Nova série animada de She-Ra terá princesas lésbicas
A nova série animada da heroína dos anos 1980 She-Ra vai refletir a diversidade do século 21. Em entrevista ao site Den of Geek, a produtora Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), responsável por “She-Ra e as Princesas do Poder”, confirmou o que os trailers sugeriam: a inclusão de princesas lésbicas. “Como uma mulher lésbica, é algo que eu sempre achei importante mostrar em uma animação para crianças. Justamente para mostrar a riqueza de experiências no mundo e as maneiras diferentes que os personagens se amam. É algo que eu espero que seja uma parte natural e muito própria da série”, afirmou Stevenson. O site revela que as princesas Netossa e Spinnerella terão uma relação afetiva bastante íntima. E não serão as únicos personagens queers da série. Stevenson credita os que lutaram por maior representativa antes dela em outras séries e animações por “She-Ra e as Princesas do Poder” ser capaz de apresentar vários personagens queer, mas enfatiza que “nunca será fácil … mas é algo muito importante a ser feito”. A presença de personagens LGBTs em produções infantis costuma vir sempre acompanhada de polêmica, mas, nos últimos anos, séries como “Steven Universo” e “The Loud House” têm ajudado a abrir caminho para quebrar esse tabu. De todo modo, vale lembrar que a série de Stevenson já foi alvo de controvérsia por um motivo muito menos contundente. Quando suas primeiras imagens foram reveladas, fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix na terça (13/11), mas curiosamente não está sendo muito promovida pela plataforma. Quem tem divulgado os trailers é sua produtora, a DreamWorks Animation.
Netflix renova série animada Paradise Police para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série “Paradise Police” para sua 2ª temporada. Este é o nome com a qual a animação “Paradise PD” foi disponibilizada no catálogo da Netflix Brasil. Dizem que a diferença nos títulos é a “tradução” nacional, mas a “tradução” de inglês para inglês parece mais uma piada da produção. A série é uma comédia para adultos sobre o departamento de polícia de uma cidadezinha, que é repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. Nova criação de Roger Black e Waco O’Guin (responsáveis por “Brickleberry”), a série traz em seu elenco original alguns dubladores célebres dos Estados Unidos, como Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dublador da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”). Foram encomendados 10 novos episódios, que devem ser disponibilizados pela Netflix em 2019.
Chris Hemsworth vira mercenário na primeira foto do novo filme da equipe de Vingadores: Guerra Infinita
A Netflix divulgou nas redes sociais a primeira foto de “Dhaka”, que traz Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) de arma em punho, em clima de “Os Mercenários”. A produção marca o reencontro do ator com a equipe de “Vingadores: Guerra Infinita”. “Dhaka” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do Universo Cinematográfico Marvel, que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme tira seu nome da capital do Bangladesh e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um empresário rico. Precisando lidar com crises de identidade e problemas emocionais, ele enfrentará uma das missões mais difíceis de sua vida. Junto da foto, a Netflix ecoou a premissa com frases do ator sobre as filmagens. Ele diz que “Dhaka” traz “algumas das mais intensas sequências de ação que eu já fiz” e que o resultado será “surreal” Filmado na Índia e na Indonésia, “Dhaka” será um dos primeiros lançamentos da produtora independente dos irmãos Russo, a AGBO, e ainda não tem previsão de estreia.
Lionsgate planeja nova série derivada de Orange Is the New Black
Menos de um mês depois do anúncio de que a 7ª temporada de “Orange Is the New Black” vai encerrar a série, a Lionsgate Television revelou que já está discutindo como retomar o drama da prisão feminina de Litchfield num produção derivada. O presidente da Lionsgate TV, Kevin Beggs, disse a repórteres na quinta-feira (8/11) que o estúdio realmente está ponderando uma sequência da série criada por Jenji Kohan. “Estamos realmente orgulhosos da longa carreira de “Orange Is the New Black”. Continua sendo um dos programas mais assistidos da Netflix. Estamos terminando em uma nota alta. Lembre-se de que somos donos da série e vamos distribuí-la pelos próximos anos. Já estamos discutindo e, quando chegar o momento certo, falaremos ainda mais com Jenji sobre uma possível sequência”, disse Beggs durante uma teleconferência sobre o balanço financeiro do estúdio. Fontes próximas à Lionsgate TV dizem que o estúdio e Kohan discutem uma série derivada já há algum tempo, mas nada avançou além disso. A Netflix, que disponibiliza a série e possui um contrato de desenvolvimento com Kohan, não comentou o projeto. Mas o detalhe é que a plataforma de streaming apenas licencia a exibição de “Orange Is the New Black”, cujos direitos pertencem à Lionsgate TV. Kohan criou “Orange Is the New Black” para a Lionsgate TV antes de fechar um novo contrato geral com a Netflix. A série foi o segundo sucesso da produtora para a Lionsgate, após “Weeds”, do canal pago Showtime. A temporada final de “Orange Is the New Black” será exibida em 2019 na Netflix.
