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  • Série

    Franquia Law & Order vai ganhar nova série centrada em crimes de ódio

    5 de setembro de 2018 /

    A franquia “Law & Order”, uma das mais longevas da televisão americana, vai voltar a se expandir com uma nova série. A rede NBC encomendou a produção da 1ª temporada de “Law & Order: Hate Crimes”. Como o título indica, desta vez as tramas vão acompanhar uma força-tarefa de combate aos crimes de ódio em Nova York. A unidade realmente existe e investiga denúncias de discriminação e casos de ataques violentos que tenham motivações preconceituosas. Assim como todos os derivados da franquia, a nova série é uma criação de Dick Wolf, o veterano produtor que lançou a primeira “Law & Order” em 1990. Desta vez, ele contou com ajuda de Warren Leight, ex-showrunner de “Law & Order: Special Victims Unit”. “Assim como acontece com todas as minhas séries, eu quero mostrar o que está realmente acontecendo nas nossas cidades, colocar os holofotes sobre as vítimas, e mostrar que a justiça pode prevalecer”, comentou Wolf em comunicado oficial sobre o projeto. “Quando ‘Special Victims Unit’ começou, poucas pessoas se sentiam bem para denunciar crimes de natureza sexual, mas quando trazemos essas histórias para a TV, um diálogo começa. É isso que espero poder fazer também com ‘Hate Crimes’, em um mundo no qual crimes de ódio são tão comuns”. O spin-off será introduzido durante um episódio especial da próxima temporada de “Law & Order: SVU” (Special Victims Unit), que é a última série remanescente da franquia, exibida desde 1999. A atração estrelada por Mariska Hargitay está a caminho de sua 20ª temporada, mesmo número alcançado pela “Law & Order” original, que ficou no ar entre 1990 e 2010. Além desses dois títulos, a franquia também exibiu “Law & Order: Criminal Intent” (2001-2011), “Law & Order: Trial By Jury” (2005-2006), “Law & Order: UK” (2009-2014), “Law & Order: Los Angeles” (2010-2011) e “Law & Order: True Crime” (2017). Dick Wolf também é criador de outra franquia bem-sucedido na mesma rede, que reúne as séries “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”. A 1ª temporada de “Law & Order: Hate Crimes” terá 13 episódios, que devem ir ao ar em 2019.

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  • Etc

    Polícia recupera sapatinhos vermelhos de O Mágico de Oz roubados há 13 anos de um museu

    4 de setembro de 2018 /

    Treze anos após serem roubados, os famosos sapatinhos vermelhos usados por Judy Garland no filme de “O Mágico de Oz” foram recuperados pelo FBI nos Estados Unidos. Os sapatinhos originais foram roubados do Judy Garland Museum, em Grand Rapids, no estado de Minnesota, que na verdade é a casa onde a atriz cresceu na infância, com pouca segurança. Mesmo assim, o caso chamou a atenção pela falta de pistas deixadas pelos ladrões, que evitaram as câmeras do local e foram cuidadosos para não deixar impressões digitais. Anos depois do roubo, ocorrido em 2005, a polícia anunciou uma recompensa de US$ 1 milhão para quem tivesse pistas sobre o paradeiro dos sapatinhos vermelhos. Dúzias de ligações foram recebidas pelos investigadores após o anúncio, mas nenhuma levou a algo concreto. Os sapatinhos eram propriedade de um colecionador particular, Michael Shaw, que os alugava para o museu e doava os milhares de dólares que cobrava da instituição para caridades diversas. Desde o roubo, alguns observadores do caso suspeitavam que o próprio Shaw tivesse armado o assalto, a fim de receber o dinheiro do seguro – em torno de US$ 800 mil. Detalhes da recuperação ainda estão sendo mantidos em sigilo. Em entrevista coletiva realizada nesta terça (4/9), o porta-voz do FBI afirmou que a investigação ainda não acabou e que a polícia está agora rastreando outros envolvidos no roubo e na recepção. A descoberta do paradeiro das peças teria sido feito após uma tentativa de extorsão, com suspeitos que buscavam obter dinheiro com informações sobre o paradeiro dos sapatinhos junto à empresa seguradora dos objetos. Judy Garland, que interpretou Dorothy Gale no clássico do cinema, usou meia dúzia de pares de sapatinhos vermelhos, supostamente de rubis, durante a produção do filme. Com eles nos pés, embarcou em sua jornada pela estrada de tijolos amarelos e, no final da história, bateu seus calcanhares três vezes para voltar para casa e imortalizar a frase “Não há lugar como o lar”. Os sapatinhos são amplamente considerados como uma das peças mais memoráveis ​​da história do cinema americano, e estima-se que valem vários milhões de dólares. Além do par desaparecido, há outro par de sapatinhos de rubi sob a custódia do Smithsonian Museum, também nos EUA. E outro foi comprado recentemente por Leonardo DiCaprio e Steven Spielberg, que doaram a relíquia para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que deve abrir seu próprio museu em 2019.

