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  • Música

    Sharon Stone processa rapper Chanel West Coast pelo clipe “Sharon Stoned”

    6 de novembro de 2019 /

    Sharon Stone resolveu processar a rapper Chanel West Coast, alegando que ela arruinou sua imagem com a música “Sharon Stoned”. A atriz entrou com uma ação contra a música e o clipe de “Sharon Stoned”, que pode ser visto abaixo, por se apropriar de sua imagem, ao copiar as performances de seus papéis mais famosos. Ela afirma que o vídeo não passa de uma exploração de seu trabalho árduo ao longo dos anos, depois de estrelar filmes de sucesso como “Instinto Fatal”, “Cassino”, “Vingador do Futuro” e outros. Stone também acusou Chanel West Coast, nascida Chelsea Chanel Dudley, de usar seu nome para forjar influência, dizendo que a rapper “procurou desesperadamente obter credibilidade e estatura na comunidade do hip-hop”. Como não conseguiu, “tentou melhorar sua estatura como rapper invocando e comercializando o status de celebridade e fama de outras pessoas”, diz a ação, aberta pelo advogado Gary A. Hecker em nome da atriz. A estrela também enumerou o número de vezes que Chanel West Coast repete seu nome e sobrenome na música: 33 vezes, sem contar as 99 vezes em que o nome “Sharon” é pronunciado. Mas o descontentamento de Sharon Stone com Chanel West Coast não se resume ao uso indevido de sua imagem num clipe. A rapper também está promovendo a venda de apetrechos de maconha com a marca “Sharon Stoned”. Isso implica exploração de direitos autorais para venda de produtos que ela não autorizou e pelos quais ela não ganha nada. Por conta disso, o processo também pede indenização por perdas e danos. Confira abaixo o vídeo de “Sharon Stoned”, que também conta com participação do lendário rapper Redman e do ator Michael Rapaport (“Atypical”).

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  • Etc,  Filme

    Scorsese vs Marvel: Diretor continua guerra infinita com novo ataque publicado no New York Times

