Netflix vai distribuir sua primeira série chinesa
A plataforma digital Netflix vai distribuir a sua primeira série chinesa, “Day and Night”, após assinar um acordo com o Youku, equivalente chinês do YouTube, que pertence ao gigante do comércio eletrônico Alibaba. “Estamos orgulhosos de nos associar com a Netflix neste acordo de distribuição inovador”, afirmou Yang Weidong, presidente do Youku, em comunicado divulgado na quinta-feira (30/11). “A indústria cultural está vivendo um forte crescimento na China e acho que a exportação de conteúdo de alta qualidade vai ajudar as pessoas ao redor do mundo a entender melhor o poder de atração da China”, acrescentou. “Day and Night” é uma série de suspense de 32 episódios, que tiveram mais de 4 bilhões de visualizações na China desde sua estreia em 30 de agosto. Agora, a produção chinesa será distribuída em mais de 190 países servidos pela Netflix. A trama gira em torno da investigação de um assassinato complexo. O detetive encarregado da investigação é afastado quando revela que seu irmão gêmeo é o principal suspeito, mas acaba recrutado pelo novo investigador como consultor secreto. O título é uma referência aos papéis dos irmãos gêmeos – um ostensivamente justo como o dia, o outro supostamente mal como a noite. Criada por Gu Xiaobai (roteirista do filme “A Árvore do Amor”), a série é estrelada por Yueming Pan (“The Adventures of Wei Bao Bao”) como os dois irmãos.
Filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso sofre novo ataque de racismo na internet
Contrariando os que acham que filhos de famosos não sofrem racismo, Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, sofreu o ataque gratuito de uma mulher que se apresenta como socialite nas redes sociais. Com a atenção chamada por seus seguidores, Giovanna respondeu à altura e promete providências criminais. No sábado (25/11), Day McCarthy gravou um vídeo em que chama a filha dos atores de “macaca horrível” com “cabelo de pico de palha”. “A menina é preta, tem um cabelo horrível de pico de palha e um nariz de preto, horrível, e o povo fala que a menina é linda?”, disse a socialite, provocando ira dos internautas. Titi é a terceira criança brasileira que ela ataca. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta do Instagram bloqueada após ter ofendido a filha dos apresentadores Roberto Justus e Ticiane Pinheiro em agosto. No mês passado, o alvo das ofensas foi o filho de Ana Hickmann, Alexandre, de 3 anos. A apresentadora e o marido registraram boletim de ocorrência, em São Paulo. Ao ver o vídeo, Giovanna se pronunciou em seu Instagram. “Bom domingo com amor e a pureza de uma criança. À todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada”, ela resumiu. No ano passado, o casal já tinha prestado queixa na polícia após manifestações racistas contra a menina em seus perfis sociais. Bom domingo com AMOR e a pureza de uma criança ? à todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada ?? Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gio_ewbank) em Nov 26, 2017 às 8:23 PST
Atriz de Glee é presa por agressão violenta contra o marido
A atriz e cantora Naya Rivera, conhecida pelo papel de Santana na série “Glee”, foi presa na noite de sábado (25/11), acusada de agressão ao marido, o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). Um vídeo de sua chegada à delegacia foi disponibilizado no Twitter. Veja abaixo. Segundo o site E! News, a atriz teria atingido o marido na cabeça e ferido o lábio dele. Ele não reagiu. Acusada de crime de violência doméstica, Rivera foi liberada após pagamento de fiança feito pelo padrasto, no condado de Kanawha, no estado de West Virginia. A atriz havia pedido o divórcio de Dorsey, com quem se casou em 2014, no final do ano passado, meses depois de revelar ter feito um aborto no início do relacionamento. Mas em outubro deste ano, após um romance com o comediante David Spade (“Gente Grande”), Naya pediu a anulação do divórcio, reatando o relacionamento com Ryan. Enquanto participou de “Glee”, ela ficou marcada por diversas desavenças com os colegas, especialmente Lea Michelle. Durante a série, Rivera namorou Mark Salling, que atualmente está preso por posse de pornografia infantil. Quando ele decidiu terminar o relacionamento, ela riscou seu carro e o atingiu com ovos. Glee actress Naya Rivera arrested on domestic battery charge. Full story on https://t.co/gLqggB15yU pic.twitter.com/YqlflJ23T6 — Kalea Gunderson (@KaleaWCHS) 26 de novembro de 2017