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  • Etc

    Atriz da série Plantão Médico é baleada e morta pela polícia de Los Angeles

    31 de agosto de 2018 /

    A atriz Vanessa Marquez, que foi conhecida por interpretar a enfermeira Wendy Goldman na série “Plantão Médico” (E.R.), morreu na quinta-feira (30/8) baleada pela polícia de Los Angeles em sua própria casa. Há relatos conflitantes sobre o que teria acontecido, mas, segundo apurou o site The Hollywood Reporter junto às autoridades, oficiais do Departamento de Polícia de Pasadena responderam a um chamado do proprietário do apartamento em que Marquez morava, por volta do meio-dia, para realizar uma verificação de bem-estar. Quando os policiais chegaram ao local, Marquez estava tendo convulsões e um pedido por pessoal médico adicional foi enviado. Mas a partir daí ela teria se recusado a cooperar e, segundo a polícia, parecia estar sofrendo de problemas psicológicos. Um médico da Saúde Mental do Condado de Los Angeles também foi despachado para o local. A polícia e o médico conversaram com Marquez por cerca de 90 minutos, quando ela supostamente pegou uma arma e apontou para os policiais. Em resposta à esta ação, foi baleada e morta. As autoridades afirmam que apenas mais tarde descobriram que o revólver era uma arma de brinquedo. Esta narrativa dos fatos é a versão oficial da polícia. Vanessa Marquez tinha 49 anos e participou das três primeiras temporadas de “Plantão Médico”, entre 1994 e 1997. Durante o início do movimento #MeToo, em outubro do ano passado, ela acusou o ator Eriq La Salle de assediá-la no set da série e o astro George Clooney de causar sua demissão após vê-la reclamando de comentários racistas e machistas da equipe. O ator respondeu às acusações dizendo que não se lembrava do ocorrido. Antes de despontar em “Plantão Médico”, Marquez apareceu em episódios de “Seinfeld”, “Melrose” e “O Homem da Máfia”, além de filmes do período, como “O Preço do Desafio” (1988), “Marcados Pelo Sangue” (1993) e “Maniac Cop 3: O Distintivo do Silêncio” (1993). Natural de Los Angeles, a atriz teve dificuldades de seguir a carreira após sair da série médica. Ela alegava que Clooney a tinha colocado na lista negra dos produtores de Hollywood. Desde então, ela só conseguiu seis papéis, dois deles em curtas. Seu último trabalho relevante foi o drama indie “Shift”, lançado em 2013.

