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  • Música

    Morre Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM

    15 de junho de 2023 /

    Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM, morreu aos 64 anos nesta quinta-feira (15/6). O músico estava internado no Hospital São Luiz, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e não resistiu a uma cirurgia. Os familiares de Schiavon esclareceram que o compositor lutava contra uma doença autoimune, ainda não revelada. Há dois anos, Luiz se afastou dos palcos devido aos problemas de saúde. “É com pesar que a família comunica o falecimento de Luiz Schiavon. Ele vinha lutando bravamente contra uma doença autoimune há quatro anos, mas, infelizmente, ele teve complicações na última cirurgia de tratamento e não resistiu.” Segundo o comunicado oficial, a despedida do músico será restrita a parentes e amigos próximos. “Luiz era, na sua figura pública, maestro, compositor, fundador e tecladista do RPM, mas acima de tudo isso, um bom filho, sobrinho, marido, pai e amigo.” “Portanto, a família decidiu que a cerimônia de despedida será reservada para familiares e amigos próximos e pede, encarecidamente, que os fãs e a imprensa compreendam e respeitem essa decisão.” “Esperamos que se lembrem dele com a maestria e a energia da sua música, um legado que ele nos deixou de presente e que continuará vivo em nossos corações. Despeçam-se, ouvindo seus acordes, fazendo homenagens nas redes sociais, revistas e jornais, ou simplesmente lembrando dele com carinho, o mesmo carinho que ele sempre teve com todos aqueles que conviveram com ele”, conclui o comunicado.   O sucesso musical Em 1983, o tecladista Luiz Schiavon fundou a banda RPM com Paulo Ricardo (baixo e vocais). E logo se juntaram a eles Fernando Deluqui (guitarras) e, um pouco mais tarde, Charles Gavin (bateria) – substituindo um baterista de 15 anos. O primeiro compacto, “Louras Geladas”, virou hit das danceterias em 1984 – enquanto a música “Revoluções por Minuto” foi censurada. Mas a banda insistiu com a faixa e a lançou seu primeiro álbum com o título “Revoluções Por Minuto” em 1985, aproveitando-se da abertura democrática no Brasil. Com Gavin indo para os Titãs, o disco marcou a estreia do baterista Paulo Pagni. E estourou com as músicas de sucesso “Olhar 43”, “Rádio Pirata” e o single “Louras Geladas”. No ano seguinte, “Rádio Pirata ao Vivo”, registro de um show, fez História com uma pré-venda de 500 mil cópias e vendagem de mais de 3,7 milhões discos. Os números fizeram do RPM os artistas de maior vendagem da indústria fonográfica nacional até então. O fenômeno rendeu até edição especial do programa “Globo Repórter”, que pode ser vista na íntegra logo abaixo.   As muitas separações O sucesso desmedido gerou planos ambiciosos. A banda resolveu criar um selo próprio, RPM Discos, pelo qual lançou a banda Cabine C. E o fracasso da empreitada acabou gerando a primeira crise e separação provisória do quarteto, que ainda assim lançou “Os Quatro Coiotes” em 1988 antes de separar no ano seguinte. Paulo Ricardo, que seguiu carreira solo em 1989, ainda retomou uma formação da banda sem Schiavon em “Paulo Ricardo & RPM”, de 1993 – com som mais pesado e menos sucesso. E o RPM seguiu indo e vindo, com disco ao vivo na MTV em 2002 e um último álbum de estúdio, “Elektra”, em 2011, novamente com Schiavon nos teclados. Ao todo, o RPM teve mais de 30 anos de carreira musical, entre idas e vindas. Luiz Schiavon também participou como integrante da banda do “Domingão do Faustão” nos anos 2000. E foi o autor da música que introduzia as “Videocassetadas” nos últimos anos. Além disso, criou as trilhas sonoras das novelas “Rei do Gado”, “Terra Nostra”, “Esperança” e “Cabocla”, além da minissérie “Mad Maria”. Neste mês, o tecladista havia lançado sua nova canção “Promessas”, composta em parceria com Fernando Deluqui.

