The After Party: Amigos tentam descolar contrato de rap em comédia do criador de How to Make It in America
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “The After Party”, comédia que acompanha dois amigos tentando descolar um contrato de gravação de rap. A missão se torna quase impossível quando o candidato a rapper é gravado vomitando em Wiz Khalifa e tendo uma convulsão no palco. Mas entrar de penetras numa festa badalada pode salvar seus planos. Repleto de rappers famosos, o filme foi escrito e dirigido por Ian Edelman, criador da ótima – e injustamente cancelada – série da HBO “How to Make It in America”, e destaca em seu elenco o jovem rapper Kyle, em sua estreia como ator, ao lado de Harrison Holzer (“Sex Tape”), como seu melhor amigo e empresário, além de Shelley Hennig (“Teen Wolf”), Teyana Taylor (“The Breaks”), Blair Underwood (“Quantico”) e Stephen Rider (“Instinct”). A estreia está marcada para 25 de agosto em streaming.
Emma Stone e Jonah Hill mergulham na esquizofrenia no primeiro trailer legendado da série Maniac
A Netflix divulgou o pôster, 10 novas fotos e o trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, mas na verdade é um remake da série norueguesa de mesmo nome, marcada por humor negro, que gira em torno de Espen, um homem adorado por todos, que vive uma vida onde tudo é possível. Só que, na verdade, ele é um doente mental trancado em uma ala psiquiátrica. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção de Cary Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista, o elenco também destaca Justin Theroux (série “The Leftovers”) como o cientista responsável pela experiência, irreconhecível de peruca, e Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”) como a executiva que questiona o projeto. “Maniac” tem estreia marcada para 21 de setembro em streaming.
Taylor Schilling se diz pronta para dar adeus a Orange Is the New Black
A atriz Taylor Schilling, que interpreta a protagonista Piper Chapman em “Orange Is the New Black”, disse que está pronta para considerar sua participação na série encerrada. A declaração foi dada à revista The Hollywood Reporter, ao comentar a situação de sua personagem após o final da 6ª temporada. “Tivemos uma jornada de sorte, mas sempre há essa parte de estar pronta para o final. Você entra já pronto para o fim. É uma maneira muito agridoce e também bonita de existir no mundo. Então a resposta é sim, eu acho que estou pronta para me despedir. Estou muito animada com o que virá a seguir”, comentou. Para quem não viu, as reviravoltas dos episódios mais recentes rendem spoilers gigantes. A série criada por Jenji Kohan encerrou sua 6ª temporada com a libertação antecipada de Piper, que saiu de Litchfield casada e completamente diferente do que era quando entrou. Seu final relativamente feliz contrastou com duas outras histórias que não terminaram nada bem. Taystee Jefferson (Danielle Brooks) foi condenada à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu e Blanca Flores (Laura Gomez) está sendo deportada após sua libertação. “As duas, Taystee e Blanca, têm estradas traiçoeiras e devastadoras à sua frente, enquanto Piper, por seus privilégios, tem uma transição comparativamente fácil”, disse Schilling na entrevista. “Parece que se você é uma pessoa branca com recursos financeiros, a lei não toca em você. E, inversamente, as pessoas são punidas por serem pobres, ao contrário de serem punidas por qualquer tipo de crime”. A atriz disse se sentir grata por poder mostrar esse tipo de situação na tela. “Existem paralelos entre uma pessoa negra ou latina cometendo um crime e uma pessoa branca cometendo exatamente o mesmo crime, a disparidade na sentença é notável. É incrivelmente importante mostrar isso e eu estou feliz que tivemos a chance de falar sobre isso através da série, particularmente através dessa dinâmica Piper-Taystee”. Na entrevista, Schilling falou ainda acreditar que mostrar o processo de saída de Piper e das demais detentas era uma parte importante que a série precisava exibir. “Não há comparação com as consequências devastadoras que Taystee e Blanca estão enfrentando. Não há comparação com a volta de Piper para uma casa, uma rede que a apoia, tendo acesso ao mercado de trabalho, basicamente porque ela é branca. É uma parte vital da história. É importante ver essa mulher branca entrar no sistema e depois deixar o sistema. E agora mais do que nunca, como eu acho que essas conversas sobre privilégios estão sendo realizadas e estão muito mais presentes na cultura popular, há ainda mais espaço para examiná-las com profundidade”. Apesar da saída de Piper, “Orange Is the New Black” já teve sua 7ª temporada confirmada. A atriz ainda não sabe se a trama irá continuar depois disso, mas seu clima agora é de despedida da atração. Piper, porém, ainda deve aparecer, pois assim como na narrativa de Aleida Diaz (Elizabeth Rodriguez), que anteriormente foi libertada e permanece na trama, ela deixou “família” na prisão – Alex Vause (Laura Prepon). A 6ª temporada chegou em 27 de julho à Netflix e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.
