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  • Filme

    Musical Grease vai ganhar novo filme

    9 de abril de 2019 /

    “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”, musical clássico estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John em 1978, vai ganhar um prólogo. Intitulado “Summer Loving”, em inglês, o novo filme da Paramount vai mostrar como Danny (o personagem Travolta) e Sandy (Newton-John) se conheceram. Essa história já é conhecida dos fãs de “Grease”. No começo do musical, os dois protagonistas contam suas versões de seu primeiro romance de verão para os amigos, durante a canção “Summer Nights”. Relembre abaixo. Ainda sem confirmação de elenco, diretor e data de estreia, o filme contará com roteiro de John August (“Aladdin” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”). Dirigido por Randal Kleiser, “Grease” (1978) é um dos musicais de maior bilheteria da história, marco da música pop e um dos filmes mais vistos dos anos 1970. Rendeu uma continuação, em 1982, que, apesar de voltar a reunir John Travolta e Olivia Newton-John, não fez sucesso. A origem de “Grease”, porém, é um musical de teatro de 1971, que apresentou a subcultura de jovens americanos dos anos 1950. Uma encenação da peça foi apresentada ao vivo em 2016 na TV americana, com Julianne Hough e Aaron Tveit nos papéis principais.

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  • Série

    Yellowstone: Trailer da 2ª temporada da série estrelada por Kevin Costner explode em violência

    6 de abril de 2019 /

    O canal pago Paramount divulgou o trailer da 2ª temporada de “Yellowstone”. A prévia é um coleção de cenas tensas, que segue num crescendo até explodir em violência – inclusive de forma literal. Fenômeno de audiência na TV paga americana, com uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e mais de 5 milhões com exibições digitais, “Yellowstone” só teve menos público em 2018 que “The Walking Dead”. A atração é a primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A 2ª temporada terá dez novos episódios previstos para 19 de junho nos Estados Unidos. Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.

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  • Filme

    Cemitério Maldito: 34 fotos e trailer final destacam momentos de tensão

    1 de abril de 2019 /

    A Paramount divulgou 34 fotos e o trailer final do remake de “Cemitério Maldito”. Tenso do começo ao fim, o vídeo vai direto ao ponto, ao destacar a filha morta-viva do casal protagonista, além dos elogios da crítica. Com 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o remake foi considerado muito melhor que o filme de 1989 – que teve 50%. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no primeiro filme, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), John Lithgow (“The Crown”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família. A estreia acontece na sexta (5/4) nos Estados Unidos, mas apenas um mês depois, em 9 de maio, no Brasil.

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  • Filme

    Stephen King elogia remake de Cemitério Maldito: “bom pra cara**o”

    31 de março de 2019 /

    O escritor Stephen King deu uma longa entrevista para a revista Entertainment Weekly sobre sua relação com “Cemitério Maldito”, da inspiração real da história, passando pela filmagem dos anos 1980 até o remake. E ele confessou que gosta dos dois filmes, mas que a segunda adaptação é adulta e realmente muito boa. Na verdade, tão boa que ele precisou usar um palavrão para descrevê-la. “É bom pra cara**o! É um filme realmente muito bom! É um filme adulto. Não é um daqueles filmes com adolescentes usando pouca roupa em um acampamento de verão. Ultimamente temos muitos filmes adultos fazendo sucesso. Filmes de terror como ‘Corra!’ e ‘Nós’ de Jordan Peele. São fantasias de terror voltadas para adultos”. Ele é fã até da música dos Ramones que embalou o filme de 1989 – a ponto de cantarolar o refrão durante a entrevista. E concorda que se trata de uma de suas histórias mais sombrias, especialmente por ser inspirada em seus filhos – foi escrita após Owen ser quase atropelado por um caminhão, destino do qual o gato de Naomi não escapou, sendo enterrado num cemitério de animais próximo da rodovia em que sua família morava. Mas o autor também defende as mudanças feitas pelo novo filme, que trocaram o sexo do filho que vira morto-vivo na trama. “É algo diferente”, diz King. “Eles fizeram um bom trabalho. Cara, vi as reações das pessoas na internet quando perceberam que é Ellie quem é atropelada na estrada no lugar de Gage, e pensei: ‘Ah, essas pessoas…’. É uma loucura. Mas você pode tomar muitos atalhos para chegar no mesmo destino. Não muda nada pra mim”. O roteiro do primeiro filme foi escrito pelo próprio King. Já a nova versão foi adaptada por David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel de Gage, o filho caçula da família. A estreia só vai acontecer em 9 de maio no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Cemitério Maldito: Menina volta à vida em cena legendada do remake

    30 de março de 2019 /

    A Paramount divulgou uma cena legendada do remake de “Cemitério Maldito”, que mostra a reação da mãe vivida por Amy Seimetz (“Alien: Covenant”) ao ver sua filha morta lhe abraçar. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no primeiro filme de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família. A estreia só vai acontecer em 9 de maio no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série Sex and the City vai ganhar continuação

