Polanski tem a melhor bilheteria de sua carreira em meio a protestos e boicotes feministas na França
“An Officer and a Spy” (J’accuse), novo filme de Roman Polanski, liderou as bilheterias na França em sua primeira semana em cartaz, apesar de piquetes de manifestantes femininas e campanhas de boicote ao cineasta franco-polonês, acusado recentemente de um novo estupro. Com mais de 501 mil ingressos vendidos, a obra teve a “melhor estreia da carreira” do cineasta, segundo o site CBO Box Office, considerando os filmes que Polanski fez após 1995 – de todo modo, os anteriores teriam bilheterias menores, devido aos preços praticados na época. Antes de “J’accuse”, a melhor estreia de Polanski na França tinha sido terror “O Último Portal”, estrelado por Johnny Depp, que vendeu 499 mil ingressos em seu primeiro fim de semana em 1999. “J’accuse” conta a história do maior erro judicial da história da França, o caso de Alfred Dreyfus, acusado falsamente de espionagem no final do século 19, num ato de antissemitismo que antecipou as tendências sombrias do nazismo, que anos depois se espalharia pelo continente europeu. Além da popularidade atestada pelas grandes bilheterias, o filme também agradou à crítica e até venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza. Sua estreia na França foi o momento escolhido por uma fotógrafa francesa, Valentine Monnier, para denunciar à imprensa que o diretor a estuprou em 1975, quando ela tinha 18 anos. Polanski negou a acusação por meio de seu advogado. Isto desencadeou uma onda de protestos, alimentada pela hastag #BoycottPolanski nas redes sociais e piquetes na porta de alguns cinemas. A acusação também levou a Sociedade Civil de Diretores e Produtores (ARP) a dizer que pretende mudar suas regras para expulsar ou suspender qualquer um de seus membros que tenha sido acusado pela justiça. Polanski já foi expulso em 2018 da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que concede o Oscar, por ser foragido da justiça americana. O cineasta é considerado fugitivo, porque escapou para a França após se declarar culpado de abusar de uma menor de 13 anos em 1977. Como é cidadão francês, ele não pode ser extraditado. Isto não impediu a própria Academia de lhe dar o Oscar de Melhor Diretor por “O Pianista” (2002). Na época, a condenação não fez a menor diferença. Recentemente, o diretor se viu alvo de mais cinco denúncias de estupro que teriam acontecido nos anos 1970. Elas vieram à tona durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. O novo filme de Roman Polanski não tem previsão de lançamento no Brasil. Confira o trailer francês abaixo.
The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha novo pôster
A Netflix divulgou um novo pôster de “The Witcher”, que reúne Geralt de Rivia (Henry Cavill), Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan), os protagonistas da nova série de fantasia. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Doctor Who: Terminam as gravações da 12ª temporada
A rede BBC anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who” terminou de ser gravada. O anúncio foi feito pelo Instagram oficial da série britânica, acompanhado por um vídeo com cenas de bastidores. Com estreia prevista para 2020, a 12ª temporada também teve duas participações especiais confirmadas: Stephen Fry (“V de Vingança”) e Lenny Henry (“Broadchurch”). Seus papéis não foram revelados, mas devem ser importantes porque o anúncio também foi feito, com pompa e vídeo, pelo Instagram oficial do programa. Veja os dois vídeos abaixo. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro de 2018, seguida por um especial de Ano Novo no dia 31. Desde então, os fãs aguardam por novos capítulos. A BBC ainda não revelou a data de estreia para a próxima temporada. Rumores indicam que a demora se deve a uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos primeiros episódios produzidos por Chibnall. A BBC queria uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado a apressar a produção, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Mas nem isso foi produzido. Aparentemente, a exigência de cinco episódios anuais também foi defendida pela nova protagonista, Jodie Whittaker. Um meio termo pode ter sido encontrado no lançamento de 10 episódios em 2020 – cobrindo supostamente os 5 de 2019 e mais 5 que seriam produzidos no ano que vem. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Seja qual for sua data de estreia, a 12ª temporada de “Doctor Who” será exibida no Brasil pela plataforma Globoplay. Ver essa foto no Instagram That’s a wrap, we’ve finished filming! Are you ready for series 12? #DoctorWho ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 19 de Nov, 2019 às 4:00 PST Ver essa foto no Instagram ⭐ Guest Star Announcement! ⭐ Stephen Fry and Sir Lenny Henry CBE to appear in the new series of #DoctorWho Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 20 de Nov, 2019 às 2:00 PST