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  • TV

    Após censuras, Globo confirma exibição de beijo sáfico em “Vai na Fé”

    13 de junho de 2023 /

    A assessoria da TV Globo confirmou que o tão esperado beijo sáfico de “Vai na Fé” será exibido na próxima semana. A cena do capítulo 135 teria sido gravada na segunda-feira (12/6). Segundo o jornal O Globo, a sequência acontecerá depois da separação de Clara (Regiane Alves) e Theo (Emilio Dantas), quando a dondoca será convidada para fazer um ensaio de moda. Clara será acompanhada por Helena (Priscila Sztejnman), que a incentivará a fazer poses mais sensuais em frente às câmeras. “Sabia que tinha uma tigresa aí dentro”, dirá o fotógrafo. “Tem, sim. Mas tem que saber chamar”, responderá Helena, que vai se animar com a empolgação da namorada. No entanto, o cachê do trabalho deixará Clara decepcionada com o valor baixo. “Por que você ficou tão triste? As fotos estão maravilhosas. Imagina quantas mulheres vão te olhar e se inspirar?”, tenta argumentar Helena. “Beleza não vai pagar as contas. O cachê era baixo, não dá pra pagar nem o condomínio. Achei que ia conseguir me sustentar como modelo, que boba eu sou”, lamenta Clara. “Você sabia que não ia ser fácil. Separar do Theo, entrar na Justiça, voltar a ter uma carreira. Mas não é excitante também? Parece que tudo é possível!”, dirá Helena. Clara, por sua vez, dirá que não consegue “curtir essa liberdade se está toda hora preocupada com dinheiro”. “Nada que é fácil vale a pena. Te conquistar, por exemplo, foi bem difícil. E eu faria tudo de novo”, afirmará sua namorada. Neste momento, o texto do folhetim diz que “Helena e Clara dão um beijo carinhoso” no capítulo, que será exibido nos próximos dias. Resta saber se a cena não será cortada novamente ou se ficará apenas subentendida.

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  • Série

    Amazon anuncia data de estreia de “Novela” com Monica Iozzi e Miguel Falabella

    12 de junho de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e a data de estreia da sua “Novela”. Vale atentar que “Novela” é o título e não o gênero da atração, que na verdade é uma série de comédia em tom de sátira sobre o universo das telenovelas. A trama vai trazer Monica Iozzi (“Turma da Mônica: Laços”) no papel de uma promissora roteirista de TV e Miguel Falabella (“Sai de Baixo”) interpretando Lauro Valente, o mentor que se torna seu grande rival.   A trama da Novela Na história, Isabel (Iozzi) dedicou sua vida inteira ao sonho de virar autora da novela das nove. Quando a oportunidade enfim chega, ela é traída pelo seu mentor, Lauro Valente (Falabella), que aproveita a chance de emplacar um novo sucesso. Só que, quando Isabel decide confrontá-lo, acaba entrando magicamente em sua produção como protagonista. Este momento de fantasia faz com que ela seja transportada para um melodrama cheio de conflitos, vinganças, amores impossíveis e outros clichês, fazendo Isabel enfrentar suas dificuldades afetivas e pôr à prova sua crença de que só é possível ser feliz sozinha – especialmente após formar par com Marcello Antony (“Pequeno Segredo”) no romance do folhetim. O elenco também conta com Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça”), Suzy Rêgo (“Juacas”), Yara de Novaes (“Depois a Louca Sou Eu”), Tarcísio Filho (“Verdades Secretas”), Maria Bopp (“Me Chama de Bruna”), Pedro Ottoni (“Pai em Dobro”), Ary França (“Uma Quase Dupla”), Caio Menck (“01.09”), Leandro Villa (“Fim de Festa”), Elisa Pinheiro (“Quem Vai Ficar com Mário?”) e Luana Xavier (“A Vida Invisível”).   Produção do Porta dos Fundos O projeto foi criado por Gabriel Esteves (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) e Valentina Castello Branco (“Me Chama de Bruna”), e tem produção do grupo/empresa de humor Porta dos Fundos. A equipe criativa destaca o cineasta João Falcão (“Fica Comigo esta Noite”) como showrunner, roteirista e diretor, além de uma sala de roteiristas liderada por Valentina Castello Branco, que inclui Gabriel Esteves, Débora Guimarães (“Impuros”) e Mariana Pinheiro (“Hoje é Dia de Maria”). A produção executiva é de Tereza Gonzalez (“A Primeira Tentação de Cristo”) e Fernanda Neves (pelo Porta dos Fundos). Além disso, “Novela” também vai contar com direção de Gigi Soares (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou”) e Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”). A estreia está marcada para 28 de julho.