Roteirista de Girls é acusado de estupro e acaba defendido por Lena Dunham
A atriz Aurora Perrineau, estrela do filme “Jem e as Hologramas” e filha do ator Harold Perrineau (série “Lost”), acusou um roteirista da série “Girls” de estupro. Ela denunciou Murray Miller à polícia de Los Angeles na última sexta-feira (17/11). Segundo a denúncia, ela conheceu o roteirista em 2013, enquanto estava com amigos. Mais tarde, o grupo foi à casa dele, onde o crime teria ocorrido. Na época, ele tinha 35 anos e ela apenas 17. “Em certo ponto, acordei nua, na cama de Murray. Ele estava em cima de mim, tendo relações sexuais comigo. Em nenhum momento consenti com qualquer contato sexual com Murray”, afirmou. Murray Miller negou o fato e acusou a atriz de tentar lhe extorquir dinheiro, só indo à polícia após ele se recusar a pagar. Seu advogado emitiu a seguinte declaração: “Depois de ser contatado há várias semanas por advogados que, em nome da Srta. Perrineau, procuravam uma substanciosa compensação financeira, a equipe legal do Sr. Miller reuniu várias evidências contradizendo diretamente essas acusações falsas e ofensivas.” A partir deste ponto, a atriz Lena Dunham, estrela e criadora de “Girls”, decidiu entrar na história, escrevendo uma mensagem de apoio ao roteirista, junto da produtora executiva da série, Jenni Konner. “Apesar do nosso primeiro instinto ser o de ouvir as histórias de todas as mulheres, nosso conhecimento da situação de Murray nos deixa confiantes de que, infelizmente, essa acusação se encaixa nos 3% de casos de abuso falsamente denunciados a cada ano”, ela escreveu. O texto foi duramente criticado nas redes sociais e, no sábado, Dunham precisou se retratar. “Eu ingenuamente acreditei que era importante compartilhar a minha perspectiva sobre a situação do meu amigo, já que ela se desenrolou por trás das câmeras nos últimos meses. Eu agora entendo que foi um momento completamente equivocado para fazer uma declaração dessas, e peço desculpas.” Ao site The Wrap, a mãe da atriz, Britanny Perrineau, negou que qualquer pessoa tenha pedido dinheiro a Miller em nome de sua filha ou da família. Esta afirmação seria uma forma do perpetrador mudar a perspectiva da denúncia para se apresentar como vítima. A polícia de Los Angeles está investigando o caso.
Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual
O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.
Sylvester Stallone é acusado de estupro de menor
Um boletim de ocorrência policial, datado de julho de 1986, emergiu em meio aos escândalos sexuais que sacodem Hollywood desde as denúncias contra Harvey Weinstein no mês passado. Nele, Sylvester Stallone e seu guarda-costas são acusados de coagir sexualmente e agredir uma jovem de 16 anos. Apesar da gravidade das acusações, o documento da polícia de Las Vegas registra que a vítima não quis prestar depoimento pois tinha “medo de ser humilhada”, e apenas assinou um formulário. A porta-voz do departamento de polícia de Las Vegas, Laura Meltzer, declarou ao jornal Daily Mail que o documento, ainda que antigo, está de acordo com o padrão do departamento. O jornal britânico ouviu um ex-policial que atuava nesta unidade, e, assim como Meltzer, ele confirmou a autenticidade do documento. Segundo a porta-voz, a investigação não teria sido levada adiante pela falta de provas. Procurado pelo site TMZ, Michelle Bega, representante de Stallone, negou as acusações, dizendo que o ator desconhecia o caso até ele ser publicado na imprensa. “O Sr. Stallone nunca foi procurado pela polícia ou qualquer autoridade para falar sobre este episódio”, disse Michelle. “Essa história é ridícula e totalmente falsa.” Na época em que a jovem teria sido abusada, Stallone tinha 40 anos e filmava “Falcão – O Campeão dos Campeões” (1987). Ela o procurou no lobby do hotel atrás de seu autógrafo e acabou convidada para ir a seu quarto no Hilton de Las Vegas. Segundo a acusação que consta do relatório policial, a garota teria sido obrigada a fazer sexo e, depois, o ator teria sugerido que outro homem se juntasse ao ato. Este segundo suspeito é o guarda-costas de Stallone, que estava no banheiro do quarto de hotel. Ao fim, a garota, que não foi identificada, declarou que Stallone ameaçou bater em sua cabeça caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém. O relatório também registra que a garota estava “chorando e soluçando” durante a descrição do que tinha acontecido.
