Marvel define diretora chinesa para comandar o filme dos Eternos
A diretora chinesa Chloé Zhao foi escolhida pela Marvel para comandar “Eternos” (The Eternals), um dos filmes “cósmicos” que o estúdio prepara para a sua misteriosa Fase 4. Nascida em Pequim, Zhao passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “The Rider” (2017), ambos exibidos no Festival de Cannes, premiados no circuito internacional e inéditos no Brasil. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner anunciar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina. A próxima fase dos filmes da Marvel, que terá início após a estreia de “Vingadores 4”, em maio de 2019, está sendo cercada de segredos, situação que foi reforçada após a demissão de James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Os planos originais previam que Gunn supervisionaria uma guinada “cósmica” nas produções da Marvel, revelando novos mundos e personagens dos quadrinhos. “Eternos” faz parte dessa abordagem. Nos quadrinhos, eles são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. E vale a pena considerar que os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. Já os responsáveis por juntar todas essas idas, vindas e pontas soltas são outros jovens inexperientes no mundo dos blockbusters, os primos Matthew e Ryan Firpo, que nunca encararam nenhum projeto deste porte. Na verdade, nunca materializaram nenhuma palavra que escreveram nas telas. Mas já escreveram. E, por causa disso, se destacaram na “Black List”, a lista dos melhores roteiros de Hollywood que acabaram não saindo do papel. A história deles que chamou atenção se chama “Ruin” e gira em torno de um ex-capitão nazista que, para reparar seus crimes, persegue e mata os membros de seu ex-esquadrão. Este projeto vai sair do papel com direção de Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) no ano que vem. Além disso, os Firpo logo se tornarão conhecidos dos assinantes da Netflix. Eles emplacaram um thriller futurista no serviço de streaming, que venceu grande competição pelos direitos da produção, após despertar interesse de vários estúdios. Trata-se de uma sci-fi, “Mimi from Rio”, passada nas favelas do Rio em um futuro próximo. Segundo o site The Hollywood Reporter, os Firpo pretendem explorar a história de amor entre Ikaris, um homem movido por energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos. O projeto também permitirpa que a Marvel monte um elenco altamente diversificado, com várias etnias e sexualidades. “Eternos” ainda não tem data de estreia definida.
Joseph Gordon-Levitt e Jamie Foxx vão estrelar filme de super-heróis da Netflix
Os atores Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) e Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) vão estrelar um novo filme de super-heróis da Netflix. A trama genérica não é baseada em quadrinhos, embora lembre muito a premissa da série baseada em “Raio Negro” (Black Lightning). Em suma, gira em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Gordon-Levitt interpretará um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. Já Foxx será um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga e encontrar seu fabricante. O filme é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro (não muito original) é de Mattson Tomlin (“Rene”) e Chris Bremner (“Padrinhos Ltda.”). Ainda sem título oficial, a produção começa a ser gravada em outubro na cidade de Nova Orleans, nos EUA.
Criador de Os Defensores vai produzir série sobrenatural passada em São Paulo
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (20/1) uma nova série original brasileira, batizada de “Spectros”. A diferença em relação às anteriores é que será uma coprodução internacional. Douglas Petrie, criador da minissérie “Os Defensores”, da Marvel, trabalhará em colaboração com a produtora brasileira Moonshot Pictures (“Sessão de Terapia”) na série de oito episódios. A trama será ambientada no bairro da Liberdade, em São Paulo, e contará a história de um grupo de adolescentes que esbarra em acontecimentos escondidos há séculos na região conhecida por sua grande comunidade japonesa. Segundo a sinopse adiantada pela plataforma, através de “eventos cada vez mais bizarros e sombrios”, os protagonistas acabam descobrindo que alguém está trazendo os mortos de volta, e que os espíritos querem vingança pelos erros cometidos no passado. “’Spectros’ é uma mistura incrível de folclore brasileiro e história, com elementos dos contos de fantasmas japoneses mais assustadores que encontramos, representada nas ruas coloridas da Liberdade e vista pelos olhos de adolescentes”, disse Petrie no comunicado sobre o projeto. Baseada em conceito desenvolvido por Michael Ruman, Anderson Almeida e Antônio de Freitas, a série foi criada, coescrita e dirigida por Petrie. O time de roteiristas conta ainda com Janaína Tokitaka e Paula Knudsen. As gravações começam em novembro e a estreia está prevista para 2019 em streaming.
