3ª temporada de Stranger Things será inspirada pela comédia cult Assassinato por Encomenda
O ator David Harbour, intérprete do chefe de polícia Jim Hopper em “Stranger Things”, fez uma revelação inusitada sobre o que esperar da 3ª temporada da série, atualmente em produção. Em entrevista para a revista Variety, ele revelou que os próximos episódios serão inspirados pelo filme “Assassinato por Encomenda” (Fletch), estrelado por Chevy Chase. Segundo Harbour, cada temporada faz referência aos filmes lançados no ano em que a trama se passa, e a 3ª temporada será situada em 1985, ano de lançamento da comédia clássica. Incluir as referências virou até uma marca dos irmãos Duffer, criadores da série. “Os Duffers são muito específicos a cada ano com os filmes. E ‘Fletch’ é um filme com o qual vamos brincar e nos divertir nesta temporada, o que você não esperaria de ‘Stranger Things’ e do universo de Spielberg e certamente não esperaria de um temporada mais sombria”, afirmou o ator. Na comédia cultuada, Chevy Chase interpretava Irwin M. “Fletch” Fletcher, um repórter de jornal que usa vários disfarces para conseguir as histórias mais suculentas. E um dos novos personagens da 3ª temporada é descrito como um “jornalista do The Hawkins Post, com moral questionável e um senso de humor doentio”. Seu intérprete é Jack Busey, que também estará em breve nos cinemas em “O Predador”. Outros atores que entraram na temporada foram Cary Elwes (“Jogos Mortais”), que viverá o prefeito de Hawkins, e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), a filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, que viverá uma colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no novo shopping da cidade. A 3ª temporada de “Stranger Things” só vai estrear em 2019.
Ian Somerhalder vira-casaca e revela-se caçador de vampiros na primeira foto de sua nova série
O ator Ian Somerhalder publicou no Instagram a primeira foto de seu novo personagem no universo das séries. Após viver o vampiro Damon Salvatore por oito temporadas em “The Vampire Diaries”, ele vai agora caçar vampiros como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. Na foto, ele aparece com a mão suja de sangue, usando um jaleco médico que traz o nome de seu personagem. Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”) e ainda teve sua data de estreia divulgada. Here he is… @drlutherswannofficial aka Dr. Luther Swann. Would you trust this man? #vwars @vwarsnetflix @vwars @vwarsofficial Uma publicação compartilhada por iansomerhalder (@iansomerhalder) em 15 de Ago, 2018 às 12:24 PDT
Netflix começa a testar publicidade em sua programação
A Netflix começou a testar a inserção de publicidade em sua programação, a princípio como uma nova forma de promover seu próprio conteúdo para os assinantes. O teste se tornou conhecido quando algumas pessoas passaram a reclamar no Twitter e no Reddit ao ver vídeos promocionais entre episódios de séries. Questionada pelo site TechCrunch, a empresa não só confirmou o fato como adiantou que estuda estender as propagandas para todos os usuários de seu serviço. Durante a fase de testes, os vídeos estão sendo exibidos em tela cheia entre um episódio e outro de conteúdo, e personalizados com base no que o usuário costuma assistir na plataforma, com o objetivo de oferecer recomendações de seu catálogo. Mas alguns usuários relatam que não é possível pular os anúncios, apesar da inclusão de um botão para isso, disponibilizado com um contador de tempo ao estilo das publicidades do YouTube. Os testes estão sendo realizados com uma pequena porcentagem dos usuários globais da Netflix e, por enquanto, não há previsão para o recurso ser adotado para todos. Nada impede que, no futuro, em vez de anunciar produtos de seu catálogo, a plataforma também passe a vender anúncios nesse espaço.
Elenco de 13 Reasons Why consegue aumento – menor que o pedido – para a 3ª temporada
A Netflix e o elenco da série “13 Reasons Why” chegaram a um acordo financeiro, que garante um aumento para os atores na 3ª temporada. Segundo apurou o site Deadline, os valores são menores que a pedida original e mantém a folha salarial da produção abaixo das despesas com cachês de “Stranger Things” – que variam de US$ 150 mil a US$ 350 mil por episódio . O protagonista Dylan Minnette, intérprete de Clay Jansen, vai receber em torno de US$ 200 mil por episódio, o que lhe renderá US$ 2,6 milhões pela temporada — se os tradicionais 13 capítulos forem mantidos na próxima fase. Já Brandon Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Christian Navarro, Miles Heizer, Devin Druid e Ross Butler receberão US$ 135 mil por episódio, mas a negociação prevê um aumento para US$ 150 mil caso a série seja renovada para uma 4ª temporada, de acordo com o site. A produção da 3ª temporada da série já começou e a previsão de estreia dos novos episódios é para o primeiro semestre de 2019.