Estúdio de Lars von Trier é investigado pela polícia dinamarquesa após denúncias de assédio sexual
A polícia da Dinamarca abriu investigações sobre o Zentropa, maior estúdio de cinema do país, fundado pelo diretor Lars von Trier, responsável por obras como “Ninfomaníaca” (2013), “Melancolia” (2011) e “Anticristo” (2009). Segundo o jornal local Politiken, nove ex-funcionárias denunciaram o estúdio por conta do ambiente tóxico e “impregnado” por uma cultura abusiva de assédio sexual. “Acho que todos os contratados do Zentropa já foram expostos ou testemunharam condutas sexuais e provocações. Era parte da cultura de lá”, afirmou Meta Louise Foldager Sørensen, uma ex-produtora do estúdio. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês, as ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. De acordo com as vítimas, Jensen teria segurado no seio das funcionárias e até pedido para que elas ajoelhassem e fossem “espancadas”. As vítimas favoritas eram as estagiárias mais jovens, a quem ele adorava humilhar em festas de fim de ano da firma. “Vi muitas mulheres serem diminuídas”, declarou a escritora Anna Mette Lundtofte. “Segundo o slogan do Zentropa, eu fazia parte de uma ‘cultura alternativa de trabalho’, mas na realidade o que encontrei foi uma estrutura patriarcal e defasada.” Peter Aalbaek Jensen, CEO do Zentropa até 2016, detém 25% da empresa junto a Von Trier. Em sua defesa, ele disse que não se lembra de nenhum destes episódios, mas afirmou que eles “provavelmente aconteceram”. Ele também negou que o estúdio tenha uma cultura abusiva. “Estou interessado em testar limites”, justificou ele. “Não em submissão e degradação. Sei que houve momentos em que fui longe demais. E eu aceito isso. A questão é se você é um líder adorado ou não. E eu não fui um líder adorado.” O atual CEO do estúdio, Anders Kjaerhauge, defendeu a empresa e alegou que “esse não é o Zentropa que eu conheço”, mas não descartou mudanças no ambiente de trabalho. Já o diretor Lars Von Trier não se manifestou. Ele foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio.
Promotoria de Los Angeles cria equipe para investigar denúncias de abuso sexual em Hollywood
A promotoria de Los Angeles anunciou, na quinta-feira (9/11), a criação de uma equipe especial para analisar e investigar as numerosas denúncias de abuso sexual que estão surgindo contra celebridades de Hollywood. Lacey explicou, contudo, que, até o momento, não recebeu qualquer denúncia passível de ser levada à Justiça. “Estamos em contato com os departamentos de polícia de Los Angeles e Beverly Hills, que abriram diversas investigações, incluindo contra o produtor Harvey Weinstein, o diretor James Toback e o ator Ed Westwick”, disse a promotora Jackie Lacey, em entrevista coletiva. Por enquanto, os casos estão em fase investigativa e ainda não possuem elementos suficientes para o início de processos. Além da investigação em Los Angeles, a imprensa americana informou que o promotor do distrito de Manhattan está preparando uma denúncia contra Weinstein com base na acusação feita pela atriz Paz de la Huerta. Também há investigações em curso pela polícia de Londres, envolvendo Weinstein e o ator Kevin Spacey. Após denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, no início de outubro, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes acusações de assédio, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.
Terry Crews abre queixa criminal contra executivo de Hollywood que o assediou
O ator Terry Crews (o pai de Chris na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, atualmente em “Brooklyn Nine-Nine”) decidiu registrar uma queixa na polícia sobre o assédio sexual que sofreu no ano passado. Ele comentou o caso no Twitter em 8 de outubro, logo após as primeiras denúncias contra Harvey Weinstein, para mostrar que não eram apenas as mulheres que sofriam assédio sexual em Hollywood. No texto, dividido em nada menos que 16 tuítes (veja abaixo), ele revelou que, durante uma festa, um “executivo do alto escalão de Hollywood” agarrou suas partes íntimas. O caso aconteceu na frente de sua mulher. “Pulando para trás, eu disse, ‘O que você está fazendo?’ Ele apenas sorriu como um idiota”, escreveu Crews. A suspeita é que o citado poderoso da indústria seja o empresário de atores Adam Venit, que foi demitido da agência WME após as alegações do ator. A polícia de Los Angeles já começou a investigar a acusação. This whole thing with Harvey Weinstein is giving me PTSD. Why? Because this kind of thing happened to ME. (1/Cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 This whole thing with Harvey Weinstein is giving me PTSD. Why? Because this kind of thing happened to ME. (1/Cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 My wife n I were at a Hollywood function last year n a high level Hollywood executive came over 2 me and groped my privates. (2/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 Jumping back I said What are you doing?! My wife saw everything n we looked at him like he was crazy. He just grinned like a jerk. (3/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 I was going to kick his ass right then— but I thought twice about how the whole thing would appear. (4/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 “240 lbs. Black Man stomps out Hollywood Honcho” would be the headline the next day. (5/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 Only I probably wouldn’t have been able to read it because I WOULD HAVE BEEN IN JAIL. So we left. (6/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 That night and the next day I talked to everyone I knew that worked with him about what happened. (7/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 He called me the next day with an apology but never really explained why he did what he did. (8/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 I decided not 2 take it further becuz I didn’t want 2b ostracized— par 4 the course when the predator has power n influence. (9/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 I let it go. And I understand why many women who this happens to let it go. (10/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 Who’s going 2 believe you? ( few) What r the repercussions?(many) Do u want 2 work again? (Yes) R you prepared 2b ostracized?(No)(11/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 I love what I do. But it’s a shame and the height of disappointment when someone tries to takes advantage of that. (12/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 He knows who he is. But sumtimes Uhav2 wait & compare notes w/ others who’ve been victimized in order 2gain a position of strength. (13cont) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 I understand and empathize with those who have remained silent. But Harvey Weinstein is not the only perpetrator. (14/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 Hollywood is not the only business we’re this happens, and to the casualties of this behavior— you are not alone. (15/cont.) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017 Hopefully, me coming forward with my story will deter a predator and encourage someone who feels hopeless. (16/end) — terrycrews (@terrycrews) 10 de outubro de 2017
Polícia de Nova York revela que prisão de Harvey Weinstein é iminente
A acusação de estupro da atriz Paz de la Huerta (série “Boardwalk Empire”) contra Harvey Weinstein deverá resultar na prisão do produtor. O detetive Robert Boyce, da polícia de Nova York, afirmou à agência Associated Press que a denúncia é consistente e já há evidências apuradas. Segundo a agência, numa reunião interna da equipe policial, Boyce também disse que, se Weinstein estivesse em Nova York neste momento e o estupro alegado tivesse sido recente, “nós iremos imediatamente fazer a prisão. Sem dúvida”. Mas como Weinstein está em outro estado e as alegações falam num estupro acontecido há sete anos, os investigadores devem reunir mais provas em primeiro lugar. Paz de la Huerta fez as acusações na revista Vanity Fair, onde relatou que foi vítima de dois estupros de Weinstein em Nova York, com pouco mais de um mês de diferença. O primeiro aconteceu em novembro de 2010, quando o produtor se ofereceu para levá-la a seu apartamento e pediu para subir e tomar uma bebida. “Senti medo, não foi consensual, tudo aconteceu muito rápido… Ele se colocou dentro de mim… quando acabou disse que me ligaria. Fiquei na cama em choque”, disse a atriz, que tinha 26 anos na ocasião. O segundo estupro teria acontecido em dezembro do mesmo ano. O produtor, embriagado, apareceu em seu edifício e exigiu subir até o apartamento. “Foi repugnante, é como um porco. (…) me estuprou”. Além de contar a história para a imprensa, ela tomou coragem para denunciar o produtor na polícia, o que a maioria das acusadoras de Weinstein não fez. Mais de 90 mulheres já acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, desde que Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do jornal The New York Times publicada em 5 de outubro. A denúncia encorajou diversas estrelas famosas a compartilharem suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E há três semanas o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica) e do PGA (Sindicato dos Produtores). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédio na indústria do entretenimento. Apenas contra o diretor James Toback, já passam de 300 denúncias. Weinstein insiste que todas as relações foram consensuais. Sua porta-voz Holly Baird afirmou à AFP que o produtor iniciou terapia e busca um “melhor caminho”. “Ele espera que, se conseguir progredir o suficiente, receberá uma segunda chance”.