3ª temporada de Demolidor ganhar pôster, teaser e data de estreia
A Netflix divulgou dois pôsteres e um novo teaser da 3ª temporada de “Demolidor”, que anunciam a data de estreia dos novos episódios, ao mesmo tempo em que fazem referências à história conhecida como “A Queda de Murdock” (Born Again) nos quadrinhos da Marvel. Como sempre, a empresa disponibilizou no Brasil um vídeo dublado em português e não ofereceu alternativa legendada. Portanto, veja também o original abaixo. Além de trazer o protagonista vivido por Charlie Cox ensanguentado, a prévia enfatiza o conflito físico e psicológico com o vilão Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), visto em relances trajando seu famoso terno branco. Nos quadrinhos, o embate teve seu ponto alto justamente na história escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli em 1986. Alguns ajustes deverão ser realizados, já que Matthew Murdock (Cox) está desaparecido desde o final de “Os Defensores” e Karen Page (Deborah Ann Woll) continua em cena, cenário oposto ao da trama original, quando a antiga namorada do Demolidor reapareceu drogada, prostituída e vendeu a identidade do herói por uma dose de heroína. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida do herói após ele sobreviver à explosão do final de “Os Defensores”. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe do herói. A 3ª temporada também terá um novo showrunner, Erik Oleson, roteirista-produtor de “Arrow”, e estreia em 19 de outubro em streaming.
A Maldição da Residência Hill: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Residência Hill”, nova série de terror que, se o nome não desperta medo, é porque os tradutores brasileiros escolheram o quarto título diferente para batizar a trama conhecida. Tanta “criatividade”, claro, só serve para se perder a referência. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina” e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). Em inglês, todos os lançamentos tem o mesmo nome. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A prévia mostra que a história vai explorar mais os residentes originais da mansão, mostrando como o local enlouqueceu a mãe e levou os irmãos do sobrevivente ao desespero. A cena adiantada, em que as crianças descrevem seus futuros como um pesadelo, é bastante efetiva. E o tipo de horror que se espera do responsável pela série. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). E, a propósito, a musiquinha sinistra e sombria tocada ao piano na trilha do vídeo é uma versão instrumental do clássico ensolarado “Our House”, do quarteto Crosby, Stills, Nash & Young. A estreia está marcada para 12 de outubro.
Série animada Avatar: A Lenda de Aang vai ganhar versão live action na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/9) que produzirá uma versão live-action da premiada série de animação “Avatar: A Lenda de Aang”. Michael DiMartino e Bryan Konietzko, os criadores da série original, servirão como showrunners e produtores executivos do projeto. A nova série será uma parceria com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e começará a ser gravada em 2019. “Avatar: A Lenda de Aang” teve três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. A série ganhou um Emmy e vários prêmios prestigiados da área televisiva e de animação, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards. Inspirado por animes japoneses, “Avatar: A Lenda de Aang” acompanha as aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Fãs da saga já puderam ver como o desenho poderia parecer em versão de carne e osso, com o filme “O Último Mestre do Ar” (2010), de M. Night Shyamalan, que foi bastante criticado pela escalação de um elenco branco nos papéis principais. “Ter a chance de comandar essa versão live-action de ‘Avatar’ é uma grande emoção para nós. Não vemos a hora de recriar o mundo de Aang da forma cinematográfica como sempre o imaginamos, e com um elenco culturalmente apropriado, não branco”, disseram Konietzko e DiMartino em comunicado oficial. “Nós vamos honrar a visão de Bryan e Mike para esta adaptação. É um grande prazer poder ajudá-los a realizar um live-action da série e apresentar o mundo épico de Aang e toda a sua magia elemental à audiência global da Netflix”, disse Melissa Cobb, vice-presidente de conteúdo infantil da Netflix. Além do filme de Shyamalan, o universo de “Avatar: A Lenda de Aang” ainda inspirou uma continuação após o seu final: “A Lenda de Korra”, exibida entre 2012 e 2014, que acompanhava a personagem-título cumprindo seu dever como Avatar, protegendo Republic City das forças do mal.
