PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Selma Blair se junta a Katee Sackhoff em nova série sci-fi da Netflix

    25 de agosto de 2018 /

    A atriz Selma Blair (de “Hellboy”) entrou em “Another Life”, nova série de ficção científica da Netflix. Ela vai se juntar no elenco à anteriormente anunciada Katee Sackhoff (de “Battlestar Galactica”). A trama da série é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que embarca numa missão para explorar a existência de uma inteligência alienígena, por meio da investigação de um artefato misterioso. Isto leva sua equipe a cortejar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. Blair interpretará uma social influencer chamada Harper Glass, que usa jornalismo, mídias sociais e uma inteligência afiada para realizar uma das maiores reportagens da história da humanidade. Curiosamente, a atriz apareceu neste ano em outra série sci-fi da Netflix, numa participação especial em “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). “Another Life” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias ​​Grace”). A Netflix encomendou uma temporada de 10 episódios, que ainda não tem previsão de estreia, mas só deve ser disponibilizada em 2019.

    Leia mais
  • Série

    Série Easy é renovada para a 3ª e última temporada na Netflix

    25 de agosto de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Easy” para sua 3ª temporada, que também será o final da série escrita e dirigida por Joe Swanberg. “Easy” é uma antologia de formato tradicional (cada episódio conta uma história completa), que acompanha diversos personagens em busca de amor, mas principalmente de sexo. Graças a este formato, que não envolve muito comprometimento do elenco, a série atrai diversos atores conhecidos, alguns dos quais até bisaram suas participações nas duas primeiras temporadas. As participações incluem astros como Dave Franco (“Vizinhos”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Aubrey Plaza (série “Legion”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Joe Lo Truglio (série “Brooklyn Nine-Nine”), Kiersey Clemons (“Um Vizinho Perigoso”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”), Aya Cash (série “You’re the Worst”), Kate Micucci (“Sonhos à Deriva”), Elizabeth Reaser (“Crepúsculo”), Jacqueline Toboni (série “Grimm”), Evan Jonigkeit (série “Frontier”) e Marc Maron (série “Glow”). A série caiu nas graças da crítica norte-americana, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não tem grande repercussão na mídia. Como a Netflix não divulga sua audiência, isso pode ser visto como indício dos motivos para o cancelamento da produção após mais uma leva de episódios.

    Leia mais
  • Série

    Jane Levy entra na nova série do criador de Revenge para a Netflix

    24 de agosto de 2018 /

    A atriz Jane Levy (de “O Homem nas Trevas” e da série “Castle Rock”) se juntou à Renée Zellweger no elenco de “What/If”, nova série da Netflix. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. Levy deve viver a mulher do casal, chamada Lisa, sobre a qual não há informações. Já a personagem de Zellweger é Anne, descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ela ainda era uma garota. Ainda não há previsão de estreia para “What/If”.

    Leia mais
  • Série

    Lucifer escala atriz para interpretar Eva na 4ª temporada

    24 de agosto de 2018 /

    A 4ª temporada de “Lucifer” vai incluir um novo personagem bíblico com ligações com o Diabo, vivido na trama por Tom Ellis. Após trazer Caim, interpretado por Tom Welling (“Smallville”) na 3ª temporada, a série vai apresentar sua mãe, Eva. A atriz israelense Inbar Lavi (do revival de “Prison Break” e da série “The Last Ship”) foi escalada no papel da “pecadora original” e mãe da humanidade. A descrição da personagem revela como ela será introduzida na série. “Depois de uma eternidade com Adão, Eva ficou inquieta em seu casamento e sente saudades de um tempo menos previsível quando as coisas eram excitantes. Impertinente. Perigosa. Ela sente falta do seu primeiro e intenso amor… o charmoso patife que a tentou há muitos anos. Isso mesmo, o próprio diabo… Lúcifer”. Esta reviravolta não pode ser encontrada nos livros cristãos. E nem nos quadrinhos da DC/Vertigo em que a série supostamente se baseia. Por curiosidade, a trama em quadrinhos de “Lucifer” inclui Lilith, que seria a outra mulher de Adão, uma criação do Diabo concebida para rivalizar com a Eva criada por Deus. Os novos episódios de “Lucifer” serão disponibilizados com exclusividade na Netflix, em data ainda não divulgada.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix está desenvolvendo continuação de Death Note