Jussie Smollett decide processar a cidade de Chicago por destruir sua carreira de ator
O ator Jussie Smollett decidiu processar Chicago, após considerar que o prefeito e o chefe de polícia da cidade americana “arruinaram” sua reputação. Demitido da série “Empire” após a polícia declarar que ele forjou um ataque homofóbico e racista contra si mesmo, Smollett iniciou um processo contra a polícia da cidade e Eddie Johnson, que era superintendente na época. Em 29 de janeiro, Smollett foi levado a um hospital com ferimentos leves, alegando ter sido atacado por dois homens durante a madrugada nas ruas de Chicago. O ator, que é gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. A investigação da polícia, no entanto, chegou à conclusão que Smollett havia encenado o ataque. Os irmãos Ola e Avel Osundairo, personal trainers que já haviam aparecido como figurantes em “Empire”, testemunharam que o ator pagou para que eles o atacassem. A polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria para obter esse depoimento. Na verdade, as autoridades policiais cometeram diversas irregularidades no caso, que levaram a promotoria de Chicago a decidir abandonar o processo contra Smollett, sem aprofundar explicações. Ao prender o ator, a polícia afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tinha um dos maiores salários do elenco de “Empire”, acabara de receber aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Diante dessa avalanche de equívocos, trazidos à público pela própria polícia, a promotora Kim Foxx desistiu de processar o ator. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. No entanto, caso fosse inocentado, deixaria a polícia numa situação difícil. Isto, porém, não impediu o Prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e o chefe de polícia da cidade, Eddie Johnson, de continuar atacando o ator publicamente com ameaças de processo, insistindo na versão de ataque de mentira, o que, no final, acabou lhe custando o emprego, mesmo não sendo processado. Agora, os advogados do ator alegam que a cidade lhe deve uma indenização a ele. “Apesar do descarte de todas as acusações contra o Sr. Smollett, a conduta da polícia de Chicago e as declarações falsas dos irmãos Osundairo fizeram com que ele fosse sujeitado ao ridículo em público e o prejudicaram muito”, diz o processo. “O Sr. Smollett também sofreu, e continua sofrendo, substanciais perdas monetárias. Ele perdeu oportunidades de emprego e precisou pagar muito dinheiro a advogados que o defenderam durante o caso”, continua o texto. O ator foi limado da 6ª e última temporada de “Empire”, que foi ao ar sem o seu personagem, e não apareceu nas telas desde então. O processo contra a cidade de Chicago ainda cita que Smollett sofre de “angústia e estresse agudos” por causa do caso.
Emilia Clarke revela brigas por cenas de nudez em Game of Thrones
A atriz Emilia Clarke disse ter sido pressionada a fazer cenas de nudez em “Game of Thrones” “para não decepcionar os fãs”. A atriz, que interpretou Daenerys Targaryen na série, revelou brigas no set por causa de cenas em que precisava aparecer sem roupas, mas não chegou a nomear os membros da equipe da série que a pressionaram. A revelação foi feita durante entrevista ao podcast Armchair Expert, em que ela comentou: “Eu sou mais consciente hoje em dia sobre o que me deixa confortável ou desconfortável, o que eu sinto que é OK fazer, e o que eu sinto que não é OK”. “Eu tive brigas no set em que dizia: ‘Não, o lençol vai me cobrir até o pescoço’. E eles diziam: ‘Você não quer decepcionar os fãs de ‘Game of Thrones’, quer?’. E eu respondia: ‘Vão se f*der'”, contou. Ela afirmou que não sabia sobre a quantidade de nudez na história até ler o roteiro. “Eu consegui o papel e recebi os scripts. Quando estava lendo, pensei: ‘Ah, bom, agora entendi qual é o lado ruim disso'”, disse. “Eu tinha acabado de sair da escola de teatro, e abordei aquilo como qualquer outro trabalho. Se está no roteiro, eu pensei, claramente é algo necessário para a trama”, completou. Clarke acrescenta que sua inexperiência profissional também a impediu de brigar com a produção. “Eu nunca tinha estado em um set de gravações daquele tamanho antes. Eu nunca tinha ficado nua na frente de uma multidão de pessoas. Com ou sem nudez, eu nunca seria capaz de me impor e pedir por algo que eu queria na 1ª temporada. Eu pensava que meus sentimentos estavam errados, ia chorar no banheiro, e voltava para filmar a minha cena de nudez como se tudo estivesse bem”, continuou. A estrela britânica contou que a ajuda neste momento veio de um de seus colegas de elenco, Jason Momoa, que viveu Khal Drogo, personagem que se torna marido de Daenerys na 1ª temporada. “Foi realmente muito difícil. Por isso que as cenas, quando eram com Jason, acabavam sendo muito melhores. Foi ele quem me confortou [concordando com o ponto de vista]: ‘Não, querida, não está tudo bem'”, completou.