Game of Thrones vence o Emmy 2018, mas Netflix supera a HBO na premiação
Embalado pela vitória de sete prêmios preliminares, “Game of Thrones” encerrou a cerimônia do Emmy 2018 com o troféu de Melhor Série de Drama. A atração da HBO ainda rendeu a Peter Dinklage o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, o terceiro de sua carreira, e ajudou a manter o canal como a principal referência de qualidade “televisiva” para a Academia da Televisão. O canal pago também conquistou dois prêmios de interpretação de comédia com “Barry” (Bill Hader e Henry Winkler, Melhor Ator e Coadjuvante) e um de atuação dramática por “Westworld” (Thandy Newton, Melhor Atriz), além de uma vitória na seção de Variedades por “Last Week Tonight with John Oliver” (Melhor Talk Show). Mas viu sua hegemonia começar a ruir, sem emplacar seus telefilmes e demais produções, ao mesmo tempo em que as plataformas de streaming conquistaram espaço precioso, deixando de vez de ser coadjuvantes. A Amazon reinou nas categoria de comédias com “The Marvelous Mrs. Maisel”, série mais premiada da noite. Em seu primeiro ano na competição, a criação de Amy Sherman-Palladino venceu cinco troféus, incluindo o principal, Melhor Série de Comédia. Os demais foram Melhor Atriz (Rachel Brosnahan), Atriz Coadjuvante (Alex Borstein), Roteiro e Direção (ambos de Amy Sherman-Palladino). A Netflix, por sua vez, pulverizou seus prêmios entre “The Crown” (dois, inclusive Melhor Atriz para Claire Foy), “Godless” (dois), “Black Mirror” (um), “Seven Seconds” (um) e até o especial de comédia “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” (um) para conseguir seu objetivo. Virou a plataforma mais premiada da noite, com sete troféus, um a mais que a HBO. O feito é histórico. Após vencer o Festival de Veneza 2018, a Netflix foi o “canal” mais premiado da cerimônia oficial do Emmy 2018. A decepção ficou por conto da Hulu, que não conseguiu reprisar as conquistas do ano passado com “The Handmaid’s Tale” e ficou sem contribuir para o avanço do streaming. Entretanto, os 12 troféus da Amazon e da Netflix na cerimônia televisada foram suficientes para que as produções feitas para serem vista em qualquer lugar, inclusive na TV, empatassem com o total de prêmios conquistados pela programação a cabo. Além dos seis troféus da HBO, o canal FX colecionou cinco Emmys com “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (vencedor de três troféus, inclusive o de Melhor Minissérie) e “The Americans” (dois, incluindo Ator de Série Dramática: Matthew Rhys). E o VH1 completou a lista com a conquista de “RuPaul’s Drag Race” (Melhor Reality de Competição). Nenhuma série da TV aberta foi premiada, nem mesmo o popular melodrama “This Is Us”. Mas ao receber mais um Emmy de Melhor Programa de Esquetes por “Saturday Night Live”, o produtor Lorne Michaels fez um discurso deslocado e nostálgico como se o resultado fosse outro, evocando que desde 1975 ouve falar no fim das grandes redes. Entretanto, o único programa reconhecido das grandes redes foi o seu. E a transmissão do Oscar 2018. Considerando a premiação preliminar, porém, houve um empate entre os dois maiores rivais deste ano. Tanto HBO quanto Netflix conquistaram 23 estatuetas cada, ao todo, coletadas nas cerimônias de sábado (8/9), domingo (9/9) e segunda (17/9). Mas com esta conta, até a Hulu encontra 4 troféus. Entre as conquistas individuais, um feito histórico foi estabelecido. Amy Sherman-Palladino se tornou a primeira mulher a vencer os Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Ela também foi a primeira a vencer ambos os prêmios por um piloto – no caso, de “The Marvelous Mrs. Maisel” – , independente de gênero. Além disso, um recorde da competição foi igualado. Com seu terceiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante de Drama, Peter Dinklage empatou com Aaron Paul (de “Breaking Bad”) como o maior vencedor da categoria. Outra curiosidade da premiação foi a coincidência de dois atores que se despediram de seus papéis vencerem as categorias principais de interpretação dramática. Claire Foy, que não voltará a viver a Rainha Elizabeth em “The Crown”, ganhou como Melhor Atriz e dedicou sua conquista para a próxima geração de atores que irá entrar na 3ª temporada da série – no que quase soou como um desafio para sua substituta. E Matthew Rhys se consagrou como Melhor Ator por “The Americans”, série que chegou ao fim após seis temporadas. Igualmente notável foi a conquista de