Atrizes de Orange Is the New Black assumem o namoro
Um novo romance ganhou vida real nos bastidores da 6ª temporada de “Orange Is the New Black”, que estreou na sexta-feira passada (27/7). As atrizes Emily Tarver, que interpreta a oficial de carceragem McCullough há dois anos, e Vicci Martinez, ex-participante do programa “The Voice” que virou a novata Daddy, assumiram seu namoro. “Nós estamos superapaixonadas”, disse Martinez, em entrevista ao jornal americano The New Tribune, revelando que o relacionamento também é musical. “Temos um grupo musical juntas. Comecei a fazer música novamente. Ela está realizando a minha fantasia de fazer duetos”. O relacionamento, na verdade, nunca foi um segredo. As duas compartilham fotos e vídeos juntas no Instagram desde fevereiro, quando Martinez ainda tinha que manter segredo. Não do namoro, mas sobre sua escalação na série da Netflix. No dia 7 de junho, mais de um mês antes da estreia do novo ano da série, ela fez uma declaração assumidíssima para a namorada: “Parabéns para a mulher dos meus sonhos. Amor? Incondicional. Com você, estou viva. Obrigada por compartilhar comigo seu coração, sua vida, sua alegria, seu humor e tudo! Amo você”. A nova temporada de “Orange Is the New Black” marcou a estreia de Martinez como atriz. Mas ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por sua participação em 2011 no programa de “The Voice”, onde acabou em 3º lugar. Após a repercussão do reality musical, ela chegou a gravar um single com CeeLo Green, “Come Along”, mas não emplacou e passou anos no anonimato antes de ser presa. Ou melhor, interpretar uma presidiária na série da Netflix. Já Tarver está na série desde a 4ª temporada, em 2016, e nos novos episódios sua personagem precisa lidar com o estresse pós-traumático, adquirido depois da rebelião em Litchfield. O namoro das duas é o segundo relacionamento nascido no set da série. Em 2017, a atriz Samira Wiley, que interpretava a carismática Poussey Washington, casou-se com Lauren Morelli, uma das roteiristas da atração. Mas as duas não estão mais ligadas à produção.
FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana
O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.