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  • Série

    Investigação de Mahershala Ali atravessa décadas no primeiro trailer legendado da volta de True Detective

    27 de agosto de 2018 /

    A HBO divulgou o trailer oficial legendado da 3ª temporada de “True Detective”. Bastante atmosférica, a prévia acompanha o protagonista Mahershala Ali (“Moonlight”) em meio a diferentes cenas de crimes, enquanto seu cabelo e figurino alteram-se pela passagem do tempo. Às vezes jovem, diante de uma máquina de escrever, outras vezes bem velho, assombrado por uma recordação do passado, as mudanças do personagem sugerem um retorno à estrutura da 1ª temporada, com uma investigação que atravessa décadas. A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, ao longo de três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali, o elenco central também destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”), Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Ray Fisher (“Liga da Justiça”). A estreia está prevista para janeiro de 2019.

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  • Etc,  Filme

    Spike Lee é acusado de inventar fatos em Infiltrado na Klan para favorecer imagem da polícia

    26 de agosto de 2018 /

    O cineasta Spike Lee envolveu-se numa polêmica com outro diretor afro-americano, Boots Riley (de “Sorry to Bother You”), por conta de seu novo filme, “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). Numa longa crítica publicada nas redes sociais, Riley desancou o filme de Lee, acusando-o de mudar eventos históricos para retratar a policia americana de uma forma mais positiva. Ele alega ainda que Lee teria recebido US$ 200 mil da polícia de Nova York para dirigir uma campanha publicitária para melhorar a sua imagem junto das comunidades minoritárias e que “Infiltrado na Klan” se assemelha a uma espécie de extensão desse trabalho. Riley ainda comparou o novo filme de Lee ao anterior, “Chi-Raq”, afirmando que o diretor bate na tecla de que “os negros devem deixar de se preocupar com a violência policial e preocuparem-se com o que fazem uns aos outros, pois a policia é contra o racismo”. E isto acontece enquanto o movimento Black Lives Matter denuncia a violência policial contra os negros nos Estados Unidos, que só tem aumentado. O diretor ainda afirma que a história supostamente real de Ron Stallworth, um ex-detetive que se infiltrou na Ku Klux Klan nos anos 1970, tem várias partes inventada, com o único objetivo de pintar uma imagem positiva da polícia. “É uma história inventada em que as partes falsas tentam fazer do policial o protagonista na luta contra a opressão racial”, diz. Ele chama atenção para o fato de que, na vida real, Stallworth fez parte da COINTELPRO, uma série de operações secretas e muitas vezes ilegais conduzidas pelo FBI para atacar organizações políticas, entre elas os militantes dos Pantera Negras. Stallworth chegou a se infiltrar por três anos no grupo para sabotá-lo, atuando contra a luta pela igualdade racial. “Sem as coisas inventadas e com o que sabemos da história real do trabalho policial em grupos radicais, e como eles se infiltraram e conduziram organizações de Supremacia Branca para atacar esses grupos, Ron Stallworth é na verdade um vilão”, afirma Riley. “Spike lançar um filme em que pontos da história são fabricados para fazer um policial negro e seus colegas parecerem aliados na luta contra o racismo é realmente decepcionante, para dizer o mínimo”, concluiu. Durante a divulgação de “Infiltrado na Klan”, Lee tentou evitar a polêmica, mas acabou comentando, rapidamente, numa entrevista ao jornal britânico The Times. “Vejam os meus filmes, eles têm sido muito críticos em relação à polícia, mas, por outro lado, nunca direi que todos os policias são corruptos, que todos os policias detestam as pessoas de cor. Eu não vou dizer isso. Quer dizer, nós precisamos da polícia. Infelizmente, a polícia, em muitos casos, não aplica a lei; eles quebraram a lei”. Lee ainda frusiy que “os negros não são um grupo monolítico”, e citou algumas críticas que recebeu quando anunciou “Malcom X”. “Como pode um burguês como Spike Lee fazer ‘Malcolm X?’”, lembrou, citando comentários negativos que ouviu antes das filmagens. “Infiltrado na Klan” rendeu o Grande Prêmio do Juri do Festival de Cannes 2018 para Spike Lee. O filme, que já está em cartaz nos Estados Unidos, tem estreia marcada no Brasil apenas para novembro. Ok. Here's are some thoughts on #Blackkklansman. Contains spoilers, so don't read it if you haven't seen it and you don't wanna spoil it. pic.twitter.com/PKfnePrFGy — Boots Riley (@BootsRiley) August 17, 2018