Henry Winkler, que venceu seu primeiro Emmy após 54 anos de carreira e 43 anos depois de sua primeira indicação. O veterano ator, que ficou mundialmente conhecido ao interpretar Fonzie em “Happy Days”, na década de 1970, levou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante de Comédia pelo papel do técnico Gene Cousineau em “Barry”. Já a vitória menos esperada foi a de Regina King, que assumiu ter sido pega de surpresa diante do microfone. Ela subiu ao palco como Melhor Atriz de Minissérie por “Seven Seconds”, que era uma série de antologia como “American Crime Story”, mas foi cancelada na 1ª temporada. Entretanto, sua interpretação foi tão forte que, mesmo numa série cancelada, mobilizou os votos da Academia. E por falar em surpresa, é impossível não incluir entre os pontos altos da noite o discurso de Glenn Weiss, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Especial de Variedades pelo Oscar. Em meio aos agradecimentos, ele pediu a namorada em casamento, e o noivado foi formalizado diante de milhões de telespectadores no mundo inteiro, emocionando toda a platéia do evento. Por outro lado, o agradecimento mais bizarro saiu da boca de Jeff Daniels. Ele encerrou seu discurso pela conquista do Emmy de Melhor Ator de Minissérie (por “Godless”) agradecendo seu cavalo, que o derrubou três vezes e o fez quebrar o pulso. Para completar, a lista de apresentadores também rendeu bons momentos televisivos. Entre os mais inusitados, apareceram ninguém menos que Rick e Morty. A dupla animada apresentou o prêmio de Melhor Reality Show de Competição. Mas a saudação Wakanda Forever de Tiffany Haddish e Angela Bassett (a mãe do Pantera Negra) também causou frisson. A cerimônia completa será reprisada no canal pago TNT às 6h50 da manhã desta terça (18/9) Confira abaixo a lista completa dos vencedores. E conheça também os vencedores dos prêmios preliminares, conhecidos como o Emmy das Artes Criativas, clicando este link. OS VENCEDORES DO EMMY 2018 SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “Game of Thrones” Melhor Ator em Série Dramática Matthew Rhys – “The Americans” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Peter Dinklage – “Game of Thrones” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Thandie Newton – “Westworld” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – “Barry” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Regina King – “Seven Seconds” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Merritt Wever – “Godless” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror” VARIEDADES Melhor Roteiro de Especial de Variedades John Mulaney – “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The Oscars” Melhor Séries de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race”
Emmy 2018 premia os melhores da TV americana nesta segunda-feira
A Academia de Televisão dos Estados Unidos realiza na noite desta segunda (17/9) a premiação do Emmy 2018, considerado o Oscar da TV. “Game of Thrones” chega como grande favorita, após ter se tornado a maior vencedora da premiação preliminar, conquistando sete troféus dos chamados Emmy das Artes Criativas, que são os prêmios técnicos. A atração da HBO vai disputar o Emmy de Melhor Série Dramática com “The Americans”, “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us”, “Westworld” e “The Handmaid’s Tale”, a vencedora do ano passado. Apesar da inúmera quantidade de lançamentos de séries nos últimos meses, nenhum estreante conseguiu invadir a disputa dramática. Mas a categoria de Melhor Série de Comédia contará com duas novidades: “Barry”, da HBO, e “GLOW”, da Netflix. Vão concorrer com “Black-ish”, “Curb Your Enthusiasm”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schimdt” e “The Marvelous Mrs. Maisel”, que já conquistou, no Emmy das artes criativas, o troféu de Melhor Elenco de Série de Comédia. Vencedora do ano passado, “Veep” não foi produzida em 2018, devido ao câncer da atriz Julia Louis-Dreyfus. Já “Roseanne”, cancelada após declarações racistas de sua estrela principal, Roseanne Barr, disputa apenas uma categoria: Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia, por Laurie Metcalf. A competição entre as minisséries vai testar o eterno favoritismo das produções e Ryan Murphy, pois “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” enfrentará dois fortes candidatos, “Godless” e “Patrick Melrose”, que deve consagrar Benedict Cumberbatch como Melhor Ator da categoria. Os demais