    5 de novembro de 2019 /

    Martin Scorsese está transformando sua crítica sobre como a Marvel reduz o cinema a franquias de parques temáticos numa franquia em si mesma. O novo capítulo dessa guerra infinita foi publicado na segunda-feira (4/11) na forma de um artigo opinativo no jornal The New York Times, que não acrescenta elementos novos na discussão, mas reforça tudo o que diretor já disse. Enquanto a manchete do ensaio (“Martin Scorsese: Eu disse que os filmes da Marvel não são cinema. Deixe-me explicar”) parece potencialmente conciliatória, o texto do cineasta só oferece desdém à Marvel Studios. Seu alvo principal é a mitologia abrangente dos filmes e sua abordagem formulística. “Alguns dizem que as filmes de Hitchcock eram todos parecidos, e talvez isso seja verdade – o próprio Hitchcock se questionou sobre isso. Mas a mesmice dos filmes de franquia de hoje é outra coisa diferente. Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. Os filmes são feitos para satisfazer um conjunto específico de demandas de consumo e projetados como variações em um número finito de temas”. “Muitos filmes de franquia são feitos por pessoas de considerável talento e arte. Você pode ver isso na tela. O fato de os filmes em si não me interessarem é uma questão de gosto e temperamento pessoal. Sei que, se eu fosse mais jovem, se tivesse amadurecido mais tarde, ficaria empolgado com esses filmes e talvez até quisesse fazer um. Mas eu cresci quando cresci e desenvolvi um senso de cinema – do que é cinema e do que poderia ser – que passa tão longe do universo Marvel quanto nós, na Terra, de Alpha Centauri.” Vale considerar que, se fosse mais velho, Scorsese também não teria problema em se empolgar com a Marvel, já que teria crescido em meio aos seriados de aventura, que inventaram o termo “cliffhanger” e a falta de perigo emocional genuíno. Seu contemporâneo George Lucas é o primeiro a admitir ter se inspirado nos seriados dos anos 1930 e 1940, em particular “Flash Gordon” (por sinal, também uma adaptação de quadrinhos), para criar “Star Wars”. E, de fato, é muito interessante que Scorsese reclame da Marvel, mas silencie sobre “Star Wars”, de seu amigo Lucas, ou sobre outras franquias de colegas prestigiados, como “Jurassic Park”, de Steven Spielberg, “Aliens”, de Ridley Scott, “O Senhor dos Anéis”, de Peter Jackson, e “O Exterminador do Futuro”, de James Cameron. Até Francis Ford Coppola, que ecoou seus ataques contra a fábrica de franquias da Marvel, desenvolveu seu próprio universo cinematográfico com três “O Poderoso Chefão”. Para Scorsese, o problema é amplificado pela natureza interconectada dos filmes da Marvel e o uso de personagens arquetípicos, enredos melodramáticos e riscos supostamente sem consequências, que reduziriam os filmes de super-heróis a algo artisticamente estridente e economicamente perigoso para o futuro do cinema. “Eles são sequências no nome, mas remakes em espírito, e tudo neles é oficialmente sancionado porque não pode realmente ser de outra maneira. Essa é a natureza das franquias modernas de cinema: pesquisadas no mercado, testadas pelo público, avaliadas, modificadas, reavaliadas e refeitas novamente até estarem prontas para o consumo. Outra maneira de dizer seria que eles são tudo o que os filmes de Paul Thomas Anderson ou Claire Denis ou Spike Lee ou Ari Aster ou Kathryn Bigelow ou Wes Anderson não são. Quando assisto a um filme de qualquer um desses cineastas, sei que vou ver algo absolutamente novo e ser levado a áreas de experiência inesperadas e talvez até inomináveis. Meu senso do que é possível ao contar histórias com imagens e sons em movimento será expandido.” A visão de Scorsese reflete uma escola de cinema que busca pensar o diretor como autor de obras de identidades claramente definidas. Para ele, os filmes da Marvel são produções de comitê, mais criação de um produtor, no caso Kevin Feige, do que de cineastas e, portanto, seriam todos iguais. Mas é importante lembrar que essa mesma escola de pensamento, desenvolvida entre os anos 1950 e 1960 na revista francesa Cahiers do Cinema, destacava que diretores como Hitchcock, John Ford e outros mestres de Hollywood criaram obras autorais num sistema de estúdio muito mais opressivo que o atual, que os tratava como meros funcionários de projetos encomendados. Se algum dia assistir aos filmes da Marvel, Scorsese perceberá que deve desculpas a colegas de profissão por usar esse argumento. “Guardiões da Galáxia” de James Gunn, “Thor: Ragnarok”, de Taika Waititi, e “Pantera Negra”, de Ryan Coogler, são tão autorais quanto os títulos de qualquer um dos cineastas citados por ele. Além disso, as produções são muito diversas entre si. O tom de espionagem setentista de “Capitão América: Guerra Civil” não tem nada a ver com o humor escrachado de “Homem-Formiga e a Vespa”. E há, sim, um envolvimento emocional genuíno do público em relação ao destino dos personagens. A morte do Tony Stark, de Robert Downey Jr., em “Vingadores: Ultimato”, gerou comoção tão grande quanto o destino de Jack, de Leonardo DiCaprio, em “Titanic”, filme vencedor de 11 Oscars. Mas, para Scorsese, a abordagem de franquia dos filmes da Marvel estaria sufocando o cinema “de verdade”. “Há entretenimento audiovisual mundial e há cinema. Eles ainda se sobrepõem de tempos em tempos, mas isso está se tornando cada vez mais raro. E temo que o domínio financeiro de um esteja sendo usado para marginalizar e até menosprezar a existência do outro. Para quem sonha em fazer filmes ou está apenas começando, a situação neste momento é brutal e inóspita para a arte. E o simples ato de escrever essas palavras me enche de uma tristeza terrível. ” A frase final revela que o problema, na verdade, pode ser outro. “Pantera Negra”, por exemplo, foi considerado cinema, no sentido mais artístico possível, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, tornando-se o primeiro lançamento do gênero indicado ao Oscar de Melhor Filme. Não apenas isso. “Coringa” venceu o Festival de Veneza, reduto tradicional do cinema de arte. E agora Scorsese encara a possibilidade concreta de a adaptação de quadrinhos de Todd Phillips disputar o Oscar 2020 como favorito contra, vejam só, seu novo filme, “O Irlandês”. Ele desqualifica o gênero “filmes de super-heróis” como um todo, no momento que seus pares valorizam cada vez mais os aspectos artísticos desse mesmo gênero. Não só isso. A insistência de Scorsese com o assunto Marvel não deixa de ser um estratagema para desviar atenção de seu problema particular com a questão. Afinal, seu novo filme é uma produção da Netflix, que foi boicotada pelos donos das salas de cinemas. Para os exibidores, “O Irlandês” não seria cinema “de verdade”. Ao polemizar de forma gratuita com o estúdio dos super-heróis, o cineasta busca claramente mudar de assunto e evitar a polêmica que o envolve. A estridência de Scorsese contrasta com que sua turnê de divulgação de “O Irlandês” não aborda de jeito nenhum. Afinal, “O Irlandês” é cinema ou filme para ver no celular? Netflix é cinema? A Academia deve premiar filmes feitos para streaming? Spielberg já disse que não, que filmes da Netflix, como “O Irlandês”, são telefilmes e deveriam concorrer ao Emmy. Qual a opinião de Scorsese sobre isso? O que ele tem a dizer sobre o tema, contribuindo para uma discussão que pode realmente definir os rumos da arte cinematográfica? Nada. Absolutamente nada. Ou melhor, diz que tanto faz. “Não importa com quem você faça seu filme, o fato é que as telas na maioria dos multiplex estão repletas de filmes de franquias”. E, de fato, tem sido assim… por toda a História do cinema – ou, pelo menos, desde 1916, quando a sequência do infame “O Nascimento de uma Nação” entrou em cartaz.

