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  • Filme

    Dolph Lundgren se manifesta após polêmica de spin-off de “Rocky”

    1 de agosto de 2022 /

    Depois de Sylvester Stallone esbravejar nas redes sociais contra “Drago”, centrado no lutador vilão de “Rocky IV” (1985), o ator Dolph Lundgren usou as redes sociais para dar uma satisfação ao colega, que reclamou por ele não avisá-lo do projeto. “Apenas para esclarecer as coisas sobre um possível spin-off de Drago”, escreveu Lundgren. “Não há roteiro aprovado, não há contratos, nenhum diretor e eu pessoalmente tive a impressão de que meu amigo Sly Stallone estava envolvido como produtor ou até mesmo como ator.” “Houve um vazamento de imprensa na semana passada, o que foi lamentável. [Estou] em contato com Mr. Balboa – só para que todos os fãs possam relaxar… Pronto”, completou, chamando Stallone pelo sobrenome do personagem Rocky. O projeto de “Drago” foi revelado na quinta-feira passada (28/7), quando veio à tona que o roteiro estava sendo escrito por Robert Lawton (“Crave”). Além disso, surgiram detalhes da trama, que deveria se focar na relação entre o boxeador russo Ivan Drago (Dolph Lundgren) e seu filho Viktor Drago (Florian Munteanu), adversário de Michael B. Jordan em “Creed 2” (2018). Em guerra com o produtor da franquia, Irwin Winkler, Stallone criticou duramente o projeto em seu Instagram durante o fim de semana. “Outra notícia de partir o coração… Acabei de descobrir isso… Mais uma vez, este patético produtor de 94 anos e seus filhos abutres inúteis, Charles e David, estão limpando os ossos de outro personagem maravilhoso que criei, sem nem me dizer”, escreveu Stallone. “Peço desculpas aos fãs, nunca quis que os personagens do ‘Rocky’ fossem explorados por esses parasitas”, ele escreveu. E em seguida citou também o ator Dolph Lundgren, que interpretou o boxeador campeão soviético Ivan Drago em “Rocky IV” e “Creed II”. “A propósito, não tenho nada além de respeito por Dolph, mas gostaria que ele tivesse me contado o que estava acontecendo nas minhas costas”, mencionou Stallone. “Mantenha seus amigos reais por perto.” Stallone já tinha feito comentários negativos contra Winkler no início deste mês. Ao compartilhar um retrato do produtor desenhado como uma serpente, o ator expressou frustração por supostamente ter sido privado de uma participação acionária na franquia “Rocky”. Mas enquanto o astro reclama, a MGM se prepara para retomar o universo de Rocky em “Creed III”, que trará novamente Michael B. Jordan como Adonis Creed, o filho de Apollo Creed (Carl Weathers), primeiro adversário e amigo de Rocky. Além de estrelar, Jordan fará sua estreia como diretor na nova sequência, que vai estrear em 3 de março de 2023 nos EUA. Por enquanto, ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dolph Lundgren (@dolphlundgren)

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  • Filme

    Stallone detona produtor de “Rocky” após anúncio do derivado “Drago”

    31 de julho de 2022 /

    Sylvester Stallone aumentou o tom de suas críticas ao produtor da franquia “Rocky”, expressando sua frustração em relação ao recém-anunciado filme derivado “Drago”, centrado no lutador vilão de “Rocky IV” (1985). O ator compartilhou sua decepção em um post publicado no Instagram no sábado (30/7). Sem nomear seu desafeto Irwin Winkler, ele menciona um “produtor de 94 anos” – apesar de Winkler ter 91 anos. “Outra notícia de partir o coração… Acabei de descobrir isso… Mais uma vez, este patético produtor de 94 anos e seus filhos abutres inúteis, Charles e David, estão limpando os ossos de outro personagem maravilhoso que criei, sem nem me dizer”, escreveu Stallone. “Peço desculpas aos fãs, nunca quis que os personagens do ‘Rocky’ fossem explorados por esses parasitas.” Stallone também citou o ator Dolph Lundgren, que interpretou o boxeador campeão soviético Ivan Drago em “Rocky IV” e “Creed II”. “A propósito, não tenho nada além de respeito por Dolph, mas gostaria que ele tivesse me contado o que estava acontecendo nas minhas costas”, concluiu Stallone. “Mantenha seus amigos reais por perto.” Ele subiu ainda mais o tom com um novo post neste domingo (31/7), em que mostrou Winkler como vampiro, alimentando-se com seu sangue e ficando rico com os direitos de “Rocky”. “Depois de Irwin Winkler sugar ‘Rocky’, o mais odiado, sem talento e decrépito produtor de Hollywood e seus filhos covardes encontraram sua próxima refeição… ‘Drago’. Devolvam meus direitos, sanguessugas!”. Em seguida, voltou a nomear Lundren. “Dolph, por quê? Nem um telefonema?” Na verdade, Lundgren foi o primeiro a mencionar um projeto em desenvolvimento sobre seu personagem. Isto foi no ano passado, mas na época o filme era visto como uma possibilidade remota. O projeto de “Drago” se tornou mais tangível na quinta-feira passada (28/7), quando veio à tona que o roteiro estava sendo escrito por Robert Lawton (“Crave”). Além disso, surgiram detalhes da trama, que vai se focar na relação entre o boxeador russo Ivan Drago (Dolph Lundgren) e seu filho Viktor Drago (Florian Munteanu), adversário de Michael B. Jordan em “Creed 2” (2018). Stallone já tinha feito comentários negativos contra Winkler no início deste mês. Ao compartilhar um retrato do produtor desenhado como uma serpente, o ator expressou frustração por supostamente ter sido privado de uma participação acionária na franquia “Rocky”. Mas enquanto o astro reclama, a MGM se prepara para retomar o universo de Rocky em “Creed III”, que trará novamente Michael B. Jordan como Adonis Creed, o filho de Apollo Creed (Carl Weathers), o primeiro adversário e amigo de Rocky. Além de estrelar, Jordan fará sua estreia como diretor na nova sequência, que vai estrear em 3 de março de 2023 nos EUA. Por enquanto, ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)