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  • Série

    Série brasileira Sob Pressão é renovada para a 3ª temporada

    25 de agosto de 2018 /

    A Globo renovou a série médica “Sob Pressão”, protagonizada por Marjorie Estiano e Júlio Andrade. O detalhe é que a atração, que ainda não estreou a sua 2ª temporada, foi renovada para seu terceiro ano de produção, que será exibido em 2019. De acordo com o colunista Flávio Ricco, do Uol, a 3ª temporada terá mais 14 episódios, com direção de Andrucha Waddington (diretor também do filme que originou a série) e trará o cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”) à frente da equipe de autores. Já o segundo ano de “Sob Pressão”, que está todo gravado, entrará no ar em breve, abordando temas como adoção, questões de gênero e corrupção no sistema de saúde. A principal novidade será a entrada de Fernanda Torres (“Os Normais”) no elenco. A participação marcará uma nova parceria entre a atriz e seu marido, o diretor Andrucha Waddington, responsável pela produção – ele dirigiu Fernanda em seu melhor filme, “Casa de Areia” (2005), e em “Gêmeas” (1999). Ela entrará na trama como a nova diretora do hospital, cheia de boas intenções, e que se vê induzida a entrar em esquemas de corrupção com a justificativa de fazer o local funcionar melhor.

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  • Etc

    Bill Murray é acusado de agredir fotógrafo de 71 anos, que é irmão da cantora Carly Simon

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Bill Murray se envolveu em uma briga com um fotógrafo em um restaurante em Martha’s Vineyard, nos Estados Unidos, e precisou prestar esclarecimentos em uma delegacia de polícia. O jornal Boston Globe apurou que foi feito um boletim de ocorrência policial contra Murray por Peter Simon, fotógrafo de 71 anos de idade e irmão da cantora Carly Simon. A acusação afirma que Simon não teria reconhecido o ator no momento do incidente. O fotógrafo disse que estava trabalhando em um restaurante chamado Lola’s, que o contratou para tirar fotos do local, quando um homem o “puxou por trás e o jogou contra uma porta”. Depois identificado como Murray, o homem teria dito para Simon que tinha o poder de expulsá-lo do restaurante se ele continuasse tirando fotos. “Ele parecia mais do que pronto para me matar estrangulado”, relembra o fotógrafo. “Eu disse para ele: ‘Você sabe quem eu sou?’. Não para ofendê-lo, mas para dizer que era um fotógrafo contratado pelo restaurante. Ele me respondeu com: ‘E você sabe quem eu sou?'”. Simon diz que Murray então o soltou e voltou para sua mesa – no entanto, mais tarde, quando estava deixando o restaurante, o ator se aproximou dele com um copo d’água na mão, com o qual encharcou o fotógrafo e sua câmera. “Ele me tratou como a pior pessoa da Terra”, relembra. Em sua defesa, o ator de 68 anos deixou registrado no boletim de ocorrência que Simon estava “tirando fotos dele sem permissão e o assediando”. Representantes de Murray e do restaurante Lola’s não quiseram comentar o caso para a imprensa norte-americana.