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  • Filme

    Warner confirma que Animais Fantásticos 3 será passado no Rio de Janeiro

    4 de novembro de 2019 /

    A Warner Bros. confirmou que o terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”, prólogo do universo de “Harry Potter”, vai se passar no Rio de Janeiro. O ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander, foi o primeiro a adiantar a informação, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo publicada em novembro passado. “Jo acabou de anunciar. Não estava sabendo de nada, então saí do voo e alguém me falou: ‘Só para você saber, um dos próximos filmes será no Rio de Janeiro’. Uau, vamos para o Rio!”, disse Redmayne. “Tive muita sorte de passar um tempo na cidade com minha filha e minha mulher durante a Olimpíada. Foi um período maravilhoso”, ele elogiou. Além disso, a escritora J.K. Rowling, responsável pelo roteiro da franquia, publicou um imagem em seu perfil do Twitter no ano passado, descrita como “Rio da Janeiro nos anos 1930”. Ao perceber que tinha escrito o nome da cidade errado, ela ainda comentou: “Eu deveria saber escrever Rio de Janeiro após a quantidade de vezes que escrevi/digitei isso nos últimos meses”. Pois a história realmente vai se passar no Rio de 1930, após os primeiros filmes se situarem na cidade Nova York em 1926, e em Paris no ano de 1927. A notícia da locação no Rio não significa necessariamente que o elenco venha ao Brasil, já que efeitos visuais e geralmente Porto Rico servem de dublês para gravações latinas em geral. Personagens que estiveram nos dois filmes anteriores voltarão para o terceiro longa, como Eddie Redmayne (Newt Scamander), Jude Law (Albus Dumbledore), Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein) e provavelmente até Johnny Depp (Gellert Grindelwald) Além deles, Jessica Williams, que apareceu brevemente em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, terá um papel maior como Eulalie “Lally” Hicks, uma professora da Escola de Ilvermorny, equivalente americano de Hogwarts. O diretor David Yates também retornará para comandar a produção, que tem previsão de lançamento em novembro de 2021. Rowling já disse que a nova saga teria cinco filmes, mas a falta de empolgação com o segundo causou revisões de roteiro e adiamento nas filmagens do terceiro. Por conta disso, Steve Kloves, que adaptou os livros de “Harry Potter” para o cinema, foi convocado pela Warner para ajudar a escritora a concluir a nova história.