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  • Série

    Klara Castanho revela volta ao trabalho com foto do roteiro de “De Volta aos 15”

    30 de julho de 2022 /

    A atriz Klara Castanho mostrou ter retomado a rotina de trabalho após a exposição de sua gravidez, fruto de estupro, e da doação do bebê para adoção. A atriz de 21 anos postou em seu Instagram uma imagem do roteiro da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, da Netflix, onde ela interpreta a personagem Carol, prima da protagonista Anita (Maisa Silva/Camila Queiroz). “Estudando”, escreveu ao lado da foto. O post rendeu comentários de Camila Queiroz, Carol Castro, Bruna Griphao e outros artistas, que demonstraram felicidade pela artista. Além do drama adolescente, Klara também poderá ser vista em breve na 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”. Mas ela gravou estre trabalho antes de ter que enfrentar a polêmica trazida às redes sociais por uma YouTuber bolsonarista e fofoqueiros profissionais. Quando gravou a série, no início de setembro do ano passado, a atriz ainda não tinha sido vítima do crime que tornou público em 25 de junho. Na verdade, todo o turbilhão começou em 24 de maio, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes no dia 25 de junho, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. Em seguida, Fontenelle passou a fazer acusações e ataques. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a apresentadora, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. O público não teve dificuldades em relacionar a história à Klara, após o post de Baldi, e passaram a bombardear as redes sociais da jovem com comentários grosseiros, maldosos e agressivos. Por isso, ela resolveu vir a público revelar que foi estuprada, que descobriu a gestação na reta final e que cumpriu todos os trâmites legais para entregar a criança à adoção. “Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la dessa maneira é algo que me apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri. Fui estuprada”, ela contou. “Eu ainda estava tentando juntar os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que considero mais humana”, continuou, num longo desabafo em que contou detalhes do que sofreu. A carta aberta gerou virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais, a ponto do nome da atriz ocupar um posto nos 10 assuntos mais comentados nas redes sociais por dias seguidos. E também gerou solidariedade irrestrita de colegas e fãs. Antes de contar que voltou a “estudar”, Klara só tinha voltado às redes para agradecer ao apoio. “Os últimos dias não foram fáceis, mas eu queria vir aqui para agradecer por cada palavra de amor, de afeto e de acolhimento que eu recebi e venho recebendo. Todo esse carinho tem sido muito importante para mim e eu precisava dividir a minha gratidão com vocês. Obrigada do fundo do meu coração”, declarou. Após o escândalo, Leo Dias fez uma postagem com mais detalhes, inclusive com informações proibidas de serem compartilhadas por lei. Sua editora no portal Metrópolis derrubou a coluna e ele veio à público pedir desculpas. Nada mais lhe aconteceu. Matheus Baldi foi dispensado do programa “Fofocalizando”. E Antonia Fontenelle, que reforçou ataques contra Klara, está sendo processada pela atriz por danos morais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)

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  • Etc

    Ministério Público espanhol pede prisão de Shakira

    29 de julho de 2022 /

    Shakira virou notícia internacional nesta sexta-feira (29/7), após o Ministério Público espanhol emitir um pedido de prisão de 8 anos para a cantora por fraude fiscal. A estrela colombiana é acusada de não pagar cerca de 14 milhões de euros em impostos entre 2012 e 2014. Segundo a Promotoria, ela vive na Espanha desde 2012 e não pagou os impostos de residente. O documento foi apresentado nesta sexta-feira pela Procuradoria Provincial de Barcelona depois que a cantora, que se declara inocente, rejeitou um acordo com o Ministério Público na quarta-feira e disse que estava disposta a ir a julgamento. A equipe de Shakira informou que ela não tem nenhuma dívida pendente e está confiante de que a “justiça lhe dará razão” no caso. Ela se recusou a fazer acordos por considerar que o processo é uma violação dos seus direitos. Além de oito anos de prisão, o Ministério Público busca o pagamento de uma multa de quase 24 milhões de euros. Mas o caso ainda está aberto e pode haver algum acordo até o julgamento.