Clássico de George Orwell, A Revolução dos Bichos vai virar filme dirigido por Andy Serkis
A Netflix vai produzir uma nova versão de um dos maiores clássicos do escritor George Orwell, “A Revolução dos Bichos”. A obra já rendeu animações e filmes com animais de verdade, mas será a primeira vez que será adaptada com auxílio da tecnologia de captura de movimentos numa animação computadorizada realista. Para tanto, a direção ficou a cargo de um especialista no gênero, o ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”). “A Revolução dos Bichos” será o segundo filme dirigido por Serkis com lançamento exclusivo da Netflix. A plataforma adquiriu recentemente “Mogli: O Livro da Selva”, versão de outra obra clássica com bichos dirigida por Serkis, num acordo que tirou o lançamento da Warner dos cinemas para disponibilizá-lo em seu serviço de streaming. Serkis alimenta a vontade de adaptar “A Revolução dos Bichos” há anos e voltará a trabalhar, nesse projeto, com o diretor dos dois últimos “Planeta dos Macacos”, Matt Reeves, que entrará como produtor na empreitada. Lançado originalmente em 1945, o livro de Orwell conta a história de dois porcos, Bola-de-Neve e Napoleão, que se rebelam contra os humanos que são donos da fazenda onde vivem e inspiram os demais animais a lutarem por sua independência. Eles constroem uma sociedade utópica baseada na igualdade entre os bichos, mas logo Napoleão se vê consumido pelo poder e distorce a intenção original da revolução, eliminando seus rivais e instituindo um mandamento fundamental: “Todos os animais são criados iguais, mas alguns são mais iguais do que outros”. Autoproclamado social democrata, Orwell escreveu a fábula como uma crítica ao regime stalinista na então União Soviética, que ele considerava uma “traição” dos princípios da Revolução Russa de 1917. A crítica de esquerda, claro, foi cooptada pela extrema direita, a ponto de o primeiro desenho de “A Revolução dos Bichos”, lançado em 1954, ter sido financiado pela CIA, a agência secreta americana. Esta versão, feita no auge maniqueísta da Guerra Fria e quatro anos após a morte de Orwell, é a única que muda o final pessimista da história para valorizar a “influência externa” (os EUA) na luta contra os porcos (comunistas).
Criador de Black-ish abandona ABC por negociação de exclusividade com a Netflix
O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, vai trocar a TV pelo streaming. Ele anunciou ter encerrado sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, e a imprensa americana afirma que isso acontece no momento em que ele negocia valores para fechar um acordo com a Netflix. Com esse acordo, Barris se juntaria a Shonda Rhimes e Ryan Murphy entre os contratados exclusivos da plataforma de streaming. O negócio, na verdade, está sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal ABC vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não estava feliz era com a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conclomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. De todo modo, em comunicado oficial, o produtor jogou panos quentes nos rumores sobre seu descontentamento com a ABC. “Sou muito grato a Patrick Moran e o seu time na ABC Studios, que me apoiaram em todas as etapas enquanto eu criava as palavras que seriam ditas pelos personagens de ‘Black-ish’, ‘Grown-ish’ e agora ‘Besties’. Deixar a ABC me deixa um sentimento agridoce, mas entre os projetos que estão no ar e os que estão em desenvolvimento, eu sei que continuarei trabalhando com a ABC por muito anos.” A declaração final de Barris refere-se ao fato de que todas as séries que estão na ABC, continuarão na ABC, mesmo após ele (supostamente) assinar com a Netflix
Globo anuncia concorrência com a Netflix no Brasil, mas projeto de streaming é de “terceira”
A Globo apresentou mais detalhes de seu projeto de streaming. Durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil, João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, revelou que a estratégia é muito mais ambiciosa que oferecer produções exclusivas da emissora. Ele apresentou o projeto como se fosse supostamente um serviço para rivalizar com a Netflix no Brasil, com um grande catálogo de filmes e séries internacionais dos principais estúdios de Hollywood. “Vamos ser tão grandes quanto qualquer player internacional”, exaltou Mesquita. O discurso impressionou os repórteres presentes ao evento, que repercutiram a comparação com a Netflix em vários artigos publicados nesta terça (31/7). Entretanto, obstáculos do mercado e falta de prioridade interna na própria Globo impedem a materialização desta ambição. O negócio é, no fundo, o que o Globo Play já oferece – sem impressionar – , com um pouco de gordura para aumentar o caldo. Para começar, os filmes não seriam inéditos para quem tem TV paga. Mesquita informou que eles passariam primeiro no Telecine e na plataforma online do Telecine, que também pertencem ao conglomerado Globo. Assim, o “novo” serviço