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  • Série

    Mindhunter é a melhor série da Netflix em 2017

    4 de novembro de 2017 /

    “Mindhunter” chama atenção inicialmente por ter produção executiva do cineasta David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”), que ainda dirige quatro dos dez episódios de sua 1ª temporada. E conquista o espectador mais exigente logo em seus primeiros minutos, embora consiga ficar ainda mais envolvente à medida que se aproxima de seu final. Que não é bem um final (ainda bem), mas vale dizer que a season finale é de dar taquicardia. A série é baseado no livro “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, de John E. Douglas e Mark Olshaker, disponível no Brasil, e a 1ª temporada dá conta de metade da obra. Desenvolvida por Joe Penhall, roteirista do drama pós-apocalíptico “A Estrada” (2009), a trama não tem cenas de violência, perseguição ou outros clichês de thriller americano, apensar da premissa. Traz basicamente investigação e psicologia. E um texto tão bem trabalhado que dá gosto. Os personagens são tão ou mais envolventes que a história, que aborda o início do estudo dos casos de assassinos em série pelo FBI. Baseada na vida real de John E. Douglas, “Mindhunter” relata encontros e entrevistas com assassinos famosos, como Ed Kemper (Cameron Britton, da série “Stitchers”), o sujeito que matou a própria mãe e fez sexo com sua cabeça decepada, e Jerry Brudos (Happy Anderson, de “Quarry”), o assassino do fetiche de sapatos. E a interpretação dos atores que dão vida a esses dois criminosos é admirável. A atmosfera de medo e tensão nas conversas com esses dois, em especial, é de deixar o espectador prendendo a respiração. Mas há outros casos resolvidos pelo protagonista e seu parceiro que também empolgam e instigam. O grupo de investigações é formado aos poucos e sem pressa dentro da narrativa. Antes da união de Holden Ford (Jonathan Groff, de “Glee”) e Bill Tench (Holt McCallany, de “Clube da Luta”), acompanhamos o certinho Ford conhecendo a ousada Debbie (Hannah Gross, de “Quando Eu Era Sombrio”), a mulher que o iniciará no sexo oral e outras delícias da vida. Além de tudo, ela ainda ouve as preocupações que ele faz questão de compartilhar sobre sua profissão. Mais à frente, Bill se une a Holden para dar aula sobre assassinos seriais em diversas cidades dos Estados Unidos. A presença da terceira integrante, Wendy Carr (Anna Torv, de “Fringe”), chega para enriquecer ainda mais o grupo. O fato de a série também apresentar a vida privada de seus personagens principais os aproxima bastante do público. Faz com que o espectador se importe com esses personagens, que sinta e tema verdadeiramente por seus destinos. Um dos melhores exemplos acontece no episódio de número oito, que trata de um diretor de escola infantil que tem o costume de dar cócegas nos alunos. O que parecia um episódio mais fraco diante dos demais acaba sendo um dos mais marcantes, pelo mal estar que provoca, diante das decisões que Holden resolve tomar, seguindo seus instintos, ainda que com muitas dúvidas. É tão marcante que é o único capítulo que termina sem música nos créditos finais. Além de bem escrita, dirigida e interpretada, “Mindhunter” ainda destaca uma direção de arte linda, que recria os anos 1970 e a elegância das roupas, dos carros, dos prédios e casas, e uma fotografia que transmite detalhes importantes, seja para passar uma sensação de bem estar em cenas diurnas com um belo dia de sol, seja para acentuar cenas tensas em interiores sombrios. Na verdade, há tantas qualidades em “Mindhunter” que fica difícil pensar que possa ter qualquer problema. De longe, a melhor produção da Netflix em 2017.

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  • Série

    Gabrielle Union pode estrelar spin-off televisivo da franquia Bad Boys

    26 de outubro de 2017 /

    Após sucessivos adiamentos nos planos de um terceiro filme, a franquia “Bad Boys” pode render um spin-off televisivo. Segundo o site Deadline, um projeto nesse sentido está sendo desenvolvido em torno da personagem Syd Burnett, que foi interpretada por Gabrielle Union em “Bad Boys 2” (2003). Para quem não lembra, a personagem é irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence) e trabalha para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. O elenco da franquia também inclui Will Smith, como o detetive Mike Lowrey. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. De acordo com o site, várias emissoras já demonstraram interesse no projeto, que deverá contar com a própria Gabrielle Union no papel principal.