    24 de agosto de 2018 /

    A Netflix está desenvolvendo uma continuação de “Death Note”, adaptação americana do mangá de mesmo nome, lançada na plataforma em 2017. A informação surgiu em meio a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre novos projetos do serviço de streaming. O roteirista Greg Russo, que assina o remake ainda inédito de “Mortal Kombat”, está desenvolvendo a história da sequência. Não há outras informações sobre o projeto, como o envolvimento do diretor do primeiro filme, Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), ou a volta do elenco. O primeiro “Death Note” foi destruído pela crítica, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, e virou foco de discussões sobre apropriação cultural e falta de representatividade, graças ao elenco ocidental escalado para dar vida a personagens com nomes japoneses e ao folclore do país asiático. Mas teria sido um sucesso “considerável” para a Netflix, numa declaração creditada ao executivo Ted Sarandos pela The Hollywood Reporter. Os quadrinhos criados por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata contam a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá fez tanto sucesso que já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. A adaptação americana trouxe Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L, que o investiga, e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk (neste caso, o nome japonês foi mantido), que tenta convencê-lo a matar cada vez mais. O “Death Note 2” da Netflix ainda não tem data de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Criadora de Jessica Jones troca Netflix/Marvel por contrato para criar séries para a Warner/DC Comics

    24 de agosto de 2018 /

    A roteirista e produtora Melissa Rosenberg, que escreveu os filmes da franquia “Crepúsculo” e criou a série “Jessica Jones”, assinou um contrato milionário com a WBTV (Warner Bros. Television) para desenvolver novas séries exclusivas. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Netflix tentou cobrir a oferta e fazer com que ela ficasse no serviço de streaming, mas Rosenberg se disse “pronta para tentar algo novo”. O contrato com a Warner representa uma volta ao estúdio onde ela trabalhou em sua primeira série de super-heróis, “Birds of Prey” (mal-traduzida no Brasil como “Mulher-Gato”). Rosenberg também escreveu e produziu “The O.C.” para a WBTV. Estaria ela, também, trocando a Marvel (Jessica Jones) pela DC Comics? Este é o primeiro revés criativo da Netflix, que nos últimos meses vinha tirando produtores de outros estúdios com contratos de exclusividade. E acontece quando a Warner intensifica sua presença no streaming, com o projeto de uma plataforma exclusiva para adaptações de seus quadrinhos, a DC Universe, além de ser a primeira negociação com um produtor de conteúdo da Warner Media, que é a nova denominação da empresa-mãe, após a aquisição da Time Warner pela companhia de comunicação AT&T. Rosenberg desenvolverá novos projetos para a Warner assim que finalizar a 3ª temporada de “Jessica Jones”, atualmente em produção pela Netflix. A data de estreia da série da super-heroína vivida por Krysten Ritter ainda não foi definida pelo serviço de streaming. Caso “Jessica Jones” seja renovada para uma 4ª temporada, a produção seguirá com um novo showrunner, mantendo os créditos de Rosenberg como criadora e produtora executiva, mas sem seu envolvimento nas decisões criativas da série. “‘Jessica Jones’ continua sendo o pico da minha carreira até aqui”, disse Rosenberg em comunicado sobre a negociação. “Sinto-me extraordinariamente grata aos espectadores que acompanharam a jornada de Jessica, lindamente realizada por Krysten Ritter e o nosso talentoso elenco […]. Estou animada para trabalhar, após essa próxima temporada, em novos projetos com a Warner Television”.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Atriz e criadora de série da Netflix revela ter sofrido estupro coletivo em meio à produção