de streaming seria, na verdade, uma “terceira janela” para filmes, à frente apenas da exibição na TV aberta. A maioria das séries também seriam reprises de programas da TV paga. À exceção de “The Good Doctor”, que o Globo Play adquiriu com exclusividade, as demais citadas no evento são produções antigas. “The Big Bang Theory”, “House” e “Arquivo X” já foram inclusive exibidas na TV aberta, embora duas ainda tenham episódios novos em produção. Outros títulos citados foram a badalada “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, e a série de super-heróis “The Gifted”, ambas disponíveis em canais por assinatura. Séries produzidas pela Globosat (Multishow, GNT e Gloob) estariam no projeto, mas enfrentam a mencionada falta de prioridade do serviço no organograma da Globo. Assim como no caso do Telecine, que continuará sendo o principal destino dos filmes, cada canal decidirá internamente se aceita ter seus produtos adiantados no streaming. “A decisão de quem vai exibir primeiro vem depois”, disse o diretor-geral. Mas a informação é que os canais pagos do grupo só cederão programas antigos, para não canibalizar as assinaturas de TV. Restariam, portanto, as produções exclusivas da TV aberta. Séries como “Ilha de Ferro” e “Assédio”, que chegariam primeiro ao streaming, antes de passar na TV. O Globo Play atual já tem feito isso com atrações da Globo desde “Supermax” e chegou a exibir “Carcereiros” com nove meses de antecedência. Mas isto não rendeu audiência significativa. Segundo o executivo, o Globo Play é acessado todo mês por mais de 20 milhões de usuários. A maioria busca conteúdo gratuito, como o acesso online à programação ao vivo e trechos de novelas e programas. A quantidade de pagantes pelo serviço, contudo, é “irrelevante”, ele revelou. A aposta é que isso mude com a nova programação. Ou seja, no fundo, o objetivo desse reforço no catálogo de séries e filmes não visa realmente concorrer com a Netflix – nem poderia ser, da forma como foi apresentado – , mas convencer os usuários a assinar o serviço, que atualmente custa R$ 18,90 mensais e quase não tem atrativos exclusivos. Entretanto, se não receber maior prioridade na Globosat, dificilmente conseguirá ser mais que o primo pobre que fica com as sobras da empresa – um streaming de “terceira” janela. Um último detalhe diz respeito ao nome do serviço. Embora tenha apresentado o serviço como um Globo Play vitaminado, Mesquita não descartou levar a sério a piada do nome Globoflix. A Globo chegou a registrar este nome, que tem sido usado na mídia de forma pejorativa para se referir ao negócio. Mas, no ano passado, a Netflix começou a processar todas as empresas que usam o sufixo flix em algum tipo de serviço de streaming. A Sexflix, da produtora Brasileirinhas, foi a primeira a receber notificação no Brasil.
Better Call Saul é renovada para a 5ª temporada na véspera da estreia do quarto ano
O canal pago americano AMC anunciou a renovação de “Better Call Saul” para sua 5ª temporada, uma semana antes da estreia do quarto ano da atração. Com isso, os produtores podem começar a agendar as participações de Bryan Cranston e Aaron Paul, respectivamente como Walter White e Jesse Pinkman, que tem sido sugeridas desde que a série estreou como spin-off/prólogo de “Breaking Bad”. Durante a San Diego Comic-Con, o roteirista e produtor Vince Gilligan revelou que a dupla apareceria em breve em “Better Call Saul”. Entretanto, não seria na atual temporada. “Vocês não verão Walt e Jesse nessa temporada, mas eu diria que seríamos muito relapsos se eles não aparecessem na série até o final dela”, afirmou Gilligan, que também criou “Breaking Bad”. Desenvolvida por Gilligan e Peter Gold, que inventou o personagem Saul Goodman, “Better Call Saul” revela como o advogado daquela série se tornou tão picareta. Para isso, volta no tempo, seis anos antes do começo da trama de “Breaking Bad”. Além de Jimmy/Saul Goodman (papel de Bob Odenkirk), a atração também resgata outros personagens vistos em “Breaking Bad”, como Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks) e Gus Fring (Giancarlo Esposito). A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
3ª temporada de Stranger Things só vai estrear daqui a um ano
A 3ª temporada de “Stranger Things” vai demorar mais do que o previsto. Os novos episódios, que eram aguardados para este ano, serão disponíbilizados apenas no verão americano (entre junho e agosto) de 2019. “É uma série artesanal”, explicou a vice-presidente de programação da Netflix Cindy Holland, em um evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos), referindo-se ao apuro e cuidado com que os irmãos Duffer preparam a atração. “É uma temporada muito emocionante, só vai demorar um pouco mais de tempo para ficar pronta”, completou. O hiato de pelo menos 15 meses parece ter virado padrão entre as séries mais aguardadas. Aconteceu com “Game of Thrones” e “Westworld”. E agora é a vez de “Stranger Things” matar os fãs de ansiedade.