    27 de março de 2019 /

    “Sex and the City” vai ganhar uma continuação literária, que será transformada em série de TV. A Paramount TV e a produtora Anonymous Content adquiriram os direitos do livro “Is There Still Sex in the City?”, de Candace Bushnell, autora da obra que inspirou a série original da HBO e o prelúdio “The Carrie Diaries”, também adaptado para a TV. O livro só chega às livrarias norte-americanas em agosto, mas a produção da série já começou. Bushnell vai escrever o roteiro do episódio piloto e servir como uma das produtoras do projeto. “Is There Still Sex in the City?” (em tradução livre: “Ainda Há Sexo na Cidade?”) explora as vidas sexuais e amorosas de um grupo de mulheres nova-iorquinas sofisticadas que já passaram dos 50 anos. Mas não serão necessariamente as personagens da série clássica, embora elas tenham atingido a idade prevista na trama. “Antigamente, não se esperava que pessoas de 50 e poucos anos fizessem nada além de se aposentar”, brincou Bushnell em comunicado oficial. “Ninguém esperava que elas se exercitassem, começassem novos negócios, mudassem de cidade, fizessem sexo casual ou recomeçassem tudo do zero”. “Hoje em dia, no entanto, é assim que a vida de muitas mulheres de 50 e 60 anos pode ser descrita. Estou animada por poder refletir a riqueza e complexidade de suas realidades nas páginas, e também nas telas”, completou. Bushnell publicou “Sex and the City” em 1996, e a série da HBO foi produzida entre 1998 e 2004. Trazendo Sarah Jessica Parker como a inconfundível Carrie Bradshaw, a comédia se tornou um marco cultural por abordar francamente sexo e relacionamentos sob o ponto de vista feminino, mas também pelo consumismo de suas personagens – influenciando de drinques a sapatos favoritos de uma geração. A série ainda rendeu dois filmes, em 2008 e 2010, que continuaram a jornada de Carrie e suas amigas, e um prólogo sobre a juventude da protagonista, “The Carrie Diaries”, exibido em duas temporadas, de 2013 a 2014 na rede americana The CW.

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  • Filme,  Música

    Rocketman pode cortar homossexualidade de Elton John para ser exibido para menores

    22 de março de 2019 /

    Uma cena de “Rocketman”, cinebiografia de Elton John, pode ser cortada para o filme ser lançado com classificação para menores. Segundo apurou o tabloide britânico Daily Mail e confirmou o Guardian, são cerca de 40 segundos, que representam o momento em que o cantor assume sua sexualidade de forma mais clara na produção. Na cena, Elton John, vivido por Taron Egerton (“Robin Hood”), aparece na cama sem roupas com seu empresário e amante, interpretado por Richard Madden (“Game of Thrones”). O diretor Dexter Fletcher estaria sob pressão do estúdio Paramount para tirar o trecho do filme, que assim seria liberado para maiores de 13 anos nos Estados Unidos. O problema do estúdio é que Elton John teria dado carta branca ao diretor para que mostrasse o que bem entendesse, não importando qual fosse a classificação indicativa final da obra. Fletcher foi quem assumiu a direção de “Bohemian Rhapsody” após a demissão de Bryan Singer, que causou tumultos no set e ainda enfrentou denúncias de abuso sexual no ano passado. Mesmo com estes problemas, a cinebiografia da banda Queen acabou estourando as bilheterias e vencendo vários prêmios, inclusive o Oscar de Melhor Ator para Rami Malek. Assim como Freddie Mercury, Elton John tinha uma namorada (Linda Woodrow) e dizia-se bissexual nos anos 1970. Foi até além: foi casado com uma mulher (a engenheira de som alemã Renate Blauel) durante quatro anos na década de 1980. Ele só se assumiu gay em 1992, logo após a morte do cantor do Queen por Aids e um ano antes de conhecer seu marido, David Furnish. “Rocketman” tem previsão de estreia para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay

    18 de março de 2019 /

    Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.

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  • Filme

    Operação Fronteira enfrenta clichês de ação dos anos 1980 com elenco atual de peso