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  • Etc

    Will Smith pede desculpas a Chris Rock por tapa no Oscar 2022

    29 de julho de 2022 /

    O astro Will Smith gravou um vídeo para se desculpar sobre o tapa que desferiu no comediante Chris Rock durante o Oscar 2022, após uma piada sobre sua esposa, Jada Pinkett Smith. Embora tenha pedido desculpas por escrito nas redes sociais, esta é a primeira vez em que ele se manifesta sobre o assunto diante de câmeras. Também é o primeiro post do ator desde o pedido original de desculpas à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, publicado em março em seu Instagram. “Passou um tempo… nos últimos meses, eu pensei muito e trabalhei muito em mim mesmo. Vocês fizeram muitas perguntas justas que eu queria tirar um tempo para responder”, ele explicou sobre a demora em se manifestar e a decisão de finalmente abordar o assunto, num texto de introdução ao vídeo. Smith ressaltou que não se desculpou com o comediante em seu discurso de agradecimento pela estatueta de Melhor Ator, pois “estava tudo confuso naquele momento”. Mas buscou contatá-lo depois. “Eu tentei contato, mas a mensagem que me veio é a de que ele não está pronto para conversar. Quando ele estiver, ele virá falar comigo”, afirmou. Então, pediu desculpas a Chris Rock por meio do vídeo. “Falo diretamente a você, Chris. Peço desculpas a você. Meu comportamento foi inaceitável e estou aqui se estiver pronto para conversar”. O ator também se desculpou com a mãe do comediante. “Eu vi uma entrevista da mãe dele e essa foi uma das coisas daquele momento, eu não estava pensando. Eu não percebi quantas pessoas se machucaram com aquele momento”, continuou. “Passei os últimos três meses revendo e entendendo as nuances e complexidades do que aconteceu naquele momento. Não vou tentar falar sobre tudo isso agora, mas posso dizer a todos vocês que não existe nenhuma parte de mim que acha que aquele foi o jeito certo de me comportar naquele momento. Não existe nenhuma parte de mim que acha que aquele foi o melhor jeito para lidar com os sentimentos de desrespeito ou insulto”, disse o ator, reiterando que Jada não lhe pediu para fazer qualquer coisa após a piada de Chris na premiação. “Fiz uma escolha própria, baseado na minha experiência e na minha história com Chris”. O ator pediu, a seguir, desculpas à esposa e à sua família pelo “furor que causou a todos”. “Eu ganhei porque meus companheiros votaram em mim, e parte meu coração saber que eu roubei e manchei o momento de vocês. Ainda posso ver os olhos de Questlove, isso aconteceu no momento do prêmio do Questlove”, apontou, referindo-se à vitória de Ahmir Khalib “Questlove” Thompson, baterista da banda The Roots, que venceu o Oscar de Melhor Documentário por dirigir e produzir “Summer of Soul”. “‘Me desculpe’ realmente não é suficiente”, acrescentou. “Desapontar pessoas é meu maior trauma. Eu odeio quando decepciono as pessoas. Então me dói emocional e psicologicamente por saber que não me portei de acordo com a imagem que as pessoas tinham de mim. O trabalho que estou tentando fazer é… tenho um profundo remorso e estou tentando ter remorso sem ter vergonha de mim mesmo. Sou humano e cometi um erro e estou tentando não pensar em mim como um pedaço de m*rda. Eu sei que foi confuso e chocante, mas prometo que estou devotado e comprometido a colocar luz, amor e alegria no mundo. Se vocês ficarem aqui [comigo], prometo que poderemos ser amigos novamente”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith)