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  • Filme

    Scorsese admite ter considerado produzir Coringa, “uma obra notável”

    4 de novembro de 2019 /

    Martin Scorsese admitiu que considerou produzir “Coringa”, estrelado por Joaquin Phoenix, que é claramente inspirado por sua filmografia – em particular, pelos filmes “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”. Em entrevista para a BBC, o cineasta disse que pensou muito sobre o longa nos últimos quatro anos e ainda citou a participação de Emma Tillinger Koskoff, sua colaboradora de longa data, na produção do filme da DC. “Decidi que não tinha tempo para isso. Todd me disse ‘Marty, isso é seu’ e eu respondi ‘Não sei se eu quero’. Por razões pessoais, eu não quis me envolver, mas conheço o roteiro muito bem”, contou Scorsese, citando o diretor Todd Phillips. Ele elogiou o resultado final. “Tem uma energia real e Joaquin. É uma obra notável”. Mas afirmou que adaptações de quadrinhos não são a sua praia. “Não poderia fazer o passo seguinte, que é transformar a abstração do Coringa num personagem de quadrinhos. Isso não significa que é uma forma de arte ruim, apenas não é para mim … Os filmes de super-heróis, como eu disse, são outra forma de arte. Eles não são fáceis de fazer. Muitas pessoas muito talentosas estão fazendo um bom trabalho e muitos jovens realmente gostam deles. Mas eu realmente acho que é a extensão de um parque de diversões”. Scorsese se envolveu em uma polêmica recentemente ao afirmar que os lançamentos da Marvel “não são cinema”. Posteriormente, ele aprofundou o comentário, citando que gostaria de mais apoio das redes de cinema, que “parecem estar mais favoráveis a parques de diversão e filmes de histórias em quadrinhos”. Scorsese, na verdade, fez várias declarações sobre o tema, ao divulgar “O Irlandês”, seu novo filme que será lançado na Netflix – que, segundo outros dizem, não é cinema. Veja a entrevista integral de Scorsese para a BBC no vídeo abaixo.

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  • Etc,  Filme

    CEO da Disney diz que Scorsese nunca viu um filme da Marvel para criticá-los

    2 de novembro de 2019 /

    Bob Iger, CEO da Disney e executivo mais influente de Hollywood, comentou a polêmica inaugurada por Martin Scorsese, ao dizer que a Marvel “não faz cinema” e seus lançamentos mais parecem produtos de “parque temático”. O cineasta criticou os filmes de super-heróis do estúdio no início de outubro e, desde então, viu o tema virar uma discussão polarizadora, envolvendo grandes nomes do cinema. Em entrevista à BBC, o chefe da Disney confessou ter ficado chateado, porque admira Scorsese. “Minha primeira reação foi: ‘Ai! Essa doeu!’. Martin Scorsese é um grande cineasta. Eu o admiro imensamente e ele fez grandes filmes. Eu debateria com ele sobre isso. Primeiro de tudo, a Marvel faz filmes. Eles são cinema. Isso é o que Martin Scorsese também faz e eles são bons filmes. Eu não acho que ele já tenha visto um filme da Marvel. Qualquer pessoa que já viu um filme da Marvel não estaria fazendo uma declaração dessas, que não expressa a verdade”. Scorsese, na verdade, fez várias declarações sobre o tema, ao divulgar “O Irlandês”, seu novo filme que será lançado na Netflix – que, segundo outros dizem, não é cinema. Vale lembrar que o cineasta chegou a estar envolvido nos primeiros estágios de desenvolvimento de “Coringa”, adaptação de quadrinhos da DC Comics, a convite do diretor Todd Phillips, em reconhecimento ao fato de que o filme se inspira em clássicos como “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”, dirigidos por Scorsese.

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  • Série

    The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha trailer legendado e data de estreia

    31 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer de “The Witcher”, série de fantasia estrelada por Henry Cavill (“Batman vs. Superman”), que tem a pretensão de ocupar o vácuo deixado pelo final de “Game of Thrones”. A prévia revela a data de estreia da atração, enquanto enfatiza lutas de espadas com dublês, batalhas épicas digitalizadas e monstros criados em computador, mas não explora a narrativa, não apresenta o mundo em que a história se passa nem explica quem são os coadjuvantes importantes. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual, que o vídeo não cumpre. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.

