Netflix anuncia nova série brasileira, criada pelo diretor de A Era do Gelo e Rio
A Netflix anunciou a produção de uma nova série brasileira: “Cidades Invisíveis”, criada e dirigida por Carlos Saldanha, o cineasta responsável pelas animações “A Era do Gelo”, “Rio” e o recente “O Touro Ferdinando”. O projeto pretende explorar a fé e a mistura cultural da sociedade brasileira, por meio da história de um detetive que se envolve em uma investigação de assassinato, entrando em uma batalha entre dois universos: um real e um submundo habitado por criaturas míticas, saídas do folclore brasileiro. A descrição não indica se a produção é animação ou envolve atores reais. “’Cidades Invisíveis’ é um projeto de paixão de uma vida, que me traz de volta a filmar em meu país. Estou emocionado por poder levar um olhar contemporâneo do folclore brasileiro a milhões de pessoas ao redor do mundo conectadas através da Netflix”, disse Saldanha em comunicado oficial. “Este novo projeto marca um momento importante em nossos originais brasileiros, à medida em que adicionamos um novo gênero aos diversos conteúdos que temos trabalhado para oferecer aos nossos públicos, desfrutando da mistura cultural que torna o Brasil uma fonte rica e interessante de histórias com apelo universal. Estamos muito animados por fazer isso em parceria com um diretor talentoso e reconhecido mundialmente como o Carlos Saldanha”, disse Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix. A série terá oito episódios e começará a ser produzida no fim de 2018.
Equipes das séries Vida e One Day at a Time lançam campanha contra política imigratória dos EUA
A política de tolerância zero para imigrantes ilegais do governo Trump radicalizou de vez a divisão dos Estados Unidos entre “os horrorizados e os que trabalham no governo de Trump”, como definiu o apresentador Stephen Colbert em seu talk show na noite de terça (19/6). E os que trabalham para Trump estão fazendo um trabalho excelente para horrorizar ainda mais o resto dos americanos, como Corey Lewandowski, gerente da campanha que elegeu o atual presidente dos Estados Unidos. Durante um debate sobre o tema exibido ao vivo na Fox News, ele debochou de uma criança com Síndrome de Down separada da mãe na fronteira, por autoridades americanas, causando uma tempestade de m*rda no Twitter, que engajou Hollywood. A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) disparou: “Corey Lewandowski, você é um pedaço de m*rda”. Mary McCormack (da série “Falling Water”) ponderou um pouco mais: “Oh, meu Deus. O que nos tornamos? Corey Lewandowski zombou de uma criança de dez anos com Síndrome de Down que foi tirada de sua mãe. Por falar sobre um lugar especial no inferno. Onde está o Partido Republicano? Retuitem isso até que eles sejam forçados a olhar para si mesmos”. O diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o produtor Ben Wexler (série “The Grinder”) e muitos outros se manifestaram. Mas, na mesma noite, uma apresentadora do canal MSNBC não conseguiu manifestar nada. Rachel Maddow começou a dar uma notícia sobre bebês que estavam sendo levados de suas mães e colocados em abrigos para ilegais da “tenra idade”, mas engasgou e precisou interrompeu várias vezes a leitura, até pedir para sua produção cortar, completamente emocionada. O ultraje generalizado com a situação acabou inspirando as equipes das séries “Vida”, do canal pago Starz, e “One Day at a Time”, da Netflix, ambas sobre imigrantes latinos nos Estados Unidos, a se unirem em manifesto coletivo. Roteiristas das duas séries iniciaram numa campanha para que outras produções se juntem em protesto para acabar com a política de separação de crianças e bebês de pais imigrantes na fronteira dos Estados Unidos. As séries pedem doações para estabelecer auxílio legal para pais separados detidos e financiamento para a sua libertação. Num post no instagram, Tanya Saracho, a criadora de “Vida”, apontou que 1.995 crianças já foram separadas de suas famílias e uma cidade de tendas foi erguida no Texas apenas para alojar crianças imigrantes detidas. Locais que a comentarista Laura Ingraham da Fox News chamou de “basicamente acampamentos de verão”, jogando mais lenha da fogueira da indignação – e alimentando sua própria campanha no Twitter, para boicote aos patrocinadores de seu programa de TV. Corey Lewandowski, you are a piece of shit. https://t.co/0XeGkev2bW — Anna Kendrick (@AnnaKendrick47) June 