Wilson Fisk está de volta em novas fotos e teaser da série do Demolidor
A Netflix divulgou três novas fotos e mais um teaser da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destacam a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a trama da temporada, que será disponibilizada no dia 19 de outubro em streaming.
Bodyguard encerra 1ª temporada como maior sucesso da TV britânica desde Downton Abbey
A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), encerrou sua 1ª temporada com recorde de audiência no domingo passado (23/9). A exibição do último episódio no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. “Bodyguard” virou um fenômeno ao registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A série vai chegar ao Brasil em 24 de outubro, pela Netflix, que negociou com a BBC os direitos de distribuição internacional. Veja abaixo o trailer da estreia original no canal BBC One.
Wanderlust: Série estrelada por Toni Collette ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Wanderlust”, nova série dramática britânica estrelada por Toni Collette (“Hereditário”). Criada por Nick Payne (roteirista de “The Crown”) originalmente para a BBC, a série acompanha Joy e Alan, um casal que vive em uma pequena cidade inglesa e, em uma tentativa de reviver sua vida sexual cada vez mais insípida, decidem de comum acordo dormir com outras pessoas. Steven Mackintosh (“Anjos da Noite: A Evolução”) vive o marido e o elenco ainda inclui Zawe Ashton (“Animais Noturnos”), Joe Hurst (“Jogador Nº 1”), Isis Hainsworth (“Harlots”), Paul Kaye (“Game of Thrones”), Andy Nyman (“O Passageiro”) e Sophie Okonedo (“Depois da Terra”). A 1ª temporada de seis episódios está atualmente sendo exibida no Reino Unido e chegará em 19 de outubro na Netflix.
Sierra Burgess É uma Loser recicla Cyrano de Bergerac para a geração Netflix
Há uma razão para afirmar que “Sierra Burgess É uma Loser”, comédia teen da Netflix, nasceu velha. Não por se entregar aos clichês da comédia romântica adolescente e de escolinha, mas principalmente por confiar em conceitos que falavam com a sociedade de quase 40 anos atrás, mas que hoje soam retrógrados e, mesmo que originados de boas intenção, resultam como equivocados e até mesmo preconceituosos. O filme do estreante em longas Ian Samuels (do curta premiado em Sundance “Myrna the Monster”) colhe sua inspiração de “Cyrano de Bergerac”, peça clássica de 1897. Já vimos diversos filmes adaptados da obra de Edmond Rostand e não é a primeira vez que os figurinos de época são deixados no armário e substituídos por roupas do período em que a produção foi rodada, como “Roxanne”, de 1987, com Steve Martin e Daryl Hannah. Apesar do título, o filme de Fred Schepisi não é contado do ponto de vista da personagem título interpretada por Daryl Hannah, mas pelo Cyrano narigudo de Steve Martin que tem outro nome que ninguém lembra, embora faça referência ao protagonista da obra clássica. Só que as pessoas lembrarão do nome de Sierra Burgess (vivida por Shannon Purser, a Barb de “Stranger Things”), que não é nariguda, mas gorda. E também lembrarão dos filmes dos John Hughes. E nostalgia é uma sensação indescritível de tão boa. Só que Hughes é a cara dos anos 1980 e o mundo mudou muito nas últimas décadas, não? É preciso atualizar alguns conceitos, afinal certas soluções não podem mais funcionar em 2018. Veja “Gatinhas e Gatões” agora e tente não ficar indignado. Por sinal, a produção da Netflix traz alguns ídolos juvenis dos anos 1980, como Lea Thompson, que esteve em “De Volta para o Futuro”, e Alan Ruck, de “Curtindo a Vida Adoidado” (de