    22 de agosto de 2018 /

    A atriz e roteirista Michaela Coel, criadora e estrela de “Chewing Gum”, lançada no Brasil pela Netflix, revelou ter sofrido um estupro coletivo em meio à produção da série. Ela compartilhou o trauma durante uma palestra no Festival de Televisão de Edimburgo. Coel frisou que o abuso não ocorreu “dentro dos escritórios da produtora ou foi cometido por algum funcionário da produção”. “Eu estava virando a noite no trabalho, tinha que entregar um episódio às 9 da manhã do dia seguinte”, comentou. “Eu resolvi fazer um intervalo e encontrar um amigo que estava por perto para tomar um drinque. A próxima coisa que eu me lembro é estar na frente do computador, no dia seguinte, digitando”. Coel contou que, pouco depois, teve um “flashback” em que se lembrou de ser abusada sexualmente por “um grupo de homens desconhecidos”. “Logo depois de procurar a polícia, antes mesmo de falar com minha família, liguei para os meus produtores. E então o dilema começou: Como operamos, nesse ramo, quando há uma emergência desse tipo?”, questionou. “De uma hora para a outra, todo mundo ficou muito ansioso, funcionários e chefes”, continuou. “Nos próximos dias, todo mundo ao meu redor no trabalho ficou tentando descobrir onde a linha da empatia estava, e como me tratar, e o quanto exigir de mim. Quando há a polícia envolvida, e imagens de câmeras de segurança de homens desconhecidos carregando sua roteirista, adormecida, para lugares perigosos, quando cortes são encontrados e há sangue, como uma empresa deve agir?”. Coel relatou que a produtora Retort a enviou para uma clínica de recuperação psicológica e bancou a sua terapia até o fim das gravações de “Chewing Gum”. Ainda segundo ela, o caso extremo aconteceu após sua primeira experiência com assédio sexual. “Uma vez, eu tinha vencido um prêmio por roteiro. Em uma festa depois da cerimônia, um produtor famoso da TV britânica se aproximou de mim, se apresentando. Eu disse: ‘Ah, claro, prazer em conhecê-lo!’. Ele imediatamente me respondeu: ‘Você faz ideia do quanto eu quero transar com você agora?’. Eu dei meia volta e fui embora imediatamente, deixando o meu acompanhante sozinho na festa. Ele me ligou mais tarde, irritado, dizendo que alguém tinha usado ofensas racistas se dirigindo a ele. Era o mesmo produtor”, relatou a atriz. Além de “Chewing Gum”, Coel pode ser vista em outra produção da Netflix, a antologia “Black Mirror”, no celebrado episódio “USS Callister”. Ela também teve um pequeno papel em “Star Wars: Os Últimos Jedi” e atualmente prepara uma série para a BBC sobre assédio. Intitulada “Jan 22nd”, a atração vai explorar a questão do consentimento sexual na vida contemporânea e será escrita e estrelada por ela, baseada em suas próprias experiências.

    Leia mais
  • Série

    Série teen britânica The End of the F***ing World é renovada para a 2ª temporada

    22 de agosto de 2018 /

    A Netflix e o Channel 4 anunciaram a renovação da série adolescente britânica “The End of the F***ing World” para a 2ª temporada. A atração adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Na 1ª temporada, os dois decidem roubar um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi desenvolvida pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), que voltará a escrever a 2º temporada, e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. Os oito episódios inaugurais “The End of the F**king World” começaram a ser exibidos em outubro do ano passado no Reino Unido e chegaram apenas em janeiro deste ano na plataforma de streaming. O cronograma de estreia da 2ª temporada não foi divulgado.

    Leia mais
  • Série

    American Vandal: Trailer da 2ª temporada introduz mistério do “bandido do cocô”

    21 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer (sem legendas) da 2ª temporada de “American Vandal”, que revela o tema do próximo mistério da atração. Desta vez, os destemidos documentaristas fictícios da produção precisarão desvendar quem é o “Ladrão de Bosta”. Na 1ª temporada, os estudantes e aspirantes a documentaristas Peter Maldonado (Tyler Alvarez, da série “Every Witch Way”) e Sam (Griffin Gluck, de “Red Band Society”) investigaram o caso de um jovem estudante chamado Dylan Maxwel (Jimmy Tatro, de “Anjos da Lei 2”), expulso de sua escola por supostamente pichar 27 carros do estacionamento com desenhos de pênis. Acreditando que o colega era inocente, eles resolvem fazer justiça com as próprias câmeras. Pois bem. Após ganharem notoriedade pelo caso do “Vândalo do Pênis”, agora precisarão lidar com outro problema ligado ao corpo humano. Mas em vez de defender um inocente, terão que enfrentar um vilão, ao descobrir a identidade do aluno do Ensino Médio que está contaminando a alimentação dos colegas para provocar um festival de diarreia na escola. Com esse tema, a 2ª temporada promete abusar da escatologia, levando adiante sua paródia do formato de séries de documentários sobre crimes reais (como “Making a Murderer”). Criada por Tony Yacenda e Dan Perrault (que fizeram juntos a série “Neon Arcade”), a atração indicada ao Emmy e vencedora do Peabody, uma das mais prestigiadas premiações artísticas dos Estados Unidos, retorna com novos episódios em 14 de setembro no serviço de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Tom Ellis manda recado para os fãs brasileiros de Lucifer

