Grace Passô Melhor Curta-Metragem – Documentário “Filhas de Lavadeiras”, de Edileuza Penha de Souza Melhor Curta-Metragem – Animação “Subsolo”, de Erica Maradona e Otto Guerra Melhor Série Documentário TV Paga/Streaming “Milton e O Clube da Esquina” – 1ª Temporada (Canal Brasil). Direção Geral: Vitor Mafra Melhor Série Animação da TV Paga/Streaming “Rocky & Hudson: Os Caubóis Gays” – 1ª Temporada (Canal Brasil). Melhor Série Ficção TV Aberta “Sob Pressão – Plantão Covid” – Temporada Especial (TV Globo). Melhor Série Ficção TV Paga/Streaming “Bom Dia, Verônica” – 1ª Temporada (Netflix).

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    Músicas de “WandaVision” e “Judas e o Messias Negro” vão disputar Grammy 2022

    24 de novembro de 2021 /

    Vencedora do Emmy de Melhor Canção Original, “Agatha All Along”, da série “Wandavision”, vai disputar o Grammy (o Oscar da música) com a música que venceu o Oscar, “Fight For You”, gravação de H.E.R. para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. Composta pelo casal Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”), “Agatha All Along” foi indicada na categoria de Melhor Canção para Mídias Visuais e concorre ainda com “All Eyes On Me” do especial “Bo Burnham: Inside”, “All I Know So Far” do documentário “P!NK: All I Know So Far”, “Here I Am” do filme “Respect: A História de Aretha Franklin”, e “Speak Now” do filme “Uma Noite em Miami”. A música vencedora será conhecida junto com os premiados de todas as categorias durante a cerimônia do Grammy 2022, marcada para o dia 31 de janeiro. Confira abaixo as seis canções indicadas.

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    Critics Choice: “Summer of Soul” é eleito Melhor Documentário do Ano

    14 de novembro de 2021 /

    A associação Critics Choice, que reúne críticos de cinema dos EUA, consagrou “Summer of Soul (…Ou Quando a Revolução Não Pode ser Televisionada)” como o Melhor Documentário do ano. O filme dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson, baterista da banda de hip-hop The Roots, fez um verdadeiro rapa na 6ª edição do Critics Choice Documentary Awards, vencendo as seis categorias a que foi indicado, incluindo Melhor Documentário de Estreia, Documentário com Imagens de Arquivo, Documentário Musical, Fotografia e Trilha Sonora, além de dar ao cineasta-baterista o prêmio de Melhor Direção, em empate com a dupla Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin, de “The Rescue”. “Summer of Soul” resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que ficou conhecido como “black Woodstock” ao reunir grandes astros do soul em Nova York, no mesmo verão e a apenas 100 milhas de distância do famoso evento roqueiro. Anteriormente, o longa já tinha vencido em dose dupla o Festival de Sundance, como Melhor Documentário na votação do Júri e do Público, e até a categoria de Documentário da recente Mostra de São Paulo. O lançamento comercial no Brasil vai acontecer em breve na plataforma Star+, em data ainda não divulgada. O Critics Choice Documentary Awards também entregou o prêmio DA Pennebaker, de realizações da carreira, ao documentarista RJ Cutler, cuja obra mais recente foi outro documentário musical: “Billie Eilish: The World a Little Blurry”.

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    Manu Gavassi vence premiação europeia da MTV