candidatos são “The Alienist” e “Genius: Picasso”. Apesar de produzir as duas séries mais nomeadas, “Game of Thrones” e “Westworld”, o canal pago HBO foi superado pela primeira vez em indicações pela plataforma Netflix, que atingiu 112 indicações (contando os prêmios técnicos), quatro a mais que a antiga campeã do Emmy. A HBO passou 17 anos consecutivos na liderança das indicações ao troféu da Academia. Caso conquiste mais prêmios, a Netflix reforçará evidência apontada pela vitória de “The Handmaid’s Tale”, do serviço Hulu, no ano passado. Após a era das grandes redes ser superada pela chegada da HBO e da TV paga, o streaming é quem começa a ditar os rumos da indústria da “televisão”. A cerimônia de premiação do 70º Emmy Awards acontecerá no Microsoft Theater, em Los Angeles, com apresentação da dupla Michael Che e Colin Jost, do programa humorístico “Saturday Night Live”, e transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Mas vale lembrar que parte dos prêmios já foram entregues no fim de semana passado. Além do reconhecimento técnico de “Game of Thrones” e do humorístico “Saturday Night Live” séries mais premiadas até o momento, cada uma com sete troféus, a parte dedicada aos reality shows chamou atenção pelas cinco vitórias obtidas pelo programa do falecido Anthony Bourdain, “Parts Unknown”. O especial ao vivo de “Jesus Christ Superstar” também venceu cinco troféus, e a série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” já soma quatro. Os principais prêmios já entregues incluem Melhor Telefilme para um episódio da série “Black Mirror”, o “USS Callister”, Melhor Série Animada para “Rick and Morty”, Melhor Reality Show para “Queer Eye”, Melhor Série Documental para “Wild Wild Country”, Melhor Especial Ao Vivo para “Jesus Christ Superstar Live in Concert” e os troféus para participações especiais, vencidos na categoria dramática por Samira Wiley (em “The Handmaid’s Tale”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”), e na categoria de comédia por Tiffany Haddish (“Saturday Night Live”) e Katt Williams (“Atlanta”). Confira abaixo a lista dos indicados aos prêmios que ainda estão em disputa e serão entregues nesta segunda-feira. SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “The Americans” “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Ator em Série Dramática Ed Harris – “Westworld” Matthew Rhys – “The Americans” Milo Ventimiglia – “This Is Us” Jeffrey Wright – “Westworld” Jason Bateman – “Ozark” Sterling K. Brown – “This Is Us” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Tatiana Maslany – “Orphan Black” Elisabeth Moss – “The Handmaid’s Tale” Sandra Oh – “Killing Eve” Keri Russel – “The Americans” Evan Rachel Wood – “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Nikolaj Coster-Waldau – “Game of Thrones” Peter Dinklage – “Game of Thrones” Joseph Fiennes – “The Handmaid’s Tale” David Harbour – “Stranger Things” Mandy Patinkin – “Homeland” Matt Smith – “The Crown” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Alexis Bledel – “The Handmaid’s Tale” Millie Bobby Brown – “Stranger Things” Ann Dowd – “The Handmaid’s Tale” Lena Headey – “Game of Thrones” Thandie Newton – “Westworld” Yvonne Strahovski – “The Handmaid’s Tale” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Alan Taylor – “Game of Thrones: Beyond The Wall” Jeremy Podeswa – “Game Of Thrones: The Dragon And The Wolf” Jason Bateman – “Ozark: The Toll” Daniel Sackheim – “Ozark: Tonight We Improvise” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Kari Skogland – “The Handmaid’s Tale: After” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática David Benioff & D.B. Weiss – “Game of Thrones: The Dragon And The Wolf” Phoebe Waller-Bridge – “Killing Eve: Nice Face” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” Peter Morgan – “The Crown: Mystery Man” Bruce Miller – “The Handmaid’s Tale: June” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Barry” “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schimdt” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta” Bill Hader – “Barry” Anthony Anderson – “Black-ish” William H. Macy – “Shameless” Larry David – “Curb Your Enthusiasm” Ted Danson – “The Good Place” Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon – “Better Things” Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Allison Janney – “Mom” Isse Rae – “Insecure” Tracee Ellis Ross – “Black-ish” Lily Tomlin – “Grace and