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  • Série

    Trailer e fotos de Criminal Minds destacam volta de Shemar Moore

    19 de outubro de 2017 /

    A CBS divulgou o trailer do próximo episódio de “Criminal Minds”, que destaca participação do ator Shemar Moore, retomando o papel do agente Derek Morgan na série. No episódio, intitulado “Lucky Strikes”, o agente Morgan retorna para ajudar Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) a lidar com um caso que a afetou emocionalmente – com a volta do serial killer canibal da 3ª temporada, Floyd Feylinn Ferell, vivido por Jamie Kennedy (“Pânico”) em 2007. Mas será apenas uma participação especial, e não uma reintegração ao elenco, como aconteceu com Paget Brewster, que voltou à série de forma definitiva como Emily Prentiss, após cinco temporadas. Moore fazia parte do elenco original e esteve no programa de 2005 a 2016. Oficialmente, ele saiu em busca de novos desafios. Mas a demissão de Thomas Gibson, na temporada passada, teria aumentado sua boa vontade com a produção, facilitando o breve retorno. Os dois eram desafetos. Esta será a segunda participação do ator desde que Gibson foi demitido. Ele também apareceu no final da temporada passada. O episódio vai ao ar na quarta (25/10), uma semana antes do lançamento da nova atração de Moore. Ele protagoniza o remake da série “SWAT”, que estreia em 2 de novembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Shemar Moore vai voltar a aparecer na série Criminal Minds

    14 de outubro de 2017 /

    O ator Shemar Moore vai voltar a viver o agente Derek Morgan na série “Criminal Minds”. Mas será apenas uma participação especial, e não uma reintegração ao elenco, como aconteceu com Paget Brewster, que voltou à série de forma definitiva após cinco temporadas. Moore aparecerá no quinto episódio da 13ª temporada, que está previsto para ir ao ar no dia 25 de outubro nos Estados Unidos. No episódio, o agente Morgan retornará para ajudar Penelope Garcia a lidar com um caso que a afetou emocionalmente – com a volta do serial killer Floyd Feylinn Ferell, vivido por Jamie Kennedy (“Pânico”) num episódio de 2007. Moore fazia parte do elenco original e esteve no programa de 2005 a 2016. Oficialmente, ele saiu em busca de novos desafios. Mas a demissão de Thomas Gibson, na temporada passada, teria aumentado sua boa vontade com a produção, facilitando o breve retorno. Os dois eram desafetos. Esta será a segunda participação do ator desde que Gibson foi demitido. Ele também apareceu no final da temporada passada. Atualmente, Moore protagoniza o remake da série “SWAT”, que estreia em 2 de novembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ransom é renovada para a 2ª temporada

    11 de outubro de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação de “Ransom” para a sua 2ª temporada. A notícia é surpreendente, pois a produção registra uma das piores audiências da emissora, que costuma ser a mais exigente neste departamento. Exibida na midseason, entre janeiro e abril, a série registrou uma média de 3,4 milhões de telespectadores, com viés de queda, e apenas 0.4 na demo (audiência entre o público de 18 a 49 anos de idade). A justificativa para a renovação é que seus custos são baixos. A CBS paga apenas por seu licenciamento nos Estados Unidos, já que se trata de uma coprodução entre a rede canadense Global e o canal francês TF1 – um dos mais antigos do mundo em atividade. Desenvolvida por Frank Spotnitz (criador de “The Man in the High Castle”) e estrelada por Luke Roberts (série “Black Sails”), “Ransom” acompanha um especialista em negociações de reféns, que viaja o mundo com sua equipe, para resolver situações complicadas para seus clientes. O elenco também inclui Sarah Greene (série “Penny Dreadful”), Brandon Jay McLaren (minissérie “Slasher”) e Nazneen Contractor (minissérie “Heroes Reborn”). Foram encomendados 13 novos episódios (mesma quantidade da temporada inaugural), com previsão de estreia para o começo de 2018.