    14 de novembro de 2021 /

    A cantora Manu Gavassi foi uma das vencedoras da premiação europeia da MTV, realizada neste domingo (14/11) em Budapeste, na Hungria. É que, ao contrário do que o nome Europe Music Awards (EMA) sugere, o evento não celebra apenas a música de países europeus. O EMA é o prêmio mais internacional da MTV, com categorias para vários “artistas locais”, e enquanto Taylor Swift e Little Mix foram as consideradas representantes dos EUA e do Reino Unido, respectivamente, Manu levou o troféu de Melhor Artista do Brasil, em votação realizada pelo público. Ela agradeceu aos fãs num vídeo emocionado, disponibilizado pelas redes sociais da MTV. “Gavassiers, vocês são completamente malucos!”, disse a cantora, que viajou até a Hungria para participar da premiação. Durante a transmissão, ela ainda apresentou a categoria de Melhor Artista Alternativo, que foi vencida pelo cantor inglês Yungblud (desde o fim do clássico “120 Minutes”, o “alternativo” da MTV é comercialzão de doer). Anitta também participou da cerimônia, mas por vídeo, para parabenizar a rapper Saweetie, sua parceira na música “Faking Love”, que foi a anfitriã do evento e também venceu o EMA de Melhor Artista Nova. O grande campeão da noite foi a banda sul-coreana BTS, que levou a maioria dos prêmios, incluindo Melhor Artista Pop, Melhor Grupo, Melhor K-Pop e Maiores Fãs. Quem também se destacou foi Sheeran, com os troféus de Melhor Artista e Melhor Música (“Bad Habits”), enquanto Lil Nas X ficou com o prêmio de Melhor Clipe (“Montero”). Entre as categorias de gêneros musicais, a banda italiana Måneskin foi considerada o Melhor Artista de Rock, Nicki Minaj ganhou o prêmio de Melhor Hip-Hop, Maluma levou como Melhor Latino e David Gueta foi o Melhor Eletrônico. Um detalhe que chamou atenção foi o desempenho de Justin Bieber, que era favorito com oito indicações e não ganhou nenhum prêmio. Confira abaixo o vídeo de Manu Gavassi e a lista completa dos vencedores do EMA 2021. AVISA QUE É ELA! @manugavassi levou mais votos dos Gavassiers e foi premiada como Melhor Artista Brasileiro no #MTVEMA! Veja a transmissão a partir das 16h na MTV Brasil e na @plutotvbr! pic.twitter.com/obPtJ6ofp2 — MTV BRASIL (@MTVBrasil) November 14, 2021 Melhor Artista: Ed Sheeran Melhor Música: Ed Sheeran – “Bad Habits” Melhor Clipe: Lil Nas X – “Montero (Call Me By Your Name)” Melhor Colaboração: Doja Cat ft. SZA – “Kiss Me More” Melhor Grupo: BTS Melhor Artista Novo: Saweetie Melhor Artista Pop: BTS Melhor Artista de Música Eletrônica: David Guetta Melhor Artista de Rock: Måneskin Melhor Artista Alternativo: Yungblud Melhor Artista Latino: Maluma Melhor Artista de Rap: Nicki Minaj Melhor Artista de K-pop: BTS Melhor Artista Revelação: Griff Melhores Fãs: BTS Melhor Vídeo para o Bem: Billie Eilish – “Your Power” Melhor Artista da África – Wizkid (Nigéria) Melhor Artista da Alemanha – Badmómzjay Melhor Artista da Austrália – Ruel Melhor Artista do Brasil – Manu Gavassi Melhor Artista do Canadá – Johnny Orlando Melhor Artista do Caribe – Bad Bunny Melhor Artista da Coreia do Sul – Aespa Melhor Artista da Espanha – Aitana Melhor Artista dos Estados Unidos – Taylor Swift Melhor Artista da França – Amel Bent Melhor Artista da Hungria – Azahriah Melhor Artista da Índia – DIVINE Melhor Artista da Itália – Aka 7even Melhor Artista de Israel – Noa Kirel Melhor Artista do Japão – Sakurazaka46 Melhor Artista Latino da América do Norte – Alemán Melhor Artista Latino da América do Sul – Tini Melhor Artista Latino da América-Central – Sebastian Yatra Melhor Artista da Nova Zelândia – Teeks Melhor Artista da Polônia – Daria Zawialow Melhor Artista de Portugal – Diogo Piçarra Melhor Artista da Região Nórdica – Tessa (Dinamarca) Melhor Artista do Reino Unido e Irlanda – Little Mix Melhor Artista da Rússia – Max Barskih Melhor Artista do Sudeste Asiático – JJ Lin (Singapura) Melhor Artista da Suíça – Gjon’s Tears

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    Academia Europeia de Cinema anuncia indicados à premiação de melhores do ano