John Hughes!). Na trama, Sierra é uma adolescente intelectual, que sofre bullying das meninas populares da escola, como a líder de torcida Veronica (Kristine Froseth), que apronta essa aqui: ao invés de dar o número de seu celular para o ingênuo Jamey (Noah Centineo, da série “The Fosters”), ela passa o de Sierra para humilhar ainda mais a coitada, que acaba se apaixonando pelo rapaz via mensagens de texto (!). Mas olha o dilema. Sierra se acha feia, e como Veronica deve uma a ela por causa da cachorrada, pede ajuda a inimiga, que deverá se passar por ela quando tiver de encontrar o cara ao vivo. Em troca, Sierra promete dar aulas particulares a Veronica, que pode ser popular, mas tira zero nas provas. É como Cyrano, mas invertendo os papéis do casal central para avacalhar com o sexo oposto. O roteiro de Lindsey Beer (do vindouro “Mundo em Caos”), no fundo, é uma visão artística mais team Veronica que team Sierra. Não por acaso, a amiga da protagonista possui um arco dramático muito mais completo e redentor. Além de bonita (e exemplo de beleza vendido para a sociedade), ela termina o filme bem mais inteligente e um doce de pessoa, ao contrário da monstra apresentada no início. Para piorar, “Sierra Burgess É uma Loser” realmente conclui que a protagonista é feia, embora pondere de maneira hipócrita que, mesmo assim, devemos olhar para sua inteligência acima da média e beleza interior. A personagem serve, ao menos, para pavimentar a ascensão da talentosa Shannon Purser, ainda que o filme acabe sendo dessa descoberta impressionante que rouba todas as cenas, Kristine Froseth.
Ryan Reynolds goza Michael Bay em vídeo de bastidores do filme de ação 6 Underground
O ator Ryan Reynolds é um gozador mesmo quando não está vestido de Deadpool. Ele divulgou um vídeo divertido dos bastidores de “6 Underground”, dirigido por Michael Bay para a Netflix, em que aparece elogiando o cineasta por manter o set tranquilo. “O melhor de trabalhar com Michael Bay? Muitos dizem que é a ação. Mas para mim é a tranquilidade…” Enquanto isso, tudo explode às suas costas, com carros arremessados à distância, como nos filmes típicos do diretor dos “Transformers”. Segundo a Variety, “6 Underground” será a produção mais cara já realizada pela Netflix, orçada em US$ 125 milhões – bem mais que os quase US$ 100 milhões de “Bright”, estrelado por Will Smith, e os US$ 106 milhões de “The Irishman”, longa de Martin Scorsese que estreia em 2019. A história foi criada pelos roteiristas e produtores executivos Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”. Mas a sinopse está sendo mantida em sigilo. Não há pistas e o título só lembra uma música da banda Sneaker Pimps, usada na trilha do filme “O Santo” (1997). Além de Reynolds, o elenco inclui Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). Ainda não há previsão de estreia. .#6Underground @netflix pic.twitter.com/jPvk3PhQpf — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 19, 2018
3ª temporada de Demolidor ganha suas primeiras fotos oficiais
A Netflix divulgou as três primeiras fotos oficiais da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destacam Charlie Cox como o herói. Nas imagens, ele aparece com o uniforme preto da temporada inaugural e em sua identidade de Matthew Murdock, revelando que está vivo para o amigo Foggy Nelson (Elden Henson). Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. O confronto entre Murdock e Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o Rei do Crime, vai marcar a trama dos próximos episódios, que serão disponibilizados no dia 19 de outubro em streaming.