20, 2018 Oh my lord. What have we become? Corey Lewandowski MOCKED a ten yr. old with Down Syndrome who was taken from her mother. Talk about a special place in hell. Where is the @gop? Retweet this until they’re forced to look at themselves. https://t.co/hHzDjMxsY4 — Mary McCormack (@marycmccormack) June 20, 2018 "Today I heard about a ten year old girl with Down syndrome that was taken from her mother and put into a cage.""Womp womp" – Corey Lewandowski, @CLewandowski_ This is who Trump has sticking up for him, and how. https://t.co/nRfL8g2n3U — James Gunn (@JamesGunn) June 20, 2018 This man, Corey Lewandowski, shouldn’t be able to leave his house without being punched in the face https://t.co/gcy5IuZIzT — Ben Wexler (@mrbenwexler) June 20, 2018 Rachel Maddow chokes up and cries on air as she struggles to deliver news that migrant babies and toddlers have been sent to "tender age" shelters pic.twitter.com/O6crm8cvyR — Justin Baragona (@justinbaragona) June 20, 2018 One Day at a Time & Vida are teaming up to end family separation at the border. Donate here to directly support legal services for detained separated parents and funding for their release. #onevidaatatime #keepfamiliestogether https://t.co/GN9YMqjsAM pic.twitter.com/f3MQzv2Cj2 — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) June 19, 2018 #Repost @vidawriters ・・・ In just 6 weeks, upon being detained at the border, 1,995 children have been separated from their families and now a tent city has cropped up in Texas built to detain immigrant children. We have to do something. The #vidawriters Room challenges @gloriakellett and the @odaatnetflix Writers Room to take the #OneVidaAtATime Challenge to #keepfamiliestogether & #endfamilyseparation by donating to @raicestexas to directly support legal services for detained separated families, including providing bonds to get parents released from detention so they can re-unite with their children. Will you do it? HERE'S WHAT TO DO: -COLLECTION: Collect donations (any amount will do) from your show’s writers and support staff — and — Get your parent company to match that amount. -DONATE: Make the donation to https://actionnetwork.org/ fundraising/bondfund -POST YOUR CHALLENGE: Post a video or pic of your writers room/staff holding up signs that say either #keepfamiliestogether and/or #endfamilyseparation, challenging another TV writers room. Uma publicação compartilhada por Tanya Saracho (@tanyasaracho) em 19 de Jun, 2018 às 3:43 PDT
4ª temporada de Lucifer terá apenas 10 episódios
Os showrunners de “Lucifer” revelaram os primeiros detalhes da produção da 4ª temporada, a primeira feita para a Netflix, que resgatou a série do cancelamento. Em entrevista ao site TVLine, Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas o número pode aumentar, caso alguns dos dois episódios de bônus – já exibidos na Fox – sejam inseridos na lista de exibição. “O episódio focado em Ella pode se encaixar”, adiantou Henderson. Fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deve permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A 4ª temporada começará a ser gravada em agosto. Entretanto, os produtores não revelaram se a Netflix vai esperar a produção ser completada para marcar a estreia ou se irá disponibilizar um episódio por semana, o que tornaria “Lucifer” ainda mais parecida com sua versão original. E um detalhe muito importante: os novos episódios não tem a intenção de encerrar a série.
Marco Pigossi vai estrelar primeira série australiana da Netflix
O ator Marco Pigossi, da atual novela “Onde Nascem os Fortes”, vai estrelar a seguir uma produção da Netflix. O detalhe é que não se trata de uma série brasileira, mas a primeira atração australiana no serviço de streaming. Intitulada “Tidelands”, a série foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”), tem temática fantástica e inclui sereias. A trama acompanha uma ex-presidiária (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), que investiga os mistérios da pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Pigossi fará par romântico com a protagonista. O elenco também inclui os australianos Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Mattias Inwood (“Will”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e a espanhola Elsa Pataky, estrela da franquia “Velozes e Furiosos” e mulher do astro Chris Hemsworth (o Thor). Ainda não há previsão para a estreia.