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  • Etc

    Promotoria de Los Angeles investiga novas denúncias contra Harvey Weinstein, Steven Seagal e Anthony Anderson

    10 de agosto de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles informou na quinta-feira (9/8) que está investigando novos casos de agressão sexual envolvendo três celebridades: o produtor Harvey Weinstein, o astro de filmes de ação Steven Seagal e o ator Anthony Anderson, da série “Black-ish”. O porta-voz da promotoria não deu detalhes das alegações ou quando as supostas agressões ocorreram. A denúncia ou denúncias contra Weinstein complicam ainda mais a situação do produtor, que atualmente enfrenta julgamento por estupro e abuso sexual em Nova York. Segal, por sua vez, é alvo de uma segunda denúncia. A primeira está sendo analisada pelas autoridades desde fevereiro. Embora a polícia não tenha confirmado o nome das vítimas, a ex-atriz Regina Simons e a modelo Faviola Davis informaram que tinham entrado na Justiça contra o ator. Simons alega que foi estuprada pelo astro das artes marciais em sua casa, em 1993, e Davis diz que ele agarrou suas partes íntimas em uma audição. Além delas, mais de uma dúzia de mulheres acusaram Seagal de violência sexual nos últimos meses. O ator de 66 anos negou todas alegações, dizendo que as supostas vítimas “mentiram e são pagas para mentir sem qualquer prova ou testemunha”. O caso de Anthony Anderson tem menos volume. Ele foi acusado apenas por uma mulher, a quem teria agredido sexualmente após uma festa em 2017. Um porta-voz do ator negou as acusações, que surgiram em julho, e lamentou que “qualquer um pode entrar com um processo independente se for verdade ou mentira”. Entretanto, esta não é a primeira vez que o ator é acusado de violência sexual. Ele e um assistente de direção foram acusados de estuprar uma atriz aspirante nos bastidores do filme “Ritmo de Um Sonho” (2005). O caso não chegou a ser investigado, porque as acusações foram retiradas em seguida.

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  • Etc

    Harvey Weinstein admite que trocava sexo por papéis de cinema, mas advogado insiste que não foi bem isso

    14 de julho de 2018 /

    Poucas semanas após o início de seu processo criminal por assédio sexual, estupro e conduta inapropriada, o produtor Harvey Weinstein deu uma entrevista polêmica para a revista britânica “The Spectator”, em que admite que abusou de seu poder e que oferecia papéis em filmes em troca de sexo, mas garantiu não ser um estuprador. “Você nasceu rico e privilegiado e você era bonito”, disse Weinstein, ao entrevistador, o colunista Taki Theodoracopulos. “Eu nasci pobre, feio, judeu e tive de lutar minha vida inteira para chegar a algum lugar. Você tinha muitas garotas, nenhuma garota olhava para mim até eu virar grande em Hollywood.” “Sim, eu ofereci a elas papéis em filmes em troca de sexo, mas era assim que era e ainda é com todo mundo”, afirmou o produtor. “Mas eu nunca me forcei para cima de uma única mulher.” Apesar das falas tentarem diminuir o peso das acusações contra Weinstein, ao sugerir uma troca consensual de sexo por favor profissional, a entrevista não teve a repercussão desejada e foi rapidamente contestada pelo advogado do produtor, que emitiu um comunicado para a imprensa. No comunicado, Ben Brafman negou que o seu cliente tenha admitido a prática conhecida como “teste do sofá”, afirmando que a frase foi citada de forma equivocada. “Eu estava presente na conversa; não foi uma entrevista, foi um encontro social entre dois amigos. Harvey e Taki não discutiram o caso, e eu não permitiria que o fizessem. Falamos da velha Hollywood e o contraste com a cultura europeia. O sr. Weinstein nunca disse nada sobre trocar papéis por sexo.” De forma curiosa, o próprio Taki Theodoracopulos emitiu um comunicado, admitindo o erro. “Depois de 41 anos sem uma só retratação na ‘Spectator’, eu acredito que representei mal a conversa que tive com Harvey Weinstein. Foi um erro. Espero não ter prejudicado seu caso”. O pedido de desculpas do jornalista, entretanto, fornece um detalhe sórdido sobre o encontro, afirmando que se reuniu com Weinstein porque ele prometeu informações exclusivas e desfavoráveis sobre a atriz Asia Argento, a primeira a denunciar o produtor por estupro, e que virou alvo de uma campanha de cyberbullying nas redes sociais após o suicídio de seu namorado, o chef-celebridade Anthony Bourdain, há pouco mais de um mês. Ao saber dessa motivação, Argento desabafou no Twitter: “Eu entendo agora quem está por trás do horrível bullying dirigido contra mim e Rose McGowan. Weinstein, seu maldito monstro estuprador, ainda tentando nos prejudicar e atingir. Não por muito tempo. Você vai para a cadeia”.