Ten Days in the Valley é primeira série da temporada a ter cancelamento “agendado”
“Ten Days in the Valley” é a primeira série estreante da temporada a ter um “cancelamento agendado”. Devido à baixa audiência, o programa foi retirado dos domingos e passará a ser exibido aos sábados, dia em que tradicionalmente não há séries na TV aberta americana. O episódio mais recente foi assistido por 2,2 milhões de telespectadores e marcou apenas 0,4 ponto na demo, consagrando como “Ten Days in the Valley” como o programa menos visto da TV americana no domingo passado (22/10). Além de tirar a produção do domingo, a rede ABC pretende se livrar rapidamente dela, exibindo dois episódios a cada sábado e durante o período de fim de ano, quando as demais séries entrarão em pausa. Assim, todos os capítulos produzidos acabarão no dia 6 de janeiro. Depois disso, fim. O canal não encomendará novos episódios para uma série que não atraiu o público. Restará apenas o detalhe do anúncio oficial de cancelamento. Criada por Tassie Cameron (que criou a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a série mistura suspense e trama novelesca, e marca a volta de Kyra Sedgwick à TV após cinco anos. A atriz, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, vive na trama uma mãe solteira e produtora de televisão, que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, seu mundo – e a controversa série policial que produz – implode. Para o detetive policial vivido por Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), os demais roteiristas da série são suspeitos, assim como o ex-marido e todos que possuem acesso à residência. Aos poucos, fica claro que todos possuem segredos e ninguém é confiável. O elenco ainda inclui Erika Christensen (série “Parenthood”), Kick Gurry (“No Limite do Amanhã”), Josh Randall (série “Quarry”), Malcolm-Jamal Warner (série “Major Crimes”), Felix Solis (série “The Colony”), Ali Liebert (série “Strange Empire”), Emily Kinney (série “The Walking Dead”) e a menina Abigail Pniowsky (“A Chegada”).
Annabella Sciorra diz ter sido estuprada por Harvey Weinstein em sua própria casa
A atriz americana Annabella Sciorra, indicada ao Emmy pela série “Família Soprano” (The Sopranos), somou-se às mulheres que afirmam ter sido estupradas pelo produtor Harvey Weinstein. Em entrevista à revista The New Yorker, que anteriormente tinha publicado as primeiras acusações de estupro contra Weinstein, ela contou que a violência aconteceu no início da década de 1990, depois de um evento em Nova York. Desde que ela filmou “A Noite que Nunca Nos Encontramos” (1993) para a Miramax, era sempre convidada para jantares e festas do estúdio, e algumas vezes ia de carona para casa. Na noite fatídica, Weinstein se ofereceu para conduzi-la. Minutos depois de tê-la deixado em casa, ela bateu em sua porta, entrou “como se fosse dono do lugar e começou a desabotoar a camisa”, a atriz relatou. Sciorra disse ter pedido reiteradas vezes que ele fosse embora. “Mas ele me jogou na cama e subiu em cima de mim”, contou. Apesar de resistir ao avanço, a atriz afirma que o magnata cinematográfico usou seu peso para forçá-la e a estuprou. “Tentei me defender, mas não tinha forças”, explicou. “Nas noites seguintes, não conseguia dormir. Coloquei móveis contra a porta, como nos filmes (…) Estava muito envergonhada”, admitiu. Sciorra caiu em depressão, mas decidiu não tornar o estupro público por ter medo de represálias. Após dar um tempo sua carreira, ele resolveu retomar o trabalho. E Weinstein voltou a assediá-la. Isso durou vários anos e, traumatizada, ela passou a dormir com um bastão de beisebol perto da cama. Além dela, a atriz Daryl Hannah também contou ao New Yorker ter sido assediada pelo empresário no início dos anos 2000. O magnata se meteu em seu quarto de hotel como “um touro furioso” e depois perguntou se podia tocar em seus seios. A atriz afirma que, depois de negar-se, sua carreira sofreu “repercussões imediatas”. Os dois testemunhos se somam aos de mais de 50 mulheres que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro, desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E na semana passada o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as comportas para inúmeras acusações de assédio na indústria do entretenimento. Apenas contra o diretor James Toback, já passam de 300 denúncias.
Gerard Butler caça assaltantes em trailer de novo filme de ação
A STX divulgou dois pôsteres e o trailer de “Covil de Ladrões” (Den of Thieves), filme de ação que traz Gerard Butler (em cartaz com “Tempestade: Planeta em Fúria”) atrás de assaltantes. A prévia pode ser resumida numa frase (sem legendas) de seu personagem policial ao deter um dos criminosos: “Você acha que é bandido? Nós é que somos”. O filme marca a estreia na direção de Christian Gudegast, roteirista de “O Vingador” (2003) e “Invasão a Londres” (2016), e acompanha uma gangue de assaltantes de carros-forte, que se torna prioridade e passa a ser investigada pela equipe mais bem-sucedida da polícia, também conhecida por seus métodos brutais. Butler lidera os “bandidos de distintivo”, como ele próprio define, enquanto os criminosos são vividos por Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Curtis “50 Cent” Jackson (série “Power”) e O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”). “Covil de Ladrões” estreia em 19 de janeiro nos cinemas americanos e apenas em 8 de março no Brasil.