South Park é acusada de transfobia por mais um episódio politicamente incorreto
A série animada “South Park”, que recentemente foi banida da China por conta de suas piadas controversas, nesta semana voltou a enfrentar críticas negativas do público americano por seu humor politicamente incorreto. Seu episódio mais recente foi considerado transfóbico por muitos espectadores e ativistas. Exibido na quarta-feira (13/11) nos EUA, o episódio da 23ª temporada da série gira em torno de um homem que decide se passar por mulher transgênero para participar de um competição de “força feminina”. O personagem se identifica na competição como Heather Swanson e é desenhado pelos criadores da série como um homem musculoso, de óculos de sol, chapéu de caubói, cabelo longo e barba. Em uma das falas do episódio, Swanson comenta que começou a se identificar como mulher “há duas semanas”. “Eu nem consigo te dizer o quanto eu me sinto livre. Agora que estou competindo como mulher, estou pronta para esmagar as outras garotas”, ele completa. Rachel McKinnon, uma ciclista transgênero e ativista da causa, manifestou-se de forma direta, chamando o episódio de transfóbico e a série de irrelevante. “Sim, é transfóbico. Sim, é preguiçoso. Sim, contribui para machucar mulheres e meninas trans. Mas eles são preguiçosos e cada vez mais irrelevantes”, escreveu no Twitter. Ela ainda lembrou que a série animada “‘Futurama’ contou a mesma história estúpida em um episódio de 2003. Transfóbicos não conseguem achar novas piadas. ‘South Park’ tem sido extremamente transfóbico há muito tempo. Esta não é a primeira vez, nem será a última. [Matt] Stone e [Trey] Parker são transfóbicos. Parem de ligar para eles. Ignorem a série preguiçosa deles”, completou. O comentário reverberou e encontrou eco. “Quando insistimos em afirmar que pessoas trans são nojentas ou estranhas por causa de suas identidades, é simplesmente rude e doloroso, e reforça estigmas negativos”, argumentou outro usuário. “O último episódio de ‘South Park’, sobre atletas trans, é baseado em uma falsidade, algo que não acontece, especialmente em competições de alto nível”, completou outro, ao reforçar a apelação da piada. Veja abaixo a cena integral da piada considerada transfóbica.
The Witcher ganha novos fotos com diversos personagens
A Netflix divulgou mais 28 fotos de “The Witcher”, que destacam os diversos personagens, além do clima de “épico medieval” da produção. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada. Veja ainda mais fotos aqui.
Manifestantes impedem première do novo filme de Polanski na França
Um grupo de cerca de 40 manifestantes bloqueou a entrada de um cinema que receberia a première de “An Officer and a Spy” (J’Accuse), novo filme de Roman Polanski, na noite de terça-feira (12/11) em Paris, resultando no cancelamento da exibição. Vestindo preto e equipado com sinalizadores vermelhos e cartazes com os nomes das mulheres que acusaram o diretor de estupro, o grupo se manifestou por cerca de uma hora em frente ao cinema Le Champo, até a sessão ser cancelada. Mas essa não foi a première principal do longa. A sessão de gala aconteceu na mesma hora no cinema UGC Normandie, nos Champs-Elysées, com a presença de Polanski, sem encontrar protestos semelhantes. Polanski foi recentemente acusado por um fotógrafa francesa, Valentine Monnier, de estuprá-la em seu chalé suíço em 1975. Ele negou as acusações por meio de seu advogado. Mas ela é a sexta mulher a acusar o diretor de violência sexual cometida nos anos 1970. O vencedor do Oscar vive na França desde que fugiu dos EUA em 1978, no meio de um julgamento em que se declarou culpado de fazer sexo com uma garota de 13 anos. Monnier disse que resolveu revelar o estupro justamente devido à estreia de “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. O diretor já teceu comentários comparando-se a Dreyfus. O longa foi lançado no Festival de Cinema de Veneza, onde venceu o Prêmio do Grande Júri. Na semana passada, o filme foi indicado a quatro European Film Awards pela Academia Europeia. Mas quanto mais prestígio conquista a obra, mais intensos se tornam os protestos. No início desta semana, o ator Jean Dujardin, indicado a Melhor Ator Europeu por “An Officer and a Spy”, cancelou uma entrevista com a principal emissora francesa, TF1, alegando que não queria responder perguntas sobre novas acusações contra Polanski. Também na terça-feira, embora sem mencionar Polanski pelo nome, a Associação Francesa de Cineastas, ARP, divulgou um comunicado dizendo que “apoia fortemente todas as vítimas de violência moral e sexual” e que “deve levar em conta que nossas profissões, pelo poder que exercem, podem abrir a porta a excessos repreensíveis ”. A declaração ainda avisa que a ARP “proporá ao próximo conselho de administração que, a partir de agora, qualquer membro considerado culpado de uma ofensa sexual seja excluído e que qualquer membro denunciado pelo mesmo motivo seja suspenso”. Polanski é membro da organização. “An Officer and a Spy” estreia comercialmente nesta quarta (13/11) na França, sob campanha de boicote de vários grupos de pressão. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. Vale lembrar que manifestantes também impediram a première de outro filme europeu na semana passada, por motivos bem diferentes e num espectro político oposto na escala do radicalismo cultural. Manifestantes de extrema direita atacaram o público da estreia do premiado “And Then We Danced”, de Levan Akin, em Tbilisi, capital da Geórgia, por prestigiarem uma história de amor LGBTQIA+, entre dois jovens dançarinos georgianos de balé. Eles também querem impedir o filme vencedor de prêmios internacionais de ser exibido nos cinemas do país.