Lucifer: Primeira foto da 4ª temporada revela Eva, a “pecadora original”
A Netflix liberou a primeira foto da 4ª temporada de “Lucifer”, que será exclusiva do serviço de streaming. A foto apresenta a nova personagem Eva (a Eva, também conhecida como a “pecadora original”), interpretada pela atriz israelense Inbar Lavi (do revival de “Prison Break” e da série “The Last Ship”) . Na trama da série, após abandonar Adão, Eva voltará à vida de Lucifer com intenções ainda mais pecaminosas. Diz a sinopse: “Depois de uma eternidade com Adão, Eva ficou inquieta em seu casamento e passou a sentir saudades de um tempo menos previsível quando as coisas eram excitantes. Impertinente. Perigosa. Ela sente falta do seu primeiro e intenso amor… o charmoso patife que a tentou há muitos anos. Isso mesmo, o próprio diabo… Lúcifer”. Esta reviravolta não pode ser encontrada na Bíblia. E nem nos quadrinhos da DC/Vertigo em que a série supostamente se baseia. A personagem não faz parte da história em quadrinhos, mas os gibis de “Lucifer” incluíram Lilith, que seria a outra mulher de Adão, uma criação do Diabo concebida para rivalizar com a Eva criada por Deus. “Eva, a pecadora original, está de volta à vida de Lucifer. Será que ela quer vingança por ele a ter seduzido para fora do Éden? Ou ela quer algo completamente diferente”, provocaram os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Ela será apresentada no terceiro episódio da nova temporada, intitulado “All About Eve”, que também é o título de um filme famoso estrelado por Bette Davis, traduzido no Brasil como “A Malvada” (1950). Seria uma dica? Veja a capa do roteiro abaixo. A 4ª temporada de “Lucifer” ainda não tem previsão de estreia na Netflix. The title of Ep. 404 is "All About Eve". Written by @chris_rafferty and directed by @sherwinshilati! #Lucifer #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/EMioFSxwus — Lucifer Writers Room (@LUCIFERwriters) September 10, 2018
Melissa Joan Hart e Sean Astin vão estrelar nova série de comédia na Netflix
A Netflix encomendou uma comédia familiar, intitulada “No Good Nick”, que será estrelada por Melissa Joan Hart (a “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”) e Sean Astin (“Stranger Things”). Eles vão interpretar Liz e Ed, uma mãe hipercompetitiva e um “pai divertido” que, sem querer, adotam uma garota de 13 anos de idade em sua família (a Nick do título), para depois perceber que ela é uma golpista com segundas intenções. A personagem do título será interpretada pela jovem Siena Agudong (“Star Falls”). O elenco também inclui Kalama Epstein (“The Fosters”) e Lauren Lindsey Donzis (“Liv & Maddie”) como os filhos do casal. “No Good Nick” é uma criação de David H. Steinberg e Keetgi Kogan, criadores da série animada “Yo-Kai Watch”, no Disney XD. A 1ª temporada terá 20 episódios, que ainda não tiveram sua data de estreia definida.
Primeira série indiana da Netflix, Jogos Sagrados” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou sua primeira série indiana, “Jogos Sagrados” (Sacred Games) para a 2ª temporada. Baseada no livro homônimo de Vikram Chandra, a atração estreou na plataforma de streaming em julho de 2018. “Ficamos empolgados com a resposta positiva de fãs de todo o mundo a ‘Jogos Sagrados’, especialmente na Índia”, disse Erik Barmack, vice-presidente internacional de Conteúdo Original da Netflix, em comunicado. Propositalmente, o executivo deixou de mencionar a controvérsia suscitada pela trama na Índia. Assim como aconteceu com “O Mecanismo” no Brasil, a produção gerou protestos políticos. Integrante do partido Congresso Nacional Indiano, o advogado Nikhil Bhalla entrou com uma ação na justiça para obrigar a Netflix a remover cenas da série que mencionam o ex-primeiro ministro Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Em uma das cenas, Gandhi é chamado de “fattu”, um termo chulo do hindi para “covarde”. O ex-primeiro ministro também aparece em “Jogos Sagrados” em cenas de arquivo, apertando a mão de líderes mundiais, enquanto um narrador o acusa de ter cedido a grupos muçulmanos em um caso envolvendo o direito ao divórcio de mulheres adeptas da religião. A exploração do conflito entre hindus e muçulmanos foi outro ponto que despertou polêmica, assim como aconteceu com o segundo lançamento da Netflix no país, o terror “Ghoul”. A produção da Netflix, porém, está mais para “Narcos” que “O Mecanismo”, ao acompanhar a ascensão de um rei do crime enquanto reflete sobre acontecimentos históricos. Considerada uma das séries mais ambiciosas da Netflix em seu projeto de expansão global, “Jogos Sagrados” conta em seu elenco com algumas estrelas de Bollywood como o ator veterano Saif Ali Khan, e tem arrancado elogios da crítica internacional. Tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um pouco menos que os 89% de “O Mecanismo”. Alheia aos protestos causados pela produção, a plataforma de streaming anunciou que a 2ª temporada retornará com Sartaj Singh (personagem de Saif Ali Khan) “continuando sua implacável batalha de salvar a cidade e Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui) enfrentando desafios maiores para manter sua posição como lendário chefão do crime de Mumbai”.