Criador de Black-ish assina contrato de exclusividade para criar novas séries na Netflix
Conforme especulado, o roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, fechou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele é o terceiro talento televisivo atraído para um acordo de desenvolvimento de novas séries para a plataforma. Mas, ao contrário de Shonda Rhimes e Ryan Murphy, seu contrato é apenas para séries, já que possui um relacionamento cinematográfico com a Fox. Todos os três foram tirados do alcance da Disney, que prepara sua própria plataforma. Kenya Barris e Shonda Rhimes saíram da ABC, onde comandavam carros-chefes de audiência da rede do conglomerado Disney, como a citada “Black-ish” e “Grey’s Anatomy”, e Murphy era a joia da coroa dos estúdios Fox, recém-adquiridos pela Disney, graças a sucessos como “American Horror Story” e “9-1-1”, entre outras atrações. No final de julho, Barris anunciou o encerramento de sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, mas o negócio com a Netflix já estava sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não aprovou a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em suas novas criações. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conglomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. Por sinal, Cindy Holland, a “rainha do conteúdo” da Netflix, frisou em seu discurso de boas-vindas duas palavras que devem ter feito Barris sorrir: “liberdade criativa”. “Kenya Barris é um dos nossos grandes contadores de histórias modernos”, disse Holland, em comunicado. “Ele usa sua voz para tornar o público mais consciente do mundo ao seu redor, enquanto simultaneamente os faz rir. Sua honestidade, brilho cômico e ponto de vista singular, combinados com a liberdade criativa que ele desfrutará na Netflix, prometem criar novas histórias poderosas para todos os nossos assinantes em todo o mundo.”
Renee Zellweger vai estrelar a primeira série de sua carreira
A atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) vai estrelar sua primeira série. Ela será a protagonista de “What/If”, atração desenvolvida para a Netflix. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ela ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. Ainda não há previsão de estreia para “What/If”.
Trailer legendado de O Anjo do Mossad conta a história real do maior espião do serviço secreto israelense
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Anjo do Mossad” (The Angel), novo filme de Ariel Vromen (“Mente Criminosa”), inspirado na história real do genro do presidente egípcio que virou espião de Israel. Com a justificativa de querer evitar a guerra entre Israel e Egito, Ashraf Marwan, casado com a filha do então presidente egípcio Gamal Abdel Nasser, se tornou um dos mais importantes espiões da inteligência israelense no século 20, ganhando o codinome de “Anjo”. O filme narra esta história mirabolante com clima de suspense, centrando-se no relacionamento do espião com o agente do Mossad (a CIA israelense) enviado para comprovar se suas informações não eram uma armadilha. Não só eram verdadeiras como a parceria, iniciada nos anos 1960, estendeu-se por três décadas. O roteiro é de David Arata (“Filhos da Esperança”) e o elenco destaca Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o protagonista, Toby Kebell (“Quarteto Fantástico”) como seu contato israelense, Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”) como sua esposa e Waleed Zuaiter (série “Colony”) como o presidente Nasser. A estreia está marcada para 14 de setembro em streaming.
Netflix divulga fotos e teaser de sua primeira série colombiana
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a data de estreia de “Distrito Selvagem” (Distrito Salvaje), sua primeira série original colombiana, com produção e direção dos cineastas Javier Fuentes-León (“Contra Corrente”) e Carlos Moreno (“Cão Come Cão”). Criada por Cristian Conti (roteirista-produtor de “7 Anos”), a série é estrelada por Juan Pablo Raba (de “Narcos” e “7 Dias em Entebbe”) no papel de Jhon Jeiver, que foi sequestrado por guerrilheiros quando ainda era criança e treinado na selva para se tornar uma arma letal. Agora, procura uma segunda chance de se reintegrar à sociedade, mas as dívidas pendentes de seu passado irão persegui-lo e ele terá que se submeter a fazer o trabalho sujo do governo para proteger sua família e amigos. O elenco também inclui Cristina Umaña (“Narcos”) e Camila Sodi (“Luis Miguel – A Série”). “Distrito Selvagem” foi a terceira série colombiana encomendada pela plataforma, mas será a primeira a estrear. O lançamento dos 10 episódios da 1ª temporada foi marcado para 19 de outubro.