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  • TV

    Juliana Paes troca “Caldeirão do Mion” por Netflix

    10 de junho de 2023 /

    A atriz Juliana Paes está se desligando completamente da Globo. Após finalizar seu contrato fixo com a emissora em março de 2022, a atriz agora também vai abandonar sua posição no júri do “Caldeirola”, quadro do programa “Caldeirão do Mion”. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do O Globo, a decisão vem em função de um novo projeto que demandará seu foco total.   Nova jornada na Netflix Em seu próximo passo, a atriz, que recentemente atuou em “Pantanal”, vai estrelar uma produção da gigante do streaming Netflix. A atriz é protagonista de “Pedaço de Mim”, a primeira novela latina da plataforma. O melodrama escrito por Angela Chaves (“Os Dias Eram Assim”) e dirigido por Maurício Farias (“Hebe: A Estrela do Brasil”) vai acompanhar a vida de Liana (Paes), uma mulher casada com Tomás (interpretado por Vladimir Brichta), que sonha em ser mãe. “A Liana vive dramas universais, com maternidade e casamento. Não temos medo de mergulhar, chafurdar na lama e sentir as dores, e o público se identifica com isso. O que fazemos no Brasil é o que há de melhor no melodrama, a gente sabe fazer bem”, disse a atriz na apresentação do projeto. As gravações estão ocorrendo no Rio de Janeiro e têm previsão de término em julho. A atriz, em meio a esses novos compromissos, se viu impossibilitada de participar das gravações do “Caldeirão”.   Mudanças no “Caldeirão do Mion” Em consequência, outros nomes famosos serão vistos no “Caldeirola”. O papel de jurado antes ocupado por Paes agora se tornará uma posição rotativa, sendo preenchida por diferentes celebridades a cada episódio. Entre os confirmados para esta nova dinâmica estão Lilia Cabral, Tiago Iorc e Lexa, que se revezarão na avaliação dos cinco calouros que buscam o prêmio de R$ 10 mil a cada domingo.

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  • TV

    Taís Araújo celebra diversidade racial nas novelas da Globo

    8 de junho de 2023 /

    Taís Araújo deixou claro estar animada com a diversidade racial nas novelas da TV Globo. Segundo a atriz, o protagonismo preto é simbólico na emissora e marca a evolução da sociedade como um todo. Em conversa com o colunista Lucas Pasin, Taís afirmou que se sente contemplada com as novas contratações. “Isso nós temos apenas agora, com um protagonista negro em cada horário”, pontuou ela. “Esse momento das três novelas [‘Amor Perfeito’, ‘Vai na Fé’ e ‘Terra e Paixão’] é de fato um marco. Temos três novelas que estão dando certo com o protagonismo de pessoas pretas. Isso quer dizer muita coisa. Me sinto feliz e contemplada ao ver que caminhamos finalmente. Enquanto eu era a única, não existia evolução ou mudança.” Mulheres pretas no topo Na sequência, Taís Araújo mencionou a representatividade da mulher negra no Festival de Cannes, na França. “Foi um evento lindo. Fui para ver e acompanhar um prêmio que homenageia mulheres diretoras. É muito bom ter contato com estrelas internacionais que eu admiro. Daquela galera sou fã e, quando vejo, fico toda emocionada de estar ali perto”, contou ela. “Isso é muito legal também, né? Poder estar nesses lugares. Pertencer a esses lugares. Sei bem que é importante para as pessoas que me acompanham”, completou a artista.