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  • Etc

    Mais mulheres acusam Luc Besson de agressões sexuais

    10 de julho de 2018 /

    O famoso diretor e produtor francês Luc Besson, de “O Quinto Elemento”, “Lucy” e “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, foi alvo de novas acusações de agressões sexuais. Depois de uma denúncia de estupro apresentada por uma atriz em maio, várias mulheres denunciaram ao site de notícias francês Mediapart atitudes impróprias e abusos que ele teria cometido. De acordo com a Mediapart, uma ex-funcionária de Besson, encarregada das seleções de elenco para seus filmes, escreveu no início de julho para o procurador da República de Paris para denunciar fatos que ela descreve como “agressões sexuais”. Ela menciona um ambiente de trabalho “muito sexualizado”, assim como “gestos e comportamentos inadequados, que ela considera serem agressões sexuais”. A investigação do veículo online revela que várias mulheres entraram em contato com a atriz italiana Asia Argento, uma das principais figuras do movimento #MeToo e acusadora do produtor Harvey Weinstein, após seu discurso na cerimônia de encerramento do Festival de Cannes em maio. Uma delas, também atriz, falou com a Mediapart sobre reuniões profissionais com Luc Besson em quartos de hotel no início dos anos 2000 e atos de violência da parte do diretor de 59 anos, que teria se “jogado” sobre ela. As novas acusações se somam à acusação de uma atriz e modelo de 27 anos, que não se identificou. Ela afirmou ter sido drogada e estuprada pelo diretor num hotel em paris. Mas os testes toxicológicos deram negativos e os advogados de Besson afirmaram que o casal estava num relacionamento estável há vários anos. De acordo com o noticiário francês sobre a investigação, ela acabou confirmando que mantinha um relacionamento íntimo com o cineasta há cerca de dois anos, sentido-se obrigada a isso por causa das conexões profissionais de Besson. Mas que isso não mudava o fato de ter sido estuprada. Na França, houve poucos relatos de casos de assédio na indústria cinematográfica. As raras atrizes francesas que se pronunciaram, como Léa Seydoux e Emma De Caunes, apresentaram-se para denunciar Harvey Weinstein. Por outro lado, estrelas veteranas se manifestaram para calar denúncias, atacando o equivalente francês ao #MeToo por considerá-lo um movimento moralista e um retrocesso para as conquistas sexuais.

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  • Etc,  TV

    Douglas Sampaio presta depoimento na polícia após ser denunciado por agressão por atriz de Malhação