The Witcher é renovada um mês antes da estreia na Netflix
A Netflix renovou “The Witcher” para a 2ª temporada, a pouco mais de um mês antes da estreia da série. A antecipação se deve ao longo tempo de pós-produção necessário para finalizar cada episódio. Os 8 capítulos da 2ª temporada começarão a ser gravados no início do ano que vem para um estreia em 2021. “Estou muito feliz com o fato de que, antes mesmo de os fãs assistirem à 1ª temporada, já confirmamos que voltaremos ao Continente para continuar contando as histórias de Geralt, Yennefer e Ciri e mostrar o trabalho surpreendente que nosso elenco e realizadores entregaram”, disse a showrunner Lauren Schmidt Hissrich em comunicado. Vale lembrar que, de acordo com Hissrich, a série tem 7 temporadas planejadas. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
A Pequena Sereia define intérprete de seu Príncipe Encantado
A versão live-action de “A Pequena Sereia” encontrou seu Príncipe Encantado. A Disney definiu o jovem ator londrino Jonah Hauer-King como o príncipe Eric, na adaptação dirigida por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”). O ator é pouco conhecido do público americano, tendo construído a carreira em produções da TV britânica, como as minisséries “Howards End”, “Little Women” e “World on Fire”. Sua estreia em Hollywood foi no filme de cachorro “A Caminho de Casa”, lançado em fevereiro passado, e ele também estará na vindoura produção da Blumhouse “Once Upon a Time in Staten Island”, de James DeMonaco (“Uma Noite de Crime”). Neste sentido, trata-se de uma escolha bem diferente do planejamento original, em que o cantor Harry Styles chegou a ser cogitado para o papel – mas recusou. Depois da recusa, vários atores foram testados. Hauer-King passou por duas audições. A última aconteceu no sábado (9/11), em Londres, com o diretor Rob Marshall. Ele vai se juntar a Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que viverá o papel-título, marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.
Woody Allen entra em acordo com a Amazon e encerra processo por quebra de contrato
O cineasta Woody Allen entrou em acordo com a Amazon para encerrar a disputa judicial que travava com a empresa. Na noite de sexta-feira (9/11), Allen retirou o processo que movia contra a produtora por rompimento de um contrato para a produção de quatro filmes e pela recusa em distribuir um filme que ele já havia terminado – “Um Dia de chuva em Nova York”. Os termos do acordo não foram divulgados. Em fevereiro, Allen havia processado duas unidades da Amazon, reivindicando que elas não poderiam ter rompido os planos de distribuição por conta de uma acusação “sem base” de que ele teria molestado sua filha Dylan Farrow. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Allen não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas Dylan aproveitou o movimento #MeToo no final de 2017 para resgatar a história e conseguiu criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Em sua ação, Allen argumenta que a Amazon já sabia da acusação quando fechou o contrato. A Amazon respondeu dizendo que a amplificação da denúncia pelo #MeToo mudou as condições do negócio, pois impedia o estúdio de recuperar qualquer investimento que fizesse no diretor. Numa moção para descartar parte do processo de Allen, os advogados da Amazon afirmaram: “Dezenas de atores e atrizes expressaram profundo pesar por terem trabalhado com Allen no passado, e muitos declararam publicamente que nunca trabalhariam com ele no futuro”. Isto realmente aconteceu. Mas passados dois anos, a maré mudou, aumentando a quantidade de astros que vieram à público defender Allen, dizendo-se dispostos a trabalhar com o diretor quando ele quisesse, como Scarlett Johansson em setembro passado e Jeff Goldblum nesta semana. Isto pôs por terra os argumentos da Amazon. Para completar, a empresa de Allen, Gravier Productions, conseguiu fechar diversos lançamentos internacionais para “Um Dia de chuva em Nova York”, obra que a Amazon bloqueou nos Estados Unidos, e já arrecadou US$ 11,5 milhões em cinemas em todo o mundo. No Brasil, o filme protagonizado Timothée Chalamet, Elle Fanning e Selena Gomez chega aos cinemas no dia 21 de novembro. O acordo deve liberar o filme para ser lançado na América do Norte. Allen também fechou uma parceria com a produtora espanhola Mediapro e já rodou um novo filme na Espanha, “Rifkin’s Festival”, atualmente em pós-produção para um lançamento em 2020.