Frankie” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Louie Anderson – “Baskets” Alec Baldwin – “Saturday Night Live” Tituss Burgess – “Unbreakable Kimmy Schmidt” Tony Shalhoub – “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson – “Saturday Night Live” Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Zazie Beetz – “Atlanta” Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Aidy Bryant – “Saturday Night Live” Betty Gilpin – “GLOW” Leslie Jones – “Saturday Night Live” Kate McKinnon – “Saturday Night Live” Laurie Metcalf – “Roseanne” Megan Mullally – “Will & Grace” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: FUBU” Hiro Murai – “Atlanta: Teddy Perkins” Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Jesse Peretz – “GLOW: Pilot” Mike Judge – “Silicon Valley: Initial Coin Offering” – Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: Alligator Man” Stefani Robinson – “Atlanta: Barbershop” Alec Berg & Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Liz Sarnoff – “Barry: Chapter Seven: Loud, Fast And Keep Going” Alec Berg – “Silicon Valley: Fifty-One Percent” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “The Alienist” “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” “Genius: Picasso” “Godless” “Patrick Melrose” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Antonio Banderas – “Genius: Picasso” Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Benedict Cumberbatch – “Patrick Melrose” Jeff Daniels – “The Looming Tower” John Legend – “Jesus Christ Superstar” Jesse Plemons – “Black Mirror: USS Callister” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Jessica Biel – “The Sinner” Laura Dern – “The Tale” Michelle Dockery – “Godless” Edie Falco – “Law & Order True Crime: The Menendez Murders” Regina King – “Seven Seconds” Sarah Paulson – “American Horror Story: Cult” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Brandon Victor Dixon – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” John Leguizamo – “Waco” Ricky Martin – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Edgar Ramírez – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Michael Stuhlbarg – “The Looming Tower” Finn Wittrock – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Sara Bareilles – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Penélope Cruz – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Judith Light – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Adina Porter – “American Horror Story: Cult” Merritt Wever – “Godless” Letitia Wright – “Black Mirror – “Black Museum”” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Scott Frank – “Godless” David Leveaux – “Jesus Christ Superstar: Live in Concert” Barry Levinson – “Paterno” Edward Berger – “Patrick Melrose” Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Craig Zisk – “The Looming Tower: “9/11” David Lynch – “Twin Peaks” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV Kevin McManus & Matthew McManus – “American Vandal” Scott Frank – “Godless” David Nicholls – “Patrick Melrose” Tob Rob Smith – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” David Lynch & Mark Frost – “Twin Peaks” William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror”
Emma Stone e Jonah Hill realizam experiência perigosa em trailer e fotos da série Maniac
A Netflix divulgou 23 novas fotos e o segundo trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção de “Maniac”, que parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, é na verdade um remake da série norueguesa de mesmo nome. A trama acompanha Annie Landsberg (Emma Stone) e Owen Milgrim (Jonah Hill), dois estranhos que participam de uma misterioso teste farmacêutico, cada um por suas próprias razões. Annie é deprimida e sem objetivos, obcecada por relacionamentos rompidos com sua mãe e sua irmã. Owen é filho de milionários de Nova York, que lutou toda a sua vida contra um diagnóstico de esquizofrenia. As vidas de nenhum dos dois deu certo, e a promessa de um novo tratamento radical à base de pílulas que seu inventor, o Dr. James K. Mantleray (Justin Theroux, da série “The Leftovers”), afirma poder consertar qualquer problema mental, atrai os dois e outros dez estranhos para as instalações da Neberdine Pharmaceuticals and Biotech, para um teste de três dias que, o cientista garante, não trará qualquer efeito colateral e ainda resolverá todos os seus problemas permanentemente. As coisas não correm como planejado. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção é de Cary Joji Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista e Justin Theroux, o elenco também destaca Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Julia Garner (“The Americans”), Sonoya Mizuno (“Podres de Ricos”), Jemima Kirke (“Girls”), Selenis Leyva (“Orange Is the New Black”), Gabriel Byrne (“Hereditário”), Hank Azaria (“Brockmire”) e Rome Kanda (“O Desinformante!”). “Maniac” tem estreia marcada para sexta-feira (21/9) em streaming.