Seita satânica processa Netflix em US$ 50 milhões por cópia de estátua na série O Mundo Sombrio de Sabrina
A seita Templo Satânico (Satanic Temple) foi adiante em seu processo contra a Netflix e a Warner. A ação busca uma indenização de US$ 50 milhões pelo uso não autorizado da estátua de Baphomet na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Lucien Graves, líder da seita, vem ameaçando a Netflix desde a estreia da série, no final de outubro. A Satanic Temple ficou conhecida nos Estados Unidos por perturbar governos estaduais que permitem adereços religiosos em público. Os integrantes chegaram até a colocar uma estátua de Baphomet ao lado de uma representação dos Dez Mandamentos em Oklahoma. A Netflix e a Warner ainda não se manifestaram publicamente sobre o caso. A razão do processo é a estátua da figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, ela tem exatamente o mesmo design daquela que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Segundo o processo, o templo criou a estátua entre 2013 e 2014, baseando-se em uma iconografia datada do século 19, e por isso defende que o objeto é exclusivo e não pode ser copiado sem permissão, o que caracteriza violação de direito autoral. Por fim, o templo alega que sua obra foi copiada para servir como representação estereotipada do mal.
Netflix mata e enterra Francis Underwood num cemitério da Carolina do Sul, nos EUA
Francis Underwood está morto e enterrado, literalmente. Em uma ação para promover a última temporada da série “House of Cards”, a Netflix colocou uma lápide com o nome de Underwood num cemitério da cidade de Gaffney, na Carolina do Sul (EUA), terra natal do personagem. A lápide se encontra nos arredores do Oakland Cemetery, e fãs podem visitá-la e tirar fotos. O centro de turismo de Gaffney, animado com a ação, pediu para os fãs enviarem suas fotos para um e-mail (events@getintogaffney.com) a fim de serem compartilhadas com a equipe da Netflix. Não foi esclarecido o que a plataforma vai fazer com as imagens. O local ficará aberto para o público até o sábado (10/11). Quando a morte de Underwood foi anunciada, antes do lançamento da 6ª temporada de “House of Cards”, o principal jornal de Gaffney publicou até um obituário do “presidente”, descrito como “um patriota que não deixou nada impedi-lo de servir seu país”. A morte de Underwood foi revelada em um teaser lançado meses antes dos episódios da temporada. Esta foi a solução encontrada pelos roteiristas para explicar o sumiço do personagem após a demissão do ator Kevin Spacey, que o interpretava. Spacey foi denunciado por diversas pessoas por assédio e abuso sexual, entre elas funcionários da equipe da própria série.
Trailer legendado de A Princesa e a Plebeia traz Vanessa Hudgens em papel duplo
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de mais uma comédia romântica adolescente, “A Princesa e a Plebeia” (The Princess Switch). A prévia revela uma versão moderna da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”, que mostra o que acontece quando uma turista americana troca de lugar com uma nobre europeia para que esta possa descobrir como é viver longe das regras da monarquia. A ex-estrelinha da Disney Vanessa Hudgens (de três “High School Musical”) estrela a produção no papel duplo do título, e obviamente encontra o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). Quem assina a trama é a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, dividindo créditos com sua assistente Megan Metzger. As duas trabalharam juntas com o diretor Mike Rohl na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. A estreia está marcada para 16 de novembro na Netflix.