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  • TV

    Autora de “Amor de Mãe” prepara novela exclusiva para Globoplay

    4 de junho de 2023 /

    Após o sucesso de “Amor de Mãe”, da Rede Globo, a autora Manuela Dias está preparando uma obra inédita para o Globoplay. A obra irá ao ar em 2024 e é apenas um dos projetos de Manuela para o streaming. Além do folhetim, ela trabalha ainda na 2ª temporada da série “Justiça”, grande sucesso global. Sobre o novo projeto, a autora ainda não pode dizer muito. No entanto, sobre “Justiça 2”, ela adianta que contará com nomes relevantes da teledramaturgia brasileira. Dentre eles: Murilo Benício, Paolla Oliveira, Nanda Costa, Marcello Novaes e Alice Wegmann. A obra será lançada em outubro deste ano. O novo projeto de Manuela Dias é mais uma aposta do streaming em novelas exclusivas para assinantes. Após “Todas as Flores”, de João Emanuel Carneiro, ficar no topo de exibições da plataforma, a emissora já iniciou a produção de “Guerreiros do Sol”, novela que será inspirada no famoso casal Lampião e Maria Bonita. A obra está sendo escrita por George Moura e Sérgio Goldenberg. “Guerreiros do Sol” terá cerca de 40 capítulos e já tem o elenco praticamente todo definido. Dentre os atores escolhidos estão Alinne Moraes, Isadora Cruz, José de Abreu, Nathalia Dill e Thomás Aquino. A estreia também está marcada para 2024.

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    Heloisa Périssé encerra contrato com a TV Globo

    1 de junho de 2023 /

    Heloisa Périssé encerrou seu contrato fixo com a TV Globo após quase 25 anos de parceria. A primeira participação da atriz na emissora foi na novela “De Corpo e Alma” (1993). “Eu amo a Globo. Sou gratíssima a ela pelos 24 anos que passei lá. Agora é momento de alçar novos voos”, afirmou a artista, que está em cartaz com a peça teatral “A Iluminada”. A jornada da artista foi extensa e marcada por passagens em produções como “Escolinha do Professor Raimundo” (1994), “Você Decide” (1995), “Zorra Total” (1999). Ela ainda apareceu em “Brava Gente” (2000), “Os Normais” (2001), “Sob Nova Direção” (2004) e mais recentemente em “Cine Holliúdy”. Nas novelas, Heloísa encarou papéis variados nas tramas de “Cama de Gato” (2009), “Avenida Brasil” (2012), “Boogie Oogie” (2014), entre outros. Atualmente, Heloisa Périssé está no elenco do quadro “Dança dos Famosos”, exibido no “Domingão com Huck”.

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  • TV

    Record é acusada de demitir autores de novelas por preconceito religioso

    31 de maio de 2023 /

    A Record TV é acusada de demitir autores de novelas bíblicas que se recusam a seguir a religião evangélica de Edir Macedo. Uma das vítimas abriu processo contra a emissora por preconceito religioso. A emissora teria demitido nomes como Emílio Boechat (“Rebelde – BR”), Camilo Pellegrini (“Gênesis”), Joaquim Assis (“Os Dez Mandamentos”), Cristianne Fridman (“Chamas da Vida”) e Paula Richard (“Jesus”), que se revoltaram com a demissão supostamente injusta. Paula Richard abriu um processo judicial por preconceito religioso, onde diz que sempre respeitou as mais diversas crenças e que tentou adaptar novelas bíblicas sem priorizar uma igreja específica. A autora disse ter sido impedida de neutralizar as histórias e anexou falas dos colegas para defender as acusações contra a emissora. “Evidente que a autora nutre profundo respeito pela denominação religiosa dos donos da emissora em que laborou por tantos anos, mas esse respeito não foi recíproco”, diz o processo judicial. Entre os depoimentos, Paula resgatou um comentário de Emílio Boechat feito há dois anos atrás. Na época, o autor criticou as intervenções de Cristiane Cardoso, a diretora de Dramaturgia, e da Igreja Universal nas produções de novelas bíblicas. Segundo ele, a filha de Edir Macedo alterava sinopses e mudava diálogos. A situação já vinha ocorrendo em segredo desde 2015. “O que esperar de uma emissora que entregou a dramaturgia nas mãos de amadores cujo compromisso é apenas divulgar os dogmas de uma igreja específica? Tenho pena dos atores e demais profissionais que se submetem a essa humilhação porque precisam do dinheiro”, afirmou Boechat, em 2021. A autora ainda usou como exemplo outros autores, como Joaquim Assis e Camilo Pellegrini, que não tiveram seus contratos renovados por não se declararem evangélicos. “A saída de todos esses profissionais – entre os quais, a reclamante – , ao que tudo indica, é fruto da intolerância religiosa da Sra. Cristiane Cardoso que, na tentativa de formação da sua ‘nação cristã’, retirou todos os roteiristas de outras denominações religiosas e segue substituindo outros profissionais da cadeia do audiovisual, com base em parâmetros idênticos. Todos esses funcionários, como noticia a mídia, foram substituídos por membros da Igreja Universal”, diz o processo. Paula Richard acrescentou ter uma boa relação com membros da Igreja Universal. No entanto, a convivência com a diretora de dramaturgia teria sido uma exceção. “A relação de trabalho da autora com membros da Igreja, seja na produção ou com as colaboradoras que foram inseridas na sua equipe, sempre foi amena”, explica a ação. “Entretanto, ao que tudo indica, a já mencionada Sra. Cristiane Cardoso estava determinada a ter apenas membros da Igreja Universal escrevendo na Record TV – o que constitui, a toda evidência, inaceitável discriminação de cariz religioso.” Ainda no processo judicial, Paula anexou e-mails do período que trabalhou com a diretora, onde ela reforça as demissões arbitrárias. “Esse aspecto é ainda mais evidenciado quando se verifica que todos os roteiristas profissionais que trabalhavam na Record e não são membros da Igreja Universal foram demitidos. Hoje, somente a Sra. Cristiane Cardoso e membros da referida Igreja escrevem e atuam como roteiristas da Record”, completa a ação. Paula Richard pede cerca de R$ 5,6 milhões de indenização por preconceito religioso, entre outras solicitações trabalhistas.