Teaser da nova série da bruxinha Sabrina revela clima de terror satânico
A Netflix divulgou o primeiro teaser da nova série da bruxinha Sabrina, que é uma paulada. Apresentado como uma festa de aniversário macabro de 16 anos da protagonista, inclui flashes do diabo e outras criaturas das trevas, num clima assumido de terror satânico. O que faz justiça ao nome da atração. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a série foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Para completar o tom sinistro, a data escolhida para a estreia da série foi a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ignorará o tom de comédia adolescente que marcou a personagem nos anos 1990, na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, investindo numa trama de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha nos quadrinhos – cuja revista foi rebatizada justamente como “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, Sabrina lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira, o elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, retomando o trio original que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. E a prévia chama atenção para isso, ao apresentar a produção como sendo dos produtores executivos de “Riverdale”. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque o canal aprovou duas outras séries de bruxas: o remake de “Charmed” e “Legacies”, spin-off de “The Originals”. Assim, as duas séries não terão mais ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional.
Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix
O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.
Netflix renova Insatiable, série acusada de gordofobia e com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes
A Netflix renovou a série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming). O anúncio foi feito pelo Twitter americano da plataforma. A série deu muito o que falar e aparentemente isso agradou a Netflix, mesmo que todos os comentários tenham sido negativos. A renovação aconteceu contra um abaixo-assinado online com mais de 235 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. E mesmo com a pior avaliação já registrada de uma série da Netflix, apenas 11% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. O detalhe é que, depois de assistir, o público médio gostou da atração, como demonstram os 83% de aprovação popular no mesmo Rotten Tomatoes. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A 2ª temporada deve estrear em 2019. #Insatiable has been renewed for Season 2 pic.twitter.com/Q40Khtix5s — See What's Next (@seewhatsnext) September 12, 2018
Pôster de O Mundo Sombrio de Sabrina faz justiça ao nome da série
A Netflix divulgou o pôster sombrio da nova série da bruxinha Sabrina, que faz justiça ao nome da atração. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a série foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A imagem destaca a atriz Kiernan Shipka (“Mad Men”) num clima de terror satânico, diante de um bolo de aniversário com 16 velas vermelhas e um par de chifres erguendo-se às suas costas. Para completar o clima sombrio, a data escolhida para a estreia da série foi a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ignorará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem nos anos 1990 na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, investindo numa trama com elementos de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha nos quadrinhos – justamente em “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Além de Kiernan Shipka no papel da aprendiz de feiticeira, o elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, retomando o trio original que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque o canal aprovou duas outras séries de bruxas: o remake de “Charmed” e “Legacies”, spin-off de “The Originals”. Assim, as duas séries não terão mais ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional.