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  • Série

    Minissérie biográfica de Mike Tyson ganha trailer completo

    20 de julho de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Mike: Além de Tyson”, minissérie biográfica sobre a vida e a carreira do campeão mundial do boxe Mike Tyson. A prévia mostra flashes de diversos momentos da vida do lutador, destacando o temperamento violento que o tornou campeão, mas também o faz passar um tempo na prisão. Por conta disso, Mike Tyson tentou impedir a produção. Quando não conseguiu, atacou a série com muitos xingamentos nas redes sociais. Na verdade, ele pretendia fazer sua própria minissérie chapa branca, com Jamie Foxx no papel principal. O elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”) como a versão adulta do esportista e também inclui o veterano Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) na pele do técnico de boxe Cus D’Amato, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a atriz Robin Givens, que foi a primeira mulher do boxeador, e Li Eubanks (“All Rise”) como Desiree Washington, a modelo que acusou Tyson de estupro. A produção foi escrita por Steven Rogers, dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie – que são, respectivamente, o roteirista, o diretor e a protagonista-produtora de “Eu, Tonya”, filme premiado sobre outra estrela malvada dos esportes norte-americanos, Tonya Harding. Além deles, Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”) integra a equipe como showrunner. A estreia chega ao Brasil pela plataforma Star+ em 25 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”

    19 de julho de 2022 /

    A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.

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  • Etc

    Promotor confirma que caso de Polanski tem problemas jurídicos

    18 de julho de 2022 /

    Guardado em segredo por vários anos, o depoimento do promotor Roger Gunson, que tratou da acusação de estupro de menor contra Roman Polanski em 1977, confirmou que o caso foi marcado por problemas jurídicos e ilegalidades. Os detalhes que mais chamaram atenção – além das descrições contundentes do crime – dizem respeito à incompetência do juiz Laurence J. Rittenband, já falecido. Gunson contou ter tentado desqualificá-lo do caso por má conduta, após vê-lo solicitar informações e opiniões fora dos canais judiciais normais, vindas “de toda parte”, e mudar de ideia após fechar um acordo com Polanski sobre seu tempo de detenção. Graças ao acordo original, Polanski se declarou culpado em 1977 de uma acusação de relações sexuais ilegais com uma menina de 13 anos. Rittenband o condenou a passar 90 dias na Prisão Estadual de Chino para um exame de diagnóstico antes de sentenciá-lo. Mas o diretor foi libertado após 42 dias, levando a um clamor público. O juiz então voltou atrás, de acordo com o testemunho de Gunson, dizendo que enviaria Polanski de volta à prisão estadual. Para Gunson, a qualificação do período do exame como sentença já era contrário à lei. Mas pior ainda foi a segunda decisão do juiz, diante da desaprovação pública, ao reverter a detenção de Polanski, acrescentando uma sentença potencial de 6 meses a 50 anos para o diretor, enquanto assegurava em particular aos advogados do cineasta que deixaria Polanski sair da prisão depois de cumprir mais 48 dias. Gunson também testemunhou que o tratamento de Polanski foi surpreendentemente brando. Ele foi autorizado a se declarar culpado apenas da acusação mais leve contra ele, escapando de uma acusação de estupro, supostamente para poupar sua vítima de 13 anos da provação de um julgamento. Seu exame psiquiátrico também foi encurtado para poupá-lo de ameaças percebidas na prisão de Chino, e seu oficial de condicional, em uma decisão incomum, permitiu-lhe sair três vezes para dar entrevistas. Apesar disso, Gunson disse que entendeu a decisão de Polanski de fugir do país em 1978. “Depois de refletir sobre o que aconteceu, não fiquei surpreso por ele ter saído”, testemunhou. “Havia uma questão de saber se ele, Sr. Polanski, poderia confiar na palavra do juiz Rittenband. Se ele fosse enviado para a prisão estadual e não fosse chamado de volta pelo juiz, poderia ficar lá por 20 ou 50 anos”, testemunhou Gunson. Esta polêmica já era conhecida, pois Gunson repetiu tudo isso no documentário “Polanski: Procurado e Desejado”, de 2008. O próprio Polanski argumentava há décadas que só fugiu do país após o juiz original do caso ameaçar desconsiderar um acordo que ele fechou com o tribunal. Ele alega que cumpriu o combinado. Mas após seu período preso, o juiz alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido mantê-lo preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Embora Gunson tenha prestado esse testemunho juramentado em 2010, a Promotoria de Los Angeles barrou as tentativas dos advogados de Polanski de trazerem o depoimento à público para confirmar as alegações do diretor. Isso só foi revertido agora por uma ordem do Tribunal de Apelações, atendendo dois jornalistas interessados em publicar o conteúdo. O ex-promotor, atualmente aposentado, também descreveu longamente os esforços fracassados ​​ao longo dos anos para resolver o caso, incluindo uma tentativa de acordo para que Polanski retornasse aos Estados Unidos nos anos 1990, com a garantia de não seria preso ao desembarcar. Mas embora Polanski se dissesse disposto, a chefia da promotoria sempre impediu. De acordo com Gunson, o escritório do promotor público de Los Angeles sempre defendeu que Polanski devia se entregar antes de fazer um acordo, algo que nunca aconteceria.