Stranger Things vai virar revista em quadrinhos
A Netflix fechou uma parceria com a editora Dark Horse para publicar quadrinhos inspirados na série “Stranger Things”. Serão vários lançamentos, tratados como minisséries com histórias completas. A primeira série terá quatro edições e vai se passar no período da 1ª temporada, focando nas aventuras de Will Byers no Mundo Invertido, algo que não foi visto pelos assinantes da Netflix. Na série, o menino passou esse período “desaparecido” e só voltou à trama no momento em que foi resgatado. O primeiro número deve ser lançado já em setembro, escrita por Jody Houser, com artes de Stefano Martino e Keith Champagne e capas feitas por Aleksi Briclot, Rafael Albuquerque e Kyle Lambert. A revista Entertainment Weekly adiantou três capas e duas páginas internas da publicação, que podem ser conferidas abaixo.
Killing Eve lidera indicações ao prêmio dos críticos de TV dos Estados Unidos
A Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos, conhecida pela sigla TCA em inglês, anunciou os indicados a seu prêmio anual, que reconhece os melhores da produção televisiva norte-americana na opinião da crítica especializada. Neste ano, os 200 críticos membros da TCA assistiram ao menos 500 séries e um número não revelado de reality shows para chegar na lista dos nomeados. E a produção mais lembrada foi uma série estreante: “Killing Eve”, do canal pago BBC America, que recebeu cinco indicações. Logo em seguida, com uma indicação a menos, destacou-se a veterana “The Americans”, em sua última temporada no FX. O canal pago FX e a plataforma de streaming Netflix lideraram em quantidade de nomeações (10 e 9, respectivamente), mas até emissoras pouco lembradas pelo Emmy e o Globo de Ouro, como Starz, TBS, CNN e The CW também constam na lista. “É um momento empolgante para a televisão e as indicações ao TCA Awards mostram o quanto existe de programação e como ela pode ser encontrada em qualquer lugar e para todos os públicos”, disse Daniel Fienberg, presidente da TCA e crítico de TV da revista The Hollywood Reporter. A 34ª edição dos TCA Awards será apresentada pela comediante Robin Thede no dia 24 de agosto. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao TCA Awards 2018 Melhor Intérprete em Drama Jodie Komer, por Killing Eve – BBC America Darren Criss, por The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Elisabeth Moss por, The Handmaid’s Tale – Hulu Sandra Oh, por Killing Eve – BBC America Matthew Rhys, por The Americans – FX Keri Russell, por The Americans – FX Melhor Intérprete em Comédia Pamela Adlon, por Better Things – FX Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend – The CW Rachel Brosnahan, por The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Ted Danson, por The Good Place – NBC Donald Glover, por Atlanta – FX Bill Hader, por Barry – HBO Melhor Reality Show The Great British Baking Show – PBS Nailed It! – Netflix Project Runway – Lifetime Queer Eye – Netflix RuPaul’s Drag Race – VH1 Melhor Programa Infantil Daniel Tiger’s Neighborhood – PBS Kids Elena of Avalor – Disney Channel Muppet Babies – Disney Junior Odd Squad – PBS Kids Sesame Street – HBO Sofia the First – Disney Junior Melhor Programa de Variedades Full Frontal with Samantha Bee – TBS Jimmy Kimmel Live – ABC Last Week Tonight with John Oliver – HBO Late Night with Seth Meyers – NBC The Late Show with Stephen Colbert – CBS Saturday Night Live – NBC Melhor Programa de Notícias e Informação Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN 60 Minutes – CBS Blue Planet 2 – BBC America The Rachel Maddow Show – MSNBC The Vietnam War – PBS Wild Wild Country – Netflix Melhor Filme ou Minissérie Alias Grace – Netflix The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Howards End – Starz Patrick Melrose – Showtime The Tale – HBO Twin Peaks: The Return – Showtime Melhor Drama The Americans – FX The Crown – Netflix The Good Fight – CBS All Access The Handmaid’s Tale– Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC Melhor Comédia Atlanta – FX Barry – HBO GLOW – Netflix The Good Place – NBC The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon One Day at a Time – Netflix Melhor Programa Estreante Barry – HBO Counterpart – Starz GLOW – Netflix Killing Eve – BBC America The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Mindhunter – Netflix Programa do Ano The Americans – FX Atlanta – FX The Good Place – NBC The Handmaid’s Tale – Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC
Alex Kurtzman fecha contrato para criar novas séries da franquia Star Trek
O cineasta Alex Kurtzman fechou um acordo de exclusividade com o CBS Studios até 2023. Pelo contrato, Kurtzman deve receber US$ 25 milhões e assumir a função de showrunner da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, após a demissão dos responsáveis pela 1ª temporada, além de desenvolver novas séries para expandir o universo “Star Trek” por meio de sua produtora, a Secret Hideout. O site The Hollywood Reporter aponta que uma das possibilidades em discussão são um novo desenho animado da atração e um série centrada no Capitão Jean-Luc Picard, de “Star Trek: A Nova Geração”. Este rumor ganhou força após Patrick Stewart dar uma entrevista em que afirmou que ainda não viu “Star Trek: Discovery”, mas pode ter motivos para vê-la em breve. Veja abaixo. Já a Variety aponta que uma das possibilidades pode ser uma série na Academia da Frota Estelar (Starfleet Academy), atualmente em desenvolvimento por Stephanie Savage e Josh Schwartz, criadores de “Gossip Girl” e “Runaways” Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries, onde começou a carreira como roteirista de “Hércules”, “Xena” e “Alias”, antes de criar “Fringe” e “Sleepy Hollow”, sempre em dupla com Roberto Orci. O contrato com a CBS é o maior acordo de Kurtzman desde o final da parceria há dois anos.
Tau: Terror tecnológico da Netflix ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Tau”, um terror tecnológico que combina cientista louco, computador cruel e testes sádicos de behaviorismo. A prévia mostra a protagonista, interpretada por Maika Monroe (“Corrente do Mal”), raptada de sua casa pelo cientista vivido por Ed Skrein (“Deadpool”) e levada para um ambiente controlado por uma inteligência artificial, com o objetivo de completar uma experiência. Logo, ela recebe a companhia de outras cobaias e passa a ser torturada cada vez que se recusa a fazer o que lhe é pedido. O elenco ainda destaca Gary Oldman, vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de uma Nação” como a voz do computador Tau. “Tau” é o primeiro longa escrito por Noga Landau (roteirista da série “The Magicians”) e dirigido por Federico D’Alessandro (artista de storyboards dos filmes da Marvel). A estreia está marcada para 29 de junho na plataforma de streaming
Samantha!: Novo teaser da série de comédia brasileira da Netflix evoca a Turma do Balão Mágico
A Netflix divulgou uma arte e um novo teaser de “Samantha!”, sua primeira série de comédia brasileira. A prévia é um clipe flashback da Turminha Plimplom, a versão fictícia da Turma do Balão Mágico da trama. O vídeo traz um trio de crianças cantando e dançando a música “Abraço Infinito”, em meio a dançarinas de maiô num cenário de programa infantil. Arranjo musical, figurino e cenografia localizam a cena nos anos 1980, reforçando a referência – que tem direito até a propaganda subliminar, incluída entre os frames como se acreditava ser efetivo na época, e como Sílvio Santos ainda acredita. Quando foi anunciada, a sinopse de “Samantha!” lembrava bastante a vida da cantora Simony, e pelo vídeo da Turminha Plimplom a produção não parece ter receio nenhum de borrar as fronteiras entre a ficção e a inspiração. A série gira em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Samantha (vivida por Emanuelle Araújo, a Gretchen de “Bingo: O Rei das Manhãs”) é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). Para quem não lembra, depois da carreira de cantora mirim, Simony se casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru, e com quem teve dois filhos. Após a separação, ela também teve um romance e uma filha com um jogador de futebol. A série parece um resumo remix dessa história. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” está sendo produzida pela empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga. A direção dos episódios também contará com Luis Pinheiro (“Julie e os Fantasmas”) e Julia Jordão (“O Negócio”), e os roteiros estão a cargo de Roberto Vitorino (“Justiça”), Patricia Corso (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), Rafael Lessa (“Vai que Cola”) e Filipe Valerim (“Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”). “Samantha!” estreia no dia 6 de julho na Netflix.