    10 de julho de 2018 /

    O ator Douglas Sampaio esteve com seu advogado na 16ª Delegacia Policial, localizada na Barra da Tijuca, no Rio, nesta terça-feira (10/7) para prestar depoimento depois de ser acusado de agressão pela atriz e ex-namorada, Jeniffer Oliveira. “Eu falei tudo o que, de fato, aconteceu e o que não aconteceu. Quero ver até quando vão sustentar essa mentira. Nada, nada. O único ‘chega para lá’ que ela recebeu foi com a mulher que ela brigou. Teve uma briga dela com a menina, tanto é que, depois disso, eu fiquei até com vergonha de ficar no local”, disse ele, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, do SBT. O advogado Silvio Guerra garantiu que a “leviandade trazida por Jeniffer cairá por terra quando as imagens forem trazidas pela polícia”. A atriz de “Malhação” registrou queixa na Delegacia da Barra da Tijuca contra o vencedor de “A Fazenda” e publicou um texto nas redes sociais relatando que foi agredida por ele durante uma briga causada por ciúmes no bar Coco Mambo, no Recreio, no mês passado. Além do relato, mostrou fotos de hematomas e afirmou que resolveu se manifestar em busca de justiça. Jeniffer afirmou ter se sentido responsável por tudo em um primeiro momento. “Eu me senti culpada porque estava dançando, me senti culpada por achar que, de alguma forma, tinha provocado ciúmes no meu namorado. Em hipótese nenhuma agressão é uma justificativa para qualquer coisa”. Após o desabafo, a atriz foi acompanhada de sua mãe à delegacia da Barra para registrar o boletim de ocorrência. Douglas Sampaio, por sua vez, rebateu as acusações, chamou Jennifer de “aproveitadora” e disse que buscaria imagens de câmeras de segurança da boate para provar que não cometeu agressão. Ele divulgou uma troca de mensagens de uma discussão que teve com a ex pelo WhatsApp. “Vou correr atrás dos meus direitos. Sei minha índole, o que faço, sei ser correto. Posso fazer minha loucura comigo, agora vocês estarem acusando alguém que não fez nada é f…. Ela está brincando com a minha carreira, com as pessoas que amo, de uma coisa que não fiz. De uma coisa tenho certeza: quando a gente está certo, não tem medo de nada. E eu vou correr atrás de todos os direitos que tenho para provar”, disse. “Entendo vocês estarem me xingando, falando um monte de coisa. Vocês ouviram um lado só. Mas vou provar na justiça quem está certo e errado”, completou.

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  • Etc

    Stan Lee desiste de processo bilionário contra sua antiga empresa por “esquema nefasto”

    9 de julho de 2018 /

    Stan Lee retirou seu processo contra a POW! Entertainment, em que pedia US$ 1 bilhão de indenização, dois meses após dar entrada na ação. O criador da maioria dos heróis da Marvel acusava a empresa de ter tirado vantagem da sua fragilidade emocional e física, na época da morte de sua esposa, para ludibriá-lo com um contrato de exclusividade que ele jamais teria assinado se ainda tivesse visão. Em seu processo, Lee acusava seus antigos sócios na POW! de conspirarem para roubar sua identidade, nome e imagem em um “esquema nefasto” envolvendo uma venda “simulada” a uma empresa chinesa. Em nota, ele disse: “Tudo foi muito confuso para todos, incluindo para mim mesmo e meus fãs, mas estou feliz agora por estar rodeado daqueles que querem o melhor para mim. Estou animado para deixar o processo para trás, voltar aos negócios com meus amigos e colegas na POW! e lançar uma nova onda de personagens e histórias incríveis.” O próprio Stan Lee fundou a POW! Entertainment em 2001 para transformar suas novas criações em programas de TV – como a bem-sucedida série britânica “Stan Lee’s Lucky Man” -, mas ao processar a companhia afirmava ter sido enganado pelos sócios, após a empresa ser vendida para a chinesa Camsing. Ele afirmava não ter sido informado dos detalhes da venda e ser apresentado a um contrato que lhe tirava o direito de usar seu próprio nome e cuidar de suas redes sociais. Em abril, a empresa divulgou um comunicado, afirmando que as alegações eram “completamente sem fundamento” e que estava preocupada com “a reviravolta dentro da vida e gestão pessoal” de Lee. Agora, o CEO da empresa, Shane Duffy, celebra o fim do atrito. “Estamos entusiasmados com a desistência deste processo e esperamos trabalhar com o Stan novamente para desenvolver e produzir os grandes projetos que foram suspensos quando o processo foi aberto. Recentemente nos reunimos com Stan para discutir nosso caminho e nós e a [empresa-mãe] Camsing estamos satisfeitos com sua reação entusiasmada”. Além disso, Duffy disse que iria lidar de forma adequada, através de todos os meios legais, com pessoas que tentem interferir com o bem-estar e relacionamento de Lee com POW! para evitar que algo assim aconteça novamente. Recentemente, advogados entraram com ordens de restrição contra o empresário que estava orientando Lee em seus negócios. Keya Morgan é a pessoa aludida na menção sobre pessoas que interferiam na vida do artista. O documento legal em que o pedido de restrição foi feito revelou a extensão dos problemas criados por Morgan. “Stan Lee está atualmente se recuperando das graves lesões físicas e emocionais causadas por Keya Morgan durante o período em que Keya Morgan controlou todos e cada um dos atos de Stan Lee, e separou Stan Lee de sua família, amigos e conselheiros próximos”, afirma o documento.