1983: Primeira série polonesa da Netflix ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o novo trailer legendado de “1983”, primeira série polonesa da plataforma. A premissa lembra “O Homem do Castelo Alto”, ao contar uma versão alternativa da História, em que um conflito teve resultado diferente da realidade. No caso, o fim do comunismo. Apesar do título, a trama acontece em 2003, duas décadas após um atentado terrorista impedir a Polônia de se tornar independente da União Soviética. Os personagens centrais são um estudante de Direito e um policial que descobrem a conspiração dos anos 1980 que fez com que o país continuasse sendo um estado comunista da Cortina de Ferro em pleno século 21. O elenco polonês inclui Maciej Musial (“Hotel 52”), Andrzej Chyra (“Estados Unidos Pelo Amor”), Michalina Olszanska (“Eu, Olga Hepnarová”), Agnieszka Zulewska (“Perdoai as Nossas Dívidas”), Robert Wieckiewicz (“Walesa”), Helena Sujecka (“Agnus Dei”), Miroslaw Zbrojewicz (“O Forasteiro”) e Zofia Wichlacz (“Rastros”). Criada por Joshua Long (“Scary Stories to Tell in the Dark”) e produzida por Frank Marshall (“Jurassic World”), Robert Zotnowski (“House of Cards”) e a cineasta Agnieszka Holland (“Rastros”), que também assina a direção de episódios, “1983” tem estreia marcada para 30 de novembro.
Michael Peña e Diego Luna se enfrentam em novo trailer legendado e 34 fotos de Narcos: México
A Netflix divulgou três pôsteres, 34 fotos e um novo trailer legendado da volta de “Narcos”, que passará por uma reinvenção completa ao mudar a ação para um país diferente e apresentar novos personagens. Michael Peña (“Homem-Formiga) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) lideram o elenco, totalmente renovado em relação aos anos anteriores. O personagem interpretado por Luna é Miguel Ángel Félix Gallardo, também conhecido como El Jefe dos Jefes ou El Padrino (como o filme “O Poderoso Chefão” ficou conhecido no México), fundador do primeiro cartel de Guadalajara nos anos 1980. A principal ameaça a seus objetivos será encarnada por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do agente do DEA (departamento de combate à drogas dos EUA) Enrique “Kiki” Camarena, que se infiltra no cartel para derrubá-lo. Como os personagens são reais não é difícil saber como esse conflito acaba. Nada bem. Mas com impacto capaz de motivar uma 5ª temporada. Por curiosidade, os dois astros da temporada trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A 1ª temporada de “Narcos: México” – ou 4ª temporada de “Narcos” – estreia em 16 de novembro em streaming.
Clipe de Pabllo Vittar traz cantor animado com música da série Super Drags
A Netflix divulgou o clipe da música “Highlight”, que Pabllo Vittar canta na série animada “Super Drag”. O vídeo em estilo “cheguei” começa com a versão animada de Vittar na série, a cantora Goldiva, e logo mostra a carne, osso e closes por trás da personagem, com seu arsenal de figurinos e força nas perucas. Além de Pabllo – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual – , a série contará com as vozes de ícones LGBTQIA+ brasileiros, como Silvetty Montilla e Suzy Brasil. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A animação é para maiores de 16 anos e estreia nesta sexta (9/11) em streaming.
Próxima animação do diretor de Operação Big Hero e Moana será lançada pela Netflix
A Netflix dá sequência à sua disputa com a Disney com o anúncio de que produzirá o próximo filme de animação de Chris Williams, diretor de três longas de sucesso do estúdio do Mickey, “Bolt: O Supercão” (2008), “Operação Big Hero” (2014, pelo qual venceu um Oscar) e “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). Uma curiosidade é que, em todos os seus trabalhos na Disney, ele sempre dividiu os créditos com um codiretor. A produção da Netflix, intitulada “Jacob and the Sea Monster”, marcará a primeira vez que Williams assina um filme sozinho. Ele também escreveu o roteiro da aventura, inspirada por mapas dos séculos 16 e 17 que incluíam detalhados desenhos de monstros marinhos nas regiões mais afastadas do oceano. Assim como “Moana”, a animação será uma jornada por mares distantes. Mas com um protagonista masculino – um “charmoso marinheiro”, segundo a sinopse divulgada. Intrépido, ele decide conduzir o seu navio por águas ainda não mapeadas e encontra um improvável aliado ao se deparar com um simpático monstro marinho. A Netflix espera lançar o longa em 2022.
The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos
A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.
Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!
A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.