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  • Filme

    Nicole Kidman vai estrelar novo filme da diretora de Garota Infernal

    5 de outubro de 2017 /

    Após estrelar a 2ª temporada de “Top of the Lake” e vencer o Emmy 2017 por “Big Little Lies“, Nicole Kidman vai voltar com muitos projetos ao cinema. O mais recente da lista é o suspense “Destroyer”, de Karyn Kusama (“Garota Infernal”). Segundo apurou o site da revista Variety, Nicole Kidman será uma detetive policial de Los Angeles, que na juventude se infiltrou em uma gangue no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Vários anos depois, o líder do bando volta à tona, fazendo com que ela relembre o passado traumático para solucionar o caso. O roteiro original é da dupla Phil Hay e Matt Manfredi, autores do filme anterior de Kusama, “O Convite” (2015). “Destroyer” ainda não previsão de estreia nos cinemas, mas Kidman poderá ser vista em nada menos que seis filmes inéditos até o final de 2018, entre eles o blockbuster “Aquaman”. A lista se completa com “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthimos, “How to Talk to Girls at Parties”, de John Cameron Mitchell, “The Upside”, de Neil Burger, “Boy Erased” (2018), de Joel Edgerton, e “She Came to Me”, de Rebecca Miller.

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  • Série

    Pauley Perrette vai deixar NCIS ao final da atual temporada

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Pauley Perrette anunciou que deixará o elenco de “NCIS” após 15 temporadas. Ela deu a notícia no Twitter nesta quarta-feira (4/10), depois que rumores sobre sua saída circularam na mídia. “Então, é verdade que eu deixarei ‘NCIS’ após esta temporada. Houve todo tipo de falsas histórias sobre o porquê (não, eu não tenho uma linha de cuidados com a pele e a minha emissora e a minha série não estão bravas comigo!)”, ela escreveu. “Foi uma decisão que eu tomei no ano passado”, esclareceu. “Eu espero que todos amem e apreciam tudo sobre Abby não apenas pelo resto desta temporada mas por tudo que ela fez por nós durante 16 anos.” E conclui dizendo que ama o público. A saída da atriz, que interpreta a nada convencional especialista forense Abby Sciuto desde a estreia da série, em 2003, será tratada com carinho pelos produtores, que prometeram, em comunicado, tornar sua despedida bastante especial. “Nós sabemos há algum tempo que esta seria a última temporada de Pauley no ‘NCIS’ e temos trabalhado no sentido de conseguir uma saída especial”, afirmam os produtores executivos George Schenck e Frank Cardea. Eles acrescentaram que ‘Abby’ é uma personagem que inspira milhares de fãs em todo o mundo e se dizem agradecidos à atriz por seu desempenho. Perrette é a terceira integrante do elenco original a sair da série. Michael Weatherly, intérprete do agente Tonny DiNozzo, deixou a série no fim da 13ª temporada, no começo do ano passado. E em 2013, a produção também perdeu Cote de Pablo, intérprete de Ziva David. Com isso, apenas dois membros originais permanecerão no elenco, caso a série seja renovada, e por coincidência são os atores mais velhos da produção, Mark Harmon e David McCallum. Atualmente em sua 15ª temporada, “NCIS” continua um fenômeno de audiência. O segundo episódio da temporada, exibido na noite de terça (3/10) nos Estados Unidos, foi assistido por 13,2 milhões de telespectadores. No Brasil, “NCIS” é exibida pelo canal pago AXN. So it is true that I am leaving NCIS…There have been all kinds of false rumors as to why (NO I DON'T HAVE A SKIN CARE LINE… pic.twitter.com/gugM2a2ckT — Pauley Perrette (@PauleyP) October 4, 2017

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  • Filme

    Connie Britton vai estrelar 9-1-1, nova série do produtor Ryan Murphy

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Connie Britton definiu seu novo projeto televisivo após sair de “Nashville”. Ela vai estrelar a série policial “9-1-1”, que marcará sua terceira parceria com o produtor Ryan Murphy, após aparecer em “American Horror Story” e “American Crime Story”. Escrita e produzida por Murphy e Brad Falchuk (também de “American Horror Story”), “9-1-1” é um drama processual que explora experiências estressantes da polícia, paramédicos e bombeiros em situações de emergência, ao mesmo tempo em que precisam resolver os problemas em suas próprias vidas. Não foi revelado qual papel a atriz terá na série. Mas ela vai se juntar a Peter Krause (série “The Catch”) e Angela Bassett (outra egressa de “American Horror Story”) no elenco da atração. A série já tem 1ª temporada confirmada e estreia na Fox em 2018.

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  • Série

    Major Crimes vai acabar em sua 6ª temporada

    3 de outubro de 2017 /

    O canal pago TNT anunciou o cancelamento da série “Major Crimes”, que acabará ao final de sua vindoura 6ª temporada, que estreia em 31 de outubro nos Estados Unidos. Spin-off da série “The Closer”, a atração lidera a audiência do canal e é uma das séries mais vistas da TV paga americana desde sua estreia em 2012, com média de 7,7 milhões de espectadores em todas as plataformas. A decisão de interromper sua produção não partiu de seu criador, James Duff, que exprimiu sua decepção nas redes sociais, assim como a protagonista Mary McDonnell, para quem a notícia “não foi surpresa”. “Tentar entender as decisões da TNT é uma atividade que James Duff e Mike Robin e todos nós nos dedicamos por muito tempo. Tentamos o melhor que pudemos, acredite. E estamos extremamente orgulhosos do trabalho e particularmente orgulhosos da 6ª temporada”, ela escreveu. Duff ainda apontou que a série poderia ter sido cancelada antes, apesar da grande audiência. E só resistiu por causa dela. “Quero que saibam que não foi ideia minha, nem queria deixar o programa. Os atores, os roteiristas, os produtores e a nossa equipe talentosa teriam continuado enquanto a série permanecesse relevante. Sou extraordinariamente grato aos nossos telespectadores… Sem a lealdade do nosso público, ‘Major Crimes’ teriam acabado muito mais cedo”, ele contou. “Vamos ter a oportunidade de falar sobre o que aconteceu num futuro próximo. Enquanto isso, estamos determinados a dar-lhe a melhor temporada que pudermos. Lamento não ter podido impedir este momento de acontecer”, concluiu. A série é a última atração policial do TNT, que chegou a se especializar no gênero e obter muito sucesso com as séries “The Closer”, “Rizzoli & Isles” e “Southland”, além de séries jurídicas e criminais. Recentemente, o canal tem incrementado a encomenda de pilotos de série de ficção científica. Em seu último ano, “Major Crimes” vai narrar uma trama serializada, repleta de mistérios e assassinatos envolvidos por conflitos políticos complexos. O final será marcado pela exibição de um episódio duplo, que irá ao ar no dia 16 de janeiro. I'm directing the finale of Major Crimes, so I can't really answer all the questions that are being asked today about… Publicado por James Duff em Terça-feira, 3 de outubro de 2017 Dear #GREATESTFANSEVER Firstly, we all move on to the next TOGETHER. Secondly, as many of you have stated, this was not a surprise. The writing was clearly on the wall. Trying to make sense of TNT's choices is an activity that James Duff and Mike Robin and all of us have been engaged in for a long time. We tried as best we could, believe me. And we are extremely proud of the work and particularly proud of Season Six. You deserved a season with great depth and that is what you will be given. We will go thru it with you. I'll talk more, if I may, tomorrow on #WWSRD but for now know that you are cherished always and all of us will continue to hold you dear as fans. Mary❤️ Uma publicação compartilhada por Mary McDonnell (@theladybam) em Out 3, 2017 às 2:20 PDT