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  • Filme

    Intervenção: Novo filme policial do autor de Tropa de Elite começa a ser filmado

    9 de julho de 2018 /

    O novo filme do autor de “Tropa de Elite” começou a ser filmado no Rio. Chama-se “Intervenção” e desta vez o roteirista Rodrigo Pimentel, o ex-capitão da Polícia Militar que é coautor dos dois “Tropa de Elite” (2007 e 2010) e uma das inspirações para o personagem Capitão Nascimento, vai abordar o fracasso das UPPs. No lugar da truculência e a corrupção da polícia exploradas nos dois filmes dirigidos por José Padilha, a nova produção pretende denunciar as condições precárias a que foram submetidos os agentes do projeto de segurança pública, inaugurado em 2008 com a promessa de levar paz às comunidades. Com direção de Caio Cobra (em seu segundo filme na função, após o ainda inédito “Virando a Mesa”), “Intervenção” é estrelado por Marcos Palmeira (“Mandrake”), que raspou a cabeça para viver o Major Douglas, símbolo de uma polícia ciente de sua incapacidade de combater o tráfico. “Meu personagem é descrente. Já sabe que a UPP não vai dar certo, porque os políticos e a Justiça não estão interessados no assunto tanto quanto deveriam. Seu foco é preservar a corporação”, revelou Marcos Palmeira ao jornal O Globo, num intervalo das filmagens. Segundo a publicação, Pimentel montou sua trama após ouvir cerca de 200 relatos, em mais de 20 visitas a UPPs ao longo da última década. “O policial de UPP é um sobrevivente. Se ele tivesse recursos, equipamentos, rádios funcionando, colete, munição, helicóptero… ele conseguiria fazer frente ao tráfico. Mas não tem”, resume o roteirista. Já o diretor revelou que “o filme não tem mocinho nem bandido, mas pessoas em situação-limite”. A produção conta no set com a consultoria de policiais, alguns deles contratados para integrar o elenco, mas pretende evitar o maniqueísmo ao construir uma história com personagens de lados diferentes da situação. A trama acompanha Larissa (Bianca Comparato, da série “3%”, que assumiu o papel após Anitta ter recusado o convite por “conflitos de agenda”), uma policial militar recém-concursada, que vê no projeto de pacificação uma solução para a violência. Ela vive um conflito familiar com a irmã, Flávia (Dandara Mariana, da novela “A Força do Querer”), funcionária de uma ONG de direitos humanos que fiscaliza os abusos e erros da PM nas comunidades. A história do filme sofre uma reviravolta após uma apreensão de roubo de carga, quando uma troca de tiros mata um morador e um vídeo de toda a ação vai parar nas redes sociais. Larissa atribui a tragédia a um juiz que, dias antes, mandou soltar o traficante responsável pela ação criminosa. “Diante do cenário desolador, vendo seus colegas expostos e seu sonho ruir, a PM parte para uma vingança cega”, afirma a sinopse oficial enviada à imprensa. “Intervenção” será distribuído pela Paris Filmes e vai chegar aos cinemas já em 15 de novembro.

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