Monstros hormonais voltam a atacar no trailer legendado da 2ª temporada de Big Mouth
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada da animação “Big Mouth”, repleto de seios, ereção, pentelhos e os “monstros hormonais” que atormentam os adolescentes. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 2ª temporada estreia em 5 de outubro.
3ª temporada de The Last Kingdom ganha primeira foto oficial
A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” ganhou sua primeira foto oficial, disponibilizada no Twitter da produção. A imagem traz o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como Uhtred, mas com um visual ligeiramente diferente, graças aos cabelos mais curtos. As gravações estão atualmente em andamento no Reino Unido, após a série ser quase cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Mas a Netflix, responsável por sua distribuição internacional, assumiu a produção para continuar a contar a história dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Cornwell escreveu ao todo 10 livros das “Crônicas Saxônicas”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Bodyguard: Série recordista de audiência com astro de Game of Thrones chegará ao Brasil pela Netflix
Fenômeno de audiência no Reino Unido, a série de suspense “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), será lançada pela Netflix no Brasil. A plataforma fechou acordo com a BBC para distribuir a atração no mercado internacional, após “Bodyguard” bater recordes de audiência e se tornar a maior estreia do principal canal da rede britânica, BBC One, desde 2006. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. Assim como tem sido regra em relação às produções britânicas que a Netflix disponibiliza, a série só será disponibilizada cerca de um mês após ter sua exibição concluída no Reino Unido. O último dos seis episódios de “Bodyguard” vai ao ar no domingo (23/9) e a Netflix tem permissão para lançar a série a partir do dia 24 de outubro. Veja abaixo o trailer da estreia original na BBC One.
Short Treks: Série de curtas oficiais de Star Trek ganha primeiro trailer
A plataforma americana CBS All Access divulgou um trailer e a data de estreia de “Star Trek: Short Treks”, spin-off de “Star Trek: Discovery”, que apresentará histórias curtas passadas no universo da série principal. A produção será limitada a quatro episódios de 15 minutos cada, que serão exibidos a partir de 4 de outubro. Cada capítulo contará uma história completa que aprofundará personagens ou aspectos diferentes da franquia. Um deles trará de volta o ator Rainn Wilson ao papel de Harry Mudd, e será dirigido pelo próprio. Haverá também um episódio centrado no passado de Saru, o oficial alienígena vivido por Doug Jones, outro com a personagem Tilly (Mary Wiseman) e uma história estrelada por Aldis Hodge (da série “Leverage”), ator que nunca apareceu em “Star Trek”. Alex Kurtzman, cocriador e showrunner de “Star Trek: Discovery” explicou a proposta durante a San Diego Comic-Con. “Cada episódio entregará histórias fechadas enquanto revela pistas sobre o que está por vir nos futuros episódios de ‘Star Trek: Discovery’. Eles também apresentarão ao público novos personagens, que podem habitar o mundo maior da franquia”, disse. O trailer não revela se “Short Treks” também será disponibilizada pela Netflix, que distribui “Star Trek: Discovery” no mercado internacional – inclusive no Brasil.