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  • TV

    Alfonso Herrera se irrita com jornal brasileiro após ser chamado de “ex-RBD”

    29 de maio de 2023 /

    O mexicano Alfonso Herrera se irritou nesta segunda-feira (29/5) com uma publicação do jornal brasileiro O Globo. Acontece que a notícia se refere ao ator como “ex-RBD”, definição do qual ele não parece gostar tanto assim. Nesta manhã, o jornal publicou uma entrevista sobre os “bastidores de uma missão humanitária na Ucrânia”, onde o artista visitou abrigos para refugiados e deslocados pela guerra. No entanto, a publicação ignorou o nome de Herrera no título da matéria para atrair cliques com a menção à banda mexicana, que anunciou seu “comeback” e está prestes a iniciar uma turnê mundial. “Meu nome é ‘Ex-RBD’ para os sites de buscas. Mas também podem me chamar de Alfonso, o Poncho”, reclamou o ator no Twitter. “Vamos doar e fazer alguma diferença para ajudar as pessoas afetadas pela guerra na Ucrânia”, seguiu ele. Em seguida, Alfonso Herrera também fez questão de provocar suas “outras identidades”, que são utilizadas pela imprensa mundo afora. “É verdade que também me chamam de Miguel… Charro… etc… Vamos jogar o jogo do engajamento para ajudar os afetados pela guerra… Vamos!”, concluiu. Vale destacar que Herrera busca desvincular sua imagem de “Rebelde” há anos. Além de ser a única ausência na turnê de reencontro do RDB, em 2018 ele admitiu ter sido o responsável pelo fim da banda após as gravações da novela mexicana. Cierto también me dicen Miguel… Charro… etc…Juguemos el juego del engagement para ayudar a los afectados por la guerra…Fuimonos! pic.twitter.com/Mqm3001nN2 — Alfonso Herrera (@ponchohd) May 29, 2023

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  • TV

    Globo teria interrompido gravações de “Terra e Paixão” por suposto surto de virose

    23 de maio de 2023 /

    Recém-lançada, a novela “Terra e Paixão” teria interrompido parte das gravações por um possível surto de virose entre atores. As informações são da colunista Mariana Morais, do Em Off. A TV Globo paralisou parte da produção no último sábado (20/5) após descobrir que a atriz Letícia Laranja se sentiu mal nos últimos dias. A interprete de Flor não compareceu nas gravações e acabou prejudicando o núcleo que também não pôde gravar as cenas externas. No entanto, Letícia não teria sido a única que passou mal na emissora, já que outras pessoas dentro da produção têm dado indícios de contágio. De acordo com os sintomas, um surto de virose teria atingido parte de “Terra e Paixão”. As gravações do núcleo devem normalizar nos próximos dias, assim que todos os membros estiverem melhores de saúde. A Globo, entretanto, negou as informações: “Não temos um posicionamento porque não procede. Nunca paramos gravações, como vocês citam”, disse a assessoria da emissora. “Terra e Paixão” é a atual novela das nove, escrita por Walcyr Carrasco.