Nova série da bruxinha Sabrina ganha título em português e data de estreia na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo em suas redes sociais que revela o título em português e a data de estreia da nova série da bruxinha Sabrina. Veja abaixo. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a atração foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A tradução literal seria “aventuras arrepiantes de Sabrina”. A data escolhida para a estreia é a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e trocará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem nos anos 1990 na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, por uma trama de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha, nos quadrinhos de “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso é encabeçado pela atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. Lua de sangue trouxe o quê? Muitas horas procurando o eclipse? Sim. Mas também a data de O Mundo Sombrio de Sabrina: 26 de outubro! pic.twitter.com/2xyWIUUp4T — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) July 29, 2018
Netflix anuncia série do criador de La Casa de Papel passada na cena eletrônica de Ibiza
A Netflix anunciou a primeira produção desenvolvida diretamente para a plataforma por Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”), após o roteirista e produtor espanhol assinar um contrato de exclusividade para desenvolver novos conteúdos. A informação foi compartilhada pela vice-presidente de programação original da plataforma, Cindy Holland, durante participação em evento da TCA (a Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Trata-se de “White Lines”, uma série de mistério sobre a investigação do desaparecimento de um famoso DJ em Ibiza, cujo corpo reaparece na ilha depois de 20 anos. A trama irá acompanhar a irmã do DJ, que viajará à ilha espanhola para descobrir o que aconteceu, e acabará imersa em um mundo de luxo, iates e mentiras que revelarão o lado mais sombrio da praia associada à música eletrônica. Por curiosidade, o título “White Lines” é o mesmo de uma música de 36 anos atrás, maior sucesso de Grandmaster Flash and the Furious Five, sobre a epidemia de cocaína nos Estados Unidos durante os anos 1980. Álex Pina será o showrunner e principal roteirista, mas também trabalhará no projeto em parceria com Andy Harries e Sharon Hughff, responsáveis pela produção de “The Crown”. Vale lembrar que, apesar do sucesso, “La Casa de Papel” não foi criada para a Netflix, que a retransmitiu após sua passagem para a TV espanhola. Assim, “White Lines” será mesmo a primeira série de Pina criada para o serviço de streaming. A série ainda não tem previsão de estreia.
Octavia Spencer viverá primeira milionária negra dos Estados Unidos em série da Netflix
A atriz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), vai estrelar uma nova série da Netflix, no papel de Madam C.J. Walker, a primeira mulher negra a se tornar milionária nos Estados Unidos. A atração foi anunciada pela vice-presidente de programação original da plataforma, Cindy Holland, durante participação em evento da TCA (a Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Na série, Spencer vai interpretar Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madam C.J. Walker após lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele de mulheres negras. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA. Ainda sem título definido, a série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer e do jogador de basquete LeBron James, que tem expandido suas atividades para as séries desde o reality “The LeBrons” e o drama “Survivor’s Remorse”. “Madam C.J. Walker” terá oito episódios, com a atriz e cineasta Kasi Lemmons (“Visões de um Crime”) contratada para dirigir o primeiro capítulo. Ainda não há previsão de estreia.