Roman Polanki é alvo de nova denúncia de estupro cometido nos anos 1970
A fotógrafa francesa Valentine Monnier acusou publicamente o cineasta Roman Polanski de tê-la estuprado em 1975 na Suíça, quando ela tinha 18 anos. A denúncia foi publicada pelo jornal Le Parisien nesta sexta (8/11), a poucos dias da estreia do novo filme do diretor de 86 anos. Este, por sinal, teria sido o motivo dela decidir se manifestar. Monnier disse que resolveu revelar o estupro devido à estreia do filme “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso com o de Dreyfus. “Não tinha qualquer relação com ele, pessoal ou profissional, só o conhecia”, relatou Monnier, que foi modelo em Nova York e participou de alguns filmes nos anos 1980, como “Três Homens e um Bebê”. “Foi de uma violência extrema, após esquiar, em seu chalé em Gstaad (Suíça), me agrediu até que me entreguei. Então me violentou me fazendo sofrer”. O advogado do cineasta, Hervé Temime, afirmou ao jornal Parisien que Polanski “nega firmemente qualquer acusação de estupro”, e destaca que fatos que teriam ocorrido há 45 anos “jamais foram levados ao conhecimento das autoridades”. A denunciante confirmou que jamais informou o crime – agora prescrito – à polícia. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. O novo filme do diretor, “An Officer and a Spy” (J’accuse), também foi premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) do Festival de Veneza deste ano. A estreia está marcada para quinta-feira (13/11) na França, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Ator de Homem-Formiga causa indignação por submeter a filha a exame anual de hímen
O ator e rapper americano Tip “T.I.” Harris, que vive um dos comparsas de Scott Lang (Paul Rudd) na franquia do “Homem-Formiga”, causou indignação nas redes sociais ao revelar que força sua filha de 18 anos a fazer um “exame de virgindade” anual no ginecologista. Ele contou no podcast “Ladies Like Us” que acompanha a filha, Deyjah Harris, ao ginecologista após cada aniversário para “verificar seu hímen”. “Normalmente, no dia seguinte à festa de aniversário dela, enquanto ela verifica seus presentes, eu coloco um bilhete na porta do quarto dela: ‘Ginecologista. Amanhã. 9:30′”, disse T.I. cujo nome verdadeiro é Clifford Harris. Segundo o rapper ator, essas consultas começaram após o 16º aniversário de Deyjah, e sua filha deve assinar uma declaração permitindo ao médico compartilhar os “resultados” com ele. O episódio do podcast foi lançado na terça-feira (4/11), mas causou tanto furor que saiu do ar, após viralizar nas redes sociais. Os usuários rapidamente condenaram o comportamento de Harris e expressaram preocupação por Deyjah. “É extremamente abusivo monitorar o hímen de sua filha, e qualquer médico envolvido em tal ato deve perder sua licença”, postou no Twitter a escritora Ijeoma Oluo. Muitos também criticaram os apresentadores por rirem quando T.I. fez esses comentários e por não reclamarem de sua atititude. O “teste de virgindade” é amplamente denunciado por grupos médicos como não tendo benefício algum para a saúde humana. A Organização Mundial da Saúde considera o ato de “uma violação dos direitos humanos de meninas e mulheres” e observa que a prática pode ser “prejudicial ao bem-estar físico, psicológico e social de mulheres e meninas”. T.I. já esteve preso em 2009 por tentar comprar uma arma automática ilegal de traficantes, que na verdade eram policiais disfarçados, voltando à prisão dois anos depois por posse de drogas.