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  • Etc

    Kevin Spacey não será julgado por crime sexual após morte misteriosa de acusador

    29 de outubro de 2019 /

    Kevin Spacey se livrou de ser julgado por assédio e abuso sexual, porque a vítima morreu durante as apurações da denúncia. Foi a segunda investigação contra o ator arquivada por motivos inesperados. Com a morte do massagista que acusava o ator, a ação foi descartada pela promotoria de Los Angeles. No processo, a vítima fez várias acusações além do abuso sexual, como cárcere privado e estresse pós-traumático. Segundo os autos, o homem não identificado foi à casa de Spacey para exercer seu trabalho como massagista, para livrar o cliente de supostas dores. O ator de 59 anos teria recebido o massagista apenas de robe e trancado a porta da sala em que seria atendido. Ao ser orientado a deitar de costas, desobedeceu o pedido do massagista e deitou de frente. Quando o homem começou a massagear sua perna, o ator teria puxado as mãos dele e forçado uma masturbação. O acusador ainda disse que tentou se esquivar do ator e que, neste momento, Kevin Spacey o puxou pelos ombros e tentou beijá-lo. O ator ainda teria tocado a genitália do homem e oferecido sexo oral. A revista Variety ouviu de uma fonte que o massagista teria morrido de câncer, mas não foram fornecidos maiores detalhes. Na última segunda-feira (28/10), a chefe da unidade de crimes sexuais de Los Angeles afirmou ter desistido de continuar a investigar o caso. “Durante a investigação, a vítima faleceu. As alegações de assédio sexual não podem ser provadas sem a participação da vítima. Portanto, o caso foi encerrado”, disse o porta-voz do departamento. Além deste caso, o julgamento de uma denúncia de um menor, que acusou Spacey de tê-lo assediado em 2016, também foi encerrado após a vítima abandonar o processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. Kevin Spacey chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas, além das reviravoltas acima mencionadas, impediram todos os casos de ir a julgamento. O ator livrou-se, assim, de punições da justiça. Mas viu sua carreira desmoronar nos últimos dois anos, após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por ele em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra Spacey se multiplicaram. Como consequência, foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Spacey não está envolvido em nenhum projeto de cinema, nem parece haver clima para a retomada de sua carreira.

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  • Série

    The Witcher: Série estrelada por Henry Cavill ganha novas fotos com batalhas e monstros

    25 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou oito fotos inéditas de “The Witcher”, que ilustram cenas de batalhas, monstros, feiticeiras e cenários congelados, que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando” – isto é, uma sensação de “Game of Thrones”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. As duas podem ser vistas, assim como Cavill, nas novas fotos abaixo. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Um Dia de Chuva em Nova York: Novo filme de Woody Allen tem estreia antecipada

    22 de outubro de 2019 /

    O filme “Um Dia de Chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York), escrito e dirigido por Woody Allen, teve sua estreia antecipada em um mês no Brasil. Anteriormente previsto para o final de dezembro, o lançamento da Imagem Filmes agora vai ocorrer em 21 de novembro. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Apesar disso, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco de “Um Dia de Chuva em Nova York”, o que convenceu a Amazon a que lançar o longa, pois não poderia contar com os atores para a divulgação. No filme, Elle Fanning (“Espírito Jovem”) vive uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber, de “Ray Donovan”) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade após a conversa marcada. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law (“Capitão Marvel”) e Diego Luna (“Rogue One”). Este último é um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas Allen não ficou radioativo. Ele já está filmando outro longa e conseguiu recuperar os direitos de “Um Dia de Chuva em Nova York”, fechando com várias distribuidoras internacionais para realizar o lançamento do filme, que chega ao Brasil daqui a um mês. Aproveite e veja (ou reveja) o trailer legendado abaixo.

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  • Série

    Silicon Valley: Última temporada da série ganha trailer

    22 de outubro de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “Silicon Valley”, que mostra Richard (Thomas Middleditch) no meio de uma guerra tecnológica por causa do uso indevido de dados de usuários na internet. Lançada em 2014, a série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. Os episódios finais da série começam a ser exibidos no domingo (27/10).