    9 de novembro de 2021 /

    A Academia Europeia de Cinema (EFA, na sigla em inglês) anunciou nesta terça (9/11) as indicações da 34ª edição de sua premiação anual, os European Film Awards. A lista inclui os vencedores dos festivais de Cannes e Berlim deste ano, respectivamente o francês “Titane”, de Julia Ducournau, e o romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude. Mas o segundo não concorre na categoria de Melhor Filme, apenas como Direção e Roteiro. “Titane” está entre os filmes com mais indicações, empatado com “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila ZbaniC, e “Meu Pai”, de Florian Zeller, todos com quatro nomeações cada. Os cerca de 4100 membros da EFA vão agora votar em seus favoritos e os vencedores serão revelados numa cerimônia de gala marcada para 11 de dezembro, em Berlim. Confira abaixo a lista de indicados. Melhor Filme “Compartment No.6”, de Juho Kuosmanen (Finlândia, Rússia, Estónia, Alemanha) “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila Zbanic (Bósnia e Herzegovina, Aústria, Holanda, França, Polónia, Noruega, Alemanha, Roménia, Turquia) “Meu Pai”, de Florian Zeller (Reino Unido, França) “A Mão de Deus”, de Paolo Sorrentino (Itália) “Titane”, de Julia Ducournau (França, Bélgica) Melhor Comédia “Ninjababy”, de Yngvild Sve Flikke (Noruega) “Minha Querida Nora”, de Méliane Marcaggi (França) “Sentimental”, de Cesc Gay (Espanha) Melhor Documentário “Babi Yar. Context”, de Sergei Loznitsa (Holanda, Ucrânia) “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França, Suécia, Noruega) “Mr Bachmann and His Class”, de Maria Speth (Alemanha) “Taming the Garden”, de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Georgia) “The Most Beautiful Boy in the World”, de Kristina Lindström & Kristian Petri (Suécia) Melhor Animação “Even Mice Belong in Heaven”, de Denisa Grimmová & Jan Bubeníček (República Checa, França, Polónia, Eslováquia) “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França, Suécia, Noruega) “The Ape Star”, de Linda Hambäck (Suécia, Noruega, Dinamarca) “Where is Anne Frank”, de Ari Folman (Bélgica, Luxemburgo, Israel, Holanda, França) “Wolfwalkers”, de Tomm Moore & Ross Stewart (Irlanda, Luxemburgo) European Discovery – Prêmio da Crítica “Lamb”, de Valdimar Jóhansson (Islândia, Suécia, Polónia) “Playground”, de Laura Wandel (Bélgica) “Pleasure”, de Ninja Thyberg (Suécia, Holanda, França) “Bela Vingança”, de Emerald Fennell (EUA, Reino Unido) “The Whaler Boy Kitoboy”, de Philipp Yuryev (Rússia, Polónia, Bélgica) Melhor Direção Julia Ducornau, por “Titane” Radu Jude, por “Bad Luck Banging or Loony Porn” Paolo Sorrentino, por “A Mão de Deus” Jasmila Zbanic, por “Quo Vadis, Aida?” Florian Zeller, por “Meu Pai” Melhor Atriz Jasna Đuričić, em “Quo Vadis, Aida?” Seidi Haarla, em “Compartment No.6” Carey Mulligan, em “Bela Vingança” Renate Reinsve, em “The Worst Person in the World” Agathe Rousselle, em “Titane” Melhor Ator Yuriy Borisov, em “Compartment No. 6” Anthony Hopkins, em “Meu Pai” Vincent Lindon, em “Titane” Tahar Rahim, em “O Mauritano” Franz Rogowski, em “Great Freedom” Melhor Roteiro Radu Jude, por “Bad Luck Banging or Loony Porn” Paolo Sorrentino, por “A Mão de Deus” Joachim Trier & Eskil Vogt, por “The Worst Person in the World” Jasmila Žbanić, por “Quo Vadis, Aida?” Florian Zeller & Christopher Hampton, por “Meu Pai” Melhor Curta-Metragem “Bella”, de Thelyia Petraki (Grécia) “Displaced”, de Samir Karahoda (Kosovo) “Easter Eggs”, de Nicolas Keppens (Bélgica, França, Holanda) “In Flow of Words”, de Eliane Esther Bots (Holanda) “My Uncle Tudor”, de Olga Lucovnicova (Bélgica, Portugal, Hungria, Moldávia)