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  • Série

    Ryan Hansen vive a si mesmo em trailer de série do diretor de Família do Bagulho

    3 de outubro de 2017 /

    O YouTube Red divulgou dois pôsteres e o trailer da série de comédia “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, estrelada por… Ryan Hansen. Apesar do título, a atração não tem estrutura de reality ou documentário. É uma espécie de versão comédia de “Castle”, com um ator (não tão célebre) de Hollywood acompanhando investigações criminais. A prévia mostra que Hansen interpreta uma versão bizarra de sua persona televisiva e traz alguns amigos mais famosos para participar da brincadeira. O ator é até hoje mais lembrado por seu papel como Dick Casablancas na série “Veronica Mars”, que lançou a carreira de Kristen Bell. Os dois ficaram tão amigos que ela também fará participação na produção, interpretando a si mesma – e zoando o protagonista o tempo inteiro. Há ainda participações de Jon Cryer (série “Two and a Half Men”), Joel McHale (série “Community”) e Donald Faison (série “Scrubs”) como eles próprios, mas também personagens criados para a atração, como a policial designada para acompanhar Hansen, vivida por Samira Wiley (das séries “Orange Is the New Black” e “The Handmaid’s Tale”). Entre os coadjuvantes, ainda se destacam Aly Michalka (“iZombie”), Karen David (série “Galavant”) e Barry Shabaka Henley (“Carrie, a Estranha”). A série é uma criação do cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”, “Um Espião e Meio”), que, além de escrever e produzir, dirige dois dos oito episódios da 1ª temporada. A estreia está marcada para 25 de outubro na plataforma de streaming do YouTube.

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  • Série

    Estreia de Wisdow of the Crowd rende maior audiência do fim de semana e as piores críticas

    2 de outubro de 2017 /

    Três novas séries estrearam no domingo (1/10) na TV aberta americana. E apenas uma registrou uma audiência expressiva. A série “Wisdow of the Crowd” foi vista por 8,88 milhões de telespectadores na rede CBS, apesar de seu conceito batido – mais uma série de bilionário que acha que pode resolver os problemas do mundo, como as recentes “APB” e “Pure Genius”, ambas canceladas na 1ª temporada. Graças à grande sintonia, a série se tornou o programa de ficção mais visto da TV no fim de semana nos Estados Unidos. Superou até mesmo o antigo campeão “NCIS: Los Angeles”, que estreou sua 9ª temporada com 8,48 milhões de telespectadores. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven (série “Entourage”) vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. Vale ressaltar que, apesar da grande audiência, a série teve um registro modesto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes): 1,4 pontos. A pontuação é exatamente a mesmo da estreia de “Ghosted” na Fox, que, entretanto, foi vista por menos da metade do público de “Wisdom of the Crowd”: 3,56 milhões de tespectadores. Criada por Tom Gormican (roteirista do filme “Namoro ou Amizade”), a série de comédia paranormal é uma mistura de “Arquivo X” e “Homens de Preto”. Por motivos obscuros, uma organização chamada Underground recruta um segurança cético e um vendedor que acredita em alienígenas, vividos respectivamente por Craig Robinson (série “The Office”) e Adam Scott (série “Parks and Recreation”), para resolver casos misteriosos, que envolvem fenômenos paranormais. Por fim, o suspense “Ten Days in the Valley” teve quase a mesma audiência, 3,47 milhões de telespectadores, mas marcou apenas 0,6 ponto na demo. É um começo complicada para a produção da rede ABC. Criada por Tassie Cameron (que criou também a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a atração traz Kyra Sedgwick, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, no papel de uma produtora-roteirista de serie policial. Mas a metalinguagem não se limita a essa ironia. Na trama, Sedgwick vive Jane Sadler, uma produtora de televisão sobrecarregada e mãe solteira que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, o mundo de Jane – e a controversa série policial que produz – implode. Para o detetive policial vivido por Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), os demais roteiristas da série são suspeitos, assim como o ex-marido e todos que possuem acesso à residência. Aos poucos, fica claro que todos possuem segredos e ninguém é confiável. O sucesso ou o fracasso das séries vai depender da audiência dos próximos episódios. Afinal, apesar de ter liderado a audiência, “Wisdom of the Crowd” foi a estreia mais malhada pela crítica, com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nesta disputa, “Ten Days in the Valley” saiu-se bem melhor, com 62% de aprovação. Por este critério, a melhor das três é “Ghosted”, com 74% de críticas favoráveis.