    21 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de “Lucifer”, em que Tom Ellis e Aimee Garcia mandam uma mensagem aos fãs da atração no Brasil, agradecendo o apoio na campanha que resgatou a série e prometendo que, apesar da espera ser maior que o costume, a 4ª temporada da série “vai ser muito boa”. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Por baixo dos ternos caros do Lucifer bate um coraçãozinho brasileiro! pic.twitter.com/LNrWLXEtU1 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 20, 2018

    Leia mais
  • Série

    GLOW é renovada para a 3ª temporada

    20 de agosto de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “GLOW” para sua 3ª temporada. O anúncio vem dois meses depois de atração estrear seu segundo ciclo na plataforma de streaming. E o Emmy pode ter ajudado. A série de comédia não está entre as mais vistas da Netflix, mas tem se destacado de outra forma, com reconhecimento da indústria. Já vencedora dos prêmios Satellite e do Sindicato dos Diretores de Arte, “GLOW” foi indicada a seis categorias do Emmy 2018, inclusive Melhor Série de Comédia. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série se passa nos anos 1980 e tem como ponto de partida uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato num projeto de programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas em sua produção era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. O elenco da série também inclui Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. É melhor nem tirar o glitter do rosto! Glow volta para mais uma temporada! pic.twitter.com/XLtDMmtg0w — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 20, 2018

    Leia mais
  • Série

    2ª temporada de Atypical ganha imagens e trailer legendado

    20 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Atypical”, uma de suas melhores série adolescentes. A trama gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” conquistou elogios da crítica e 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série foi criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”), e seu elenco ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os novos episódios de “Atypical” tem estreia marcada para 7 de setembro, dia em que a Netflix, aparentemente, vai quebrar – também estreiam nesta data a 2ª temporada de “Punho de Ferro” e os filmes “Sierra Burgess É uma Loser” e “Next Gen”.

    Leia mais
  • Filme

    Outlaw King vira Legítimo Rei em trailer equivocado de Sessão da Tarde na Netflix

    20 de agosto de 2018 /

    Em seu desejo de se popularizar no país, a filial nacional da Netflix vem agregando as piores características dos mercados de cinema e TV paga brasileiros. Um novo ponto baixo foi marcado nesta segunda (20/8) com a divulgação dublada do trailer de um filme que supostamente é um dos pontos altos da produção da matriz americana. E que tem sua qualidade sabotada pelo marketing local. Para começar, o velho estigma do título inventado atacou a obra sem piedade. “Outlaw King”, o rei fora-da-lei, expressão que aparece no trailer, virou “Legítimo Rei”, assim mesmo, em construção gramatical inglesa, com o adjetivo à frente do substantivo. Por quê? A palavra “legítimo” é, com o perdão da redundância, o legítimo antônimo de “fora-da-lei”, não seu sinônimo. Haja liberdade criativa! Mas o que se demanda, cada vez mais, inclusive com petições do público para os grandes estúdio, é fidelidade. Os problemas amentam ainda mais quando os atores abrem a boca e, em vez de sotaque escocês, ouve-se vozes conhecidas da Sessão Tarde. “Ishto rasshga… a alma”! “Outlaw King” vai abrir o Festival de Toronto, mas aqui tem marketing de telefilme. Equívoco? Talvez redefinição de público-alvo. Ao buscar atrair a classe D, a Netflix não parece preocupada em alienar os assinantes atuais. Já vimos esse filme antes na TV paga, quando as séries deixaram de ser legendadas para ganhar exibição dublada. Para, daí, serem oferecidas novamente com legendas em canais premium, com assinatura mais cara, elitizando o serviço que antes estava no pacote básico. Se é para ser mais acessível, então porque a tradução não foi além e batizou o rei da Escócia Robert the Bruce como Roberto I, como é conhecido no Brasil? Para não confundir com o outro Rei Roberto, o Carlos? Detalhes tão pequenos, mas que revelam muito sobre as motivações nada educativas por trás da opção da Netflix pela popularização. O filme que originalmente se chama “Outlaw King” é ambientado no começo do século 14 e traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como Robert The Bruce, que após ser coroado Rei dos Escoceses enfrenta um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, responsável por ocupar a Escócia e declarar Robert um rei fora-da-lei – daí o título original. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Chris Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A primeira exibição está marcada para 6 de setembro no Canadá, no evento de gala da abertura do Festival de Toronto, e a estreia em streaming só vai acontecer dois meses depois, em 9 de novembro. O filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie