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  • Série

    Série infantil Anne with an E é renovada para a 3ª temporada

    15 de agosto de 2018 /

    A Netflix e a rede de TV canadense CBC renovaram “Anne with an E” para a 3ª temporada. Exibida no Canadá com o título de “Anne”, a série baseada no clássico da literatura infantil “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, encanta público e crítica por sua belíssima fotografia de cenários rurais e pela interpretação cativante de Amybeth McNulty (do terror “Morgan”) no papel-título. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais premiada da obra, tendo vencido o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. “Através da narração de ‘Anne With an E’, o clássico conto canadense transcendeu fronteiras e encontrou fãs em todos os nossos assinantes globais”, disse Cindy Holland, VP de conteúdo original na Netflix, em comunicado. “Estamos animados para continuar nossa parceria com a CBC e a produtora Northwood e trazer a série de volta para uma 3ª temporada”. A criadora Moira Walley-Beckett aproveitou para acrescentar que o crescimento da intérprete de Anne será levado em conta nas novas tramas. “Nossa amada Anne [Amybeth McNulty] terá 16 anos quando voltar a esta temporada cheia de complicações românticas, aventuras ousadas e descobertas dramáticas. Vou explorar temas importantes e contemporâneos que eu espero que continuem a ressoar, inspirar e elevar nossa audiência”. A 3ª temporada da série apresentará personagens e histórias que abordarão questões como identidade, feminismo, bullying e igualdade de gênero. Os novos episódios da adaptação só devem estrear em 2019.

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  • Filme

    Next Gen: Animação da Netflix muito parecida com Operação Big Hero ganha trailer dublado

    14 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da animação “Next Gen”, em versão dublada em português. A prévia é bonitinha, com uma animação computadorizada bem caprichada, mas sua história se parece muito, demais, absurdamente a “Operação Big Hero” (2014). Na trama, uma garotinha faz amizade com um robô, o leva para casa e os dois se juntam para impedir um cientista louco que planeja dominação global. Do design simpático do robô à influência dos animes japoneses, tudo lembra a produção da Disney vencedora do Oscar de Melhor Animação de 2015. Escrito e dirigido pela dupla Joe Ksander e Kevin R. Adams, que trabalharam juntos na animação de “9: A Salvação”, o filme traz Charlyne Yi (da série “House”) como a voz da heroína Mai e diversos artistas famosos no elenco de dubladores, como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), David Cross (“Arrested Development”) e Constance Wu (“Fresh Off the Boat”). Para ouvir as vozes originais, veja também o trailer americano abaixo, disponibilizado sem legendas. A estreia vai acontecer em 7 de setembro em streaming.

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  • Série

    Lucifer: Vídeo de bastidores anuncia o começo das gravações da 4ª temporada

    14 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores em que o elenco de “Lucifer” volta a se reunir para anunciar o começo das gravações a 4ª temporada. “Os fãs fizeram isso!”, diz o ator Tom Ellis, enquanto o elenco aplaude e celebra. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Lucifer. Season 4. Day 1 of shooting! Knock 'em dead @tomellis17 @LaurenGerman @Aimee_Garcia @RachaelEHarris @kevinmalejandro & @LesleyAnnBrandt #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/pR7VOCN0xk — See What's Next (@seewhatsnext) August 13, 2018

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  • Filme

    Festival de Toronto 2018 será aberto com filme da Netflix estrelado por Chris Pine

    14 de agosto de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 não é mais o único a dar as boas vindas às produções da Netflix, após o banimento de Cannes. A organização do Festival de Toronto 2018, principal mostra de cinema da América do Norte, anunciou que a edição deste ano será aberta por “Outlaw King”, uma superprodução medieval da plataforma de streaming, que traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert the Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título em inglês de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert the Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. Com filmagens nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram, “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A exibição vai acontecer em 6 de setembro na cidade canadense de Toronto, abrindo o festival, que vai acontecer até o dia 16 de setembro. A estreia em streaming está marcada para 9 de novembro e o filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos na mesma data, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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  • Série

    Star Trek: Discovery define neto de Gregory Peck como o novo Sr. Spock

    14 de agosto de 2018 /

    Encerrando especulações sobre como Spock apareceria em “Star Trek: Discovery”, o serviço de streaming CBS All Access escalou o ator Ethan Peck para interpretar a nova versão do personagem icônico, introduzido na série “Jornada das Estrelas” original. Isto significa que Spock não aparecerá como criança, como chegou a ser especulado, mas como jovem adulto. Peck se tornou conhecido na série derivada do filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você”, que foi ao ar entre 2009 e 2010, e pertence a uma família célebre do cinema. Ele é neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Na trama de “Star Trek: Discovery”, a protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) é irmã adotiva de Spock, mas apesar de seus pais aparecerem na série, o irmão caçula tinha sido apenas mencionado na 1ª temporada. Interpretado por Leonard Nimoy na série original e nos filmes que a sucederam, Spock era o Oficial de Ciências e segundo em comando na nave Enterprise, abaixo do Capitão James T. Kirk (William Shatner). Mesmo com o reboot dos novos filmes de “Star Trek”, em que o ator Zachary Quinto assumiu o papel, Nimoy ainda continuou aparecendo como uma versão mais velha – e original – do personagem. Ele faleceu em 2015. O cocriador e showrunner de “Discovery”, Alex Kurtzman, detalhou a “missão impossível” de encontrar um novo ator para encarnar o personagem vulcano. “Precisávamos de um ator que encarnasse as melhores qualidades de Spock, além de sua lógica: empatia, intuição, compaixão, confusão e aspiração. Ethan Peck mostrou tudo isso em seu teste. Ele tem muita consciência de sua responsabilidade ao assumir esse papel, e quer encarar de frente esse desafio. Estamos animados em dar as boas-vindas a ele na nossa família”, comentou. Vale lembrar que os antigos showrunners, demitidos em meio à produção dos novos episódios, tinham dito que não pretendiam escalar outro ator como Spock. A participação do personagem como adulto pode ser considerada controvertida, porque traz à tona questões cronológicas da série. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio da 1ª temporada, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock. Enquanto a série clássica mostrou o personagem como Oficial de Ciências da Enterprise, desde a época em que ela era comandada pelo Capitão Pike (que também vai aparecer em “Discovery”), ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na época da série atual, de acordo com a nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, um Spock adulto sugere que “Discovery” é um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”, que zerou a cronologia original. Para explicar melhor essa dualidade, é preciso lembrar que Spock foi o único personagem que sobreviveu ao piloto original de “Jornada nas Estrelas”, que foi recusado em 1964. A série clássica só foi ao ar dois anos depois com todo o resto do elenco substituído. Mas as cenas gravadas em 1964 ressurgiram num episódio duplo da 1ª temporada, como um flashback da tripulação “original” da Enterprise – com o Capitão Christopher Pike (Jeffrey Hunter), Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. Ele será interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) em “Discovery”. A 2ª temporada vai começar justamente com o encontro das naves Discovery e Enterprise, conforme o gancho deixado no final do último episódio do ano inaugural. Os novos capítulos devem estrear apenas em 2019. No Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix.

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  • Etc

    Mark Millar e o brasileiro Rafael Albuquerque assinam novo lançamento em quadrinhos da Netflix

    14 de agosto de 2018 /

    Mark Millar vai lançar sua segunda revista em quadrinhos pela Netflix. Intitulada “Prodigy”, a publicação terá artes do brasileiro Rafael Albuquerque (desenhista de Batman). A Netflix adquiriu a Millarworld, editora de Millar, com o objetivo de criar suas próprias franquias adaptadas de quadrinhos. O escritor é criador de obras que já viraram filmes, como “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries. Por sinal, a primeira revista desse negócio, “The Magic Order”, já tem um filme em desenvolvimento. Prodigy é Edison Crane, o homem mais inteligente do mundo, que não se contenta em administrar os negócios mais bem sucedidos do mundo. “Sua mente brilhante precisa de constante desafio e ele se torna o cara requisitado por governos em todo o mundo quando surge um problema que eles simplesmente não conseguem resolver. Um cientista vencedor do Prêmio Nobel, um compositor genial, um atleta de nível olímpico e um especialista em ocultismo, Edison Crane é tão viciado nos mistérios do mundo quanto por se sentar no topo da lista dos maiores milionários. Estes são os contos do homem mais excepcional do mundo e esta história marca sua primeira aventura publicada”, diz a sinopse oficial, embora o personagem não seja, como muitos devem ter pensado, Doc Savage, personagem pulp que pode ser descrito praticamente da mesma forma. “Eu queria escrever a coisa mais inteligente que já escrevi e, ao mesmo tempo, superar qualquer cenário de ação que já concebi no passado e, honestamente, não poderia estar mais feliz com a forma como isso aconteceu”, diz Millar, no comunicado que apresenta o projeto – e não cita Doc Savage. “Edison Crane é de longe o melhor personagem que eu criei na minha carreira e estou muito contente que meu genial amigo [Rafael] Albuquerque esteja desenhando os quadrinhos. Ele é realmente um dos melhores artistas do mundo”, exalta o escritor “Prodigy” chegará às lojas de quadrinhos através da Image Comics no dia 5 de dezembro. Millar e Albuquerque, que também é conhecido por seu trabalho nos quadrinhos de horror “American Vampire”, já trabalharam juntos antes na revista “Huck”.

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  • Série

    Insatiable: Série acusada de gordofobia tem pior avaliação crítica da história da Netflix, mas o público gostou

    14 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming) e já enfrenta um abaixo-assinado online com mais de 230 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento, conseguiu se tornar a série pior avaliada da história da Netflix, superando a repercussão negativa da 1ª temporada de “Punho de Ferro”. Massacrada pela crítica internacional, conquistou apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nota 23 (de 100) no Metacritic – enquanto “Punho de Ferro” teve, respectivamente, 18% e nota 37. Agora vem o outro lado da questão. Alheio à polêmica politicamente correta, o público médio parece ter gostado da atração. Os mesmos sites citados registram notas bastante elevadas em votação de popularidade, com 78% de aprovação do público no Rotten Tomatoes e nota 7,2 (de 10) dos usuários do Metacritic – superior à avaliação popular de “Punho de Ferro”: 75% e nota 6. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. Se viram até o final da temporada, a série deve ganhar novos episódios. Se abandonaram após o primeiro capítulo, ela deve ser cancelada, para felicidade de quem assinou a petição online.

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  • Série

    Primeiras fotos da nova série da bruxinha Sabrina investem no clima sombrio

    13 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou as duas primeiras fotos da nova série da bruxinha Sabrina, que fazem justiça ao nome da atração. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a série foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. As imagens destacam a atriz Kiernan Shipka (“Mad Men”), intérprete do papel-título, andando pela floresta, enquanto outra retrata a cena do “batismo negro”, quando ela recebe seus poderes mágicos. Esta imagem ainda apresenta Miranda Otto (“O Senhor dos Anéis”) e Lucy Davis (“Mulher-Maravilha”) como as tias bruxas Zelda e Hilda, respectivamente. Para completar o clima sombrio, a data escolhida para a estreia foi a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ignorará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem nos anos 1990 na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, investindo numa trama com elementos de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha nos quadrinhos – justamente em “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso é encabeçado pela atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, retomando o trio original que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque o canal preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, as duas séries não terão mais ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional.

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  • Série

    Teaser de Punho de Ferro apresenta transformação de Davos no vilão Serpente de Aço

    12 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” no Twitter. A prévia é curta, mas mostra Davos (Sacha Dhawan) demonstrando novas habilidades. Ele enfrenta vários adversários e acende seu punho, como Danny Rand (Finn Jones) costuma fazer. Como Davos obtém o Punho de Ferro ainda permanece um mistério, mas, nos quadrinhos, o personagem absorve o poder do herói para virar o vilão Serpente de Aço. Entretanto, o preço que ele paga é muito alto. Seu corpo não consegue suportar a energia mística e o uso do Punho do Ferro resulta em sua morte. Isto porque Davos nunca passou pelo teste enfrentado por Danny, que derrotou o dragão Shou-Lao para ficar com seu poder. Mas como se trata da Marvel, depois de morrer, o vilão melhorou para voltar a brigar com o herói em novas aventuras. Além de retomar essa rivalidade, a nova temporada vai introduzir uma nova personagem, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nas publicações da Marvel, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está a cargo de um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro. Living weapon. pic.twitter.com/zr2kcjktKF — Iron Fist (@MarvelIronFist) August 10, 2018

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    Big Fish & Begonia: Animação chinesa ganha trailer legendado

    12 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Big Fish & Begonia”, uma animação chinesa com uma história bizarra de peixes que viram humanos e vice-versa. Além do tema sobrenatural, o estilo caprichado do desenho aponta uma grande influência do estúdio Ghibli japonês. A trama se passa num universo paralelo sob os oceanos, onde os seres místicos controlam o equilíbrio da natureza na Terra. Neste lugar, a adolescente Chun pode fazer as plantas crescerem com um estalar dos dedos e seu avô é praticamente Deus. Quando a jovem é enviada para a Terra – na forma de um golfinho vermelho, inexplicavelmente – ela se apaixona por um rapaz que morre afogado ao tentar resgatá-la de uma rede de pesca. Então, troca metade de sua vida com um Guardião das Almas caolho para trazer o humano de volta à vida. Só que ele retorna como uma bebê baleia-unicórnio que ela deve nutrir até a idade adulta. E esta é apenas a premissa. Ou seja, a história coloca a “Pequena Sereia” em “A Viagem de Chihiro” e se torna cada vez mais estranha, como um sonho maluco, conforme a trama avança. Produzido originalmente em 2016, “Big Fish & Begonia” tem roteiro e direção de Liang Xuan e Zhang Chun, que estreiam nas funções. O lançamento na Netflix está marcado para sexta-feira, dia 17 de agosto.

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    Criadora de Insatiable diz que campanha “politicamente correta” contra a série é censura

    10 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable” chegou nesta sexta (10/8) na Netflix envolta em polêmicas, após ser acusada de gordofobia e body shaming (humilhação corporal). Apenas a divulgação de seu trailer foi suficiente para inspirar uma petição online, que já atingiu mais de 230 mil assinaturas, pedindo para a plataforma cancelar a produção. A trama acompanha a vingança de uma ex-gordinha, vivida por Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel). Vítima de bullying no colegial, ela decide mudar de dieta, fica glamourosa e vai à forra, num acerto de contas virulento. Cheia de momentos ultrajantes, acabou desagradando quem não viu e não gostou. E a impressão negativa contagiou a crítica. No dia de sua estreia, a série contava com meros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Agora, a criadora da atração, Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), resolveu contra-atacar, defendendo “Insatiable” por seu potencial de gerar incômodo e comparando a campanha contra a série à censura. “Eu queria cutucar esses assuntos através da comédia. Mas cada um dessas assuntos que os personagens lidam – de distúrbios alimentares ao transtorno dismórfico corporal, sexualidade, a necessidade de validação, o desejo de ser perfeito, doença mental – eu enfrentei cada uma dessas coisas”, revelou Gussis, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Acho que estamos diante de um perigo real de censura se decidirmos que só podemos contar histórias de uma certa maneira para que todos se sintam seguros. Por experiência própria, o crescimento vem de desconforto e dor. Se ouvir essas coisas é desconfortável, eu entendo. São temas sensíveis. A ferida é profunda, mas não acho que a solução é me silenciar ou silenciar outras pessoas. Eu acho que a solução é falar, para que possamos discutir a respeito. É representar a realidade, ao invés de outra versão idealizada da verdade que não seja realista, o que nos mantém ainda mais distantes de ter uma conversa honesta e chegar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos”, defende a criadora. Em outras palavras, ignorar o problema não faz o problema sumir. A repórter ainda questionou: “Mas como ajuda mostrar pessoas maltratando outras porque são gordas? A mensagem não deveria ser o contrário, que não se deve tratar mal as pessoas?” “Eu acho que essa é a mensagem da série, sim”, diz Gussis. “Quer dizer, veja o que acontece quando você trata alguém tão mal. Ela se transforma em uma pessoa realmente violenta, com raiva, e cada ação tem uma reação igual e oposta”. E então ela aponta o problema da pergunta, que está na raiz do ataque politicamente correto à produção. “Eu também acho que, na arte, ‘deveria’ é uma palavra muito, muito perigosa. Eu acho que se tentarmos dizer às pessoas como elas devem contar suas histórias, se tentarmos silenciá-las, então estamos fazendo o oposto do que a arte precisa fazer, que é estimular discussões. E eu acho que estamos, como sociedade, chegando muito perto desse perigo de censura. Eu acho que se dissermos às pessoas, e aos artistas especificamente, que você só pode contar uma história de uma certa maneira e você só tem permissão para contar uma história de uma forma que me faça sentir confortável, nós abrimos mão da capacidade de discutir e crescer com essas discussões”, concluiu.

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    Paul Rudd vai estrelar série dos diretores de Pequena Miss Sunshine na Netflix

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Paul Rudd vai estrelar uma nova série de comédia sci-fi da Netflix. O astro de “Homem-Formiga” será o protagonista de “Living with Yourself”, produzida e dirigida pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, responsáveis por filmes como “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Guerra dos Sexos” (2017). A série foi criada por Timothy Greenberg (produtor do talk show “The Daily Show”) e estava sendo desenvolvida para o canal pago “indie” IFC, que a descartou devido aos custos elevados. A Netflix prontamente abriu a carteira e adquiriu o projeto, para acrescentar mais uma atração de perfil premium em sua programação. A sinopse lembra “O Duplo”, clássico literário de Fyodor Dostoevsky. Na trama, Rudd será um homem que, perdido na vida, busca um tratamento experimental para se tornar “uma pessoa melhor”. Entretanto, em vez de ajudá-lo, os cientistas criam um clone, que o substitui em todas as atividades diárias. E em pouco tempo ele descobre que seu maior inimigo é ele mesmo. Esta não será a primeira série de Paul Rudd na Netflix. Anteriormente, ele reprisou seu papel do filme “Mais um Verão Americano” (2001) em duas temporadas da atração derivada “Wet Hot Summer”. A 1ª temporada de “Living with Yourself” terá oito episódios, todos dirigidos por Dayton e Faris. Ainda não há previsão de estreia.

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    Elenco de 13 Reasons Why quer aumento para gravar a 3ª temporada da série

    9 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “13 Reasons Why” atingiu um impasse, na véspera de sua primeira leitura geral de roteiro. A pré-produção deveria começar nesta quinta (9/8), mas oito membros do elenco principal ainda estão negociando seus contratos, segundo apurou o site Deadline. Os atores exigem um aumento substancial e ainda não chegaram a um acordo com a Netflix. Porém, fontes próximas à situação se dizem otimistas e esperam que os contratos sejam fechados até segunda, data marcada para o início oficial das gravações do novo ano. De acordo com informações do Deadline, o protagonista Dylan Minnette quer receber cerca de US$ 200 mil por episódio, enquanto Brandon Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Christian Navarro, Miles Heizer, Devin Druid e Ross Butler pedem US$ 150 mil por episódio. Trata-se de um aumento considerável em relação aos valores recebidos pelo elenco nas temporadas passadas – entre US$ 20 mil e US$ 80 mil por episódio. Além de buscar aumento para a nova temporada, os atores também esperam conseguir uma promessa mais um reajuste caso a série ganhe uma 4ª temporada. Vale lembrar que os cachês do elenco mirim de “Stranger Things” variam de US$ 150 mil a US$ 350 mil por episódio – caso de Millie Bobby Brown. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “13 Reasons Why” na Netflix.

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