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  • Filme

    Produção confirma que imagens de atentado a Bolsonaro são de filme

    17 de julho de 2022 /

    Após o vazamento de imagens do filme “A Fúria”, que mostra um personagem semelhante ao presidente Jair Bolsonaro caído e ensanguentado ao lado de uma moto, a produção emitiu um comunicado, em que afirma que a cena foi divulgada sem autorização e fora de contexto. O longa-metragem, do cineasta Ruy Guerra, será lançado em 2023. “Circula na internet uma imagem captada sem autorização de uma filmagem à qual atribui-se suposto e infundado discurso de ódio. Ruy Guerra filmou um longa-metragem de ficção que será lançado no final de 2023, portanto não há qualquer relação com o processo eleitoral e, muito menos, forjar fake news simulando um fato real”, diz a nota da produção. “O fato ilegal neste caso é a divulgação de uma cena retirada do contexto da história que será contada. Esclarecidos estes fatos, o diretor Ruy Guerra avisa que só fala de seu filme quando estiver pronto, como ele sempre faz.” Durante o sábado (16/7), vários apoiadores de Bolsonaro publicaram as imagens, afirmando que se tratava de um incentivo à violência contra o presidente. Alguns pregaram censura – “Cenas como estas são repugnantes e não podem ser toleradas!”, comandou a ministra Damares Alves, fazendo propaganda das cenas. Mario Frias aproveitou para atacar a Globo com fake news ao dizer que era “lamentável, mas não inesperado, que o grupo Globo esteja por trás disso”. E o Ministro da Justiça, Anderson Torres, que anteriormente tentou restaurar a censura no Brasil, informou ter determinado que a Polícia Federal investigasse a produção. “Circulam nas redes fotos e vídeos de um suposto atentado contra a vida do presidente Bolsonaro. Produção artística??? Estamos estudando o caso para avaliar medidas cabíveis e apurar eventuais responsabilidades. As imagens são chocantes e merecem ser apuradas com cuidado”, afirmou Torres, durante o sábado. “A Fúria” faz parte da trilogia composta por “Os Fuzis” (1964) e “A Queda” (1977), e acompanha o personagem dos dois filmes anteriores, Mario, originalmente vivido pelo falecido Nelson Xavier. Preso durante a ditadura militar, ele “sai da cadeia já velho, para ajustar contas com sua história, de acordo com a sinopse. O elenco conta com Lima Duarte, que apareceu em “A Queda”, e Paulo César Pereio, integrante de “Os Fuzis”, entre outros. Clássicos do Cinema Novo, “Os Fuzis” (1964) e “A Queda” (1977) foram ambos premiados com o Urso de Prata no Festival de Berlim. Além destes filmes, Ruy Guerra também dirigiu “Os Cafajestes” (1962), famoso por inaugurar o nu frontal no Brasil, sem esquecer adaptações de obras de Chico Buarque (“Ópera do Malandro” e “Estorvo”), Gabriel Garcia Marquez (“Erêndira”) e Antonio Callado (“Kuarup”), entre muitas outras produções. Sua longa carreira continua a ser premiada até hoje. O lançamento mais recente do cineasta de 90 anos, “Aos Pedaços”, recebeu três prêmios, inclusive o de Melhor Direção no Festival de Gramado de 2020. Encenação ou estímulo para um atentado contra a vida do Chefe de Estado brasileiro? O MP precisa investigar isso a fundo! Cenas como estas são repugnantes e não podem ser toleradas! pic.twitter.com/tt4lBljtxo — Damares Alves (@DamaresAlves) July 16, 2022