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    Alice Braga anuncia estreia de “Eduardo e Mônica” em janeiro

    5 de novembro de 2021 /

    A atriz Alice Braga revelou no Instagram a nova data de estreia de “Eduardo e Mônica”, longa inspirado na música homônima do Legião Urbana. No post, uma arte mostra as sombras de Braga e do ator Gabriel Leone, anunciando que a produção chegará aos cinemas em 6 de janeiro. “Finalmente temos nossa data de estreia”, ela comemorou ao lado da imagem. Seu colega de cena ecoou nos comentários: “Finalmente”, pontuando com três exclamações. Vencedor o Festival de Edmonton, no Canadá, “Eduardo e Mônica” deveria ter estreado nos cinemas brasileiros em abril de 2020. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve” até receber a atual data definitiva. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música homônima de Renato Russo, gravada pela banda Legião Urbana em 1986. A direção é de René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda brasiliense para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Braga (@alicebraga)

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    Drama costa-riquenho vence Mostra de São Paulo

    3 de novembro de 2021 /

    A organização da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo anunciou na noite desta quarta-feira (3/10) os filmes vencedores de sua 45ª edição. A cerimônia de encerramento, realizada no Vale do Anhangabaú, consagrou o drama costa-riquenho “Clara Sola” como o Melhor Filme Estrangeiro. Dirigido por Nathalie Álvarez Mesén, o longa acompanha uma mulher de 40 anos que acredita ter uma conexão especial com Deus, mas quando conhece o namorado da sobrinha, vê seus desejos sexuais despertarem após anos de repressão. Além do troféu Bandeira Paulista de Melhor Filme, concedido pelo júri entre os pré-selecionados pelo voto do público, na seção Novos Diretores, “Clara Sola” também levou o prêmio de Melhor Atriz, conquistado pela estreante Wendy Chinchilla Araya. Já o Melhor Ator foi o russo Yuriy Borisov, de “Compartment Nº 6”. Para completar, o júri ainda concedeu menção honrosa a “Pequena Palestina, Diário de um Cerco”, documentário do diretor sírio Abdallah Al-Khatib sobre as dificuldades enfrentadas pelo maior campo de refugiados palestinos do mundo. O público, por sua vez, preferiu o filme de guerra franco-japonês “Onoda – 10 Mil Noites na Selva”, de Arthur Harari, como Melhor Filme internacional. O longa conta a história do soldado japonês que ficou anos escondido nas selvas das Filipinas acreditando que a 2ª Guerra Mundial ainda estava em andamento. A votação popular também elegeu “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)” como Melhor Documentário. A produção resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que ficou conhecido como “black Woodstock” ao reunir grandes astros do soul em Nova York, no mesmo verão e a apenas de 100 milhas de distância do evento roqueiro. Entre os filmes brasileiros, foram premiados “Urubus”, de Cláudio Borelli, drama ficcional sobre o universo dos grafiteiros paulistas, e “O Melhor Lugar do Mundo É Agora”, segundo documentário do ator transformado em diretor Caco Ciocler. O primeiro longa de Borelli também venceu o Prêmio da Crítica. Apesar da cerimônia de “encerramento”, a Mostra segue em sua tradicional repescagem até 7 de novembro, exibindo alguns destaques da sua programação inclusive na plataforma Mostra Play. Confira, abaixo, a lista completa de prêmios oficiais e paralelos do festival paulistano.​ Prêmio do Júri – Melhor Filme “Clara Sola”, de Nathalie Álvarez Mesén Prêmio do Júri – Melhor Atriz Wendy Chinchilla Araya, por “Clara Sola” Prêmio do Júri – Melhor Ator Yuriy Borisov, por “Compartment Nº 6” Menção Honrosa do Júri “Pequena Palestina, Diário de um Cerco”, de Abdallah Al-Khatib Prêmio do Público – Melhor Filme de Ficção Internacional “Onoda – 10 Mil Noites na Selva”, de Arthur Harari Prêmio do Público – Melhor Documentário Internacional “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)”, de Ahmir “Questlove” Thompson Prêmio do Público – Melhor Filme de Ficção Brasileiro “Urubus”, de Cláudio Borelli Prêmio do Público – Melhor Documentário Brasileiro “O Melhor Lugar do Mundo É Agora”, de Caco Ciocler Prêmio da Crítica – Melhor Filme Internacional “O Compromisso de Hasan”, de Semih Kaplanoglu Prêmio da Crítica – Melhor Filme Brasileiro “Urubus”, de Cláudio Borelli Prêmio da Abraccine – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante “A Felicidade das Coisas”, de Thais Fujinagua Prêmio Projeto Paradiso (apoio ao desenvolvimento de novos filmes) “Entre Espelhos”, de João Braga Prêmio Brada – Melhor Direção de Arte Amparo Baeza, por “Clara Sola”