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  • Os Dez Mandamentos
    TV

    Record TV é condenada por não pagar o Deus de “Os Dez Mandamentos”

    22 de maio de 2023 /

    A TV Record foi condenada pela Justiça de São Paulo a quitar uma dívida no valor aproximado de R$ 2,5 mil com César Willian, locutor da novela bíblica “Os Dez Mandamentos” (2015). Segundo o colunista Rogério Gentile, a decisão foi tomada em resposta a um processo movido por Willian, que interpretou a voz de Deus na novela sobre a história de Moisés. No processo, Willian, pós-graduando em interpretação bíblica, alegou que a Record deixou de pagar os valores referentes à reexibição da 2ª temporada de “Os Dez Mandamentos”. O locutor afirmou que se sentiu desrespeitado e menosprezado pela emissora, considerando a importância e popularidade da obra. A audiência atingiu, em abril deste ano, 6,8 pontos de média e 8,7 de pico ante 10,1 da Globo, de acordo com dados do Kantar Ibope Media. Ele expressou sua perplexidade diante da atitude da Record, principalmente porque os valores em questão são considerados “insignificantes”. “A Record deve e não pagou”, afirmou Willian. Além da quantia devida, a juíza Maria Schiesari condenou a emissora a pagar uma indenização por danos morais, justificada pela falta de consideração demonstrada e pelo desgaste sofrido por Willian na busca por seus direitos. A Record tem o direito de recorrer da decisão. Em sua defesa apresentada à Justiça, a Record sustentou que não possui nenhuma dívida com o locutor e que todos os pagamentos acordados contratualmente por sua participação em “Os Dez Mandamentos” foram efetuados. A emissora também ressaltou que ocorreu um equívoco no pagamento de R$ 645 ao locutor, valor referente a outra novela, “Topíssima”, na qual ele não teve envolvimento. A Record exigiu a restituição desse montante. A juíza, ao proferir a sentença que condenou a Record, ressaltou que a emissora não conseguiu comprovar o pagamento integral dos valores acordados para a exibição de “Os Dez Mandamentos”, porém determinou a devolução dos R$ 645 pagos indevidamente pela novela “Topíssima”.

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  • TV

    Tainá Müller diz que Globo cronometrava beijo lésbico em “Em Família”: “Preconceito”

    12 de maio de 2023 /

    A atriz Tainá Müller (“Bom dia, Verônica”) desabafou, em sua conta no Twitter, a respeito da censura da Globo a um beijo lésbico na novela “Vai na Fé”. No texto, ela relembrou dos bastidores da novela “Em Família” (2014), de Manoel Carlos, quando contracenou com Giovana Antonelli (“Travessia”). Müller revela que o beijo entre as personagens era cronometrado pela produção. “Na nossa época o beijo era cronometrado. Tinha que contar ‘1, 2, 3’ e não abrir a boca”, revelou a atriz. Em outros tuítes, ela criticou a censura a beijos entre pessoas do mesmo sexo na televisão. “Fico muito triste em saber que em 2023 ainda há censura de um beijo de duas mulheres”, afirma a atriz. “E parece que não é só aqui: na França, onde está passando ‘Em Família’, também cortaram o beijo de Clara e Marina. Depois tem gente que questiona o ‘dia da visibilidade lésbica'”, continua. Müller afirma que teve bastante dificuldade para lidar com a questão durante as filmagens. “Sofri muito com essa história na época de #Clarina. Achava um absurdo, na real”, comenta. “Entendo que o Brasil é um país conservador, mas não normalizar o afeto entre duas pessoas do mesmo sexo só faz a manutenção do preconceito”, completou. Nesta semana, os telespectadores de “Vai na Fé” ficaram revoltados após a Globo cortar uma das cenas mais esperadas da novela, o beijo lésbico entre Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman). Após a repercussão negativa, a assessoria da emissora amenizou a censura. “Toda novela está sujeita a edição. Uma rotina que atende às estratégias de programação ou artísticas. Isso, inclusive, é sinalizado nos resumos de capítulos divulgados pela Globo”, diz o conteúdo da nota oficial. Segundo fontes, a produção teria considerado que o beijo poderia ser demais para o público de uma trama evangélica. Mas a reação nas redes sociais está fazendo a emissora reconsiderar a ideia, diante do apoio a #Clarena. Fiquei muito triste de saber que em 2023 ainda há censura de um beijo de duas mulheres. E parece que não é só aqui: na França, onde está passando “Em Família” também cortaram o beijo de Clara e Marina. Depois tem gente q questiona o “dia da visibilidade lésbica”. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023 Sofri muito com essa história na época de #Clarina. Achava um absurdo, na real. Entendo que o Brasil é um país conservador, mas não normalizar o afeto entre duas pessoas do mesmo sexo só faz a manutenção do preconceito. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023 Na nossa época o beijo era cronometrado. Tinha que contar “1, 2, 3” e não abrir a boca. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023