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  • Etc

    Ministro da Justiça manda PF investigar filme com cena de morte de Bolsonaro

    16 de julho de 2022 /

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, determinou que a Polícia Federal investigue um filme em que um personagem semelhante a Jair Bolsonaro participa de uma motociata e sofre um atentado. Fotos e vídeos de um ator trajado como Bolsonaro, caído ensanguentado sobre uma moto, dominaram as redes bolsonaristas durante o sábado (16/7), acompanhadas por protestos. “As imagens são chocantes e merecem ser apuradas com cuidado”, disse o ministro. Segundo os apoiadores de Bolsonaro, trata-se de discurso de ódio da esquerda e de incentivo à violência contra o presidente. “Essa ideologia esquerdista mata e quer matar ainda mais! Tentaram matar Bolsonaro uma vez e não conseguiram, agora, até ensinam como fazer”, publicou o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair. A acusação de que a esquerda promove discurso de ódio ocorre poucos dias após o bolsonarista Jorge Guaranho assassinar o petista Marcelo de Arruda em Foz do Iguaçu, invadindo armado sua festa de aniversário temática, decorada com pôsteres de Lula. As cenas de ficção de um suposto ataque ao presidente também foram repudiadas pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelo ex-juiz Sergio Moro. “Repudio veemente qualquer ato que possa estimular a violência a quem quer que seja. Está circulando nas redes um ‘filme’ que demonstra o suposto assassinato do nosso presidente. Isso não é arte! Isso é um ato imoral à nação e ao governo federal”, publicou Mourão nas redes sociais. “Inadmissível tratar de forma jocosa ou figurativa a morte de uma pessoa, ainda mais de um presidente da República. Esse tipo de comportamento acirra os ânimos e não contribui em nada para o debate político”, disse Moro. Há dois meses, bolsonaristas se diziam os maiores defensores da liberdade de expressão do Brasil. O próprio Bolsonaro afirmou que “a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações”, ao indultar o deputado Daniel Silveira, condenado à prisão por promover ataques verbais contra o STF. Bolsonaro considerou “injustiça” condenar alguém apenas por ameaças, como esta sobre o ministro Edson Fachin do STF: “Uma surra bem dada nessa sua cara com um gato morto até ele miar”. Ou essa: “Quantas vezes eu imaginei você e todos os integrantes dessa Corte. Quantas vezes eu imaginei você, na rua, levando uma surra. O que você vai falar? Que eu tô fomentando a violência? Não. Eu só imaginei. Ainda que eu premeditasse, ainda assim não seria crime”. Isto é um discurso de ódio. Filmes são obras de ficção. Indignado com as cenas do longa, o bolsonarista Mário Frias chegou a culpar a rede Globo. Mas a emissora negou ser responsável pela produção. Em nota, a Globo afirmou não ter “nenhuma série, novela ou programa com esse conteúdo”. Apesar disso, a própria Globo identificou a origem das imagens. “Segundo foi informada, a gravação seria de um filme do cineasta Ruy Guerra chamado ‘A Fúria'”, diz o comunicado da empresa. A nota ainda esclarece que o Canal Brasil, do grupo Globo, tem uma participação de 3,61% nos direitos patrimoniais desse filme, “mas jamais foi informado dessas cenas e, como é praxe em casos de cineastas consagrados, não supervisiona a produção”. “Embora tenha participação acionária no Canal Brasil, a Globo não interfere na gestão e nos conteúdos do canal”, acrescentou o texto. Questionado pela Folha, Guerra confirmou que está filmando “A Fúria”, mas disse não saber se as cenas compartilhadas nas redes pertencem a sua obra. Mesmo após a descrição das cenas pela reportagem, recusou-se a falar sobre o assunto. “Não sei dizer porque não vi, não vi o material”, disse. Ele afirmou que não falaria sobre o filme até o seu lançamento e não revelou quando isso ocorrerá. Nascido em Moçambique, Ruy Guerra faz parte importante da história do cinema brasileiro, tendo se destacado com clássicos como “Os Cafajestes” (1962), famoso por inaugurar o nu frontal no Brasil, e os marcos do Cinema Novo “Os Fuzis” (1964) e “A Queda” (1977), ambos premiados com o Urso de Prata no Festival de Berlim. A carreira longa continua prestigiada. O lançamento mais recente do cineasta de 90 anos, “Aos Pedaços”, recebeu três prêmios, inclusive o de Melhor Direção no Festival de Gramado de 2020. “A Fúria” faz parte da trilogia composta por “Os Fuzis” e “A Queda”, e acompanha o personagem dos dois filmes anteriores, Mario, originalmente vivido pelo falecido Nelson Xavier. Preso durante a ditadura militar, ele “sai da cadeia já velho, para ajustar contas com sua história e com os dois homens que, a seu ver, traíram a ele e ao país: Salatiel, seu sogro, e hoje rico empreiteiro, e Ulisses, seu antigo companheiro de militância, hoje um poderoso político” – de acordo com a sinopse. O elenco conta com Lima Duarte, que apareceu em “A Queda”, e Paulo César Pereio, integrante de “Os Fuzis”, entre outros. Um vídeo foi feito encenando a morte do Presidente @jairbolsonaro em um “acidente de moto”. Há rumores de que o vídeo foi feito no Projac. Isso eu não posso afirmar, mas pelo tamanho do estúdio, é alguém que tem uma produtora muito grande! pic.twitter.com/9RGMSbJtRo — MarioFrias (@mfriasoficial) July 16, 2022