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  • Filme

    Nada a Perder 2 sai dos cinemas após faturar R$ 59,2 milhões

    15 de outubro de 2019 /

    O filme “Nada a Perder 2”, segunda parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, saiu dos cinemas no fim de semana, após dois meses em cartaz, com faturamento total de R$ 59,2 milhões nas bilheterias. O valor é impressionante para o cinema nacional, mas representa metade da arrecadação recordista do filme antecessor, que rendeu R$ 120,8 milhões do primeiro “Nada a Perder” no ano passado. De acordo com os dados da ComScore, empresa que coleta dados das bilheterias no país, foram vendidos 6,1 milhões de ingressos para a sequência, o que equivale a quase metade dos 12,1 milhões comercializados no anterior, que se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos da história. Apesar dos valores elevados, é difícil saber se o filme deu lucro, porque desde sua estreia em 16 de agosto, “Nada a Perder 2” sofreu denúncias na imprensa por tentar lotar cinemas com distribuição gratuita de ingressos. A reportagem do UOL esteve no shopping Metrô Itaquera, em São Paulo, o local com mais sessões esgotadas na cidade, e confirmou que obreiros da Igreja Universal distribuíam entradas gratuitamente para as sessões, que foram adquiridas em lote pela própria Igreja. Pessoas que chegaram com ingressos antecipados também confirmaram que conseguiram os bilhetes através da Igreja. O jornal O Globo, por sua vez, reparou que os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Mesmo com ingressos esgotados, as sessões iniciais não lotaram. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo. Em nota, a Igreja Universal disse que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”.

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  • Filme

    O Escândalo: Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman se juntam contra assédio em trailer legendado

    15 de outubro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Escândalo” (Bombshell), sobre a denúncia de assédio sexual que abalou a Fox News. A história já foi abordada na minissérie “The Loudest Voice”, mas o filme apresenta a trama sob a perspectiva das mulheres que apresentaram a queixa contra o homem mais poderoso do canal. O escândalo real aconteceu um ano antes das denúncias que acabaram com a carreira de Harvey Weinstein e originaram o movimento #MeToo. Quando veio à tona, em 2016, com acusações das mais famosas apresentadoras da Fox News, Gretchen Carlson e Megyn Kelly, o criador do canal, Roger Ailes, foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de denúncias semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio da emissora, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. O filme acompanha a história das vítimas, vividas por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”). Kidman e Theron interpretam justamente Gretchen Carlson e Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o longa, com o objetivo de concentrar uma série de situações reais. O tema é tão controvertido que o estúdio indie Annapurna Pictures desistiu de produzir o longa na véspera do começo das filmagens. Mas a Lionsgate imediatamente resgatou o projeto – e também lançou seu primeiro pôster. Veja abaixo. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora (quase extrema direita) para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “O Escândalo” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Por sua vez, o elenco inclui mais loiras: Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Connie Britton (“9-1-1”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Brigette Lundy-Paine (“Atypical”) e Elisabeth Röhm (“The Oath”). Mas também há morenas no casting majoritariamente feminino: Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Madeline Zima (“Californication”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alanna Ubach (“Euphoria”). Já o papel de Aisles é interpretado por John Lithgow (“The Crown”). A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e apenas 30 de janeiro no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Vietnã tira animação Abominável dos cinemas devido a mapa polêmico

    14 de outubro de 2019 /

    Os cinemas vietnamitas pararam de exibir a animação “Abominável” no último fim de semana, após uma cena que mostra um mapa com a “linha de nove raias” viralizar nas redes sociais. Esta linha tem conotação política, pois foi declarada unilateralmente pela China no Mar do Sul da China. A linha em forma de U consta de mapas chineses para ilustrar suas reivindicações sobre vastos trechos do Mar do Sul da China, entre eles porções que o Vietnã considera como sua plataforma continental, onde, inclusive, concedeu permissões para prospecção de petróleo. China e Vietnã travam uma disputa sobre rotas marítimas desde que, no início de julho, a China despachou uma embarcação para realizar uma pesquisa de energia em águas controlada pelo Vietnã. “Abominável”, que conta a história de uma menina chinesa que descobre um ieti morando em seu telhado, foi coproduzido pelo estúdio chinês Pearl Studio e pela DreamWorks Animation, e estreou nos cinemas vietnamitas em 4 de outubro. O filme foi tirado de cartaz no domingo depois que imagens da cena com o mapa foram amplamente compartilhadas em redes sociais. “Nós revogaremos”, disse Ta Quang Dong, vice-ministro da Cultura, dos Esportes e do Turismo, sobre a licença de exibição do filme, segundo o jornal Thanh Nien. O ministério está encarregado de autorizar e censurar filmes estrangeiros. Depois disso, uma recepcionista do estatal Centro Nacional de Cinema de Hanói confirmou que o Ministério da Cultura emitiu uma ordem exigindo que todos os cinemas vietnamitas parem de exibir o filme por causa da cena do mapa. Ele já não está mais em exibição no Vietnã, mas ainda pode ser visto no resto do mundo, inclusive nos cinemas brasileiros.

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