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    “Rick and Morty” homenageia clássicos de terror e sci-fi em curtas divertidos

    30 de outubro de 2021 /

    O Adult Swim reuniu 36 curtas de “Rick and Morty”, criados com massinhas e stop motion – técnica conhecida como Claymotion – , para homenagear grandes clássicos de terror, ação e sci-fi. Batizado de “Rick and Morty: The Full Non-Canonical Adventures”, o vídeo completo tem menos de 10 minutos, mas contém mais de três dezenas de recriações alopradas de cenas famosas do cinema, que referenciam desde filmes históricos como “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, “Invasores de Corpos”, “Tubarão” e “Laranja Mecânica”, passando por hits da era das videolocadoras, como “Re-Animator”, “A Mosca” e “O Ataque dos Vermes Malditos”, até chegar em blockbusters como “Os Caça-Fantasmas”, “Aliens” e “Matrix”. Por sinal, se a lista destaca dois filmes de Stanley Kubrick, também faz referência a duas obras icônicas de John Carpenter, “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing) e, claro, “Halloween”. Lançada em 2013, “Rick and Morty” encontra-se renovada para a 6ª temporada, com episódios disponibilizados no Brasil pela plataforma HBO Max.

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    Animação de “Bob Cuspe” ganha primeiro trailer após vencer prêmios internacionais

    23 de outubro de 2021 /

    A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, adaptação dos quadrinhos de Angeli que foi premiada nos festivais internacionais de animação de Ottawa, no Canadá, e de Annecy, na França. O primeiro longa-metragem de Cesar Cabral, feito pela Coala Filmes de São Paulo, venceu o Festival de Ottawa e conquistou a láurea principal da seção Contracampo, destinada a obras mais ousadas, na edição de 60 anos de Annecy, festival mais prestigioso do mundo para produções animadas. Feito com bonecos ao longo de cinco anos, o filme utiliza a técnica de stop motion (na qual objetos são fotografados quadro a quadro para passar a ilusão de movimento) e conta com a voz do ator Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) no papel do famoso punk de periferia dos quadrinhos. O próprio Angeli aparece na trama, numa versão animada, disposto a dar a Bob Cuspe o mesmo fim da Rê Bordosa. Mas o punk não aceita a extinção (afinal, “punk’s not dead!”) e parte para um acerto de contas. A estreia está marcada para 11 de novembro.