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  • TV

    SBT demite jornalista envolvido no caso Klara Castanho

    15 de julho de 2022 /

    O SBT demitiu o jornalista Matheus Baldi, que entrou no programa “Fofocalizando” em maio e ficou mais conhecido após aparecer no “Fantástico” como o responsável pelo vazamento da gravidez de Klara Castanho, vítima de estupro. Ele confirmou o corte nas redes sociais, após não aparecer no ar nesta sexta (15/7), apontando como motivo a redução do programa. “Eu não estava no ‘Fofocalizando’ porque eu cheguei lá, conversei com o diretor, e ele me explicou que, quando eu fui contratado, o programa tinha uma hora e quarenta minutos. Eu era o integrante mais novo do programa. Depois de algum tempo, esse tempo foi reduzido”, disse. “Agora, com uma hora, eram muitos participantes para esse tempo de duração. Então, foi necessário fazer esse ajuste. Não teve nada mais do que isso. Sou muito grato ao SBT e o programa é incrível”, explicou Baldi. Quando a participação de Baldi no vazamento da gravidez de Klara Castanho veio à tona, Chris Flores usou seu espaço no “Fofocalizando” para negar que o programa tenha dado palco para o assunto antes da atriz se pronunciar. Na ocasião, Baldi também rejeitou ser culpado pela exposição de Klara. Sobre o assunto, ele disse que uma fonte muito confiável havia falado sobre a gravidez de Klara por telefone – soube-se depois que tinha sido uma enfermeira do hospital em que a atriz deu à luz. Ele explicou que mandou uma mensagem por e-mail para a assessoria de Castanho para formalizar a informação. Com a falta de retorno, decidiu publicar a notícia nas redes sociais. Minutos depois, Baldi recebeu uma ligação da assessoria, que explicou que não foi apenas uma gravidez, que Klara tinha sido vítima de estupro e o assunto não podia ter vazado. A própria atriz entrou na ligação. Ele contou que ela pediu “‘Pelo amor de Deus, pela minha vida, apague esse post, porque eu não quero falar sobre gravidez’. E eu disse ‘claro’, e apaguei”. Segundo Baldi, a postagem ficou poucos minutos no ar, mas a história acabou voltando com força logo depois, num vídeo surreal de Antonia Fontenelle que acusou Klara de ser monstruosa e cometer crime por dar a criança para doação. Klara se viu obrigada a contar todos os detalhes para o público, publicando um post em 26 de junho que descreveu como “o relato mais difícil da minha vida”. Apesar disso, outro colunista de fofocas, Leo Dias, não se conteve e publicou em seguida os dados do nascimento da criança, incluindo hora e local de nascimento, que são protegidos por lei, expondo ainda mais a jovem. “Nunca mais mexi nessa história e não posso ser responsabilizado por tudo o que, depois, as pessoas, sabendo do que se tratava, fizeram”, disse Baldi.

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  • TV

    Marcius Melhem é proibido de vazar conversas privadas de Dani Calabresa

    14 de julho de 2022 /

    O ex-diretor da Globo Marcius Melhem foi proibido pela Justiça de vazar para repórteres ou em suas redes sociais conversas privadas que teve com a humorista Dani Calabresa, que o acusa de assédio moral e sexual no período em que foi chefe do Departamento de Humor da Globo. A decisão foi do Foro Regional da Lapa, do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que julga uma das ações da batalha judicial travada entre os artistas. A medida cautelar foi dada inicialmente em novembro de 2021, atendendo a um pedido da defesa de Dani Calabresa. O argumento era que o vazamento de mensagens era seletivo e feria a privacidade da humorista na ocasião. A Justiça concordou naquele momento que era uma violação e não acrescentava em nada ao caso. No último dia 4, a Justiça negou um pedido de Melhem para levantar a proibição. Apesar disso, as mensagens vazaram para um colunista que cobre televisão, rendendo vários artigos na imprensa. Se ficar provado que o humorista ou sua defesa repassaram as conversas para terceiros, Melhem poderá ser punido, juntamente com quem fez esse vazamento indevido, já que a decisão colocou as mensagens em segredo de Justiça. Sempre foi desejo de Marcius Melhem que estas mensagens viessem à público, principalmente durante o período entre 2017 e 2018, em que ele alega ter tido um caso consensual com Dani Calabresa. A artista o acusa de boicotá-la na Globo a partir de 2019 e de agarrá-la sem seu consentimento em uma festa do antigo Zorra (2015-2020), em 2017. Segundo a acusação, Melhem teria tentado obrigar a comediante a praticar sexo oral com ele no corredor de um bar. Melhem diz lamentar a decisão desfavorável e que, curiosamente, ela tenha vazado. Para ele, o esforço de Dani Calabresa e de seus advogados para manter em sigilo as mensagens trocadas entre os dois no WhatsApp prova que sua tese sobre o caso é a verdadeira. “Marcius Melhem reafirma sua posição de que gostaria que tudo fosse exposto de forma transparente. A luta por manter as mensagens em segredo já mostra de que lado está a verdade”, diz um comunicado enviado por ele. A defesa de Dani Calabresa também se manifestou em texto enviado à imprensa: “As 12 mulheres que denunciaram Marcius Melhem por assédio moral e sexual têm mantido absoluto respeito ao sigilo dos processos, até mesmo para proteger os nomes de terceiros envolvidos. Lamentamos os constantes vazamentos que têm acontecido, sempre com versões que atacam as vítimas, defendem os pontos de vista do acusado e em momentos que a ele interessam. Acreditamos na Justiça e temos certeza de que a verdade vai prevalecer”. Os dois comediantes vêm travando diversas batalhas judiciais desde que a advogada Mayra Cotta, que representa as atrizes da Globo, denunciou Melhem por assédio moral e sexual numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em outubro de 2020. Dois meses depois, a revista Piauí publicou uma reportagem que descreveu fatos graves cometidos por Melhem, apresentando Calebresa como vítima de forte assédio. Após a publicação, a defesa de Melhem enviou uma notificação extrajudicial para Calabresa, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Ana Carolina Pivoesana, como medida preparatória para fundamentar um futuro processo. O documento legal reproduziu mensagens de voz enviadas pela atriz, que, segundo Melhem, comprovariam a intimidade que ele tinha com a atriz. A Folha de S. Paulo publicou o conteúdo do documento, acompanhado por uma entrevista com Melhem. Só então foi dada entrada no Ministério Público Federal (MPF) de um pedido de investigação contra o ex-diretor da Globo, e foi tomada a decisão de deflagrar um processo criminal pelo fato dele ter divulgado áudios de Calabresa, com um pedido de indenização por danos morais à atriz. Melhem também entrou com uma ação de indenização por danos morais e materiais contra Calabresa por sugerir que ele a tinha assediado. Em fevereiro, a revista Piauí trouxe novas denúncias, alimentadas por informações das acusadoras, e no mês passado começaram a vazar novamente as conversas por What’s App, em tom bastante íntimo, que contrastam com o teor das acusações feitas contra o ex-diretor do departamento de humor da Globo. Essas mensagens e gravações de voz foram aceitas e fazem parte do processo em que Melhem tenta provar sua inocência.