Trailer dos novos episódios de Punho de Ferro tem mais ação que toda a 1ª temporada
A Netflix divulgou o pôster, novas fotos (via Entertainment Weekly) e o trailer legendado da 2ª temporada de “Punho de Ferro”. O vídeo mostra que os produtores ouviram as queixas do público e melhoraram as cenas de ação. Não só isso. Há mais lutas na prévia que provavelmente em toda a 1ª temporada. Claro que isso é uma exagero retórico, mas a edição de imagens é inequívoca em sua tentativa de estabelecer uma nova identidade na produção, que foi a pior avaliada entre todas as séries da Marvel na plataforma de streaming. A mudança é nítida e começa pelos bastidores. A 2ª temporada tem um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), que substitui o fraco Scott Buck (de “Dexter”), que saiu de “Punho de Ferro” para fazer “Inumanos” – definitivamente, a pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo respeitado de cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Outro detalhe que chama atenção é a diminuição da importância dos vilões originais, os irmãos Meachum, vividos por Jessica Stroup e Tom Pelphrey, que não caíram nas graças do público. Ao mesmo tempo, a heroína Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick e considerada a melhor personagem da série, ganhou ainda mais destaque, compartilhando o pôster com o protagonista. Finn Jones continua a interpretar Danny Rand, que desta vez enfrentará a transformação de seu ex-melhor amigo em seu maior inimigo. O trailer mostra seu confronto com Davos (Sacha Dhawan), que buscará roubar o poder do Punho do Ferro para se tornar invencível. Nos quadrinhos, ele vira o vilão Serpente de Aço, mas não leva em conta o desgaste causado pelo uso da energia mística. Misty Knight (Simone Missick) também aparece na prévia, em outra referência aos quadrinhos originais. Ela surgiu nas páginas de “Punho de Ferro”, mas tem sido apresentada em outra atração da Netflix, “Luke Cage”. Vale lembrar que Danny e Misty são um casal nas publicações da Marvel e ela também forma uma dupla de combatentes do crime com Colleen Wing, denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês). A nova temporada ainda vai introduzir mais uma personagem importante, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nos gibis, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.
Série infantil Anne with an E é renovada para a 3ª temporada
A Netflix e a rede de TV canadense CBC renovaram “Anne with an E” para a 3ª temporada. Exibida no Canadá com o título de “Anne”, a série baseada no clássico da literatura infantil “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, encanta público e crítica por sua belíssima fotografia de cenários rurais e pela interpretação cativante de Amybeth McNulty (do terror “Morgan”) no papel-título. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais premiada da obra, tendo vencido o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. “Através da narração de ‘Anne With an E’, o clássico conto canadense transcendeu fronteiras e encontrou fãs em todos os nossos assinantes globais”, disse Cindy Holland, VP de conteúdo original na Netflix, em comunicado. “Estamos animados para continuar nossa parceria com a CBC e a produtora Northwood e trazer a série de volta para uma 3ª temporada”. A criadora Moira Walley-Beckett aproveitou para acrescentar que o crescimento da intérprete de Anne será levado em conta nas novas tramas. “Nossa amada Anne [Amybeth McNulty] terá 16 anos quando voltar a esta temporada cheia de complicações românticas, aventuras ousadas e descobertas dramáticas. Vou explorar temas importantes e contemporâneos que eu espero que continuem a ressoar, inspirar e elevar nossa audiência”. A 3ª temporada da série apresentará personagens e histórias que abordarão questões como identidade, feminismo, bullying e igualdade de gênero. Os novos episódios da adaptação só devem estrear em 2019.
Next Gen: Animação da Netflix muito parecida com Operação Big Hero ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer da animação “Next Gen”, em versão dublada em português. A prévia é bonitinha, com uma animação computadorizada bem caprichada, mas sua história se parece muito, demais, absurdamente a “Operação Big Hero” (2014). Na trama, uma garotinha faz amizade com um robô, o leva para casa e os dois se juntam para impedir um cientista louco que planeja dominação global. Do design simpático do robô à influência dos animes japoneses, tudo lembra a produção da Disney vencedora do Oscar de Melhor Animação de 2015. Escrito e dirigido pela dupla Joe Ksander e Kevin R. Adams, que trabalharam juntos na animação de “9: A Salvação”, o filme traz Charlyne Yi (da série “House”) como a voz da heroína Mai e diversos artistas famosos no elenco de dubladores, como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), David Cross (“Arrested Development”) e Constance Wu (“Fresh Off the Boat”). Para ouvir as vozes originais, veja também o trailer americano abaixo, disponibilizado sem legendas. A estreia vai acontecer em 7 de setembro em streaming.
Lucifer: Vídeo de bastidores anuncia o começo das gravações da 4ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores em que o elenco de “Lucifer” volta a se reunir para anunciar o começo das gravações a 4ª temporada. “Os fãs fizeram isso!”, diz o ator Tom Ellis, enquanto o elenco aplaude e celebra. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Lucifer. Season 4. Day 1 of shooting! Knock 'em dead @tomellis17 @LaurenGerman @Aimee_Garcia @RachaelEHarris @kevinmalejandro & @LesleyAnnBrandt #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/pR7VOCN0xk — See What's Next (@seewhatsnext) August 13, 2018
Festival de Toronto 2018 será aberto com filme da Netflix estrelado por Chris Pine
O Festival de Veneza 2018 não é mais o único a dar as boas vindas às produções da Netflix, após o banimento de Cannes. A organização do Festival de Toronto 2018, principal mostra de cinema da América do Norte, anunciou que a edição deste ano será aberta por “Outlaw King”, uma superprodução medieval da plataforma de streaming, que traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert the Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título em inglês de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert the Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. Com filmagens nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram, “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A exibição vai acontecer em 6 de setembro na cidade canadense de Toronto, abrindo o festival, que vai acontecer até o dia 16 de setembro. A estreia em streaming está marcada para 9 de novembro e o filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos na mesma data, para cumprir regra de classificação ao Oscar.