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  • Filme

    Produções da Netflix dominam indicações ao Gotham Awards

    21 de outubro de 2021 /

    O Gotham Awards, troféu nova-iorquino dedicado a produções independentes, que tradicionalmente marca o começo da temporada anual de premiações de cinema nos EUA, divulgou os indicados de sua edição de 2021 nesta quinta (21/10). E a lista cria um polêmica em relação à definição do conceito de produção independente, já que foi completamente dominada pela Netflix. A empresa multibilionária e nada indie ficou com 14 indicações, com destaque para “The Lost Daughter” e “Passing”, que se tornaram os títulos mais nomeados com cinco citações cada, incluindo na categoria de Melhor Filme. A Netflix também lidera em indicações individuais com Rebecca Hall e Maggie Gyllenhaal, que em suas estreias como diretoras em “The Lost Daughter” e “Passing” vão disputar os prêmios de Cineasta Revelação e Melhor Roteiro, ambas. E ainda emplacou os primeiros reconhecimentos da indústria americana a “Round 6”, com duas indicações nas categorias de Séries. Como se não bastasse, a programação do serviço de streaming será homenageada com dois prêmios especiais: “Vingança & Castigo” (The Harder They Fall) receberá o prêmio de Melhor Elenco e Jane Campion, que assina “The Power of the Dog”, o Tributo de Direção deste ano. Outro título de streaming, “No ritmo do coração” (CODA), adquirido pela Apple após vencer o Festival de Sundance, também conseguiu destaque, ao conquistar três indicações, todas por atuação. Já a lista de Melhor Filme inclui, além “The Lost Daughter” e “Passing”, mais três títulos inéditos no Brasil: “The Green Knight”, “Test Pattern” e “Pig”. No ano passado, o vencedor foi “Nomadlands”, que acabou conquistando o Oscar. O Gotham Awards deste ano vai acontecer no prédio histórico Cipriani Wall Street, localizado no coração de Manhattan, no dia 29 de novembro, abrindo a temporada de premiações dos melhores do ano no cinema americano, que se estende até a entrega do Oscar. MELHOR FILME The Green Knight The Lost Daughter Passing Pig Test Pattern MELHOR DOCUMENTÁRIO Ascension Faya Dayi Flee President Summer Of Soul (…Or, When The Revolution Could Not Be Televised) MELHOR FILME INTERNACIONAL Azor Drive My Car The Souvenir Part II Titane What Do We See When We Look at the Sky? The Worst Person In The World PRÊMIO BINGHAM RAY PARA CINEASTA REVELAÇÃO Maggie Gyllenhaal (The Lost Daughter) Edson Oda (Nine Days) Rebecca Hall (Passing) Emma Seligman (Shiva Baby) Shatara Michelle Ford (Test Pattern) MELHOR ROTEIRO The Card Counter (Paul Schrader) El Planeta (Amalia Ulman) The Green Knight (David Lowery) The Lost Daughter (Maggie Gyllenhaal) Passing (Rebecca Hall) Red Rocket (Sean Baker & Chris Bergoch) MELHOR ATUAÇÃO Olivia Colman (The Lost Daughter) Frankie Faison (The Killing of Kenneth Chamberlain) Michael Greyeyes (Wild Indian) Brittany S. Hall (Test Pattern) Oscar Isaac (The Card Counter) Taylour Paige (Zola) Joaquin Phoenix (C’mon C’mon) Simon Rex (Red Rocket) Lili Taylor (Paper Spiders) Tessa Thompson (Passing) MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Reed Birney (Mass) Jessie Buckley (The Lost Daughter) Colman Domingo (Zola) Gaby Hoffmann (C’mon C’mon) Troy Kotsur (CODA) Marlee Matlin (CODA) Ruth Negga (Passing) ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO Emilia Jones (CODA) Natalie Morales (Language Lessons) Rachel Sennott (Shiva Baby) Suzanna Son (Red Rocket) Amalia Ulman (El Planeta) SÉRIE REVELAÇÃO (MAIS DE 40 MIN) The Good Lord Bird It’s A Sin Small Axe Round 6 The Underground Railroad The White Lotus SÉRIE REVELAÇÃO (MENOS DE 40 MIN) Blindspotting Hacks Reservation Dogs Run the World We Are Lady Parts SÉRIE REVELAÇÃO DOCUMENTAL Exterminate All the Brutes How To with John Wilson Philly D.A Pride MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA Jennifer Coolidge (The White Lotus) Michael Greyeyes (Rutherford Falls) Ethan Hawke in (The Good Lord Bird) Devery Jacobs (Reservation Dogs) Lee Jung-jae (Round 6) Thuso Mbedu (The Underground Railroad) Jean Smart (Hacks) Omar Sy (Lupin) Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha) Anjana Vasan (We Are Lady Parts)

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