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  • Etc

    Cancelado em Hollywood, Armie Hammer trabalha em hotel nas ilhas Cayman

    14 de julho de 2022 /

    Afastado de Hollywood desde janeiro do ano passado, quando mensagens privadas com sugestões de canibalismo vieram à tona, o ator Armie Hammer foi encontrado trabalhando como concierge e corretor de um resort nas ilhas Cayman, atendendo os hóspedes do local. Rumores de que Hammer estava trabalhando em hotéis circularam pelas redes sociais desde a semana passada, mas apenas na quarta-feira (13/7) a revista Variety conseguiu confirmar a informação. “Ele está trabalhando no hotel vendendo experiências aos hóspedes. Ele trabalha em um cubículo. A realidade é que ele está totalmente quebrado e está tentando ocupar seu tempo para conseguir sustentar sua família”, contou um funcionário do hotel à revista. A fonte acrescentou que, além de trabalhar no resort, Hammer também administra um complexo de apartamentos nas ilhas Cayman. O ator estaria morando na região para ficar próximos dos filhos, que vivem no local ao lado de sua ex-mulher, a apresentadora de TV Elizabeth Chambers. Apesar de ser bisneto de um magnata do petróleo dos Estados Unidos, Hammer não estaria mais envolvido na herança da família. Segundo a fonte da Variety, este seria o principal motivo de o ator ser obrigado a procurar uma ocupação para ganhar dinheiro e ajudar no sustento dos filhos. Armie Hammer viu sua carreira implodir em janeiro de 2021, após o vazamento nas redes sociais de mensagens privadas em que se confessava canibal, seguidas dois meses depois pelo processo de uma ex-namorada, identificada como Effie, por estupro e violência sexual, com elementos de tortura. Segundo a suposta vítima, o crime ocorreu em 2017, quando ele ainda era casado com Elizabeth Chambers. Assim que a história explodiu na mídia, outras mulheres reiteraram diálogos com o ator de 35 anos sobre fetiches envolvendo canibalismo, abuso e estupro. Em entrevista ao Page Six, Courtney Vucekovich, que ficou com o ator por alguns meses do ano passado, disse que conviver com Hammer era como namorar Hannibal Lecter — o famoso personagem canibal de “O Silêncio dos Inocentes” e da série “Hannibal”. Como consequência, ele foi afastado de várias produções, como os filmes “Shotgun Wedding” e “Billion Dollar Spy”, e a série “The Offer”, sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Sua agência também o dispensou. Em sua única manifestação desde as acusações, ele qualificou as denúncias como “alegações de m*rda”. A última notícia de seu paradeiro era que ele tinha se internado em uma clínica de reabilitação localizada na Flórida. Ele ficou nove meses em tratamento e não voltou a ser visto publicamente nos EUA desde que teve alta.

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