    17 de março de 2019 /

    Kathryn Bigelow, a única mulher da História do Oscar a ganhar a estatueta de Melhor Direção, por “Guerra ao Terror”, considerou dirigir “Operação Fronteira”. Ela desistiu e ficou com créditos de produtora executiva. Mas com isso a história original, desenvolvida por seu roteirista de confiança, Mark Boal, com quem trabalhou em “Guerra ao Terror” (2008), “A Hora Mais Escura” (2012) e “Detroit em Rebelião” (2017), acabou reescrita pelo diretor J.C. Chandor. O resultado deixa o espectador imaginando o quanto esse filme tinha potencial para ir mais longe, sob comando de Bigelow. É sobre cinco amigos, ex-soldados das Forças Especiais (Oscar Isaac, Ben Affleck, Charlie Hunnam, Garrett Hedlund e Pedro Pascal), que decidem voltar a se juntar para uma última missão: roubar uma fortuna de um chefão das drogas na América do Sul – supostamente na tríplice fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil, embora as filmagens tenham acontecido na Colômbia. A premissa evoca “Três Reis” (1999), o melhor filme de David O. Russell. Mas, estranhamente, o que se materializa no primeiro ato é o tipo de filme de ação que era estrelado por machões nos anos 1980, algo próximo à narrativa saudosista de “Os Mercenários” (2010). As semelhanças são mais de tom – trilha sonora roqueira, diálogos ruins e curtos, repletos de frases de efeito e narizes empinados – do que em relação à execução das cenas de ação, que são muito bem orquestradas e lembram a pegada visceral de Kathryn Bigelow (sem câmera balançante, graças a Deus). A partir da segunda metade, dominada por um mix de tensão, ganância e um senso de moral capaz de enlouquecer mais os protagonistas que seus perseguidores, as guitarras rasgadas e barulhentas dão um descanso na trilha. E os atores finalmente demonstram porque tem nomes de peso, inclusive Ben Affleck. Mas a diferença entre as duas partes é tão gritante que a impressão é que as cabeças pensantes por trás do projeto jamais chegaram a um equilíbrio criativo. E nome mais fraco do trio, J.C. Chandor, ficou com a maior responsabilidade. Infelizmente, o diretor de “Margin Call”, “Até o Fim” e “O Ano Mais Violento” costuma fazer filmes que parecem quase bons. Nunca são bons completamente. Ao contrário de Kathryn Bigelow, que poderia tornar “Operação Fronteira” numa contraparte de “Guerra ao Terror”.

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  • Filme

    Remake de Cemitério Maldito ganha vídeo de bastidores e nova data de estreia no Brasil

    14 de março de 2019 /

    A Paramount divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Cemitério Maldito”, que ganhou nova data de estreia no Brasil. O lançamento foi atrasado em um mês e agora só vai chegar aos cinemas em 9 de maio. Com isso, o Brasil fará dobradinha com a Itália na condição de últimos países do mundo a exibir o terror. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família.

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  • Filme

    Guillermo Del Toro vai dirigir filme de ação misterioso com produção de J.J. Abrams

    5 de março de 2019 /

    O cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) vai escrever e dirigir um filme de ação misterioso para a Paramount com produção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Foi o próprio que anunciou o projeto no Twitter, acrescentando que o filme se chamará “Zanbato” e está sendo desenvolvido há seis anos de forma sigilosa. “Graças à segurança máxima de J.J., não vazou”, ele brincou. O anúncio foi seguido por boatos de que se trataria de um filme de ninjas, mas Del Toro desmentiu. Segundo o site Collider, o longa vai acompanhar uma garotinha com habilidades em lutas letais. “Zanbato” só vai começar a ser filmado após o diretor terminar uma animação sobre Pinóquio para a Netflix, que ainda está em fase de desenvolvimento.

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  • Filme

    O Irlandês: Netflix divulga o primeiro teaser do novo filme de Martin Scorsese

    26 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “O Irlandês” (The Irishman), novo filme de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). O vídeo não traz nenhuma imagem do retorno do diretor às tramas mafiosas, apenas os nomes do elenco, do roteirista e do cineasta, enquanto se ouve um rápido diálogo entre os protagonistas. O filme é estrelado por quatro lendas de Hollywood: Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci e Harvey Keitel. A trama vai atravessar décadas e os atores vão interpretar versões mais jovens de si mesmos, em diferentes fases da história, com o auxílio da tecnologia de rejuvenescimento digital. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. Quando a Netflix apareceu disposta a bancar a empreitada, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar, já que segue em pós-produção. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses” – este título é uma das frases ditas na prévia – sobre a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). A prévia também revela uma previsão estimada para a estreia, afirmando que acontecerá no outono norte-americano – entre setembro e novembro, época tradicionalmente reservada para o lançamento de filmes que ambicionam o Oscar.

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  • Filme

    Diretor de O Espetacular Homem-Aranha vai filmar versão americana do anime Seu Nome

    20 de fevereiro de 2019 /

    O diretor Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “(500) Dias com Ela” (2009), vai dirigir a versão live-action do anime “Seu Nome” (Your Name, 2016), maior bilheteria animada da história do cinema japonês. O roteiro está a cargo de Eric Heisserer (“Bird Box”) e a produção é de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). O filme original conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. A versão americana vai transportar a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Quando um desastre ameaça alterar suas vidas, eles precisam viajar para se encontrar e salvar seus mundos. O produtor Genki Kawamura, responsável pela animação original, disse em comunicado que Marc Webb “foi nossa primeira escolha para dirigir essa interpretação remodelada do filme desde o momento em que exploramos a criação de uma versão americana”. “Como vimos em ‘(500) Dias com Ela’, Marc tem um tremendo talento para contar ótimas histórias de amor e, da mesma forma que os cinéfilos foram cativados pelo filme original, estamos certos de que Marc atrairá fãs do original e um público totalmente novo para a bonita jornada destes personagens. Com a produção de JJ Abrams, roteiro de Eric Heisserer e direção de Marc Webb, este projeto oficialmente tem a equipe com a qual sonhamos”. Ainda sem cronograma de filmagem ou previsão de estreia, a adaptação será produzida após todas as tentativas anteriores de emplacar versões de mangás e animes com atores americanos deram prejuízo, de “Dragon Ball Evolution” (2009) ao recém-lançado “Alita: Anjo de Combate”.

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