Will Ferrell vai estrelar comédia musical na Netflix
O comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) vai estrelar seu primeiro filme para a Netflix. Intitulada “Eurovision”, a comédia vai girar em torno do famoso festival musical que lhe dá nome, uma competição anual de músicas inéditas da Europa. O Eurovision foi realizado pela primeira vez na Suíça em 1956 e já teve entre seus participantes astros célebres, como a cantora Céline Dion (em 1988) e o grupo ABBA (em 1974). Além de estrelar, Ferrell também vai coproduzir com seu sócio Adam McKay (diretor de “A Grande Aposta”) e escrever o roteiro em parceria com Andrew Steele, com quem já trabalhou na minissérie “The Spoils of Babylon” (2014) e na comédia em espanhol “Casa de mi Padre” (2012). A produção vai se juntar a filmes com Adam Sandler, Chris Rock e Kevin James no arsenal de comédias exclusivas da plataforma de streaming. Mas ainda não possui data de estreia.
Coisa Mais Linda: Série da Netflix sobre a Bossa Nova escala Marisa Casadevall como protagonista
A série “Coisa Mais Linda”, produção da Netflix sobre a época da Bossa Nova, começou a escalar seu elenco. E já tem os primeiros nomes confirmados. Segundo a coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpretará a protagonista da atração. Sua personagem, Maria Luiza, será uma mulher dependente do pai, Ademar, e do marido, Pedro. Quando esse último desaparece, ela resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde o marido ia abrir e restaurante, e transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Além dela, a atração contará com Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá oito episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira.
Kristen Bell passa a lua de mel com o pai no trailer de comédia da Netflix
A Netflix divulgou cinco fotos e o trailer de “Like Father”, comédia estrelada por Kristen Bell (da série “The Good Place”). A prévia resume a trama, ao mostrar como a protagonista é abandonada no altar no dia de seu casamento, justamente quando o pai que ela não vê há anos decide reaparecer. O reencontro é seguido por uma grande bebedeira e, quando ela se dá conta, os dois acordam a bordo do cruzeiro que ela tinha reservado para sua lua de mel. Sem opções, os dois terão que resolver suas diferenças ou passar a viagem inteira sem se falar. Além de Kristen Bell, o elenco inclui Kelsey Grammer (da série clássica “Frasier”) como o pai e Seth Rogen (“A Entrevista”) como um passageiro que vira interesse romântico. A direção é de Lauren Miller Rogen, atriz e roteirista de “Para se Divertir, Ligue…” (2012), que estreia na função e que é casada, desde 2011, com Seth Rogen. A estreia acontece no dia 3 de agosto.
La Casa de Papel pode ganhar remake ou spin-off passado nos Estados Unidos
Atração internacional mais assistida da Netflix, “La Casa de Papel” deve ganhar versão americana. Em entrevista ao site Vulture, o vice-presidente de conteúdo original da Netflix, Erik Barmack, revelou que a plataforma planeja fazer um remake ou spin-off da série espanhola passado nos Estados Unidos. A razão é a mesma que justifica as refilmagens de Hollywood: o público americano não gosta de ler. Isto é, não assiste produções com legendas. Assim, “La Casa de Papel” não fez o mesmo sucesso nos Estados Unidos e Reino Unido, em comparação com a audiência em outros países. “Nós estamos debatendo se devíamos pegar o roteiro e copiá-lo linha por linha, ambientando-o nos Estados Unidos”, Barmack afirmou. “Mas existe algo tão único nele, ao redor daquele assalto, daqueles personagens com nomes de cidades, seu humor. Se a maioria dos executivos for contra, não devemos fazer. Mas se for 50%/50%, a decisão é minha. Inclusive, o criador Álex Pina já comentou que deseja tornar o show mais ousado a cada ano. Então, ele cogita levar a trama para os Estados Unidos, tentar roubar o Fort Knox. Eu adorei. Faz sentido para os personagens, poderia ser um spin-off e seria fiel à visão da história. Ia ser incrível.” Mas nem todos os executivos são há favor. Há quem veja nisso um passo atrás na ideia de implantar um perfil internacional na plataforma, ao mesmo tempo em poderia assinalar uma desvalorização para as séries de línguas não inglesa. Originalmente produzida como uma história completa para a TV espanhola, a série virou frisson mundial ao ser exibida pela Netflix, que encomendou uma nova temporada inédita e exclusiva para ser exibida em streaming em 2019.