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  • Música

    Rita Lee teve 80 músicas em trilhas de novelas

    9 de maio de 2023 /

    Recordista em gravações em trilhas de novelas, Rita Lee deixou sua marca em 79 folhetins da Globo e um do SBT, embalando desde personagens até aberturas das produções. A cantora, que morreu na noite de segunda-feira (8/5) aos 75 anos, chegou a ganhar uma coletânea da gravadora Som Livre em 2001, chamada justamente “Rita Lee – Novelas”, destacando 16 sucessos da cantora que fizeram parte da história da TV brasileira. Mas muita coisa ficou de fora. Desde que lançou a primeira canção, “Sucesso Aqui Vou Eu”, em “A Próxima Atração” (1970), ela se tornou a favorita dos produtores das trilhas. Só a música “Erva Venenosa” apareceu em quatro novelas: “Um Anjo Caiu do Céu” (2001), “Cobras & Lagartos” (2006), “Escrito nas Estrelas” (2010) e “Malhação” (2013)”, na Globo, além de “Chiquititas” (2013), no SBT. De trilha de personagem, ela chegou às aberturas em 1978, com “O Pulo do Gato” – que tinha como tema “Eu e Meu Gato”. Dois anos depois, estourou com a música da abertura de “Chega Mais” (1980), seguida por “Flagra” em “Final Feliz” (1982). Também gravou os temas de “Sassaricando” (1987), “Lua Cheia de Amor” (1990), “A Próxima Vítima” (1995), mas se arrependeu de fazer o tema de “Zazá” (1997). Ela ficou traumatizada com “Zazá”, porque “fui convidada para acrescer o refrão chatinho que acabou por destruir a música de vez: ‘Cadê Zazá, Zazá, Zazá…’. Disse que nunca mais faria outra abertura de novela, mas quebrou a promessa 13 anos depois, quando gravou o tema de “Ti Ti Ti” para o remake de 2010 – a música da versão original já era de Rita, mas a gravação foi feita pela banda metrô em 1985. “Emplacar um tema de abertura de novela é faca de um gume só, ou seja, sua música queima mais depressa que baseado em palha de milho e não se recebe um tostão sequer. A tal da ‘Zazá’, por exemplo, foi péssimo para mim: era uma homenagem bacana a Fernanda Montenegro como Mulher Maravilha”, disse ela ao Jornal do Brasil em 1997. Além das novelas, Rita Lee fez trilhas de outros programas, como o “TV Mulher”, que abria ao som de “Cor de Rosa Choque”, a série “Pé na Cova”, que teve a música “Hino dos Malucos”, e a minissérie “Todas as Mulheres do Mundo” (2020), que reuniu cinco sucessos da cantora. Lembre abaixo 9 aberturas clássicas embaladas por músicas de Rita Lee em produções da rede Globo.   | TV MULHER |     | PULO DO GATO |     | CHEGA MAIS |     | FINAL FELIZ |     | SASSARICANDO |     | LUA CHEIA DE AMOR |     | A PRÓXIMA VÍTIMA |     | ZAZÁ |     | TI TI TI |  

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