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  • Filme

    Diretor de Mundo Cão vai filmar história conturbada do assassinato do prefeito Celso Daniel

    29 de setembro de 2017 /

    O sucesso de “Polícia Federal – A Lei É para Todos” começa a trazer novos filmes de crimes políticos aos cinemas. O diretor Marcos Jorge (de “Estômago” e “Mundo Cão”) prepara outra obra sobre um vespeiro, o filme “Quem Matou Celso Daniel”, longa de ficção baseado no assassinato do então prefeito de Santo André em 2002. Segundo a revista Veja, a produtora Escarlate comprou os direitos autorais do livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, que conta com capítulos sobre o crime. A obra é de autoria do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior, que participou das investigações, em depoimento ao jornalista Claudio Tognolli. O assassinato de Celso Daniel também entrou na pauta da Operação Lava-Jato. Para quem não lembra, Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002, quando começava a coordenar a campanha presidencial do então candidato Lula da Silva. Foi arrancado por seus algozes de um carro dirigido pelo seu segurança, Sergio Soares da Silva, o Sombra, e morto depois de ser sequestrado e torturado. Em julho daquele ano, a Polícia Civil de São Paulo encontrou os assassinos de Daniel, uma quadrilha comandada por Ivan Rodrigues da Silva, conhecido como Monstro, que atuava na favela Pantanal, na divida de Diadema. O suspeito já era conhecido da Divisão Anti-Sequestro da polícia, por outros crimes similares cometidos nos anos anteriores, e a polícia concluiu que se tratava de um crime de sequestro para obtenção de dinheiro. O assunto, porém, não se encerrou ali. Além de ser ligado ao PT, Celso Daniel, que foi prefeito de Santo André três vezes, era próximo do empresário Ronan Maria Pinto – preso pela Lava-Jato – que estaria ligado a um esquema de extorsão em empresas de ônibus da região. Um esquema do qual Daniel poderia ter conhecimento, o que implicaria o PT, pois o partido se beneficiaria dos recursos desviados. Ronan Maria Pinto foi considerado culpado por ter recebido propina de RS$ 6 milhões em 2004, por intermédio do pecuarista João Carlos Bumlai, amigo de Lula, a pedido do PT, valor com o qual comprou o jornal Diário do Grande ABC. A tese da força tarefa da Lava Jato é que o dinheiro teria sido pago pelo partido para ele não revelar detalhes da morte de Daniel, que implicariam o PT. Devido a essa transação, o juiz Sergio Moro o condenou a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro. A tese de que o assassinato de Daniel podia se tratar de uma “queima de arquivo” foi levantada no mesmo ano da sua morte por seu irmão João Francisco, para quem o crime eliminaria uma provável testemunha dos casos de corrupção entre empresas de ônibus do ABC. Vale observar que, no livro que será adaptado, Tuma Júnior lembra ter sido vítima de uma campanha do governo Lula ao se recusar a pôr em prática os métodos de alguns figurões do PT. Os retratos que pinta do ex-Presidente e seus Ministros são devastadores. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2019 e será distribuído pela Downtown Filmes.

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  • Série

    Absentia: Crackle divulga primeiro trailer legendado da nova série de Stana Katic

    25 de setembro de 2017 /

    O serviço de streaming Crackle divulgou o primeiro trailer nacional legendado de “Absentia”, a nova série estrelada por Stana Katic (série “Castle”), com estreia prevista para novembro no Brasil. A premissa, que guarda certas similaridades com “Blindspot”, traz Katic como uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A série é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e foi aprovada sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas também outros, como o Showcase no Canadá e agora o Crackle no Brasil. Por coincidência, “Absentia” estreia nesta segunda (25/9) na AXN de Portugal e da Espanha. Entretanto, até o momento, não tem exibidor definido nos Estados Unidos. A 1ª temporada possui 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”), e além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).

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